As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | COGN3 | R$ 3,58 | 0,08% |
| 2 | CSNA3 | R$ 9,86 | 0,06% |
| 3 | BRAV3 | R$ 16,05 | 0,02% |
| 4 | GGBR4 | R$ 21,33 | 0,01% |
| 5 | USIM5 | R$ 6,48 | 0,01% |
| 6 | BRAP4 | R$ 21,36 | 0,01% |
| 7 | VALE3 | R$ 76,54 | 0,01% |
| 8 | EMBJ3 | R$ 93,85 | 0,01% |
| 9 | PRIO3 | R$ 41,14 | 0,01% |
| 10 | MGLU3 | R$ 9,20 | 0,01% |
1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,58 ↑ 7,51%
Descrição: A Cogna Educação S.A. demonstrou um desempenho excepcional no pregão, consolidando-se na liderança de valorização entre as empresas analisadas. Com o preço atual fixado em R$ 3,58, o ativo registrou uma variação positiva de R$ 0,25, o que representa um salto de 7,51%. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 3,45 e a máxima de R$ 3,60. O volume de ações transacionadas atingiu a expressiva marca de 46.043.100 unidades, gerando um volume financeiro negociado de R$ 164.834.298,00. É notável que a máxima do dia coincidiu com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 3,60), evidenciando um forte momento de alta em comparação com a mínima anual de R$ 0,93. O fechamento anterior havia sido de R$ 3,33, confirmando a trajetória ascendente e o interesse institucional renovado no setor educacional.
A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, atuando em diversos segmentos, desde a educação básica até o ensino superior e pós-graduação, por meio de verticais como Kroton, Vasta e Saber. A última notícia relevante indica que a companhia acumulou ganhos superiores a 240% em 2025, impulsionada por uma forte geração de caixa livre e expansão de ticket médio no ensino presencial e à distância.
2º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 9,86 ↑ 5,79%
Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) apresentou uma robusta recuperação, com suas ações ordinárias sendo negociadas a R$ 9,86. A valorização de 5,79% (R$ 0,54 por ação) coloca a empresa em destaque no setor de materiais básicos. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 9,27 e atingiu o pico de R$ 9,91, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas de R$ 10,33. O volume de negociação foi de 15.089.900 ações, totalizando R$ 148.786.414,00 em transações financeiras. Este movimento ocorre após um fechamento anterior de R$ 9,32, sugerindo um otimismo dos investidores quanto aos preços do minério de ferro e à demanda industrial. A resiliência do papel é visível quando comparada à sua mínima anual de R$ 6,72.
A CSN é um complexo siderúrgico integrado que opera em toda a cadeia de produção do aço, além de possuir ativos relevantes em mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, o BNDES aprovou um financiamento de R$ 1,13 bilhão para a companhia, destinado à modernização de três plantas industriais em Volta Redonda (RJ).
3º – BRAVA ENERGIA S.A. (BRAV3) | R$ 16,05 ↑ 2,23%
Descrição: A Brava Energia registrou um fechamento positivo a R$ 16,05, representando uma alta de 2,23% ou R$ 0,35 em termos nominais. O ativo apresentou volatilidade considerável, com uma mínima diária de R$ 14,83 e máxima de R$ 16,19. O volume de ações negociadas foi de 16.243.000, resultando em um montante financeiro de R$ 260.700.150,00, um dos maiores do dia entre as “junior oils”. O preço atual permanece distante da máxima de 52 semanas (R$ 25,98), mas demonstra fôlego frente à mínima de R$ 13,29 registrada no último ano. O fechamento anterior de R$ 15,70 serviu como suporte para a alta do dia, refletindo possivelmente ajustes operacionais e expectativas sobre a produção da petroleira no curto prazo.
A Brava Energia, resultante da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, é uma empresa independente de petróleo e gás com foco na revitalização de campos maduros. Em notícia divulgada nesta semana, a empresa reportou que sua produção média cresceu 46% em 2025, apesar de paradas programadas para manutenção em ativos como Papa-Terra e Atlanta.
