As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VAMO3 | R$ 3,33 | 5,05 |
| 2 | HAPV3 | R$ 10,60 | 4,02 |
| 3 | RAIZ4 | R$ 0,27 | 3,85 |
| 4 | FLRY3 | R$ 17,06 | 3,21 |
| 5 | SUZB3 | R$ 43,10 | 2,94 |
| 6 | YDUQ3 | R$ 8,16 | 2,77 |
| 7 | CMIN3 | R$ 5,96 | 2,76 |
| 8 | VIVA3 | R$ 22,61 | 2,73 |
| 9 | CPFE3 | R$ 45,96 | 2,70 |
| 10 | GGBR4 | R$ 25,14 | 2,70 |
1º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,33 ↑5,05%
Descrição: O ativo VAMO3 liderou os ganhos da sessão cotado a R$ 3,33, o que representa uma expressiva alta de 5,05% em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 3,17. No pregão de hoje, os papéis oscilaram entre a mínima diária de R$ 3,19 e a máxima de R$ 3,37. O volume financeiro movimentado na jornada somou R$ 47.461.158,00, sustentado pela negociação expressiva de 14.252.600 ações no mercado securitário. Quando observamos a perspectiva anual do papel, a companhia acumula uma flutuação considerável nos últimos 12 meses: o menor patamar registrado em 52 semanas foi de R$ 2,68, ao passo que a pontuação máxima atingiu R$ 4,92. O volume negociado no dia reflete um forte apetite comprador de curto prazo, impulsionando a cotação a fechar perto do limite superior da amplitude diária observada durante os negócios.
A Vamos é a empresa líder no mercado brasileiro no segmento de locação de caminhões, máquinas e equipamentos de grande porte, além de atuar no comércio de concessionárias de veículos pesados. Em notícias recentes, casas de análise como a XP Investimentos atualizaram a cobertura sobre a empresa, destacando que, apesar das pressões operacionais de curto prazo decorrentes de devoluções de ativos, a tese de investimento permanece compradora para o longo prazo fundamentada na baixa penetração do setor no país.
2º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 10,60 ↑4,02%
Descrição: As ações da Hapvida (HAPV3) encerraram a sessão cotadas em R$ 10,60, registrando uma valorização diária de 4,02% — um acréscimo nominal de R$ 0,41 perante o fechamento anterior de R$ 10,19. Ao longo das negociações, o papel variou na faixa entre R$ 10,33 e R$ 10,72. O volume de negócios totalizou a montanha de R$ 44.685.360,00, decorrente da troca de lote de 4.215.600 papéis entre compradores e vendedores no dia. No indicador acumulado de 52 semanas, a faixa de valor da companhia demonstra ampla amplitude, situando-se entre o piso de R$ 7,00 e o pico de R$ 42,66. O movimento de hoje reforça a tentativa de recuperação pontual do papel frente à máxima do ano, com fechamento bem próximo da faixa superior do dia.
A Hapvida é um dos maiores grupos de saúde suplementar e operadoras de planos de saúde do Brasil, detentora de uma vasta rede própria composta por hospitais, prontos-socorros e clínicas médicas. Recentemente, a empresa anunciou parcerias estratégicas na área de tecnologia em saúde, além de movimentações corporativas focadas na gestão de eficiência operacional e controle do índice de sinistralidade de sua base de beneficiários.
3º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,27 ↑3,85%
Descrição: Os papéis preferenciais da Raízen (RAIZ4) fecharam o dia negociados a R$ 0,27, registrando alta percentual de 3,85%, o que equivale a um ganho absoluto de R$ 0,01 comparado ao fechamento prévio de R$ 0,26. A variação intradiária ficou compreendida entre a mínima de R$ 0,25 e a máxima de R$ 0,28. Em termos de liquidez de papéis, a ação apresentou intensa movimentação de unidades, com 13.673.800 títulos trocando de mãos, que geraram um montante negociado global de R$ 3.691.926,00. Analisando as métricas do ativo no histórico de 52 semanas, nota-se que a menor cotação observada no período foi de R$ 0,25 — atingida muito próximo do momento atual —, e o valor máximo alcançado foi de R$ 1,49. A movimentação acentuada reflete a busca por liquidez em ações de menor valor nominal.
