Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 03/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 5,28%
2 CLIN11 R$ 94,44 4,91%
3 ITRI11 R$ 87,67 3,70%
4 BRCO11 R$ 122,28 3,45%
5 WHGR11 R$ 9,38 1,41%
6 JSAF11 R$ 8,04 0,75%
7 AIEC11 R$ 59,53 0,56%
8 RZAT11 R$ 92,22 0,52%
9 VILG11 R$ 103,51 0,50%
10 AJFI11 R$ 8,38 0,36%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑ 5,28%

Descrição: O Kinea Creditas (KCRE11) liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 5,28%, fechando a R$ 8,98. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,53. Durante o pregão, a oscilação foi estreita, com mínima de R$ 8,98 e máxima de R$ 9,03, demonstrando forte suporte no preço de fechamento. O volume de negociação em cotas foi de 79.855, resultando em um volume financeiro total de R$ 717.097,90. É importante notar que, por ser um fundo com dados recentes ou em fase de consolidação na plataforma, não há registros de mínimas e máximas de 52 semanas, o que exige cautela adicional do investidor quanto ao histórico de volatilidade a longo prazo. O fundo se destaca pelo seu “Rank 1” nesta listagem, indicando uma pressão compradora atípica no período analisado.

O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea em parceria com a Creditas, focado em operações de crédito estruturado com garantias imobiliárias (Home Equity). Uma notícia recente relevante é o crescimento das emissões de CRIs da Creditas no mercado secundário, o que amplia a liquidez e as opções de alocação para o fundo.

2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 94,44 ↑ 4,91%

Descrição: Ocupando a segunda posição, o CLIN11 registrou uma alta de 4,91%, encerrando o dia cotado a R$ 94,44. A valorização nominal foi de R$ 4,32 sobre o fechamento anterior de R$ 93,83. O comportamento do ativo no dia foi de extrema estabilidade após a abertura, mantendo-se no patamar de R$ 94,44 tanto na mínima quanto na máxima registrada. O volume de ações movimentadas foi de 11.937, totalizando um montante negociado de R$ 1.127.330,28. Assim como o líder da lista, este ativo ainda carece de dados históricos de 52 semanas na base consultada. O volume financeiro superior a R$ 1 milhão demonstra uma liquidez saudável para investidores pessoa física, permitindo entradas e saídas sem grande impacto no preço médio, apesar da baixa volatilidade intradiária observada especificamente nesta sessão.

O CLIN11 é um fundo imobiliário de recebíveis gerido pela Clave Capital, com portfólio majoritariamente indexado ao IPCA. Recentemente, a gestão destacou em relatório gerencial a manutenção da taxa de retorno da carteira acima da inflação, visando proteger o poder de compra do investidor contra a volatilidade macroeconômica.

3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 87,67 ↑ 3,70%

Descrição: O ITRI11 apresentou uma performance sólida de 3,70%, com o preço de tela atingindo R$ 87,67. O ativo recuperou-se significativamente de seu fechamento anterior de R$ 84,54, que também coincidiu com a mínima do dia, sugerindo um fluxo comprador consistente desde o início das negociações. A máxima atingida foi de R$ 89,38. O volume de negociação foi robusto, com 193.765 cotas trocando de mãos, gerando o maior volume financeiro da lista até o momento: R$ 16.987.377,55. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo está próximo de sua máxima histórica (R$ 89,38) e bem distante da mínima de R$ 61,13, consolidando uma tendência de alta no médio prazo. Esse volume financeiro elevado coloca o ITRI11 como um dos ativos mais líquidos desta seleção, sendo um ponto focal para investidores institucionais e de varejo.

O ITRI11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pelo Itaú Asset Management, que busca rentabilidade através da aquisição de cotas de outros FIIs. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a sua estratégia de reciclagem de portfólio, aproveitando o rali de FIIs de tijolo para realizar lucros e aumentar a distribuição de dividendos.

