Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 27.42 | 10.56 |
| 2 | MCRE11 | R$ 9.00 | 3.45 |
| 3 | BTAL11 | R$ 86.38 | 3.36 |
| 4 | URPR11 | R$ 23.98 | 2.48 |
| 5 | OUJP11 | R$ 75.12 | 2.33 |
| 6 | BROF11 | R$ 62.88 | 2.24 |
| 7 | XPCI11 | R$ 85.00 | 1.71 |
| 8 | KORE11 | R$ 63.12 | 1.51 |
| 9 | VINO11 | R$ 4.79 | 1.48 |
| 10 | CYCR11 | R$ 8.93 | 1.48 |
1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 27,42 ↑10,56%
Descrição: O fundo encerrou o dia com uma performance notável, destacando-se entre os demais pela valorização expressiva de 10,56%. Com um preço de fechamento de R$ 27,42, o ativo operou dentro de uma banda de variação entre a mínima de R$ 24,57 e a máxima de R$ 27,44. O volume de negociações totalizou 27.893 ações, movimentando um montante financeiro de R$ 764.826,06. Considerando o histórico das últimas 52 semanas, o fundo encontra-se em um patamar interessante, tendo oscilado entre R$ 20,31 e R$ 87,73, o que denota uma volatilidade característica deste tipo de veículo de investimento, voltado para recebíveis imobiliários. O fechamento anterior situava-se em R$ 24,80, confirmando uma recuperação substancial durante este pregão.
O Supernova FII é um fundo de papel que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), buscando rentabilidade atrelada a índices de inflação ou taxas de juros. Em notícias recentes, o setor tem acompanhado de perto as projeções para a curva de juros futura, fator que impacta diretamente a precificação dos ativos de crédito imobiliário na bolsa.
2º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,00 ↑3,45%
Descrição: O MCRE11 apresentou um desempenho positivo de 3,45% nesta sessão, fechando cotado a R$ 9,00. O ativo demonstrou liquidez relevante, registrando um volume de 467.842 ações negociadas, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 4.210.578,00. A oscilação do dia ficou contida entre a mínima de R$ 8,68 e a máxima de R$ 9,00, fechando exatamente no topo do dia, um sinal de força compradora. Comparativamente ao fechamento anterior de R$ 8,70, o fundo demonstrou uma trajetória consistente de valorização. No horizonte de 52 semanas, o fundo apresenta uma variação que vai de R$ 7,21 a R$ 9,57, indicando uma gestão que tem tentado manter o ativo próximo aos seus patamares de valorização mais recentes em um ambiente de mercado desafiador.
O Mauá Capital High Yield é um FII que foca em ativos com maior risco e, consequentemente, maior potencial de retorno (high yield), investindo em dívidas imobiliárias estruturadas. Notícias recentes destacam que o fundo tem buscado otimizar a alocação de seu portfólio para proteger os dividendos dos cotistas diante de variações nos indexadores econômicos.
3º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 86,38 ↑3,36%
Descrição: Com uma valorização de 3,36%, o BTAL11 encerrou o pregão em R$ 86,38. O volume de negociações foi mais moderado, atingindo 4.726 ações, com um volume financeiro de R$ 408.231,88. O ativo variou entre R$ 83,59 e R$ 86,38, mostrando uma tendência de alta contínua ao longo do dia, terminando próximo à sua máxima. O fechamento anterior foi de R$ 83,57. Ao analisar o comportamento de 52 semanas, o fundo apresentou uma mínima de R$ 66,40 e uma máxima de R$ 89,84, demonstrando uma valorização consistente e uma busca pelo teto de seu canal de preço histórico recente. O mercado parece reagir positivamente a movimentos táticos dentro da carteira do fundo, que é especializado no setor de logística agroindustrial.
Este fundo foca em ativos imobiliários voltados para o agronegócio, como armazéns e centros de logística. Recentemente, notícias sobre o fortalecimento das exportações agrícolas têm gerado otimismo sobre a demanda por espaços de armazenagem, beneficiando fundos com o perfil do BTAL11.
4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 23,98 ↑2,48%
Descrição: O URPR11 terminou o dia com um ganho de 2,48%, fechando a R$ 23,98, após uma oscilação que teve como mínima R$ 22,99 e máxima R$ 23,98. O volume de negociações foi de 38.736 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 928.889,28. Em relação ao fechamento anterior de R$ 23,40, o ativo apresentou uma trajetória de recuperação. Observando-se o histórico de 52 semanas, o fundo apresenta uma volatilidade significativa, com o preço variando de R$ 21,70 até a marca de R$ 41,82. Este cenário sugere que o fundo está buscando se estabilizar em um novo patamar de preço após períodos de maior oscilação, atraindo investidores que buscam rendas recorrentes baseadas em crédito imobiliário de alta performance (prime).
