As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | ABEV3 | R$ 16,65 | 0,06% |
| 2 | ASAI3 | R$ 9,70 | 0,05% |
| 3 | BBAS3 | R$ 25,94 | 0,04% |
| 4 | VIVT3 | R$ 41,58 | 0,02% |
| 5 | AURE3 | R$ 11,83 | 0,01% |
| 6 | CPFE3 | R$ 50,59 | 0,01% |
| 7 | TIMS3 | R$ 28,30 | 0,01% |
| 8 | RENT3 | R$ 51,54 | 0,01% |
| 9 | FLRY3 | R$ 17,29 | 0,01% |
| 10 | B3SA3 | R$ 17,43 | 0,01% |
1º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 16,65 ↑ 5,58%
Descrição: A Ambev lidera o ranking do dia com uma performance expressiva, registrando uma alta de 5,58%, o que representa um incremento nominal de R$ 0,88 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,77. Durante a sessão, o papel demonstrou forte pressão compradora, atingindo a máxima de R$ 16,77, que coincide com sua máxima das últimas 52 semanas, sinalizando um momento técnico de rompimento. A mínima do dia foi registrada em R$ 15,90. O volume financeiro movimentado foi robusto, somando R$ 853.923.555,00, com um total de 51.286.700 ações negociadas. Este movimento posiciona o ativo em um patamar muito superior à sua mínima anual de R$ 9,93. A Ambev é a maior cervejaria da América Latina, controlando marcas icônicas como Skol, Brahma e Antarctica, além de possuir vasta operação em bebidas não alcoólicas. Recentemente, a companhia tem focado na digitalização de sua plataforma de distribuição através do aplicativo Bees e na expansão de seu braço fintech, o Donus.
2º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,70 ↑ 5,09%
Descrição: As ações do Assaí Atacadista apresentaram uma valorização sólida de 5,09%, encerrando o dia cotadas a R$ 9,70. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,41 e a máxima de R$ 10,23, demonstrando volatilidade dentro de um viés de alta. O fechamento anterior havia sido de R$ 9,23, resultando em uma variação positiva de R$ 0,47 por cota. O volume de ações transacionadas atingiu 36.564.400 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 354.674.680,00. Comparado ao histórico de 52 semanas, o papel ainda se encontra abaixo da máxima de R$ 11,88, mas consideravelmente acima da mínima de R$ 6,19. A Sendas Distribuidora, operando sob a marca Assaí, é uma das maiores redes de “atacarejo” do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até o consumidor final. Em notícias recentes, o mercado monitora a estratégia de desalavancagem da companhia e a conclusão da conversão das lojas adquiridas do Extra Hiper.
3º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 25,94 ↑ 4,13%
Descrição: O Banco do Brasil registrou uma valorização de 4,13% (R$ 1,03), fechando a R$ 25,94. O ativo foi o grande destaque em termos de liquidez, movimentando um impressionante volume financeiro de R$ 2.776.420.456,00, com 107.032.400 ações trocando de mãos. O preço flutuou entre R$ 24,53 e R$ 26,89 ao longo do dia, partindo de um fechamento anterior de R$ 24,91. O patamar atual está próximo da média anual, com mínima de 52 semanas em R$ 18,02 e máxima em R$ 29,34. O Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga do país, com forte atuação no agronegócio e gestão de recursos. Recentemente, a instituição reportou lucros recordes trimestrais, impulsionados pela margem financeira e controle de inadimplência, mantendo sua política de distribuição de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio) como um dos principais atrativos para os investidores.
4º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 41,58 ↑ 1,89%
Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, encerrou o dia com alta de 1,89%, cotada a R$ 41,58. O papel variou R$ 0,77 em relação ao fechamento anterior de R$ 40,81. Durante o pregão, o ativo registrou mínima de R$ 40,51 e máxima de R$ 42,04. O volume negociado foi de R$ 224.290.836,00, com 5.394.200 ações negociadas. O preço atual situa-se próximo à máxima de 52 semanas (R$ 42,86) e bem distante da mínima (R$ 23,02), refletindo a resiliência do setor de telecomunicações. A empresa é líder no mercado de telefonia móvel e banda larga fixa no Brasil, investindo pesado na expansão da rede 5G e fibra ótica. Uma notícia relevante recente envolve a aprovação, por parte da Anatel e do Conselho de Administração da empresa, de uma redução de capital social que permitirá a restituição de valores bilionários aos acionistas nos próximos meses.