4º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,33 ↑ 1,33%
Descrição: As ações preferenciais da Gerdau encerraram o dia cotadas a R$ 21,33, o que configura uma valorização de 1,33% (R$ 0,28). O desempenho do ativo foi consistente, oscilando entre R$ 20,82 e R$ 21,38 durante a sessão. O volume transacionado foi de 8.647.400 papéis, somando R$ 184.449.042,00. Um dado técnico de extrema relevância é que o valor de fechamento (R$ 21,33) está no limite superior da máxima de 52 semanas (R$ 21,38), indicando que o mercado está testando novos patamares de preço para a siderúrgica. Partindo de um fechamento anterior de R$ 21,05 e com uma mínima anual de R$ 13,33, o papel demonstra sólida tendência de alta estrutural.
A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. A última atualização corporativa confirmou a aprovação de um plano de investimentos (Capex) de R$ 6 bilhões para o ano de 2025, focado em competitividade e modernização.
5º – USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,48 ↑ 1,09%
Descrição: A Usiminas fechou o pregão com uma leve alta de 1,09%, atingindo o valor de R$ 6,48 por ação preferencial. A variação absoluta foi de R$ 0,07 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,41. Durante o dia, as negociações variaram entre a mínima de R$ 6,27 e a máxima de R$ 6,53, que também representa o teto do ativo nas últimas 52 semanas. Foram negociadas 13.109.000 ações, totalizando um volume de R$ 84.946.320,00. Embora a alta seja mais modesta que a de seus pares no setor siderúrgico (CSN e Gerdau), a manutenção de preços próximos à máxima anual sugere uma base de suporte sólida, especialmente considerando a mínima de R$ 3,90 registrada no período de um ano.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, com operações integradas que abrangem desde a mineração até a produção de bens de capital e centros de serviços. Noticiou-se recentemente que a Ternium concluiu a compra da participação da Nippon Steel, encerrando uma parceria de décadas na governança da siderúrgica mineira.
6º – BRADESPAR S.A. (BRAP4) | R$ 21,36 ↑ 0,99%
Descrição: A Bradespar, holding que detém participação relevante na Vale, encerrou o dia a R$ 21,36, com uma valorização de 0,99% (R$ 0,21). O papel apresentou estabilidade, circulando entre R$ 21,04 e R$ 21,44. O volume de ações foi de 4.279.800, gerando R$ 91.416.528,00 em negócios. A cotação atual encontra-se colada na máxima de 52 semanas (R$ 21,44), refletindo a valorização de sua principal investida e a expectativa por proventos. O histórico de 52 semanas mostra uma valorização expressiva desde a mínima de R$ 13,05. O fechamento anterior foi de R$ 21,15, mantendo o ímpeto positivo da companhia.
A Bradespar é uma companhia de investimentos que atua como holding, sendo seu principal ativo a participação acionária na mineradora Vale S.A. A empresa anunciou recentemente a distribuição de aproximadamente R$ 587 milhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), com pagamentos escalonados entre o final de 2025 e março de 2026.
7º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 76,54 ↑ 0,88%
Descrição: A Vale S.A. registrou o maior volume financeiro negociado no dia, totalizando astronômicos R$ 3.053.991.924,00. Com 39.900.600 ações trocando de mãos, o ativo subiu 0,88% (R$ 0,67), fechando a R$ 76,54. A oscilação diária ocorreu entre R$ 75,62 e R$ 77,34. O preço de fechamento está alinhado com o topo histórico recente, sendo que a máxima de 52 semanas é exatamente R$ 77,34, enquanto a mínima do período foi de R$ 44,77. O fechamento anterior de R$ 75,87 serviu de base para a continuidade do movimento de acumulação por parte de investidores estrangeiros, interessados na resiliência do minério de ferro.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder global na produção de minério de ferro e pelotas, além de ser relevante produtora de níquel e cobre. Em atualização recente para 2026, analistas apontam um novo fôlego para a companhia devido à disparada nos preços do níquel e à manutenção de um fluxo de caixa livre resiliente.
8º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 93,85 ↑ 0,83%
Descrição: A Embraer continua sua trajetória de alta, fechando o pregão a R$ 93,85, um incremento de 0,83% ou R$ 0,77 por papel. O ativo teve uma amplitude de negociação entre R$ 92,65 e R$ 95,45. O volume de ações negociadas foi de 2.907.700, totalizando R$ 272.887.645,00. Chama a atenção o fato de a máxima do dia (R$ 95,45) ser a mesma máxima de 52 semanas, indicando que a empresa está em seu melhor momento de mercado no último ano, partindo de uma mínima de R$ 55,30. O fechamento anterior foi de R$ 93,08, consolidando a percepção de que a fabricante de aeronaves está superando metas operacionais.
