As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | YDUQ3 | R$ 10,96 | 7,87% |
| 2 | RENT3 | R$ 49,88 | 7,62% |
| 3 | VBBR3 | R$ 33,80 | 4,55% |
| 4 | RAIL3 | R$ 16,93 | 3,93% |
| 5 | WEGE3 | R$ 45,52 | 2,73% |
| 6 | UGPA3 | R$ 30,16 | 2,72% |
| 7 | RECV3 | R$ 12,43 | 2,56% |
| 8 | BPAC11 | R$ 58,65 | 2,54% |
| 9 | PSSA3 | R$ 51,49 | 2,37% |
| 10 | SMTO3 | R$ 16,80 | 2,13% |
1º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 10,96 ↑ 7,87%
Descrição: A YDUQS lidera o ranking do dia com um desempenho expressivo, apresentando uma valorização de 7,87%, o que representa um aumento nominal de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,16. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade com uma mínima de R$ 10,16 e máxima de R$ 11,12. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 8.632.200 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 94.608.912,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, a ação ainda opera distante de sua máxima de R$ 16,99, mas mantém-se acima da mínima de R$ 9,47. Este movimento de alta destaca a confiança momentânea dos investidores no papel dentro do setor educacional. A empresa é uma das maiores organizações educacionais do Brasil, atuando fortemente no ensino superior presencial e a distância através de marcas como Estácio e Ibmec. Recentemente, a companhia tem focado na expansão de seus cursos de Medicina e no fortalecimento de sua plataforma digital para otimizar margens operacionais.
2º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 49,88 ↑ 7,62%
Descrição: A Localiza ocupa a segunda posição com uma alta robusta de 7,62%, subindo R$ 3,53 por cotação. O papel fechou o dia a R$ 49,88, aproximando-se da máxima do dia de R$ 50,45, após ter tocado a mínima de R$ 48,53. O fechamento anterior havia sido de R$ 46,35. O volume de ações foi extremamente elevado, com 17.233.100 papéis trocando de mãos, gerando o maior volume financeiro da lista: R$ 859.587.028,00. No acumulado de um ano, o ativo oscilou entre R$ 30,36 e R$ 53,35, mostrando que o preço atual está próximo do topo anual. A Localiza é a plataforma líder em aluguel de carros e gestão de frotas na América Latina, consolidada após a fusão com a Unidas. Uma notícia recente relevante para a empresa envolve o anúncio de um novo programa de recompra de ações, visando a manutenção em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação, o que costuma ser bem visto pelo mercado como sinal de subavaliação.
3º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 33,80 ↑ 4,55%
Descrição: A Vibra Energia registrou uma valorização de 4,55%, encerrando o dia cotada a R$ 33,80. A variação positiva foi de R$ 1,47 comparada ao fechamento anterior de R$ 32,33. O ativo teve uma oscilação diária entre a mínima de R$ 32,47 e a máxima de R$ 33,86. Foram negociadas 10.103.200 ações, movimentando R$ 341.488.160,00 no mercado financeiro. É importante notar que o valor de fechamento está muito próximo da máxima das últimas 52 semanas (R$ 34,20), indicando uma tendência de alta consistente frente à mínima anual de R$ 15,96. A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil em termos de volume de vendas. Em notícias recentes, a empresa assinou um contrato estratégico para expandir sua infraestrutura de recarga elétrica para veículos, reforçando sua transição para uma companhia de energia multi-soluções.
4º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 16,93 ↑ 3,93%
Descrição: A Rumo S.A. apresentou um crescimento de 3,93% em sua cotação, fechando o pregão a R$ 16,93, um aumento de R$ 0,64 sobre os R$ 16,29 do dia anterior. A ação registrou uma mínima diária de R$ 16,42 e máxima de R$ 17,14. O volume transacionado foi significativo, com 19.969.000 ações e um giro financeiro de R$ 338.075.170,00. O desempenho atual coloca o papel em uma posição intermediária dentro do intervalo de 52 semanas, que varia de R$ 13,22 a R$ 19,54. A empresa é a maior operadora ferroviária independente do Brasil, controlada pelo grupo Cosan, focando no escoamento de safras agrícolas e produtos industriais através de uma vasta malha ferroviária. Recentemente, a Rumo obteve avanços significativos no licenciamento ambiental para a continuidade das obras da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, projeto crucial para sua expansão logística.
