Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 02/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CSNA3 R$ 7.13 8.86%
2 USIM5 R$ 12.04 8.57%
3 GGBR4 R$ 24.65 6.53%
4 GOAU4 R$ 10.57 5.81%
5 CMIN3 R$ 4.78 5.29%
6 ASAI3 R$ 9.05 5.23%
7 VALE3 R$ 85.00 4.04%
8 MRVE3 R$ 5.93 3.67%
9 EGIE3 R$ 33.94 3.48%
10 LREN3 R$ 15.52 3.33%

1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 7,13 ↑ 8,86%

Descrição: A ação da CSNA3 apresentou um desempenho robusto no pregão atual, consolidando-se na liderança do ranking. Com um preço de fechamento de R$ 7,13, o ativo registrou uma valorização expressiva de 8,86% (variação de R$ 0,58). A amplitude do dia demonstrou força compradora, com a mínima atingindo R$ 6,55 e a máxima chegando a R$ 7,30. O volume de negociação foi significativo, totalizando 30.455.100 ações, o que indica alta liquidez e forte interesse institucional. Comparando com o fechamento anterior de R$ 6,55, o papel demonstra um momento de recuperação técnica. Em relação às métricas de longo prazo, a ação oscilou entre a mínima de R$ 5,66 e a máxima de R$ 11,32 nas últimas 52 semanas. O volume financeiro negociado de R$ 217.144.863,00 reforça a relevância deste papel na carteira de investidores que buscam exposição ao setor de materiais básicos.

A Companhia Siderúrgica Nacional é um dos complexos siderúrgicos mais integrados do Brasil, atuando também nos setores de mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, analistas do BB-BI mantiveram a CSNA3 em sua “Carteira 5+” para junho de 2026, destacando sua resiliência dentro do portfólio.

2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 12,04 ↑ 8,57%

Descrição: Em segundo lugar no ranking, a USIM5 apresentou um desempenho forte e consistente. Com um fechamento de R$ 12,04, o ativo subiu 8,57% (variação de R$ 0,95). A oscilação intradia foi marcada por uma mínima de R$ 11,12 e uma máxima de R$ 12,18, demonstrando que a pressão compradora manteve o preço próximo ao topo do dia. O volume negociado alcançou 20.704.700 ações, superando o fechamento anterior de R$ 11,09. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação demonstra uma recuperação importante, distanciando-se da mínima de R$ 3,90 e buscando atingir o patamar da máxima de R$ 12,18 registrada no mesmo período. O volume financeiro totalizou R$ 249.284.588,00, evidenciando o alto grau de rotatividade do papel neste pregão.

A Usiminas é uma das líderes na produção de aços planos no Brasil, atendendo diversos setores industriais, como o automotivo e o de construção civil. Em notícia recente, a gestora BlackRock aumentou sua participação para 5% do capital preferencial da empresa, reforçando a confiança de investidores institucionais no ativo.

3º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 24,65 ↑ 6,53%

Descrição: A terceira posição é ocupada pela GGBR4, que encerrou o dia cotada a R$ 24,65, uma variação positiva de 6,53% (R$ 1,51). A dinâmica do ativo durante o pregão foi estável na parte superior da curva, com a mínima de R$ 23,24 e máxima de R$ 24,65, sendo este último também o valor de fechamento. O volume de ações movimentadas foi de 19.016.700, ante um fechamento anterior de R$ 23,14. O histórico anual apresenta uma performance sólida, variando entre a mínima de R$ 15,15 e a máxima de R$ 24,65, esta última renovada neste pregão. Com um volume financeiro de R$ 468.761.655,00, a Gerdau mostra-se como um dos ativos preferidos do mercado pelo seu valor de mercado e liquidez.

A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas. A companhia anunciou recentemente a distribuição de R$ 354 milhões em dividendos aos seus acionistas, mantendo sua política de remuneração de capital.

4º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 10,57 ↑ 5,81%

Descrição: A GOAU4, holding que controla a Gerdau, ocupa o quarto lugar. O ativo fechou a R$ 10,57, com alta de 5,81% (R$ 0,58). Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 9,96 e a máxima de R$ 10,57. O volume de ações negociadas foi de 16.330.500, comparado ao fechamento anterior de R$ 9,99. Observa-se que a ação operou perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 10,57), tendo superado com folga sua mínima do mesmo período (R$ 6,24). O volume financeiro atingiu R$ 172.613.385,00. Este desempenho reflete o alinhamento com a sua controlada, mantendo a atratividade para investidores que buscam exposição indireta ao aço com maior alavancagem operacional.

A Metalúrgica Gerdau é uma holding que detém o controle acionário do Grupo Gerdau, possuindo participações em diversos segmentos industriais relacionados. A empresa aprovou recentemente um programa de recompra de ações, sinalizando ao mercado a percepção de que o papel estaria subavaliado.

