Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 11/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SUZB3 R$ 57,73 12,93%
2 SMTO3 R$ 16,57 9,74%
3 CVCB3 R$ 2,70 8,00%
4 TIMS3 R$ 28,03 7,85%
5 KLBN11 R$ 20,95 5,65%
6 BRKM5 R$ 10,91 5,51%
7 CSAN3 R$ 6,43 5,41%
8 MGLU3 R$ 11,12 4,91%
9 PRIO3 R$ 53,88 4,68%
10 MRVE3 R$ 9,88 4,22%

1º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 57,73 ↑ 12,93%

Descrição: A Suzano liderou as valorizações do dia com um desempenho excepcional, fechando a R$ 57,73. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 6,61, impulsionado por um volume financeiro expressivo de R$ 1,51 bilhão. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 52,90 e a máxima de R$ 57,75, aproximando-se do seu teto de 52 semanas (R$ 58,83). O volume de ações negociadas atingiu a marca de 26.244.100 unidades, refletindo um forte apetite institucional. Este movimento é tecnicamente relevante, pois o preço de fechamento superou com folga o fechamento anterior de R$ 51,12. A empresa demonstra solidez ao operar próxima de suas máximas anuais, mantendo-se distante da mínima de R$ 45,48 registrada no último ano.

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Recentemente, a empresa ganhou destaque no noticiário econômico devido ao início das operações do Projeto Cerrado, no Mato Grosso do Sul, considerada a maior linha única de produção de celulose do mundo, o que aumenta significativamente sua capacidade produtiva e eficiência operacional.


2º – SÃO MARTINHO S.A. (SMTO3) | R$ 16,57 ↑ 9,74%

Descrição: A São Martinho consolidou a segunda posição no ranking de altas, registrando uma valorização de 9,74%. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 16,57, uma variação positiva de R$ 1,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,10. O volume negociado somou R$ 87,54 milhões, com 5.283.200 ações trocando de mãos. A amplitude do dia mostrou uma mínima de R$ 15,13 e uma máxima de R$ 16,63, evidenciando que a ação fechou próxima do pico intradiário. Apesar da forte alta, o papel ainda opera abaixo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 22,90, mas demonstra recuperação em relação à mínima anual de R$ 12,91. O fluxo comprador sugere um otimismo renovado do setor sucroenergético.

A São Martinho é um dos maiores grupos do setor sucroenergético do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa de cana-de-açúcar. Uma notícia recente que impactou o setor foi a revisão das projeções de safra e o aumento do mix de produção para o etanol, visando aproveitar a valorização dos biocombustíveis no mercado interno.


3º – CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A. (CVCB3) | R$ 2,70 ↑ 8,00%

Descrição: A CVCB3 apresentou um salto de 8,00% na sessão, finalizando o pregão a R$ 2,70. Com um volume de 39.207.900 ações, a liquidez foi um dos pontos altos da empresa, totalizando R$ 105,86 milhões em volume negociado. A oscilação diária variou de R$ 2,50 a R$ 2,73, indicando que o ativo testou resistências importantes. O fechamento anterior estava em R$ 2,50, que curiosamente foi a mínima do dia atual. Vale notar que a ação está muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 2,79), sinalizando um movimento de recuperação robusto se comparado à mínima histórica recente de R$ 1,64. O mercado parece precificar uma melhora no fluxo de turismo e na reestruturação financeira da companhia.

A CVC Brasil é a maior operadora de viagens da América Latina, atuando na intermediação de serviços turísticos, passagens aéreas e pacotes de lazer. Recentemente, a empresa anunciou dados operacionais positivos sobre as reservas confirmadas para a temporada de verão, o que ajudou a elevar o otimismo dos investidores quanto à recuperação das margens de lucro no curto prazo.


4º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 28,03 ↑ 7,85%

Descrição: As ações da TIM fecharam o dia em forte alta de 7,85%, alcançando o valor de R$ 28,03. A variação nominal foi de R$ 2,04 em comparação ao fechamento de R$ 25,99 do dia anterior. O volume financeiro movimentado foi robusto, totalizando R$ 383,91 milhões, com a negociação de 13.696.600 ativos. Durante o pregão, o papel atingiu a máxima de R$ 28,74, que coincide exatamente com a sua máxima de 52 semanas, marcando um momento de topo histórico recente para a companhia. A mínima do dia foi de R$ 26,64. Este desempenho coloca a TIM em uma posição técnica privilegiada, operando muito acima da mínima anual de R$ 13,79.

