Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | HSLG11 | R$ 92.5 | 0.066282 |
| 2 | KNHY11 | R$ 101.14 | 0.020276 |
| 3 | GZIT11 | R$ 42.5 | 0.017964 |
| 4 | VIUR11 | R$ 2.29 | 0.017778 |
| 5 | KORE11 | R$ 65.15 | 0.014008 |
| 6 | RBRX11 | R$ 8.11 | 0.011222 |
| 7 | XPIN11 | R$ 62.04 | 0.008289 |
| 8 | BTRA11 | R$ 65 | 0.008221 |
| 9 | BCIA11 | R$ 87.69 | 0.00585 |
| 10 | DEVA11 | R$ 17.91 | 0.005615 |
1º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 92,50 ↑6,63%
Descrição: O HSLG11 apresentou um desempenho notável no pregão, destacando-se como o ativo com a maior valorização percentual entre os analisados, atingindo uma alta de 6,63%. Com um preço atual de R$ 92,50, o fundo demonstrou força compradora ao longo do dia, operando bem acima do seu fechamento anterior de R$ 86,75. O volume de ações negociadas foi de 137.290, refletindo uma liquidez significativa e interesse constante dos investidores. Ao observarmos a amplitude do dia, o ativo oscilou entre uma mínima de R$ 86,75 e uma máxima de R$ 93,16, evidenciando uma recuperação robusta. Em uma perspectiva de longo prazo, o fundo se posiciona bem, considerando que sua variação em 52 semanas flutuou entre R$ 70,93 e R$ 93,84. O volume financeiro negociado totalizou R$ 12.699.325,00, consolidando sua posição de destaque no ranking atual de performance desta análise detalhada.
O HSI Logística é um fundo imobiliário voltado para o setor de galpões logísticos, buscando rentabilidade através da locação desses ativos estratégicos. Recentemente, o fundo tem focado na otimização de seu portfólio para reduzir a vacância e aumentar a receita operacional.
2º – KINEA HIGH YIELD CRI FDO INV IMOB FII ETF (KNHY11) | R$ 101,14 ↑2,03%
Descrição: O KNHY11 encerrou o período com uma performance positiva de 2,03%, cotado a R$ 101,14, superando o fechamento anterior de R$ 99,13. O ativo demonstrou um comportamento técnico consistente, registrando um volume expressivo de 232.402 ações negociadas, o que indica uma alta atratividade para o investidor de perfil mais conservador ou de renda. Durante o pregão, o fundo manteve uma postura estável com mínima de R$ 99,32 e máxima de R$ 102,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 88,10 e R$ 102,00, atingindo patamares de valorização relevantes. O volume financeiro movimentado foi robusto, atingindo R$ 23.505.138,28, o que o coloca em uma posição de destaque no ranking. Este desempenho reforça a resiliência do fundo diante das oscilações do mercado, apresentando um ganho nominal de R$ 2,01 por cota, atraindo fluxo comprador e mantendo a confiança dos cotistas no cenário atual de investimentos imobiliários.
Este é um fundo de papel que investe predominantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) com estratégia de high yield. O Kinea, gestora do fundo, é reconhecida por sua expertise em crédito estruturado. O mercado acompanha de perto a atualização dos indexadores de inflação nos contratos dos CRIs da carteira.
3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 42,50 ↑1,80%
Descrição: O GZIT11 registrou uma valorização de 1,80%, cotado a R$ 42,50. Diferente de outros ativos, este fundo manteve uma estabilidade notável durante o dia, sem oscilações entre a mínima e a máxima, ambas fixadas em R$ 42,50, o que pode indicar um comportamento de baixa volatilidade ou falta de pressão vendedora em determinado patamar. Com um fechamento anterior de R$ 41,75, houve um acréscimo nominal de R$ 0,75. O volume de ações transacionadas foi de 7.101, resultando em um volume financeiro de R$ 301.792,50. Embora os dados de 52 semanas não estejam disponíveis para uma comparação histórica ampla, o desempenho no curto prazo mostra um movimento de valorização estável. A postura do mercado em relação a este fundo parece ser de manutenção, visto que o preço atual reflete uma demanda constante dentro do range de negociação observado nesta sessão, sem grandes sobressaltos ou pressões especulativas de mercado.
