Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 18/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RCRB11 R$ 142,03 2,02%
2 KIVO11 R$ 62,30 1,12%
3 JSRE11 R$ 60,70 0,93%
4 RBRX11 R$ 8,78 0,80%
5 RBRY11 R$ 92,08 0,52%
6 GARE11 R$ 8,33 0,36%
7 RBFM11 R$ 10,41 0,29%
8 BTLG11 R$ 102,67 0,08%
9 MCCI11 R$ 95,91 0,06%
10 XPIN11 R$ 68,49 0,06%

1º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 142,03 ↑2,02%

Descrição: O ativo registrou a maior valorização do pregão, estabelecendo seu preço de fechamento em R$ 142,03, o que representa um expressivo avanço percentual de 2,02% em relação ao fechamento anterior de R$ 139,22. Ao longo do dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 138,07 e a máxima de R$ 142,03. O volume de negociação em quantidade de cotas atingiu 15.268 unidades, gerando um volume financeiro total transacionado de R$ 2.168.514,04. Sob uma perspectiva de médio prazo, o fundo mantém uma sólida trajetória de valorização, operando muito próximo de sua máxima histórica das últimas 52 semanas, estabelecida em R$ 144,00, e consideravelmente distante de sua mínima anual, registrada em R$ 112,08. Esses patamares reforçam o forte momento comprador e o suporte robusto que o fundo vem encontrando por parte dos investidores institucionais e do varejo tradicional.

O Fundo Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) é um FII do tipo tijolo com foco no segmento corporativo, administrado e gerido pela prestigiada gestora Rio Bravo Investimentos. O portfólio do fundo é composto majoritariamente por lajes corporativas de alto padrão (padrão Classe A) localizadas nas principais regiões comerciais do país, com destaque para a cidade de São Paulo. A estratégia de gestão busca maximizar os rendimentos por meio de locações de longo prazo para empresas de primeira linha, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa e mitigando riscos de vacância física. Em termos de notícias recentes, a gestão comunicou ao mercado a conclusão bem-sucedida de novas negociações contratuais voltadas para a renovação e reajuste inflacionário de aluguéis em seus ativos triple-A na capital paulista, movimento que deve consolidar o guidance de distribuição de dividendos e otimizar a rentabilidade líquida do fundo nos próximos trimestres.

2º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 62,30 ↑1,12%

Descrição: O fundo garantiu a segunda colocação em termos de rentabilidade diária, encerrando as negociações precificado a R$ 62,30 por cota. Esse patamar representa um ganho nominal de R$ 0,69 e um avanço de 1,12% frente ao fechamento antecedente, estabelecido em R$ 61,61. Durante a sessão, o ativo demonstrou estabilidade ao operar na faixa delimitada pela mínima de R$ 61,49 e a máxima de R$ 62,30, que coincidiu exatamente com o preço de encerramento do mercado. A liquidez do pregão registrou o intercâmbio de 12.775 ações/cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 795.882,50. Quando analisado o histórico anual, o ativo performou em uma faixa intermediária equilibrada, registrando como menor cotação nas últimas 52 semanas o valor de R$ 53,51 e como maior teto histórico o patamar de R$ 66,32, evidenciando uma volatilidade controlada no mercado secundário.

O Kilima Volkano Recebíveis Imobiliários (KIVO11) configura-se como um fundo de investimento imobiliário com foco em ativos financeiros, comumente classificado na categoria “fundo de papel”. Ele investe prioritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade de crédito, letras hipotecárias e outros títulos de renda fixa atrelados ao setor imobiliário nacional. A gestão ativa foca na originação de operações com garantias reais robustas e taxas indexadas tanto ao IPCA quanto ao CDI. Recentemente, em seus relatórios gerenciais e comunicados aos cotistas, o fundo destacou o incremento recorrente de suas receitas em virtude do carrego de sua carteira indexada à inflação, que capturou de forma integral os repasses recentes dos índices de preços, permitindo a manutenção e distribuição regular de proventos atrativos e acima da média de seus principais pares de mercado.

