As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RDOR3 | R$ 43,84 | 3,42% |
| 2 | PSSA3 | R$ 51,74 | 2,99% |
| 3 | CXSE3 | R$ 17,81 | 2,89% |
| 4 | VBBR3 | R$ 29,59 | 2,89% |
| 5 | USIM5 | R$ 6,47 | 2,70% |
| 6 | RADL3 | R$ 25,15 | 2,65% |
| 7 | MRVE3 | R$ 8,28 | 2,60% |
| 8 | RENT3 | R$ 49,64 | 2,58% |
| 9 | AXIA6 | R$ 59,29 | 2,56% |
| 10 | IRBR3 | R$ 59,33 | 2,56% |
1º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 43,84 ↑3,42%
Descrição: A Rede D’Or liderou o ranking de valorização com um desempenho sólido, fechando o dia cotada a R$ 43,84. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 41,86 e máxima de R$ 43,89, muito próxima ao valor de fechamento. A variação nominal positiva foi de R$ 1,45 por ação. O volume de negociação foi expressivo, totalizando R$ 204.456.608,00, movimentando mais de 4,6 milhões de papéis. Olhando para o histórico de 52 semanas, a empresa mostra uma recuperação notável, saindo de uma mínima de R$ 23,62 para flertar com sua máxima de R$ 45,10, sinalizando uma forte confiança do mercado em sua tese de consolidação hospitalar. O fechamento anterior de R$ 42,39 serviu como suporte para a subida de hoje.
A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, operando hospitais de alta complexidade e laboratórios. Recentemente, a empresa tem focado na integração de suas operações de seguros (SulAmérica) para otimizar sinergias. A última notícia relevante envolve a aprovação de novos investimentos para a expansão de seus “hubs” hospitalares em capitais estratégicas, visando aumentar o número de leitos operacionais.
2º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 51,74 ↑2,99%
Descrição: A Porto Seguro apresentou uma performance de destaque, fechando o dia a R$ 51,74, um incremento de R$ 1,50 em relação ao fechamento anterior de R$ 50,24. O ativo operou em um canal estreito de preço, com mínima de R$ 50,14 e máxima de R$ 51,84. Com um volume financeiro de R$ 99.071.752,00 e 1,9 milhão de ações trocando de mãos, a companhia reforça sua posição defensiva e atrativa no setor financeiro. O papel está atualmente próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 55,97), bem distante da mínima anual de R$ 34,75, o que indica uma tendência de alta consistente no médio prazo para os investidores que buscam dividendos e estabilidade.
A Porto Seguro é líder no segmento de seguros automotivos e residenciais no Brasil, tendo diversificado suas operações para serviços financeiros e soluções de saúde. Recentemente, o mercado reagiu positivamente à notícia de que a companhia superou as metas de sinistralidade no último trimestre, refletindo uma gestão de risco mais eficiente e o aumento na venda de apólices digitais.
3º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 17,81 ↑2,89%
Descrição: A Caixa Seguridade registrou uma valorização de R$ 0,50, encerrando o pregão a R$ 17,81. O volume de ações negociadas foi um dos maiores do dia, atingindo a marca de 10.050.500 papéis, o que resultou em um giro financeiro de R$ 178.999.405,00. O fechamento de hoje é particularmente simbólico, pois o preço de R$ 17,81 ficou a apenas três centavos de sua máxima histórica de 52 semanas, que é R$ 17,84. Isso demonstra um forte ímpeto comprador. A mínima do dia foi de R$ 17,40, mostrando que o ativo encontrou suporte rápido logo após a abertura, superando com facilidade o fechamento anterior de R$ 17,31.
A empresa atua como a holding de seguros, previdência e capitalização da Caixa Econômica Federal, beneficiando-se da vasta capilaridade da rede bancária estatal. A notícia mais recente do setor aponta que a Caixa Seguridade renovou acordos operacionais estratégicos em sua rede de agências, o que deve garantir a manutenção das margens de lucro e a distribuição de dividendos robustos para os próximos trimestres.
4º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 29,59 ↑2,89%
Descrição: A Vibra Energia fechou o dia em alta de 2,89%, cotada a R$ 29,59, uma variação positiva de R$ 0,83 em relação aos R$ 28,76 do dia anterior. O movimento foi acompanhado por um volume financeiro substancial de R$ 182.407.555,00, com mais de 6,1 milhões de ações negociadas. Durante o pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 29,71, que curiosamente coincide com a máxima registrada nas últimas 52 semanas, sugerindo um rompimento de resistência técnica importante. A mínima do dia foi de R$ 28,70. Comparado à mínima anual de R$ 13,91, o papel acumula uma valorização expressiva, refletindo a reestruturação bem-sucedida da companhia.
