Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 21/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RECV3 R$ 13,60 3,82%
2 HAPV3 R$ 12,65 2,18%
3 PETR3 R$ 52,70 1,86%
4 PRIO3 R$ 62,70 1,74%
5 PETR4 R$ 47,67 1,38%
6 GGBR4 R$ 21,72 1,31%
7 GOAU4 R$ 9,55 1,06%
8 BRAV3 R$ 20,40 0,59%
9 LWSA3 R$ 4,17 0,48%
10 PCAR3 R$ 2,60 0,39%

1º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,60 ↑ 3,82% 

Descrição: A PetroRecôncavo liderou o ranking de valorização no período analisado. Com um preço atual de R$ 13,60, o ativo registrou uma variação positiva de R$ 0,50, consolidando uma alta expressiva de 3,82%. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 13,17 e a máxima de R$ 13,74, demonstrando uma tendência de alta consistente em relação ao fechamento anterior de R$ 13,10. O volume de ações movimentadas foi de 3.767.500 unidades, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 51.238.000,00. Ao observarmos a perspectiva anual, a ação encontra-se em um patamar intermediário, considerando que sua mínima em 52 semanas foi de R$ 9,43 e sua máxima atingiu R$ 14,64. Este desempenho reflete um otimismo pontual dos investidores quanto à eficiência operacional da companhia no setor de óleo e gás. A PetroRecôncavo é uma empresa brasileira especializada na exploração e produção de petróleo e gás natural em campos terrestres (onshore), com forte atuação nas bacias do Recôncavo e Potiguar. Recentemente, a empresa ganhou destaque no mercado após anunciar a assinatura de novos contratos de venda de gás natural, reforçando sua estratégia de verticalização e monetização da produção.

2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 12,65 ↑ 2,18%

Descrição: A Hapvida ocupa a segunda posição do levantamento, apresentando uma valorização de 2,18%. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 12,65, o que representa um incremento de R$ 0,27 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,38. A dinâmica de preços do dia mostrou uma mínima de R$ 12,22 e uma máxima de R$ 12,78, evidenciando uma pressão compradora ao longo da sessão. O volume de negociação foi robusto, com 4.250.200 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 53.765.030,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observa-se uma volatilidade significativa, com o papel tendo variado entre R$ 7,00 e impressionantes R$ 44,85, sugerindo que o valor atual ainda está distante dos picos históricos recentes. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, operando uma rede verticalizada de hospitais e clínicas, especialmente forte nas regiões Norte e Nordeste. Uma notícia recente relevante envolve o esforço da companhia em otimizar sua estrutura de custos após a fusão com a NotreDame Intermédica, visando melhorar as margens operacionais que foram pressionadas pelo aumento da sinistralidade no setor de saúde suplementar.

3º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 52,70 ↑ 1,86% 

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) registraram um desempenho sólido, fechando o dia em R$ 52,70, uma alta de 1,86% (ou R$ 0,96 nominais). O papel demonstrou estabilidade, com a mínima do dia fixada em R$ 52,03 e a máxima atingindo R$ 52,90. O volume de ações negociadas foi bastante expressivo, alcançando 14.151.200 unidades, o que resultou em um montante financeiro de R$ 745.768.240,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 51,74, o ativo mantém sua trajetória de valorização próxima ao topo de 52 semanas, que é de R$ 56,14, estando consideravelmente acima da mínima anual de R$ 29,34. Esse fluxo sugere confiança do investidor institucional na geração de caixa da estatal. A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o governo do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção e refino de petróleo. Notícias recentes indicam que a empresa superou metas de produção no pré-sal, embora o mercado permaneça atento às discussões sobre a política de distribuição de dividendos extraordinários e possíveis mudanças na estratégia de investimentos em energias renováveis.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 62,70 ↑ 1,74% 