A Raízen é uma das maiores empresas de energia do país, resultado de uma joint venture com foco na produção de açúcar, etanol, bioenergia e na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Nas últimas semanas, a B3 concedeu prazo estendido para que a companhia apresente um plano de reenquadramento de suas ações acima de R$ 1,00, evitando a manutenção estendida do papel no patamar conhecido como penny stock.
4º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 17,06 ↑3,21%
Descrição: O papel FLRY3 encerrou a sessão no patamar de R$ 17,06, marcando uma expansão de 3,21% no dia e um ganho de R$ 0,53 em relação ao valor de fechamento prévio registrado em R$ 16,53. A cotação transitou na faixa entre R$ 16,73 na mínima e R$ 17,08 na máxima da jornada. A movimentação financeira total envolveu a quantia expressiva de R$ 36.139.904,00, impulsionada pela negociação de 2.118.400 ações. Na análise retroativa dos últimos 12 meses (52 semanas), a mínima registrada pelas ações da Fleury foi de R$ 13,06, enquanto a cotação de topo bateu R$ 18,10. O desempenho atual aproxima o papel do limite superior desse teto anual de negociação, com encerramento praticamente no pico do dia.
O Grupo Fleury é uma referência nacional no segmento de medicina diagnóstica, exames laboratoriais e serviços clínicos de alta complexidade. Entre os acontecimentos recentes, a companhia chamou a atenção do mercado ao concluir a aquisição de novas redes de diagnóstico, além de celebrar seu centenário e reforçar investimentos no mercado focado em longevidade e medicina preventiva.
5º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 43,10 ↑2,94%
Descrição: A ação da Suzano (SUZB3) fechou cotada no valor de R$ 43,10, acumulando uma valorização diária de 2,94% em comparação ao encerramento anterior ajustado em R$ 41,87, registrando elevação de R$ 1,23 por papel. No decorrer das negociações de hoje, o ativo oscilou da mínima de R$ 42,30 até a máxima de R$ 43,51. O volume total transacionado na Bolsa atingiu a marca de R$ 288.869.130,00, impulsionado pela movimentação expressiva de 6.702.300 papéis. Observando o gráfico de 52 semanas, a menor cotação registrada no período de um ano foi de R$ 39,17 e o ponto mais alto bateu a marca de R$ 59,64. A liquidez de alta densidade no dia demonstra o forte apelo do ativo perante o investidor institucional e estrangeiro na bolsa brasileira.
A Suzano é a maior produtora global de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina, atuando fortemente na exportação de commodities. Recentemente, analistas de mercado têm acompanhado de perto as estratégias de alocação de capital e gestão de dívida da produtora em face das variações globais nos preços da celulose e da taxa de câmbio.
6º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,16 ↑2,77%
Descrição: O papel YDUQ3 registrou encerramento no valor de R$ 8,16, pontuando valorização de 2,77% no dia, correspondente a uma alta nominal de R$ 0,22 ante ao valor de fechamento anterior fixado em R$ 7,94. A oscilação durante o pregão registrou a cotação mínima em R$ 7,97 e alcançou a máxima em R$ 8,30. Em termos de volume de títulos transacionados, registraram-se 3.498.100 papéis, traduzindo-se em um volume financeiro negociado de R$ 28.544.496,00 no dia. Ao estender o horizonte para o intervalo de 52 semanas, a mínima anotada para a empresa foi de R$ 7,41, enquanto a cotação teto chegou a R$ 15,29. O comportamento das ações reflete uma oscilação favorável com os papéis mantendo patamar acima de seus vales do último ano.
