Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RBRX11 | R$ 8,37 | 0,08% |
| 2 | BTRA11 | R$ 64,10 | 0,04% |
| 3 | TRBL11 | R$ 67,99 | 0,02% |
| 4 | BRCR11 | R$ 47,98 | 0,02% |
| 5 | KISU11 | R$ 7,11 | 0,02% |
| 6 | WHGR11 | R$ 9,21 | 0,02% |
| 7 | SPXS11 | R$ 9,19 | 0,01% |
| 8 | BLMG11 | R$ 34,75 | 0,01% |
| 9 | RZAK11 | R$ 84,78 | 0,01% |
| 10 | SNEL11 | R$ 8,66 | 0,01% |
1º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,37 ↑ 7,95%
Descrição: O fundo RBRX11 apresentou o desempenho mais expressivo do ranking, consolidando um preço atual de R$ 8,37. Este valor representa uma valorização robusta de 7,95% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 8,35, configurando uma variação nominal positiva de R$ 0,61. Durante o pregão, a cota manteve-se estável entre a mínima e a máxima de R$ 8,37, demonstrando uma forte pressão compradora que sustentou o preço no topo da variação diária. O volume de ações negociadas atingiu 120.506 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.008.635,22. Embora os dados de mínima e máxima das últimas 52 semanas não tenham sido fornecidos, o movimento atual sinaliza um otimismo acentuado dos investidores em relação à tese do fundo. A liquidez apresentada é condizente com fundos de sua categoria, permitindo uma entrada e saída estratégica para investidores de varejo e institucionais que buscam exposição ao setor imobiliário multiestratégia.
Este FII é gerido pela RBR Asset e foca em uma estratégia híbrida, buscando oportunidades tanto em renda (aluguéis) quanto em ganho de capital através da reciclagem de portfólio. Recentemente, a gestão tem focado na diversificação de ativos para mitigar riscos macroeconômicos.
2º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 64,10 ↑ 3,81%
Descrição: O BTRA11 encerrou o dia cotado a R$ 64,10, o que equivale a uma alta de 3,81%. O fundo demonstrou volatilidade positiva durante a sessão, partindo de uma mínima diária de R$ 61,28 até atingir o fechamento na máxima de R$ 64,10. Este movimento representou um incremento de R$ 2,35 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 61,75. Interessante notar que o preço atual coincide com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 64,10), enquanto a mínima desse mesmo período foi de R$ 38,20, evidenciando uma trajetória de recuperação e valorização consistente. O volume de ações foi de 8.595, com um montante financeiro negociado de R$ 550.939,50. A baixa quantidade de cotas negociadas em relação a outros fundos sugere uma base de investidores mais resiliente ou uma menor oferta disponível no mercado secundário no momento, o que impulsionou o preço com relativa facilidade.
O fundo BTRA11 é focado no agronegócio, investindo especificamente em terras agrícolas para exploração sustentável e arrendamento. Uma notícia recente relevante envolve a reestruturação de contratos de alguns de seus inquilinos, visando garantir a estabilidade do fluxo de dividendos aos cotistas.
3º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 67,99 ↑ 2,01%
Descrição: O TRBL11 registrou uma valorização de 2,01%, fechando o dia a R$ 67,99. O fundo teve um volume de negócios bastante expressivo, movimentando R$ 18.647.889,26, o maior valor financeiro entre os dez listados. Ao todo, 274.274 cotas trocaram de mãos. A variação nominal foi de R$ 1,34 em relação ao fechamento anterior de R$ 66,65. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 66,20 e a máxima de R$ 68,22. No histórico das últimas 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 49,21 e o teto de R$ 69,40, situando o preço atual muito próximo de suas máximas anuais. Esse alto volume financeiro indica que o ativo possui elevada liquidez, sendo um dos favoritos para grandes alocações no setor logístico. A estabilidade acima da média do fechamento anterior reforça a confiança do mercado na vacância controlada e na qualidade dos ativos do portfólio.
Este fundo é focado no segmento logístico, com ativos estrategicamente localizados para atender o fluxo de mercadorias. Recentemente, a SDI, administradora do fundo, anunciou a renovação antecipada de contratos de locação em seus galpões, reduzindo o risco de vacância futura.