3º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 60,70 ↑0,93%

Descrição: O fundo apresentou performance sólida ao registrar elevação diária de 0,93%, cotado ao final do dia em R$ 60,70. Essa alta agregou R$ 0,56 ao valor patrimonial de mercado de sua cota em relação ao fechamento anterior de R$ 60,14. O comportamento intradia do ticker foi caracterizado por uma cotação mínima de R$ 59,91 e máxima de R$ 60,99, denotando liquidez regular e interesse contínuo dos investidores. O volume de ações movimentadas alcançou o expressivo patamar de 53.575 cotas transacionadas, o que impulsionou o volume financeiro negociado diário para R$ 3.252.002,50. No acumulado das últimas 52 semanas, o patamar operacional do fundo variou de forma significativa entre a mínima de R$ 56,90 e a máxima de R$ 68,88, indicando que o preço atual reflete uma janela atrativa de consolidação técnica para readequação de portfólio.

O JS Real Estate Multigestão (JSRE11) é um fundo imobiliário híbrido administrado pelo Banco J.Safra e focado na aquisição e gestão de ativos imobiliários comerciais de lajes corporativas de alto padrão, além de deter participações estratégicas em outros FIIs. O fundo possui uma carteira imobiliária madura, concentrada em edifícios corporativos icônicos localizados nos principais eixos de negócios de São Paulo, visando a geração de renda por meio de locação e ganho de capital na venda de ativos. Na última ata divulgada e nos comunicados oficiais de mercado, a coordenação do JSRE11 sinalizou avanços promissores no processo de redução de vacância em seus principais edifícios comerciais na região da Avenida Paulista, impulsionados pela atração de novas corporações multinacionais, o que tende a mitigar pressões de caixa e impulsionar o valor patrimonial no médio prazo.

4º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,78 ↑0,80%

Descrição: O fundo encerrou os negócios do dia cotado a R$ 8,78, registrando uma valorização positiva de 0,80%, o que equivale a um incremento de R$ 0,07 em comparação ao encerramento da véspera, fixado em R$ 8,71. Ao longo do pregão, a cotação flutuou de forma bastante estreita, registrando uma oscilação mínima de R$ 8,75 e atingindo o pico máximo de R$ 8,78. O volume de cotas físicas negociadas demonstrou robustez e forte liquidez na base centavada, somando 224.620 cotas movimentadas pelos operadores. Esse giro operacional gerou um volume de capital financeiro totalizado em R$ 1.972.163,60. É importante destacar que as variáveis correspondentes à mínima e à máxima do período de 52 semanas constam sem dados consolidados no sistema de registros da plataforma, devido ao histórico de reestruturação ou listagem recente do ativo.

O RBR Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11) é um fundo de investimento imobiliário gerido pela renomada RBR Asset Management, desenhado sob a premissa de atuar de forma multiestratégica dentro do amplo espectro imobiliário. O fundo possui flexibilidade estatutária para alocar capital de forma tática tanto em tijolos (lajes corporativas, logística, shopping centers) quanto em títulos de crédito imobiliário (CRIs) e outros fundos do setor. Em termos de notícias de mercado, a RBR Asset divulgou recentemente um fato relevante explicitando a alocação tática de uma parcela substancial de seu caixa remanescente em CRIs high yield com taxas indexadas ao IPCA+, aproveitando a abertura recente na curva de juros futuros para blindar o carrego real da carteira do investidor contra sobressaltos inflacionários.

5º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 92,08 ↑0,52%

Descrição: O ativo encerrou a sessão negociado ao preço de R$ 92,08, consolidando um incremento diário de 0,52%, correspondendo a uma variação nominal de R$ 0,48 positivos quando comparado com o fechamento imediatamente anterior de R$ 91,60. Durante as negociações intradia, a cotação registrou patamar mínimo de R$ 90,94 e atingiu o limite máximo de R$ 92,27. O pregão atraiu forte interesse operacional, computando um volume total de 79.340 ações/cotas negociadas. Essa liquidez resultou em um volume financeiro negociado de alta magnitude, somando R$ 7.305.627,20. Avaliando o histórico operacional de longo prazo das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 78,20 e a máxima de R$ 96,08, denotando que o preço atual se posiciona na metade superior de seu canal histórico de negociação.

