As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIL3 | R$ 17,05 | 6,96% |
| 2 | MGLU3 | R$ 10,14 | 6,51% |
| 3 | CSAN3 | R$ 6,11 | 6,45% |
| 4 | AZZA3 | R$ 27,52 | 6,42% |
| 5 | B3SA3 | R$ 18,11 | 4,56% |
| 6 | LREN3 | R$ 15,22 | 4,46% |
| 7 | AURE3 | R$ 12,16 | 4,02% |
| 8 | LWSA3 | R$ 3,98 | 3,65% |
| 9 | CVCB3 | R$ 2,07 | 3,50% |
| 10 | RENT3 | R$ 47,24 | 3,26% |
1º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 17,05 ↑ 6,96%
Descrição: A Rumo S.A. lidera o ranking do dia com uma performance expressiva, apresentando uma valorização de R$ 1,11 por cota. Durante a sessão, o ativo demonstrou resiliência e força compradora, oscilando entre a mínima de R$ 16,11 e a máxima de R$ 17,36. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 21.524.900 unidades, resultando em um montante financeiro de R$ 366.999.545,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 15,94, o salto de quase 7% coloca o papel em uma posição estratégica no setor de logística. Vale notar que a ação está operando em um patamar intermediário em relação às suas métricas de 52 semanas, onde a mínima registrada foi de R$ 13,31 e a máxima de R$ 19,68. A liquidez apresentada hoje reforça o interesse institucional no ativo, que mantém uma tendência de recuperação sólida frente aos desafios do setor de infraestrutura ferroviária nacional.
A Rumo S.A. é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, controlando uma malha malha de quilômetros que conecta as principais regiões produtoras ao Porto de Santos e outros terminais estratégicos. Recentemente, a empresa ganhou destaque no noticiário especializado devido ao avanço das obras da Ferronorte no Mato Grosso, projeto essencial para a expansão do escoamento agrícola do Centro-Oeste brasileiro.
2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,14 ↑ 6,51%
Descrição: O Magazine Luiza apresentou uma recuperação robusta nesta sessão, com um incremento de R$ 0,62 em seu valor de mercado por ação. O papel abriu o dia com fôlego, alcançando a máxima de R$ 10,35 após ter testado a mínima de R$ 9,60. Com um volume de 21.299.600 ações trocando de mãos, a companhia movimentou cerca de R$ 215,9 milhões. O fechamento atual de R$ 10,14 sinaliza um retorno ao patamar de dois dígitos, aproximando-se da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 11,55. O desempenho de hoje reflete uma melhora no sentimento do investidor em relação ao setor de varejo discricionário, especialmente considerando o fechamento anterior de R$ 9,52. O ativo demonstra alta volatilidade, mas o volume financeiro confirma que o mercado está atento às movimentações de preços e às projeções de consumo para os próximos trimestres.
O Magazine Luiza, carinhosamente conhecido como Magalu, é uma das maiores varejistas multicanal do país, integrando lojas físicas e uma robusta plataforma de e-commerce. A última notícia relevante da companhia envolve o anúncio de uma nova parceria estratégica com o AliExpress, permitindo a venda de produtos da plataforma chinesa no marketplace do Magalu e vice-versa, visando ampliar o sortimento de categorias.
3º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,11 ↑ 6,45%
Descrição: A Cosan registrou um dia de ganhos significativos, consolidando-se na terceira posição do nosso ranking de performance. Com uma variação positiva de R$ 0,37, o papel encerrou a sessão cotado a R$ 6,11. A movimentação diária foi intensa, com o preço oscilando entre R$ 5,72 e R$ 6,24, demonstrando uma amplitude que atraiu tanto investidores de curto prazo quanto fundos posicionados. O volume de ações foi um dos maiores do dia, totalizando 28.478.600 unidades, o que gerou um volume financeiro de R$ 174.004.246,00. Esse movimento é particularmente relevante dado que a mínima de 52 semanas da empresa está em R$ 4,92, sugerindo que o ativo está em um ciclo de recuperação de valor. O fechamento anterior estava em R$ 5,74, e o avanço atual sinaliza confiança na gestão da holding e em suas subsidiárias ligadas ao setor de energia e agronegócio.