5º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 45,52 ↑ 2,73%
Descrição: A WEG manteve sua trajetória ascendente com uma alta de 2,73%, terminando o dia a R$ 45,52. A variação nominal foi de R$ 1,21 em relação ao fechamento anterior de R$ 44,31. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 44,71 e a máxima de R$ 46,57. Com um volume de 10.946.700 ações negociadas, a movimentação financeira somou R$ 498.293.784,00. O ativo apresenta resiliência, mantendo-se distante da mínima anual de R$ 33,85, embora ainda abaixo da máxima de 52 semanas, que é R$ 54,41. A WEG é uma multinacional brasileira reconhecida mundialmente pela produção de equipamentos eletroeletrônicos, motores e tecnologias para energia renovável. Uma das notícias mais recentes de impacto foi a aprovação de um novo pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas, reafirmando sua política de retorno de capital consistente.
6º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 30,16 ↑ 2,72%
Descrição: A Ultrapar registrou valorização de 2,72%, com a ação cotada a R$ 30,16, um acréscimo de R$ 0,80 sobre o fechamento anterior de R$ 29,36. O papel flutuou entre R$ 29,65 e R$ 30,33 ao longo da sessão. Foram movimentadas 8.818.600 ações, totalizando um volume negociado de R$ 265.968.976,00. No intervalo de 52 semanas, a ação demonstra uma recuperação sólida, operando próxima da sua máxima anual de R$ 30,81 e bem acima da mínima de R$ 14,62. A Ultrapar é uma das maiores holdings do país, controlando marcas líderes como Ipiranga (distribuição de combustíveis) e Ultragaz (Gás LP). Recentemente, a holding reportou resultados trimestrais que superaram as expectativas dos analistas, impulsionados pela melhora nas margens da Ipiranga, o que gerou otimismo no mercado financeiro.
7º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,43 ↑ 2,56%
Descrição: A PetroRecôncavo fechou o dia com alta de 2,56%, atingindo o valor de R$ 12,43 por ação. O incremento foi de R$ 0,31 em comparação aos R$ 12,12 do fechamento anterior. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 12,30 e a máxima de R$ 12,79. O volume de negociação foi de 2.671.500 ações, com volume financeiro de R$ 33.206.745,00. Apesar da alta do dia, o papel ainda opera perto da sua mínima de 52 semanas (R$ 9,43) e longe da máxima de R$ 14,64 registrada no último ano. A PetroRecôncavo é uma operadora independente de petróleo e gás, especializada na revitalização de campos maduros em terra (onshore) no Brasil. Uma notícia recente envolveu a divulgação de seus dados de produção mensal, que mostraram estabilidade operacional mesmo diante de intervenções programadas para manutenção em alguns de seus polos produtores.
8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 58,65 ↑ 2,54%
Descrição: O BTG Pactual registrou um desempenho positivo de 2,54%, com as units fechando a R$ 58,65. O aumento foi de R$ 1,45 em relação ao fechamento de R$ 57,20. No pregão, o ativo oscilou entre R$ 58,06 e R$ 59,18. Foram negociadas 9.090.400 units, resultando em um giro financeiro robusto de R$ 533.151.960,00. O valor atual situa-se em um patamar elevado se comparado à mínima de 52 semanas de R$ 36,41, embora abaixo da máxima de R$ 65,50. O BTG Pactual é o maior banco de investimento da América Latina, atuando em Investment Banking, Wealth Management e Asset Management. Recentemente, o banco anunciou a aquisição de uma gestora de patrimônio internacional, visando fortalecer sua presença global e diversificar ainda mais sua base de receitas em moeda estrangeira.