A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil. A empresa tem se transformado em uma plataforma de energia multi-negócios, investindo pesado em fontes renováveis. Recentemente, a Vibra anunciou a conclusão da aquisição de uma participação majoritária em uma comercializadora de energia renovável, reforçando sua estratégia de descarbonização e diversificação de portfólio.
5º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,47 ↑2,70%
Descrição: A Usiminas apresentou uma recuperação importante, subindo R$ 0,17 e fechando a R$ 6,47. Com o maior volume quantitativo da lista, foram negociadas 11.573.600 ações, gerando um volume financeiro de R$ 74.881.192,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 6,23 e a máxima de R$ 6,51. Apesar da alta de hoje, o ativo ainda opera distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 7,15), mas bem acima da mínima de R$ 3,90. O fechamento anterior em R$ 6,30 serviu de piso para o movimento ascendente, impulsionado possivelmente por expectativas macroeconômicas favoráveis ao setor de infraestrutura e commodities metálicas.
A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina, com forte atuação nos setores de aços planos e mineração. A companhia passou recentemente por uma reforma em seu Alto-Forno 3 em Ipatinga, e a última notícia relevante destaca que a empresa retomou os níveis de produção plena, o que deve impactar positivamente os resultados operacionais dos próximos balanços.
6º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 25,15 ↑2,65%
Descrição: A Raia Drogasil, referência no setor de varejo farmacêutico, fechou o pregão a R$ 25,15, registrando uma alta de R$ 0,65. O volume negociado foi muito alto, totalizando R$ 214.665.310,00, o que demonstra a liquidez e o interesse institucional no papel. O ativo variou entre R$ 24,39 e R$ 25,19 ao longo do dia. Em uma perspectiva anual, a RADL3 mantém uma resiliência notável, mantendo-se próxima da máxima de 52 semanas (R$ 26,25) e quase o dobro da mínima de R$ 12,67. O mercado continua a premiar a execução logística e a expansão constante da base de lojas da companhia em território nacional.
A RD é a maior rede de farmácias do Brasil, operando as bandeiras Droga Raia e Drogasil. Além da venda de medicamentos, a empresa tem investido no conceito de “hub de saúde”. A notícia mais recente envolve a expansão de seus serviços de telemedicina e exames rápidos em loja, buscando aumentar o fluxo de clientes e fidelizar o público através de seu ecossistema digital.
7º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,28 ↑2,60%
Descrição: A MRV fechou o dia em R$ 8,28, apresentando uma variação de R$ 0,21. O papel teve um volume de 5.601.300 ações e um giro financeiro de R$ 46.378.764,00. Durante a sessão, o preço oscilou entre R$ 8,08 e R$ 8,38. O setor de construção civil é sensível às variações de juros, e o fechamento de hoje acima dos R$ 8,07 (fechamento anterior) sinaliza um otimismo cauteloso. A ação ainda busca recuperar patamares mais altos, visto que sua máxima de 52 semanas é de R$ 9,50, enquanto a mínima chegou a R$ 4,43 no último ano, mostrando a alta volatilidade característica do setor.
A MRV é a maior construtora do Brasil focada no segmento de baixa renda (Minha Casa, Minha Vida). A empresa também possui operações nos EUA através da Resia. Recentemente, a MRV divulgou dados operacionais de lançamentos e vendas que superaram as expectativas dos analistas, impulsionados pelas novas regras de subsídios habitacionais do governo federal.
8º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 49,64 ↑2,58%
Descrição: A Localiza teve um desempenho robusto, encerrando a R$ 49,64, com alta nominal de R$ 1,25. O volume financeiro foi o maior de toda a lista analisada, com R$ 277.924.432,00 movimentados, evidenciando sua relevância no índice Ibovespa. O papel atingiu a máxima de R$ 49,66, que é exatamente o topo de sua variação nas últimas 52 semanas, indicando que a empresa está em seu melhor momento de mercado do último ano. A mínima do dia foi de R$ 48,38, partindo de um fechamento anterior de R$ 48,39. O crescimento de 100% em relação à mínima anual de R$ 24,46 é um indicador de recuperação operacional vigorosa.
