Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 8,80 | 0,03% |
| 2 | GZIT11 | R$ 48,35 | 0,03% |
| 3 | CLIN11 | R$ 90,45 | 0,03% |
| 4 | WHGR11 | R$ 9,48 | 0,02% |
| 5 | OUJP11 | R$ 88,86 | 0,02% |
| 6 | PVBI11 | R$ 82,51 | 0,01% |
| 7 | LIFE11 | R$ 8,97 | 0,01% |
| 8 | BBIG11 | R$ 7,48 | 0,01% |
| 9 | BCIA11 | R$ 95,43 | 0,01% |
| 10 | JSRE11 | R$ 68,74 | 0,01% |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,80 ↑ 3,17%
Descrição: O Kinea Creditas encerrou a sessão no topo do ranking de valorização, cotado a R$ 8,80, o que representa uma alta expressiva de 3,17% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,53. Durante o pregão, o ativo demonstrou estabilidade ao manter sua mínima e máxima no mesmo patamar de R$ 8,80, indicando uma pressão compradora constante que sustentou o preço no teto do dia. O volume de negociação registrado foi de 33.491 cotas, movimentando um total financeiro de R$ 294.720,80. É importante notar que o fundo ainda não possui dados consolidados para as janelas de 52 semanas na planilha, sugerindo ser uma listagem recente ou com dados em processamento. A variação nominal por cota foi de R$ 0,27. Este desempenho coloca o fundo em destaque em um dia de apetite por risco no setor de recebíveis imobiliários, superando seus pares imediatos em termos percentuais.
O KCRE11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Kinea Investimentos em parceria com a fintech Creditas. Seu foco principal é o investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) originados dentro do ecossistema da Creditas, geralmente lastreados em garantias imobiliárias robustas. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de novas alocações visando manter o dividend yield competitivo frente à Selic.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑ 2,87%
Descrição: O Gazit Malls apresentou um desempenho sólido, ocupando a segunda posição com um fechamento de R$ 48,35. A valorização foi de 2,87%, o que equivale a um aumento de R$ 1,35 por cota sobre o preço anterior de R$ 47,00. O volume de ações (cotas) negociadas atingiu 21.664 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 1.047.454,40, evidenciando uma liquidez saudável para o ativo. Assim como o líder do ranking, o GZIT11 registrou sua máxima e mínima do dia no valor de fechamento (R$ 48,35), sinalizando um movimento de alta sem retrocessos durante o período observado. A ausência de dados para as mínimas e máximas de 52 semanas sugere que o investidor deve focar na análise de curto prazo e nos fundamentos de gestão do portfólio de shoppings. O resultado reflete o otimismo com o setor de consumo e varejo físico.
O GZIT11 é um fundo administrado pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe. O portfólio é composto por participações em shoppings centers de alto padrão, como o Morumbi Town em São Paulo. A notícia mais recente do grupo envolve a estratégia de desinvestimento em ativos não core para reduzir a alavancagem e focar em propriedades dominantes.
3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 90,45 ↑ 2,78%
Descrição: O fundo Clave Índices de Preços registrou uma alta de 2,78%, encerrando o dia cotado a R$ 90,45. O incremento nominal foi de R$ 2,45 por cota, partindo de um fechamento anterior de R$ 88,00. Com um volume de 9.218 cotas transacionadas, o montante financeiro movimentado foi de R$ 833.768,10. O comportamento do ativo foi marcado por uma consistência linear, mantendo-se em R$ 90,45 durante toda a janela operacional reportada. Este fundo, que foca em ativos atrelados à inflação, demonstra resiliência em cenários de incerteza macroeconômica. O investidor deve atentar para o fato de que, embora o volume seja inferior aos líderes, a valorização percentual foi robusta, garantindo a medalha de bronze no ranking de performance do dia. A estabilidade entre a mínima e a máxima do dia reforça a confiança dos detentores das cotas no valor atual de mercado.
