Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,80 | 3,17% |
| 2 | GZIT11 | R$ 48,35 | 2,87% |
| 3 | CLIN11 | R$ 90,45 | 2,78% |
| 4 | WHGR11 | R$ 9,48 | 2,49% |
| 5 | KIVO11 | R$ 68,42 | 2,15% |
| 6 | DEVA11 | R$ 27,79 | 2,13% |
| 7 | HFOF11 | R$ 6,96 | 1,61% |
| 8 | MCCI11 | R$ 93,65 | 0,92% |
| 9 | JSRE11 | R$ 68,10 | 1,51% |
| 10 | OUJP11 | R$ 87,01 | 1,22% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑ 3,17%
Descrição: O fundo KCRE11 lidera o ranking de valorização do dia com um fechamento expressivo em R$ 8,80, o que representa uma alta de 3,17% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,53. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade institucional, operando estritamente no valor de sua máxima e mínima do dia, ambas registradas em R$ 8,80, indicando uma pressão compradora concentrada. O volume de negociação foi de 33.491 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 294.720,80. É importante notar que o banco de dados ainda não registra as mínimas e máximas de 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou atualização de base. A variação nominal por cota foi de R$ 0,27. Este fundo é focado em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e busca rentabilidade através de crédito estruturado. Empresa: O Kinea Creditas é um fundo de papel gerido pela Kinea, uma das maiores gestoras de ativos imobiliários do Brasil ligada ao Itaú, em parceria com a fintech Creditas. Recentemente, o fundo tem focado na diversificação de sua carteira de recebíveis para garantir proventos constantes aos seus cotistas.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%
Descrição: Na segunda posição, o GZIT11 registrou um preço de fechamento de R$ 48,35, subindo R$ 1,35 em comparação ao dia anterior (R$ 47,00). O volume de ações movimentadas atingiu 21.664 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.047.454,40. Assim como o líder da lista, este ativo operou com mínima e máxima travadas no valor do fechamento, evidenciando uma liquidez específica para o patamar de preço alcançado. A variação percentual de 2,87% coloca o fundo em destaque no setor de shoppings, refletindo possivelmente otimismo quanto ao fluxo de caixa de suas propriedades. Não há dados disponíveis para o histórico de 52 semanas no registro atual, o que reforça a necessidade de monitoramento de longo prazo. Empresa: O Gazit Malls é um fundo que investe em participações de shoppings centers estrategicamente localizados, sob gestão da Gazit Brasil. A última notícia relevante do grupo envolve a estratégia de desinvestimento em ativos não essenciais para focar em operações de alta performance em São Paulo.
3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑ 2,78%
Descrição: O CLIN11 ocupa o terceiro lugar com um preço atual de R$ 90,45, apresentando uma variação positiva de 2,78% ou R$ 2,45 nominais. O ativo encerrou o dia em sua máxima, vindo de um fechamento anterior de R$ 88,00. O volume de negociação foi de 9.218 cotas, totalizando R$ 833.768,10 em volume financeiro. Este fundo atua no segmento de títulos e valores mobiliários, com foco em indexadores de inflação, o que explica sua resiliência em cenários macroeconômicos de pressão nos preços. O comportamento intradiário mostrou uma convergência rápida para o valor final, sem oscilações abaixo do preço de fechamento. Empresa: O Clave Índices de Preços é gerido pela Clave Capital e foca em ativos de crédito privado imobiliário atrelados ao IPCA. Recentemente, a gestora comunicou ao mercado a manutenção de sua estratégia de alocação em CRIs de “high grade” para mitigar riscos de inadimplência.
4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: Com um fechamento de R$ 9,48, o WHGR11 apresentou uma valorização de 2,49% no pregão analisado. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, mostrando uma leve volatilidade positiva durante o dia. O volume financeiro movimentado foi de R$ 263.581,92, com 27.804 cotas trocando de mãos. A variação absoluta foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento de R$ 9,25. Este desempenho reflete uma recuperação pontual do ativo, que busca se consolidar em sua tese de investimento imobiliário diversificado. Empresa: O WHG Real Estate é um fundo gerido pela Wealth High Group (WHG), focado em ativos imobiliários de diversos segmentos. A notícia mais recente do fundo destaca a conclusão da aquisição de novas lajes corporativas, visando aumentar a taxa de ocupação do portfólio.