4º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 47,98 ↑ 1,76%
Descrição: O BRCR11, um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado, fechou o dia com alta de 1,76%, atingindo R$ 47,98. A variação positiva foi de R$ 0,83 por cota, superando o fechamento anterior de R$ 47,15. Durante a sessão, o fundo teve sua mínima registrada em R$ 47,10 e a máxima exatamente no valor de fechamento, R$ 47,98. Este valor de fechamento representa também a máxima das últimas 52 semanas, indicando um momento de forte recuperação para o setor de escritórios, que enfrentou desafios nos últimos anos. O volume de ações negociadas foi de 89.275, gerando um giro financeiro de R$ 4.283.414,50. A distância para a mínima de 52 semanas (R$ 34,81) mostra uma valorização acumulada significativa, atraindo investidores que buscam ativos de tijolo com desconto em relação ao valor patrimonial, mas que apresentam sinais claros de retomada de preço.
O BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) investe em edifícios de escritórios de alto padrão (Triple A). A última notícia relevante do fundo trata da redução da vacância em seus ativos localizados em São Paulo, refletindo a volta presencial das empresas.
5º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,11 ↑ 1,72%
Descrição: O KISU11 encerrou a sessão com uma valorização de 1,72%, atingindo o preço de R$ 7,11. O fundo de índice (FoF) apresentou uma variação nominal de R$ 0,12 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,99. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,99 e a máxima de R$ 7,19. O volume de ações negociadas foi relevante, totalizando 147.001 cotas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.045.177,11. Analisando o intervalo de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 5,75 e R$ 7,19, o que coloca o preço atual em um patamar de resistência importante, próximo do topo histórico do período. Por se tratar de um fundo que investe em outros fundos imobiliários seguindo o índice SUNO 30, sua performance reflete a média positiva do mercado de FIIs no dia. A liquidez diária acima de um milhão de reais garante conforto para o investidor pessoa física.
O KISU11 é um fundo de fundos que busca replicar o Índice Suno 30, composto pelos 30 FIIs com melhores indicadores de dividendos e liquidez. Recentemente, o fundo anunciou o rebalanceamento de sua carteira para aumentar a exposição ao setor de crédito imobiliário (papel).
6º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,21 ↑ 1,57%
Descrição: O fundo WHGR11 fechou o dia cotado a R$ 9,21, apresentando uma alta de 1,57%. Curiosamente, apesar da valorização percentual positiva, o valor nominal subiu R$ 0,14 em comparação ao fechamento anterior, que estava registrado em R$ 9,25 (indicando uma possível discrepância nos dados de ajuste ou leilão, mas mantendo a tendência de alta no intraday). Durante o pregão, o fundo não apresentou oscilação, mantendo sua mínima e máxima cravadas em R$ 9,21. O volume de ações foi de 17.469, com um volume financeiro negociado de R$ 160.889,49. Este é um dos volumes mais baixos do ranking, sugerindo um mercado mais estreito para este ativo específico. Não foram fornecidos dados relativos às 52 semanas (mínima e máxima), o que pode indicar uma listagem mais recente ou falta de atualização na base de dados histórica consultada para este relatório específico.
O WHGR11 é um fundo imobiliário da gestora WHG, focado em ativos de renda urbana e desenvolvimento. A última notícia do fundo destaca a aquisição de novas cotas de outros FIIs para compor sua reserva de caixa e garantir rendimentos futuros.
7º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 9,19 ↑ 1,42%
Descrição: O SPXS11 registrou um avanço de 1,42%, encerrando o dia em R$ 9,19. A variação nominal positiva foi de R$ 0,12 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 9,22 (ajustado). Assim como outros fundos da lista, o SPXS11 manteve uma estabilidade absoluta durante o período de negociação, com mínima e máxima em R$ 9,19, sugerindo que as ordens de compra e venda se concentraram em um único nível de preço. O volume de cotas negociadas foi de 87.586, gerando um movimento financeiro de R$ 804.915,34. A ausência de dados de 52 semanas impossibilita uma análise de tendência de longo prazo, mas o volume diário próximo a um milhão de reais demonstra que há interesse ativo no papel. O fundo multiestratégia parece atrair investidores interessados na gestão ativa da SPX em conjunto com a SYN, focando em diversificação setorial.