O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e investe predominantemente em CRIs indexados ao IPCA. O objetivo é proporcionar proteção do poder de compra somado a um prêmio de risco real. Em fato relevante recente, a gestora comunicou o encerramento de sua última emissão de cotas, que captou recursos destinados à originação de novos ativos de crédito imobiliário.
4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑ 2,49%
Descrição: O fundo WHG Real Estate (WHGR11) apresentou uma valorização de 2,49%, fechando o pregão a R$ 9,48. Houve uma variação positiva de R$ 0,23 em relação ao fechamento de ontem, que foi de R$ 9,25. Durante o dia, o ativo apresentou uma leve oscilação, com mínima de R$ 9,42 e máxima de R$ 9,48, demonstrando que o preço de fechamento coincidiu com o melhor momento do dia para o papel. O volume de cotas negociadas foi de 27.804, gerando um volume financeiro total de R$ 263.581,92. O fundo ocupa a quarta posição do ranking e mostra um fôlego interessante para ativos de menor valor nominal (abaixo de R$ 10,00), atraindo pequenos investidores que buscam diversificação. A análise dos dados de 52 semanas ainda está indisponível nesta base, focando a atenção na tendência de alta de curto prazo observada hoje.
O WHGR11 é um fundo híbrido gerido pela Wealth High Governance (WHG). Ele busca investir em uma combinação de ativos imobiliários, incluindo CRIs e outros fundos. Recentemente, a WHG destacou em relatório gerencial o foco na reciclagem de portfólio para captar ganhos de capital em ativos de logística.
5º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 88,86 ↑ 2,14%
Descrição: Ocupando o quinto lugar, o OUJP11 fechou o dia a R$ 88,86, o que representa uma alta de 2,14%. O valor subiu R$ 1,86 comparado ao fechamento anterior de R$ 87,00. O volume negociado foi de 17.125 cotas, com um giro de R$ 1.521.727,50, indicando uma liquidez robusta no mercado secundário. Diferente de alguns de seus pares, o OUJP11 teve uma variação intradiária mais clara, com mínima de R$ 85,67 e máxima de R$ 89,37. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observamos que o ativo está operando muito próximo de sua máxima histórica do período (R$ 89,37) e bem acima da mínima de R$ 55,90. Isso sinaliza um momento de forte valorização acumulada e otimismo dos investidores quanto à qualidade do crédito imobiliário presente na carteira do fundo, que é um dos mais tradicionais do segmento de papel.
O OUJP11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela JPP Capital e Ourinvest. O fundo é conhecido por sua gestão ativa de CRIs de diversos setores. A notícia de destaque é a manutenção do patamar de dividendos mesmo com a volatilidade dos índices de inflação, graças a uma reserva de lucros estratégica.
6º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 82,51 ↑ 1,43%
Descrição: O PVBI11, um dos nomes mais conhecidos no setor de lajes corporativas, encerrou com alta de 1,43%, cotado a R$ 82,51. O avanço nominal foi de R$ 1,16 sobre o valor de R$ 81,35 do dia anterior. O destaque vai para a altíssima liquidez: foram negociadas 83.558 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 6.894.370,58 — o maior valor em Reais desta lista. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 81,12 e a máxima de R$ 82,71. No panorama de 52 semanas, o preço atual está próximo da máxima de R$ 83,29, reforçando a tendência de recuperação do setor de escritórios premium. A variação positiva, somada ao grande volume financeiro, demonstra que investidores institucionais continuam aportando no fundo, buscando exposição a ativos “Triple A” na cidade de São Paulo.
O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e detém participações em prédios icônicos como o JK 180 e o Edifício Faria Lima 4440. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição da totalidade das cotas de um fundo proprietário de ativos no corredor da Faria Lima, consolidando sua presença na região mais valorizada da América Latina.
