Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 03/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MRVE3 R$ 8,27 0,07%
2 CYRE3 R$ 25,33 0,06%
3 CSNA3 R$ 9,07 0,04%
4 B3SA3 R$ 14,00 0,04%
5 HAPV3 R$ 15,17 0,04%
6 EMBJ3 R$ 92,25 0,04%
7 BBDC4 R$ 18,92 0,04%
8 BBDC3 R$ 16,20 0,04%
9 USIM5 R$ 6,18 0,03%
10 CMIN3 R$ 5,40 0,03%

1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,27 ↑ 7,12%

Descrição: A MRV Engenharia liderou as altas do dia com um desempenho expressivo de 7,12%, fechando cotada a R$ 8,27. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, partindo de uma mínima de R$ 7,66 para atingir o seu valor máximo justamente no fechamento (R$ 8,27). O volume de ações negociadas atingiu 6.664.000 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 55.111.280,00. Em termos comparativos, o papel opera atualmente em um patamar intermediário dentro de sua variação de 52 semanas, cuja mínima foi de R$ 4,43 e a máxima de R$ 9,50. O fechamento anterior de R$ 7,72 foi superado com folga, indicando um forte apetite comprador no setor de construção civil nesta data. A empresa é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no segmento residencial para baixa renda (Programa Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a MRV anunciou uma revisão em suas projeções (guidance) para os próximos anos, visando a desalavancagem financeira e o foco na geração de caixa operacional.

2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 25,33 ↑ 5,72%

Descrição: A Cyrela ocupou a segunda posição no ranking de valorização, encerrando o dia a R$ 25,33, o que representa uma alta de 5,72%. O papel flutuou entre a mínima de R$ 23,79 e a máxima de R$ 25,35, evidenciando que o fechamento ocorreu muito próximo ao topo do dia. Com 6.242.900 ações trocando de mãos, a movimentação financeira somou R$ 158.132.657,00, um montante considerável que reforça a liquidez do ativo. Vale notar que a cotação atual está encostada na máxima das últimas 52 semanas (R$ 25,95), distanciando-se significativamente da mínima de R$ 10,01 registrada no último ano. Esse movimento sugere um otimismo robusto dos investidores quanto ao setor imobiliário de alto padrão. A Cyrela é uma das empresas mais tradicionais do setor imobiliário brasileiro, reconhecida pela eficiência operacional e solidez financeira. Em notícias recentes, a companhia reportou dados operacionais de lançamentos e vendas que superaram as expectativas de analistas do mercado financeiro.

3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,07 ↑ 4,25%

Descrição: As ações da CSN (CSNA3) registraram uma valorização de 4,25%, fechando o pregão a R$ 9,07. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,37 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,70. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 8,66 e a máxima de R$ 9,15. O volume de negociação foi de 6.017.300 ações, totalizando R$ 54.576.911,00 em volume financeiro. No horizonte de um ano, o papel ainda se encontra distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 10,33), mas mostra recuperação em relação à mínima de R$ 6,72. A pressão compradora hoje reflete, possivelmente, ajustes no setor de commodities metálicas. A CSN é um conglomerado que atua em siderurgia, mineração, logística e energia, sendo uma das maiores produtoras de aço do país. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes do mercado devido a negociações sobre a venda de uma fatia de sua controlada CSN Mineração para a Itochu.

4º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 14,00 ↑ 4,24%

Descrição: A B3SA3 apresentou uma sólida alta de 4,24%, encerrando o dia no patamar de R$ 14,00. O volume financeiro foi um dos maiores da lista, movimentando R$ 308.571.200,00 através da negociação de 22.040.800 ações. O ativo mostrou resiliência ao longo da sessão, com mínima de R$ 13,49 e máxima de R$ 14,04, fechando muito próximo ao teto diário. Comparando com o histórico recente, o preço atual está próximo da máxima de 52 semanas (R$ 14,80) e bem acima da mínima de R$ 9,29. A variação nominal foi de R$ 0,57 por ação em relação ao último fechamento de R$ 13,43. A B3 é a principal bolsa de valores do Brasil e uma das maiores infraestruturas de mercado financeiro do mundo. Notícias de mercado indicam que o aumento no volume médio diário de negociações (ADTV) tem favorecido as projeções de receita da companhia para os próximos trimestres.