Descrição: A PRIO, antiga PetroRio, manteve-se entre as maiores altas com uma valorização de 1,74%. O preço de fechamento foi de R$ 62,70, um aumento de R$ 1,07 em comparação aos R$ 61,63 da sessão anterior. Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 61,93 e buscou a máxima de R$ 63,63. A liquidez foi um dos destaques, com 11.929.600 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 747.985.920,00, superando inclusive o volume da PETR3 em termos financeiros. O ativo caminha para testar sua máxima de 52 semanas (R$ 72,98), estando muito acima da mínima do mesmo período (R$ 33,23). O mercado segue premiando a eficiência da empresa na revitalização de campos maduros. A PRIO é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, focada na gestão eficiente de reservatórios e na redução de custos de extração. Recentemente, a companhia divulgou dados operacionais que mostram um aumento na produção diária no Campo de Frade, reforçando o otimismo dos analistas quanto aos seus resultados financeiros do próximo trimestre.

5º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 47,67 ↑ 1,38% 

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) figuram no meio do ranking, com um fechamento em R$ 47,67 e alta de 1,38%. A variação nominal foi de R$ 0,65 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,02. Este ativo foi o grande destaque em termos de liquidez absoluta da lista, com um volume massivo de 50.923.400 ações negociadas, movimentando R$ 2.427.518.478,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 47,25 e a máxima de R$ 47,98 no dia. No horizonte de um ano, a PETR4 demonstra resiliência, aproximando-se de sua máxima de 52 semanas de R$ 50,69, após ter visitado a mínima de R$ 27,30. A preferência por PETR4 geralmente reflete o interesse de investidores focados em dividendos. A Petrobras é uma gigante de energia integrada, líder mundial em tecnologia de extração em águas ultraprofundas. Uma notícia de impacto recente foi o anúncio de novas descobertas de hidrocarbonetos na Margem Equatorial, uma fronteira exploratória que promete ser o novo motor de crescimento da companhia para as próximas décadas, dependendo de licenças ambientais.

6º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,72 ↑ 1,31% 

Descrição: A Gerdau registrou uma valorização de 1,31% nesta sessão, encerrando cotada a R$ 21,72. O incremento por ação foi de R$ 0,28, partindo de um fechamento anterior de R$ 21,44. A mínima registrada durante o dia foi de R$ 21,19, enquanto a máxima tocou os R$ 21,84. O volume operacional contou com 13.994.700 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 303.964.884,00. O comportamento da ação em 52 semanas mostra que ela está negociando perto de seu teto (R$ 23,95) e bem distante da mínima anual (R$ 13,97), o que reflete a recuperação do setor siderúrgico e a demanda por aço. A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Recentemente, a empresa anunciou investimentos significativos na modernização de suas usinas em Minas Gerais, visando aumentar a sustentabilidade e a eficiência energética de sua produção, alinhando-se às metas globais de descarbonização do setor industrial.

7º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,55 ↑ 1,06% 

Descrição: A holding Metalúrgica Gerdau apresentou uma variação positiva de 1,06%, com o papel fechando a R$ 9,55. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,10 sobre o valor anterior de R$ 9,45. A oscilação intradia foi estreita, com mínima de R$ 9,35 e máxima de R$ 9,59. Foram negociadas 7.424.400 ações, gerando um volume financeiro de R$ 70.903.020,00. Em termos de performance anual, o ativo apresenta-se estável, com mínima em 52 semanas de R$ 5,82 e máxima de R$ 10,62. Geralmente, GOAU4 segue o desempenho de sua controlada operacional (GGBR4), mas com um valor nominal de entrada mais baixo, o que atrai pequenos investidores. A Metalúrgica Gerdau é a holding que controla a Gerdau S.A., possuindo participação direta e indireta na operação siderúrgica. Uma notícia relevante para os acionistas desta holding foi a recente confirmação do pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, mantendo sua política de remuneração atrativa, o que sustenta o interesse pelo papel mesmo em períodos de maior volatilidade no mercado de commodities.