7º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 8,97 ↑ 1,36%
Descrição: O fundo LIFE11 apresentou uma alta de 1,36%, terminando o dia a R$ 8,97. A variação monetária foi de R$ 0,12 em relação ao fechamento de R$ 8,85. Com um volume expressivo de 96.591 cotas trocando de mãos, o fundo movimentou R$ 866.421,27. Durante a sessão, o preço oscilou entre R$ 8,75 e R$ 8,99. Analisando a janela de 52 semanas, o LIFE11 está operando no topo de sua banda histórica (máxima de R$ 8,99), mostrando que o mercado está precificando positivamente seus resultados recentes. A mínima do ano foi de R$ 7,04, o que mostra uma recuperação ou crescimento consistente ao longo dos meses. O ativo demonstra ser uma opção popular entre investidores que preferem fundos com cotação baseada em “dez reais” (base 10), o que facilita o reinvestimento de dividendos.
O LIFE11 é um fundo imobiliário gerido pela Life Capital Partners, focado em ativos de crédito (CRIs). A estratégia do fundo passa por uma carteira diversificada e pulverizada. A última notícia relevante reportada pela gestão foi a melhoria no perfil de risco da carteira após a quitação antecipada de alguns títulos de maior risco.
8º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,48 ↑ 1,36%
Descrição: Empatado em termos percentuais de alta com o anterior, o BBIG11 fechou a R$ 7,48 (+1,36%). O ganho por cota foi de R$ 0,10. Este ativo registrou o maior volume de negociação em quantidade de cotas da lista, com 143.113 unidades operadas, resultando em um giro de R$ 1.070.485,24. A máxima do dia (R$ 7,50) tocou exatamente a máxima de 52 semanas, o que é um forte sinal técnico de tendência de alta. A mínima do dia foi de R$ 7,35, enquanto a mínima anual registrada é de R$ 5,40. O fundo tem demonstrado um crescimento contínuo de base de investidores, aproveitando a chancela da marca Banco do Brasil. O fechamento próximo à máxima histórica anual sugere que o mercado espera novos anúncios positivos vindos da gestão no curto prazo.
O BBIG11 é um fundo focado em shoppings centers, sob gestão da BB Asset Management. Seu foco é a participação em ativos resilientes com fluxo de caixa estável. Recentemente, o fundo chamou atenção ao ampliar sua base de cotistas através da rede de agências do Banco do Brasil, visando aumentar a capilaridade.
9º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 95,43 ↑ 0,98%
Descrição: O BCIA11, fundo de fundos (FoF) do Bradesco, fechou com valorização de 0,98%, sendo negociado a R$ 95,43. O aumento foi de R$ 0,93 sobre os R$ 94,50 anteriores. O volume negociado foi de 9.603 cotas, com movimento financeiro de R$ 916.414,29. Durante o dia, o ativo chegou a bater R$ 95,45, que também é o teto de preço registrado nas últimas 52 semanas. A mínima do dia foi de R$ 93,37. Por ser um fundo que investe em outros fundos imobiliários, sua valorização reflete a melhora generalizada do IFIX (índice de fundos imobiliários). O fato de estar operando em sua máxima anual demonstra que o desconto em relação ao valor patrimonial, comum em FoFs, está diminuindo à medida que o mercado de FIIs ganha tração.
O BCIA11 é o fundo de fundos gerido pela Bradesco Asset Management. Ele busca alfa através da seleção criteriosa de outros FIIs de tijolo e papel. Notícias recentes indicam que a gestão aumentou a exposição ao setor de logística, antecipando uma melhora nos aluguéis industriais.
10º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 68,74 ↑ 0,88%
Descrição: Fechando o nosso ranking, o JSRE11 registrou uma alta de 0,88%, cotado a R$ 68,74. O acréscimo foi de R$ 0,60 comparado ao fechamento de R$ 68,14. O ativo teve uma boa movimentação, com 49.625 cotas negociadas e um volume financeiro expressivo de R$ 3.411.222,50 — o segundo maior do dia. A oscilação diária ocorreu entre R$ 67,16 e R$ 68,82. Interessante notar que, embora esteja em alta, o JSRE11 ainda opera longe de sua máxima de 52 semanas (R$ 68,82, tocada hoje no topo da variação), mas acima da mínima de R$ 46,71. Sendo um fundo de gestão multi-estratégia com forte presença em lajes corporativas, este movimento de fechamento na máxima sugere uma tentativa de rompimento de resistência de preços, podendo atrair mais compradores nas próximas sessões.