5º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,78 ↑ 5,29%

Descrição: Na quinta posição, a CMIN3 encerrou o pregão em R$ 4,78, apresentando variação de 5,29% (R$ 0,24). O papel trabalhou entre a mínima de R$ 4,53 e a máxima de R$ 4,85. O volume de ações negociadas foi de 10.510.800, com o fechamento anterior em R$ 4,54. Nas últimas 52 semanas, a ação teve uma variação entre a mínima de R$ 4,08 e a máxima de R$ 6,37. O volume financeiro negociado foi de R$ 50.241.624,00, mantendo uma participação relevante no setor minerador. A valorização de hoje mostra um ajuste positivo para a mineradora, que busca reverter tendências de curto prazo frente à volatilidade das commodities.

A CSN Mineração é a unidade de mineração da CSN, com foco na extração e exportação de minério de ferro de alta qualidade. Recentemente, a empresa aprovou o pagamento de R$ 768,6 milhões em dividendos extraordinários, impactando positivamente a percepção dos investidores sobre o fluxo de caixa da companhia.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,05 ↑ 5,23%

Descrição: O sexto colocado, ASAI3, fechou o dia a R$ 9,05, registrando uma alta de 5,23% (R$ 0,45). A amplitude do papel foi de R$ 8,62 na mínima a R$ 9,20 na máxima. O volume de negociação foi de 12.772.700 ações, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,60. No horizonte de 52 semanas, o ativo variou entre a mínima de R$ 6,91 e a máxima de R$ 11,88, com um volume financeiro total de R$ 115.592.935,00 no dia. O desempenho hoje aponta para uma tentativa de recuperação do setor de varejo alimentar em um ambiente macroeconômico desafiador.

A Sendas, operadora da bandeira Assaí, é uma das maiores empresas de atacarejo do Brasil. Apesar do cenário competitivo e da pressão sobre margens em 2026, a empresa continua focada em eficiência operacional e na maturação de novas lojas para manter sua posição de mercado.

7º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 85,00 ↑ 4,04%

Descrição: A gigante mineradora VALE3 ocupa o sétimo lugar, encerrando a R$ 85,00 com variação de 4,04% (R$ 3,30). A ação oscilou entre a mínima de R$ 82,04 e a máxima de R$ 85,08, demonstrando estabilidade na alta. O volume negociado foi de 18.358.400 ações, superior ao fechamento anterior de R$ 81,70. No comparativo de 52 semanas, o ativo ainda se encontra distante de sua máxima (R$ 91,62), com mínima de R$ 45,64. O volume financeiro negociado foi expressivo, somando R$ 1.560.464.000,00, o que a consolida como o ativo de maior volume financeiro do grupo analisado.

A Vale é uma das maiores empresas de mineração do mundo, com presença global e foco estratégico em minério de ferro e metais básicos. A empresa elevou recentemente suas projeções de fluxo de caixa para 2026, projetando ganhos extras significativos devido a ajustes em suas estratégias operacionais e de hedge.

8º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 5,93 ↑ 3,67%

Descrição: Na oitava posição, a MRVE3 fechou em R$ 5,93, alta de 3,67% (R$ 0,21). O papel oscilou entre R$ 5,78 e R$ 6,02. Com 15.845.900 ações negociadas e fechamento anterior de R$ 5,72, o ativo mostra movimento de recuperação. Nas últimas 52 semanas, o papel variou de R$ 5,28 a R$ 10,53, e o volume financeiro movimentado no dia atingiu R$ 93.966.187,00. Este resultado reflete a volatilidade do setor imobiliário, que busca fôlego em meio a taxas de juros elevadas.

A MRV&Co atua na incorporação imobiliária focada principalmente no segmento de habitação popular. Em notícia recente, a companhia informou um aumento em sua produção no mês de maio, superando a média do primeiro trimestre de 2026, o que trouxe um viés positivo ao mercado.

9º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 33,94 ↑ 3,48%

Descrição: O nono colocado, EGIE3, fechou em R$ 33,94, com alta de 3,48% (R$ 1,14). O ativo teve mínima de R$ 32,84 e máxima de R$ 33,98. O volume de negociação foi de 2.871.000 ações, partindo de um fechamento anterior de R$ 32,80. No histórico anual, a ação variou entre R$ 26,72 e R$ 38,81. O volume financeiro foi de R$ 97.441.740,00. O setor de energia elétrica, conhecido pelo seu caráter defensivo, apresentou uma valorização interessante, alinhada à procura por ativos de qualidade em um dia de alta do Ibovespa.

A Engie Brasil é uma das maiores empresas privadas de geração e comercialização de energia elétrica do país. Recentemente, a empresa sinalizou que não prevê aumentar seu payout de dividendos para 2026, mantendo o foco em investimentos operacionais.