5º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,83 ↑ 1,02%
Descrição: A Auren Energia apresentou uma alta moderada de 1,02%, fechando o pregão a R$ 11,83. A variação nominal foi de R$ 0,12 sobre o fechamento de R$ 11,71. O papel teve uma oscilação estreita, com mínima de R$ 11,58 e máxima de R$ 12,00. O volume de ações negociadas somou 5.775.100 unidades, totalizando R$ 68.319.433,00 em volume financeiro. No acumulado de um ano, o ativo flutuou entre R$ 7,29 e R$ 12,99. A Auren é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização de energia do Brasil, resultado da integração dos ativos de energia da Votorantim e da CPPIB. Recentemente, a companhia anunciou a aquisição das operações da AES Brasil, um movimento estratégico que consolida sua posição como a terceira maior geradora de energia limpa do país, expandindo significativamente sua capacidade instalada e portfólio de ativos hídricos e eólicos.
6º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 50,59 ↑ 0,98%
Descrição: As ações da CPFL Energia encerraram com valorização de 0,98%, atingindo o preço de R$ 50,59. O incremento foi de R$ 0,49 em relação aos R$ 50,10 do fechamento anterior. O ativo apresentou estabilidade, com mínima de R$ 49,54 e máxima de R$ 51,29. O volume financeiro foi de R$ 88.041.777,00, refletindo a negociação de 1.740.300 papéis. O valor atual encontra-se dentro do intervalo anual de R$ 30,68 a R$ 56,35. A CPFL é uma holding que atua nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização de energia elétrica, sendo controlada pelo grupo chinês State Grid. Como notícia recente de impacto, a empresa destacou-se no anúncio de seu plano plurianual de investimentos, focando na modernização de redes de distribuição e na eficiência operacional, o que tem mantido o papel como um favorito entre investidores focados em dividendos previsíveis.
7º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 28,30 ↑ 0,96%
Descrição: A TIM encerrou a sessão com alta de 0,96%, com o papel cotado a R$ 28,30. A variação positiva foi de R$ 0,27 ante o fechamento prévio de R$ 28,03. O ativo oscilou entre R$ 27,49 e R$ 28,50 no decorrer do dia. Foram negociadas 6.480.000 ações, gerando um volume financeiro de R$ 183.384.000,00. O preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas de R$ 28,74, indicando uma tendência de alta consistente (mínima anual em R$ 14,23). A TIM Brasil é uma subsidiária da Telecom Italia e uma das principais operadoras de telecomunicações do país, pioneira na cobertura 4G e 5G. Recentemente, a empresa divulgou resultados financeiros positivos, superando expectativas do mercado no lucro líquido e no EBITDA, impulsionada pelo crescimento da receita média por usuário (ARPU) e pela integração eficiente dos ativos móveis adquiridos da Oi.
8º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 51,54 ↑ 0,82%
Descrição: As ações da Localiza fecharam o dia em R$ 51,54, registrando uma valorização de 0,82% ou R$ 0,42. O papel teve um pregão de relativa estabilidade, variando entre a mínima de R$ 50,14 e a máxima de R$ 51,88, partindo de um fechamento anterior de R$ 51,12. O volume financeiro totalizou R$ 460.911.912,00, com 8.942.800 ações transacionadas. A cotação está próxima do topo anual (R$ 51,90), refletindo recuperação frente à mínima de R$ 24,46. A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina e uma das maiores do mundo em frota e valor de mercado, operando também na gestão de frotas e venda de seminovos. A última notícia relevante da companhia refere-se à emissão bem-sucedida de debêntures para reforço de caixa e renovação de frota, visando manter a liderança em um cenário de juros competitivos.
