As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PCAR3 | R$ 1.68 | 0.090909 |
| 2 | EMBJ3 | R$ 72.33 | 0.03818 |
| 3 | BEEF3 | R$ 3.68 | 0.027933 |
| 4 | RAIZ4 | R$ 0.4 | 0.025641 |
| 5 | MGLU3 | R$ 5.44 | 0.018727 |
| 6 | KLBN11 | R$ 17.05 | 0.017303 |
| 7 | LREN3 | R$ 14.89 | 0.017077 |
| 8 | WEGE3 | R$ 42.46 | 0.016276 |
| 9 | SUZB3 | R$ 41.74 | 0.012615 |
| 10 | AMOB3 | R$ 13.3 | 0.012177 |
1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 1,68 ↑ 9,09%
Descrição: A ação encerrou o pregão cotada a R$ 1,68, refletindo uma valorização expressiva de 9,09% no dia. O volume de ações movimentou 6.687.100 unidades. Considerando o histórico recente, o papel oscilou entre a mínima de R$ 1,51 e a máxima de R$ 1,73 ao longo da sessão. O fechamento anterior foi de R$ 1,54. Em uma perspectiva de 52 semanas, o ativo apresentou uma trajetória com mínima em R$ 1,50 e máxima em R$ 4,60, indicando um período de alta volatilidade e pressão sobre a precificação. O volume financeiro total negociado atingiu R$ 11.234.328,00, refletindo o interesse do mercado após eventos recentes. A liquidez observada sugere uma tentativa de recuperação técnica após um período de incertezas operacionais.
A Companhia Brasileira de Distribuição, amplamente conhecida como Grupo Pão de Açúcar (GPA), atua no setor de varejo alimentar no Brasil. A empresa tem buscado implementar um rigoroso plano de eficiência operacional, visando a redução de custos e a otimização de margens. Recentemente, a companhia contratou uma consultoria especializada em gestão de crises para acelerar cortes de despesas administrativas e ajustar investimentos, em um claro movimento para recuperar a confiança do mercado diante de resultados pressionados.
2º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 72,33 ↑ 3,82%
Descrição: Com um desempenho robusto, a EMBRAER (EMBJ3) fechou a sessão a R$ 72,33, registrando uma alta de 3,82%. O volume de negociação foi expressivo, somando 7.116.000 ações trocadas ao longo do dia. O preço oscilou entre R$ 70,22 (mínima) e R$ 74,36 (máxima). Em relação ao fechamento anterior de R$ 69,67, a ação demonstrou força compradora sustentada. Analisando o horizonte de 52 semanas, o papel variou entre R$ 63,38 e R$ 105,48, evidenciando uma recuperação após períodos de menor cotação. O volume financeiro negociado totalizou R$ 514.700.280,00, o que denota alta liquidez e forte apetite institucional. O mercado continua reagindo favoravelmente às perspectivas de entrega e à consolidação da carteira de pedidos da empresa aeroespacial no cenário global.
A Embraer é uma empresa multinacional brasileira do setor aeroespacial, reconhecida globalmente pela fabricação de jatos comerciais, executivos e de defesa. Em uma notícia recente que impulsionou o otimismo dos investidores, a companhia anunciou que a Azorra realizou um novo pedido firme para 15 aeronaves E195-E2, fortalecendo sua carteira de pedidos para o segundo trimestre de 2026.
3º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,68 ↑ 2,79%
Descrição: A Minerva encerrou o dia a R$ 3,68, uma valorização de 2,79% em relação ao fechamento anterior de R$ 3,58. O volume de negociações atingiu 12.957.900 ações, indicando movimentação consistente. Durante o pregão, o preço variou entre a mínima de R$ 3,59 e a máxima de R$ 3,75. O volume financeiro total negociado foi de R$ 47.685.072,00. No intervalo de 52 semanas, a ação teve uma variação considerável, saindo de R$ 3,42 até uma máxima de R$ 7,31, demonstrando que o ativo ainda busca estabilidade em um setor cíclico. A alta no dia de hoje sugere uma precificação mais otimista por parte dos investidores frente aos fundamentos operacionais recentes apresentados pela companhia frigorífica.
A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na exportação de carne bovina, operando plantas em diversos países. A empresa tem sido foco de análises recentes sobre a melhora nas margens do setor. Recentemente, instituições financeiras elevaram a recomendação para o papel, citando o fim de uma “tempestade perfeita” e identificando novos catalisadores de valor para a companhia.