O GZIT11 é um fundo focado em ativos do setor de shoppings centers, buscando capturar valorização imobiliária e renda de aluguéis. A Gazit, gestora do fundo, tem investido na modernização de seus ativos. Não há novas notícias específicas sobre movimentações relevantes da carteira neste momento.
4º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,29 ↑1,78%
Descrição: O VIUR11 encerrou o dia em território positivo, com uma alta de 1,78%, atingindo o valor de R$ 2,29 por cota. O fechamento anterior foi registrado em R$ 2,25, demonstrando uma valorização nominal de R$ 0,04. Ao longo da sessão, o fundo apresentou um comportamento de negociação limitado, oscilando entre uma mínima de R$ 2,25 e uma máxima de R$ 2,29, com 44.661 ações negociadas e um volume financeiro total de R$ 102.273,69. Analisando o horizonte de 52 semanas, o fundo apresentou uma variação entre R$ 1,91 e R$ 5,91, indicando uma amplitude histórica considerável. O desempenho de hoje, embora positivo, reflete um momento de cautela ou ajuste de posições pelos investidores. O volume negociado sugere uma liquidez moderada, sendo um ativo que exige atenção quanto à sua volatilidade histórica, dado o histórico de preços que sugere um passado de maior dinamismo, estando agora em uma fase de buscar novos patamares após correções anteriores.
O VIUR11 investe majoritariamente em imóveis de uso comercial e corporativo em centros urbanos. A estratégia da Vinci Real Estate foca em ativos com potencial de renda e valorização a longo prazo. Recentes relatórios indicam foco da gestão na renovação de contratos de locação para manter a ocupação elevada.
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 65,15 ↑1,40%
Descrição: O KORE11 fechou o pregão com alta de 1,40%, cotado a R$ 65,15, frente a um fechamento anterior de R$ 64,25, representando um ganho nominal de R$ 0,90. O ativo apresentou oscilação durante o dia, com mínima de R$ 63,21 e máxima de R$ 65,18, evidenciando uma pressão compradora que empurrou o preço próximo à máxima da sessão. Com 49.329 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 3.213.784,35, demonstrando liquidez saudável. Em uma análise técnica de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 58,23 e R$ 75,23, o que posiciona o preço atual em um nível intermediário interessante. Este comportamento reflete a confiança dos investidores na estratégia de gestão da Kinea, que busca oportunidades no setor imobiliário, balanceando riscos e retornos em um cenário macroeconômico de incertezas. A estabilidade demonstrada nas faixas de preço sugere uma consolidação importante para os próximos períodos de negociação.
Este fundo busca retornos através da aquisição de ativos imobiliários com potencial de valorização. A Kinea possui uma política de investimento ativa e diversificada. Recentemente, a gestora tem buscado desinvestir de ativos maduros para alocar capital em novas oportunidades.
6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,11 ↑1,12%
Descrição: O RBRX11 registrou uma valorização de 1,12% no encerramento da sessão, alcançando R$ 8,11, após um fechamento anterior de R$ 8,02. O acréscimo nominal foi de R$ 0,09. O volume de negociações foi bastante representativo, totalizando 221.899 ações, o que demonstra uma liquidez elevada para o patamar de preço em que o ativo se encontra. A variação diária ficou restrita entre R$ 8,09 e R$ 8,11, indicando pouca volatilidade intradiária e uma certa consolidação de preço. O volume financeiro negociado foi de R$ 1.799.600,89. Embora não haja dados disponíveis para o histórico de 52 semanas, o volume de transações e a performance positiva sugerem que o ativo está sendo bem recebido pelos investidores no curto prazo. O comportamento do ativo reflete um otimismo contido, mantendo-se em uma faixa de preço estável que atrai tanto investidores de curto quanto de médio prazo, focados na dinâmica de oferta e demanda.
O RBRX11 é um fundo de estratégia multifacetada, operando em diversas frentes do setor imobiliário. A gestão da RBR é conhecida por um perfil técnico que busca otimizar o retorno ajustado ao risco. Não há eventos materiais recentes de grande relevância publicados sobre o fundo.