10º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,52 ↑ 3,33%

Descrição: Fechando o top 10, a LREN3 encerrou o dia a R$ 15,52, alta de 3,33% (R$ 0,50). A ação oscilou entre R$ 14,85 e R$ 15,53. O volume de negociação foi de 13.827.600 ações, superando o fechamento anterior de R$ 15,02. O histórico de 52 semanas mostra uma variação entre R$ 12,25 e R$ 18,80, e o volume financeiro movimentado totalizou R$ 214.604.352,00. O desempenho da varejista de moda indica um otimismo renovado com as perspectivas de consumo no segundo semestre.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também unidades de serviços financeiros. A empresa tem planos estratégicos de investir até 7% de sua receita líquida em 2026 para acelerar a expansão de seu parque de lojas e inovações tecnológicas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0.38 -5.00%
2 POMO4 R$ 5.95 -2.78%
3 LWSA3 R$ 3.75 -2.60%
4 PCAR3 R$ 1.57 -2.48%
5 MGLU3 R$ 5.68 -2.41%
6 WEGE3 R$ 42.00 -2.33%
7 BRKM5 R$ 10.01 -2.15%
8 PRIO3 R$ 61.98 -1.34%
9 AMOB3 R$ 14.00 -1.27%
10 RECV3 R$ 11.10 -1.07%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,38 ↓5,00%

Descrição: A Raízen S.A. encerrou o pregão cotada a R$ 0,38, apresentando uma queda acentuada de 5,00% no dia. O volume de ações movimentado foi expressivo, totalizando 16.380.200 papéis. Com um preço mínimo de R$ 0,37 e máximo de R$ 0,40, a ação demonstra volatilidade extrema, aproximando-se de sua mínima em 52 semanas (R$ 0,33), muito distante de sua máxima de R$ 2,06 no mesmo período. O volume financeiro negociado totalizou R$ 6.224.476,00. A empresa é um dos maiores conglomerados integrados de energia do Brasil, atuando na produção de açúcar, etanol, bioenergia e na distribuição de combustíveis. Recentemente, a companhia colocou sua proposta de reestruturação de dívida em debate, com foco em uma solução para seus R$ 65,4 bilhões em obrigações, um tema central que os investidores devem acompanhar de perto nas próximas assembleias de credores em junho.

2º – Marcopolo S.A. (POMO4) | R$ 5,95 ↓2,78%

Descrição: A Marcopolo S.A. finalizou o dia com o preço de R$ 5,95, registrando uma variação negativa de 2,78%. O papel teve uma oscilação entre a mínima de R$ 5,92 e a máxima de R$ 6,14, com um volume de 7.734.000 ações negociadas. O volume financeiro total foi de R$ 46.017.300,00. Historicamente, o papel oscilou entre R$ 5,39 e R$ 7,95 nas últimas 52 semanas. A empresa é uma das líderes mundiais na fabricação de carrocerias de ônibus, fornecendo soluções de transporte para diversos mercados globais. A companhia segue focada na otimização da eficiência industrial para expandir suas margens, com analistas reiterando perspectivas positivas de longo prazo, apesar da postura cautelosa atual dos clientes frente às taxas de financiamento.

3º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,75 ↓2,60%

Descrição: As ações da LWSA S/A (antiga Locaweb) fecharam em R$ 3,75, uma queda de 2,60%. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 3,75 e a máxima de R$ 3,87, com 2.985.800 ações negociadas, totalizando R$ 11.196.750,00 em volume financeiro. O intervalo das últimas 52 semanas situa-se entre R$ 3,28 e R$ 4,80. A LWSA é uma das principais provedoras de soluções de serviços digitais e tecnologia para empresas e e-commerce no Brasil. A empresa divulgou recentemente seus resultados do primeiro trimestre de 2026, onde superou as expectativas de lucro por ação, impulsionada pelo crescimento no comércio e pela expansão de ferramentas baseadas em inteligência artificial, o que tem mantido o interesse do mercado, apesar da volatilidade recente.

4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 1,57 ↓2,48%

Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) fechou o dia cotada a R$ 1,57, com uma desvalorização de 2,48%. O volume de negociação foi de 4.329.200 ações, resultando em R$ 6.796.844,00 financeiros. A ação variou entre R$ 1,56 (mínima do dia) e R$ 1,65 (máxima), estando próxima da sua mínima em 52 semanas, que é de R$ 1,56. A empresa é uma das maiores varejistas alimentares do país, focada principalmente em formatos de proximidade e supermercados. O momento é desafiador para o setor de varejo, e as ações da companhia têm sofrido pressão negativa, com registros recentes de quedas acentuadas que refletem a reação do mercado aos indicadores macroeconômicos e à fraqueza na confiança do consumidor.