O Urca Prime Renda é um fundo que investe em CRIs, buscando a estratégia de “prime” em termos de qualidade de crédito. Relatos recentes do setor indicam que a gestão tem mantido foco na seletividade dos ativos de crédito, visando reduzir a inadimplência dentro da carteira.
5º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 75,12 ↑2,33%
Descrição: O OUJP11 registrou uma variação positiva de 2,33%, encerrando o dia em R$ 75,12. Durante o pregão, a oscilação entre a mínima de R$ 73,33 e a máxima de R$ 75,50 mostra que houve um movimento intenso de compra, embora tenha recuado ligeiramente da máxima. Com 11.067 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 831.353,00. O fechamento anterior foi de R$ 73,41, evidenciando uma pressão compradora que impulsionou o valor do ativo. Analisando o período de 52 semanas, nota-se que o fundo já atingiu patamares mais elevados, com máxima de R$ 88,21 e mínima de R$ 66,08. Este desempenho recente é um reflexo do comportamento do mercado frente aos ativos de renda variável do setor imobiliário, que buscam se ajustar às novas perspectivas de juros.
Este fundo atua na estratégia de investimentos imobiliários diversos. Notícias recentes indicam que fundos com perfil de gestão ativa, como é o caso do OUJP11, têm rebalanceado suas carteiras para maximizar o rendimento frente à volatilidade atual dos mercados.
6º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,88 ↑2,24%
Descrição: O BROF11 fechou o pregão com uma valorização de 2,24%, cotado a R$ 62,88. A oscilação do dia apresentou uma mínima de R$ 59,93 e uma máxima de R$ 63,90. O volume financeiro negociado foi de R$ 759.716,16, com 12.082 ações transacionadas. O fechamento anterior havia sido de R$ 61,50. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstrou grande resiliência, variando de R$ 45,48 a R$ 63,90, o que coloca o preço atual muito próximo da máxima anual. Este movimento de valorização é condizente com a tendência de ocupação de lajes corporativas de alto padrão, um segmento que tem passado por uma reavaliação de preços por parte do mercado investidor nos últimos meses.
O fundo é focado em imóveis corporativos (escritórios) de alto padrão. Recentemente, o mercado tem acompanhado a redução das taxas de vacância em grandes centros urbanos, o que favorece a valorização de ativos como o BROF11.
7º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 85,00 ↑1,71%
Descrição: O XPCI11 teve um dia de alta de 1,71%, encerrando o dia em R$ 85,00. O fundo operou entre a mínima de R$ 83,24 e a máxima de R$ 85,00, atingindo este valor de fechamento exatamente no final do pregão. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.432.420,00, com 16.852 ações negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 83,57. Analisando o intervalo de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 68,96, enquanto a máxima chegou a R$ 85,55. O ativo mostra uma forte tendência de buscar a renovação de sua máxima anual, refletindo o otimismo dos investidores quanto à gestão de crédito da XP nesta modalidade de fundo.
O XPCI11 é um FII de papel com estratégia focada em crédito imobiliário estruturado. Recentemente, a gestora tem divulgado relatórios sobre a robustez das garantias dos CRIs presentes no portfólio, o que tem tranquilizado o mercado em momentos de maior incerteza macroeconômica.
8º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 63,12 ↑1,51%
Descrição: Com alta de 1,51%, o KORE11 encerrou o dia em R$ 63,12. Durante a sessão, o fundo variou entre R$ 62,18 (mínima) e R$ 63,50 (máxima). O volume de negociações foi de 67.024 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 4.230.554,88, um dos maiores desta lista. O fechamento anterior foi de R$ 62,18. Olhando o histórico das últimas 52 semanas, o fundo teve um desempenho com mínima de R$ 58,79 e máxima de R$ 75,94. O patamar atual de R$ 63,12 mostra que o fundo está buscando se recuperar e se distanciar da sua mínima anual, num contexto onde a seletividade de ativos imobiliários de “oportunidade” é fundamental para a performance do fundo.
A Kinea é reconhecida pela gestão rigorosa em fundos imobiliários. Notícias recentes apontam para a capacidade da gestora em identificar ativos com potencial de valorização em momentos de estresse de mercado, mantendo o KORE11 sob vigilância dos investidores institucionais.
