As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 40,60 | -10,38 |
| 2 | MFII11 | R$ 49,70 | -6,21 |
| 3 | URPR11 | R$ 23,80 | -4,23 |
| 4 | TRBL11 | R$ 63,15 | -3,56 |
| 5 | RBRX11 | R$ 8,41 | -3,44 |
| 6 | TGAR11 | R$ 57,50 | -2,62 |
| 7 | WHGR11 | R$ 9,25 | -2,53 |
| 8 | VINO11 | R$ 4,69 | -2,49 |
| 9 | BBIG11 | R$ 6,62 | -2,36 |
| 10 | KNRI11 | R$ 158,01 | -2,12 |
1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,40 ↑ 11,11%
Descrição: A ação encerrou o dia cotada a R$ 0,40, apresentando uma variação positiva expressiva de 11,11% (R$ 0,04). O ativo oscilou entre a mínima de R$ 0,35 e a máxima de R$ 0,40 durante a sessão. O volume de ações negociadas atingiu 43.546.500, com um volume financeiro total de R$ 17.418.600,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 0,36, o papel demonstrou uma reação forte, embora continue operando muito próximo à sua mínima em 52 semanas (R$ 0,33) e bem distante de sua máxima no mesmo período (R$ 2,06). Este comportamento reflete uma alta volatilidade, típica de ativos que buscam recuperação após períodos de intensa pressão vendedora e incertezas sobre a estrutura de capital no médio prazo.
A Raízen é uma gigante integrada nos setores de bioenergia, distribuição de combustíveis e açúcar. Recentemente, a empresa recebeu uma prorrogação da B3 até 8 de julho de 2026 para formalizar medidas específicas visando o reenquadramento do seu preço médio por ação, que tem se mantido abaixo do limite regulatório.
2º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 34,50 ↑ 4,32%
Descrição: A TOTVS fechou o dia em R$ 34,50, uma valorização de 4,32% (R$ 1,43). A ação teve mínima de R$ 33,07 e máxima de R$ 34,60, com 10.527.700 papéis negociados e um volume financeiro de R$ 363.205.650,00. O fechamento anterior foi de R$ 33,07. O ativo segue distante de sua mínima em 52 semanas (R$ 30,29) e abaixo da máxima de R$ 47,98. O movimento de alta de hoje sugere uma tentativa de recuperação do papel, que tem sido monitorado de perto por instituições financeiras após quedas recentes. A liquidez mantida reforça o interesse dos investidores institucionais na tese de crescimento da companhia.
Líder no setor de tecnologia e software para gestão no Brasil, a TOTVS continua focada em expansão inorgânica e inovação. Em nota recente, destacou-se que a empresa obteve lucro de R$ 252 milhões no primeiro trimestre de 2026, com uma expansão relevante de margens operacionais.
3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 11,09 ↑ 4,13%
Descrição: Com variação positiva de 4,13% (R$ 0,44), as ações da Usiminas encerraram o dia a R$ 11,09. O papel oscilou entre R$ 10,80 e R$ 11,17, com um volume de 12.362.900 ações e R$ 137.104.561,00 negociados. O fechamento anterior situava-se em R$ 10,65. Notavelmente, a cotação de hoje se aproxima de sua máxima em 52 semanas (R$ 11,17), superando significativamente a mínima de R$ 3,90. O desempenho atual reflete um otimismo do mercado em relação ao setor siderúrgico e, especificamente, à posição da companhia diante de novos movimentos acionários relevantes.
A Usiminas é um dos principais polos siderúrgicos da América Latina. Em notícia relevante desta segunda-feira, 1º de junho de 2026, foi divulgado que a gestora BlackRock atingiu 5% de participação no capital da companhia, elevando sua posição para 27,7 milhões de ações preferenciais.