A YDUQS é uma das maiores holdings do setor de ensino educacional superior no Brasil, proprietária de instituições renomadas como Estácio e IBMEC, operando na modalidade presencial e EAD. Em notícias recentes, o setor educacional tem sido acompanhado de perto por investidores devido ao apetite regulatório para cursos à distância e foco na captação de novos alunos para graduação e medicina.
7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,96 ↑2,76%
Descrição: As ações de CMIN3 finalizaram o pregão cotadas em R$ 5,96, alcançando avanço de 2,76%, o que representa alta de R$ 0,16 sobre o fechamento prévio de R$ 5,80. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima diária de R$ 5,84 e a máxima de R$ 5,98. A negociação movimentou R$ 46.917.716,00 em valor financeiro total, com a troca no livro de ofertas de 7.872.100 ações de emissão da companhia. No tocante aos limites das últimas 52 semanas de negociação, a cotação mínima histórica no período situou-se em R$ 4,08, enquanto a cotação máxima do ciclo anual atingiu o valor de R$ 6,37. A proximidade do preço atual com o topo de 52 semanas atesta a sustentação da tese no curto prazo.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, atuando na extração, beneficiamento e logística do minério com complexos integrados de transporte portuário e ferroviário. O mercado financeiro acompanha frequentemente a performance da empresa devido ao forte pagamento de dividendos e suas atualizações de metas de produção em meio à volatilidade internacional do preço do minério.
8º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 22,61 ↑2,73%
Descrição: Os papéis da Vivara (VIVA3) fecharam o dia no valor de R$ 22,61, registrando uma variação positiva de 2,73% na sessão, o que representa um ganho de R$ 0,60 sobre o preço do fechamento anterior registrado a R$ 22,01. Durante o horário regular de funcionamento do mercado, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 22,29 e a máxima de R$ 22,80. A quantidade de ações negociadas ficou em 2.268.700 unidades, movimentando um volume financeiro total de R$ 51.295.307,00. Dentro da janela comparativa das 52 semanas anteriores, a mínima atingida foi de R$ 20,04, ao passo que a máxima anual cravou o pico de R$ 35,89. O saldo do dia consolida o fôlego do ativo na tentativa de distanciamento das mínimas do ano.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com marca consolidada na produção de joias, relógios e acessórios, operando forte expansão por meio de lojas próprias e quiosques Life. Em notícias de mercado recentes, analistas vêm monitorando os dados operacionais da marca quanto ao ritmo de abertura de novas lojas e crescimento das vendas no conceito de mesmas lojas (Same Store Sales).
9º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 45,96 ↑2,70%
Descrição: O ativo CPFE3 concluiu o dia negociado a R$ 45,96, somando uma apreciação percentual de 2,70%, o equivalente a uma elevação de R$ 1,21 por ação perante o fechamento anterior de R$ 44,75. As ofertas de compra e venda levaram o ativo a oscilar na faixa entre R$ 45,53 e R$ 46,23 ao longo das transações. O volume financeiro consolidado foi de R$ 64.987.440,00, gerado pela liquidação de 1.414.000 ações. Na régua temporal das últimas 52 semanas, o patamar mínimo registrado foi de R$ 34,48, ao passo que a marca teto registrada foi de R$ 52,99. O bom desempenho do dia coloca o papel em zona intermediária confortável da sua faixa de negociação acumulada em doze meses.
A CPFL Energia é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração, comercialização de energia e serviços técnicos. O grupo é constantemente destacado em matérias do setor devido ao seu perfil defensivo de receita previsível e ao histórico atrativo de distribuição de dividendos e proventos aos seus acionistas.
