Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 19/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 HAPV3 R$ 13,55 4,31%
2 IRBR3 R$ 54,01 3,03%
3 CVCB3 R$ 2,46 2,07%
4 PRIO3 R$ 45,08 2,06%
5 TOTS3 R$ 43,94 1,97%
6 TAEE11 R$ 39,91 1,04%
7 FLRY3 R$ 15,59 1,04%
8 ENEV3 R$ 20,81 1,02%
9 EGIE3 R$ 30,76 0,95%
10 TIMS3 R$ 23,09 0,92%

1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,55 ↑ 4,31%

Descrição: A Hapvida liderou o ranking de valorização no pregão de hoje, encerrando o dia cotada a R$ 13,55. O ativo apresentou uma variação nominal positiva de R$ 0,56 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,99. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade moderada, com mínima registrada em R$ 12,85 e máxima atingindo R$ 13,66. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 5.065.600 unidades, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 68.638.880,00. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o preço atual ainda se encontra distante da máxima anual de R$ 44,85, mas bem acima da mínima de R$ 12,77, sugerindo uma tentativa de recuperação de patamares intermediários. A empresa é a maior operadora de saúde do Norte e Nordeste do Brasil e uma das maiores do país, focada em um modelo verticalizado que integra hospitais, clínicas e diagnóstico. Notícia: Recentemente, a companhia tem focado na integração de suas aquisições e no controle de sinistralidade para melhorar as margens operacionais.

2º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 54,01 ↑ 3,03%

Descrição: As ações da IRB-Brasil Resseguros figuraram na segunda posição, com uma alta de 3,03%. O preço de fechamento foi de R$ 54,01, uma valorização de R$ 1,59 sobre o fechamento anterior de R$ 52,42. O papel oscilou entre a mínima de R$ 52,38 e a máxima de R$ 54,23. O volume de ações movimentadas foi de 648.600 papéis, totalizando R$ 35.030.886,00 em transações financeiras. O ativo está operando próximo à sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 57,99, reforçando o otimismo dos investidores após um período de reestruturação severa da companhia. A IRB Brasil RE é uma empresa privada de resseguros, líder de mercado na América Latina em seu segmento, atuando na aceitação de riscos de outras seguradoras para garantir a solvência do sistema financeiro. Notícia: O mercado tem reagido positivamente aos últimos resultados mensais reportados pela Susep, que indicam um retorno consistente à lucratividade líquida.

3º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,46 ↑ 2,07%

Descrição: A CVC Brasil encerrou o dia com valorização de 2,07%, atingindo o preço unitário de R$ 2,46. O incremento nominal foi de R$ 0,05 frente ao valor de fechamento anterior de R$ 2,41. O ativo teve uma das maiores movimentações em termos de quantidade de papéis, com 37.220.300 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 91.561.938,00. A volatilidade intradiária foi marcada por uma mínima de R$ 2,39 e uma máxima de R$ 2,65. Apesar da alta de hoje, o papel ainda opera em níveis baixos se comparado à máxima de 52 semanas de R$ 2,79. A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, oferecendo pacotes de viagens, passagens aéreas e serviços de hotelaria por meio de uma vasta rede de franquias e canais digitais. Notícia: A empresa anunciou recentemente uma nova estratégia focada na redução de alavancagem financeira e renegociação de dívidas para fortalecer seu caixa.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 45,08 ↑ 2,06%

Descrição: A PRIO S.A. registrou uma alta de 2,06%, com o preço de fechamento fixado em R$ 45,08. O ganho por ação foi de R$ 0,91 comparado ao fechamento anterior de R$ 44,17. O volume financeiro foi o maior entre as empresas listadas neste relatório, alcançando impressionantes R$ 248.575.628,00, com 5.514.100 ações trocando de mãos. O papel trabalhou entre a mínima de R$ 43,81 e a máxima de R$ 45,12, aproximando-se da sua máxima histórica de 52 semanas, situada em R$ 45,65. A PRIO (antiga PetroRio) é uma empresa independente de petróleo e gás, especializada na gestão eficiente e revitalização de campos maduros para otimizar a produção e reduzir custos. Notícia: A companhia continua a reportar recordes de produção mensal em seus campos, especialmente em Frade e Albacora Leste, o que sustenta o interesse dos investidores.