A Cosan S.A. é um conglomerado brasileiro com investimentos em setores estratégicos como energia (Raízen), logística (Rumo), distribuição de gás (Compass) e gestão de propriedades agrícolas (Radar). Em notícias recentes, a holding confirmou a manutenção de sua estratégia de desalavancagem financeira, visando otimizar a estrutura de capital e focar na rentabilidade operacional de seus principais ativos.
4º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 27,52 ↑ 6,42%
Descrição: A Azzas 2154, nova gigante do setor de moda após fusões estratégicas, demonstrou um desempenho notável com alta de R$ 1,66 por ação. O ativo fechou o dia em R$ 27,52, tendo atingido uma máxima de R$ 27,88. Apesar de possuir um volume de ações menor em comparação aos líderes do ranking (7.058.900 papéis), o volume financeiro foi expressivo, somando R$ 194.260.928,00. A mínima do dia foi registrada em R$ 26,03, partindo de um fechamento anterior de R$ 25,86. Observa-se que o papel ainda possui uma margem considerável para buscar sua máxima de 52 semanas, que está estabelecida em R$ 41,49. O mercado parece estar precificando positivamente as sinergias operacionais decorrentes da recente união de marcas, o que justifica o otimismo observado nesta jornada de negociações na B3.
A Azzas 2154 S.A. é o resultado da fusão histórica entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando a maior plataforma de moda e lifestyle da América Latina, detentora de marcas como Arezzo, Schutz, Hering e Farm. A última notícia de impacto para a empresa foi a conclusão bem-sucedida da integração logística das unidades fabris, prometendo ganhos de eficiência e redução de custos operacionais já para o próximo balanço trimestral.
5º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 18,11 ↑ 4,56%
Descrição: A própria operadora da bolsa brasileira, B3SA3, apresentou um volume financeiro massivo, o maior da lista, totalizando R$ 965.317.330,00. O ativo valorizou R$ 0,79, encerrando o pregão a R$ 18,11. A liquidez foi o grande destaque, com 53.303.000 ações negociadas, refletindo um movimento institucional coordenado. O preço variou entre a mínima de R$ 17,37 e a máxima de R$ 18,58, aproximando-se perigosamente de sua máxima de 52 semanas (R$ 18,63). Partindo de um fechamento anterior de R$ 17,32, a alta de 4,56% demonstra que o mercado está confiante no aumento do volume médio diário de negociações na bolsa e na saúde do mercado de capitais brasileiro. Com a mínima anual em R$ 9,89, o papel praticamente dobrou de valor em um ano, consolidando-se como um porto seguro de alta liquidez.
A B3 S.A. é a bolsa de valores oficial do Brasil, responsável por gerir mercados de balcão organizado, negociação de ações, títulos de renda fixa e derivatizados. Recentemente, a companhia divulgou seus dados operacionais mensais, revelando um aumento no número de investidores pessoa física ativos, o que foi interpretado positivamente pelos analistas de mercado.
6º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,22 ↑ 4,46%
Descrição: As Lojas Renner registraram um dia positivo com alta de R$ 0,65 por ação, fechando a R$ 15,22. O ativo apresentou uma variação de 4,46% em relação ao fechamento anterior de R$ 14,57. Ao longo do dia, o papel encontrou suporte na mínima de R$ 14,61 e encontrou resistência na máxima de R$ 15,50. O volume de negociação foi robusto, com 14.840.100 ações movimentadas, gerando um giro financeiro de R$ 225.866.322,00. No contexto anual, a Renner ainda opera longe de sua máxima de 52 semanas (R$ 19,07), mas bem acima da mínima de R$ 10,84. Este movimento ascendente sugere uma recuperação gradual da confiança no setor de vestuário, que tem enfrentado forte concorrência externa. A estabilidade operacional e a força da marca continuam sendo os pilares que sustentam o interesse dos investidores institucionais na empresa.
A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda do Brasil, operando através de marcas como Renner, Camicado, Youcom e Ashua. A notícia mais recente envolvendo a companhia diz respeito à aceleração de sua transformação digital e ao investimento em novos centros de distribuição automatizados para otimizar as entregas de seu braço de e-commerce.