A Embraer é uma empresa aeroespacial global que projeta, desenvolve e fabrica aeronaves para os segmentos de aviação comercial, executiva, defesa & segurança e agrícola. A última notícia destaca que a empresa superou sua meta de entregas em 2025, com 155 jatos executivos e 78 comerciais, tornando-se uma das “top picks” de grandes bancos para 2026.
9º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 41,14 ↑ 0,78%
Descrição: A PRIO (ex-PetroRio) encerrou a sessão a R$ 41,14, uma alta de 0,78% (R$ 0,32). O papel oscilou entre a mínima de R$ 40,19 e a máxima de R$ 41,40. Foram negociadas 10.107.400 ações, resultando em um volume de R$ 415.818.436,00. O ativo encontra-se em um patamar intermediário em relação ao seu histórico de 52 semanas, cuja máxima é de R$ 45,65 e a mínima de R$ 32,68. O fechamento anterior em R$ 40,82 mostra que a petroleira conseguiu sustentar ganhos apesar da volatilidade nos preços internacionais do barril de petróleo Brent.
A PRIO é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, especializada em gestão eficiente de reservatórios e desenvolvimento de campos maduros. Recentemente, a companhia anunciou um aumento de capital de R$ 95 milhões e a autorização da ANP para a retomada total de operações no Campo de Peregrino, visando atingir a marca de 150 mil barris diários.
10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,20 ↑ 0,55%
Descrição: O Magazine Luiza fecha o Top 10 com uma variação positiva de 0,55% (R$ 0,05), cotada a R$ 9,20. O ativo operou entre a mínima de R$ 8,77 e a máxima de R$ 9,24, com um volume de 22.393.400 ações negociadas, totalizando R$ 206.019.280,00. O papel busca recuperação após um período de forte pressão setorial, estando atualmente abaixo da sua máxima de 52 semanas (R$ 11,55), mas bem acima da mínima de R$ 5,28. O fechamento anterior foi de R$ 9,15. A liquidez do papel permanece alta, o que atrai tanto investidores de curto prazo quanto aqueles que apostam em uma melhora das condições macroeconômicas.
O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, integrando lojas físicas, e-commerce e marketplace. A companhia aprovou recentemente uma operação de bonificação de 5% em ações no valor de R$ 400 milhões, além de manter um programa ativo de recompra de até 10 milhões de ações ordinárias.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AZUL54 | R$ 305,05 | -0,45% |
| 2 | ASAI3 | R$ 7,31 | -0,06% |
| 3 | MRVE3 | R$ 7,99 | -0,05% |
| 4 | AXIA6 | R$ 52,21 | -0,04% |
| 5 | AXIA3 | R$ 49,85 | -0,04% |
| 6 | BRKM5 | R$ 7,67 | -0,04% |
| 7 | CYRE3 | R$ 24,23 | -0,04% |
| 8 | RDOR3 | R$ 41,08 | -0,03% |
| 9 | AURE3 | R$ 11,54 | -0,03% |
| 10 | BPAC11 | R$ 52,69 | -0,03% |
1º – Azul S.A. (AZUL4) | R$ 305,05 ↓45,42%
Descrição: A Azul S.A. apresentou a performance mais volátil e expressiva do pregão, registrando uma queda severa de 45,42%, o que equivale a uma desvalorização nominal de R$ 253,85 por cota. O papel abriu o dia com um fechamento anterior de R$ 558,90 e atingiu uma mínima de R$ 279,45, aproximando-se da mínima do dia, enquanto a máxima não ultrapassou os R$ 529,99. O volume de ações negociadas foi de 198.780 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 60.637.839,00. É importante notar que, apesar da queda drástica hoje, o ativo ainda se mantém distante de sua mínima de 52 semanas, que é de apenas R$ 0,55, embora tenha se afastado consideravelmente da máxima histórica anual de R$ 6.500,00. A movimentação indica um forte ajuste de mercado ou reação a eventos corporativos de grande magnitude. A Azul é uma das principais companhias aéreas do Brasil, operando uma malha abrangente com foco em hubs regionais. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado financeiro devido a negociações para reestruturação de sua dívida e possíveis planos de fusão ou parceria com a Gol Linhas Aéreas.