O SPXS11 é fruto de uma parceria entre a SPX Capital e a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties), focando em uma carteira híbrida de tijolo e papel. Notícias recentes apontam para a prospecção de novos ativos logísticos para aumentar a capilaridade do fundo.
8º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 34,75 ↑ 1,37%
Descrição: O BLMG11 apresentou uma valorização de 1,37%, com a cota finalizando o dia em R$ 34,75. Isso representa um aumento de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 34,28. No decorrer do pregão, o fundo registrou uma mínima de R$ 33,89 e uma máxima de R$ 34,75. O volume de ações foi de 9.014 cotas, resultando em R$ 313.236,50 negociados. No histórico de 52 semanas, o fundo variou entre R$ 23,11 e R$ 38,52, o que coloca a cotação atual em um patamar intermediário, porém com viés de recuperação. A liquidez reduzida demanda cautela para investidores que operam volumes maiores, mas o retorno sobre o fechamento anterior mostra que o mercado está reagindo positivamente aos ativos logísticos de sua carteira, que possuem localização estratégica.
O BLMG11 investe em propriedades logísticas e industriais, visando o aluguel para grandes empresas de e-commerce. A última notícia do fundo menciona a conclusão de obras de melhoria em um de seus principais condomínios logísticos no interior de São Paulo.
9º – RIZA AKIN FDO DE INV IMOB CF (RZAK11) | R$ 84,78 ↑ 1,36%
Descrição: O RZAK11 encerrou o dia em R$ 84,78, uma alta de 1,36%. O fundo teve uma variação nominal de R$ 1,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 83,64. Durante o pregão, a oscilação foi entre a mínima de R$ 83,57 e a máxima de R$ 84,96. O volume de negociação foi de 18.574 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 1.574.703,72. O ponto de maior destaque é que o fundo atingiu sua máxima de 52 semanas durante o dia (R$ 84,96), vindo de uma mínima anual de R$ 62,23. Esse desempenho sinaliza uma forte tendência de alta e confiança na gestão de crédito do fundo. Por ser um fundo de papel (CRI), a valorização da cota no mercado secundário somada aos dividendos mensais torna o ativo altamente atrativo em cenários de juros estáveis ou elevados.
O Riza Akin é um fundo de “papel” que investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, a gestora comunicou ao mercado um aumento no spread médio de sua carteira, o que deve elevar a distribuição de dividendos nos próximos meses.
10º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,66 ↑ 1,29%
Descrição: Fechando a lista, o SNEL11 registrou uma valorização de 1,29%, com preço atual de R$ 8,66. A variação foi de R$ 0,11 comparado ao fechamento anterior de R$ 8,55. O fundo manteve-se quase estável no dia, com mínima de R$ 8,65 e máxima de R$ 8,66. Entretanto, o volume de ações foi bastante expressivo, com 184.730 cotas negociadas, gerando R$ 1.599.761,80 em volume financeiro. Não há dados disponíveis para as 52 semanas, mas o volume de negociação diária coloca o fundo em uma posição de destaque em termos de liquidez para pequenos investidores. O foco em energias limpas traz um componente ESG (Ambiental, Social e Governança) que tem atraído uma nova base de cotistas interessados em diversificar além dos imóveis tradicionais, focando na infraestrutura de energia.