7º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 62,04 ↑0,83%
Descrição: O XPIN11 apresentou um fechamento positivo de 0,83%, cotado a R$ 62,04. Considerando o fechamento anterior de R$ 61,53, o ganho nominal foi de R$ 0,51. Durante o pregão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 60,05 e a máxima de R$ 63,00, demonstrando uma amplitude que reflete a volatilidade do mercado industrial. O volume de ações negociadas foi de 42.569, consolidando um volume financeiro de R$ 2.640.980,76. Ao observarmos o cenário de 52 semanas, o fundo variou entre R$ 59,93 e R$ 78,28, mostrando que o valor atual encontra-se próximo aos níveis de suporte histórico. O comportamento do fundo indica um esforço de recuperação em um cenário desafiador para o segmento de galpões e ativos industriais, buscando manter sua atratividade perante os investidores que buscam diversificação em ativos físicos com potencial de geração de receita constante a longo prazo.
O XPIN11 é focado em imóveis industriais e logísticos de alta qualidade, buscando renda via aluguel. A XP Asset, gestora, tem mantido uma política de gestão focada na ocupação dos imóveis. Recentemente, houve notícias sobre a renovação de contratos de locação importantes que garantem previsibilidade de receita.
8º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 65,00 ↑0,82%
Descrição: O BTRA11 encerrou o pregão com uma alta de 0,82%, cotado a R$ 65,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 64,47, o ativo obteve um ganho de R$ 0,53. O volume de negociações foi significativamente baixo, com apenas 685 ações transacionadas, resultando em um volume financeiro total de R$ 44.525,00. A oscilação diária ocorreu entre R$ 64,40 e R$ 65,59. Em uma análise de 52 semanas, o fundo apresentou uma variação ampla, indo de R$ 44,00 a R$ 69,17. Esse comportamento de baixa liquidez e variação expressiva ao longo do ano exige cautela do investidor. O desempenho atual reflete um mercado menos dinâmico para este ativo específico, embora a valorização de hoje indique uma tendência de alta no curto prazo dentro da faixa de negociação observada. A atenção deve se voltar para a capacidade do fundo em manter a performance perante um volume de negociação tão reduzido no mercado.
O BTRA11 é um fundo imobiliário especializado no setor de terras agrícolas, buscando ganhos com a valorização de terras e arrendamentos. A gestão pelo BTG Pactual confere robustez institucional. Não há notícias recentes que impactem materialmente o valor das cotas neste momento.
9º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 87,69 ↑0,59%
Descrição: O BCIA11 registrou uma leve alta de 0,59%, cotado a R$ 87,69, superando o fechamento anterior de R$ 87,18, o que gerou um ganho nominal de R$ 0,51 por cota. O volume de transações foi de 3.694 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 323.926,86. A mínima do dia foi de R$ 86,71 e a máxima atingiu R$ 87,70, indicando um dia de negociação com pouca volatilidade. No histórico de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 72,31 e R$ 94,39, o que posiciona o valor atual em um patamar de estabilidade relativa, próximo ao meio do range anual. O desempenho do ativo, apesar de tímido, demonstra resiliência e continuidade na tendência positiva observada na última sessão. Para o investidor, o BCIA11 se mantém como uma opção de carteira ativa que busca mitigar riscos através de uma gestão consolidada, mesmo operando com volumes negociados que não indicam euforia excessiva ou pressão vendedora acentuada.
Este é um fundo de fundos (FOF) que investe em cotas de outros FIIs. A gestão do Bradesco busca diversificação setorial. Recentemente, a gestão tem realizado ajustes na alocação da carteira para aproveitar oportunidades de dividendos em outros fundos, conforme informações de relatórios gerenciais recentes.
10º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 17,91 ↑0,56%
Descrição: O DEVA11 encerrou o dia com uma valorização de 0,56%, atingindo R$ 17,91, ante um fechamento anterior de R$ 17,81. O ganho nominal foi de R$ 0,10. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 17,76 e a máxima de R$ 18,00, com 17.678 ações negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 316.612,98. Em uma análise de 52 semanas, o fundo apresentou uma variação entre R$ 15,59 e R$ 28,78, revelando que o preço atual está mais próximo da mínima do ano do que da máxima, o que pode sugerir uma fase de recuperação ou estabilização. O volume de negociações e a performance positiva de hoje, embora contida, indicam um fluxo comprador constante, porém cauteloso. O investidor deve considerar que, dado o histórico de 52 semanas, o fundo atravessou momentos de maior volatilidade, buscando agora um novo equilíbrio de mercado que justifique uma valorização mais consistente.