A Localiza é a maior empresa de aluguel de carros e gestão de frotas da América Latina. Após a fusão com a Unidas, a companhia consolidou sua dominância. A última notícia relevante reporta que a Localiza está renovando sua frota com uma proporção maior de veículos elétricos e híbridos, atendendo à demanda corporativa por metas de ESG e eficiência energética.
9º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 59,29 ↑2,56%
Descrição: A Eletrobras (sob o código de análise AXIA6) fechou o dia a R$ 59,29, com valorização de R$ 1,48. O volume de ações foi de .1.542.400, resultando em R$ 91.448.896,00 negociados. O ativo tocou a máxima de R$ 59,49, que também representa a máxima de 52 semanas, mostrando que a empresa está operando em patamares recordes de preço no período. A mínima do dia foi de R$ 57,94, superando o fechamento anterior de R$ 57,81. O papel dobrou de valor desde sua mínima anual de R$ 28,92, refletindo o sucesso da gestão privada pós-desestatização e o foco na venda de ativos não estratégicos.
A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina. Desde sua privatização, a companhia tem focado em eficiência operacional e redução de custos. Recentemente, a notícia de maior impacto foi o anúncio de um novo plano de recompra de ações e o pagamento de dividendos intercalares, o que atraiu investidores em busca de renda passiva.
10º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 59,33 ↑2,56%
Descrição: O IRB-Brasil encerrou a lista de maiores altas com um fechamento de R$ 59,33, subindo R$ 1,48. O volume de negociação foi de 703.300 ações, totalizando R$ 41.726.789,00. O ativo mostrou resiliência ao longo do dia, variando entre R$ 57,79 e R$ 59,49. Apesar da alta, o papel ainda está abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 61,42, mas significativamente acima da mínima de R$ 42,58. O fechamento anterior foi de R$ 57,85. Este movimento sugere uma estabilização após os períodos de forte turbulência enfrentados pela resseguradora em anos anteriores, com o mercado monitorando de perto sua solvência.
O IRB Brasil RE é a maior resseguradora do país, atuando na aceitação de riscos de outras seguradoras. Após passar por uma profunda reestruturação de governança e capital, a empresa busca recuperar a rentabilidade. A última notícia relevante indica que a Susep (Superintendência de Seguros Privados) confirmou que a companhia mantém índices de liquidez acima do mínimo exigido, trazendo maior tranquilidade aos acionistas.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIZ4 | R$ 0,95 | -7,77% |
| 2 | CVCB3 | R$ 2,48 | -5,34% |
| 3 | BRAV3 | R$ 18,31 | -3,12% |
| 4 | RECV3 | R$ 10,96 | -3,01% |
| 5 | AZZA3 | R$ 26,05 | -2,58% |
| 6 | HAPV3 | R$ 12,71 | -2,23% |
| 7 | PETR3 | R$ 39,56 | -2,06% |
| 8 | PETR4 | R$ 37,18 | -1,54% |
| 9 | CSAN3 | R$ 5,81 | -1,53% |
| 10 | COGN3 | R$ 4,49 | -1,32% |
1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,95 ↓ 7,77%
Descrição: A Raízen liderou as perdas do dia com uma queda acentuada de 7,77%, encerrando a sessão cotada a R$ 0,95. Durante o pregão, o papel demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 0,92 e a máxima de R$ 1,03, valor que coincidia com o fechamento anterior. O volume de ações negociadas foi expressivo, totalizando 43.160.100 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 41.002.095,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o ativo está operando muito próximo de sua mínima anual (R$ 0,79) e distante da máxima de R$ 2,23, o que pode acender um alerta para investidores de valor. A variação nominal negativa foi de R$ 0,08 por cota. A pressão vendedora foi constante, e o fechamento abaixo de um real coloca a ação em uma zona psicologicamente sensível para o mercado de capitais brasileiro.
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando de forma integrada na produção de açúcar e etanol, além de distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), buscando liderar a transição energética global.
