As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TOTS3 | R$ 28.69 | 5.63 |
| 2 | LWSA3 | R$ 4.15 | 5.33 |
| 3 | LREN3 | R$ 14.97 | 3.10 |
| 4 | MBRF3 | R$ 17.10 | 2.70 |
| 5 | ENEV3 | R$ 26.81 | 2.64 |
| 6 | ASAI3 | R$ 8.83 | 2.56 |
| 7 | SBSP3 | R$ 29.60 | 2.42 |
| 8 | HYPE3 | R$ 21.57 | 2.32 |
| 9 | SMTO3 | R$ 15.04 | 2.24 |
| 10 | VAMO3 | R$ 2.88 | 2.13 |
1º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 28,69 ↑ 5,63%
Descrição: A ação da TOTVS apresentou um desempenho robusto no pregão de hoje, liderando o ranking com uma valorização expressiva de 5,63%. Com um preço de fechamento de R$ 28,69, o papel superou o seu fechamento anterior de R$ 27,16, demonstrando forte pressão compradora ao longo do dia. A oscilação entre a mínima de R$ 27,01 e a máxima de R$ 28,80 indica que o ativo manteve uma trajetória de alta consistente. Com um volume significativo de 4.999.400 ações negociadas e um volume financeiro total de R$ 143,4 milhões, a liquidez do papel permanece atrativa. O ativo situa-se em um patamar interessante considerando sua mínima em 52 semanas de R$ 26,80, embora ainda distante da máxima de R$ 47,68 registrada no mesmo período, o que sugere um potencial de recuperação ou ajuste de preço conforme a dinâmica do setor de tecnologia e software.
A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP), plataformas de produtividade e serviços financeiros. Recentemente, a empresa aprovou a distribuição de R$ 104,3 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), com pagamento previsto para julho, beneficiando acionistas com posição em 15 de junho de 2026.
2º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,15 ↑ 5,33%
Descrição: O ativo LWSA3 registrou uma alta expressiva de 5,33% no pregão desta sexta-feira, encerrando o dia cotado a R$ 4,15, após iniciar o dia a partir de um fechamento anterior de R$ 3,94. A movimentação intradia foi marcada por uma amplitude entre R$ 3,92 e R$ 4,16, refletindo um otimismo momentâneo no mercado em relação aos papéis de tecnologia e e-commerce. Com um volume de 5.548.200 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 23 milhões, a ação demonstra volatilidade característica, reforçada pelo fato de que o preço atual está próximo ao topo das últimas 52 semanas (R$ 4,80), enquanto a mínima do período foi de R$ 3,28. O investidor deve observar se esse movimento de alta sustentará o rompimento das resistências imediatas ou se configura apenas uma recuperação técnica após períodos de estresse na cotação.
A Locaweb (agora LWSA) atua no ecossistema digital, oferecendo soluções de hospedagem, plataformas de e-commerce e ferramentas de marketing digital. Analistas de mercado continuam monitorando de perto a sustentabilidade da expansão das margens da companhia e a eficiência na alocação de capital em suas divisões de Commerce e Business Solutions.
3º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,97 ↑ 3,10%
Descrição: As ações da Lojas Renner encerraram o dia com uma valorização de 3,10%, cotadas a R$ 14,97. O papel demonstrou resiliência, mantendo-se acima do fechamento anterior de R$ 14,52 e oscilando entre R$ 14,38 e R$ 14,98. Com um volume de negociação robusto de 18.118.200 ações, a empresa movimentou R$ 271,2 milhões, consolidando-se como uma das mais líquidas do dia. Comparando com seu histórico de 52 semanas, a ação opera em um patamar superior à sua mínima de R$ 12,06, mas ainda busca buscar a máxima de R$ 18,51. O desempenho positivo de hoje é um sinal de confiança do mercado frente às perspectivas do setor varejista, sendo fundamental monitorar se o volume negociado se traduzirá em uma tendência de médio prazo ou se é um reflexo pontual de ajustes de portfólio.
A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil. A empresa anunciou recentemente o pagamento de R$ 220,42 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), correspondentes a R$ 0,229 por ação, com data de corte de 23 de junho; desde o dia 24 de junho, as ações são negociadas “ex-JCP”.