O DEVA11 é um fundo de papel focado em receber rendimentos provenientes de CRIs. A gestão da Devant tem buscado qualidade na seleção de créditos para compor sua carteira. Não há registro de notícias de alto impacto sobre o fundo na última semana.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 20.7 | -0.050459 |
| 2 | PCIP11 | R$ 75.77 | -0.0404 |
| 3 | MCRE11 | R$ 8.96 | -0.025027 |
| 4 | HGRE11 | R$ 122.4 | -0.022286 |
| 5 | RBRL11 | R$ 71.7 | -0.020224 |
| 6 | HCTR11 | R$ 16.29 | -0.019266 |
| 7 | BRCO11 | R$ 113.24 | -0.015304 |
| 8 | PMLL11 | R$ 100.91 | -0.015032 |
| 9 | XPLG11 | R$ 90.18 | -0.014965 |
| 10 | RBRP11 | R$ 47.38 | -0.014764 |
1º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 20,70 ↓5,05%
Descrição: O ativo CACR11 encerrou o dia cotado a R$ 20,70, apresentando uma variação negativa expressiva de 5,05%, o que equivale a uma redução de R$ 1,10 em relação ao fechamento anterior de R$ 21,80. Durante a sessão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 20,64 e a máxima de R$ 21,76. O volume de negociação registrado foi de 33.384 cotas, movimentando um montante total de R$ 691.048,80. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observamos que o fundo possui uma oscilação considerável, com mínima de R$ 20,31 e máxima de R$ 86,59, indicando uma volatilidade estrutural acentuada ao longo do último ano. O investidor deve monitorar de perto a manutenção desta tendência, dado que a desvalorização diária foi a mais acentuada do grupo analisado, refletindo um possível ajuste ou pressão vendedora específica sobre os ativos de recebíveis do fundo neste contexto de mercado atual.
O Supernova FII é um fundo de investimento imobiliário focado principalmente em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Recentemente, o mercado tem acompanhado discussões sobre a gestão de risco da carteira de crédito frente à taxa de juros vigente.
2º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 75,77 ↓4,04%
Descrição: O fundo PCIP11 fechou o pregão com uma queda de 4,04%, atingindo o valor de R$ 75,77, após iniciar o dia com base no fechamento anterior de R$ 78,96. Esta variação representa uma perda de R$ 3,19 na cota. O volume de transações foi bastante relevante, atingindo 302.356 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 22.909.514,12, o maior volume financeiro dentre os ativos listados nesta análise. A amplitude intradiária variou entre a mínima de R$ 73,89 e a máxima de R$ 78,90. Considerando a janela de 52 semanas, o fundo apresentou uma variação entre R$ 71,43 e R$ 85,42. O elevado volume negociado sugere uma intensa troca de mãos entre investidores, possivelmente reagindo a indicadores macroeconômicos que impactam diretamente a precificação de ETFs de CRIs. A queda acentuada coloca o fundo próximo ao seu limite inferior anual, exigindo cautela quanto a novos aportes.
O VBI CRI ETF é um fundo que busca replicar o desempenho de índices compostos por CRIs, oferecendo exposição a uma carteira diversificada de recebíveis. Notícias recentes destacam o papel dos ETFs imobiliários como ferramentas de liquidez e diversificação para investidores institucionais.
3º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 8,96 ↓2,50%
Descrição: Com o fechamento em R$ 8,96, o MCRE11 registrou uma variação negativa de 2,50%, perdendo R$ 0,23 em relação aos R$ 9,19 do pregão anterior. A oscilação diária foi contida, operando entre a mínima de R$ 8,96 e a máxima de R$ 9,15. O volume de negociação atingiu 421.869 cotas, movimentando R$ 3.779.946,24. Historicamente, nas últimas 52 semanas, o ativo variou entre R$ 7,34 e R$ 9,57, o que demonstra que o valor atual está posicionado na metade superior deste intervalo, mas sob pressão vendedora. A leitura técnica sugere que o ativo busca suporte na casa dos R$ 8,96. O volume expressivo de cotas negociadas indica um mercado ativo, mas que optou majoritariamente pela realização de lucros ou saída, alinhando-se ao comportamento negativo observado nos demais fundos de papel do setor imobiliário analisados neste relatório.