2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,48 ↓ 5,34%
Descrição: A CVC Brasil registrou a segunda maior desvalorização do grupo analisado, recuando 5,34% e fechando o dia a R$ 2,48. O papel abriu abaixo do fechamento anterior de R$ 2,62 e oscilou entre a mínima de R$ 2,44 e a máxima de R$ 2,59. A movimentação financeira foi robusta, com R$ 79.623.624,00 transacionados através de 32.106.300 ações. A variação negativa em termos monetários foi de R$ 0,14. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta uma amplitude entre R$ 1,64 e R$ 2,79, indicando que, apesar da queda atual, o preço ainda se mantém em um patamar intermediário dentro de seu intervalo anual. O setor de turismo frequentemente reage a variações no câmbio e nas taxas de juros futuras, o que justifica a sensibilidade do papel no dia de hoje.
A CVC é a maior operadora de viagens do Brasil, com vasta rede de franquias e forte presença no mercado digital. Uma notícia recente de impacto foi a conclusão de sua última reestruturação de dívida, visando melhorar o fluxo de caixa e a sustentabilidade financeira da companhia.
3º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,31 ↓ 3,12%
Descrição: A Brava Energia, resultado da fusão entre 3R Petroleum e Enauta, encerrou o dia em queda de 3,12%, com a ação precificada em R$ 18,31. O ativo registrou uma variação negativa de R$ 0,59 em relação ao fechamento anterior de R$ 18,90. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 17,99 e R$ 18,58. O volume financeiro movimentado foi de R$ 119.873.739,00, com 6.546.900 ações trocando de mãos. O patamar atual de R$ 18,31 está mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 13,29) do que da máxima (R$ 23,70), refletindo os desafios de integração e a volatilidade do mercado de petróleo. O desempenho da empresa é diretamente influenciado pelas cotações internacionais do barril de petróleo Brent e pelo cronograma de produção de seus campos maduros.
A Brava Energia é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás no Brasil, focada em revitalizar campos maduros e aumentar a eficiência operacional. Recentemente, a empresa anunciou a retomada da produção no Campo de Papa-Terra, um marco importante para suas metas de produção orgânica.
4º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,96 ↓ 3,01%
Descrição: As ações da PetroRecôncavo recuaram 3,01%, fechando a sessão a R$ 10,96. A desvalorização nominal foi de R$ 0,34 comparado ao fechamento anterior de R$ 11,30. O papel teve um dia de negociações dentro do intervalo de R$ 10,72 (mínima) e R$ 11,15 (máxima). O volume financeiro atingiu R$ 80.817.944,00, com um total de 7.373.900 ações negociadas. Analisando o intervalo das últimas 52 semanas, o preço atual de R$ 10,96 está próximo da mínima de R$ 9,43, enquanto a máxima do período foi de R$ 14,63. O setor de óleo e gás sofreu de forma generalizada nesta sessão, impactando diretamente os papéis da companhia, que depende da estabilidade operacional de seus polos na Bahia e no Rio Grande do Norte.
A PetroRecôncavo é uma empresa brasileira especializada na operação de campos terrestres (onshore) de óleo e gás. Uma notícia relevante para os investidores foi a divulgação de seu último relatório de certificação de reservas, que apontou um aumento significativo em suas reservas provadas, reforçando a tese de longo prazo.
5º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 26,05 ↓ 2,58%
Descrição: A Azzas 2154, holding resultante da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, apresentou queda de 2,58%, fechando a R$ 26,05. A variação negativa foi de R$ 0,69 por ação. O papel registrou uma mínima diária de R$ 25,86 e uma máxima de R$ 26,99, com o volume financeiro somando R$ 67.860.250,00 através de 2.605.000 ações negociadas. No panorama anual, a ação apresenta uma volatilidade considerável, com máxima de 52 semanas em R$ 41,49 e mínima de R$ 19,30. O mercado de consumo discricionário e varejo de moda de alto padrão, onde a empresa atua, é sensível às projeções de inflação e poder de compra das famílias, fatores que influenciaram o desempenho negativo no pregão de hoje.
A Azzas 2154 é a maior plataforma de moda da América Latina, detendo marcas icônicas como Arezzo, Schutz, Hering e Farm. A última grande notícia do grupo foi a conclusão formal da fusão das operações, iniciando o processo de captura de sinergias operacionais e logísticas entre as marcas.
6º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 12,71 ↓ 2,23%
Descrição: A Hapvida encerrou o pregão cotada a R$ 12,71, o que representa uma retração de 2,23%. O recuo nominal foi de R$ 0,29 sobre o fechamento anterior de R$ 13,00. O papel tocou a mínima de R$ 12,70 (valor que também coincide com sua mínima de 52 semanas, sugerindo um suporte crítico) e a máxima de R$ 13,08. O volume financeiro movimentado foi de R$ 106.325.505,00, com 8.365.500 ações negociadas. A distância para a máxima de 52 semanas (R$ 44,85) é notável, refletindo um ano desafiador para o setor de saúde suplementar. O aumento da sinistralidade e a pressão nos custos médicos são fatores que os analistas monitoram de perto para avaliar a capacidade de recuperação das margens operacionais da companhia.