10º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 25,14 ↑2,70%
Descrição: As ações preferenciais da Gerdau (GGBR4) encerraram os negócios do dia no valor de R$ 25,14, exibindo alta percentual de 2,70%, o que traduz um acréscimo de R$ 0,66 em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 24,48. No pregão de hoje, o ativo transitou entre a pontuação mínima de R$ 24,57 e a cotação máxima de R$ 25,45. A liquidez do ativo foi elevada, registrando a movimentação expressiva de 11.173.300 ações e totalizando R$ 280.896.762,00 no volume negociado. Vale ressaltar que a máxima atingida hoje (R$ 25,45) equivale exatamente à máxima registrada em 52 semanas pela empresa (R$ 25,45), contra uma mínima de R$ 15,33 observada no mesmo período de um ano. A força compradora no papel renovou o topo anual de negociação do ativo.
A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Em notícias recentes do mercado financeiro, a siderúrgica vem sendo destacada por seus fortes programas de recompras de papéis, distribuição regular de dividendos e investimentos estratégicos na otimização de parques fabris nacionais e norte-americanos.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VIVT3 | R$ 33,83 | -5,98 |
| 2 | TIMS3 | R$ 20,25 | -5,81 |
| 3 | CVCB3 | R$ 1,32 | -2,94 |
| 4 | SMTO3 | R$ 14,30 | -2,52 |
| 5 | SBSP3 | R$ 28,27 | -2,08 |
| 6 | BRKM5 | R$ 5,96 | -1,97 |
| 7 | NATU3 | R$ 8,34 | -1,77 |
| 8 | BEEF3 | R$ 3,41 | -1,45 |
| 9 | CSNA3 | R$ 5,64 | -1,23 |
| 10 | CXSE3 | R$ 20,50 | -1,06 |
1º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 33,83 ↓5,98%
Descrição: Durante a sessão de negociação, o ativo encerrou o dia cotado a R$ 33,83, apresentando uma desvalorização expressiva de 5,98%, o que corresponde a uma redução absoluta de R$ 2,15 em relação ao seu valor de fechamento anterior, registrado em R$ 35,98. Ao longo da jornada diária, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 33,33 e a máxima de R$ 36,50. O volume negociado no pregão alcançou a expressiva marca de 13.389.100 papéis trocados de mão, movimentando um montante financeiro total de R$ 452.953.253,00, figurando no topo do ranking diário de liquidez do levantamento. Em uma perspectiva ampliada de 52 semanas, o papel acumula uma variação histórica que vai da mínima de R$ 28,31 até o pico máximo de R$ 41,41, demonstrando que o preço atual se posiciona em uma faixa intermediária frente ao histórico recente do ativo na bolsa.
A Telefônica Brasil S.A. é a maior empresa de telecomunicações do país, operando sob a marca comercial Vivo e oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa, internet de alta velocidade e TV por assinatura. A companhia anunciou recentemente a aprovação da distribuição de proventos aos seus acionistas na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), reforçando sua política contínua de retorno de capital.
2º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 20,25 ↓5,81%
Descrição: A papel encerrou o pregão cotado ao valor de R$ 20,25, acumulando um recuo percentual de 5,81% no dia, equivalente a uma variação negativa em valor absoluto de R$ 1,25 quando comparado ao preço de fechamento da sessão anterior, fixado em R$ 21,50. A faixa de negociação intradiária teve como valor mínimo o patamar de R$ 19,77 e atingiu como preço máximo R$ 22,69. A liquidez do ativo foi bastante elevada, registrando um volume de 20.045.500 ações negociadas e movimentando um valor financeiro global de R$ 405.921.375,00. Analisando o desempenho de longo prazo na janela de 52 semanas, a ação anotou sua cotação mínima em R$ 18,35 e obteve sua cotação máxima de R$ 28,35, refletindo o intervalo de oscilação do ativo no mercado acionário brasileiro.
A TIM S.A. é uma das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, com forte liderança na expansão da tecnologia 5G e ampla cobertura de rede móvel em todo o território nacional. Recentemente, a empresa divulgou seus resultados financeiros com expansão de margem EBITDA e crescimento contínuo do ARPU (receita média por usuário).