7º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 12,16 ↑ 4,02%
Descrição: A Auren Energia apresentou um desempenho sólido com uma valorização de R$ 0,47 por cota, encerrando a R$ 12,16. O papel oscilou entre a mínima de R$ 11,65 e a máxima de R$ 12,24, mostrando baixa volatilidade intradia em comparação com o setor de varejo. O volume negociado foi de 4.410.000 ações, totalizando um valor financeiro de R$ 53.625.600,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 11,69, a alta de 4,02% reforça a atratividade do setor elétrico em momentos de busca por ativos defensivos com bom rendimento. A ação está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 12,99, o que indica uma tendência de alta consistente. Para o investidor focado em proventos, a estabilidade demonstrada pelo ativo, partindo de uma mínima anual de R$ 7,29, é um sinal positivo de maturação operacional.
A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do país, fruto da integração dos ativos de energia da Votorantim S.A. e do fundo canadense CPPIB. Recentemente, a empresa concluiu a aquisição da AES Brasil, movimento que a posicionou como uma das líderes indiscutíveis em geração de energia limpa no mercado nacional.
8º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,98 ↑ 3,65%
Descrição: A LWSA (antiga Locaweb) registrou uma alta de R$ 0,14 no pregão de hoje, atingindo o valor de R$ 3,98. A variação percentual de 3,65% foi acompanhada por um volume de 6.874.800 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 27.361.704,00. O ativo teve uma variação diária estreita, com mínima de R$ 3,82 e máxima de R$ 4,06. O preço de fechamento atual está ligeiramente acima do fechamento anterior de R$ 3,84. O setor de tecnologia tem sofrido pressão nos últimos meses, e o papel ainda se encontra distante de sua máxima de 52 semanas de R$ 4,80, embora esteja recuperado em relação à mínima de R$ 2,30. Este desempenho reflete uma tentativa de estabilização de preços após ajustes significativos de valuation enfrentados pelas empresas de software e serviços de internet no Brasil.
A LWSA S/A é uma empresa brasileira de tecnologia focada em serviços de hospedagem de sites, serviços de internet e soluções de e-commerce para empresas. A última notícia relevante da companhia foca em seu programa de recompra de ações, sinalizando que a administração vê os preços atuais como subavaliados em relação ao potencial de longo prazo do negócio.
9º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,07 ↑ 3,50%
Descrição: A CVC Brasil apresentou uma valorização de R$ 0,07, fechando o dia cotada a R$ 2,07. Com um volume de 9.650.800 ações negociadas, a companhia movimentou R$ 19.977.156,00. O papel iniciou o dia testando a mínima de R$ 2,00 (mesmo valor do fechamento anterior) e alcançou a máxima de R$ 2,12. Apesar da variação percentual positiva de 3,50%, o ativo ainda opera em patamares baixos, considerando que sua máxima de 52 semanas é de R$ 2,79. A mínima anual de R$ 1,64 mostra que o papel encontrou um piso e tenta ensaiar uma recuperação. O setor de turismo continua sensível às flutuações cambiais e ao poder de compra das famílias, mas o fechamento de hoje indica que há apetite por risco em níveis de preços depreciados, especialmente para um player que domina o mercado de lazer no Brasil.
A CVC Brasil é a maior operadora de turismo da América Latina, oferecendo pacotes de viagens, passagens aéreas e reservas de hotéis. Recentemente, a empresa anunciou uma reestruturação de sua dívida financeira e um novo foco estratégico na venda de produtos exclusivos e assistência ao viajante para melhorar suas margens operacionais.
10º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 47,24 ↑ 3,26%
Descrição: A Localiza encerra o nosso top 10 com uma valorização de R$ 1,49 por ação, terminando o dia em R$ 47,24. O ativo movimentou um volume financeiro expressivo de R$ 430.795.732,00, o segundo maior deste relatório, com 9.119.300 ações transacionadas. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 46,00 e a máxima de R$ 48,35, superando o fechamento anterior de R$ 45,75. No horizonte de um ano, o papel já tocou os R$ 53,00, e a mínima de R$ 26,95 mostra a forte recuperação que a empresa teve no período. A alta de 3,26% hoje consolida a percepção de que a empresa continua sendo a referência absoluta em seu setor, conseguindo repassar custos e manter uma frota eficiente mesmo diante de um cenário de juros ainda elevados que impactam o financiamento de veículos.