9º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 51,49 ↑ 2,37%
Descrição: A Porto Seguro apresentou alta de 2,37%, encerrando a sessão a R$ 51,49. A variação positiva somou R$ 1,19 ao preço de fechamento anterior de R$ 50,30. A ação registrou mínima de R$ 50,60 e máxima de R$ 52,23 durante o dia. Foram transacionadas 2.417.600 ações, com volume financeiro de R$ 124.482.224,00. No acumulado de um ano, o ativo demonstra resiliência, operando perto da sua máxima de 52 semanas (R$ 55,72) e significativamente acima da mínima de R$ 40,62. A Porto Seguro é um dos maiores grupos seguradores do Brasil, com liderança no segmento de seguros de automóveis e forte atuação em saúde e serviços financeiros. Recentemente, a empresa lançou novos produtos digitais focados no público jovem, buscando modernizar sua base de clientes e aumentar a penetração em serviços de assistência residencial.
10º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,80 ↑ 2,13%
Descrição: A São Martinho encerra o ranking das dez ações analisadas com uma alta de 2,13%, fechando a R$ 16,80. O aumento nominal foi de R$ 0,35 sobre o fechamento de R$ 16,45. O papel variou entre R$ 16,39 e R$ 16,90 no decorrer do dia. O volume negociado foi de 2.315.200 ações, totalizando R$ 38.895.360,00 em negócios. O preço atual está mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 12,91) do que da máxima (R$ 21,70), sugerindo potencial de recuperação caso o cenário para commodities melhore. A São Martinho é um dos maiores produtores de açúcar e etanol do Brasil, possuindo alta eficiência em suas usinas e cogeração de energia a partir do bagaço da cana. Uma notícia de destaque recente foi a inauguração de sua nova planta de produção de etanol de milho, permitindo que a companhia mantenha a produção ativa mesmo durante o período de entressafra da cana-de-açúcar.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CVCB3 | R$ 2,21 | -11,60% |
| 2 | EMBJ3 | R$ 73,78 | -11,45% |
| 3 | VIVA3 | R$ 24,77 | -10,77% |
| 4 | MGLU3 | R$ 7,15 | -9,95% |
| 5 | AZZA3 | R$ 20,40 | -8,60% |
| 6 | PCAR3 | R$ 2,40 | -5,14% |
| 7 | LWSA3 | R$ 3,91 | -4,40% |
| 8 | LREN3 | R$ 14,35 | -3,95% |
| 9 | MRVE3 | R$ 6,69 | -3,32% |
| 10 | TOTS3 | R$ 35,21 | -2,82% |
1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,21 ↓11,60%
Descrição: A CVCB3 apresentou o desempenho mais negativo do pregão entre os ativos analisados, encerrando o dia cotada a R$ 2,21. O ativo demonstrou uma volatilidade expressiva, abrindo próximo à sua máxima de R$ 2,55 e atingindo a mínima justamente no valor de fechamento. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 2,50, a queda nominal foi de R$ 0,29. O volume de ações movimentadas foi de 21.481.000 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 47.473.010,00. No contexto das últimas 52 semanas, o papel continua operando em um patamar próximo à sua mínima anual (R$ 1,64) e consideravelmente distante de sua máxima de R$ 2,79. A pressão vendedora foi constante ao longo do dia, refletindo um sentimento de aversão ao risco por parte dos investidores em relação ao setor de turismo no curto prazo.
A CVC Brasil é a maior operadora de viagens da América Latina, atuando na intermediação de serviços de transporte, hospedagem e pacotes turísticos. Recentemente, a empresa tem focado em reperfilar sua dívida e fortalecer sua estrutura de capital; a notícia mais recente envolve a movimentação da companhia para otimizar suas operações digitais e reduzir custos fixos.
2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 73,78 ↓11,45%
Descrição: A Embraer registrou uma queda acentuada de 11,45%, com o preço da ação recuando R$ 9,54 em relação ao fechamento anterior de R$ 83,32. O ativo iniciou o dia sob forte pressão, oscilando entre a mínima de R$ 73,24 e a máxima de R$ 82,01. O volume financeiro foi o mais robusto do grupo, totalizando expressivos R$ 1.476.426.336,00, com 20.011.200 ações trocando de mãos. Apesar da correção severa no dia, a ação ainda mantém uma posição sólida quando observada a perspectiva de 52 semanas, onde a mínima foi de R$ 63,39 e a máxima atingiu R$ 105,50. A variação negativa de hoje representa um ajuste importante após períodos de valorização, impactando diretamente o valuation de mercado da fabricante de aeronaves neste pregão específico.