O FII da Mauá Capital tem como estratégia buscar ativos de crédito “High Yield”, visando retornos superiores através de riscos de crédito mais elevados. O fundo frequentemente ajusta seu portfólio em resposta às mudanças na curva de juros futura.
4º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 122,40 ↓2,23%
Descrição: O HGRE11 encerrou a sessão de hoje cotado a R$ 122,40, sofrendo uma desvalorização de 2,23%, uma queda de R$ 2,79 em relação ao preço de R$ 125,19 do fechamento anterior. A oscilação durante o dia foi entre R$ 122,00 (mínima) e R$ 125,51 (máxima). O volume de negociação foi de 24.210 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 2.963.304,00. Analisando o período de 52 semanas, o fundo possui uma faixa de oscilação entre R$ 97,89 e R$ 129,61. O valor atual permanece distante da máxima do período, o que pode representar uma oportunidade para investidores de longo prazo, caso os fundamentos dos imóveis comerciais do fundo se mantenham sólidos. Contudo, a pressão vendedora atual indica um sentimento de curto prazo desfavorável, alinhado à tendência de correção observada em diversos fundos imobiliários de tijolo neste dia.
O HGRE11 é um dos fundos de tijolo mais tradicionais do mercado, focado em imóveis comerciais corporativos de alta qualidade (lajes corporativas). Recentemente, o mercado monitora a taxa de vacância dos imóveis do fundo frente à retomada do trabalho presencial.
5º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 71,70 ↓2,02%
Descrição: O fundo RBRL11 fechou o pregão cotado a R$ 71,70, apresentando uma queda de 2,02%, o que representa uma redução de R$ 1,48 sobre o valor do fechamento anterior de R$ 73,18. Ao longo da sessão, o ativo atingiu a máxima de R$ 73,18 e manteve o valor de fechamento como mínima do dia. O volume de negociação foi de 6.938 cotas, movimentando R$ 497.454,60. No histórico anual de 52 semanas, o ativo flutuou entre R$ 70,51 e R$ 90,61, aproximando-se perigosamente de seu patamar mínimo anual. Este movimento de baixa reflete uma cautela renovada no setor de galpões logísticos, possivelmente ligada a incertezas sobre a demanda futura por espaços de armazenamento ou ajustes de preços no setor. Investidores devem estar atentos aos próximos relatórios gerenciais para avaliar o impacto dessas variações.
O RBRL11 é um fundo focado em galpões logísticos, buscando rentabilidade através de aluguéis de imóveis destinados à logística. Notícias recentes mencionam a expansão do setor logístico impulsionada pelo crescimento do e-commerce no Brasil.
6º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 16,29 ↓1,93%
Descrição: O HCTR11 encerrou o dia negociado a R$ 16,29, registrando um recuo de 1,93%, ou R$ 0,32, frente ao fechamento anterior de R$ 16,61. Durante o pregão, o ativo operou dentro de um intervalo de R$ 16,16 a R$ 16,90. O volume de negociação foi de 45.339 cotas, totalizando um montante financeiro de R$ 738.572,31. No comparativo anual de 52 semanas, a variação do fundo oscilou entre a mínima de R$ 14,75 e a máxima de R$ 21,40. O preço atual situa-se em um nível intermediário, porém com tendência de curto prazo negativa. Este fundo, conhecido por sua estratégia de crédito, tem sido objeto de análise constante pelo mercado devido às oscilações nos prêmios de risco dos CRIs que compõem sua carteira, refletindo a volatilidade do ambiente de crédito imobiliário atual.
O HCTR11 é um fundo de papel com uma estratégia focada em CRIs de diversas características, incluindo ativos de maior risco. O fundo tem passado por reestruturações em sua carteira para adequar-se ao cenário econômico atual.