2º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,31 ↓6,28%
Descrição: As ações da Sendas Distribuidora, operando sob o ticket ASAI3, registraram um recuo significativo de 6,28% no fechamento, cotadas a R$ 7,31. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 7,31 (fechando no patamar mais baixo do dia) e a máxima de R$ 7,91. O volume operacional foi extremamente alto, com 10.966.200 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 80.162.922,00. Em comparação com o fechamento anterior de R$ 7,80, a perda nominal foi de R$ 0,49. O papel está atualmente operando próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 5,28), sinalizando uma tendência de baixa persistente se comparado à máxima anual de R$ 12,04. A Sendas Distribuidora é a entidade por trás da marca Assaí Atacadista, uma das maiores redes de “atacarejo” do país. Uma notícia relevante recente envolve o processo de desalavancagem da companhia e a venda de ativos imobiliários para reduzir seu endividamento líquido em um cenário de juros ainda elevados.
3º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,99 ↓4,99%
Descrição: A MRV Engenharia encerrou o período com uma desvalorização de 4,99%, com o preço da ação fixado em R$ 7,99. A variação nominal negativa foi de R$ 0,42 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,41. O ativo demonstrou liquidez relevante, com 5.788.400 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 46.249.316,00. Os preços flutuaram entre a mínima de R$ 7,96 e a máxima de R$ 8,41. Olhando para o horizonte de um ano, o papel encontra-se em uma posição intermediária, visto que sua mínima de 52 semanas foi de R$ 4,43 e a máxima de R$ 9,50. A pressão vendedora hoje reflete a sensibilidade do setor de construção civil às projeções macroeconômicas de inflação e juros. A MRV é a maior construtora da América Latina, focada no segmento de habitação popular (Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a empresa reportou um aumento nas vendas líquidas, porém o mercado permanece cauteloso quanto às margens de lucro de suas operações internacionais (Aurea).
4º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 52,21 ↓4,18%
Descrição: As ações preferenciais da Eletrobras (AXIA6) apresentaram uma queda de 4,18%, sendo negociadas a R$ 52,21 ao final da sessão. O recuo financeiro foi de R$ 2,28 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 54,49. Ao longo do dia, o papel tocou a mínima de R$ 52,02 e a máxima de R$ 54,49. O volume de negociação registrou 1.649.700 ações, resultando em um montante transacionado de R$ 86.130.837,00. Vale ressaltar que o preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 57,71), o que pode sugerir um movimento de realização de lucros pelos investidores após um período de valorização, dado que a mínima anual é de R$ 27,83. A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, recentemente privatizada. Uma notícia de destaque recente é a disputa judicial no STF sobre o poder de voto da União na companhia, o que tem gerado volatilidade institucional para o ativo.
5º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 49,85 ↓4,06%
Descrição: As ações ordinárias da Eletrobras (AXIA3) acompanharam a tendência de baixa do setor, recuando 4,06% e fechando o dia a R$ 49,85. A perda nominal foi de R$ 2,11 em relação aos R$ 51,96 do dia anterior. Este ativo apresentou o maior volume financeiro da nossa lista, com impressionantes R$ 748.422.975,00 movimentados através de 15.013.500 ações. A oscilação diária ficou entre R$ 49,69 e R$ 51,95. Em termos anuais, o ativo mostra resiliência, mantendo-se mais próximo da máxima de R$ 54,03 do que da mínima de R$ 24,38. A alta liquidez demonstra o interesse institucional contínuo pelo papel, mesmo em dias de correção. Como holding de energia, a Eletrobras controla diversas subsidiárias de geração. Recentemente, a empresa anunciou um plano de recompra de ações e o pagamento de dividendos intercalares, o que movimentou o interesse dos acionistas ordinários.