3º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,32 ↓2,94%
Descrição: O papel registrou fechamento cotado a R$ 1,32, marcando uma desvalorização percentual de 2,94%, o que se traduz em um recuo nominal de R$ 0,04 em comparação ao valor da sessão anterior, fixado em R$ 1,36. O intervalo de negociação no dia mostrou uma variação intradiária com valor mínimo registrado em R$ 1,29 e valor máximo alcançado em R$ 1,40. A movimentação operacional contou com a negociação de 10.572.700 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 13.955.964,00 no mercado de capitais. No horizonte de 52 semanas, os papéis da companhia variaram do patamar mínimo de R$ 1,06 até o limite máximo de R$ 2,79, evidenciando o patamar de forte volatilidade em que o ativo vem sendo negociado recentemente.
A CVC Brasil é a maior operadora e agência de viagens da América Latina, atuando no agenciamento de passagens aéreas, hospedagens, cruzeiros e pacotes turísticos completos. A empresa segue focada no plano de reestruturação operacional e otimização da sua rede de franquias para recuperar rentabilidade.
4º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 14,30 ↓2,52%
Descrição: A cotação do ativo encerrou a sessão no valor de R$ 14,30, registrando um recuo percentual de 2,52%, correspondendo a uma variação negativa de R$ 0,37 em relação ao preço de fechamento anterior, que estava cotado a R$ 14,67. O papel variou entre a cotação mínima diária de R$ 14,16 e a máxima diária de R$ 14,86. Ao longo do dia, registrou-se um volume total de 2.809.800 ações negociadas, movimentando um montante financeiro consolidado de R$ 40.180.140,00 no mercado. Em relação ao desempenho histórico de 52 semanas, o ativo trabalhou em um intervalo compreendido entre a mínima de R$ 12,73 e a máxima de R$ 21,40, indicando o comportamento de oscilação do papel ao longo do último ano.
A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se na produção em grande escala de açúcar, etanol, energia elétrica e derivados da cana-de-açúcar. A companhia informou recentemente a atualização das estimativas de moagem para a safra atual, projetando forte eficiência operacional.
5º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 28,27 ↓2,08%
Descrição: O preço da ação encerrou o dia negociado a R$ 28,27, acumulando uma retração de 2,08%, representando uma queda nominal de R$ 0,60 frente ao valor de fechamento do dia anterior, que foi de R$ 28,87. A variação das cotações no pregão apresentou uma mínima intradiária de R$ 28,06 e atingiu uma máxima de R$ 29,67. O volume de papéis transacionados no mercado somou 14.937.400 ações, resultando em uma movimentação financeira global de R$ 422.280.298,00. No quadro comparativo de 52 semanas, o menor preço registrado para o ativo foi de R$ 20,01, enquanto a maior marca alcançada no mesmo período atingiu o patamar de R$ 35,32.
A Sabesp é uma das maiores empresas de prestação de serviços de saneamento básico do mundo, fornecendo água e coleta de esgoto no estado de São Paulo. A empresa concluiu recentemente seu processo de desestatização, marcando uma nova fase de investimentos em infraestrutura e expansão de metas de universalização.
6º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 5,96 ↓1,97%
Descrição: As ações encerraram as negociações do dia cotadas a R$ 5,96, registrando um declínio de 1,97%, o que equivale a um decréscimo absoluto de R$ 0,12 frente ao último preço de fechamento, fixado em R$ 6,08. A cotação mínima do dia coincidiu com o preço de encerramento em R$ 5,96, enquanto a cotação máxima atingiu R$ 6,30. Foram movimentadas 5.723.900 ações durante a sessão, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 34.114.444,00. Ao observar a métrica temporal das últimas 52 semanas, a cotação transitou entre a marca mínima de R$ 5,70 e o pico máximo de R$ 13,78, situando o valor atual próximo das mínimas registradas no ano.
A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de bioplásticos, operando unidades industriais no Brasil, EUA, México e Europa. A empresa permanece em destaque no noticiário corporativo devido às negociações envolvendo a restruturação de sua composição acionária de controle.