A Localiza Rent a Car S.A. é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, atuando também na gestão de frotas e venda de seminovos. A última notícia de destaque para a companhia foi a divulgação de seu relatório de sustentabilidade, onde reafirmou a meta de eletrificação gradual de parte de sua frota e a expansão de seus pontos de atendimento em aeroportos internacionais.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RAIZ4 | R$ 0,52 | -5,45% |
| 2 | BRKM5 | R$ 11,76 | -4,47% |
| 3 | PCAR3 | R$ 2,65 | -2,93% |
| 4 | MBRF3 | R$ 17,20 | -2,60% |
| 5 | PRIO3 | R$ 58,90 | -1,34% |
| 6 | VIVA3 | R$ 28,76 | -0,83% |
| 7 | PETR4 | R$ 42,93 | -0,53% |
| 8 | POMO4 | R$ 6,31 | -0,47% |
| 9 | AMOB3 | R$ 12,51 | -0,32% |
| 10 | MULT3 | R$ 32,35 | -0,25% |
1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,52 ↓ 5,45%
Descrição: A Raízen liderou as perdas do dia com uma queda acentuada de 5,45%, fechando cotada a R$ 0,52. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 0,51 e a máxima de R$ 0,55, aproximando-se perigosamente de sua mínima histórica das últimas 52 semanas, que é de R$ 0,50. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 37.318.600 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 19.405.672,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 0,55, a desvalorização nominal foi de R$ 0,03. Esse movimento coloca a empresa em uma posição de alerta para investidores que acompanham o suporte de preço. A volatilidade anual do ativo é alta, considerando que sua máxima no último ano foi de R$ 2,23.
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando como referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), consolidando sua estratégia de transição energética.
2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 11,76 ↓ 4,47%
Descrição: As ações da Braskem apresentaram a segunda maior queda do ranking, recuando R$ 0,55 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,31. O papel encerrou o dia a R$ 11,76, tendo testado uma máxima de R$ 12,56 e uma mínima de R$ 11,64. O giro financeiro foi robusto, totalizando R$ 63.078.288,00, com 5.363.800 ações trocando de mãos. O ativo encontra-se em um patamar intermediário em relação ao seu histórico de 52 semanas (Mín: R$ 6,11 / Máx: R$ 13,78). A queda percentual de 4,47% reflete uma pressão vendedora significativa no setor petroquímico durante a jornada.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Uma notícia recente de grande impacto envolve as negociações sobre sua estrutura societária e os desdobramentos jurídicos e ambientais relacionados ao caso geológico em Maceió.
3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,65 ↓ 2,93%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma queda de 2,93%, fechando a R$ 2,65. O dia foi marcado por uma oscilação entre R$ 2,49 e R$ 2,80, com um volume negociado de R$ 71.697.340,00. Foram movimentadas 27.055.600 ações. O valor de fechamento atual está distante da máxima de 52 semanas (R$ 4,95), evidenciando o momento desafiador para o setor de varejo alimentar. A variação nominal negativa foi de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 2,73. O alto volume de negociação indica que o papel foi um dos focos de liquidez dos investidores nesta sessão.
A empresa opera no setor de varejo alimentar sob diversas bandeiras, focando na experiência de compra do consumidor. Recentemente, o mercado repercutiu a estratégia de desalavancagem da companhia, que incluiu a venda de ativos e foco em eficiência operacional.
4º – Marfrig Global Foods S.A. (MRBF3) | R$ 17,20 ↓ 2,60%
Descrição: A Marfrig fechou o pregão em queda de 2,60%, cotada a R$ 17,20, que curiosamente foi também o valor mínimo registrado no dia. A máxima atingida foi de R$ 17,85. O volume financeiro movimentado alcançou R$ 149.662.360,00, com 8.701.300 ações negociadas. A variação nominal negativa foi de R$ 0,46 comparado aos R$ 17,66 do fechamento anterior. Apesar da queda diária, o papel ainda se mantém bem acima da sua mínima de 52 semanas (R$ 12,84), embora tenha se afastado do pico de R$ 26,83 alcançado no último ano.
A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e líder na produção de hambúrgueres. Recentemente, a empresa anunciou resultados operacionais que destacaram sua força no mercado norte-americano através da National Beef.
5º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 58,90 ↓ 1,34%
Descrição: A PRIO3 registrou uma desvalorização de 1,34%, encerrando o dia a R$ 58,90. O volume financeiro foi um dos maiores do dia, totalizando R$ 1.455.990.330,00, demonstrando o grande interesse institucional no ativo. O preço oscilou entre a mínima de R$ 56,90 e a máxima de R$ 59,45. Comparado ao fechamento anterior de R$ 59,70, houve uma redução de R$ 0,80 por ação. O ativo permanece próximo de sua máxima anual de R$ 63,35, indicando uma tendência de resiliência superior a outros papéis do setor de energia.