4º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,10 ↑ 2,70%
Descrição: Marfrig encerrou o pregão em alta de 2,70%, com o preço atingindo R$ 17,10 contra R$ 16,65 do fechamento anterior. A ação teve uma variação entre a mínima de R$ 16,56 e a máxima de R$ 17,57, o que indica uma volatilidade considerável, comum no setor de proteínas. O volume de 5.939.500 ações negociadas gerou um montante de R$ 101,5 milhões. Em uma janela de 52 semanas, a ação tem oscilado entre R$ 14,59 e R$ 26,83, sugerindo que o preço atual está mais próximo do suporte inferior, o que pode atrair investidores que buscam value investing no setor de commodities e alimentos. A análise da tendência exige cautela, dada a exposição da companhia aos ciclos internacionais de demanda por carne e aos custos de insumos pecuários.
A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo. Recentemente, a empresa tem focado na otimização de suas operações globais e na estratégia de diversificação de portfólio, tendo inclusive avaliado o impacto positivo esperado nas vendas de alimentos para grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo.
5º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 26,81 ↑ 2,64%
Descrição: A Eneva fechou o dia cotada a R$ 26,81, registrando uma variação positiva de 2,64% em relação ao fechamento anterior de R$ 26,12. O papel oscilou entre a mínima de R$ 26,00 e a máxima de R$ 27,00, mantendo uma negociação consistente com um volume de 12.374.500 ações e R$ 331,7 milhões movimentados. O ativo demonstra um comportamento de recuperação, dado que a mínima em 52 semanas foi de R$ 13,00, enquanto a máxima chegou a R$ 28,12. Com a cotação atual próxima ao topo anual, o investidor deve avaliar a relação risco-retorno, considerando o perfil da empresa como player relevante no setor elétrico e de exploração de gás natural. O volume financeiro elevado corrobora a relevância do papel no radar dos grandes investidores institucionais.
A Eneva é uma empresa integrada de energia, combinando geração térmica com exploração e produção de gás. Ontem, dia 25 de junho, a companhia aprovou um novo programa de recompra de ações, visando adquirir até 23,1 milhões de papéis, o que representa cerca de 1,2% do seu capital total, sinalizando confiança da gestão no valor intrínseco do negócio.
6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,83 ↑ 2,56%
Descrição: O Assaí fechou o pregão em R$ 8,83, uma valorização de 2,56% frente aos R$ 8,61 do fechamento anterior. A oscilação intradia entre R$ 8,52 e R$ 9,00 mostra que o mercado encontrou fôlego para elevar as cotações, em um volume de 10.427.400 ações e um montante financeiro de R$ 92,07 milhões. Comparando com a mínima em 52 semanas de R$ 6,91 e a máxima de R$ 11,35, o ativo situa-se em um estágio intermediário de precificação. A tendência de alta observada hoje é positiva, mas o investidor deve estar atento à pressão competitiva do setor de atacarejo, que exige margens operacionais apertadas e alta eficiência logística para sustentar a rentabilidade que o mercado exige atualmente.
A Sendas Distribuidora (Assaí) é um dos principais nomes do setor de atacarejo no Brasil. Nesta sexta-feira, 26 de junho, a empresa realiza o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor de R$ 0,1043 por ação, totalizando aproximadamente R$ 140 milhões, beneficiando acionistas que possuíam posição na data de corte estabelecida em janeiro.
7º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 29,60 ↑ 2,42%
Descrição: SBSP3 encerrou o dia a R$ 29,60, uma alta de 2,42% sobre o fechamento de R$ 28,90. Com a maior movimentação financeira da lista, somando R$ 541,3 milhões em 18,2 milhões de ações, o ativo confirma sua posição como um dos favoritos dos investidores de longo prazo. A oscilação entre R$ 28,90 e R$ 29,82 aponta para uma tendência de busca pela máxima de 52 semanas, que é de R$ 35,32, superando com folga a mínima do mesmo período (R$ 20,01). A solidez da empresa e a liquidez do ativo reforçam sua característica defensiva, sendo uma opção frequentemente escolhida para compor carteiras que buscam previsibilidade e proteção contra volatilidade excessiva.
A Sabesp é a empresa responsável pelo saneamento em São Paulo. No primeiro trimestre de 2026 (1T26), a companhia reportou bons resultados, impulsionados por reajustes tarifários e uma manutenção eficiente da estrutura de custos, além de um aumento relevante de 31% nos investimentos voltados à expansão da cobertura de saneamento.