5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,68 ↓2,41%

Descrição: O Magazine Luiza encerrou a sessão a R$ 5,68, com uma variação negativa de 2,41%. O volume de ações foi o maior do grupo analisado, com 18.281.600 papéis negociados, totalizando R$ 103.839.488,00. A cotação variou entre R$ 5,68 e R$ 5,93, tocando sua mínima em 52 semanas. A empresa é um gigante do varejo brasileiro, atuando em lojas físicas e no ecossistema digital. A companhia vive um período de transição estratégica, focando em margens operacionais e rentabilidade em detrimento do volume bruto de vendas. Recentemente, a empresa reportou um trimestre marcado pela resiliência das lojas físicas e pressão de custos globais no segmento digital, o que continua sendo monitorado pelos investidores diante da persistência de juros elevados.

6º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 42,00 ↓2,33%

Descrição: A WEG S.A. fechou o pregão cotada a R$ 42,00, registrando uma queda de 2,33%. O volume de negociação foi de 9.972.500 ações, com volume financeiro expressivo de R$ 418.845.000,00. A ação oscilou entre a mínima de R$ 41,63 e a máxima de R$ 43,36, mantendo-se significativamente acima da mínima de 52 semanas (R$ 33,85). A WEG é uma referência global em equipamentos elétricos, motores e soluções para energia e automação. Apesar de ser uma empresa reconhecida por sua solidez, o mercado observa cautela para 2026, com alertas de analistas sobre pressões cambiais e desafios operacionais nas áreas de transmissão e distribuição, mantendo o investidor atento aos próximos resultados trimestrais.

7º – Braskem S.A. (BRKM5) | R$ 10,01 ↓2,15%

Descrição: A Braskem S.A. finalizou o dia a R$ 10,01, apresentando variação negativa de 2,15%. O volume de negociação atingiu 6.764.600 ações, movimentando R$ 67.713.646,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 9,54 e a máxima de R$ 10,39, estando bem acima da sua mínima em 52 semanas de R$ 6,11. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, atuando na produção de resinas termoplásticas. Após uma valorização significativa em 2026, o mercado tem observado uma realização de lucros recente, que é vista por especialistas como uma correção natural após fortes altas, mantendo a estrutura técnica de médio prazo favorável caso o papel sustente suportes importantes.

8º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 61,98 ↓1,34%

Descrição: A PRIO S.A. fechou cotada a R$ 61,98, com variação de -1,34%. O volume de negociações foi de 4.011.400 ações, com volume financeiro total de R$ 248.626.572,00. A oscilação do dia foi entre R$ 61,98 e R$ 63,18. Historicamente, a ação atingiu mínima de R$ 34,18 e máxima de R$ 72,98 nas últimas 52 semanas. A empresa é uma das principais petroleiras independentes do Brasil, focada na revitalização de campos maduros de petróleo e gás. O mercado continua otimista com o potencial de crescimento e geração de caixa da PRIO, sendo citada por instituições financeiras como uma das preferidas entre as petroleiras juniores, especialmente pela sua capacidade de se beneficiar da alta dos preços da commodity sem proteção (hedge) relevante.

9º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 14,00 ↓1,27%

Descrição: A Automob Participações S.A. encerrou o dia a R$ 14,00, com queda de 1,27%. Foi o ativo com menor liquidez desta lista, com 5.200 ações negociadas e R$ 72.800,00 de volume financeiro. O papel oscilou entre R$ 14,00 e R$ 14,22, mantendo-se distante da sua máxima de 52 semanas (R$ 15,76). A empresa atua no setor de distribuição de veículos e serviços automotivos. A companhia tem passado por um processo de reestruturação operacional, incluindo a venda de ativos não essenciais, como terrenos e concessões específicas, para reforçar a estratégia de consolidação regional, enquanto o mercado aguarda uma melhora nos resultados financeiros após prejuízos recentes no início do ano.

10º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 11,10 ↓1,07%

Descrição: A PetroRecôncavo S.A. fechou o dia a R$ 11,10, com variação negativa de 1,07%. O volume de negociação foi de 1.664.200 ações, totalizando R$ 18.472.620,00. A ação variou entre R$ 11,05 e R$ 11,34, situando-se acima da mínima de R$ 9,18 das últimas 52 semanas. A empresa é focada na exploração e produção de petróleo e gás, com atuação predominante em campos maduros. A PetroRecôncavo possui uma estratégia de hedge (proteção de preços) que tem limitado, na visão de alguns analistas, a captura integral das recentes altas nos preços do petróleo no mercado internacional, tornando a tese de investimento, comparativamente, menos atrativa que a de outras empresas do setor, segundo relatórios recentes de grandes bancos.

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