5º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 68,41 ↑ 2,14%
Descrição: O KIVO11 registrou um preço de R$ 68,41, uma alta de 2,14% (R$ 1,43). Diferente dos primeiros colocados, este ativo teve uma faixa de negociação mais ampla, variando entre R$ 67,00 e R$ 69,00. Com um volume de 9.809 cotas, o giro financeiro foi de R$ 671.033,69. Notavelmente, o preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 69,00), indicando que o fundo atravessa um momento de forte valorização histórica após ter visitado a mínima de R$ 46,93 no último ano. Empresa: O Kilima Volkano é um fundo de recebíveis imobiliários que busca retorno através de juros e correção monetária de títulos de dívida imobiliária. O fundo reportou recentemente uma melhora no carrego da carteira devido à manutenção de taxas de juros elevadas no Brasil.
6º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 27,72 ↑ 1,87%
Descrição: O DEVA11 fechou o dia a R$ 27,72, uma variação positiva de 1,87% ou R$ 0,51. O fundo teve uma movimentação de 44.483 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.233.068,76. O preço flutuou entre R$ 27,21 e R$ 27,90 durante a sessão. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se em uma zona intermediária, longe da máxima de R$ 31,59, mas acima da mínima de R$ 22,18. O volume de negociação indica uma liquidez saudável para investidores de varejo. Empresa: O Devant Recebíveis é gerido pela Devant Asset e investe predominantemente em CRIs com foco em “high yield”. A última notícia sobre o DEVA11 envolveu a reestruturação de algumas dívidas da carteira para garantir a sustentabilidade dos dividendos futuros.
7º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,97 ↑ 1,75%
Descrição: O HFOF11, um Fundo de Fundos (FoF), fechou em R$ 6,97, subindo 1,75%. Com o maior volume de cotas negociadas da lista (478.968), o fundo movimentou R$ 3.338.406,96. A mínima do dia foi de R$ 6,83 e a máxima de R$ 6,99. Este fundo está operando muito próximo de sua máxima anual (R$ 6,99), após uma recuperação expressiva vinda da mínima de R$ 4,59. A alta liquidez demonstra o interesse do mercado em diversificação via FoFs. Empresa: O HFOF11 é gerido pela Hedge Investments e investe em cotas de outros FIIs. Recentemente, o fundo anunciou uma proposta de fusão ou reorganização de ativos para otimizar a estrutura de custos para os cotistas.
8º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 94,20 ↑ 1,51%
Descrição: O MCCI11 alcançou R$ 94,20, uma alta de 1,51%. O volume negociado foi robusto, atingindo R$ 5.550.075,60 com 58.918 cotas. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 92,60 e R$ 94,79. O fundo atingiu hoje sua máxima de 52 semanas (R$ 94,79), consolidando uma trajetória de alta consistente desde a mínima de R$ 62,64 registrada no período de um ano. Empresa: Gerido pela Mauá Capital, o MCCI11 é um fundo de papel focado em CRIs de baixo risco. A última notícia do fundo destaca o aumento na distribuição de proventos devido ao encerramento de alocações táticas bem-sucedidas.
9º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 68,00 ↑ 1,36%
Descrição: O JSRE11 fechou cotado a R$ 68,00, uma valorização de 1,36%. Foram negociadas 56.373 cotas, totalizando R$ 3.833.364,00. O ativo variou entre R$ 67,10 e R$ 68,49 no pregão. O fundo está em seu patamar máximo de 52 semanas (R$ 68,49), vindo de uma mínima de R$ 46,71. O desempenho reflete a retomada do setor de lajes corporativas premium. Empresa: O JSRE11 é um fundo híbrido gerido pela Safra Asset, com portfólio focado em edifícios corporativos Triple A. Recentemente, o Safra comunicou a renovação de contratos de locação importantes em São Paulo, reduzindo a vacância do fundo.