4º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,40 ↑ 2,56%
Descrição: A ação RAIZ4 fechou o dia em R$ 0,40, com variação positiva de 2,56%. Foram negociadas 34.143.600 ações, evidenciando uma liquidez muito alta entre as opções listadas. O preço variou entre R$ 0,38 e R$ 0,44 durante o pregão. Considerando que o fechamento anterior foi de R$ 0,39, o movimento de hoje reflete uma reação positiva do mercado. No acumulado de 52 semanas, a ação oscilou entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 2,06, sinalizando um patamar de preço bastante deprimido historicamente. O volume financeiro total negociado foi de R$ 13.657.440,00. Este volume expressivo de papéis negociados corrobora o interesse dos investidores em torno dos desdobramentos estratégicos que a companhia vem realizando recentemente.
A Raízen é uma empresa integrada de energia, atuando em açúcar, etanol, bioenergia e distribuição de combustíveis. Em uma movimentação estratégica relevante, a companhia anunciou a venda de suas operações de downstream na Argentina por US$ 1,42 bilhão, visando otimizar seu portfólio de ativos e fortalecer sua estrutura de capital.
5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 5,44 ↑ 1,87%
Descrição: O Magazine Luiza encerrou o pregão cotado a R$ 5,44, alta de 1,87% frente ao fechamento anterior de R$ 5,34. Com um volume de 27.749.100 ações negociadas, a empresa mantém alta liquidez. As oscilações do dia situaram-se entre R$ 5,29 (mínima) e R$ 5,67 (máxima). Em 52 semanas, o ativo variou entre R$ 5,29 e R$ 11,44. O volume financeiro total atingiu R$ 150.955.104,00. A persistência da volatilidade em um cenário de juros elevados continua sendo o principal fator de atenção para os investidores, que monitoram de perto os sinais de recuperação operacional da varejista frente a um ambiente de comércio eletrônico altamente competitivo e com pressão de margens.
O Magazine Luiza é uma das maiores redes de varejo do Brasil, com forte presença no comércio eletrônico e lojas físicas. Recentemente, o mercado recebeu com atenção a revisão de recomendação feita pelo Citi, que elevou o papel de “venda” para “neutra”, embora tenha ajustado o preço-alvo para baixo, refletindo as preocupações com a alavancagem em um cenário de juros ainda elevados.
6º – KLABIN S.A. (KLBN11) | R$ 17,05 ↑ 1,73%
Descrição: A Klabin (KLBN11) fechou o pregão a R$ 17,05, valorização de 1,73% comparado ao fechamento anterior de R$ 16,76. O volume de negociação foi de 6.851.900 unidades, refletindo uma liquidez estável. O preço variou entre a mínima de R$ 16,71 e a máxima de R$ 17,27. Em um horizonte de 52 semanas, o ativo flutuou entre R$ 16,01 e R$ 21,25, apresentando uma trajetória de consolidação. O volume financeiro total alcançou R$ 116.824.895,00. Esta performance reflete a resposta dos investidores aos relatórios recentes de instituições financeiras que veem potencial de valorização, após um período de sentimento mais fraco precificado pelo mercado para o setor de celulose e papel.
A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, destacando-se pela produção de papéis para embalagens, papel cartão e celulose. Analistas de mercado elevaram recentemente a recomendação para a empresa, avaliando que os desafios do setor já estão precificados, abrindo espaço para uma retomada de valorização das ações até o final do ano.
7º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,89 ↑ 1,71%
Descrição: A Lojas Renner encerrou a sessão a R$ 14,89, com alta de 1,71%. O volume negociado foi de 15.176.800 ações. A oscilação durante o dia ocorreu entre a mínima de R$ 14,45 e a máxima de R$ 15,07. O fechamento anterior foi de R$ 14,64. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 12,25 e R$ 18,80, indicando um momento de tentativa de recuperação de patamares de preço mais elevados. O volume financeiro total negociado atingiu R$ 225.982.552,00. Este desempenho positivo corrobora a percepção de mercado favorável após a divulgação de perspectivas mais otimistas sobre a capacidade de recuperação de margens da empresa em função do cenário cambial atual.
As Lojas Renner são a maior rede de varejo de moda do Brasil. Recentemente, a empresa teve sua recomendação elevada de “neutro” para “compra” pelo Itaú BBA, que revisou as projeções após os resultados do primeiro trimestre de 2026, apontando para um potencial de valorização atraente, especialmente com o auxílio de um câmbio mais favorável às suas importações.