9º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 4,79 ↑1,48%
Descrição: O VINO11 apresentou uma valorização de 1,48%, fechando o pregão em R$ 4,79. A oscilação do dia foi estreita, entre a mínima de R$ 4,72 e a máxima de R$ 4,79. O volume negociado foi expressivo em número de cotas, com 122.151 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 585.103,29. O fechamento anterior situava-se em R$ 4,72. No histórico das últimas 52 semanas, o fundo oscilou de R$ 4,45 a R$ 5,43, demonstrando que o preço atual se encontra na metade inferior de seu canal anual. Embora a valorização percentual pareça modesta, a alta liquidez e o preço nominal baixo tornam este fundo uma opção comum para investidores que buscam exposição ao setor de escritórios com um aporte menor.
Este é um fundo de lajes corporativas gerido pela Vinci Real Estate. Em notícias recentes, o fundo tem sido citado em análises sobre a renegociação de aluguéis e a vacância em edifícios de alto padrão no Rio de Janeiro e em São Paulo.
10º – CYRELA CREDITO FII CF (CYCR11) | R$ 8,93 ↑1,48%
Descrição: O CYCR11 encerrou o pregão com ganho de 1,48%, cotado a R$ 8,93. A variação diária ficou entre a mínima de R$ 8,83 e a máxima de R$ 8,93, fechando no topo do movimento. O volume financeiro foi de R$ 2.653.103,00, com um volume considerável de 297.100 ações negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 8,80. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo apresentou mínima de R$ 7,49 e máxima de R$ 9,03, situando-se atualmente muito próximo da máxima anual, o que demonstra uma trajetória de forte recuperação e confiança do mercado na gestão dos ativos de crédito atrelados à marca Cyrela.
O fundo foca em crédito imobiliário, utilizando a expertise da Cyrela no setor. Notícias recentes destacam que o fundo tem se beneficiado da solidez da carteira de recebíveis, em um momento em que o setor de incorporação imobiliária demonstra resiliência em seus lançamentos e vendas.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VIUR11 | R$ 2.34 | -2.50 |
| 2 | RBRP11 | R$ 46.94 | -2.21 |
| 3 | BPML11 | R$ 85.15 | -2.10 |
| 4 | CCME11 | R$ 8.62 | -2.05 |
| 5 | BTRA11 | R$ 63.88 | -1.90 |
| 6 | LIFE11 | R$ 7.05 | -1.40 |
| 7 | KFOF11 | R$ 78.73 | -1.33 |
| 8 | PATL11 | R$ 64.15 | -1.26 |
| 9 | PVBI11 | R$ 71.35 | -1.15 |
| 10 | TGAR11 | R$ 53.90 | -1.10 |
1º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,34 ↓2,50%
Descrição: O Fundo Vinci Imóveis Urbanos (VIUR11) encerrou o dia com uma variação negativa de 2,50%, fechando a R$ 2,34. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 2,25 e a máxima de R$ 2,40, com um volume de ações transacionado de 48.010 unidades e um volume financeiro total de R$ 112.343,40. Considerando as oscilações dos últimos doze meses, o ativo mantém um horizonte entre R$ 1,91 (mínima de 52 semanas) e R$ 5,91 (máxima de 52 semanas), demonstrando um período de alta volatilidade na precificação de suas cotas no mercado secundário. A análise do comportamento do volume e da variação diária sugere uma pressão vendedora momentânea, o que é comum em ativos de renda urbana que buscam reajustar suas posições conforme o cenário macroeconômico atual.
Este fundo é gerido pela Vinci Real Estate e possui uma estratégia focada em ativos imobiliários com perfil de renda urbana, buscando diversificação geográfica e locatária. Recentemente, o fundo tem sido acompanhado de perto pelo mercado em razão de sua estratégia de alocação em ativos com potencial de valorização e geração de renda em regiões metropolitanas.
2º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 46,94 ↓2,21%
Descrição: O RBRP11 finalizou o pregão cotado a R$ 46,94, apresentando uma desvalorização de 2,21%. A variação nominal foi negativa em R$ 1,06, com o ativo oscilando entre R$ 46,00 e R$ 47,96 ao longo do dia. Com um volume de 205.262 ações negociadas e um expressivo volume financeiro de R$ 9.634.998,28, o fundo demonstra alta liquidez, mantendo-se dentro de uma faixa de 52 semanas que compreende entre R$ 43,76 e R$ 54,45. O fechamento anterior de R$ 48,00 indica uma sessão de ajuste para baixo, refletindo o sentimento predominante nos fundos de lajes corporativas e propriedades comerciais que ainda enfrentam desafios na ocupação e precificação do metro quadrado em grandes centros financeiros do país.