O RBR Private Crédito Imobiliário (RBRY11) é um fundo imobiliário focado em investimentos em crédito privado estruturado, sob gestão da RBR Asset Management. O fundo foca suas operações na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com forte originação própria, focados em setores defensivos da economia e que contam com garantias reais de alta liquidez, tais como alienação fiduciária de imóveis prontos. Na última divulgação de mercado e informes gerenciais, a administração confirmou a manutenção de uma taxa média de originação muito resiliente e saudável, destacando que 100% de sua carteira de recebíveis permanece estritamente adimplente, sem qualquer sinalização de risco de default, proporcionando distribuições mensais estáveis e recorrentes de dividendos aos cotistas.

6º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,33 ↑0,36%

Descrição: O ativo encerrou a jornada diária cotado a R$ 8,33, acumulando uma variação positiva de 0,36%, o que representa um ganho marginal de R$ 0,03 frente ao fechamento anterior precificado em R$ 8,30. O intervalo de oscilação do preço ao longo do dia foi milimetricamente controlado, estabelecendo a cotação mínima em R$ 8,31 e a máxima em R$ 8,33. O destaque absoluto do pregão para este ticker residiu em sua gigantesca liquidez, alcançando um volume de ações movimentadas de 1.457.261 cotas. Essa atividade febril gerou o maior giro de capital do dia entre os fundos listados, registrando um volume financeiro negociado expressivo de R$ 12.138.984,13. Os dados históricos para os limites mínimos e máximos das últimas 52 semanas constam no gráfico como sem dados cadastrados ou consolidados.

O Guardian Logística (GARE11), gerido pela Guardian Gestora, é um fundo imobiliário focado no segmento de galpões logísticos e ativos de varejo do tipo “built-to-suit” (construções sob medida para locatários específicos). O fundo prioriza contratos atípicos de longo prazo (com duração superior a 10 anos) firmados com companhias consolidadas de grande porte, blindando o caixa de rescisões prematuras. Como última notícia de impacto no mercado, a gestão comunicou a assinatura de um memorando de entendimentos para a potencial aquisição de um novo complexo logístico estrategicamente localizado nas proximidades de grandes centros consumidores regionais, movimento que amplia de forma sustentável a diversificação geográfica e a área bruta locável (ABL) total gerida pela carteira do fundo.

7º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,41 ↑0,29%

Descrição: O fundo concluiu o pregão com estabilidade positiva, cotado a R$ 10,41, o que assinala um acréscimo percentual de 0,29% em relação ao nível de encerramento da sessão prévia de R$ 10,38. A oscilação nominal diária foi de R$ 0,03. O ativo oscilou de forma comedida ao longo do dia comercial, registrando uma cotação mínima de R$ 10,37 e alcançando o pico máximo de R$ 10,49. O volume total de negociação registrou a troca de titularidade de 40.577 cotas, perfazendo um volume financeiro negociado final de R$ 422.406,57. Ao analisar as balizas anuais referentes às últimas 52 semanas, o ativo demonstrou possuir um canal regular de dispersão, registrando a cotação mínima histórica de R$ 8,43 e o seu teto máximo no período ao nível de R$ 11,47.

O Rio Bravo IFIX Fundo de Investimento Imobiliário ETF (RBFM11) opera sob a estrutura de um fundo de índice (ETF), replicando a performance do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Administrado pela Rio Bravo, o ativo oferece ao investidor uma diversificação imediata em uma cesta que engloba os fundos imobiliários mais líquidos do mercado brasileiro, ponderados conforme a metodologia da B3. Por ser um veículo de investimento passivo, a volatilidade e o retorno guardam estrita correlação com o mercado geral de fundos. Em notícias e análises recentes do mercado macroeconômico, analistas apontam que ETFs atrelados ao IFIX, como o RBFM11, têm se beneficiado diretamente do fluxo de capital institucional que migra de volta para a renda variável, motivado pelas sinalizações técnicas de flexibilização monetária e estabilização de juros estruturais de longo prazo.