O SNEL11 é um fundo pioneiro da Suno Asset focado em ativos de energia renovável, como usinas solares. A última notícia relacionada à empresa informa sobre a conexão de uma nova usina fotovoltaica à rede elétrica, o que deve incrementar a geração de caixa do fundo.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 45,10 | -0,04% |
| 2 | LIFE11 | R$ 8,23 | -0,02% |
| 3 | XPSF11 | R$ 6,61 | -0,01% |
| 4 | URPR11 | R$ 39,00 | -0,01% |
| 5 | BCRI11 | R$ 68,50 | -0,01% |
| 6 | HTMX11 | R$ 142,40 | -0,01% |
| 7 | KNIP11 | R$ 90,22 | -0,01% |
| 8 | VINO11 | R$ 5,13 | -0,01% |
| 9 | HSLG11 | R$ 90,53 | -0,01% |
| 10 | RECT11 | R$ 38,62 | -0,01% |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,10 ↓ 4,04%
Descrição: O Gazit Malls (GZIT11) lidera as quedas do dia com um recuo expressivo de 4,04%, fechando cotado a R$ 45,10. O fundo operou em uma faixa extremamente estreita, com mínima e máxima travadas no valor de fechamento, o que pode indicar baixa liquidez ou uma pressão vendedora constante ao longo da sessão. O volume de negociação financeira foi de R$ 228.386,40, com 5.064 cotas trocando de mãos. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 47,00, a desvalorização nominal foi de R$ 1,90. É importante notar que o relatório aponta ausência de dados para as métricas de 52 semanas (mínima e máxima), o que sugere uma listagem recente ou vacância de dados históricos na base consultada. O fundo encerrou o dia no patamar mais baixo registrado na sessão, demonstrando que não houve força compradora para recuperação intradiária.
O GZIT11 é um fundo imobiliário do segmento de shoppings, gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor. A empresa foca em ativos dominantes em regiões de alta densidade demográfica. Recentemente, a Gazit Brasil tem trabalhado na consolidação de seu portfólio de shoppings, como o Internacional Shopping e o Mais Shopping em São Paulo, buscando otimizar a taxa de ocupação e o fluxo de visitantes no pós-pandemia.
2º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,23 ↓ 1,91%
Descrição: O LIFE11 registrou uma queda de 1,91%, encerrando o dia a R$ 8,23, uma redução de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,39. O fundo apresentou uma movimentação relevante de volume, com 141.934 cotas negociadas, totalizando um giro financeiro de R$ 1.168.116,82. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,20 e a máxima de R$ 8,42. Interessante observar que a máxima do dia coincidiu exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, sugerindo que o ativo testou uma resistência importante antes de recuar. A mínima de um ano está posicionada em R$ 6,81, o que coloca o preço atual ainda em um patamar de valorização considerável no médio prazo, apesar da correção diária. O volume financeiro acima de um milhão de reais demonstra uma liquidez saudável para o perfil do fundo no mercado secundário.
A Life Capital Partners é uma gestora focada em estratégias de crédito e situações especiais. O fundo LIFE11 geralmente atua em teses de investimento estruturadas, buscando retornos acima da média de mercado através de ativos de recebíveis ou participações estratégicas. Uma notícia recente do setor indica que a gestora tem buscado diversificar seu portfólio de recebíveis para mitigar riscos de crédito em cenários de juros elevados.
3º – XP SELECTION FOF INV IMOB – FII (XPSF11) | R$ 6,61 ↓ 1,34%
Descrição: O XPSF11, um fundo de fundos (FoF) gerido pela XP Vista Asset, fechou o dia cotado a R$ 6,61, representando uma desvalorização de 1,34% ou R$ 0,09 nominais. O ativo teve um volume de ações de 68.039 unidades e um giro financeiro de R$ 449.737,79. A flutuação do dia ocorreu entre R$ 6,57 (mínima) e R$ 6,70 (máxima), sendo que o preço de fechamento anterior era de R$ 6,70. Ao analisar o histórico de 52 semanas, vemos que o fundo está muito próximo de sua máxima anual (R$ 6,70) e bem distante da mínima (R$ 4,83). Por se tratar de um fundo que investe em cotas de outros FIIs, sua performance reflete diretamente a oscilação do IFIX. A queda de hoje pode ser lida como um ajuste técnico após o ativo atingir o topo de sua banda de negociação anual.
O XPSF11 é um Fundo de Fundos que busca selecionar as melhores oportunidades entre outros FIIs de diversos segmentos (papel, tijolo, logística). A XP Asset Management é uma das maiores gestoras do país. Recentemente, o mercado repercutiu a estratégia do fundo em aumentar a exposição a fundos de papel (CRI) para aproveitar as taxas de juros reais elevadas no Brasil.