8º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 21,57 ↑ 2,32%
Descrição: A Hypera encerrou o pregão em alta de 2,32%, cotada a R$ 21,57, superando o fechamento anterior de R$ 21,08. A variação ocorreu dentro de um intervalo de R$ 20,78 a R$ 21,57. Com um volume de 2.820.700 ações e um movimento financeiro de R$ 60,8 milhões, o ativo mostra uma estabilidade relativa comparado a outros papéis do setor de consumo. Em 52 semanas, a mínima foi de R$ 19,88 e a máxima de R$ 27,05. O desempenho de hoje sugere uma reação positiva ao cenário setorial, embora a empresa ainda se encontre abaixo da sua máxima anual, demandando monitoramento constante sobre a execução estratégica e a política de dividendos e proventos.
A Hypera é uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, com um vasto portfólio de marcas consagradas. Em 23 de junho de 2026, a companhia aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio no valor de R$ 0,263 por ação, com a data de corte definida para o dia de hoje, 26 de junho.
9º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,04 ↑ 2,24%
Descrição: A ação da São Martinho fechou o dia em R$ 15,04, uma valorização de 2,24% frente ao fechamento de R$ 14,71. O papel oscilou entre a mínima de R$ 14,68 e a máxima de R$ 15,23, com um volume de 1.615.900 ações, resultando em R$ 24,3 milhões negociados. Considerando o intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 12,91 e máxima de R$ 21,70), o ativo está em uma zona de valorização que reflete as expectativas do mercado para o setor sucroenergético. O investidor deve considerar a volatilidade inerente aos preços das commodities (açúcar e etanol) e os fatores climáticos, que impactam diretamente a produtividade e, consequentemente, os resultados financeiros da companhia.
A São Martinho é uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil. Recentemente, a companhia reportou um crescimento de 65% no lucro do 4º trimestre da safra 2025/26, além de divulgar um guidance cauteloso, mas estratégico, para a safra 2026/27, focado em eficiência industrial.
10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,88 ↑ 2,13%
Descrição: VAMO3 fechou o pregão com alta de 2,13%, cotada a R$ 2,88 ante R$ 2,82 do fechamento anterior. A oscilação entre R$ 2,76 e R$ 2,93 demonstra uma busca por suporte acima dos patamares mais baixos do ano. O volume de 9.848.300 ações negociadas totalizou R$ 28,3 milhões, mantendo a liquidez em nível saudável. Analisando o período de 52 semanas, o ativo encontra-se longe da máxima de R$ 4,92, operando próximo à mínima de R$ 2,68. Para o investidor, esse movimento reflete um cenário de cautela, onde o mercado aguarda maior clareza sobre o ciclo de investimentos em frotas e a capacidade de alavancagem da companhia em um cenário de taxas de juros voláteis.
O Grupo Vamos é líder no segmento de locação de caminhões e máquinas pesadas. No primeiro trimestre de 2026, a empresa apresentou um resultado classificado como misto, impulsionado pelo bom desempenho na venda de ativos seminovos, mantendo uma estratégia de longo prazo que é acompanhada de perto por analistas de mercado.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BRKM5 | R$ 6.25 | -8.36 |
| 2 | SUZB3 | R$ 40.11 | -4.50 |
| 3 | AZZA3 | R$ 18.99 | -4.09 |
| 4 | USIM5 | R$ 8.27 | -2.71 |
| 5 | RAIZ4 | R$ 0.41 | -2.38 |
| 6 | CSNA3 | R$ 4.73 | -1.87 |
| 7 | PRIO3 | R$ 53.29 | -1.21 |
| 8 | PETR3 | R$ 42.25 | -1.17 |
| 9 | PETR4 | R$ 38.06 | -1.01 |
| 10 | CVCB3 | R$ 1.41 | -0.70 |
1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 6,25 ↓8,36%
Descrição: A ação BRKM5 encerrou o pregão cotada a R$ 6,25, apresentando uma desvalorização expressiva de 8,36% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 6,82. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,88 e a máxima de R$ 6,76, evidenciando uma alta volatilidade e pressão vendedora. O volume de ações transacionadas totalizou 19.150.700, refletindo um alto interesse do mercado na liquidez do ativo em um momento de estresse. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação demonstra uma trajetória de queda acentuada, atingindo uma mínima de R$ 5,88 e uma máxima de R$ 13,78. O volume financeiro negociado no período atingiu o montante de R$ 119.691.875,00, posicionando-a na liderança do ranking de volume deste recorte.
A Braskem é a maior petroquímica das Américas, com foco na produção de resinas termoplásticas e produtos químicos básicos, sendo fundamental para diversas cadeias produtivas industriais. Recentemente, a companhia tem enfrentado forte pressão de investidores após ingressar com um pedido de tutela de urgência cautelar contra credores, visando buscar uma reestruturação de sua dívida em meio a um cenário desafiador para a indústria petroquímica global.