8º – BTG PACTUAL LOGISTICA FDO INV IMOB – FII ETF (BTLG11) | R$ 102,67 ↑0,08%

Descrição: O fundo imobiliário de alta liquidez fechou os negócios do dia em estabilidade altista ao patamar de R$ 102,67 por cota, variação positiva sutil de 0,08%, representando avanço nominal de R$ 0,08 sobre o patamar de fechamento anterior de R$ 102,59. A dinâmica de preços no intradia foi marcada por oscilações entre a cotação mínima de R$ 102,35 e a máxima de R$ 103,20. O ativo demonstrou imensa robustez de liquidez diária, apresentando um volume de ações negociadas de 148.629 cotas. Essa movimentação expressiva impulsionou o volume financeiro negociado para a impressionante marca de R$ 15.259.739,43, o maior giro de recursos consolidado na amostragem estudada. No cômputo das últimas 52 semanas, o patamar de negociação flutuou entre a mínima de R$ 91,41 e a máxima histórica de R$ 104,48.

O BTG Pactual Logística (BTLG11) é um dos maiores e mais relevantes fundos imobiliários do segmento de logística do país, gerido pela BTG Pactual Asset Management. O fundo detém uma carteira imobiliária de ponta, composta por galpões logísticos modernos de padrão técnico elevado (AAA), localizados em raio restrito e estratégico das principais regiões metropolitanas brasileiras, prioritariamente em São Paulo. Em sua última atualização oficial de mercado divulgada aos investidores, o BTLG11 anunciou a aquisição em definitivo de um novo ativo logístico premium totalmente locado, além do recebimento integral de parcelas remanescentes de alienações anteriores de ativos secundários, o que solidifica sua posição de caixa confortável e expande sua capacidade operacional de distribuição consistente de dividendos recorrentes.

9º – FDO INV. MAUA CAPITAL RECEBIVEIS IMOB. – FII ETF (MCCI11) | R$ 95,91 ↑0,06%

Descrição: O ativo imobiliário registrou valorização marginal no encerramento da sessão de negócios, sendo cotado a R$ 95,91, apresentando variação percentual de 0,06% positivo, o que equivale a um avanço nominal de R$ 0,06 em relação ao fechamento técnico anterior de R$ 95,85. Durante a sessão operacional diária, o ativo variou entre a mínima de R$ 94,58 e a máxima de R$ 96,32. A liquidez corrente permaneceu bastante acentuada, somando um volume de ações movimentadas correspondente a 87.083 cotas. O fluxo financeiro movimentado na sessão somou o montante considerável de R$ 8.352.130,53. Avaliado o histórico ao longo do horizonte temporal das últimas 52 semanas, o fundo operou entre a mínima de R$ 73,40 e a máxima de R$ 96,87, mostrando que a cotação atual caminha fortemente pressionada rumo ao seu teto histórico.

O Fundo Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11) é um tradicional “fundo de papel” focado na estruturação e aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), agora sob a chancela da nova estrutura de gestão unificada após integrações estratégicas de mercado. A carteira é defensiva e diversificada, indexada majoritariamente ao IPCA com prêmios de juros reais atrativos, voltada para o financiamento de empreendimentos residenciais, comerciais e galpões logísticos de corporações robustas. Na última nota divulgada nos portais de RI, o fundo reiterou o perfil defensivo de sua carteira e informou o desinvestimento lucrativo pontual de uma fatia de CRIs no mercado secundário, gerando ganho de capital extraordinário que será diluído e distribuído nas janelas subsequentes de dividendos aos cotistas.

10º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 68,49 ↑0,06%

Descrição: O ativo encerrou a listagem diária de negociações no patamar estável de R$ 68,49, o que confere uma ligeira alta percentual de 0,06% em relação ao preço registrado no encerramento da sessão anterior, que foi de R$ 68,45. A oscilação diária nominal computou ganho de R$ 0,04. Ao longo da rodada de pregão, o fundo oscilou entre a cotação mínima de R$ 67,53 e a máxima de R$ 69,00. O volume de ações transacionadas apresentou um ritmo mais contido em relação aos seus pares, finalizando em 7.755 cotas movimentadas. O volume financeiro negociado encerrou em R$ 531.139,95. Pela ótica histórica de 52 semanas, a performance do ativo esteve contida em uma banda larga de volatilidade, apresentando cotação mínima em R$ 59,56 e teto máximo de valor ao patamar de R$ 79,32.