6º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 7,67 ↓4,01%
Descrição: A Braskem registrou um recuo de 4,01%, encerrando o pregão com o valor de R$ 7,67 por ação. A desvalorização nominal foi de R$ 0,32. Durante o dia, o papel registrou a mínima de R$ 7,61 e a máxima de R$ 7,99, que coincide com o fechamento anterior. Foram negociadas 2.345.100 ações, somando um volume financeiro de R$ 17.986.917,00. O desempenho da Braskem em 52 semanas revela uma tendência descendente acentuada, com o preço atual operando muito mais perto da mínima (R$ 6,11) do que da máxima (R$ 15,12). Este comportamento reflete os desafios cíclicos da indústria petroquímica global e questões locais de governança. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. A última notícia relevante sobre a companhia refere-se às negociações de venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na empresa, com o fundo Adnoc desistindo formalmente da aquisição recentemente.
7º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 24,23 ↓3,62%
Descrição: A Cyrela Brazil Realty apresentou uma queda de 3,62%, com suas ações fechando a R$ 24,23. O decréscimo nominal foi de R$ 0,91 frente ao fechamento de R$ 25,14. O volume negociado foi de 7.457.900 ações, totalizando R$ 180.704.917,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 24,09 e a máxima de R$ 25,07 durante a sessão. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação demonstra solidez, operando perto de sua máxima anual de R$ 26,32 e bem acima da mínima de R$ 10,01. Esse posicionamento indica uma percepção de qualidade superior da empresa pelo mercado dentro do setor imobiliário. A Cyrela é focada no mercado imobiliário de luxo e médio padrão. Recentemente, a empresa divulgou sua prévia operacional do trimestre, superando as expectativas de lançamentos e vendas, o que tem sustentado o preço do papel em níveis elevados apesar das correções pontuais.
8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 41,08 ↓3,34%
Descrição: A Rede D’Or São Luiz encerrou o dia com baixa de 3,34%, cotada a R$ 41,08. A redução no preço por ação foi de R$ 1,42. O papel teve um volume de negociação de 3.914.500 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 160.807.660,00. A flutuação diária ocorreu entre a mínima de R$ 40,80 e a máxima de R$ 42,69. No acumulado de 52 semanas, a empresa mostra uma recuperação consistente, estando próxima de sua máxima de R$ 44,50, após ter tocado a mínima de R$ 22,86. A queda de hoje pode ser interpretada como uma correção técnica dentro de uma tendência de alta de longo prazo. A Rede D’Or é a maior rede hospitalar privada do Brasil e também atua no setor de seguros após a fusão com a SulAmérica. Recentemente, a empresa anunciou a criação de uma joint venture com o Bradesco para a gestão de novos hospitais, fortalecendo sua posição de mercado.
9º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,54 ↓3,03%
Descrição: As ações da Auren Energia recuaram 3,03%, fechando o pregão a R$ 11,54. A variação nominal negativa foi de R$ 0,36 sobre o fechamento anterior de R$ 11,90. O volume de ações transacionadas foi de 2.039.000, com um volume financeiro de R$ 23.530.060,00. O ativo atingiu a mínima de R$ 11,53 e máxima de R$ 12,05 no dia. Em relação ao histórico anual, o papel se mantém estável, operando na faixa intermediária entre a mínima de R$ 7,29 e a máxima de R$ 12,99. A estabilidade é característica do setor elétrico, embora a desvalorização de hoje acompanhe o movimento geral do Ibovespa. A Auren Energia é uma plataforma de energia renovável e comercialização, fruto da consolidação de ativos da Votorantim Energia e CPP Investments. Uma notícia importante recente foi a aquisição das operações da AES Brasil pela Auren, o que a transformará na terceira maior geradora de energia do país.
10º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 52,69 ↓2,98%
Descrição: O Banco BTG Pactual fechou a lista das dez maiores variações negativas com um recuo de 2,98%, cotado a R$ 52,69. A desvalorização nominal foi de R$ 1,62 em relação aos R$ 54,31 anteriores. O volume financeiro foi robusto, atingindo R$ 186.280.226,00 com 3.535.400 units negociadas. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 52,53 e a máxima de R$ 54,25. No panorama de 52 semanas, o banco apresenta uma performance de crescimento notável, mantendo-se próximo da sua máxima histórica de R$ 56,61, bem acima da mínima de R$ 26,19. O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina. Recentemente, o banco divulgou lucros recordes em seu balanço trimestral, impulsionado pelas áreas de gestão de fortunas (Wealth Management) e crédito corporativo, consolidando sua trajetória de expansão de ativos sob gestão.