5º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 15,17 ↑ 4,19%

Descrição: A Hapvida encerrou o dia com valorização de 4,19%, cotada a R$ 15,17. Durante o pregão, a ação oscilou entre R$ 14,28 e R$ 15,25, demonstrando uma tendência de alta consistente frente ao fechamento anterior de R$ 14,56. O volume de ações foi de 5.138.400, resultando em um giro financeiro de R$ 77.949.528,00. Embora a alta seja relevante, o papel ainda carrega uma distância considerável de sua máxima anual de R$ 44,85, embora esteja bem acima da mínima de 52 semanas de R$ 12,77. Esse gap histórico reflete o processo de reestruturação e integração que a empresa atravessa após grandes fusões. A Hapvida é a maior operadora de saúde suplementar do Brasil em número de beneficiários, com um modelo de negócio verticalizado. Ultimamente, a companhia tem focado na redução da sinistralidade e no aumento do tíquete médio de seus planos de saúde para recuperar margens operacionais.

6º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 92,25 ↑ 4,13%

Descrição: A Embraer manteve seu ritmo de ascensão com uma alta de 4,13%, fechando a R$ 92,25. O ativo apresentou a maior variação nominal em reais deste grupo, subindo R$ 3,66 por ação. A máxima do dia chegou a R$ 92,99, que coincide com a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando que a empresa vive um momento de “blue sky” (máximas históricas recentes). O volume financeiro foi massivo, totalizando R$ 453.630.150,00 com 4.917.400 ações negociadas. A mínima do dia foi de R$ 89,01, mostrando que o papel não perdeu fôlego desde a abertura. A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, liderando o mercado de jatos executivos e aviação regional. Recentemente, a empresa celebrou a assinatura de novos contratos de venda de aeronaves E2 para companhias aéreas internacionais e o fortalecimento de sua carteira de pedidos (backlog).

7º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 18,92 ↑ 3,96%

Descrição: As ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) subiram 3,96%, alcançando R$ 18,92. Este ativo registrou o maior volume financeiro da nossa lista, com impressionantes R$ 831.435.616,00 movimentados através de 43.944.800 ações. A oscilação diária ocorreu entre R$ 18,17 e R$ 18,96, fechando muito perto da máxima do dia e também da máxima de 52 semanas (R$ 19,41). O fechamento anterior foi de R$ 18,20, o que implica um ganho nominal de R$ 0,72 por ação. O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do Brasil, oferecendo uma gama completa de serviços bancários e de seguros. No cenário recente, o mercado tem reagido positivamente ao plano estratégico de transformação do banco, que visa aumentar a eficiência e a competitividade diante dos bancos digitais.

8º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 16,20 ↑ 3,65%

Descrição: As ações ordinárias do Bradesco (BBDC3) acompanharam o movimento das preferenciais, fechando em alta de 3,65% a R$ 16,20. O papel teve mínima de R$ 15,56 e máxima de R$ 16,20, com um volume de 4.207.400 ações e volume financeiro de R$ 68.159.880,00. A cotação atual está próxima da máxima de 52 semanas de R$ 16,50, consolidando a recuperação do valor de mercado da instituição. A diferença de preço entre BBDC3 e BBDC4 reflete a estrutura de liquidez e direitos de voto da companhia. O banco possui forte presença nacional e uma vasta carteira de crédito. Recentemente, o Bradesco anunciou a reestruturação de sua alta cúpula administrativa como parte de seu novo plano de negócios focado em tecnologia e rentabilidade.