5º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 43,94 ↑ 1,97%

Descrição: A gigante de tecnologia TOTVS apresentou uma valorização de 1,97%, fechando o pregão cotada a R$ 43,94. A variação absoluta foi de R$ 0,85 sobre o valor anterior de R$ 43,09. O ativo teve mínima de R$ 43,11 e máxima de R$ 44,50 ao longo do dia. Foram negociadas 1.146.800 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 50.390.392,00. O preço atual demonstra resiliência, aproximando-se da máxima de 52 semanas que é de R$ 48,22. A TOTVS é líder absoluta no mercado brasileiro de softwares de gestão (ERP), além de atuar fortemente nos segmentos de Techfin e Business Performance para empresas de diversos portes. Notícia: A empresa firmou parcerias estratégicas para integrar soluções de Inteligência Artificial Generativa em seus softwares, visando aumentar a produtividade de seus clientes corporativos.

6º – TRANSMISSORA ALIANCA UNT (TAEE11) | R$ 39,91 ↑ 1,04%

Descrição: As units da Taesa fecharam em alta de 1,04%, atingindo o valor de R$ 39,91. O aumento nominal foi de R$ 0,41 em relação aos R$ 39,50 do pregão anterior. Com um comportamento defensivo típico, a ação oscilou pouco, entre a mínima de R$ 39,42 e a máxima de R$ 39,95. O volume de negociação foi de 935.000 unidades, movimentando R$ 37.315.850,00. No horizonte de um ano, o papel flutua entre R$ 29,14 e R$ 45,45. A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, focada na construção, operação e manutenção de linhas de transmissão de alta voltagem em diversas regiões do país. Notícia: A companhia recentemente arrematou novos lotes em leilões de transmissão, garantindo a expansão de sua Receita Anual Permitida (RAP) para os próximos anos.

7º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 15,59 ↑ 1,04%

Descrição: O Grupo Fleury registrou alta de 1,04%, encerrando o dia em R$ 15,59. A variação nominal foi de R$ 0,16 sobre o fechamento de R$ 15,43. Durante a jornada, o papel registrou mínima de R$ 15,36 e máxima de R$ 15,68. O volume de ações transacionadas foi de 1.196.500, gerando um volume financeiro total de R$ 18.653.435,00. Atualmente, a ação está muito próxima de sua máxima de 52 semanas de R$ 16,02, indicando uma tendência de alta sólida no médio prazo. O Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina diagnóstica do país, oferecendo serviços de análises clínicas, exames de imagem e soluções de saúde integrada para o público premium. Notícia: A integração com o grupo Pardini continua avançando conforme o planejado, gerando sinergias operacionais que agradam analistas do setor de saúde.

8º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 20,81 ↑ 1,02%

Descrição: As ações da Eneva subiram 1,02%, fechando em R$ 20,81. O valor agregado por ação foi de R$ 0,21 comparado ao fechamento anterior de R$ 20,60. O volume de negócios foi robusto, com 4.116.300 ações negociadas e movimentação financeira de R$ 85.660.203,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 20,39 e a máxima de R$ 20,87, mantendo-se próximo ao topo de sua variação anual de R$ 21,50. A Eneva é uma empresa integrada de energia, pioneira no modelo “Reservoir-to-Wire” (R2W), que consiste na geração térmica a gás natural situada próxima aos campos de produção terrestres. Notícia: A companhia está em discussões para possíveis fusões ou aquisições no setor elétrico, buscando consolidar sua posição como um dos principais players de energia térmica no país.

9º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 30,76 ↑ 0,95%

Descrição: A Engie Brasil apresentou uma variação positiva de 0,95%, encerrando a R$ 30,76. O ganho foi de R$ 0,29 sobre o fechamento de R$ 30,47. O papel registrou mínima de R$ 30,32 e máxima de R$ 30,90. Foram negociadas 923.300 ações, totalizando um volume de R$ 28.400.708,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra estabilidade, com máxima de R$ 34,27 e mínima de R$ 23,45. A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do país, com forte atuação em fontes renováveis como hidrelétrica, eólica e solar, além de operar infraestrutura de transporte de gás natural. Notícia: A empresa mantém seu compromisso com a descarbonização e recentemente anunciou novos investimentos em complexos eólicos na região Nordeste.

10º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 23,09 ↑ 0,92%

Descrição: Fechando a lista das dez maiores variações positivas, a TIM S.A. subiu 0,92%, com cotação final de R$ 23,09. O incremento nominal foi de R$ 0,21 sobre o fechamento anterior de R$ 22,88. O volume financeiro atingiu R$ 42.150.795,00, proveniente da negociação de 1.825.500 ações. O ativo registrou mínima de R$ 22,88 e máxima de R$ 23,18. Atualmente, o papel está operando em patamares próximos à máxima de 52 semanas (R$ 24,44). A TIM é uma das líderes em telecomunicações no Brasil, sendo pioneira na implementação da tecnologia 5G e focada na expansão de sua infraestrutura de fibra óptica e serviços móveis de alta qualidade. Notícia: A operadora tem focado na migração de sua base de clientes para planos de maior valor agregado (Pós-pago), o que tem refletido positivamente no seu ticket médio mensal (ARPU).