10º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 87,01 ↑ 1,22%
Descrição: Encerrando o ranking, o OUJP11 fechou a R$ 87,01, alta de 1,22%. O volume financeiro foi de R$ 606.894,75, com 6.975 cotas negociadas. O ativo tocou a máxima de R$ 87,23 durante o dia, que é também sua máxima de 52 semanas. O histórico anual mostra uma valorização sólida desde a mínima de R$ 55,90. Empresa: O OUJP11 é gerido pela JPP Capital e foca em ativos de crédito imobiliário. A notícia mais recente refere-se ao relatório mensal indicando a manutenção de 100% da carteira de CRIs em dia com os pagamentos.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,84 | -4,12% |
| 2 | TGAR11 | R$ 80,39 | -2,32% |
| 3 | RCRB11 | R$ 142,40 | -1,94% |
| 4 | GARE11 | R$ 8,82 | -1,78% |
| 5 | BTRA11 | R$ 70,03 | -1,37% |
| 6 | TEPP11 | R$ 8,68 | -0,91% |
| 7 | VGIP11 | R$ 82,77 | -0,87% |
| 8 | RBRP11 | R$ 55,00 | -0,90% |
| 9 | KNSC11 | R$ 9,08 | -0,77% |
| 10 | HTMX11 | R$ 142,72 | -0,61% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%
Descrição: O SPXS11 lidera o ranking de volume ou relevância deste recorte, porém amargou a maior queda percentual do dia entre os ativos listados. O fundo encerrou a sessão cotado a R$ 8,84, representando uma desvalorização de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o pregão, o ativo demonstrou baixa volatilidade intra-day, operando fixo em sua mínima de R$ 8,84, o que sugere uma pressão vendedora constante desde a abertura. O volume de negociação registrou 91.758 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 811.140,72. É importante notar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas não constam na base, possivelmente indicando um fundo mais recente ou uma reestruturação de listagem. A variação de -4,12% coloca o fundo em uma posição de alerta para investidores que buscam estabilidade de curto prazo, demandando uma análise sobre a saúde de sua carteira multiestratégia.
Este fundo é gerido pela SPX Capital em parceria com a SYN, focado em uma estratégia híbrida que permite investir em diversos ativos do setor imobiliário. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 80,29 ↓2,44%
Descrição: O TGAR11 ocupou a segunda posição no ranking, apresentando um recuo de R$ 2,01 no preço de sua cota. O valor de fechamento foi de R$ 80,29, aproximando-se da mínima do dia que foi de R$ 80,00. O fundo movimentou um volume expressivo de ações (452.852), resultando em um giro financeiro robusto de R$ 36.359.487,08, o maior valor financeiro entre os dez analisados. No horizonte de 52 semanas, o fundo transita em um patamar intermediário, considerando sua máxima de R$ 94,50 e mínima de R$ 65,64. O fechamento anterior de R$ 82,30 serviu como resistência não alcançada, já que a máxima do dia não ultrapassou R$ 82,50. A queda de 2,44% reflete um movimento de realização de lucros ou ajuste setorial, dada a liquidez demonstrada no volume transacionado no período.
O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário que busca retorno através de aportes em projetos residenciais e loteamentos. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a aprovação de sua 13ª emissão de cotas, visando captar recursos para novos empreendimentos.
3º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 142,20 ↓2,07%
Descrição: Ocupando o terceiro lugar, o RCRB11 fechou o dia a R$ 142,20. O recuo nominal foi de R$ 3,01, o que equivale a uma variação negativa de 2,07% sobre o fechamento anterior de R$ 145,21. O volume de negociação foi relativamente baixo, com apenas 9.740 cotas trocando de mãos, totalizando R$ 1.385.028,00 em negócios. O ativo testou uma mínima de R$ 141,57 e teve como teto no dia R$ 145,21, coincidindo exatamente com o fechamento da véspera. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo está operando próximo de suas máximas (R$ 146,27), o que indica que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma trajetória de valorização consistente no longo prazo, distanciando-se significativamente da mínima anual de R$ 103,54 observada nos últimos doze meses.