O XP Industrial (XPIN11) é um fundo imobiliário do tipo tijolo focado na exploração de ativos imobiliários voltados para o setor industrial e logístico, gerido pela XP Asset Management. Seu portfólio abriga galpões modulares e condomínios industriais focados em indústrias leves e centros de distribuição regional espalhados por localizações de forte apelo logístico no interior e capitais brasileiras. Em seu comunicado mais recente emitido ao mercado financeiro, a gestão reportou a assinatura bem-sucedida de um aditivo contratual para a expansão de área locada por um inquilino já residente em um de seus principais condomínios industriais, mitigando os riscos de vacância e otimizando a receita imobiliária por metro quadrado da carteira para os próximos exercícios.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 41,08 -9,32%
2 PVBI11 R$ 73,88 -3,99%
3 HSML11 R$ 88,00 -3,77%
4 DEVA11 R$ 19,82 -3,08%
5 RECR11 R$ 80,78 -2,65%
6 VGHF11 R$ 5,75 -2,54%
7 RZAK11 R$ 82,07 -2,51%
8 HFOF11 R$ 6,34 -2,46%
9 CCME11 R$ 8,68 -2,36%
10 KORE11 R$ 68,20 -2,24%

1º – GAZIT MALLS FII (GZIT11) | R$ 41,19 ↑0,27%

Descrição: O Gazit Malls Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último pregão registrando uma leve valorização de 0,27%, com sua cotação fixada em R$ 41,19. Durante a sessão, o ativo demonstrou resiliência ao abrir cotado a R$ 41,53, atingindo a máxima diária nesse mesmo patamar e encontrando sua mínima em R$ 40,82 antes de estabilizar o preço de fechamento. O volume financeiro movimentado atingiu a marca de 13.464 cotas negociadas. Sob uma perspectiva analítica de longo prazo, o fundo transitou dentro de sua faixa histórica das últimas 52 semanas, cujo teto máximo foi estabelecido em R$ 48,97 e o piso mínimo registrado em R$ 37,63. Esse comportamento sinaliza uma sólida estabilidade em momentos de volatilidade setorial, atraindo investidores focados em geração de renda previsível através de ativos reais de alta qualidade comercial e resiliência macroeconômica.

A instituição consiste em um fundo imobiliário do tipo tijolo focado majoritariamente no segmento de shopping centers, detendo participações em empreendimentos comerciais de grande porte localizados em regiões metropolitanas estratégicas. A gestão busca otimizar a receita de alugueis e a taxa de ocupação física de seus imóveis para maximizar a distribuição de dividendos mensais. A última notícia relevante aponta que o fundo firmou novos contratos de expansão de lojistas âncoras em seus principais ativos operacionais, visando mitigar a vacância e elevar o fluxo de consumidores no trimestre corrente.

2º – FII VBI PRIME PROPERTIES (PVBI11) | R$ 73,88 ↓3,99%

Descrição: O Fundo de Investimento Imobiliário VBI Prime Properties enfrentou uma forte pressão vendedora no último pregão, resultando em uma retração expressiva de 3,99% e encerrando cotado a R$ 73,88. O ativo iniciou o dia negociado a R$ 76,85, valor que também representou a máxima alcançada na sessão, enquanto a mínima rompeu suportes importantes ao tocar a marca de R$ 73,31. A liquidez diária foi expressiva, somando um volume total de 76.439 cotas negociadas. Ao avaliarmos o desempenho histórico anualizado, nota-se que o patamar atual se aproxima substancialmente da mínima de 52 semanas, estipulada em R$ 68,66, distanciando-se consideravelmente do topo anual de R$ 83,61. Essa movimentação abrupta de desvalorização acende alertas técnicos sobre a necessidade de reavaliação de fundamentos e fluxo institucional de curto prazo no portfólio corporativo do fundo.