8º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 42,46 ↑ 1,63%
Descrição: A WEG (WEGE3) fechou a R$ 42,46, alta de 1,63% ante o fechamento anterior de R$ 41,78. O volume de negociação foi de 10.062.900 ações, mostrando liquidez consistente. As oscilações do dia ocorreram entre R$ 41,52 (mínima) e R$ 42,66 (máxima). Em 52 semanas, o ativo variou de R$ 33,85 a R$ 54,41. O volume financeiro total movimentado foi de R$ 427.270.734,00. Apesar da alta pontual, a empresa enfrenta um cenário onde investidores monitoram a transição para uma fase de crescimento mais comportado, comparado aos índices agressivos entregues em anos anteriores, além de considerar os impactos da valorização cambial sobre suas receitas externas.
A WEG é uma empresa global de equipamentos eletroeletrônicos, amplamente reconhecida pela qualidade e consistência operacional. A empresa continua sendo uma referência no setor industrial, sendo acompanhada de perto pelo mercado diante dos desafios macroeconômicos atuais e do impacto da conversão de receitas externas em um cenário de real mais forte.
9º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 41,74 ↑ 1,26%
Descrição: A Suzano encerrou o pregão em R$ 41,74, alta de 1,26%. O volume de negociações somou 7.276.600 ações. O preço oscilou entre a mínima de R$ 41,01 e a máxima de R$ 42,22 durante o dia. O fechamento anterior foi de R$ 41,22. No acumulado de 52 semanas, a ação variou entre R$ 40,17 e R$ 59,64, indicando um período de forte pressão vendedora em comparação ao seu topo anual. O volume financeiro total negociado foi de R$ 303.725.284,00. O mercado mantém atenção na estratégia da companhia, especialmente quanto aos custos de produção e aos planos de desalavancagem projetados para os próximos anos.
A Suzano é uma empresa referência global na fabricação de celulose de eucalipto e produtos de papel. Recentemente, a companhia avançou em uma joint venture com a Kimberly-Clark, após obter aprovações regulatórias globais, demonstrando movimento contínuo de estratégia de crescimento e diversificação.
10º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,30 ↑ 1,22%
Descrição: A Automob encerrou o pregão em R$ 13,30, registrando variação positiva de 1,22%. O volume de negociações foi mais contido, com 24.800 ações trocadas, evidenciando menor liquidez em comparação aos demais ativos da lista. A variação diária ficou entre R$ 13,00 (mínima) e R$ 13,36 (máxima), frente ao fechamento anterior de R$ 13,14. No horizonte de 52 semanas, o papel variou entre R$ 10,00 e R$ 15,76. O volume financeiro total negociado foi de R$ 329.840,00. O desempenho reflete a cautela do mercado diante dos resultados operacionais recentes da companhia, que ainda apresenta desafios na reversão de prejuízos trimestrais, apesar do crescimento da receita líquida.
A Automob é uma empresa do setor de concessionárias de veículos, integrada ao ecossistema da holding Simpar. Recentemente, a companhia anunciou a venda de um terreno em São Paulo para uma controlada da Cyrela, visando reforçar seu caixa, em meio a esforços para melhorar sua performance operacional após resultados pressionados no primeiro trimestre de 2026.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CSNA3 | R$ 6 | -0.101796 |
| 2 | BRKM5 | R$ 8.78 | -0.068929 |
| 3 | CYRE3 | R$ 19.83 | -0.049377 |
| 4 | BRAP4 | R$ 21.88 | -0.039508 |
| 5 | VALE3 | R$ 78.7 | -0.03778 |
| 6 | CMIN3 | R$ 4.37 | -0.028889 |
| 7 | GGBR4 | R$ 23.48 | -0.026937 |
| 8 | HAPV3 | R$ 10.94 | -0.024955 |
| 9 | SMTO3 | R$ 16.88 | -0.024277 |
| 10 | VIVT3 | R$ 32.95 | -0.023704 |
1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,00 ↓10,18%
Descrição: A ação CSNA3 apresentou um volume significativo de negociações, totalizando 34.491.000 ações, refletindo uma pressão vendedora acentuada que resultou em uma desvalorização de 10,18% no pregão. Com um fechamento anterior em R$ 6,68, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 5,99 e a máxima de R$ 6,60 ao longo do dia. O volume financeiro negociado foi de R$ 206.946.000,00, posicionando o ativo como o primeiro nesta lista de movimentação. Considerando o histórico de 52 semanas, a ação demonstra estar próxima de sua mínima (R$ 5,66), afastada consideravelmente de sua máxima (R$ 11,32), o que sugere um momento de alta volatilidade e ajuste de preços perante o mercado atual.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados do Brasil e da América Latina, atuando também nos segmentos de mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a empresa tem se destacado pelos esforços em desalavancagem financeira, incluindo avanços significativos em planos de venda de ativos, como a sua unidade de cimentos, visando reforçar o caixa e reestruturar suas dívidas em um cenário de pressão de crédito.