9º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 17,29 ↑ 0,82%
Descrição: O Grupo Fleury registrou alta de 0,82% no pregão, encerrando a R$ 17,29. A variação nominal foi de R$ 0,14 sobre o fechamento de R$ 17,15. O ativo tocou a máxima de R$ 17,34, que representa também o topo de 52 semanas, sinalizando otimismo dos investidores. A mínima do dia foi de R$ 16,92. O volume financeiro somou R$ 42.388.164,00, com 2.451.600 ações negociadas. Historicamente, no último ano, o papel variou entre R$ 9,89 e R$ 17,34. O Fleury é uma das mais respeitadas empresas de medicina diagnóstica do Brasil, com foco no público de alta renda e expansão para novos elos da cadeia de saúde. Recentemente, a empresa concluiu a integração total com o Grupo Pardini, o que deve gerar sinergias operacionais significativas e expandir sua presença geográfica, fato que tem sido bem recebido pelas casas de análise.
10º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,43 ↑ 0,81%
Descrição: Encerrando o ranking das 10 maiores, a B3 apresentou valorização de 0,81%, fechando cotada a R$ 17,43. A variação foi de R$ 0,14 em comparação ao fechamento de R$ 17,29. A mínima do dia foi registrada em R$ 17,11 e a máxima em R$ 17,47. O volume de ações foi elevado, com 33.898.000 unidades negociadas, totalizando R$ 590.842.140,00. O preço atual está próximo da máxima de 52 semanas de R$ 17,70, partindo de uma mínima anual de R$ 9,73. A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, atuando na custódia, compensação e negociação de ativos financeiros. Uma notícia recente de destaque foi a aprovação pelo conselho de administração de um novo programa de recompra de ações, além do lançamento de novos produtos derivativos focados no investidor institucional, visando aumentar a rentabilidade e a diversificação de receitas da companhia.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIZ4 | R$ 0,68 | -0,12% |
| 2 | BRKM5 | R$ 9,66 | -0,11% |
| 3 | CSNA3 | R$ 8,73 | -0,09% |
| 4 | MGLU3 | R$ 10,17 | -0,08% |
| 5 | LWSA3 | R$ 3,83 | -0,07% |
| 6 | CVCB3 | R$ 2,56 | -0,06% |
| 7 | SMTO3 | R$ 15,70 | -0,05% |
| 8 | CMIN3 | R$ 5,58 | -0,05% |
| 9 | USIM5 | R$ 6,01 | -0,05% |
| 10 | SANB11 | R$ 35,43 | -0,04% |
1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,68 ↓11,69%
Descrição: A Raízen lidera as baixas do dia com uma desvalorização expressiva de 11,69%, fechando cotada a R$ 0,68. Ao longo da sessão, o papel demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 0,63, que também coincide com sua mínima nas últimas 52 semanas, evidenciando uma pressão vendedora acentuada. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 0,79, ficando abaixo do fechamento anterior de R$ 0,77. O volume de ações negociadas foi robusto, totalizando 60.605.200 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 41.211.536,00. Analisando o histórico anual, a ação encontra-se em seu patamar mais baixo, muito distante da máxima de R$ 2,23 registrada no último ano. Esse movimento sugere um pessimismo do mercado em relação ao curto prazo da companhia ou reflexo de fatores macroeconômicos que afetam o setor sucroenergético.
A Raízen é uma referência global em bioenergia e uma das maiores empresas do Brasil em faturamento, operando na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando a transição energética global.
2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,66 ↓10,80%
Descrição: A Braskem registrou a segunda maior queda do relatório, recuando 10,80% e encerrando o pregão a R$ 9,66. A variação nominal negativa foi de R$ 1,17 por ação em relação ao fechamento anterior de R$ 10,83. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,46 e a máxima de R$ 10,89. Com um volume de 8.395.600 ações negociadas, a movimentação financeira atingiu R$ 81.101.496,00. O preço de fechamento atual situa o papel em uma zona intermediária de seu histórico anual, considerando a mínima de 52 semanas em R$ 6,11 e a máxima em R$ 13,74. O desempenho reflete a sensibilidade da companhia aos spreads petroquímicos globais e às incertezas que ainda pairam sobre passivos ambientais e possíveis mudanças em seu controle acionário.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Uma notícia relevante recente envolve as negociações contínuas sobre a venda da participação da Novonor na empresa e os desdobramentos jurídicos relacionados ao evento geológico em Maceió.