A empresa opera sob a tese de investimentos focada em lajes corporativas de altíssimo padrão, classificadas como propriedades Triple A, situadas primordialmente nos principais eixos econômicos e financeiros da cidade de São Paulo, como a Avenida Brigadeiro Faria Lima e a região da Vila Olímpia. A estratégia consiste na locação de longo prazo para corporações multinacionais de primeira linha. A última notícia veiculada informa que a gestão concluiu com sucesso a renegociação de contratos de locação vigentes, reduzindo os riscos de carência e ajustando os índices inflacionários contratuais para assegurar o fluxo de caixa do portfólio.

3º – HSI MALLS FII (HSML11) | R$ 88,00 ↓3,77%

Descrição: O Hsi Malls Fundo de Investimento Imobiliário apresentou uma performance marcadamente negativa, acumulando uma queda de 3,77% para encerrar as negociações negociado a R$ 88,00. O pregão iniciou com o ativo precificado a R$ 91,00, máxima do período diário, vindo a sofrer uma depreciação gradual até atingir sua mínima exatamente no valor de fechamento de R$ 88,00. O interesse do mercado foi evidenciado pelo robusto volume operacional, que alcançou 111.416 cotas trocando de mãos ao longo do dia. Em relação ao desempenho histórico das últimas 52 semanas, o fundo operou distante da sua máxima de R$ 95,64, mas mantendo-se ainda acima da mínima anual registrada de R$ 72,95. Essa correção relevante no preço da cota reflete ajustes de arbitragem e a sensibilidade do mercado de varejo diante do cenário macroeconômico de juros vigentes.

O fundo imobiliário é focado no segmento de shopping centers e detém o controle e a propriedade de portfólios comerciais distribuídos de forma geográfica diversificada pelo território nacional. O objetivo primordial da tese de investimento é auferir ganhos por meio da exploração imobiliária de locações comerciais, estacionamentos e merchandising interno. A última notícia corporativa divulgada destaca o avanço nas obras de revitalização e expansão de um dos seus shoppings de maior relevância regional, prometendo incrementar a Área Bruta Locável (ABL) total e diversificar o mix de lojas.

4º – DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII (DEVA11) | R$ 19,82 ↓3,08%

Descrição: O Devant Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário vivenciou uma jornada de forte retração em sua cotação de mercado, registrando uma baixa de 3,08% e fechando cotado a R$ 19,82. A abertura dos negócios ocorreu ao patamar de R$ 20,47, atingindo a máxima intradia logo em seguida a R$ 20,49, contudo, a força vendedora deslocou os preços até a mínima de R$ 19,80. O volume de negociação diária fechou em 37.970 cotas. O cenário técnico atual é de extrema atenção, dado que o preço de fechamento praticamente tangenciou a mínima das últimas 52 semanas, que está fixada em R$ 19,80, revelando um severo desconto patrimonial quando comparado à máxima anual de R$ 30,04. Este comportamento gráfico reflete a aversão ao risco dos cotistas perante a carteira de crédito do ativo.

O veículo financeiro opera de forma predominante no segmento de títulos e valores mobiliários, constituindo um fundo de papel focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de perfis corporativos e imobiliários diversos. A estratégia visa capturar taxas de juros atreladas a indexadores macroeconômicos como IPCA e CDI. A última notícia referente à entidade destaca as medidas ativas adotadas pela equipe de gestão para reestruturar as garantias de operações de crédito inadimplentes, visando mitigar os impactos no fluxo de distribuição de proventos futuros.

