As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BRAV3 | R$ 14,18 | 3,20% |
| 2 | GOAU4 | R$ 11,94 | 1,70% |
| 3 | SMTO3 | R$ 15,50 | 1,57% |
| 4 | GGBR4 | R$ 20,63 | 1,28% |
| 5 | EMBJ3 | R$ 87,97 | 0,98% |
| 6 | VALE3 | R$ 69,57 | 0,78% |
| 7 | SUZB3 | R$ 49,07 | 0,74% |
| 8 | WEGE3 | R$ 49,98 | 0,60% |
| 9 | CSNA3 | R$ 9,62 | 0,42% |
| 10 | BRAP4 | R$ 21,45 | 0,23% |
1º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 14,18 ↑ 3,20%
Descrição: A Brava Energia lidera o ranking de performance do dia com uma valorização expressiva de 3,20%, fechando a R$ 14,18. O ativo demonstrou forte volatilidade intradiária, variando entre a mínima de R$ 13,30 e a máxima de R$ 14,38. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 24.826.000 papéis, resultando em um giro financeiro de R$ 352.032.680,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 13,74, a valorização nominal foi de R$ 0,44. Observando o histórico de 52 semanas, o ativo ainda se encontra distante de sua máxima de R$ 25,98, operando atualmente mais próximo de sua mínima anual de R$ 13,29. Este movimento sugere uma tentativa de recuperação técnica após um período de forte desvalorização. A Brava Energia S.A. é uma empresa brasileira focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, resultante de processos de fusão e consolidação no setor de energia independente. Recentemente, a empresa tem focado na otimização da produção de seus campos maduros e na integração operacional de seus ativos para reduzir o custo de extração (lifting cost).
2º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 11,94 ↑ 1,70%
Descrição: A Metalúrgica Gerdau ocupa a segunda posição, registrando uma alta de 1,70% e encerrando o pregão cotada a R$ 11,94. O ativo apresentou uma oscilação contida durante o dia, com mínima de R$ 11,66 e máxima de R$ 12,03, patamar este que coincide com o topo das últimas 52 semanas, indicando uma tendência de alta consistente. O volume financeiro movimentado foi de R$ 66.247.896,00, correspondente a 5.548.400 ações. O preço atual reflete um ganho de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 11,74. Vale notar que a mínima do último ano para este papel foi de R$ 7,40, o que demonstra uma valorização sólida no médio prazo. A Metalúrgica Gerdau é a holding que controla a Gerdau S.A., sendo o principal veículo de investimento para o grupo que é líder no segmento de aços longos nas Américas. A última notícia relevante da companhia envolve o anúncio de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), reforçando sua política de remuneração aos acionistas em meio aos resultados operacionais resilientes.
3º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,50 ↑ 1,57%
Descrição: As ações da São Martinho encerraram o dia com valorização de 1,57%, atingindo o preço de R$ 15,50. A movimentação diária foi caracterizada por uma mínima de R$ 15,13 e máxima de R$ 15,78, com um volume de negociação de 2.980.100 ações. O giro financeiro totalizou R$ 46.191.550,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 15,26, o ativo avançou R$ 0,24. No acumulado de 52 semanas, a empresa registra uma amplitude entre a mínima de R$ 12,91 e a máxima de R$ 24,96, evidenciando que, apesar da alta diária, o papel ainda opera com desconto em relação ao seu pico anual. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com atuação destacada na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Recentemente, o mercado tem monitorado as projeções da companhia para a safra atual e os impactos dos preços internacionais do açúcar, além de notícias sobre seus investimentos em novas unidades de processamento de milho para a produção de etanol.
4º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 20,63 ↑ 1,28%
Descrição: A Gerdau S.A. apresentou um desempenho sólido de 1,28% de alta, fechando o dia a R$ 20,63. O papel oscilou entre a mínima de R$ 20,18 e a máxima de R$ 20,72. O volume de negociação foi robusto, com 10.622.400 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 219.140.112,00. O fechamento anterior foi de R$ 20,37, representando uma variação nominal positiva de R$ 0,26. O ativo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 20,72), demonstrando força compradora no setor de siderurgia. A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Uma das notícias recentes mais impactantes para o setor foi o ajuste nas tarifas de importação de aço no Brasil, medida que visa proteger a indústria nacional e que impacta diretamente as projeções de margem operacional da companhia para o próximo biênio.