A TIM é uma das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, líder na cobertura 4G e 5G. A notícia mais recente que impulsionou o papel foi o anúncio da distribuição de dividendos intercalares e Juros Sobre Capital Próprio (JCP), reforçando sua política de remuneração aos acionistas após resultados operacionais sólidos no último trimestre.


5º – KLABIN UNT (KLBN11) | R$ 20,95 ↑ 5,65%

Descrição: A Klabin (Units) encerrou a sessão com valorização de 5,65%, cotada a R$ 20,95. O incremento no preço foi de R$ 1,12 por unit, partindo de um fechamento anterior de R$ 19,83. O volume financeiro atingiu R$ 310,26 milhões, com 14.809.700 contratos negociados. A ação oscilou entre a mínima de R$ 19,66 e a máxima de R$ 21,25, sendo que este valor máximo também representa o topo das últimas 52 semanas. O desempenho reflete a força do setor de papel e celulose no dia, acompanhando o movimento da Suzano. A distância para a mínima de 52 semanas (R$ 16,01) demonstra uma tendência de alta consistente ao longo do último ano fiscal.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, com foco em celulose, papéis para embalagens e embalagens de papel. A empresa esteve recentemente nos noticiários devido à conclusão da compra de ativos florestais da Arauco no Paraná, uma movimentação estratégica para garantir a autossuficiência de madeira para seus projetos de expansão.


6º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,91 ↑ 5,51%

Descrição: As ações da Braskem registraram alta de 5,51%, fechando a R$ 10,91. O ativo teve uma variação de R$ 0,57 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,34. Com um volume negociado de R$ 68,57 milhões e 6.285.300 ações em circulação no mercado, o papel mostrou volatilidade controlada entre a mínima de R$ 10,13 e a máxima de R$ 10,93. Embora o fechamento atual seja positivo, a ação ainda se encontra abaixo da máxima de 52 semanas, que é de R$ 13,90. Contudo, o preço atual representa uma recuperação significativa em relação à mínima de R$ 6,11 registrada no período anual, sugerindo que o papel encontrou um suporte em patamares mais baixos.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e outros insumos químicos básicos. Recentemente, o foco das notícias sobre a empresa tem sido o andamento das negociações de venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na companhia e as atualizações sobre as indenizações relacionadas ao evento geológico em Maceió.


7º – COSAN S.A. (CSAN3) | R$ 6,43 ↑ 5,41%

Descrição: A Cosan encerrou o dia com alta de 5,41%, atingindo a marca de R$ 6,43. A variação foi de R$ 0,33 sobre o fechamento anterior de R$ 6,10. O volume de ações movimentadas foi um dos maiores do dia em quantidade, com 45.149.600 papéis, gerando um volume financeiro de R$ 290,31 milhões. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,10 e a máxima de R$ 6,45. Apesar da alta percentual expressiva, o valor de mercado atual da Cosan ainda está distante de sua máxima de 52 semanas de R$ 8,78, embora tenha se afastado da mínima de R$ 4,92. O alto volume indica uma forte movimentação de base de investidores no papel.

A Cosan é uma holding brasileira com investimentos nos setores de energia, logística e infraestrutura, controlando empresas como Raízen, Compass e Rumo. Uma notícia de destaque recente foi a decisão estratégica de suspender o IPO da Moove, sua subsidiária de lubrificantes, nos Estados Unidos, aguardando condições de mercado mais favoráveis.


8º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 11,12 ↑ 4,91%

Descrição: O Magazine Luiza, representante do setor de varejo, fechou com alta de 4,91%, cotado a R$ 11,12. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,52 em comparação ao fechamento anterior de R$ 10,60. O volume negociado somou R$ 176,31 milhões, com 15.855.400 ações negociadas. Durante o dia, o papel atingiu a máxima de R$ 11,16, aproximando-se da máxima de 52 semanas de R$ 11,55. A mínima intradiária ficou em R$ 10,72. O varejista mostra resiliência, mantendo-se em patamares bem superiores à mínima de 52 semanas de R$ 6,21, o que indica uma recuperação do otimismo do consumidor e melhores expectativas para as taxas de juros.

O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, atuando fortemente no comércio eletrônico e físico. Recentemente, a empresa celebrou a parceria com o AliExpress (grupo Alibaba) para a venda de produtos de ambas as plataformas em seus respectivos marketplaces, visando aumentar o sortimento e a competitividade.