8º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,40 ↑ 0,59% 

Descrição: A Brava Energia fechou com uma leve alta de 0,59%, atingindo o valor de R$ 20,40 por ação. A variação absoluta foi de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 20,28. Durante as negociações do dia, o papel atingiu a mínima de R$ 20,18 e a máxima de R$ 20,67. O volume de ações negociadas foi de 13.755.400, com um giro financeiro de R$ 280.610.160,00. Observando os dados de 52 semanas, a ação mostra que ainda tem espaço para recuperação, já que sua máxima no período foi de R$ 22,28, enquanto a mínima chegou a R$ 13,29. O interesse moderado reflete uma postura cautelosa do mercado quanto ao crescimento de curto prazo da empresa. A Brava Energia (resultado da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma operadora independente de petróleo e gás com um portfólio diversificado de ativos em terra e mar. A notícia mais recente da companhia envolve a consolidação operacional pós-fusão, onde a gestão busca capturar sinergias para reduzir o custo de extração e otimizar a logística de escoamento de sua produção em diferentes bacias brasileiras.

9º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,17 ↑ 0,48% 

Descrição: A LWSA, anteriormente conhecida como Locaweb, registrou uma variação positiva tímida de 0,48%, fechando a R$ 4,17. O aumento nominal foi de apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento de R$ 4,15. A ação teve uma movimentação discreta durante o pregão, com mínima de R$ 4,12 e máxima de R$ 4,31. O volume de ações foi de 3.477.700, totalizando R$ 14.502.009,00 em negócios. No acumulado de 52 semanas, o papel sofreu uma desvalorização considerável, estando próximo de sua mínima de R$ 3,10 e muito distante da máxima de R$ 4,80 registrada no período. Isso indica um cenário desafiador para o setor de tecnologia no atual ambiente de juros. A LWSA é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece um ecossistema completo de soluções digitais para empresas, desde hospedagem de sites até ferramentas de e-commerce e marketing. Recentemente, a empresa divulgou resultados que mostram um foco maior na rentabilidade em detrimento do crescimento acelerado, uma mudança de estratégia que visa fortalecer o balanço diante da maior concorrência no setor de serviços digitais.

10º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,60 ↑ 0,39% 

Descrição: Ocupando a última posição do ranking de hoje, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) registrou uma alta leve de 0,39%, com suas ações fechando a R$ 2,60. A variação foi de apenas R$ 0,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,59. O ativo variou entre R$ 2,51 e R$ 2,80 ao longo do dia, com um volume de 9.795.600 ações e movimentação financeira de R$ 25.468.560,00. Os dados de 52 semanas revelam a pressão que o varejo alimentar vem sofrendo: a ação está muito próxima da mínima de R$ 1,89 e longe da máxima de R$ 4,95, refletindo o processo de reestruturação pelo qual a empresa passa. A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) é uma das maiores empresas de varejo do país, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. A notícia mais relevante de última hora foi a conclusão da venda de ativos não estratégicos e a segregação do Éxito, medidas tomadas para reduzir o endividamento da companhia e focar na operação de supermercados premium, que possui margens de lucro mais resilientes.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 COGN3 R$ 3,07 -6,97%
2 EMBJ3 R$ 79,69 -6,01%
3 YDUQ3 R$ 11,15 -5,43%
4 IRBR3 R$ 55,33 -5,09%
5 MBRF3 R$ 18,69 -4,50%
6 TIMS3 R$ 25,65 -4,47%
7 BRKM5 R$ 8,58 -4,45%
8 MGLU3 R$ 8,95 -4,28%
9 VIVT3 R$ 39,45 -3,80%
10 BBAS3 R$ 23,40 -3,62%

1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,07 ↓6,97%

Descrição: A Cogna Educação lidera as perdas deste levantamento com uma queda acentuada de 6,97%, o que representa uma redução nominal de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,30. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 3,04 e a máxima de R$ 3,29. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 51.936.800 papéis, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 159.445.976,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, a ação opera em um patamar intermediário, distante tanto da mínima de R$ 2,01 quanto da máxima de R$ 4,75. Esse movimento de queda agressiva pode estar atrelado a ajustes de portfólio no setor educacional ou reações a indicadores macroeconômicos que afetam o consumo das famílias e o financiamento estudantil, setores onde a companhia possui forte exposição através de suas diversas frentes de atuação no ensino superior e básico.