7º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,34 ↓1,77%
Descrição: O valor de fechamento da ação fixou-se em R$ 8,34, o que demonstra uma variação negativa de 1,77% no dia, traduzindo-se em uma perda de R$ 0,15 perante a cotação do fechamento anterior de R$ 8,49. Durante a sessão, o valor mínimo atingido foi de R$ 8,34, equivalente ao fechamento, e o valor máximo foi de R$ 8,75. O volume total transacionado na bolsa atingiu 5.797.600 papéis, gerando um volume financeiro equivalente a R$ 48.351.984,00. Em um horizonte de 52 semanas, as ações da empresa registraram o piso mínimo de R$ 7,13 e o teto máximo de R$ 11,15, demonstrando a variação do ativo ao longo de 12 meses.
A Natura Cosméticos é uma multinacional brasileira do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, reconhecida por seu modelo de venda direta e compromisso sustentável. A companhia vem promovendo iniciativas de otimização de sua estrutura global e simplificação da sua holding de negócios.
8º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,41 ↓1,45%
Descrição: O encerramento do pregão registrou a ação precificada em R$ 3,41, acumulando uma desvalorização de 1,45%, representando uma redução de R$ 0,05 em relação ao encerramento do dia anterior, precificado em R$ 3,46. O comportamento intradiário mostrou cotação mínima de R$ 3,40 e cotação máxima de R$ 3,55. Em termos de liquidez, negociaram-se 13.174.900 ações, resultando em uma movimentação financeira global de R$ 44.926.409,00. Na janela comparativa dos últimos 12 meses (52 semanas), o valor mínimo anotado foi de R$ 3,40, enquanto a máxima histórica alcançou R$ 7,31, posicionando a cotação atual na faixa inferior do período.
A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne bovina in natura e seus derivados, com forte orientação para exportação. A empresa recebeu recentemente novas habilitações de plantas industriais para exportação de proteína animal para mercados internacionais estratégicos.
9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,64 ↓1,23%
Descrição: O papel finalizou a sessão cotado em R$ 5,64, acumulando variação negativa de 1,23%, o que reflete uma diminuição absoluta de R$ 0,07 em comparação ao preço de fechamento anterior de R$ 5,71. No transcorrer do pregão, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 5,52 e a máxima de R$ 5,87. O volume transacionado totalizou 14.679.700 ações, totalizando um montante financeiro negociado na ordem de R$ 82.793.508,00. Analisando o histórico de 52 semanas do papel, o ativo registrou a mínima de R$ 4,49 e alcançou a máxima de R$ 11,32, mostrando o ritmo de oscilação do setor siderúrgico na bolsa.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando nos setores de siderurgia, mineração, cimento, logística e energia. A empresa anunciou recentemente avanços nos planos de desalavancagem financeira e otimização de investimentos para os próximos trimestres.
10º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 20,50 ↓1,06%
Descrição: A cotação de encerramento da ação atingiu o valor de R$ 20,50, registrando uma queda de 1,06% na sessão, o que representa um decréscimo de R$ 0,22 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 20,72. O ativo movimentou-se entre o valor mínimo intradiário de R$ 20,47 e o valor máximo de R$ 21,00. O volume negociado no pregão alcançou a quantia de 6.306.000 ações, somando uma movimentação financeira total de R$ 129.273.000,00. Na janela de observação das últimas 52 semanas, o papel registrou sua menor cotação em R$ 12,39 e atingiu sua cotação máxima de R$ 22,54, mantendo-se próximo aos níveis superiores de negociação do período.
A Caixa Seguridade é a holding do Grupo Caixa que atua no mercado de seguros, previdência privada, capitalização e consórcios, aproveitando a rede de distribuição do banco estatal. A companhia divulgou recentemente relatórios operacionais apontando crescimento na emissão de prêmios e prêmios de seguro prestamista.