9º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 53,88 ↑ 4,68%

Descrição: A PRIO registrou valorização de 4,68%, encerrando o dia a R$ 53,88. O incremento nominal foi de R$ 2,41 em relação aos R$ 51,47 da sessão anterior. O volume financeiro foi muito robusto, alcançando R$ 731,04 milhões, com 13.568.000 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 51,80 e a máxima de R$ 54,00. É importante notar que o fechamento máximo do dia de R$ 54,00 é exatamente o teto das últimas 52 semanas para a companhia, evidenciando um momento de “all-time high” técnico ou proximidade de topo histórico, muito acima da mínima anual de R$ 32,68.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás natural do Brasil, focada na revitalização de campos maduros. A notícia recente que impulsionou os preços foi a divulgação do relatório de produção mensal, que mostrou aumento na extração nos campos de Frade e Wahoo, superando as expectativas do mercado.


10º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 9,88 ↑ 4,22%

Descrição: Fechando o top 10, a MRV Engenharia teve alta de 4,22%, finalizando o pregão a R$ 9,88. A variação foi de R$ 0,40 comparado ao fechamento anterior de R$ 9,48. O volume de negócios totalizou R$ 102,45 milhões, com a movimentação de 10.369.600 ações. O ativo registrou a mínima de R$ 9,54 e a máxima de R$ 9,97. Vale ressaltar que a máxima do dia (R$ 9,97) é também a máxima de 52 semanas para a ação, o que demonstra uma trajetória de recuperação impressionante frente à mínima de R$ 4,43 registrada no último ano. O setor de construção civil parece se beneficiar de ajustes em programas habitacionais.

A MRV Engenharia é a maior construtora da América Latina, focada em empreendimentos para o segmento de baixa renda (Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a empresa reportou um aumento significativo em suas vendas líquidas e lançamentos, sinalizando uma melhora operacional em suas operações tanto no Brasil quanto na sua subsidiária Resia, nos Estados Unidos.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TOTS3 R$ 38,36 -2,49%
2 LWSA3 R$ 4,09 -1,68%
3 BEEF3 R$ 5,83 -1,19%
4 HYPE3 R$ 23,67 -0,88%
5 PCAR3 R$ 3,59 -0,83%
6 BRAV3 R$ 18,18 -0,82%
7 HAPV3 R$ 11,24 -0,79%
8 B3SA3 R$ 17,32 -0,75%
9 AZZA3 R$ 25,74 -0,43%
10 RECV3 R$ 11,00 -0,18%

1º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 38,36 ↓2,49%

Descrição: A TOTVS lidera o ranking de volume e movimentação no relatório atual. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 38,36, registrando uma queda nominal de R$ 0,98 em relação ao fechamento anterior de R$ 39,34. Durante o dia, o papel demonstrou volatilidade, atingindo a máxima de R$ 39,96 e a mínima de R$ 38,31, aproximando-se do piso do dia no fechamento. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 6.823.000 papéis, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 261.730.280,00. Ao observarmos o histórico de 52 semanas, a ação transita em uma faixa intermediária, distante da sua máxima de R$ 48,22, mas confortavelmente acima da mínima de R$ 32,02. A variação percentual de 2,49% negativa coloca a empresa como a maior queda percentual deste grupo selecionado, exigindo atenção dos investidores quanto ao suporte de preço nos próximos pregões.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, focada no desenvolvimento de softwares de gestão (ERP), plataformas de produtividade e serviços financeiros. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de sua vertical de Business Performance e na integração de soluções de inteligência artificial em seu ecossistema.

2º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,09 ↓1,68%

Descrição: A LWSA (Locaweb) apresentou um recuo de 1,68%, finalizando o dia a R$ 4,09. O preço de fechamento ficou muito próximo da mínima registrada no dia, que foi de R$ 4,06, enquanto a máxima não ultrapassou os R$ 4,21. O volume de negociação atingiu 3.903.400 ações, movimentando o montante de R$ 15.964.906,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 4,16, a perda nominal foi de R$ 0,07. Analisando o intervalo de 52 semanas, o papel mostra uma desvalorização acentuada frente à máxima de R$ 4,80, embora ainda esteja operando acima da mínima anual de R$ 2,30. Este desempenho reflete o cenário desafiador para empresas de crescimento e tecnologia em ambientes de juros elevados, mantendo o papel em uma zona de consolidação de preços baixos.