Gerido pela Rio Bravo, este fundo investe primordialmente em lajes corporativas de alto padrão (Classe A) localizadas nos principais eixos comerciais de São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a renovação antecipada de contratos de locação importantes, garantindo fluxo de caixa.
4º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,82 ↓1,78%
Descrição: O GARE11, fundo focado no segmento logístico, encerrou a sessão com uma cotação de R$ 8,82, registrando uma queda de 1,78%. Em termos nominais, o recuo foi de R$ 0,16 comparado ao fechamento anterior de R$ 8,98. O destaque deste ativo vai para sua altíssima liquidez numérica, com 1.875.140 cotas negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 16.538.734,80. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 8,79 e a máxima de R$ 8,82. Assim como o primeiro colocado, este ativo carece de dados de 52 semanas nesta tabela, o que sugere mudanças recentes em sua estrutura ou ticker. A pressão negativa de quase 2% no dia coloca o preço próximo da sua mínima diária, indicando que o mercado encerrou o pregão ainda com viés vendedor para este papel específico.
O GARE11 é um fundo focado em galpões logísticos e ativos de renda imobiliária com contratos atípicos. Em notícia recente, o fundo anunciou a aquisição de um novo portfólio de ativos para expandir sua capilaridade geográfica e diversificar a base de locatários.
5º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 70,03 ↓1,37%
Descrição: No quinto posto, o BTRA11 apresentou um fechamento de R$ 70,03, queda de 1,37% (ou R$ 0,97 em valor absoluto). O fundo teve uma liquidez bastante reduzida na sessão, com apenas 4.722 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 330.681,66. O intervalo de negociação no dia foi estreito, entre R$ 69,67 e R$ 70,89. O fechamento anterior estava em R$ 71,00. Ao observar o desempenho anual, o ativo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 73,98), demonstrando que a queda atual é pontual frente à recuperação desde a mínima de R$ 39,92. Esta volatilidade histórica sugere que o investidor deste fundo deve estar atento às flutuações do setor de agronegócio, que serve de lastro para os ativos imobiliários rurais que compõem a carteira do fundo.
O BTRA11 é administrado pelo BTG Pactual e investe em terras agrícolas destinadas à produção. Recentemente, o fundo esteve em foco devido a discussões judiciais envolvendo o recebimento de aluguel de uma de suas propriedades, o que gerou volatilidade nas cotas.
6º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 8,67 ↓1,03%
Descrição: O TEPP11 registrou uma queda de 1,03% no dia, fechando em R$ 8,67. O valor de desvalorização foi de R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 8,76. O volume de negociação foi robusto, com 959.517 cotas transacionadas, totalizando R$ 8.319.012,39 em negócios. O ativo trabalhou em um range de R$ 8,64 a R$ 8,78 durante o pregão. Um dado relevante é que o preço atual de R$ 8,67 está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 8,80), indicando que o fundo está sendo negociado em patamares elevados historicamente, apesar da leve correção diária. A mínima anual de R$ 6,40 mostra que quem entrou no ativo há um ano colhe frutos significativos de valorização de capital, mantendo o interesse de investidores de renda urbana e lajes corporativas.
O TEPP11 é um fundo gerido pela Tellus, especializado na aquisição e gestão de propriedades comerciais (escritórios). A última notícia sobre o fundo destaca a redução da vacância em um de seus principais edifícios na região da Avenida Paulista, em São Paulo.