2º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 40,11 ↓4,50%
Descrição: O ativo SUZB3 fechou o dia negociado a R$ 40,11, registrando uma variação negativa de 4,50% frente aos R$ 42,00 do fechamento anterior. A oscilação diária compreendeu uma mínima de R$ 39,75 e uma máxima de R$ 41,85, indicando que o papel se manteve próximo ao limite inferior do intervalo de negociação. Com um volume de 11.617.600 ações movimentadas, o mercado mostrou cautela. Considerando a janela de 52 semanas, a ação mantém-se entre R$ 39,75 (mínima) e R$ 59,64 (máxima), com um volume financeiro total de R$ 465.981.936,00. Estes indicadores sinalizam um desafio na manutenção dos níveis de suporte anteriores.
A Suzano é uma referência global na fabricação de celulose de eucalipto e produtos de papel, sendo uma das empresas mais competitivas do setor em escala mundial. Em um movimento recente de gestão de capital, a empresa aprovou um aumento de seu capital social, utilizando valores já registrados em reservas, sem a necessidade de emissão de novas ações ou diluição dos acionistas, conforme ata divulgada pelo conselho de administração no início de junho.
3º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 18,99 ↓4,09%
Descrição: O papel AZZA3 finalizou o pregão a R$ 18,99, apresentando uma queda de 4,09% comparado ao fechamento anterior de R$ 19,80. Ao longo da sessão, o ativo buscou a mínima de R$ 18,63 e alcançou a máxima de R$ 19,80. O volume negociado foi de 2.268.700 ações. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação registrou mínima em R$ 16,10 e máxima em R$ 39,71, com um volume financeiro acumulado de R$ 43.082.613,00. O desempenho atual reflete a incerteza dos investidores sobre as perspectivas operacionais de curto prazo da companhia.
A Azzas 2154 é um dos maiores grupos de moda da América Latina, resultante da união de marcas consolidadas no setor de varejo e vestuário. A empresa tem ocupado o radar do mercado financeiro devido a especulações sobre possíveis alternativas estratégicas para a marca Hering, o que tem gerado volatilidade no preço dos papéis nos últimos dias, embora a administração tenha negado planos de venda da referida marca.
4º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 8,27 ↓2,71%
Descrição: A ação USIM5 encerrou o dia em R$ 8,27, com uma variação negativa de 2,71% em relação ao fechamento prévio de R$ 8,50. A amplitude do dia variou entre a mínima de R$ 8,27 e a máxima de R$ 8,54. Foram transacionadas 12.091.000 ações. No espectro das últimas 52 semanas, a variação entre R$ 3,90 e R$ 12,18 demonstra uma volatilidade significativa, comum ao setor cíclico. O volume financeiro negociado totalizou R$ 99.992.570,00, refletindo a importância estratégica deste player no mercado siderúrgico nacional.
A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados do país, com destaque na produção de aços planos para os setores automotivo, construção civil e bens de capital. Recentemente, a companhia tem buscado reforçar sua tese de valor através da aprovação de nova diretoria estatutária, com o mercado monitorando de perto a eficácia da recuperação operacional após o lucro reportado no primeiro trimestre de 2026.
5º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,41 ↓2,38%
Descrição: O ativo RAIZ4 encerrou a sessão a R$ 0,41, apresentando desvalorização de 2,38% frente aos R$ 0,42 do fechamento anterior. O papel manteve uma estabilidade tensa, oscilando entre R$ 0,41 (mínima) e R$ 0,43 (máxima). O volume de negociação atingiu 10.570.500 ações. Observando o horizonte de 52 semanas, a ação apresenta uma queda acentuada, com mínima de R$ 0,33 e máxima de R$ 1,74. O volume financeiro consolidado foi de R$ 4.333.905,00, ilustrando o baixo valor de face alcançado pelo ativo no momento atual de crise estrutural.
A Raízen atua no setor de energia, com forte presença na produção de açúcar e etanol, além de redes de distribuição de combustíveis. A empresa atravessa um período delicado após a adesão de parte de seus credores a um plano de recuperação extrajudicial, que inclui a conversão de dívidas em ações a um valor muito reduzido, o que pressionou severamente a cotação do papel na bolsa.