5º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 87,97 ↑ 0,98%
Descrição: A Embraer registrou uma alta moderada de 0,98%, com o preço da ação fixado em R$ 87,97 no encerramento. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 86,02 e a máxima de R$ 89,05. O volume de ações negociadas foi de 3.785.100, totalizando R$ 332.975.247,00 em transações financeiras. O incremento em relação ao fechamento anterior (R$ 87,12) foi de R$ 0,85. É importante destacar que o ativo está em um patamar elevado, próximo à máxima de 52 semanas de R$ 90,09, partindo de uma mínima anual de R$ 54,31. A Embraer é uma empresa global de capital aberto com sede no Brasil, atuando nos segmentos de Aviação Comercial, Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A última grande notícia da companhia refere-se ao aumento de sua carteira de pedidos firmes (backlog) e à entrega bem-sucedida de novas aeronaves da família E2, além do crescente interesse internacional pelo cargueiro militar C-390 Millennium.
6º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 69,57 ↑ 0,78%
Descrição: A Vale, gigante do setor de mineração, fechou com alta de 0,78% a R$ 69,57. O ativo apresentou a maior liquidez do relatório, movimentando R$ 1.304.152.263,00 através da negociação de 18.745.900 ações. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 69,26 e a máxima de R$ 70,03. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,54 sobre o fechamento anterior de R$ 69,03. O papel aproxima-se de sua máxima de 52 semanas (R$ 70,03), mostrando recuperação frente à mínima de R$ 44,77 registrada no período. A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras do mundo, líder global na produção de minério de ferro e níquel. A notícia mais recente que impulsionou os papéis foi a divulgação dos dados de produção e vendas do último trimestre, superando as expectativas de analistas, somada à estabilização dos preços do minério de ferro no porto de Qingdao, na China, principal destino de suas exportações.
7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 49,07 ↑ 0,74%
Descrição: A Suzano encerrou o pregão com uma valorização de 0,74%, cotada a R$ 49,07. A ação oscilou entre a mínima de R$ 48,50 e a máxima de R$ 49,37 durante o dia. Foram negociadas 4.920.000 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 241.424.400,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 48,71, houve um aumento de R$ 0,36 por papel. O intervalo de 52 semanas mostra uma mínima de R$ 46,47 e máxima de R$ 63,54, indicando que o ativo está em um processo de consolidação em níveis intermediários. A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Recentemente, a empresa concluiu a aquisição de ativos florestais e industriais estratégicos, e o mercado segue atento às flutuações do preço da celulose na China e na Europa, que impactam diretamente o fluxo de caixa da companhia.
8º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 49,98 ↑ 0,60%
Descrição: As ações da WEG registraram alta de 0,60%, fechando a R$ 49,98. Durante a sessão, o preço variou entre R$ 49,05 e R$ 50,10. O volume negociado foi de 8.595.700 ações, com um giro financeiro de R$ 429.613.086,00. O fechamento anterior foi de R$ 49,68, resultando em um acréscimo de R$ 0,30. O ativo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de 52 semanas de R$ 34,79 e próximo da máxima de R$ 56,95. A WEG é uma multinacional brasileira que produz motores elétricos, transformadores, geradores e tintas industriais, sendo reconhecida por sua eficiência operacional e inovação. A última notícia relevante sobre a WEG envolve a expansão de sua capacidade produtiva em fábricas no exterior e novos contratos no setor de energia eólica e infraestrutura para mobilidade elétrica, setores onde a empresa tem ampliado sua participação de mercado de forma agressiva.
9º – Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSNA3) | R$ 9,62 ↑ 0,42%
Descrição: A CSN fechou o dia com uma leve alta de 0,42%, cotada a R$ 9,62. O ativo teve uma variação discreta, entre a mínima de R$ 9,44 e a máxima de R$ 9,66. O volume de ações foi de 5.992.000, gerando um volume financeiro de R$ 57.643.040,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,58, a variação nominal foi de apenas R$ 0,04. No histórico de um ano, o papel transita entre R$ 6,72 e R$ 10,84. A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Notícias recentes apontam para o esforço da companhia em reduzir sua alavancagem financeira (dívida líquida/EBITDA) e potenciais planos de listagem (IPO) de suas subsidiárias, como a CSN Cimentos, o que tem sido acompanhado de perto pelos investidores institucionais.