4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,55 ↑ 3,33%
Descrição: A CVC encerrou o pregão cotada a R$ 1,55, alta de 3,33% (R$ 0,05). O papel teve mínima de R$ 1,46 e máxima de R$ 1,60, com 18.642.600 ações negociadas e volume de R$ 28.896.030,00. O fechamento anterior foi de R$ 1,50. A ação ainda opera longe da sua máxima em 52 semanas (R$ 2,79), estando mais próxima da mínima de R$ 1,41. O movimento de hoje demonstra uma tentativa de estabilização após a intensa volatilidade que o setor de turismo tem enfrentado, com investidores reagindo a rumores de mercado e ajustes operacionais internos.
A CVC é a maior operadora de turismo do país. Recentemente, a empresa negou oficialmente que estaria estruturando uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) por parte da controladora da Decolar, buscando tranquilizar o mercado sobre a autonomia e a estratégia de seu atual plano de recuperação.
5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,85 ↑ 3,22%
Descrição: A LWSA fechou a R$ 3,85, alta de 3,22% (R$ 0,12). A ação oscilou entre R$ 3,67 e R$ 3,85, com volume de 5.642.700 ações e R$ 21.724.395,00 em valor negociado. O fechamento anterior foi R$ 3,73. O ativo caminha em patamares baixos, visto que sua máxima em 52 semanas é de R$ 4,80 e a mínima de R$ 3,28. A valorização de hoje pode ser interpretada como uma resposta positiva ao fluxo de resultados recentes, onde a empresa demonstrou resiliência operacional apesar das condições macroeconômicas desafiadoras para o setor de tecnologia voltado ao e-commerce.
A LWSA (antiga Locaweb) é uma referência em serviços digitais para empresas. No seu balanço mais recente, referente ao primeiro trimestre de 2026, a companhia superou as expectativas de lucro líquido, impulsionada pelo crescimento no comércio eletrônico e investimentos em inteligência artificial.
6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,77 ↑ 2,57%
Descrição: A Brava Energia encerrou o dia a R$ 20,77, alta de 2,57% (R$ 0,52). O papel variou entre R$ 20,13 e R$ 20,84, com 6.892.700 ações negociadas e volume de R$ 143.161.379,00. O fechamento anterior foi de R$ 20,25. O ativo está bem posicionado em relação à sua máxima em 52 semanas (R$ 22,15), mantendo-se distante da mínima de R$ 13,21. A alta reflete a confiança dos investidores na estratégia de crescimento da produção da companhia, mesmo em um cenário onde riscos operacionais e estratégias de hedge ainda são acompanhados de perto.
A Brava Energia é focada na exploração e produção de petróleo offshore. A empresa tem buscado consolidar seu crescimento através de aquisições de campos relevantes, embora precise provar consistência operacional para justificar valorizações mais robustas no longo prazo.
7º – Cosan S.A. (CSAN3) | R$ 3,88 ↑ 2,11%
Descrição: As ações da Cosan fecharam a R$ 3,88, com alta de 2,11% (R$ 0,08). O volume de negociação foi robusto, com 35.573.800 ações e R$ 138.026.344,00 financeiros. A mínima foi de R$ 3,76 e a máxima de R$ 3,92. O fechamento anterior foi de R$ 3,80. O ativo está operando próximo à sua mínima em 52 semanas (R$ 3,75), significativamente abaixo da máxima de R$ 8,78. Este patamar reflete as incertezas do mercado sobre a reestruturação da holding, cujos planos de longo prazo envolvem mudanças profundas na estrutura dos negócios.
A Cosan é uma holding com participações em empresas de energia, logística e infraestrutura. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado que pretende se dissolver em um prazo de 3 a 5 anos, permitindo que seus acionistas passem a deter participação direta nas suas empresas controladas.
8º – Rumo S.A. (RAIL3) | R$ 13,92 ↑ 1,46%
Descrição: A Rumo encerrou o pregão cotada a R$ 13,92, com variação de 1,46% (R$ 0,20). O papel oscilou entre R$ 13,72 e R$ 14,10, com volume de 10.642.700 ações e R$ 148.146.384,00. O fechamento anterior foi de R$ 13,72. A ação se encontra em um patamar interessante, aproximando-se da sua máxima em 52 semanas (R$ 19,54) e longe da mínima de R$ 13,22, o que demonstra uma trajetória de estabilidade e confiança dos investidores na execução logística da companhia.