2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,78 ↓6,89%
Descrição: A BRKM5 registrou uma queda de 6,89% em seu valor de fechamento, cotada a R$ 8,78 após um fechamento anterior de R$ 9,43. O volume de ações transacionadas foi de 9.898.400, com um volume financeiro total de R$ 86.907.952,00. Durante a sessão, o preço do ativo variou entre R$ 8,71 e R$ 9,56. Observando o panorama de 52 semanas, o preço atual está posicionado em um patamar próximo à mínima anual de R$ 6,11, muito distante da máxima de R$ 13,78. O desempenho negativo reflete a sensibilidade do ativo ao cenário de incertezas operacionais e financeiras que a companhia enfrenta, mantendo os investidores em estado de alerta quanto à liquidez e gestão da dívida.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros. Em uma mudança estratégica, a empresa iniciou oficialmente uma nova fase de governança, com a Petrobras e a IG4 assumindo o controle compartilhado da companhia, sob a presidência de Magda Chambriard no conselho, movimento que busca estabilizar a gestão após anos de incertezas.
3º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 19,83 ↓4,94%
Descrição: Com um volume de 6.508.200 ações negociadas, a CYRE3 fechou o pregão cotada a R$ 19,83, uma variação negativa de 4,94% em comparação ao fechamento anterior de R$ 20,86. O volume financeiro atingiu R$ 129.057.606,00. O ativo manteve-se próximo à sua mínima do dia, que foi de R$ 19,83, com a máxima alcançando R$ 20,90. Analisando o intervalo de 52 semanas, nota-se que a ação está significativamente abaixo de sua máxima de R$ 32,17 e mais próxima da mínima de R$ 18,35. Esta movimentação reflete a cautela do mercado em relação ao setor imobiliário, dada a persistência de taxas de juros elevadas e o impacto direto nas perspectivas de lançamentos futuros da incorporadora.
A Cyrela é uma das maiores incorporadoras e construtoras do Brasil, com presença marcante nos segmentos de média e alta renda. A empresa projeta um cenário positivo para os próximos períodos, porém, tem adotado uma postura mais conservadora, sinalizando um menor volume de lançamentos em 2026, com foco em ganhos de market share no curto prazo.
4º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 21,88 ↓3,95%
Descrição: O ativo BRAP4 encerrou o dia cotado a R$ 21,88, apresentando uma queda de 3,95% frente ao fechamento anterior de R$ 22,78. O volume de ações transacionado foi de 1.688.200, gerando um volume financeiro de R$ 36.937.816,00. A oscilação durante o dia registrou uma mínima de R$ 21,72 e uma máxima de R$ 22,59. Comparando com o desempenho das últimas 52 semanas, o preço atual encontra-se em um nível intermediário, longe da máxima de R$ 25,63 e acima da mínima de R$ 13,29. Como holding de investimentos, o desempenho da BRAP4 está intrinsecamente ligado aos resultados da Vale S.A., refletindo a volatilidade das commodities metálicas no mercado global.
A Bradespar é uma empresa de investimento que possui participação relevante na Vale, sendo o seu principal ativo. Devido a essa estrutura, a empresa é uma forma indireta de exposição ao setor de mineração, sendo impactada diretamente pelas decisões operacionais e desempenho financeiro da gigante mineradora no mercado internacional.
5º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 78,70 ↓3,78%
Descrição: A VALE3 apresentou um volume de 22.910.600 ações negociadas, fechando a R$ 78,70, uma queda de 3,78% em relação ao fechamento anterior de R$ 81,79. O volume financeiro total foi o maior da lista, alcançando impressionantes R$ 1.803.064.220,00. A mínima do dia foi de R$ 78,33, enquanto a máxima chegou a R$ 80,79. No período de 52 semanas, o ativo encontra-se abaixo de sua máxima de R$ 91,62, embora bem distante da mínima de R$ 45,64. A alta liquidez e o volume financeiro expressivo consolidam a Vale como uma das principais referências para os investidores na B3, apesar da desvalorização momentânea influenciada pelo cenário internacional das commodities.
A Vale é uma das maiores empresas de mineração do mundo, sendo líder mundial na produção de minério de ferro e níquel. A companhia tem mantido foco na eficiência operacional e na gestão de custos em um ambiente global desafiador para as commodities.