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 NATU3 R$ 7,35 -3,67%
2 CSNA3 R$ 9,23 -2,94%
3 RADL3 R$ 24,54 -2,23%
4 YDUQ3 R$ 11,84 -2,23%
5 COGN3 R$ 3,59 -2,18%
6 VAMO3 R$ 3,54 -1,67%
7 CSAN3 R$ 5,05 -1,56%
8 MRVE3 R$ 7,37 -1,47%
9 USIM5 R$ 6,34 -1,25%
10 RAIZ4 R$ 0,81 -1,22%

1º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,35 ↓3,67%

Descrição: A Natura (NATU3) encerrou o pregão com uma desvalorização acentuada de 3,67%, o que representa uma queda nominal de R$ 0,28 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,63. Durante o dia, o ativo apresentou uma volatilidade considerável, registrando a mínima de R$ 7,21 e a máxima de R$ 7,67. O volume financeiro movimentado foi expressivo, totalizando R$ 102.560.430,00, o maior entre as empresas listadas neste relatório, com 13.953.800 ações trocando de mãos. Ao observar o horizonte de 52 semanas, a ação opera próxima de suas mínimas (R$ 7,13), estando significativamente distante do topo de R$ 14,34 registrado no último ano. Esse cenário sugere uma pressão vendedora persistente sobre o papel. A Natura é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e perfumaria, reconhecida por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. Recentemente, a empresa concluiu a venda da rede de luxo Aesop para o grupo L’Oréal, como parte de seu plano de desalavancagem e reestruturação operacional.

2º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,23 ↓2,94%

Descrição: As ações da CSN (CSNA3) registraram queda de 2,94% hoje, fechando a R$ 9,23. O papel recuou R$ 0,28 frente ao fechamento anterior de R$ 9,51. O volume de negociação foi robusto, com R$ 76.355.175,00 movimentados através de 8.272.500 ações. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,18 e a máxima de R$ 9,49. Analisando o histórico de 52 semanas, o valor atual encontra-se em uma zona intermediária, acima da mínima de R$ 6,72, mas abaixo da máxima de R$ 10,78. A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados do Brasil, atuando na produção de aço, mineração de ferro, logística, cimento e energia. Uma notícia relevante para a companhia é a recente aprovação do pagamento de dividendos intercalares pela diretoria, buscando manter a atratividade para os investidores em meio à volatilidade do setor de commodities.

3º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 24,54 ↓2,23%

Descrição: A Raia Drogasil (RADL3) apresentou um recuo de 2,23%, fechando a R$ 24,54, após uma variação nominal negativa de R$ 0,56 comparada ao fechamento de R$ 25,10. O ativo operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 24,51 e máxima de R$ 25,19. O volume negociado somou R$ 78.739.044,00, envolvendo 3.208.600 papéis. É importante notar que a ação está operando muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 25,27), o que indica uma performance sólida no longo prazo apesar da correção diária, mantendo-se distante da mínima anual de R$ 12,67. A RADL3 é a líder do varejo farmacêutico brasileiro, operando as bandeiras Droga Raia e Drogasil. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de “hubs de saúde”, intensificando a prestação de serviços farmacêuticos e vacinação para além da venda de medicamentos.

4º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 11,84 ↓2,23%

Descrição: Os papéis da YDUQS (YDUQ3) acompanharam a tendência de queda do mercado, fechando o dia a R$ 11,84, uma retração de 2,23% ou R$ 0,27 abaixo do fechamento prévio de R$ 12,11. O giro financeiro foi de R$ 45.728.448,00, com um volume de 3.862.200 ações. A mínima intradia foi de R$ 11,76 e a máxima de R$ 12,29. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta uma oscilação entre R$ 7,76 e R$ 16,99. A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, detendo instituições como Estácio e Ibmec. A última notícia relevante sobre o grupo envolve o crescimento de sua base de alunos no ensino premium (Medicina), que tem sido o principal motor de rentabilidade e margem operacional nas divulgações de resultados trimestrais mais recentes.