9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,18 ↑ 3,34%

Descrição: A Usiminas registrou alta de 3,34% no pregão, encerrando a R$ 6,18. O ativo movimentou um total de R$ 41.312.682,00, com 6.684.900 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,98. A máxima do dia (R$ 6,19) foi atingida próxima ao fechamento, enquanto a mínima ficou em R$ 5,97. A ação ainda opera longe de sua máxima anual de R$ 6,29, mas demonstra fôlego para testar resistências próximas. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui uma relevante operação de mineração. Em notícias recentes, a empresa destacou a conclusão da reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, o que deve trazer maior eficiência operacional e redução de custos nos próximos balanços.

10º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,40 ↑ 3,25%

Descrição: Fechando o top 10, a CSN Mineração teve alta de 3,25%, com cotação final de R$ 5,40. O ativo oscilou entre R$ 5,21 e R$ 5,41 durante o dia. Foram negociadas 6.087.400 ações, gerando um volume financeiro de R$ 32.871.960,00. O papel está em uma zona intermediária de preços, considerando a mínima de 52 semanas de R$ 4,29 e a máxima de R$ 6,07. A variação nominal foi de R$ 0,17 em relação ao fechamento de ontem (R$ 5,23). A CMIN3 é a subsidiária de mineração da CSN, sendo uma das maiores exportadoras de minério de ferro do mundo. Recentemente, a empresa atraiu atenção do mercado devido às discussões sobre o pagamento de dividendos intercalares robustos e a evolução dos preços do minério de ferro no mercado chinês.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AZUL54 R$ 781,56 -0,13%
2 BRAV3 R$ 15,72 -0,06%
3 VIVA3 R$ 31,26 -0,03%
4 BEEF3 R$ 5,21 -0,03%
5 KLBN11 R$ 18,53 -0,03%
6 LREN3 R$ 12,99 -0,03%
7 SUZB3 R$ 50,68 -0,02%
8 AZZA3 R$ 24,96 -0,02%
9 SBSP3 R$ 130,91 -0,02%
10 PETR3 R$ 31,80 -0,02%

1º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 781,56 ↓13,16%

Descrição: A Azul S.A. liderou as perdas do dia com uma queda acentuada de 13,16%, encerrando a sessão cotada a R$ 781,56. O ativo apresentou uma volatilidade extrema, registrando uma mínima de R$ 505,00 e máxima de R$ 889,00 em um único dia. O volume de ações negociadas foi de 117.010, resultando em um montante financeiro de R$ 91.450.335,60. Comparado ao fechamento anterior de R$ 900,00, a desvalorização nominal foi de R$ 118,44. É importante notar que, apesar da queda drástica, o papel ainda se mantém longe de sua mínima de 52 semanas (R$ 0,55), embora esteja significativamente abaixo do topo histórico anual de R$ 6.500,00. Esta movimentação atípica sugere um ajuste severo nas expectativas dos investidores ou reação a eventos corporativos específicos de alto impacto.

A Azul é uma das principais companhias aéreas do Brasil, com um modelo de negócios focado em malha regional e conectividade. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido a negociações de reestruturação de dívida e possíveis acordos de fusão ou cooperação com outras gigantes do setor aéreo, como o grupo Abra (controlador da Avianca e Gol).


2º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 15,72 ↓5,70%

Descrição: As ações da Brava Energia S.A. (BRAV3) fecharam o dia em R$ 15,72, representando um recuo de 5,70% ou R$ 0,95 por papel. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 15,52 e a máxima de R$ 16,60. A liquidez foi robusta, com um volume de 11.122.200 ações negociadas, totalizando um giro financeiro de R$ 174.840.984,00. O fechamento anterior estava em R$ 16,67. No contexto anual, a ação está operando próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 13,29) e distante da máxima de R$ 25,98. Este desempenho reflete um sentimento de aversão ao risco no setor de energia, com o mercado monitorando de perto a eficiência operacional da companhia em um cenário de preços de commodities flutuantes.