A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, especializada na gestão de campos maduros. A notícia mais recente da companhia envolve o aumento da eficiência produtiva no Campo de Frade.
6º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 28,76 ↓ 0,83%
Descrição: As ações da Vivara tiveram uma queda moderada de 0,83%, fechando a R$ 28,76. A variação nominal foi de apenas R$ 0,24 em relação ao preço anterior de R$ 29,00. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 28,65 e a máxima de R$ 29,91. O volume de ações foi de 2.654.600, gerando um montante financeiro de R$ 76.346.296,00. O preço atual situa-se em um patamar saudável em relação à mínima de 52 semanas (R$ 16,16), mostrando uma recuperação consistente ao longo do último ano.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de suas lojas físicas e o fortalecimento de sua marca Life, voltada para o público jovem.
7º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 42,93 ↓ 0,53%
Descrição: A Petrobras registrou uma leve queda de 0,53%, com as ações preferenciais fechando a R$ 42,93. O volume financeiro foi o maior da lista, atingindo impressionantes R$ 2.429.619.057,00, refletindo sua relevância no índice Bovespa. A oscilação diária foi de R$ 42,03 (mínima) a R$ 43,10 (máxima). Comparado ao fechamento de R$ 43,16, a variação nominal foi de R$ 0,23. O papel segue operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 44,27), reforçando sua posição como um dos ativos mais sólidos do mercado no momento.
A Petrobras é uma empresa de energia integrada, com foco em exploração e produção de petróleo e gás em águas profundas. A última notícia relevante trata da aprovação de novos investimentos em refino e a política de distribuição de dividendos extraordinários.
8º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 6,31 ↓ 0,47%
Descrição: A Marcopolo fechou com variação negativa de 0,47%, terminando o dia a R$ 6,31. A variação nominal foi mínima, de R$ 0,03. O ativo teve 19.742.600 ações negociadas, gerando R$ 124.575.806,00 em volume financeiro. Durante o pregão, o papel oscilou entre R$ 6,24 e R$ 6,40. O valor atual demonstra uma valorização expressiva em relação à mínima de 52 semanas, que foi de R$ 4,56, embora esteja abaixo da máxima de R$ 8,05 registrada no período anual.
A Marcopolo é líder nacional na fabricação de carrocerias de ônibus e possui forte presença internacional. Recentemente, a companhia divulgou um aumento na carteira de pedidos, impulsionado pela renovação de frotas urbanas e rodoviárias.
9º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,51 ↓ 0,32%
Descrição: A Automob encerrou o dia com uma desvalorização de 0,32%, cotada a R$ 12,51. Foi o papel com menor liquidez da lista, com apenas 38.900 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 486.639,00. A amplitude de preço no dia foi entre R$ 12,51 e R$ 12,92. Frente ao fechamento anterior de R$ 12,55, a queda nominal foi de R$ 0,04. O ativo mantém-se acima da mínima de 52 semanas (R$ 10,00), mas abaixo da máxima de R$ 15,50, indicando um período de baixa volatilidade e volume reduzido.
A Automob é uma das maiores empresas de varejo automotivo do Brasil, pertencente ao grupo Simpar. A empresa tem focado na consolidação do mercado de concessionárias através de aquisições estratégicas.
10º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 32,35 ↓ 0,25%
Descrição: A Multiplan fechou a lista com a menor queda percentual do dia, recuando apenas 0,25% e fechando a R$ 32,35. O volume negociado foi de R$ 166.016.965,00, com 5.131.900 ações transacionadas. A oscilação diária foi pequena, variando entre R$ 32,29 e R$ 33,24. Em relação ao fechamento anterior de R$ 32,43, a redução foi de R$ 0,08. O papel apresenta uma performance sólida no ano, mantendo-se mais próximo da máxima de 52 semanas (R$ 35,96) do que da mínima (R$ 20,40).
A Multiplan é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, focada no segmento de alta renda. Recentemente, a companhia anunciou a recompra de ações e o crescimento nas vendas de seus lojistas, superando níveis pré-pandemia.