A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, operando marcas como Kroton (ensino superior) e Vasta (soluções para educação básica). Recentemente, a empresa tem focado na digitalização de seus serviços e na redução de alavancagem financeira. Uma notícia relevante recente envolve a estratégia da companhia em focar na geração de caixa operacional e a continuidade da integração de suas plataformas digitais para otimizar a rentabilidade do grupo.

2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 79,69 ↓6,01%

Descrição: A Embraer figura na segunda posição deste relatório com um recuo de 6,01%, fechando cotada a R$ 79,69. A variação nominal negativa foi de R$ 5,10 frente ao preço de fechamento anterior de R$ 84,79. Ao longo do dia, os papéis oscilaram entre R$ 79,60 e R$ 83,49. O volume de negociação foi robusto, com R$ 463.214.063,00 transacionados, refletindo o interesse do mercado na fabricante de aeronaves. É importante notar que, apesar da queda no dia, a ação ainda opera em níveis elevados se considerarmos a mínima de 52 semanas (R$ 59,61), embora tenha se afastado da máxima recente de R$ 105,50. A queda de hoje pode ser interpretada como um movimento de realização de lucros após valorizações recentes ou por pressões cambiais e de custos de insumos na cadeia global de suprimentos aeroespaciais, que impactam diretamente o valuation da companhia em bolsa.

A Embraer é uma conglomerada brasileira transnacional que fabrica aeronaves comerciais, militares, executivas e agrícolas. É a terceira maior fabricante de jatos civis do mundo. Uma notícia de destaque recente é o sucesso contínuo de vendas do cargueiro militar C-390 Millennium para países da OTAN e a expansão da capacidade produtiva para atender à demanda recorde da aviação executiva.

3º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 11,15 ↓5,43%

Descrição: O grupo educacional YDUQS registrou uma queda de 5,43%, encerrando o pregão a R$ 11,15. A desvalorização nominal foi de R$ 0,64 comparada ao fechamento de R$ 11,79 do dia anterior. O volume de ações movimentadas foi de 4.493.500, gerando um montante financeiro de R$ 50.102.525,00. Os preços flutuaram entre a mínima de R$ 11,07 e a máxima de R$ 11,78. O papel encontra-se em uma zona de suporte delicada, aproximando-se da mínima de 52 semanas registrada em R$ 9,47, muito distante do topo de R$ 16,99 observado no último ano. Assim como sua par Cogna, a YDUQS sofre com o cenário de juros elevados, que encarece o financiamento para estudantes e aumenta as despesas financeiras da própria companhia, refletindo-se diretamente na percepção de valor por parte dos investidores institucionais e de varejo.

A YDUQS é um dos maiores grupos de ensino superior do Brasil, detentora de marcas como Estácio e Ibmec. A empresa tem investido pesadamente na expansão de seus cursos de Medicina e na oferta de ensino a distância (EAD). Recentemente, a notícia sobre a autorização de novas vagas para cursos de medicina tem sido um ponto de atenção positivo para os analistas do setor.

4º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 55,33 ↓5,09%

Descrição: A resseguradora IRB-Brasil apresentou uma desvalorização de 5,09% no dia, fechando em R$ 55,33. Isso representa um recuo de R$ 2,97 em relação ao preço anterior de R$ 58,30. A ação teve um volume de negócios de 905.400 papéis, totalizando R$ 50.095.782,00. A flutuação diária ocorreu entre R$ 55,02 e R$ 58,02. Olhando para o horizonte de um ano, a ação está sendo negociada no centro de sua faixa de variação, tendo como mínima R$ 42,12 e máxima R$ 65,93. O setor de resseguros é sensível a sinistralidades climáticas e variações na taxa Selic; a queda de hoje pode ser um reflexo de dados do setor que indicam maior sinistralidade ou uma readequação técnica do mercado após o IRB ter passado por um longo processo de reestruturação interna e aumento de capital para reforçar suas provisões.