A Brava Energia é o resultado da fusão estratégica entre a 3R Petroleum e a Enauta, consolidando-se como uma das maiores petroleiras independentes (junior oils) do Brasil. A notícia mais recente sobre a companhia envolve a retomada da produção no campo de Papa-Terra e a integração contínua dos ativos após a fusão, visando ganho de escala.


3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 31,26 ↓3,10%

Descrição: A Vivara (VIVA3) encerrou o pregão em queda de 3,10%, com o preço da ação fixado em R$ 31,26. A variação negativa foi de R$ 1,00 em relação ao fechamento anterior de R$ 32,26. Ao longo do dia, o papel atingiu a mínima de R$ 30,21 e a máxima de R$ 32,35. O volume negociado foi expressivo, somando 7.046.800 ações, o que gerou um volume financeiro de R$ 220.282.968,00. Observando o histórico de 52 semanas, o ativo apresenta uma saúde financeira relativa, mantendo-se bem acima da mínima de R$ 15,44 e não muito distante da máxima de R$ 35,89. O recuo pontual de hoje pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros ou pressão do setor de varejo discricionário frente aos juros.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo as marcas Vivara, Life by Vivara e marcas próprias de relógios e acessórios. Recentemente, a empresa reportou um sólido crescimento em suas vendas digitais e a expansão de seu parque de lojas, consolidando sua liderança no mercado de luxo acessível nacional.


4º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,21 ↓2,98%

Descrição: O frigorífico Minerva (BEEF3) registrou uma desvalorização de 2,98%, fechando o dia a R$ 5,21. O preço oscilou pouco durante a sessão, com mínima de R$ 5,16 e máxima de R$ 5,40. O volume de negociação atingiu 13.828.800 ações, resultando em R$ 72.048.048,00 transacionados. Comparado ao fechamento anterior de R$ 5,37, a perda nominal foi de R$ 0,16. O ativo encontra-se em uma zona intermediária em relação ao seu histórico anual (mínima de R$ 3,65 e máxima de R$ 7,37). A pressão sobre o papel reflete os desafios do ciclo pecuário e as preocupações do mercado quanto à alavancagem financeira da companhia após recentes aquisições de ativos de terceiros.

A Minerva é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua no segmento de industrializados. Uma notícia relevante recente foi a aprovação pelo CADE da aquisição de plantas de abate da Marfrig, uma transação estratégica que amplia significativamente a capacidade produtiva da Minerva na região.


5º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 18,53 ↓2,93%

Descrição: As units da Klabin (KLBN11) recuaram 2,93%, encerrando o dia cotadas a R$ 18,53. A mínima do dia coincidiu com o preço de fechamento (R$ 18,53), enquanto a máxima foi de R$ 19,08. O mercado movimentou 5.016.600 units, gerando R$ 92.957.598,00 em volume financeiro. No dia anterior, o fechamento foi de R$ 19,09, resultando em uma queda nominal de R$ 0,56. O desempenho atual coloca o papel mais próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 16,01) do que de sua máxima (R$ 20,63). O setor de papel e celulose enfrenta desafios relacionados à demanda global e precificação internacional da fibra curta, o que impacta diretamente a percepção de valor do ativo.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, sendo referência em sustentabilidade e integração florestal. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão de etapas importantes do Projeto Puma II, elevando sua capacidade de produção de celulose e papel cartão.


6º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 12,99 ↓2,91%

Descrição: A varejista Lojas Renner (LREN3) apresentou uma queda de 2,91%, finalizando o dia a R$ 12,99. A ação teve uma oscilação entre R$ 12,43 (mínima) e R$ 13,55 (máxima). O volume de negociação foi um dos mais altos da lista, com 32.149.400 ações trocando de mãos, totalizando R$ 417.620.706,00. O fechamento anterior foi de R$ 13,38, uma diferença nominal de R$ 0,39. O ativo está operando próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 10,21) e bastante aquém da máxima de R$ 19,07. O setor têxtil e de varejo de moda continua sendo penalizado pela incerteza macroeconômica e pelo nível elevado da taxa de juros, que afeta o consumo das famílias.