A Embraer é uma empresa aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação nos segmentos de defesa e aviação executiva. Uma notícia recente de grande impacto foi a confirmação de novos pedidos firmes de aeronaves por companhias aéreas internacionais, o que reforça o seu backlog de entregas para os próximos anos.
3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 24,77 ↓10,77%
Descrição: As ações da Vivara fecharam o dia em R$ 24,77, registrando um recuo de 10,77%. A desvalorização nominal foi de R$ 2,99 por ação, partindo de um fechamento anterior de R$ 27,76. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 24,69 e a máxima de R$ 27,01. O volume de negociação foi moderado, com 10.441.600 ações negociadas, gerando um giro financeiro de R$ 258.638.432,00. Analisando o histórico de um ano, o preço atual situa-se em uma zona intermediária, visto que a mínima de 52 semanas é de R$ 20,13 e a máxima de R$ 35,89. O movimento de hoje indica uma realização de lucros ou reação a dados setoriais que afetaram o varejo de luxo, resultando em uma das maiores quedas percentuais do ranking.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma marca consolidada e ampla presença em shoppings centers de alto padrão. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de lojas físicas e o fortalecimento de sua marca voltada ao público jovem, a Life by Vivara.
4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 7,15 ↓9,95%
Descrição: O Magazine Luiza enfrentou uma jornada de forte desvalorização, com queda de 9,95%, encerrando o dia cotado a R$ 7,15. A variação em reais foi de -R$ 0,79 comparado ao fechamento anterior de R$ 7,94. O ativo operou em sua mínima do dia no fechamento (R$ 7,15), tendo alcançado a máxima de R$ 7,85 durante o pregão. Destaca-se o alto volume de liquidez, com 35.099.000 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 250.957.850,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra estar em um patamar crítico, operando próxima à mínima do período (R$ 6,15) e muito distante da máxima de R$ 11,44. O setor de varejo eletrônico continua sofrendo com a sensibilidade aos juros e ao cenário macroeconômico.
O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do país, integrando lojas físicas e um ecossistema digital robusto. A notícia mais recente sobre a companhia refere-se aos esforços de integração da sua plataforma de marketplace com novos serviços financeiros para lojistas.
5º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 20,40 ↓8,60%
Descrição: A Azzas 2154 (fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma) encerrou o dia com queda de 8,60%, cotada a R$ 20,40. A variação negativa foi de R$ 1,92 em relação aos R$ 22,32 do fechamento anterior. O papel teve uma amplitude de negociação entre R$ 20,40 e R$ 22,74 ao longo do dia. Foram negociadas 6.133.200 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 125.117.280,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o valor de fechamento de hoje igualou a mínima do dia e está perigosamente próximo da mínima anual de R$ 20,38, sinalizando um suporte importante que pode ser testado nos próximos pregões. A máxima do período de um ano é de R$ 41,49, evidenciando a forte correção sofrida pelo ativo recentemente.
A Azzas 2154 surgiu da fusão estratégica entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do setor de moda e vestuário no Brasil com marcas como Arezzo, Schutz e Hering. A notícia mais recente envolve o processo de captura de sinergias operacionais após a conclusão da fusão das operações das duas holdings.
6º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,40 ↓5,14%
Descrição: As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecharam em queda de 5,14%, atingindo o valor de R$ 2,40. Houve uma redução de R$ 0,13 no valor do papel em relação ao fechamento anterior de R$ 2,53. Durante a sessão, o ativo variou entre a mínima de R$ 2,37 e a máxima de R$ 2,61. O volume de ações foi de 4.446.400, com um volume financeiro totalizado em R$ 10.671.360,00. O desempenho de hoje mantém a ação em uma faixa de preço comprimida, considerando que a mínima de 52 semanas é de R$ 1,89 e a máxima é de R$ 4,60. A queda reflete o momento desafiador para o varejo alimentar e as incertezas sobre o consumo das famílias.