6º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,37 ↓2,89%
Descrição: A CMIN3 fechou a R$ 4,37, uma retração de 2,89% frente ao fechamento anterior de R$ 4,50. Foram transacionadas 10.127.700 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 44.258.049,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 4,35 e a máxima de R$ 4,50. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra uma estabilidade relativa comparada à sua máxima de R$ 6,37 e mínima de R$ 4,08. A performance reflete o momento da empresa, que busca otimizar sua estrutura de capital após recentes programas de recompra e cancelamento de ações, enquanto tenta manter sua alavancagem sob controle em um setor de mineração que ainda enfrenta pressões de custos operacionais.
A CSN Mineração é a divisão de mineração da CSN, focada na extração, beneficiamento e exportação de minério de ferro. Recentemente, a empresa reportou resultados operacionais sólidos, revertendo prejuízos anteriores, e continua sendo um motor relevante de resultados para o grupo CSN.
7º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 23,48 ↓2,69%
Descrição: A GGBR4 encerrou o dia em R$ 23,48, apresentando um recuo de 2,69% comparado ao fechamento anterior de R$ 24,13. Com 10.638.300 ações negociadas, o volume financeiro total atingiu R$ 249.787.284,00. Durante a sessão, o preço variou entre a mínima de R$ 23,38 e a máxima de R$ 24,01. Em uma análise de 52 semanas, o ativo está operando próximo à sua máxima de R$ 24,65, demonstrando uma resiliência superior em comparação a outros ativos do setor, apesar da leve correção observada hoje. A Gerdau mantém uma posição sólida com alta liquidez, atraindo investidores que buscam exposição ao setor siderúrgico com maior previsibilidade.
A Gerdau é uma multinacional brasileira, líder na produção de aço longo nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais no mundo. A companhia tem focado na diversificação de sua estratégia, incluindo investimentos recentes no setor de energia, visando ampliar sua competitividade operacional.
8º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,94 ↓2,50%
Descrição: A HAPV3 fechou o pregão em R$ 10,94, uma variação negativa de 2,50% em relação ao fechamento anterior de R$ 11,22. O volume de ações transacionadas foi de 5.670.400, com um volume financeiro total de R$ 62.034.176,00. O ativo manteve-se constante na mínima do dia, que foi de R$ 10,94, enquanto a máxima foi de R$ 11,39. Comparando com o intervalo de 52 semanas, o preço atual está muito próximo da mínima (R$ 7,00) e bastante afastado da máxima (R$ 43,80), evidenciando um longo período de desvalorização e desafios estruturais que o setor de saúde vem enfrentando, pressionando a confiança dos investidores no ativo.
A Hapvida é uma das maiores empresas de saúde do Brasil, operando uma ampla rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios. A companhia tem buscado melhorar a rentabilidade através da gestão do índice de sinistralidade, apesar dos desafios recentes de perda de beneficiários no segmento de planos de saúde.
9º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,88 ↓2,43%
Descrição: O ativo SMTO3 fechou a R$ 16,88, queda de 2,43% sobre o fechamento anterior de R$ 17,30. O volume negociado foi de 1.720.400 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 29.040.352,00. Durante a sessão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 16,82 e a máxima de R$ 17,30. No histórico das 52 semanas, o ativo encontra-se em patamar intermediário, entre a máxima de R$ 21,70 e a mínima de R$ 12,91. A variação negativa reflete o ambiente menos favorável para commodities, apesar da execução operacional consistente que a empresa tem demonstrado, mantendo as recomendações de analistas majoritariamente neutras.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, produzindo açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. A companhia tem reportado crescimento no lucro, mas enfrenta cautela do mercado em relação a pressões nos custos de insumos e investimentos (CAPEX) futuros.
10º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 32,95 ↓2,37%
Descrição: A VIVT3 encerrou o dia a R$ 32,95, uma queda de 2,37% ante o fechamento anterior de R$ 33,75. Com um volume de 5.621.700 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 185.235.015,00. A oscilação intradia registrou mínima de R$ 32,84 e máxima de R$ 33,86. Analisando o período de 52 semanas, o ativo está posicionado de forma conservadora, distante da máxima de R$ 41,49 e acima da mínima de R$ 26,44. A empresa é considerada por muitos investidores como uma opção de segurança devido à estabilidade de seu modelo de negócios e forte geração de caixa, o que explica a manutenção de posições em carteiras de dividendos mesmo em dias de correção.
A Telefônica Brasil (Vivo) é a maior operadora de telecomunicações do país, com atuação em telefonia móvel, fixa, banda larga e serviços digitais. A companhia é reconhecida por sua forte geração de caixa e pela política de remuneração aos acionistas, sendo um ativo recorrente em carteiras voltadas para dividendos.