A Lojas Renner é o maior ecossistema de moda e estilo de vida do país, operando marcas como Renner, Camicado e Youcom. A última notícia relevante da companhia destacou seus esforços em digitalização e eficiência logística, além da resiliência de sua operação de serviços financeiros (Realize).


7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 50,68 ↓2,29%

Descrição: A Suzano S.A. (SUZB3) fechou a sessão em queda de 2,29%, cotada a R$ 50,68. Durante o pregão, o papel registrou mínima de R$ 50,51 e máxima de R$ 52,24. O volume negociado foi de 4.227.100 ações, somando um volume financeiro de R$ 214.229.428,00. O fechamento do dia anterior foi de R$ 51,87, representando uma retração nominal de R$ 1,19. No intervalo de 52 semanas, a ação demonstra estabilidade, com mínima em R$ 45,48 e máxima em R$ 62,16. Assim como sua par Klabin, a Suzano sofre influência direta do câmbio e do preço da celulose no mercado chinês e europeu, fatores que ditaram o ritmo de vendas hoje.

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Recentemente, a empresa confirmou a aquisição de ativos florestais e industriais nos Estados Unidos, visando diversificar geograficamente sua produção e fortalecer sua presença no mercado norte-americano.


8º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 24,96 ↓1,69%

Descrição: As ações da Azzas 2154 (AZZA3) recuaram 1,69%, fechando o dia a R$ 24,96. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 24,78 e a máxima de R$ 26,18. O volume de ações negociadas foi de 3.251.100, com um giro financeiro de R$ 81.147.456,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 25,39, houve uma redução de R$ 0,43 por ativo. Atualmente, o papel está operando em um patamar de preços que se aproxima da mínima de 52 semanas (R$ 19,30), bem abaixo do pico anual de R$ 41,49. O mercado ainda calibra as projeções para a empresa após as recentes mudanças em sua estrutura societária e operacional.

A Azzas 2154 é a entidade resultante da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do setor de moda nacional com um portfólio de marcas premium. A notícia mais recente foca na integração das operações logísticas e administrativas das duas companhias para capturar sinergias e reduzir custos operacionais.


9º – Sabesp (SBSP3) | R$ 130,91 ↓1,62%

Descrição: A Sabesp (SBSP3) encerrou o dia com uma baixa de 1,62%, sendo negociada a R$ 130,91. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 130,41 e a máxima de R$ 133,05. O volume de negociações foi robusto, com 2.407.800 ações movimentando R$ 315.205.098,00. O fechamento anterior foi de R$ 133,07, uma queda nominal de R$ 2,16. Apesar da queda diária, a ação permanece muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 138,60), demonstrando a confiança do investidor após o processo de privatização. A mínima anual registrada foi de R$ 79,90, o que evidencia a forte valorização do ativo ao longo dos últimos meses devido às mudanças estruturais.

A Sabesp é a principal companhia de saneamento básico do estado de São Paulo e uma das maiores do mundo em população atendida. Recentemente, a notícia de maior relevância foi a conclusão bem-sucedida de sua privatização, com a Equatorial Energia tornando-se o investidor de referência da companhia.


10º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 31,80 ↓1,55%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em queda de 1,55%, cotadas a R$ 31,80. O papel teve um pregão ativo, com mínima de R$ 31,23 e máxima de R$ 32,33. O volume financeiro foi o maior entre as dez ações analisadas, totalizando R$ 452.707.980,00, com 14.236.100 ações negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 32,30, representando uma variação nominal negativa de R$ 0,50. No acumulado de 52 semanas, o papel oscila entre R$ 29,34 e R$ 38,62. A queda reflete a volatilidade do petróleo no mercado internacional e as incertezas políticas que costumam cercar as decisões de dividendos e investimentos da estatal brasileira.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. A notícia mais recente sobre a estatal envolve a revisão de seu plano estratégico plurianual, com foco em aumentar investimentos em energias renováveis e manutenção da produção no pré-sal.

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