A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil. Em notícia de destaque, a empresa anunciou a inauguração de um novo trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso, agendada para 19 de junho de 2026, o que deve reforçar sua eficiência logística no escoamento de grãos.
9º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 17,22 ↑ 1,41%
Descrição: A São Martinho encerrou a sessão a R$ 17,22, alta de 1,41% (R$ 0,24). O papel variou entre R$ 16,90 e R$ 17,40, com 2.610.600 ações negociadas e volume de R$ 44.954.532,00. O fechamento anterior foi R$ 16,98. A cotação atual está equilibrada entre a mínima (R$ 12,91) e a máxima (R$ 21,70) dos últimos 52 semanas. Apesar da valorização de hoje, o mercado mantém cautela sobre a empresa, diante das incertezas sobre o ambiente global de commodities e pressões sobre insumos operacionais.
A São Martinho é uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil. Recentemente, a companhia reportou um crescimento expressivo de 64,6% em seu lucro líquido no quarto trimestre fiscal de 2026, atingindo R$ 172,9 milhões, embora as ações tenham reagido com volatilidade ao resultado.
10º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 47,34 ↑ 1,31%
Descrição: A Petrobras fechou o dia a R$ 47,34, uma alta de 1,31% (R$ 0,61). A ação oscilou entre R$ 47,10 e R$ 48,37, com volume expressivo de 13.675.700 papéis e R$ 647.407.638,00 financeiros. O fechamento anterior foi R$ 46,73. O ativo encontra-se próximo de sua máxima em 52 semanas (R$ 55,46), superando com folga a mínima de R$ 28,98. O movimento positivo sustenta a percepção de valorização da estatal ao longo do ano, baseada em melhorias fundamentais e resultados trimestrais sólidos.
A Petrobras é a maior empresa de capital aberto do Brasil e protagonista no setor de energia. Hoje, o mercado repercutiu uma nota sobre a valorização acumulada da ação ao longo de 2026, impulsionada por melhora no EBITDA e receita, validando a tese de ganho de valor real da companhia pelo mercado.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PCAR3 | R$ 1,61 | -13,44 |
| 2 | MGLU3 | R$ 5,82 | -8,35 |
| 3 | BEEF3 | R$ 3,50 | -5,15 |
| 4 | RADL3 | R$ 17,86 | -4,44 |
| 5 | SUZB3 | R$ 40,65 | -3,01 |
| 6 | ENEV3 | R$ 24,88 | -2,93 |
| 7 | AZZA3 | R$ 18,78 | -2,74 |
| 8 | CMIN3 | R$ 4,54 | -2,58 |
| 9 | BBAS3 | R$ 20,08 | -2,57 |
| 10 | AURE3 | R$ 12,06 | -2,51 |
1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 1,61 ↓ 13,44%
Descrição: A ação do Grupo Pão de Açúcar encerrou o dia em R$ 1,61, registrando uma queda acentuada de 13,44% (R$ 0,25). O papel oscilou entre a mínima de R$ 1,61 e a máxima de R$ 1,87, com 6.041.500 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 9.726.815,00. O fechamento anterior foi de R$ 1,86. Este nível de preço coloca a ação em seu patamar mínimo dos últimos 52 semanas, evidenciando uma pressão vendedora intensa e contínua. A desvalorização reflete o ceticismo do mercado quanto ao ritmo de recuperação operacional da companhia, dado o cenário de margens comprimidas e necessidade constante de otimização da estrutura de capital em um ambiente competitivo e de custos elevados para o setor varejista.
O Grupo Pão de Açúcar atua no varejo alimentar. Em fatos relevantes recentes, a companhia confirmou o andamento de um plano de recuperação extrajudicial visando renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas, medida que conta com o apoio de credores não operacionais, mas que mantém o mercado em estado de alerta.