10º – Bradespar S.A. (BRAP4) | R$ 21,45 ↑ 0,23%
Descrição: Encerrando o Top 10, a Bradespar apresentou uma variação positiva de 0,23%, fechando a R$ 21,45. A oscilação diária ocorreu entre R$ 21,14 e R$ 21,67, com um volume de negociação de 9.869.600 ações e volume financeiro de R$ 211.702.920,00. O fechamento anterior foi de R$ 21,40, com ganho nominal de R$ 0,05. O ativo está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 21,73), vindo de uma mínima de R$ 14,05. A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação significativa na Vale S.A., sendo seu desempenho diretamente atrelado aos resultados e à política de dividendos da mineradora. A notícia mais recente para a Bradespar reflete exatamente a expectativa de proventos a serem recebidos da Vale, o que costuma gerar anúncios subsequentes de repasse de dividendos para seus próprios acionistas.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIL3 | R$ 14,75 | -6,88% |
| 2 | MOTV3 | R$ 15,11 | -6,32% |
| 3 | AMOB3 | R$ 13,12 | -6,29% |
| 4 | CSAN3 | R$ 5,53 | -6,27% |
| 5 | RENT3 | R$ 45,04 | -5,70% |
| 6 | HAPV3 | R$ 14,43 | -5,62% |
| 7 | RADL3 | R$ 23,39 | -5,30% |
| 8 | UGPA3 | R$ 20,61 | -5,24% |
| 9 | CYRE3 | R$ 31,37 | -5,08% |
| 10 | BPAC11 | R$ 53,60 | -5,07% |
1º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 14,75 ↓6,88%
Descrição: A Rumo S.A. liderou as baixas do dia com uma queda acentuada de 6,88%, encerrando o pregão cotada a R$ 14,75. O ativo demonstrou alta volatilidade, operando muito próximo de sua mínima diária (R$ 14,72) e distante da máxima de R$ 15,54. O volume financeiro movimentado foi robusto, totalizando R$ 257.319.650,00, refletindo uma forte pressão vendedora após o fechamento anterior de R$ 15,84. Ao observarmos o histórico de 52 semanas, a ação encontra-se perigosamente perto de sua mínima anual de R$ 14,02, sinalizando um momento técnico de atenção para os investidores de longo prazo. A variação nominal negativa foi de R$ 1,09 por cota, com um volume de ações negociadas superior a 17,4 milhões de papéis. Este movimento sugere uma reavaliação de risco por parte do mercado institucional em relação aos ativos de infraestrutura logística no curto prazo.
A Rumo é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, controlada pelo grupo Cosan, focada no transporte de commodities agrícolas e produtos industrializados. Notícia recente: A empresa tem focado na expansão da Ferrovia de Integração Estadual do Mato Grosso, projeto estratégico para aumentar sua capacidade de escoamento de grãos.
2º – MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. (MOTV3) | R$ 15,11 ↓6,32%
Descrição: A Motiva Infraestrutura registrou a segunda maior desvalorização do ranking, recuando 6,32% e fechando a R$ 15,11. O papel abriu em patamares superiores, atingindo a máxima de R$ 16,08, mas sucumbiu à pressão do mercado, perdendo R$ 1,02 em valor nominal comparado ao fechamento anterior de R$ 16,13. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 207.736.813,00, com 13,7 milhões de ações trocando de mãos. Um dado relevante é que, apesar da queda drástica no dia, a ação ainda opera distante de sua mínima de 52 semanas (R$ 9,63), embora tenha se afastado consideravelmente do seu pico anual de R$ 16,72. O comportamento do gráfico intradiário mostra que o suporte em R$ 15,10 foi testado diversas vezes, indicando que o mercado buscou um piso de preço durante o leilão de fechamento para evitar perdas ainda maiores.
A Motiva Infraestrutura atua na gestão e operação de ativos de mobilidade urbana e concessões rodoviárias, buscando eficiência operacional em transportes. Notícia recente: O mercado observa de perto os movimentos da companhia em novos leilões de concessões de infraestrutura previstos para o próximo semestre.
3º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,12 ↓6,29%
Descrição: A Automob Participações apresentou uma queda de 6,29%, encerrando o dia no valor de R$ 13,12, que coincidiu exatamente com a sua mínima do dia. Diferente de outros ativos da lista, o volume de negociação da AMOB3 foi significativamente baixo, com apenas 36.700 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 481.504,00. Essa baixa liquidez pode ter acentuado a variação negativa de R$ 0,88 por ação. O ativo está em um patamar muito distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 45,50), o que reflete um ano de forte desvalorização acumulada para a companhia. O fechamento anterior de R$ 14,00 serviu como uma resistência que não foi testada em nenhum momento do pregão, já que a máxima do dia não ultrapassou os R$ 13,93. A falta de volume comprador deixa o papel exposto a variações bruscas com poucos lotes de venda.