7º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 113,24 ↓1,53%
Descrição: O BRCO11 fechou o dia a R$ 113,24, apresentando uma queda de 1,53%, que representa uma redução de R$ 1,76 em relação ao fechamento anterior de R$ 115,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 112,76 e a máxima de R$ 114,75. O volume total de negociação atingiu 142.997 cotas, perfazendo um montante financeiro expressivo de R$ 16.192.980,28. Em termos de histórico de 52 semanas, o fundo variou entre R$ 97,10 e R$ 119,48. Apesar da queda diária, o ativo mantém-se em um patamar relativamente alto dentro do seu histórico recente, o que sugere uma resiliência maior comparada a outros ativos do setor, apesar da pressão vendedora observada na sessão. O alto volume negociado demonstra que o papel mantém liquidez significativa, sendo monitorado de perto pelo mercado.
O BRCO11 é um fundo de tijolo focado em galpões logísticos, com ativos de alta qualidade e inquilinos de primeira linha. Notícias recentes destacam a solidez das locações no portfólio do fundo.
8º – MALLS BRASIL PLURAL FDO INV IMOB CF (PMLL11) | R$ 100,91 ↓1,50%
Descrição: O ativo PMLL11 encerrou a sessão a R$ 100,91, com variação negativa de 1,50%, correspondendo a uma queda de R$ 1,54 em relação aos R$ 102,45 do fechamento anterior. O papel operou na mínima do dia de R$ 100,91 e atingiu a máxima de R$ 102,44. O volume negociado foi de 47.863 cotas, somando R$ 4.829.855,33. No horizonte de 52 semanas, o fundo apresentou oscilações entre R$ 84,47 e R$ 109,46. O preço atual reflete uma correção, mas ainda se mantém em um patamar robusto em comparação com a mínima anual. O setor de shoppings tem enfrentado desafios com a taxa de juros, o que impacta diretamente a performance dos fundos de shopping, que dependem tanto do consumo quanto do custo de capital para expansão e manutenção dos ativos.
O PMLL11 é um fundo voltado para a aquisição e gestão de participações em shopping centers. Recentemente, notícias apontam para a recuperação do fluxo de visitantes nos shoppings, embora o custo de ocupação continue sob observação.
9º – XP LOG FDO INV IMOB CF (XPLG11) | R$ 90,18 ↓1,50%
Descrição: O fundo XPLG11 fechou o pregão cotado a R$ 90,18, registrando uma queda de 1,50%, o que representa uma perda de R$ 1,37 ante o fechamento anterior de R$ 91,55. A oscilação intradiária ocorreu entre a mínima de R$ 90,18 e a máxima de R$ 91,95. Foram negociadas 85.698 cotas, alcançando um volume financeiro de R$ 7.728.245,64. Analisando as últimas 52 semanas, o fundo teve variação entre R$ 86,90 e R$ 100,83. O valor de fechamento encontra-se próximo ao limite inferior do intervalo anual, indicando um período de pressão vendedora sobre o ativo. Este comportamento pode estar atrelado a ajustes setoriais nos fundos de logística, onde o investidor busca maior segurança ou alocação em ativos com prêmios de risco mais atrativos dado o cenário macroeconômico.
O XPLG11 é um fundo de tijolo focado no segmento de galpões logísticos. Notícias de mercado indicam o foco da gestão em manter altos índices de ocupação em seus imóveis.
10º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 47,38 ↓1,48%
Descrição: Finalizando a lista, o RBRP11 fechou o dia em R$ 47,38, uma desvalorização de 1,48%, que equivale a R$ 0,71 de queda em relação ao fechamento anterior de R$ 48,09. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 46,00 e a máxima de R$ 48,09. O volume total de negociação foi de 47.718 cotas, totalizando R$ 2.260.878,84. No período de 52 semanas, o fundo apresentou variação entre R$ 44,66 e R$ 54,00. O preço atual está próximo da base de suporte do ano, o que sugere um momento de definição para o ativo, que tem enfrentado dificuldades para sustentar patamares de preços mais elevados frente à conjuntura econômica atual, marcada pela persistência de taxas de juros que encarecem o custo de capital e afetam a valorização dos ativos imobiliários comerciais.
O RBRP11 é um fundo com foco em imóveis comerciais, especialmente lajes corporativas. O mercado tem acompanhado os esforços da gestão para reduzir a vacância de alguns imóveis do portfólio através de novas locações.