2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,82 ↓ 8,35%
Descrição: O Magazine Luiza fechou cotado a R$ 5,82, com recuo de 8,35% (R$ 0,53). O volume de negociação foi expressivo, com 19.787.700 ações movimentando R$ 115.164.414,00. O papel variou entre R$ 5,76 e R$ 6,07, após fechar o pregão anterior em R$ 6,35. A cotação atual está muito próxima da mínima em 52 semanas (R$ 5,76), indicando uma forte tendência de baixa que se estende por um período considerável, distante da máxima de R$ 11,44. O mercado tem penalizado a ação diante de resultados financeiros que mostram dificuldades em reverter o prejuízo líquido e a pressão dos custos operacionais no modelo de negócios digital.
O Magazine Luiza é uma das maiores redes de varejo do Brasil, com forte presença no e-commerce. Recentemente, a empresa reportou um prejuízo de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, gerando cautela entre analistas que aguardavam uma recuperação mais célere da rentabilidade.
3º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,50 ↓ 5,15%
Descrição: Com variação negativa de 5,15% (R$ 0,19), as ações da Minerva fecharam o dia a R$ 3,50. O papel oscilou entre R$ 3,50 e R$ 3,73, com 31.179.700 ações negociadas e um volume de R$ 109.128.950,00. O fechamento anterior foi de R$ 3,69. A cotação atual atingiu o patamar mínimo dos últimos 52 semanas, consolidando um movimento de queda que reflete a desconfiança dos investidores sobre o ambiente operacional para a exportação de carne e as incertezas macroeconômicas que afetam o setor de proteínas.
A Minerva S.A. é líder na exportação de carne bovina na América do Sul. Notícias recentes indicam que a companhia voltou a avaliar internamente a possibilidade de fechar seu capital na Bolsa, motivada pela queda expressiva do valor de suas ações no acumulado de 2026.
4º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 17,86 ↓ 4,44%
Descrição: A Raia Drogasil encerrou a R$ 17,86, uma queda de 4,44% (R$ 0,83). O ativo teve mínima de R$ 17,77 e máxima de R$ 18,69, com 20.281.700 ações negociadas e volume de R$ 362.231.162,00. O fechamento anterior foi de R$ 18,69. Apesar desta correção, a ação ainda opera bem acima de sua mínima em 52 semanas (R$ 12,62), mantendo-se distante da máxima de R$ 27,31. O recuo pontual reflete um movimento de realização de lucros em um setor geralmente considerado defensivo, mas que sofre pressão quando há ajustes de portfólio por parte de grandes fundos.
A Raia Drogasil, agora denominada RD Saúde, é a maior rede de farmácias do Brasil. A empresa apresentou um forte crescimento de receita de 20% no final de 2025, porém, a última divulgação de resultados mostrou que o lucro líquido ainda enfrenta desafios, impactando o sentimento de curto prazo.
5º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 40,65 ↓ 3,01%
Descrição: A Suzano fechou o pregão em R$ 40,65, baixa de 3,01% (R$ 1,26). O papel variou entre R$ 40,64 e R$ 41,93, movimentando 8.269.500 ações e R$ 336.155.175,00 em volume financeiro. O fechamento anterior foi R$ 41,91. O valor atual encontra-se no limite da mínima em 52 semanas (R$ 40,64), o que acende um alerta sobre o suporte do preço do papel. A queda acompanha a volatilidade global dos preços das commodities, que impacta diretamente as exportações da companhia e as expectativas de receita futura.
A Suzano é referência global no setor de celulose e papel. A empresa anunciou recentemente a obtenção de todas as aprovações regulatórias para a sua joint venture com a Kimberly-Clark, estratégia que visa fortalecer a eficiência operacional e o posicionamento de mercado da companhia.
6º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 24,88 ↓ 2,93%
Descrição: A Eneva recuou 2,93% (R$ 0,75), fechando o dia a R$ 24,88. Com mínima de R$ 24,88 e máxima de R$ 25,79, a ação teve um volume financeiro de R$ 148.399.248,00, com 5.964.600 ações negociadas. O fechamento anterior situou-se em R$ 25,63. O ativo mantém-se distante de sua mínima (R$ 13,00) e máxima (R$ 28,12) do ano. A oscilação negativa de hoje reflete uma acomodação do mercado frente ao histórico de alta recente, com investidores monitorando o nível de alavancagem da empresa após investimentos pesados em projetos de geração térmica.