O JSRE11 é um fundo gerido pelo Banco Safra, focado principalmente em escritórios comerciais de alto padrão em São Paulo. O fundo é conhecido por sua gestão ativa e portfólio de imóveis premium. Recentemente, a gestão tem focado na redução da vacância de seus edifícios, com novos contratos de locação sendo assinados na região da Avenida Paulista.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,84 | -0,04% |
| 2 | HSLG11 | R$ 91,25 | -0,04% |
| 3 | URPR11 | R$ 39,79 | -0,03% |
| 4 | FATN11 | R$ 88,32 | -0,02% |
| 5 | BTRA11 | R$ 68,50 | -0,02% |
| 6 | KIVO11 | R$ 67,00 | -0,02% |
| 7 | DEVA11 | R$ 27,26 | -0,02% |
| 8 | GARE11 | R$ 8,82 | -0,02% |
| 9 | BROF11 | R$ 58,69 | -0,02% |
| 10 | RZAT11 | R$ 89,95 | -0,02% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%
Descrição: O ativo SPXS11 encerrou o pregão liderando as quedas do grupo analisado. Com um preço atual de R$ 8,84, o fundo registrou uma variação negativa de R$ 0,38 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,22. Durante o dia, a cotação manteve-se estagnada em sua mínima, sem apresentar recuperação para a máxima registrada no mesmo valor. O volume de negociação foi de 91.758 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 811.140,72. É importante notar que não há dados disponíveis para as mínimas e máximas de 52 semanas nesta base, o que pode indicar uma listagem recente ou ajuste estrutural. O fundo operou com liquidez moderada, ocupando o primeiro lugar no ranking de variação percentual negativa desta lista específica. O investidor deve observar que a ausência de volatilidade intradiária (mínima e máxima iguais) sugere um fechamento em patamar de forte pressão vendedora.
O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia híbrida gerido pela SPX Gestão de Recursos, focado em adquirir ativos em diferentes segmentos para gerar renda e ganho de capital. Recentemente, a SPX tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos aos cotistas.
2º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,25 ↓3,90%
Descrição: O HSLG11 apresentou uma retração significativa de R$ 3,70 no valor de sua cota, fechando o dia a R$ 91,25. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 91,11 e a máxima de R$ 94,88, mostrando que, embora tenha tentado uma recuperação, terminou próximo do menor valor do dia. O volume de negociações atingiu 23.209 ações, totalizando um volume financeiro robusto de R$ 2.117.821,25. Comparando com o histórico de 52 semanas, o preço atual está mais próximo da máxima (R$ 94,95) do que da mínima (R$ 62,62), indicando que, apesar da queda diária de 3,90%, o fundo mantém uma valorização relevante no longo prazo. O fechamento anterior de R$ 94,95 serviu como teto para o dia, mas a pressão vendedora prevaleceu logo no início das operações.
Este fundo é focado no setor logístico, gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos), possuindo galpões de alto padrão (Triple A) em localizações estratégicas. Uma notícia recente do setor destaca que o HSLG11 concluiu a locação de áreas remanescentes em seus ativos, elevando sua taxa de ocupação para níveis próximos da totalidade.
3º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 39,79 ↓3,33%
Descrição: O URPR11 fechou o dia cotado a R$ 39,79, o que representa uma queda de 3,33% ou R$ 1,37 em termos nominais. O fundo imobiliário demonstrou volatilidade durante o pregão, atingindo a mínima de R$ 39,02 e a máxima de R$ 40,56. O volume de cotas negociadas foi de 38.032, gerando um giro financeiro de R$ 1.513.293,28. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo já transitou entre R$ 30,68 e R$ 55,47, situando o preço atual em uma zona intermediária de suporte técnico. O fechamento anterior foi de R$ 41,16, evidenciando um gap de baixa que não foi recuperado durante as horas de negociação. A liquidez do ativo permanece saudável para o perfil de investidores pessoa física que buscam renda mensal.