6º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 4,73 ↓1,87%
Descrição: A CSNA3 finalizou o pregão a R$ 4,73, com recuo de 1,87% sobre o fechamento de R$ 4,82. Durante o dia, o ativo atingiu a mínima de R$ 4,73 e a máxima de R$ 4,87, mantendo-se pressionado. Com um volume de 13.148.200 ações negociadas, o investidor manteve cautela. No comparativo anual de 52 semanas, a mínima foi de R$ 4,73 e a máxima de R$ 11,32, resultando em um volume financeiro de R$ 62.190.986,00, evidenciando o desafio enfrentado pelo setor de siderurgia em um contexto de taxas de juros elevadas.
A CSN é uma gigante multissetorial que atua fortemente em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Em meio a pressões sobre sua dívida, a empresa tem iniciado um processo de venda de ativos de infraestrutura e participações em subsidiárias, como a CSN Cimentos, como estratégia para desalavancar seu balanço patrimonial e otimizar sua estrutura de capital.
7º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 53,29 ↓1,21%
Descrição: O papel PRIO3 encerrou o dia a R$ 53,29, com uma variação negativa de 1,21% em relação aos R$ 53,94 do fechamento anterior. A oscilação intradia foi de R$ 52,81 (mínima) a R$ 53,62 (máxima). Foram transacionadas 5.865.500 ações. O comportamento de 52 semanas aponta para uma amplitude entre R$ 34,18 e R$ 72,98, com volume financeiro total de R$ 312.572.495,00. A empresa, historicamente focada em crescimento orgânico e eficiência, sente os efeitos do cenário global de precificação das commodities petrolíferas.
A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás do Brasil. O setor de petróleo tem enfrentado maior volatilidade recente devido a negociações geopolíticas que afetam o preço do barril, o que tem pressionado as ações da companhia, que liderou quedas no setor energético em pregões recentes acompanhando o recuo da commodity no exterior.
8º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 42,25 ↓1,17%
Descrição: A ação PETR3 fechou o pregão em R$ 42,25, recuando 1,17% frente aos R$ 42,75 do fechamento prévio. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 42,03 e a máxima de R$ 42,62, com volume total de 8.623.700 ações. No histórico de 52 semanas, a mínima foi de R$ 29,27 e a máxima de R$ 54,64, com volume financeiro de R$ 364.351.325,00. A performance reflete a alta correlação do ativo com o cenário macroeconômico e a cotação do petróleo bruto, além da constante atenção dos investidores com as diretrizes da companhia.
A Petrobras é uma empresa de economia mista, líder na exploração, produção e refino de petróleo e gás natural no Brasil. Recentemente, a empresa tem estado sob o foco do mercado devido a estudos voltados para a expansão da capacidade de suas fábricas de fertilizantes, decisão que reflete a busca por diversificação estratégica enquanto lida com a volatilidade dos preços internacionais do petróleo.
9º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 38,06 ↓1,01%
Descrição: O ativo PETR4 fechou o dia a R$ 38,06, com uma variação negativa de 1,01% em relação ao fechamento de R$ 38,45. O papel atingiu a mínima de R$ 37,93 e a máxima de R$ 38,25. Com um volume expressivo de 23.287.800 ações negociadas, este ativo se destaca pela alta liquidez. Nas últimas 52 semanas, o papel variou entre R$ 27,36 e R$ 49,18, acumulando um volume financeiro expressivo de R$ 886.333.668,00, o que reforça sua posição como um dos ativos mais operados da B3.
A Petrobras, através de suas ações preferenciais (PETR4), continua a ser o principal veículo de exposição do investidor ao risco-país e ao setor de petróleo no Brasil. A empresa, que recentemente registrou pressões no Ibovespa devido ao movimento de queda das commodities, continua estudando otimizações operacionais, buscando manter a rentabilidade em um cenário de preços desafiador.
10º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,41 ↓0,70%
Descrição: A ação CVCB3 encerrou o dia em R$ 1,41, apresentando uma variação levemente negativa de 0,70% comparado aos R$ 1,42 do fechamento anterior. A oscilação intradia compreendeu a mínima de R$ 1,40 e a máxima de R$ 1,44. O volume transacionado foi de 3.988.000 ações. No período de 52 semanas, o ativo demonstra um patamar baixo, com mínima de R$ 1,20 e máxima de R$ 2,79, totalizando R$ 5.623.080,00 em volume financeiro negociado. O mercado segue monitorando a capacidade da empresa em recuperar margens operacionais.
A CVC Brasil é uma das maiores operadoras de turismo do país, com uma vasta rede de franquias e presença consolidada no mercado de viagens. A companhia tem trabalhado em uma reestruturação financeira para reduzir prejuízos e melhorar seu Ebitda, buscando superar os impactos macroeconômicos e geopolíticos que têm afetado severamente o setor de turismo global nos últimos trimestres.