Gerido pela RBR Asset, o fundo foca em um portfólio de lajes corporativas de alto padrão. Como última notícia relevante, o fundo manteve a distribuição de rendimentos de R$ 0,40 por cota em meados de junho, mantendo a consistência de seu fluxo de caixa para os cotistas apesar das oscilações de mercado.
3º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 85,15 ↓2,10%
Descrição: Apresentando uma baixa de 2,10%, o BPML11 fechou o dia em R$ 85,15. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 85,00 e a máxima de R$ 86,96, movimentando 13.585 cotas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 1.156.762,75. Comparado ao fechamento anterior de R$ 86,98, o ativo reflete um movimento de cautela do investidor. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo operou entre R$ 67,68 e R$ 96,05, mantendo uma distância considerável de suas máximas anuais. O volume financeiro negociado sugere uma busca por posicionamento defensivo, dado que o setor de shopping centers tem sido impactado pela necessidade de renegociações de aluguéis e pelo custo de capital elevado que influencia a decisão de investimento dos cotistas no curto prazo.
Este FII é administrado pelo BTG Pactual e investe predominantemente em participações de shopping centers estratégicos. Em comunicados recentes, não foram identificados novos proventos, mas o fundo continua focado na gestão ativa da vacância dos ativos que compõem sua carteira.
4º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,62 ↓2,05%
Descrição: Com um recuo de 2,05%, o CCME11 encerrou o dia a R$ 8,62. O ativo registrou mínima de R$ 8,57 e máxima de R$ 8,83, com um volume de 84.872 ações, totalizando R$ 731.596,64 em negociações. O fechamento anterior foi de R$ 8,80, situando a cotação atual próximo aos limites inferiores de 52 semanas, que variam entre R$ 7,63 e R$ 9,29. O comportamento do fundo reflete uma volatilidade comum em fundos de estratégia híbrida, onde o investidor avalia o equilíbrio entre a rentabilidade da carteira de ativos e a qualidade da gestão. A liquidez diária apresentada é um ponto positivo, permitindo ajustes de portfólio sem dificuldades para os investidores institucionais e de varejo qualificado que acompanham a Canuma.
O CCME11 é um fundo de estratégia multiestratégia, buscando alocação diversificada. O fundo segue sob análise constante de relatórios especializados, que monitoram a evolução de suas operações e a capacidade de entrega de dividendos perante as condições do mercado imobiliário atual.
5º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 63,88 ↓1,90%
Descrição: O BTRA11, fundo focado no segmento agro, encerrou o pregão em R$ 63,88, com variação negativa de 1,90%. O volume de negociações foi de 3.660 ações, totalizando R$ 233.800,80. Durante o dia, a cotação se manteve próxima ao patamar mínimo de R$ 63,88, com máxima de R$ 65,13. Comparado ao fechamento anterior de R$ 65,12, nota-se uma tendência de pressão vendedora. Em uma perspectiva de 52 semanas, o ativo flutuou entre R$ 44,00 e R$ 69,17, demonstrando uma recuperação significativa em relação aos seus piores momentos. O desempenho deste fundo é sensível às dinâmicas do agronegócio brasileiro, incluindo questões de produtividade e, principalmente, riscos de crédito envolvendo arrendatários, um tema que historicamente marca a trajetória deste ativo.
O BTRA11 investe em terras agrícolas com foco na exploração rural. Historicamente, o fundo tem se envolvido em disputas de posse e gestão de contratos de arrendamento, com a justiça acompanhando de perto as movimentações de suas fazendas, como a Fazenda Vianmancel, sendo este um dos temas centrais para o investidor deste papel.
6º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 7,05 ↓1,40%
Descrição: O LIFE11 encerrou o pregão com uma desvalorização de 1,40%, cotado a R$ 7,05. O volume de negociações foi de 167.655 cotas, movimentando R$ 1.181.967,75. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,96 e a máxima de R$ 7,15, partindo de um fechamento anterior de R$ 7,15. No horizonte de 52 semanas, o fundo operou em uma faixa entre R$ 6,96 e R$ 8,63. O volume de negociações sugere uma liquidez razoável, embora a variação negativa de hoje reflita um ajuste de mercado que coloca a cotação perto da mínima anual. Para o investidor, o foco permanece na capacidade do fundo em manter seus fluxos de distribuição de rendimentos em um cenário de juros que, embora estáveis, ainda desafiam a atratividade de fundos imobiliários de menor porte.