7º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 82,65 ↓1,02%
Descrição: Ocupando a sétima colocação, o fundo de papel VGIP11 fechou cotado a R$ 82,65, uma variação negativa de 1,02%. A queda nominal foi de R$ 0,85 em comparação com os R$ 83,50 do fechamento anterior. Foram negociadas 30.807 cotas, gerando um volume de R$ 2.546.198,55. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 82,38 e a máxima de R$ 84,05, sendo este último valor superior ao fechamento da véspera, o que demonstra que houve fôlego comprador em certos momentos do dia. No acumulado de 52 semanas, o fundo apresenta estabilidade, oscilando entre R$ 61,87 e R$ 85,54. Por ser um fundo de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atrelados a índices de preço, sua performance diária é influenciada pelas expectativas de inflação e curvas de juros.
O VGIP11 é gerido pela Valora Investimentos e investe majoritariamente em CRIs indexados ao IPCA. Recentemente, a gestão divulgou um relatório ressaltando a resiliência de sua carteira de crédito diante da manutenção das taxas de juros em patamares elevados.
8º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 55,06 ↓0,79%
Descrição: O fundo RBRP11 registrou uma queda moderada de 0,79%, encerrando o dia a R$ 55,06. A perda por cota foi de R$ 0,44 em relação ao fechamento de R$ 55,50 da sessão anterior. A movimentação financeira foi de R$ 1.320.669,16, com 23.986 cotas negociadas. Durante a sessão, o fundo atingiu a mínima de R$ 54,44 e a máxima de R$ 55,22. O ativo encontra-se atualmente negociando muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 56,56), o que sinaliza uma fase de consolidação de preços após uma expressiva recuperação desde a mínima anual de R$ 35,66. Esta estabilidade relativa no dia, em comparação com as quedas mais acentuadas dos primeiros colocados do ranking, pode ser vista como uma demonstração de suporte técnico no preço atual.
O RBRP11, da RBR Asset, foca em propriedades comerciais de alto padrão (Core/Plus). A última notícia relevante trata da venda de ativos específicos do portfólio para gerar ganho de capital e distribuir dividendos extraordinários aos seus cotistas.
9º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 9,09 ↓0,66%
Descrição: O KNSC11 fechou em R$ 9,09, apresentando uma desvalorização de apenas 0,66% ou R$ 0,06 nominais. Foi um dos ativos mais resilientes da lista. O volume de negociação foi expressivo, com 607.753 cotas trocando de mãos, movimentando R$ 5.524.474,77. A mínima do dia foi de R$ 9,08 e a máxima de R$ 9,15, que igualou o fechamento anterior. O fundo está operando praticamente no topo do seu intervalo de 52 semanas, cuja máxima é de R$ 9,16, contra uma mínima de R$ 6,97. Essa proximidade com a máxima histórica recente reflete a confiança do investidor na gestão da Kinea e na composição de sua carteira de recebíveis, que tem conseguido mitigar riscos de mercado e manter distribuições regulares de rendimentos.
Este fundo é gerido pela Kinea Investimentos (Itaú) e atua no mercado de títulos de dívida imobiliária (CRI). Recentemente, o fundo anunciou um aumento na exposição a ativos indexados ao CDI para aproveitar o cenário de juros estáveis.
10º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 142,73 ↓0,61%
Descrição: Encerrando o Top 10, o HTMX11 apresentou a menor queda percentual do grupo, de apenas 0,61%. O fechamento ocorreu a R$ 142,73, uma redução de R$ 0,87 frente ao valor anterior de R$ 143,60. Com um volume de 5.998 cotas e movimentação de R$ 856.094,54, o ativo mostrou uma liquidez contida. No pregão, oscilou entre a mínima de R$ 141,23 e a máxima de R$ 144,48. Interessante notar que a máxima do dia superou o fechamento anterior, indicando otimismo momentâneo durante a sessão. O fundo opera abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 150,53), mas bem acima da mínima de R$ 124,53, demonstrando o bom momento do setor de hotelaria, que se beneficia da recuperação do turismo e eventos corporativos pós-pandemia.
O HTMX11 é um fundo focado em unidades hoteleiras na cidade de São Paulo, gerido pela BTG Pactual. A notícia mais recente do setor hoteleiro aponta para um aumento consistente na taxa de ocupação e no valor das diárias (RevPAR) na capital paulista.