A Companhia Brasileira de Distribuição, operando sob a marca Pão de Açúcar, é uma das pioneiras no varejo alimentar brasileiro. Recentemente, o mercado tem acompanhado as notícias sobre a reestruturação societária da companhia e o foco em converter lojas para formatos de maior rentabilidade.
7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,91 ↓4,40%
Descrição: A LWSA3 (antiga Locaweb) registrou baixa de 4,40% no pregão, fechando a R$ 3,91. A perda nominal foi de R$ 0,18 frente ao fechamento anterior de R$ 4,09. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 3,84 e a máxima de R$ 4,24. O volume negociado foi de 8.143.100 ações, o que gerou um montante financeiro de R$ 31.839.521,00. No panorama de 52 semanas, a ação demonstra uma tendência de baixa, operando mais próxima da mínima de R$ 3,10 do que da máxima de R$ 4,80. O setor de tecnologia e serviços digitais tem enfrentado volatilidade devido à reprecificação de ativos de crescimento em ambientes de taxas de juros elevadas.
A LWSA S/A é uma empresa líder em serviços de tecnologia B2B, oferecendo soluções de hospedagem, e-commerce e marketing digital. A notícia mais recente destaca o foco da empresa na integração de suas aquisições anteriores para melhorar as margens de lucro e a eficiência operacional.
8º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,35 ↓3,95%
Descrição: A Lojas Renner fechou em R$ 14,35, representando um recuo de 3,95% no dia. A variação em reais foi de -R$ 0,59 comparado ao fechamento anterior de R$ 14,94. O papel teve um volume de negociação considerável, com 27.320.700 ações movimentadas e um volume financeiro de R$ 392.052.045,00. Ao longo do dia, a cotação variou entre R$ 14,24 e R$ 15,18. Olhando para o horizonte de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 12,25 e a máxima de R$ 18,80. Apesar da queda no dia, o volume financeiro indica que o ativo continua sendo um dos preferidos dos investidores institucionais para exposição ao consumo doméstico.
A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, reconhecida pela sua gestão eficiente e forte presença no comércio eletrônico. Recentemente, a empresa divulgou planos para otimizar seu estoque através de novas tecnologias de inteligência de dados e automação logística.
9º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 6,69 ↓3,32%
Descrição: As ações da MRV Engenharia encerraram o pregão a R$ 6,69, com queda de 3,32%. O valor do papel recuou R$ 0,23 em relação aos R$ 6,92 do fechamento anterior. O ativo apresentou mínima de R$ 6,59 e máxima de R$ 7,10 durante o dia. O volume negociado totalizou 9.607.300 ações, somando um valor financeiro de R$ 64.272.837,00. No histórico de 52 semanas, a MRVE3 tem sua mínima em R$ 4,86 e máxima em R$ 10,53. O setor de construção civil, especialmente o voltado para habitação popular, segue sensível às mudanças nas políticas de financiamento habitacional e custo de materiais de construção.
A MRV é uma das maiores construtoras do país, especializada em empreendimentos residenciais para o segmento de baixa renda (Minha Casa, Minha Vida). A notícia mais recente sobre a empresa aponta para o crescimento recorde nas vendas líquidas em seus últimos lançamentos, impulsionado por subsídios governamentais.
10º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 35,21 ↓2,82%
Descrição: A TOTVS apresentou a menor queda entre os 10 ativos analisados, com variação negativa de 2,82%, fechando a R$ 35,21. A redução nominal foi de R$ 1,02 frente ao fechamento anterior de R$ 36,23. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 34,96 e a máxima de R$ 36,84. Foram negociadas 6.548.500 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 230.572.685,00. No período de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, com mínima de R$ 30,72 e máxima de R$ 47,98. O desempenho mais estável em comparação aos demais ativos da lista sugere uma percepção de maior segurança por parte do mercado em relação ao seu modelo de negócios recorrente.
A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP). Recentemente, a companhia anunciou uma nova parceria estratégica para expandir suas soluções de fintech e serviços financeiros integrados ao seu ecossistema de software.