Este fundo é gerido pela Life Capital Partners e possui estratégia híbrida. Recentemente, a administradora tem divulgado relatórios mensais e informes periódicos que buscam manter o cotista informado sobre o andamento dos ativos que compõem sua carteira e o impacto das oscilações do mercado.
7º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 78,73 ↓1,33%
Descrição: O KFOF11, um importante fundo de fundos (FoF), fechou em R$ 78,73, uma queda de 1,33%. O volume de 12.927 cotas movimentou R$ 1.017.742,71. A variação diária entre a mínima de R$ 78,46 e a máxima de R$ 79,75 demonstra uma faixa estreita de negociação, com fechamento anterior em R$ 79,79. Ao observar o período de 52 semanas, o fundo variou de R$ 68,76 a R$ 84,85. Sendo um fundo de fundos, o KFOF11 reflete a média de desempenho dos ativos em que investe, servindo muitas vezes como um barômetro para o setor de FIIs como um todo. A queda do dia está em consonância com o comportamento defensivo dos investidores em relação a ativos de renda variável imobiliária diante do cenário atual.
O KFOF11 é gerido pela Kinea Investimentos. Em notícias recentes, o fundo pautou assembleias virtuais visando a modernização de sua gestão e ampliação das oportunidades de investimento, buscando garantir que os cotistas tenham acesso a uma estrutura de capital mais eficiente para o futuro.
8º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%
Descrição: Com fechamento a R$ 64,15, o PATL11 apresentou queda de 1,26%. O volume de ações transacionado foi de 51.942, somando um valor financeiro de R$ 3.332.079,30. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93, partindo de um fechamento anterior de R$ 64,97. Em 52 semanas, o fundo flutuou entre R$ 46,37 e R$ 67,33. O volume financeiro elevado corrobora a importância do ativo para o mercado logístico, com investidores monitorando de perto a ocupação de galpões e a capacidade do fundo de manter contratos de aluguel de longo prazo em um cenário onde a eficiência operacional é o principal fator de diferenciação para os players do setor imobiliário industrial.
Gerido pelo Pátria Investimentos, o fundo mantém o foco no segmento logístico. Como última notícia, o fundo continua a divulgar seu relatório gerencial e informes mensais, mantendo a transparência quanto à performance de seus ativos, que são cruciais para a cadeia de suprimentos nacional.
9º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 71,35 ↓1,15%
Descrição: O PVBI11, um dos principais nomes entre fundos de lajes corporativas, encerrou a sessão a R$ 71,35, baixa de 1,15%. O volume de 56.756 cotas gerou um movimento financeiro de R$ 4.049.540,60. A cotação mínima atingida foi de R$ 71,35, enquanto a máxima foi de R$ 72,49. O fechamento anterior foi de R$ 72,18, situando-se abaixo da máxima de 52 semanas (R$ 83,16) e acima da mínima do mesmo período (R$ 67,91). O volume de negociações robusto indica que o ativo continua sendo um dos preferidos dos investidores para exposição ao mercado imobiliário corporativo de alta renda, mesmo com a volatilidade observada no dia, que reflete o movimento de realização de lucros por parte de alguns players do mercado.
O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate. O fundo tem se destacado por manter uma distribuição constante de proventos, com notícias recentes confirmando a manutenção de seus dividendos, o que reforça a confiança dos cotistas na gestão conservadora do caixa e no perfil dos imóveis do fundo.
10º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 53,90 ↓1,10%
Descrição: Finalizando a lista, o TGAR11 fechou a R$ 53,90, com variação negativa de 1,10%. Foram 77.785 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 4.192.611,50. A cotação oscilou entre R$ 53,56 e R$ 54,90, partindo de um fechamento de R$ 54,50. No histórico de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 50,03 e R$ 89,80. Este é um fundo que atrai investidores pelo seu perfil de desenvolvimento, sendo frequentemente impactado por ciclos de lançamentos imobiliários e pelo cenário de crédito. A liquidez diária do fundo segue satisfatória, permitindo que o investidor entre ou saia do papel com facilidade, embora a cotação atual esteja distante da sua máxima histórica, o que reflete os desafios enfrentados pelo setor de desenvolvimento imobiliário.
Este fundo é gerido pela TG Core Asset. Como notícia recente, o TGAR11 teve destaque positivo em análises do mercado, acompanhando a leve valorização do IFIX em determinadas sessões, demonstrando que, apesar da queda no dia de hoje, o fundo mantém relevância e interesse constante do público investidor devido à natureza de seus projetos.