A Automob é um dos maiores grupos de capital aberto no setor de varejo automotivo e serviços relacionados no Brasil, operando diversas redes de concessionárias. Notícia recente: A companhia vem trabalhando em um plano de otimização de portfólio de lojas para reduzir a alavancagem financeira diante dos juros elevados.
4º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,53 ↓6,27%
Descrição: A Cosan S.A. fechou o dia cotada a R$ 5,53, o que representa uma retração de 6,27%. O papel movimentou um volume financeiro altíssimo de R$ 286.909.119,00, sendo uma das ações mais líquidas do pregão com 51,8 milhões de papéis negociados. A variação nominal foi de R$ 0,37 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,90. O ativo operou durante todo o dia em tendência de baixa, tocando a mínima de R$ 5,51 e não conseguindo sustentar a máxima de R$ 5,90 registrada no início da sessão. Atualmente, a CSAN3 negocia muito próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 5,22), o que acende um alerta sobre o suporte psicológico e técnico do papel. A forte correlação com a queda da Rumo (RAIL3), sua controlada, explicou parte do desempenho negativo observado neste pregão específico de liquidação de ativos do grupo.
A Cosan é uma holding brasileira com um portfólio diversificado nos setores de energia e logística, incluindo participações na Raízen, Compass, Moove e Rumo. Notícia recente: A subsidiária Moove protocolou recentemente pedido de IPO nos Estados Unidos, um movimento monitorado de perto por acionistas da Cosan.
5º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 45,04 ↓5,70%
Descrição: A Localiza, gigante do setor de aluguel de frotas, sofreu uma desvalorização de 5,70%, fechando a R$ 45,04. O recuo nominal foi o segundo maior da lista em termos absolutos, com uma perda de R$ 2,72 por ação. O mercado movimentou um volume financeiro robusto de R$ 483.716.088,00, o maior entre as dez ações analisadas, evidenciando uma saída massiva de capital institucional do ativo. Durante o dia, o papel oscilou entre a máxima de R$ 47,24 e a mínima de R$ 45,00. Comparado ao seu topo de 52 semanas (R$ 49,85), a ação já mostra sinais de cansaço, embora ainda esteja consideravelmente acima da mínima anual de R$ 25,71. O volume de 10,7 milhões de ações negociadas demonstra que a queda foi acompanhada por forte convicção vendedora, rompendo níveis de suporte importantes que haviam sido estabelecidos nas últimas semanas.
A Localiza é a plataforma de mobilidade líder na América Latina, atuando no aluguel de carros, gestão de frotas e venda de seminovos. Notícia recente: A empresa reportou crescimento na frota total em seu último balanço, mas o mercado segue cauteloso com o custo da dívida para renovação da mesma.
6º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 14,43 ↓5,62%
Descrição: As ações da Hapvida recuaram 5,62% neste pregão, sendo negociadas a R$ 14,43 ao final do dia. A variação nominal negativa foi de R$ 0,86 frente ao fechamento anterior de R$ 15,29. Com um volume de 5,9 milhões de ações, a companhia movimentou R$ 85.438.587,00 em termos financeiros. O ativo atingiu uma máxima diária de R$ 15,20, mas perdeu força ao longo das horas, encerrando o dia muito perto da mínima de R$ 14,31. No panorama anual, a HAPV3 apresenta uma volatilidade extrema, com máxima de 52 semanas em R$ 44,85 e mínima em R$ 12,77. O preço de fechamento atual situa o papel em uma região intermediária, mas com viés de baixa acentuado no curto prazo. A pressão sobre o setor de saúde suplementar, devido ao aumento de custos assistenciais, continua sendo o principal driver para a performance negativa observada.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de sistemas de saúde do Brasil, com uma rede verticalizada que inclui hospitais, clínicas e prontos-atendimentos. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente planos para focar na rentabilidade de sua carteira de beneficiários em detrimento do crescimento acelerado de volume.
7º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 23,39 ↓5,30%
Descrição: A Raia Drogasil encerrou a sessão com queda de 5,30%, cotada a R$ 23,39. O ativo perdeu R$ 1,31 em relação ao fechamento de R$ 24,70. Com um giro financeiro de R$ 222.434.222,00, o papel manteve uma liquidez saudável, com 9,5 milhões de ações negociadas. A amplitude do dia ficou entre a mínima de R$ 23,35 e a máxima de R$ 24,26. Historicamente resiliente, a RADL3 está operando agora abaixo de sua média recente, embora ainda esteja longe da mínima de 52 semanas (R$ 12,92). Contudo, a proximidade com a máxima anual de R$ 25,45 sugere que o mercado encontrou um topo técnico e iniciou um movimento de realização de lucros. A queda de hoje reflete uma aversão ao risco que não poupou nem mesmo setores considerados defensivos, como o varejo farmacêutico, impactando o valuation da companhia que negocia a múltiplos tradicionalmente elevados.