O IRB Brasil RE é o maior ressegurador do Brasil e um dos principais players da América Latina. Após enfrentar uma grave crise de governança anos atrás, a empresa passou por um turnaround operacional. Uma notícia relevante atual trata da melhora nos resultados operacionais e no índice de sinistralidade, indicando que a companhia está recuperando sua eficiência técnica sob a nova gestão.

5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,69 ↓4,50%

Descrição: A Marfrig registrou uma queda de 4,50% neste pregão, com o preço por ação recuando R$ 0,88 para fechar em R$ 18,69. O fechamento anterior havia sido de R$ 19,57. Durante o dia, as ações atingiram a mínima de R$ 18,60 e máxima de R$ 19,58. O volume financeiro negociado foi de R$ 142.815.897,00, com 7.641.300 ações trocando de mãos. No acumulado de 52 semanas, a Marfrig demonstra resiliência, mantendo-se significativamente acima da mínima de R$ 14,59, embora abaixo da máxima de R$ 26,83. O setor de frigoríficos enfrenta desafios relacionados aos preços das commodities (como milho e soja) para alimentação animal e ciclos de gado; a queda de hoje pode estar relacionada à expectativa de menor demanda externa ou ajustes nos spreads de produção, influenciados pelo cenário macroeconômico global.

A Marfrig é a segunda maior empresa de carne bovina do mundo e uma líder global na produção de hambúrgueres. Possui uma participação majoritária na BRF, o que a torna um player ainda mais robusto no setor de proteínas. Notícias recentes destacam o avanço do processo de venda de ativos para a Minerva, parte de uma estratégia para reduzir o endividamento consolidado do grupo.

6º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 25,65 ↓4,47%

Descrição: A operadora de telefonia TIM S.A. viu suas ações recuarem 4,47%, encerrando o dia em R$ 25,65. O recuo nominal foi de R$ 1,20 frente ao preço de R$ 26,85 registrado na sessão anterior. O volume negociado atingiu R$ 148.659.705,00, com 5.795.700 ações negociadas. A ação oscilou entre a mínima de R$ 25,61 e a máxima de R$ 26,85. Historicamente, a TIM tem se mantido em uma faixa sólida, com mínima de 52 semanas em R$ 16,61 e máxima em R$ 28,57. Sendo uma empresa do setor de utilidade pública e considerada defensiva, essa queda de quase 4,5% chama a atenção e pode ser fruto de um movimento técnico de saída de investidores estrangeiros ou revisões de dividendos para o próximo período, em um momento onde o mercado busca ativos de maior crescimento em detrimento de empresas de valor.

A TIM Brasil é uma das maiores operadoras de telecomunicações do país, controlada pelo grupo Telecom Italia. A empresa tem focado na expansão da tecnologia 5G e em serviços de valor agregado. Recentemente, a TIM reportou um sólido crescimento na base de clientes pós-pagos e na receita média por usuário (ARPU), consolidando sua posição no mercado móvel.

7º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,58 ↓4,45%

Descrição: As ações da Braskem recuaram 4,45%, fechando o dia a R$ 8,58. A redução de R$ 0,40 ocorreu sobre o valor de fechamento anterior de R$ 8,98. O volume de negócios totalizou R$ 83.375.292,00, com 9.717.400 ações transacionadas. A variação intradiária foi de R$ 8,35 na mínima e R$ 9,09 na máxima. O papel atravessa um momento difícil, operando próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 6,11) e muito longe da máxima de R$ 13,78. A petroquímica enfrenta incertezas jurídicas e geológicas relacionadas ao incidente em Maceió, além da volatilidade nos spreads petroquímicos globais. A queda de hoje reforça a cautela do mercado com papéis que possuem riscos de passivos ambientais e incertezas quanto à estrutura de controle acionário, que tem sido alvo constante de especulações de venda pela Novonor.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e a maior produtora de polipropileno nos Estados Unidos. Uma notícia central que tem movimentado o papel são as negociações envolvendo a venda da participação da Novonor e os desdobramentos das indenizações referentes ao afundamento do solo em bairros de Maceió.