O URPR11 é um fundo de papel (CRI) que busca retorno através de investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários, com foco em operações de crédito estruturado de maior risco e retorno (High Yield). Em relatórios recentes, a gestão mencionou a manutenção da estratégia de originação própria para garantir spreads saudáveis mesmo em cenários de deflação.
4º – FDO DE INVEST IMOB ATHENA I CF (FATN11) | R$ 88,32 ↓2,39%
Descrição: O fundo FATN11 registrou um fechamento a R$ 88,32, marcando uma desvalorização de 2,39% no dia. A variação nominal foi negativa em R$ 2,16 em comparação ao fechamento anterior de R$ 90,48. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 88,17 e alcançou a máxima de R$ 90,60, indicando que houve força compradora no início que perdeu fôlego ao longo do tempo. O volume negociado foi de 17.499 cotas, resultando em um movimento financeiro de R$ 1.545.511,68. Observando a janela de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 67,04 e R$ 90,82, o que coloca o valor atual muito próximo do topo histórico anual, sugerindo uma realização de lucros natural por parte dos investidores após um período de forte alta.
O Athena I é um fundo imobiliário de gestão ativa que investe predominantemente em ativos de renda urbana e escritórios. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a distribuição de dividendos acima da média do mercado, impulsionada pelo recebimento de aluguéis atrasados e renegociações de contratos.
5º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 68,50 ↓2,20%
Descrição: O BTRA11 encerrou o dia com sua cota avaliada em R$ 68,50, uma queda de 2,20% (R$ 1,54). O movimento de preços foi contido entre a mínima de R$ 68,00 e a máxima de R$ 70,03. Com um volume de 8.672 cotas transacionadas, o montante financeiro totalizou R$ 594.032,00, sendo um dos volumes mais baixos da lista, o que pode aumentar a volatilidade dos preços. No histórico de um ano, o ativo variou entre R$ 39,92 e R$ 73,98. O fechamento anterior foi de R$ 70,04, e a incapacidade de sustentar esse patamar reflete o sentimento de cautela no agronegócio. O volume negociado mostra que o interesse institucional foi limitado nesta sessão específica.
Gerido pelo BTG Pactual, o BTRA11 foca na aquisição e arrendamento de terras agrícolas produtivas no Brasil. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de regularização de algumas garantias imobiliárias relacionadas a produtores em dificuldades financeiras, o que tem sido monitorado de perto pelo mercado.
6º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 67,00 ↓2,08%
Descrição: O KIVO11 fechou a R$ 67,00, apresentando uma variação negativa de 2,08% (R$ 1,42). O fundo operou em uma faixa estreita entre R$ 66,85 e R$ 68,50 durante o dia. O volume de ações (cotas) foi de 6.096, o menor volume desta lista, gerando R$ 408.432,00 em negócios. O fechamento anterior estava em R$ 68,42. Analisando as 52 semanas, o fundo viu seu preço oscilar entre R$ 46,93 e R$ 69,00, o que coloca o valor atual em um patamar elevado em relação à sua média anual, apesar do recuo diário. A baixa liquidez do dia sugere que poucos negócios foram suficientes para deslocar o preço para baixo.
O KIVO11 é um fundo de recebíveis imobiliários (CRIs) com gestão da Kilima Gestão de Recursos. O fundo busca diversificação em crédito privado imobiliário. A notícia mais recente do fundo trata da atualização mensal de seu portfólio, que demonstrou resiliência nos pagamentos de juros e amortizações dos ativos lastreados.