5º – REC RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII (RECR11) | R$ 80,78 ↓2,65%

Descrição: O FII REC Recebíveis Imobiliários encerrou a sessão ordinária de negócios em tendência de declínio acentuado, anotando uma variação negativa de 2,65% que posicionou o valor de sua cota em R$ 80,78. O preço de abertura foi registrado em R$ 82,98, demonstrando uma oscilação positiva momentânea que levou o ativo à máxima de R$ 83,05, antes de inverter a trajetória rumo à mínima diária de R$ 80,64. A movimentação financeira totalizou um volume moderado de 55.618 cotas negociadas. Analisando as métricas anuais do fundo, a cotação atual se estabiliza em patamar intermediário dentro do intervalo de 52 semanas, cuja máxima observada foi de R$ 83,14 e a mínima se estabeleceu em R$ 70,98, demonstrando que o ativo sofreu com as pressões setoriais recentes, mas preservando suportes históricos importantes.

Trata-se de um fundo imobiliário de papel que investe majoritariamente em ativos de renda fixa lastreados no setor imobiliário, com forte concentração em carteiras diversificadas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade de crédito (High Grade). A gestão prioriza a proteção do poder de compra por meio de indexadores inflacionários de longo prazo. A última notícia associada ao fundo aponta para a alocação pontual de remanescentes de caixa em novos títulos de crédito estruturados com taxas reais atrativas, com o propósito de blindar o portfólio contra oscilações na inflação.

6º – VALORA HEDGE FUND FII (VGHF11) | R$ 5,75 ↓2,54%

Descrição: O Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliário registrou uma desvalorização de 2,54% no fechamento do último pregão, com o valor de face de sua cota negociado a R$ 5,75. O ativo iniciou as operações demonstrando otimismo ao abrir cotado em R$ 5,95, patamar que consolidou a máxima do dia, porém sofreu desvalorização sequencial até tocar a mínima de R$ 5,70 ao longo do período de negociação. O destaque absoluto do ativo residiu em sua liquidez excepcional, registrando um expressivo volume de 767.622 cotas negociadas pelos agentes de mercado. Diante do espectro temporal de 52 semanas, o preço atual situa-se próximo de sua mínima anual de R$ 5,60, afastando-se bastante de seu topo de R$ 7,31, indicando um momento de forte desconto técnico para o investidor institucional e de varejo.

A organização atua sob a tese de fundo imobiliário multiestratégia (Hedge Fund), possuindo ampla flexibilidade de alocação para transitar entre aquisições de cotas de outros FIIs, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e ações do setor imobiliário. Essa versatilidade visa gerar retornos superiores ao CDI. A última notícia do fundo menciona a publicação de seu relatório gerencial, explicitando o rebalanceamento tático da carteira com aumento na exposição a ativos indexados ao CDI para aproveitar as taxas de juros correntes.

7º – RIZA AKIN FII (RZAK11) | R$ 82,07 ↓2,51%

Descrição: O Riza Akin Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último período de negociações em viés de queda, registrando uma variação negativa de 2,51% e encerrando precificado a R$ 82,07. A dinâmica operacional iniciou com o valor de abertura fixado em R$ 84,17, sendo este também o teto máximo alcançado durante o dia, ao passo que a força vendedora empurrou o preço até a mínima diária de R$ 81,75. No indicador de liquidez, o fundo performou com a troca de titularidade de 51.891 cotas na sessão. Sob a ótica do histórico de preços correspondente às últimas 52 semanas, o patamar de fechamento mantém o ativo confortavelmente situado acima de sua mínima anual de R$ 68,70, contudo sinaliza um distanciamento em relação à sua máxima estabelecida no período, que atingiu R$ 86,06.

A instituição caracteriza-se como um fundo de investimento imobiliário focado no mercado de crédito privado e securitização, investindo de forma ativa em títulos de dívida imobiliária com estruturas de garantias complexas e foco em originação própria. O objetivo é maximizar a taxa de retorno ajustada ao risco do investidor. A última notícia corporativa indica que o fundo concluiu a securitização de uma nova carteira imobiliária de recebíveis comerciais, adicionando ativos de rendimento elevado ao seu portfólio de crédito privado de longo curso.