3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 8,73 ↓9,25%
Descrição: As ações da CSN (CSNA3) sofreram um revés de 9,25%, finalizando o dia em R$ 8,73, que foi exatamente o valor mínimo registrado na sessão. A queda nominal de R$ 0,89 em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,62 demonstra uma ausência de força compradora no suporte atual. O volume financeiro foi expressivo, movimentando R$ 168.474.159,00 através da negociação de 19.298.300 papéis. No acumulado de 52 semanas, a ação flutua entre R$ 6,72 e R$ 11,32. Este recuo acentuado pode estar atrelado à volatilidade nos preços do minério de ferro e às preocupações com o endividamento do grupo em um cenário de juros restritivos, impactando a percepção de risco dos analistas e investidores do setor de siderurgia e mineração.
A CSN é um dos mais importantes complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto os planos de IPO da sua unidade de energia, a CSN Energia, e os resultados operacionais de sua divisão de aços longos.
4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,17 ↓8,38%
Descrição: O Magazine Luiza apresentou uma desvalorização de 8,38%, com o preço da ação recuando para R$ 10,17. A variação negativa foi de R$ 0,93 em relação ao fechamento de R$ 11,10. O papel movimentou o maior volume financeiro desta lista, alcançando R$ 252.194.643,00, fruto da negociação de 24.797.900 ações. A mínima do dia foi de R$ 10,15 e a máxima de R$ 11,12. Interessante notar que, apesar da queda, o papel ainda opera acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,21), mas recuou consideravelmente em relação à máxima anual de R$ 11,55. O setor de varejo continua sofrendo com a sensibilidade aos índices de inflação e taxas de juros, o que explica a volatilidade e o ajuste de preços observado nesta sessão específica.
O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, integrando lojas físicas e um robusto ecossistema de e-commerce. A última notícia de destaque refere-se à parceria estratégica com o AliExpress, que permite a venda de produtos da linha Choice no marketplace do Magalu, visando expandir o sortimento internacional.
5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,83 ↓6,59%
Descrição: A LWSA (antiga Locaweb) registrou queda de 6,59%, encerrando o pregão a R$ 3,83. O recuo nominal foi de R$ 0,27 frente ao fechamento anterior de R$ 4,10. A ação teve um comportamento volátil, com mínima de R$ 3,78 e máxima de R$ 4,13. O volume negociado foi de 9.282.300 ações, totalizando R$ 35.551.209,00 em transações financeiras. No horizonte de um ano, o papel apresenta uma amplitude de R$ 2,30 a R$ 4,80, situando-se atualmente em um patamar de preço inferior à média do período. O setor de tecnologia costuma sofrer ajustes rápidos quando há realocação de capital para ativos de menor risco, refletindo diretamente na cotação da LWSA que busca consolidar suas diversas aquisições realizadas nos últimos anos.
A LWSA S/A é uma empresa brasileira de tecnologia focada em serviços de hospedagem de sites, serviços de internet e soluções de e-commerce para empresas de todos os tamanhos. Recentemente, a empresa anunciou a simplificação de sua marca e estrutura organizacional para focar em rentabilidade e integração de seus ecossistemas de vendas online.
6º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,56 ↓5,88%
Descrição: As ações da CVCB3 fecharam em queda de 5,88%, cotadas a R$ 2,56. O ativo perdeu R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,72. Durante o dia, a cotação chegou a tocar a mínima de R$ 2,49 e a máxima de R$ 2,75. Foram negociadas 33.036.800 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 84.574.208,00. A empresa vive um momento desafiador, com suas ações oscilando entre a mínima de R$ 1,64 e a máxima de R$ 2,79 nas últimas 52 semanas. A proximidade com a máxima anual sugere que o papel vinha em uma tendência de recuperação, mas o recuo de hoje interrompe esse otimismo, possivelmente devido a preocupações com o consumo das famílias e o custo operacional no setor de turismo.
A CVC Brasil é a maior operadora de viagens do país, com uma vasta rede de franquias e forte presença no mercado de lazer e corporativo. Uma notícia recente de impacto foi a conclusão de seu processo de reperfilamento de dívidas, o que trouxe um alívio temporário para o fluxo de caixa da companhia.