A Raia Drogasil é a líder no mercado brasileiro de varejo farmacêutico, operando as bandeiras Droga Raia e Drogasil em todo o território nacional. Notícia recente: A empresa continua sua estratégia de expansão física com a abertura de novas lojas, visando consolidar sua presença em cidades do interior.
8º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 20,61 ↓5,24%
Descrição: A Ultrapar registrou baixa de 5,24%, com as ações encerrando o dia a R$ 20,61. A desvalorização nominal foi de R$ 1,14 sobre o fechamento prévio de R$ 21,75. O volume financeiro atingiu R$ 183.676.320,00, com 8,9 milhões de papéis negociados. O comportamento intradiário mostrou uma máxima de R$ 21,59 e uma mínima de R$ 20,54. O papel encontra-se em uma zona de preço superior ao considerar o histórico de 52 semanas (mínima de R$ 13,85 e máxima de R$ 22,73), indicando que a queda atual pode ser vista como uma correção técnica dentro de uma tendência maior de alta. Entretanto, a magnitude da queda de hoje superou as expectativas do mercado para o setor de distribuição de combustíveis. A volatilidade dos preços internacionais do petróleo e as incertezas sobre as margens da Ipiranga influenciaram diretamente o sentimento dos investidores nesta sessão.
A Ultrapar é um conglomerado brasileiro que atua nos setores de distribuição de combustíveis (Ipiranga), soluções em pagamentos (Abastece Aí) e armazenagem de granéis líquidos (Ultracargo). Notícia recente: A companhia reportou melhoria operacional consistente na Ipiranga nos últimos trimestres, fruto de sua reestruturação logística.
9º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 31,37 ↓5,08%
Descrição: A Cyrela, representante do setor de construção civil, teve queda de 5,08%, fechando o dia a R$ 31,37. O ativo perdeu R$ 1,68 em valor de face em comparação ao fechamento de R$ 33,05. O volume negociado foi de 6,6 milhões de ações, totalizando R$ 207.876.442,00. Durante o pregão, a mínima foi de R$ 31,35 e a máxima de R$ 32,86. No intervalo de 52 semanas, a ação mostra uma valorização expressiva desde sua mínima de R$ 14,23, mas agora recua do seu topo de R$ 36,02. O setor de construção é extremamente sensível às curvas de juros futuros, e o movimento de hoje sugere uma precificação de juros mais altos por mais tempo, o que encarece o financiamento imobiliário e afeta o Valor Presente Líquido (VPL) dos projetos da companhia. O fechamento próximo à mínima indica que a pressão vendedora permaneceu ativa até o call de fechamento.
A Cyrela é uma das maiores e mais tradicionais incorporadoras e construtoras de imóveis residenciais do Brasil, focada nos segmentos de médio e alto padrão. Notícia recente: A empresa apresentou fortes dados operacionais em suas prévias de lançamentos e vendas, superando as expectativas do mercado imobiliário.
10º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 53,60 ↓5,07%
Descrição: O Banco BTG Pactual encerrou a lista das maiores quedas com um recuo de 5,07%, cotado a R$ 53,60. Nominalmente, foi a maior perda por unidade da lista, caindo R$ 2,86 em relação ao fechamento de R$ 56,46. O volume financeiro foi muito expressivo, somando R$ 458.853.520,00, com 8,5 milhões de units negociadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 53,52 e a máxima de R$ 55,60. Mesmo com a queda acentuada, o BTG Pactual ainda mantém uma performance robusta no ano, considerando que sua mínima de 52 semanas é de R$ 26,14 e a máxima é de R$ 57,31. O fechamento atual mostra que o papel está realizando lucros após testar suas máximas históricas recentemente. Sendo um banco de investimento, sua performance está fortemente ligada ao humor do mercado de capitais e ao volume de emissões e fusões no país, que tendem a diminuir em dias de forte aversão ao risco.
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management. Notícia recente: O banco continua expandindo sua plataforma de varejo para investimentos, buscando diversificar suas fontes de receita além do atacado.