4º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 122,28 ↑ 3,45%

Descrição: O BRCO11, um dos nomes mais conhecidos do setor logístico, fechou o dia a R$ 122,28, uma valorização de 3,45%. O incremento nominal foi de R$ 4,08 em comparação ao fechamento anterior de R$ 118,20. O ativo demonstrou volatilidade moderada, oscilando entre a mínima de R$ 118,75 e a máxima de R$ 122,64. Com um volume de 133.627 cotas, o volume financeiro atingiu R$ 16.339.909,56, mostrando que o fundo mantém uma liquidez excepcional. No horizonte de 52 semanas, o preço atual está muito próximo da máxima de R$ 123,53, o que pode indicar um teste de resistência importante para os próximos pregões. A mínima do ano foi de R$ 90,44, evidenciando uma recuperação de mais de 35% no período, impulsionada pela resiliência dos galpões logísticos de alto padrão em regiões estratégicas (“last mile”).

O BRCO11 foca em propriedades logísticas de classe A, locadas para grandes empresas como Amazon e Magazine Luiza. Recentemente, a Bresco anunciou a renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa e reduzindo o risco de vacância para os próximos anos.

5º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,38 ↑ 1,41%

Descrição: O fundo WHGR11 encerrou a sessão com uma valorização de 1,41%, atingindo o preço de R$ 9,38. Comparado ao fechamento anterior de R$ 9,25, o ativo mostrou um ganho nominal de R$ 0,13. Curiosamente, a cotação permaneceu estática durante o pregão, com mínima e máxima travadas no valor de fechamento de R$ 9,38, o que pode indicar baixa liquidez ou uma negociação em bloco no final do dia. O volume de cotas foi de 44.313, gerando um volume financeiro de R$ 415.655,94. O ativo ocupa a 5ª posição no rank diário de valorização. A ausência de dados de 52 semanas impede uma análise técnica de tendência de longo prazo, mas o volume financeiro é suficiente para pequenos investidores que buscam diversificação em ativos imobiliários sob gestão da Wealth High Governance.

O WHGR11 é um fundo imobiliário híbrido que investe tanto em renda urbana quanto em títulos de dívida imobiliária. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação de uma nova emissão de cotas, visando levantar capital para a aquisição de novos ativos imobiliários comerciais em São Paulo.

6º – JS ATIVOS FINANCEIROS FII CEF (JSAF11) | R$ 8,04 ↑ 0,75%

Descrição: O JSAF11 apresentou um crescimento tímido de 0,75%, fechando a R$ 8,04. A variação nominal foi de apenas R$ 0,06 sobre o preço de R$ 7,98 da sessão anterior. O ativo teve uma movimentação intensa em termos de quantidade, com 432.686 cotas negociadas — o maior volume em quantidade de cotas da lista — resultando em R$ 3.478.795,44 financeiros. A mínima do dia foi de R$ 7,98 e a máxima de R$ 8,10. Em 52 semanas, o fundo operou entre R$ 6,02 e R$ 8,18, o que coloca o preço atual muito perto do topo histórico anual. Essa proximidade com a máxima de 52 semanas sugere que o mercado está precificando positivamente a qualidade dos ativos do fundo, embora a valorização percentual do dia tenha sido contida.

O JSAF11 é gerido pela Safra Asset e atua como um fundo de fundos (FoF), investindo em uma carteira diversificada de FIIs. A última notícia relevante do fundo aponta para um aumento na distribuição de rendimentos mensais após a realização de ganhos de capital em sua carteira de FIIs de tijolo.

7º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 59,53 ↑ 0,56%

Descrição: O AIEC11 registrou uma alta leve de 0,56%, encerrando o dia em R$ 59,53. A variação nominal foi de R$ 0,33 em relação ao fechamento de R$ 59,20. O volume de negociação foi o mais baixo da lista, com apenas 3.424 cotas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 203.830,72. A mínima foi de R$ 59,20 e a máxima de R$ 59,85. O histórico de 52 semanas revela uma trajetória de recuperação, com o preço atual superando a mínima de R$ 38,77, mas ainda ligeiramente abaixo da máxima de R$ 60,95. A baixa liquidez diária apresentada nesta data requer atenção do investidor, pois dificulta grandes movimentações sem causar oscilações bruscas no preço (“slippage”). No entanto, o rank 7 reflete a manutenção de uma tendência positiva gradual.

O AIEC11 foca em lajes corporativas de alto padrão (Triple A). A notícia mais recente do fundo trata da redução da vacância em seus imóveis localizados em polos corporativos de São Paulo, após a assinatura de novos contratos de locação com empresas do setor de tecnologia.