5º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,59 ↓2,18%

Descrição: A Cogna (COGN3) encerrou a sessão cotada a R$ 3,59, representando uma baixa de 2,18%. A variação nominal foi de R$ 0,08 negativos sobre o fechamento de R$ 3,67. O volume de ações foi o maior da lista, com 20.869.100 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 74.920.069,00. O ativo flutuou entre R$ 3,57 e R$ 3,71. No panorama anual, a ação está negociando próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 3,75), após se recuperar fortemente da mínima de R$ 1,04. A Cogna é uma companhia líder no setor de educação, com forte atuação no ensino superior e na educação básica através da Vasta. Recentemente, o mercado reagiu positivamente à notícia de redução de sua alavancagem financeira, fruto de um rigoroso controle de custos e melhora na geração de caixa operacional.

6º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,54 ↓1,67%

Descrição: A Vamos (VAMO3) fechou a R$ 3,54, registrando uma variação negativa de 1,67%. A queda foi de R$ 0,06 em relação aos R$ 3,60 do fechamento anterior. O volume negociado foi de R$ 50.927.856,00, com 14.386.400 ações. Durante o pregão, o ativo bateu a mínima de R$ 3,50 e a máxima de R$ 3,60. Observando os dados de 52 semanas, a ação está mais próxima da sua mínima histórica do período (R$ 2,75) do que da máxima (R$ 5,29), sugerindo um período de ajuste no valor de mercado da companhia. A Vamos, controlada pelo grupo Simpar, é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil. Recentemente, a empresa fechou um importante contrato de fornecimento para grandes players do setor de agronegócio, reforçando sua carteira de contratos de longo prazo (backlog).

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,05 ↓1,56%

Descrição: A Cosan (CSAN3) apresentou recuo de 1,56%, finalizando o dia em R$ 5,05, uma queda de R$ 0,08 sobre o fechamento de R$ 5,13. O volume financeiro foi elevado, atingindo R$ 100.030.400,00, com 19.808.000 ações negociadas. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 5,00 e a máxima de R$ 5,15. No intervalo de 52 semanas, o papel mostra-se pressionado, aproximando-se da mínima de R$ 4,92 frente à máxima de R$ 8,78. A Cosan é uma holding brasileira que investe em ativos estratégicos nos setores de energia e logística, incluindo Raízen, Compass e Rumo. A última notícia de destaque para o investidor foi a emissão de novos bônus no mercado internacional, visando alongar o perfil de sua dívida e fortalecer a liquidez do grupo.

8º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,37 ↓1,47%

Descrição: A MRV (MRVE3) registrou desvalorização de 1,47%, com o preço de fechamento em R$ 7,37, caindo R$ 0,11 em relação ao dia anterior (R$ 7,48). O volume financeiro totalizou R$ 51.867.849,00, com 7.037.700 ações transacionadas. A mínima registrada foi de R$ 7,26 e a máxima de R$ 7,47. No período de 52 semanas, a ação se encontra no meio do canal, entre a mínima de R$ 4,43 e a máxima de R$ 9,50. A MRV é a maior incorporadora e construtora do Brasil focada no segmento de baixa renda (Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a empresa anunciou a venda de empreendimentos de sua subsidiária norte-americana, a Resia, com o objetivo de reciclar capital e reduzir sua dívida líquida, fato visto como positivo por analistas de mercado.

9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,34 ↓1,25%

Descrição: A Usiminas (USIM5) teve uma queda moderada de 1,25%, fechando a R$ 6,34. A variação foi de R$ 0,08 negativos em comparação ao fechamento de R$ 6,42. O mercado movimentou R$ 53.510.234,00 em ações da siderúrgica, totalizando 8.440.100 papéis. A cotação variou entre R$ 6,30 (mínima) e R$ 6,43 (máxima). Em 52 semanas, a ação mostra-se resiliente, mantendo-se acima da mínima de R$ 3,90 e próxima da máxima de R$ 6,83. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, com forte atuação nos setores automotivo e de infraestrutura. A notícia mais recente da companhia refere-se à conclusão da reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, que deve aumentar a eficiência operacional e reduzir custos de produção a partir deste semestre.

10º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,81 ↓1,22%

Descrição: A Raízen (RAIZ4) apresentou a menor variação percentual negativa do relatório, com queda de 1,22%, fechando a R$ 0,81. Nominalmente, a redução foi de apenas R$ 0,01 comparado ao fechamento de R$ 0,82. O volume de ações foi alto, com 18.359.700 unidades negociadas, totalizando R$ 14.871.357,00 em valor financeiro. O ativo flutuou apenas R$ 0,02 entre sua mínima (R$ 0,80) e máxima (R$ 0,82). O papel opera atualmente em suas mínimas históricas de 52 semanas (mínima de R$ 0,79 e máxima de R$ 2,23). A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo a maior produtora mundial de açúcar e etanol de cana-de-açúcar. Recentemente, a empresa inaugurou sua segunda planta de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando sua estratégia de liderança em transição energética e combustíveis renováveis.

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