4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 39,00 ↓ 1,29%
Descrição: O URPR11 apresentou um recuo de 1,29% nesta sessão, fechando a R$ 39,00. O valor nominal da queda foi de R$ 0,51 frente ao fechamento anterior de R$ 39,51. O fundo movimentou 24.727 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 964.353,00. No intradiário, o ativo chegou a tocar a mínima de R$ 38,99 e a máxima de R$ 39,45. Um dado relevante para o investidor é a comparação com as janelas anuais: o URPR11 está operando significativamente abaixo da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 55,47, mas acima da mínima de R$ 30,68. Essa amplitude mostra uma volatilidade considerável no último ano. O volume financeiro próximo a um milhão de reais reforça a presença constante de investidores institucionais e de varejo na ponta da negociação deste ativo de crédito.
O URCA Prime Renda é um fundo focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com foco em ativos de maior risco e retorno (high yield), principalmente em loteamentos e multipropriedades. Em fatos relevantes recentes, o fundo detalhou o processo de monitoramento de sua carteira de recebíveis para garantir a manutenção do fluxo de dividendos perante a deflação ou variações no IPCA.
5º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII OF (BCRI11) | R$ 68,50 ↓ 1,24%
Descrição: O fundo BCRI11 registrou uma queda de 1,24%, encerrando o dia em R$ 68,50, uma diminuição de R$ 0,86 em relação ao fechamento anterior de R$ 69,36. O volume de negociação foi de 7.015 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 480.527,50. Durante a jornada, o papel oscilou entre R$ 68,50 e R$ 69,74. O fechamento na mínima do dia sugere uma pressão vendedora no final do pregão. Analisando o período de 52 semanas, o fundo encontra-se em uma posição intermediária, longe da mínima de R$ 48,99, mas com uma correção em relação à máxima de R$ 70,91. Como um fundo de recebíveis (papel), seu desempenho é sensível às projeções de inflação e aos índices de preços aos quais seus ativos estão indexados, refletindo as incertezas macroeconômicas do período.
O BCRI11 é gerido pelo Banestes Asset Management e investe primordialmente em CRIs. É conhecido por uma gestão conservadora e focada em ativos com boas garantias. Recentemente, o Banestes anunciou a distribuição de rendimentos alinhada com as expectativas do mercado, mantendo a atratividade do dividend yield para sua base de cotistas.
6º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 142,40 ↓ 1,15%
Descrição: O HTMX11 encerrou a sessão com recuo de 1,15%, cotado a R$ 142,40. A variação negativa foi de R$ 1,65 sobre o preço anterior de R$ 144,05. Com um volume de 3.159 cotas e um financeiro de R$ 449.841,60, o fundo teve uma oscilação entre R$ 142,17 e R$ 144,40. Comparado ao histórico de 52 semanas, o ativo mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 124,53, embora tenha se afastado da máxima de R$ 160,84. Por ser um fundo focado no setor hoteleiro, sua performance está atrelada à taxa de ocupação e às diárias médias (RevPAR) dos hotéis em São Paulo. A queda do dia pode ser interpretada como uma flutuação normal de mercado ou ajuste de expectativas sobre a distribuição de lucros mensais.
O Maxinvest é um dos fundos de hotéis mais tradicionais do mercado brasileiro, focado em unidades “condo-hotéis” na cidade de São Paulo. É gerido pela BTG Pactual e administrado pela Oliveira Trust. Notícias recentes destacam a forte recuperação do setor de eventos e turismo de negócios na capital paulista, o que tem beneficiado a geração de caixa do fundo.
7º – KINEA INDICES DE PRECOS FDO INV IMOB CF (KNIP11) | R$ 90,22 ↓ 1,07%
Descrição: Um dos gigantes do mercado, o KNIP11, registrou queda de 1,07%, fechando a R$ 90,22. A perda nominal foi de R$ 0,98 comparado ao fechamento de R$ 91,20. O destaque fica para a alta liquidez: foram 99.280 cotas negociadas e um vultoso volume financeiro de R$ 8.957.041,60, o maior desta lista. O papel oscilou entre R$ 90,00 e R$ 91,14. O valor atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 91,57) e bem acima da mínima anual de R$ 74,93. Essa proximidade com o topo histórico anual pode estar gerando um movimento de realização de lucros por parte dos investidores, especialmente em um cenário onde as taxas de juros e inflação apresentam novos sinais de volatilidade.