8º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 92,22 ↑ 0,52%

Descrição: O RZAT11, fundo imobiliário de estratégia High Yield, fechou o dia com alta de 0,52%, cotado a R$ 92,22. O incremento nominal foi de R$ 0,48 frente ao fechamento anterior de R$ 91,74. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 92,00 e a máxima de R$ 93,29. O volume negociado foi de 7.040 cotas, com volume financeiro totalizando R$ 649.228,80. Ao observar as 52 semanas, o fundo mostra-se resiliente, com mínima de R$ 72,10 e máxima de R$ 93,60. O preço de fechamento atual está a menos de 1,5% de sua máxima histórica no período, indicando que o mercado continua a demandar os rendimentos elevados propostos pela estratégia High Yield do fundo, apesar do risco de crédito atrelado aos ativos da carteira.

O RZAT11 é gerido pela Riza Asset e busca retornos superiores investindo em ativos de crédito imobiliário com perfis de risco mais elevados. Recentemente, a gestão anunciou a conclusão de uma nova securitização de recebíveis, o que deve reforçar o fluxo de dividendos para o próximo semestre.

9º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 103,51 ↑ 0,50%

Descrição: O VILG11, outro player relevante do segmento logístico, apresentou valorização de 0,50%, fechando em R$ 103,51. A variação nominal foi de R$ 0,51 sobre o fechamento de R$ 103,00. O ativo registrou mínima de R$ 102,80 e máxima de R$ 103,98. O volume de negociação foi satisfatório, com 40.298 cotas e volume financeiro de R$ 4.171.245,98, garantindo boa liquidez para o investidor médio. Nas últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 68,11 e R$ 103,98. O fechamento atual é praticamente coincidente com a máxima do ano, o que demonstra o forte momento do setor logístico e a confiança dos investidores na gestão da Vinci Partners. A estabilidade dos rendimentos e a qualidade dos ativos (galpões padrão A) sustentam essa performance próxima ao topo.

O VILG11 é um fundo de tijolo com foco em galpões logísticos. Uma notícia recente de impacto foi a venda de uma participação minoritária em um de seus ativos para realização de lucro, com o objetivo de distribuir ganhos extraordinários aos cotistas e reduzir a alavancagem financeira do fundo.

10º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,38 ↑ 0,36%

Descrição: Fechando a lista, o AJFI11 teve uma leve alta de 0,36%, encerrando o pregão a R$ 8,38. O ganho nominal foi de apenas R$ 0,03 comparado ao fechamento anterior de R$ 8,35. O ativo mostrou pouca volatilidade intradiária, com mínima de R$ 8,35 e máxima de R$ 8,38. Foram negociadas 19.492 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 163.342,96, o menor volume financeiro total entre os 10 ativos analisados. No histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 6,15 e R$ 8,38. Assim como outros ativos da lista, o AJFI11 encerrou o dia exatamente em sua máxima de 52 semanas. Embora a variação percentual tenha sido a menor do grupo, o fato de atingir o topo histórico anual sugere uma consolidação de valor importante para os detentores das cotas.

O AJFI11 é um fundo focado no segmento de Shopping Centers, com ativos localizados principalmente em Santa Catarina. Recentemente, o fundo reportou um aumento consistente nas vendas das lojas físicas e no fluxo de veículos em seus shoppings, o que refletiu positivamente no repasse de aluguéis e na valorização das cotas.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 44,53 -5,26%
2 CCME11 R$ 8,97 -3,24%
3 BROF11 R$ 61,01 -3,16%
4 JSRE11 R$ 65,85 -2,52%
5 ARRI11 R$ 6,69 -2,48%
6 RBRR11 R$ 85,75 -2,29%
7 TEPP11 R$ 9,03 -2,27%
8 HFOF11 R$ 6,85 -2,14%
9 RBFM11 R$ 11,12 -2,11%
10 HGRU11 R$ 126,88 -2,05%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,53 ↓ 5,26%

Descrição: O fundo Gazit Malls (GZIT11) liderou as baixas do dia com uma queda expressiva de 5,26%, fechando a R$ 44,53. Durante o pregão, o ativo operou sem volatilidade intradiária, mantendo sua mínima e máxima no mesmo valor de fechamento. O volume de cotas negociadas foi de 28.645, gerando um volume financeiro total de R$ 1.275.561,85. Comparado ao fechamento anterior de R$ 47,00, a perda nominal foi de R$ 2,47 por cota. É importante notar que os dados de mínima e máxima de 52 semanas não estavam disponíveis na base, o que pode sugerir uma listagem recente ou ajuste de base. A queda acentuada em um único pregão coloca o fundo em atenção para os investidores de shoppings, setor onde o fundo atua majoritariamente. O GZIT11 é um fundo imobiliário do tipo tijolo, focado na gestão e exploração de shopping centers no Brasil, pertencente ao grupo multinacional Gazit-Globe. Notícia: Recentemente, a gestora tem focado na otimização do portfólio de shoppings, visando aumentar a taxa de ocupação e o NOI (Net Operating Income) das propriedades em São Paulo.