A Locaweb é pioneira em serviços de hospedagem de sites e soluções de B2B para transformação digital no Brasil, com forte presença no setor de e-commerce. Uma notícia recente relevante foi o processo de reorganização societária e a mudança de marca para “LWSA”, visando consolidar as diversas aquisições feitas nos últimos anos.

3º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,83 ↓1,19%

Descrição: A Minerva registrou uma queda de 1,19% no pregão, com suas ações encerrando a R$ 5,83, valor que coincidiu exatamente com a mínima do dia. A máxima alcançada foi de R$ 5,96, partindo de um fechamento anterior de R$ 5,90. O volume de negociação foi robusto, com 13.326.900 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 77.695.827,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,07. No acumulado das últimas 52 semanas, a BEEF3 apresenta uma amplitude entre R$ 3,65 e R$ 7,37, indicando que o preço atual está mais próximo do topo do que do fundo anual, apesar do ajuste negativo do dia. O fluxo de vendas ao final da sessão pressionou o ativo, refletindo possivelmente ajustes de carteira ou expectativas sobre o ciclo pecuário.

A Minerva Foods é uma das líderes na América do Sul na exportação de carne bovina in natura e seus derivados. Recentemente, o mercado repercutiu a conclusão da aquisição de plantas da Marfrig, um movimento estratégico que amplia significativamente a capacidade produtiva da companhia na região.

4º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 23,67 ↓0,88%

Descrição: As ações da Hypera Pharma fecharam o dia cotadas a R$ 23,67, representando uma desvalorização de 0,88%. O movimento de queda corresponde a R$ 0,21 em termos nominais frente aos R$ 23,88 do fechamento anterior. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 23,44 e a máxima de R$ 24,18. Foram negociadas 3.866.700 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 91.524.789,00. Olhando para a janela de 52 semanas, a situação da HYPE3 é de atenção, pois o valor atual de R$ 23,67 está muito distante da máxima de R$ 27,56, embora mantenha uma margem de segurança em relação à mínima de R$ 17,23. A estabilidade relativa do setor farmacêutico não impediu que o ativo acompanhasse o humor negativo do mercado geral nesta data.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil, detentora de marcas consagradas em medicamentos isentos de prescrição (OTC) e genéricos. Recentemente, a empresa foi notícia devido à proposta de fusão vinda da EMS, que foi inicialmente rejeitada pelo conselho, mas que segue no radar de fusões e aquisições do setor.

5º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,59 ↓0,83%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) teve suas ações negociadas a R$ 3,59 ao fim do pregão, uma queda de 0,83% ou R$ 0,03. O ativo oscilou pouco durante o dia, com mínima de R$ 3,57 e máxima de R$ 3,66, demonstrando baixa volatilidade nominal, mas consistente pressão vendedora em relação ao fechamento anterior de R$ 3,62. O volume de ações movimentadas foi de 6.809.800 unidades, com um giro financeiro de R$ 24.447.182,00. No contexto de 52 semanas, o papel PCAR3 encontra-se em patamares baixos, com máxima de R$ 4,95 e mínima de R$ 2,35. O desempenho atual reflete os desafios de reestruturação da companhia após a cisão com o Éxito e a busca por eficiência operacional em um setor de margens apertadas como o varejo alimentar.

O Grupo Pão de Açúcar é um dos maiores conglomerados de varejo alimentar do país, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Extra Mercado. A última notícia de impacto foi a conclusão de sua oferta pública de ações (follow-on), que visou o fortalecimento da estrutura de capital e a redução do endividamento.

6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,18 ↓0,82%

Descrição: A Brava Energia fechou a sessão a R$ 18,18, queda de 0,82%. O valor de fechamento foi idêntico à mínima do dia, sinalizando forte pressão vendedora até o último minuto de negociação. A máxima do dia foi de R$ 18,58, partindo de um fechamento anterior de R$ 18,33. O volume negociado somou 8.329.100 ações, com um volume financeiro de R$ 151.423.038,00, um dos maiores do grupo. No intervalo de 52 semanas, a ação mostra volatilidade típica do setor de óleo e gás, com máxima de R$ 23,70 e mínima de R$ 13,29. A variação de R$ 0,15 negativos no dia coloca o ativo em uma posição de teste de suportes imediatos, acompanhando as variações das commodities energéticas no mercado internacional.