8º – HEDGE TOP FOFII 3 (HFOF11) | R$ 6,34 ↓2,46%

Descrição: O Hedge Top Fofii 3 Fundo de Investimento Imobiliário assinalou uma variação negativa de 2,46% na última sessão diária, estabelecendo o seu preço de fechamento corporativo em R$ 6,34. Os negócios começaram com o papel precificado a R$ 6,54, o que determinou a cotação máxima do dia, sofrendo derretimento contínuo até encontrar suporte na mínima intradia de R$ 6,33. O ativo registrou uma movimentação transacional massiva no mercado secundário da B3, com volume recorde de 1.178.789 cotas negociadas. Avaliando os limites estabelecidos no intervalo de 52 semanas, o fundo transitou acima da sua mínima anualizada de R$ 5,17, mas demonstrou enfraquecimento diante de sua máxima de R$ 6,95, evidenciando o impacto direto que a desvalorização generalizada dos fundos de tijolo exerceu sobre o seu valor patrimonial líquido.

O veículo financeiro consiste essencialmente em um Fundo de Fundos (FoF), cuja finalidade primordial é a aquisição de cotas de outros fundos imobiliários disponíveis no mercado de capitais para a construção de uma carteira amplamente diversificada por setores. A gestão busca gerar alfa por meio do ganho de capital com trading de cotas. A última notícia do fundo aponta que a gestão realizou vendas táticas com lucro de posições do setor logístico para aumentar a liquidez corrente e se posicionar em ativos que julga estarem subavaliados no mercado.

9º – CANUMA CAPITAL MULTIESTRATÉGIA FII (CCME11) | R$ 8,68 ↓2,36%

Descrição: O Canuma Capital Multiestratégia Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o último ciclo diário de negociações em território negativo, registrando retração de 2,36% e estabelecendo a cotação final de R$ 8,68. O pregão abriu estável em relação ao fechamento prévio com o ativo fixado em R$ 8,89, valor que pontuou a máxima da sessão, declinando no decorrer do dia até encontrar o seu piso e fechamento na mínima de R$ 8,68. O volume comercializado registrou a cifra de 41.540 cotas transacionadas. Sob a métrica das 52 semanas antecedentes, a cotação atual preserva margem segura em face da mínima histórica de R$ 7,69, contudo se afasta do pico anualizado que atingiu R$ 9,38, espelhando os ajustes macroeconômicos globais que incidem de modo relevante sobre ativos diversificados de renda variável.

A empresa atua sob a regulamentação de fundo imobiliário de mandato multiestratégia, o que possibilita aos gestores alocar recursos tanto em ativos físicos de base imobiliária quanto em uma variada gama de títulos de dívida, FIDCs, debêntures e operações de crédito corporativo ligadas à cadeia setorial. A última notícia de mercado vinculada à empresa demonstra que o conselho de investimentos aprovou um aditivo para aporte em fundos imobiliários de infraestrutura e energia, expandindo o escopo setorial de diversificação do patrimônio sob gestão.

10º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 68,20 ↓2,24%

Descrição: O Kinea Oportunidades Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário encerrou a última jornada operacional registrando um recuo de 2,24%, com os papéis precificados no fechamento ao patamar de R$ 68,20. O ativo abriu as negociações a R$ 69,76, ensaiou um movimento de alta até estabelecer a máxima diária em R$ 70,16, sofrendo posteriormente forte correção que levou a cotação à mínima do dia no exato preço de encerramento de R$ 68,20. A liquidez do pregão registrou um movimento de 43.172 cotas sob operação. Frente ao retrospecto das últimas 52 semanas, o fundo operou de modo estável acima da sua mínima anual de R$ 60,33, contudo, a cotação sofreu uma desidratação em relação ao preço máximo estipulado no período de análise, que chegou a registrar R$ 77,67 por cota.

O ativo opera sob a sólida gestão da Kinea Investimentos, funcionando como um fundo imobiliário focado no desenvolvimento e na aquisição de oportunidades imobiliárias comerciais de caráter oportunístico e de renda, visando ganho de capital no longo prazo e maturação de projetos corporativos. A última notícia associada ao fundo confirma a liquidação financeira de uma captação via emissão secundária de cotas, cujos recursos serão prioritariamente destinados ao financiamento do pipeline de novos ativos imobiliários logísticos já mapeados.

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