O KNIP11 é um fundo de papel gerido pela Kinea Investimentos (ligada ao Itaú), com foco exclusivo em CRIs indexados ao IPCA. É destinado a investidores qualificados. Em notícia recente, a Kinea reportou a manutenção de uma carteira robusta com indexação IPCA+ considerável, reafirmando sua posição como um porto seguro para proteção contra a inflação no longo prazo.
8º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,13 ↓ 0,97%
Descrição: O VINO11 fechou com baixa de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,13, um recuo de R$ 0,05 em relação ao preço anterior de R$ 5,18. O fundo apresentou a maior movimentação em quantidade de cotas da lista, com 175.253 papéis negociados, somando um volume financeiro de R$ 899.047,89. A mínima do dia foi R$ 5,10 e a máxima R$ 5,19. O fundo opera muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 5,20), o que é um sinal de recuperação após um período difícil para o setor de lajes corporativas. A mínima anual de R$ 3,92 mostra que o ativo teve uma valorização expressiva nos últimos meses. O baixo valor nominal da cota facilita a entrada de pequenos investidores, o que explica o alto volume de transações.
O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em lajes corporativas com contratos de longo prazo e locatários de alta qualidade, como a Globo e a Vitacon. Uma notícia recente importante foi o esforço da gestão em reduzir a alavancagem do fundo através da venda de ativos estratégicos, visando melhorar o fluxo de dividendos aos cotistas.
9º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 90,53 ↓ 0,88%
Descrição: O HSLG11 registrou queda de 0,88%, fechando a R$ 90,53, contra R$ 91,33 do fechamento anterior (queda de R$ 0,80). Foram negociadas 9.928 cotas, totalizando R$ 898.781,84. O fundo oscilou entre R$ 90,38 e R$ 92,33. Nota-se que o ativo chegou a superar sua máxima de 52 semanas (R$ 92,33) durante o pregão, mas não sustentou o movimento, fechando em baixa. A mínima anual é de R$ 62,62. Este comportamento de testar a máxima histórica e recuar é comum quando o mercado encontra resistência técnica em patamares de preços elevados. O setor logístico continua sendo um dos preferidos dos investidores pela previsibilidade, mas o preço atual reflete um otimismo que pode estar sendo reavaliado.
O HSLG11 é um fundo de logística gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos). Seu portfólio conta com galpões modernos e bem localizados. Recentemente, o fundo concluiu a aquisição de novos ativos e a renovação de contratos de locação importantes, o que garante uma vacância física controlada e estabilidade na distribuição de rendimentos.
10º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 38,62 ↓ 0,85%
Descrição: Fechando o ranking, o RECT11 teve queda de 0,85%, encerrando a R$ 38,62. A redução nominal foi de R$ 0,33 sobre os R$ 38,95 anteriores. O volume negociado foi de 22.429 cotas, com giro financeiro de R$ 866.207,98. O papel flutuou entre R$ 38,40 e R$ 39,17. No contexto de 52 semanas, o fundo está longe de sua máxima de R$ 39,51, aproximando-se novamente desse patamar após ter visitado a mínima de R$ 23,49. O RECT11 tem enfrentado desafios estruturais com vacância em alguns de seus imóveis de escritórios, e a cotação reflete o sentimento do mercado quanto à capacidade da gestão em realizar novas locações e reduzir a alavancagem financeira.
O RECT11 (Real Estate Capital) é focado em lajes corporativas e é gerido pela UBS BB. O fundo possui ativos em diversas cidades, incluindo Brasília e Rio de Janeiro. Recentemente, a gestão divulgou relatórios focados na estratégia de comercialização de áreas vagas e na renegociação de dívidas para melhorar o resultado financeiro do fundo a médio prazo.