A Brava Energia é o resultado da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, consolidando-se como uma das maiores petroleiras independentes do Brasil. Notícias recentes destacam o progresso na integração dos ativos das duas companhias e a expectativa de aumento na produção média diária de barris.

7º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 11,24 ↓0,79%

Descrição: A Hapvida registrou uma queda moderada de 0,79%, fechando a R$ 11,24. Durante o pregão, o ativo chegou a tocar a mínima de R$ 11,23, quase encerrando no piso da sessão. A máxima registrada foi de R$ 11,55, partindo de um preço anterior de R$ 11,33. O volume de negociação foi expressivo, com 8.143.200 ações movimentadas, resultando em um montante financeiro de R$ 91.529.568,00. Interessante notar que, nas últimas 52 semanas, a HAPV3 atingiu a máxima de R$ 44,85, o que torna a cotação atual de R$ 11,24 extremamente deprimida em termos históricos, embora esteja acima da mínima de R$ 11,23. Esse cenário reflete as dificuldades operacionais e de sinistralidade que o setor de saúde suplementar tem enfrentado globalmente e localmente.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de sistemas de saúde do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado. Uma notícia relevante recente foi o foco da gestão na rentabilidade das carteiras e no ajuste de tickets médios para compensar o aumento nos custos assistenciais pós-pandemia.

8º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,32 ↓0,75%

Descrição: A operadora da bolsa brasileira, B3, fechou com recuo de 0,75%, cotada a R$ 17,32. A variação nominal foi de R$ 0,13 para baixo em relação ao fechamento de R$ 17,45. O papel oscilou entre a mínima de R$ 17,14 e a máxima de R$ 17,68. A B3SA3 foi o ativo de maior liquidez deste relatório, com 40.255.700 ações negociadas e um impressionante volume financeiro de R$ 697.228.724,00. No período de 52 semanas, a ação está operando muito próxima de sua máxima anual de R$ 17,70, indicando uma tendência de alta sólida no longo prazo, apesar da correção diária. A mínima do ano foi de R$ 9,73. O alto volume confirma o papel como um termômetro do mercado financeiro local e peça central nas carteiras institucionais.

A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, responsável por serviços de negociação, custódia e infraestrutura de mercado. Recentemente, a empresa reportou dados operacionais que mostram resiliência no volume médio diário de negociações (ADTV), apesar das incertezas macroeconômicas.

9º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 25,74 ↓0,43%

Descrição: A Azzas 2154 apresentou uma leve queda de 0,43%, encerrando o dia a R$ 25,74. O recuo nominal foi de apenas R$ 0,11 comparado ao fechamento anterior de R$ 25,85. Ao longo da sessão, o ativo variou entre a mínima de R$ 25,62 e a máxima de R$ 26,70. Foram negociadas 3.293.300 ações, totalizando um volume de R$ 84.769.542,00. No histórico de 52 semanas, a empresa registra uma máxima de R$ 41,49 e uma mínima de R$ 19,30. O preço atual sugere um momento de estabilização após as grandes movimentações corporativas recentes. A baixa amplitude da queda diária pode indicar uma maior resiliência do papel frente aos seus pares de varejo de moda no cenário de consumo atual.

A Azzas 2154 é a nova gigante do varejo de moda resultante da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma. A última notícia de destaque envolve a estruturação das novas unidades de negócio da companhia combinada, visando capturar sinergias logísticas e administrativas entre as marcas de luxo e vestuário.

10º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 11,00 ↓0,18%

Descrição: Encerrando a lista, a PetroRecôncavo teve a menor variação negativa do grupo, recuando 0,18% para fechar a R$ 11,00. A queda nominal foi de apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento de R$ 11,02. O ativo demonstrou estabilidade, com mínima de R$ 10,92 e máxima de R$ 11,14. O volume de negociação foi de 3.468.600 ações, com volume financeiro de R$ 38.154.600,00. No acumulado de 52 semanas, o papel oscila entre a mínima de R$ 9,43 e a máxima de R$ 14,63. O fechamento em R$ 11,00 coloca a ação em uma zona neutra, sem grandes rompimentos de tendência. A PetroRecôncavo continua sendo observada por investidores focados em dividendos e eficiência na extração de campos maduros de petróleo onshore.

A PetroRecôncavo é uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás natural no Brasil, com foco em campos terrestres nas bacias do Recôncavo e Potiguar. Recentemente, a companhia divulgou dados de produção que mostram a continuidade da estratégia de revitalização de poços e otimização de custos operacionais.

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