7º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,70 ↓5,31%
Descrição: A São Martinho encerrou o dia com desvalorização de 5,31%, cotada a R$ 15,70. O recuo nominal foi de R$ 0,88 em comparação aos R$ 16,58 do fechamento anterior. O papel registrou mínima de R$ 15,68 e máxima de R$ 16,45 ao longo da sessão. O volume de negociação foi um dos menores da lista, com 2.793.000 ações, gerando um volume financeiro de R$ 43.850.100,00. Comparando com o desempenho anual, a ação está mais próxima de sua mínima (R$ 12,91) do que de sua máxima (R$ 22,90). Esse comportamento pode refletir a dinâmica de preços das commodities agrícolas, especificamente o açúcar e o etanol no mercado internacional, além das perspectivas de produtividade para a próxima safra.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se pela alta eficiência operacional e mecanização na produção de açúcar, etanol e energia. Recentemente, a empresa reportou investimentos em sua nova unidade de processamento de milho para a produção de etanol, diversificando sua base de matéria-prima.
8º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,58 ↓5,10%
Descrição: A CSN Mineração (CMIN3) acompanhou a tendência negativa da sua holding (CSNA3) e caiu 5,10%, fechando a R$ 5,58. A variação foi de R$ 0,30 para baixo em relação ao fechamento anterior de R$ 5,88. A mínima do dia foi de R$ 5,55 e a máxima de R$ 5,85. O volume financeiro transacionado foi de R$ 50.791.950,00, com 9.102.500 ações trocando de mãos. No acumulado das últimas 52 semanas, o papel mostra relativa resiliência se comparado a outras do setor, variando entre R$ 4,55 e R$ 6,56. O resultado de hoje sinaliza uma cautela geral com o setor de mineração, impactado pela demanda chinesa e flutuações nas cotações internacionais do minério de ferro tipo “fines”.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando ativos de alta qualidade como a mina de Casa de Pedra. Notícias recentes destacam o avanço de seus projetos de filtragem e empilhamento a seco, visando uma operação mais sustentável e independente de barragens de rejeitos.
9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,01 ↓4,75%
Descrição: As ações preferenciais da Usiminas (USIM5) registraram queda de 4,75%, terminando o dia em R$ 6,01. O papel sofreu uma redução de R$ 0,30 sobre o fechamento anterior de R$ 6,31. A mínima do pregão foi de R$ 5,94 e a máxima atingiu R$ 6,50. Foram negociadas 21.609.800 ações, totalizando um expressivo volume financeiro de R$ 129.874.898,00. A performance de 52 semanas coloca o ativo entre R$ 3,90 e R$ 7,15. O setor de siderurgia nacional enfrenta desafios com a entrada de aço importado, o que pressiona as margens das produtoras locais como a Usiminas, refletindo na desvalorização observada no gráfico de preços de hoje.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e uma das maiores produtoras de aço da América Latina. Recentemente, a companhia anunciou a conclusão da reforma do Alto-Forno 3 da usina de Ipatinga, um investimento bilionário que visa aumentar a eficiência e a capacidade produtiva a longo prazo.
10º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 35,43 ↓4,42%
Descrição: O Banco Santander encerra o ranking das dez maiores quedas com um recuo de 4,42%, fechando a R$ 35,43. A variação nominal negativa foi de R$ 1,64 em relação ao fechamento de R$ 37,07. O ativo teve mínima de R$ 35,38 e máxima de R$ 36,94. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 136.061.829,00 com a negociação de 3.840.300 units. É importante destacar que, apesar da queda no dia, a ação opera muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 37,83) e bem acima da mínima de R$ 23,01. Esse movimento pode ser interpretado como uma realização de lucros por parte dos investidores após um período de forte valorização do setor bancário, ou um ajuste técnico prévio a balanços.
O Santander Brasil é a subsidiária do Grupo Santander no país, sendo um dos maiores bancos privados do mercado nacional com foco em varejo e atacado. A última notícia relevante sobre o banco refere-se ao seu agressivo plano de expansão no agronegócio e a constante busca pela digitalização de sua base de clientes para reduzir custos operacionais.