A Hapvida é um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado que inclui rede própria de hospitais e clínicas. Recentemente, a empresa anunciou planos de venda de ativos não estratégicos para focar na desalavancagem financeira.
7º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 39,56 ↓ 2,06%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em queda de 2,06%, valendo R$ 39,56. A variação negativa foi de R$ 0,83. O papel oscilou entre a mínima de R$ 39,08 e a máxima de R$ 39,72, com um volume financeiro robusto de R$ 539.368.952,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, operando perto de sua máxima de R$ 41,26, muito acima da mínima de R$ 29,34. Por possuírem direito a voto, as ações ordinárias costumam carregar um prêmio de governança, mas acompanham de perto as decisões políticas e a estratégia de dividendos da estatal. O fluxo de venda hoje parece estar atrelado à realização de lucros e à cautela com o cenário macroeconômico global e os preços das commodities.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que lidera o setor de petróleo e gás no Brasil. Uma notícia recente que impactou o mercado foi o anúncio de seu novo Plano Estratégico, que prevê investimentos significativos em energias renováveis e na manutenção da exploração no pré-sal.
8º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 37,18 ↓ 1,54%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) registraram o maior volume financeiro da lista, totalizando R$ 1.346.704.216,00, reforçando sua posição como a ação mais líquida da bolsa. O papel fechou a R$ 37,18, uma queda de 1,54%, com desvalorização de R$ 0,58 por cota. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 36,62 e R$ 37,21. Diferente das ordinárias, as preferenciais têm prioridade no recebimento de dividendos. O preço atual está bem posicionado dentro do intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 27,30 e máxima de R$ 38,58). O desempenho operacional da companhia continua sólido, mas o sentimento do investidor é frequentemente testado por incertezas regulatórias e pela política de preços de combustíveis da estatal no mercado interno.
A Petrobras é referência mundial em exploração de petróleo em águas ultraprofundas. Recentemente, a empresa confirmou o pagamento de dividendos intercalares, o que continua atraindo investidores focados em renda passiva, apesar das oscilações diárias do mercado.
9º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,81 ↓ 1,53%
Descrição: A Cosan apresentou um recuo de 1,53% no pregão de hoje, encerrando a R$ 5,81. A queda nominal foi de R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 5,90. O ativo registrou mínima de R$ 5,76 e máxima de R$ 5,98 durante a sessão. O volume negociado somou R$ 119.867.853,00, com 20.631.300 ações em circulação. Em uma perspectiva de 52 semanas, a ação está operando em patamares baixos, considerando a máxima de R$ 8,78 e a mínima de R$ 4,92. A Cosan, como uma holding de portfólio diversificado, acaba sendo afetada pelo desempenho de suas controladas e pela percepção de risco sobre sua alavancagem financeira em um cenário de juros elevados.
A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do país, com ativos em energia (Raízen e Compass), logística (Rumo) e lubrificantes (Moove). Uma notícia de destaque foi a movimentação para o IPO da Moove na bolsa de Nova York, estratégia vista como essencial para a redução da dívida da holding.
10º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 4,49 ↓ 1,32%
Descrição: A Cogna Educação fechou a lista das dez maiores variações negativas com uma queda de 1,32%, terminando o dia a R$ 4,49. A redução nominal foi de R$ 0,06 por ação. O papel teve mínima de R$ 4,48 e máxima de R$ 4,59. O volume financeiro negociado foi de R$ 98.717.140,00, totalizando 21.986.000 ações. O ativo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 4,75, indicando uma tendência de recuperação recente em comparação à mínima anual de R$ 1,14. O setor de educação tem sido beneficiado por expectativas de novas políticas públicas e pela reestruturação interna focada no ensino digital e eficiência de custos, o que explica a queda mais amena hoje.
A Cogna é a maior empresa de educação do Brasil, operando no ensino superior, básico e na venda de sistemas de ensino. Recentemente, a companhia reportou um aumento expressivo na captação de alunos para cursos de EAD, sinalizando uma melhoria na rentabilidade do seu braço Kroton.