2º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,97 ↓ 3,24%

Descrição: O CCME11 apresentou uma desvalorização de 3,24%, encerrando o dia cotado a R$ 8,97. O fundo flutuou entre a mínima de R$ 8,91 e a máxima de R$ 9,27, demonstrando uma pressão vendedora ao longo da sessão. O volume de negociação foi relevante, com 79.883 cotas trocando de mãos, totalizando R$ 716.550,51 em volume financeiro. O ativo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 9,65), mas ainda distante da mínima de R$ 7,07 registrada no último ano. A variação negativa de R$ 0,30 em relação ao fechamento anterior (R$ 9,27) reflete um ajuste técnico após períodos de valorização. O Canuma Capital Multiestratégia é um fundo híbrido que busca rentabilidade através de uma carteira diversificada de ativos imobiliários, incluindo CRIs e outros FIIs. Notícia: O fundo tem se destacado por uma estratégia ativa de alocação em títulos de dívida imobiliária para aproveitar as taxas de juros elevadas.

3º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,01 ↓ 3,16%

Descrição: O BROF11 fechou o pregão em R$ 61,01, registrando uma queda de 3,16%, ou R$ 1,99 em termos nominais. O fundo tocou sua mínima do dia no valor de fechamento, após ter atingido uma máxima de R$ 62,95. Com um volume de 7.368 cotas, o giro financeiro foi de R$ 449.521,68. O preço atual situa o fundo em uma posição intermediária dentro de sua banda anual (mínima de R$ 40,80 e máxima de R$ 63,83). A retração afeta o valor de mercado deste fundo focado em lajes corporativas, setor que ainda enfrenta desafios de vacância em regiões específicas. O BRPR Corporate Offices é um fundo focado em edifícios de escritórios de alto padrão, buscando renda através da locação para grandes corporações. Notícia: A Brookfield, gestora do fundo, concluiu recentemente renegociações de contratos de aluguel que garantiram a manutenção da ocupação em ativos Triple A.

4º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 65,85 ↓ 2,52%

Descrição: O JSRE11 encerrou o dia com queda de 2,52%, cotado a R$ 65,85. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 65,19 e R$ 67,55. O volume de negociação foi robusto, com 75.466 ações negociadas, totalizando um montante financeiro de R$ 4.969.436,10, um dos maiores da lista. Comparado ao fechamento anterior de R$ 67,55, houve uma redução de R$ 1,70 por cota. O fundo está operando abaixo da sua máxima de 52 semanas de R$ 69,90, refletindo a volatilidade do setor imobiliário comercial frente às projeções macroeconômicas de juros. O JS Real Estate é um fundo gerido pelo Banco Safra, focado em ativos reais (lajes corporativas) e títulos de base imobiliária. Notícia: O fundo anunciou recentemente a distribuição de rendimentos estável, mantendo a atratividade para o investidor de renda, apesar da oscilação no valor da cota.

5º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,69 ↓ 2,48%

Descrição: O ARRI11 apresentou uma queda de 2,48%, fechando a R$ 6,69. A variação nominal foi de R$ 0,17 negativos. O fundo teve uma oscilação contida entre a mínima de R$ 6,69 e a máxima de R$ 6,90, com um volume de 20.926 cotas e volume financeiro de R$ 139.994,94. O ativo está operando em um patamar próximo à sua média anual, com mínima de R$ 5,97 e máxima de R$ 7,00 em 52 semanas. Por ser um fundo de recebíveis (papel), sua cotação tende a ser menos volátil que fundos de tijolo, mas sofreu com o movimento generalizado de baixa do mercado. O Átrio Reit Recebíveis é um fundo focado em investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), buscando indexação principalmente ao IPCA e CDI. Notícia: O fundo reportou em seu último relatório mensal uma melhora na qualidade de crédito de sua carteira de recebíveis.