8º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,95 ↓4,28%

Descrição: O varejista Magazine Luiza registrou queda de 4,28%, encerrando o dia com o preço de R$ 8,95 por ação. A desvalorização foi de R$ 0,40 em relação ao fechamento de R$ 9,35. O volume de ações foi elevado, com 12.665.800 unidades negociadas, gerando R$ 113.358.910,00 em volume financeiro. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 8,95 (fechando na mínima do dia) e a máxima de R$ 9,32. A ação está no meio de seu intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 6,21 e máxima de R$ 11,55). O setor de varejo discricionário é extremamente sensível às curvas de juros futuros e dados de inflação; o recuo de hoje sugere uma preocupação do mercado com a manutenção de taxas elevadas, o que pressiona o consumo e aumenta o custo da dívida da companhia.

O Magalu é um dos maiores ecossistemas de varejo do Brasil, integrando lojas físicas, plataforma digital e serviços financeiros (MagaluPay). Recentemente, a empresa focou na rentabilidade e no crescimento do seu marketplace de terceiros (3P). Uma notícia relevante foi o anúncio de um aumento de capital bilionário para fortalecer a estrutura de capital e reduzir o endividamento.

9º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 39,45 ↓3,80%

Descrição: A Telefônica Brasil (Vivo) registrou uma queda de 3,80%, fechando em R$ 39,45. A perda nominal foi de R$ 1,56 sobre o fechamento de R$ 41,01. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 263.565.450,00, com 6.681.000 ações negociadas. Os papéis variaram entre R$ 39,34 e R$ 40,95 ao longo do dia. A ação mantém-se relativamente estável no longo prazo, com mínima de 52 semanas em R$ 25,13 e máxima em R$ 43,40. Movimentos de baixa nesta magnitude em empresas de telecomunicações costumam ser pontuais e ligados a ajustes técnicos ou reações a novos marcos regulatórios. Por ser uma das maiores pagadoras de dividendos da bolsa, investidores monitoram de perto se quedas como esta abrem oportunidades de “dividend yield” mais atrativo.

A Telefônica Brasil, operando sob a marca Vivo, é a líder no mercado de telefonia móvel e banda larga fixa no Brasil. A empresa tem investido fortemente em infraestrutura de fibra óptica e serviços digitais para empresas (B2B). Notícias recentes dão conta da estratégia da empresa em diversificar receitas através de serviços financeiros e saúde digital (Vivo Money e Vivo Saúde).

10º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 23,40 ↓3,62%

Descrição: O Banco do Brasil encerra a lista com uma baixa de 3,62%, sendo cotado a R$ 23,40. A variação nominal foi de R$ 0,88 negativos em relação ao preço anterior de R$ 24,28. O volume financeiro foi o maior de toda a lista, atingindo R$ 585.489.060,00, com 25.020.900 ações movimentadas. Os preços oscilaram entre R$ 23,36 e R$ 24,14. O BBAS3 apresenta um bom desempenho no acumulado de 12 meses, situando-se acima da mínima de R$ 17,83, embora abaixo da máxima de R$ 29,02. Como um banco estatal de grande porte e forte exposição ao agronegócio, o recuo pode refletir preocupações fiscais ou mudanças nas expectativas de provisões contra devedores duvidosos, além do sentimento geral do mercado que penalizou ativos de alta liquidez no pregão de hoje.

O Banco do Brasil é uma das instituições financeiras mais antigas e sólidas do país, com controle estatal mas capital aberto. É líder no crédito agrícola e possui uma base de correntistas massiva. Uma notícia recente de grande impacto foi a divulgação de lucros recordes e o anúncio da elevação do “payout” (porcentagem do lucro distribuído como dividendo) para seus acionistas.

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