7º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 27,26 ↓2,01%
Descrição: O DEVA11 registrou uma queda de 2,01%, fechando a R$ 27,26. A desvalorização nominal foi de R$ 0,56 frente ao fechamento anterior de R$ 27,82. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 27,19 e a máxima de R$ 27,90. O volume de negociação foi expressivo, com 48.884 cotas trocando de mãos, totalizando R$ 1.332.577,84. O histórico de 52 semanas mostra uma volatilidade severa, com mínima de R$ 22,18 e máxima de R$ 31,59. O preço atual reflete o momento de recuperação gradual, embora o dia tenha sido de baixa. A liquidez continua sendo um dos pontos fortes do ativo no mercado secundário da B3.
O Devant Recebíveis é um FII focado em certificados de recebíveis imobiliários com foco em projetos de incorporação e multipropriedade. O fundo tem passado por reestruturações de dívidas em sua carteira, e a última notícia reportada foi o aumento na transparência dos relatórios gerenciais para acalmar os investidores sobre os riscos de inadimplência.
8º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,82 ↓1,78%
Descrição: O GARE11 teve um fechamento de R$ 8,82, uma queda de 1,78% (R$ 0,16). Apesar de ser uma das menores variações percentuais da lista, foi o ativo com o maior volume de negociação disparado, com 1.875.140 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 16.538.734,80. O preço variou entre R$ 8,79 e R$ 8,82, mostrando uma concentração de negociações em uma faixa muito curta de preço, possivelmente devido à forte liquidez e arbitragem. Não há dados de 52 semanas disponíveis no relatório fornecido. O fechamento anterior foi de R$ 8,98, e o ativo não conseguiu testar patamares superiores durante o dia.
O GARE11, antigo GALG11, é um fundo imobiliário de logística com foco em contratos atípicos de longo prazo (Buy-to-Lease). Recentemente, o fundo anunciou a mudança de ticker e a expansão de sua estratégia para incluir ativos de renda urbana, visando maior diversificação e segurança para o cotista.
9º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 58,69 ↓1,74%
Descrição: O BROF11 encerrou o pregão cotado a R$ 58,69, o que representa uma redução de 1,74% (R$ 1,04) em seu valor. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 57,93 e a máxima de R$ 60,00. Foram negociadas 11.854 cotas, movimentando um total de R$ 695.711,26. No período de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 39,17 e R$ 60,00. O fechamento de hoje mostra que o papel está testando o suporte após ter atingido recentemente sua máxima anual. O fechamento anterior de R$ 59,73 indica que a barreira dos R$ 60,00 está servindo como uma resistência psicológica importante para o mercado.
O BROF11 é um fundo de lajes corporativas (escritórios) gerido pela BR Properties, detentor de ativos de alto padrão em centros corporativos como São Paulo. A última notícia de destaque para o fundo foi a venda parcial de ativos para redução de alavancagem, o que resultou em uma distribuição extraordinária de dividendos.
10º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 89,95 ↓1,72%
Descrição: O RZAT11 fechou o dia a R$ 89,95, registrando a menor queda percentual do grupo, de 1,72% (R$ 1,57). O ativo transitou entre a mínima de R$ 89,90 e a máxima de R$ 91,99. O volume de negociação foi de 12.285 cotas, com um giro financeiro de R$ 1.105.035,75. No intervalo de 52 semanas, o fundo teve mínima de R$ 66,60 e máxima de R$ 91,99. Assim como outros ativos da lista, o RZAT11 encerrou o dia muito próximo da sua máxima anual, indicando que a queda de hoje pode ser interpretada como um movimento técnico de correção pontual. O fechamento anterior foi de R$ 91,52.
O RZAT11 é um fundo que investe em uma carteira diversificada de crédito imobiliário e outros FIIs, com uma pegada High Yield (alto rendimento). A gestora Riza Capital informou recentemente que o fundo completou uma nova rodada de captação de recursos, visando aproveitar oportunidades em ativos de crédito com taxas de retorno atrativas.