6º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 85,75 ↓ 2,29%

Descrição: O RBRR11, um dos fundos de papel mais resilientes do mercado, caiu 2,29% e fechou a R$ 85,75. O fundo movimentou um volume financeiro expressivo de R$ 14.756.631,75, o maior entre os dez analisados, com 172.089 cotas negociadas. O preço variou entre R$ 84,75 e R$ 88,29 ao longo do dia. Mesmo com a queda, o fundo permanece longe de sua mínima de 52 semanas (R$ 68,99) e próximo da máxima (R$ 90,25). A queda de R$ 2,01 em relação ao fechamento de R$ 87,76 sugere uma realização de lucros por parte dos investidores institucionais. O RBR Rendimento High Grade foca em CRIs de baixo risco de crédito, com garantias reais e devedores de alta qualidade. Notícia: A RBR Asset informou que continua aproveitando o cenário de inflação resiliente para repassar ganhos reais aos cotistas.

7º – SDI PROPERTIES – FDO INV IMOB ETF (TEPP11) | R$ 9,03 ↓ 2,27%

Descrição: O TEPP11 registrou desvalorização de 2,27%, fechando o dia a R$ 9,03. O ativo teve alta liquidez, com 483.753 cotas negociadas e um volume financeiro de R$ 4.368.289,59. A mínima do dia foi de R$ 8,90 e a máxima de R$ 9,23. O fechamento anterior era de R$ 9,24, resultando em uma perda de R$ 0,21 por cota. O fundo está muito próximo de sua máxima anual de R$ 9,27, indicando que a queda atual pode ser apenas uma correção técnica momentânea. O SDI Properties é focado em lajes corporativas e busca valorização através de gestão ativa e reformas (retrofit) em ativos bem localizados. Notícia: O fundo concluiu recentemente a locação de novos conjuntos em seus edifícios no eixo da Avenida Faria Lima, reduzindo a vacância física.

8º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,85 ↓ 2,14%

Descrição: O fundo de fundos HFOF11 encerrou a sessão com queda de 2,14%, cotado a R$ 6,85. Foi o ativo com maior volume de cotas negociadas (806.496), resultando em R$ 5.524.497,60 movimentados. O preço oscilou entre R$ 6,81 e R$ 7,00. O valor de fechamento está próximo da máxima de 52 semanas (R$ 7,07), demonstrando uma recuperação robusta ao longo do último ano frente à mínima de R$ 4,74. Como um “fundo de fundos”, sua queda reflete a desvalorização média dos demais FIIs que compõem sua carteira. O Hedge Top FOFII 3 é gerido pela Hedge Investments e investe primordialmente em cotas de outros fundos imobiliários. Notícia: O mercado especula sobre possíveis movimentações na carteira do fundo para aumentar a exposição a fundos de crédito.

9º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 11,12 ↓ 2,11%

Descrição: O RBFM11 fechou em R$ 11,12, com queda de 2,11%. O fundo movimentou R$ 392.435,92 através de 35.291 cotas. A variação foi de R$ 0,24 negativos em relação ao preço anterior de R$ 11,36. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 11,08 e R$ 11,36. O ativo está posicionado na extremidade superior de sua faixa anual (mínima de R$ 7,75 e máxima de R$ 11,70), indicando que, apesar da queda diária, o desempenho de longo prazo tem sido positivo para o investidor. O Rio Bravo IFIX é um ETF que busca replicar o desempenho do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Notícia: A gestora Rio Bravo destacou em nota que a diversificação do índice ajuda a mitigar riscos específicos de setores isolados.

10º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 126,88 ↓ 2,05%

Descrição: O HGRU11 fechou o dia a R$ 126,88, representando uma queda de 2,05% ou R$ 2,65 nominais. O fundo teve um giro financeiro robusto de R$ 9.362.982,72, com 73.794 cotas negociadas. A oscilação diária ocorreu entre R$ 126,39 e R$ 129,81. O fundo está operando muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 130,67), evidenciando a força de seus ativos de renda urbana. O fechamento anterior em R$ 129,53 serviu como ponto de partida para um dia de pressão vendedora. O CSHG Renda Urbana foca em ativos de varejo e educacionais, com contratos atípicos de longo prazo. Notícia: O fundo recentemente anunciou a venda de ativos com lucro imobiliário expressivo, o que deve impactar positivamente as próximas distribuições de dividendos.

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