A Eneva atua no setor de energia, com foco em geração térmica a gás e exploração e produção de gás natural. No seu balanço do primeiro trimestre de 2026, a empresa reportou um lucro líquido de R$ 522,7 milhões, refletindo a resiliência operacional do seu modelo de negócios integrado.
7º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 18,78 ↓ 2,74%
Descrição: As ações da Azzas 2154 encerraram a R$ 18,78, uma queda de 2,74% (R$ 0,53). O papel oscilou entre R$ 18,78 e R$ 19,70, com volume de 2.222.100 ações e R$ 41.731.038,00 em transações. O fechamento anterior foi de R$ 19,31. A cotação está próxima à mínima em 52 semanas (R$ 18,32), bem longe da máxima de R$ 41,49. A performance atual do ativo sofre com a incerteza dos investidores em relação à integração das marcas após as recentes reestruturações societárias e o cenário de consumo discricionário.
A Azzas 2154 é uma holding de moda de luxo e marcas consolidadas. A companhia recentemente esclareceu ao mercado que não possui conhecimento de tratativas específicas sobre uma eventual cisão, reagindo a rumores que causaram instabilidade nos papéis nas últimas semanas.
8º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,54 ↓ 2,58%
Descrição: A CSN Mineração fechou o pregão cotada a R$ 4,54, uma retração de 2,58% (R$ 0,12). O volume negociado foi de 5.942.400 ações, totalizando R$ 26.978.496,00. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 4,42 e a máxima de R$ 4,69, com fechamento anterior em R$ 4,66. A ação opera próxima à sua mínima em 52 semanas (R$ 4,08). A pressão sobre o papel decorre da queda dos preços do minério de ferro no mercado internacional, que impacta as margens e o potencial de distribuição de dividendos da mineradora.
A CSN Mineração é uma das principais exportadoras de minério de ferro do país. Recentemente, a empresa manteve uma política de dividendos consistente, mas o mercado segue cauteloso devido à volatilidade das commodities e ao cenário macroeconômico na China, principal comprador do produto.
9º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 20,08 ↓ 2,57%
Descrição: O Banco do Brasil encerrou o dia a R$ 20,08, baixa de 2,57% (R$ 0,53). Foi o ativo de maior volume financeiro entre os analisados, movimentando R$ 1.005.877.480,00 com 50.093.500 ações negociadas. A variação foi entre R$ 20,05 e R$ 20,55, com fechamento anterior em R$ 20,61. O papel se mantém em patamar intermediário entre sua mínima (R$ 17,83) e máxima (R$ 27,74) de 52 semanas. O movimento de hoje reflete uma reação negativa ao cenário de provisões e ao guidance da instituição, que revisou para baixo projeções de lucro devido ao aumento da inadimplência.
O Banco do Brasil é a principal instituição financeira estatal brasileira. Em notícias recentes, o banco anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,05 por ação para o mês de junho de 2026, embora os investidores estejam focados na deterioração dos resultados operacionais reportados no primeiro trimestre.
10º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 12,06 ↓ 2,51%
Descrição: A Auren Energia finalizou o dia cotada a R$ 12,06, recuando 2,51% (R$ 0,31). A ação oscilou entre R$ 11,92 e R$ 12,39, com 3.970.400 ações negociadas e um volume de R$ 47.883.024,00. O fechamento anterior foi de R$ 12,37. A cotação está distante da máxima de R$ 14,66 e mais próxima da mínima de R$ 8,78. Este movimento de baixa reflete um ajuste de expectativas após o balanço do primeiro trimestre, que, apesar de apresentar surpresa positiva no lucro por ação, mostrou uma receita significativamente abaixo das projeções do mercado.
A Auren Energia atua na geração e comercialização de energia elétrica. O mercado mantém-se atento à gestão de custos da companhia frente às pressões inflacionárias, com foco na desalavancagem projetada para o próximo ano.