As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | FLRY3 | R$ 18,95 | 9,73 |
| 2 | AZZA3 | R$ 17,01 | 5,06 |
| 3 | RECV3 | R$ 10,23 | 1,59 |
| 4 | HYPE3 | R$ 21,60 | 1,27 |
| 5 | NATU3 | R$ 8,28 | 1,22 |
| 6 | EMBJ3 | R$ 92,52 | 0,95 |
| 7 | COGN3 | R$ 2,22 | 0,91 |
| 8 | PCAR3 | R$ 2,92 | 0,69 |
| 9 | CVCB3 | R$ 1,52 | 0,66 |
| 10 | AMOB3 | R$ 13,89 | 0,58 |
1º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 18,95 ↑9,73%
Descrição: No mais recente pregão, as ações da Fleury S.A. (FLRY3) destacaram-se na primeira colocação do ranking diário, apresentando uma forte valorização de 9,73%, o que correspondeu a um avanço absoluto de R$ 1,68 em relação ao fechamento anterior de R$ 17,27. Os papéis encerraram cotados a R$ 18,95, figurando muito próximos da máxima do dia, estabelecida em R$ 19,73, enquanto a mínima registrada ao longo da sessão ficou em R$ 18,42. O desempenho expressivo foi acompanhado por uma expressiva liquidez no mercado financeiro, registrando um volume de ações negociadas equivalente a 15.971.300 papéis e movimentando um volume financeiro total de R$ 302.656.135,00. Sob a perspectiva de longo prazo, considerando o histórico de 52 semanas de negociação, os ativos da companhia transitaram entre a mínima de R$ 13,06 e a máxima de R$ 19,73. O atingimento da máxima anual no próprio pregão evidencia a consolidação da tendência altista e atrai forte atenção do investidor que busca ativos com elevada liquidez e forte tração de compra no setor de medicina diagnóstica.
A Fleury S.A. é uma das maiores e mais respeitadas empresas de medicina diagnóstica do Brasil, atuando na prestação de serviços de análises clínicas, exames de imagem e soluções de saúde integrada por meio de diversas marcas consagradas. Recentemente, a companhia tem se destacado no mercado pela integração eficiente de suas aquisições estratégicas, além da expansão contínua de suas linhas de prestação de serviços e da constante busca por eficiência operacional no setor de saúde suplementar.
2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 17,01 ↑5,06%
Descrição: Ocupando a 2ª posição no ranking do dia, as ações da Azzas 2154 S.A. (AZZA3) encerraram a sessão cotadas ao valor atual de R$ 17,01, registrando uma expressiva elevação de 5,06%, equivalente a um ganho monetário de R$ 0,82 por papel frente ao valor do fechamento anterior fixado em R$ 16,19. Durante o transcorrer do pregão diário, a cotação oscilou entre a mínima registrada de R$ 15,43 e a máxima de R$ 17,25, demonstrando forte ímpeto comprador ao se aproximar do topo intradiário no encerramento das negociações. O volume total de ações transacionadas pelos investidores atingiu a marca de 6.330.800 unidades, culminando em um expressivo volume negociado em dinheiro de R$ 107.686.908,00. Na análise estendida das últimas 52 semanas de operação na bolsa, o papel apresentou uma oscilação amplitude importante, registrando a cotação mínima anual de R$ 15,43 e alcançando o pico máximo de R$ 34,97, ressaltando o comportamento volátil e a relevância de monitorar seus pontos de suporte e resistência.
A Azzas 2154 S.A. é o resultado do conglomerado de moda formado pela fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo SOMA, consolidando-se como uma gigante do setor de vestuário, calçados e acessórios na América Latina. O grupo engloba marcas de renome e forte apelo comercial. Em suas divulgações mais recentes ao mercado, a companhia tem priorizado a captura de sinergias operacionais, a otimização de suas cadeias logísticas e o reforço da presença omnicanal para impulsionar suas margens.
3º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,23 ↑1,59%
Descrição: As ações da PetroRecôncavo S.A. (RECV3) asseguraram a 3ª posição na classificação diária do mercado acionário, encerrando o dia negociadas ao preço de R$ 10,23. Essa cotação refletiu um avanço percentual positivo de 1,59%, representando um ganho nominal de R$ 0,16 ante o valor de fechamento anterior registrado em R$ 10,07. Ao longo das operações diárias, o ativo movimentou-se em uma faixa de preço delimitada pela mínima intradiária de R$ 10,13 e a máxima de R$ 10,37. A negociação envolveu o volume de 1.957.200 ações, resultando em um volume financeiro total negociado de R$ 20.022.156,00. Quando observado o panorama histórico de rentabilidade e oscilação do ativo no intervalo das últimas 52 semanas, nota-se que a ação registrou como cotação mínima o valor de R$ 9,18 e atingiu a máxima histórica de R$ 14,24 nesse período. Tais métricas oferecem ao investidor um panorama claro da liquidez e do comportamento dos papéis no setor petrolífero onshore.
A PetroRecôncavo S.A. é uma produtora independente de petróleo e gás natural com foco no desenvolvimento e produção em campos terrestres (onshore) nas bacias do Recôncavo e Potiguar. A empresa destaca-se pela sua eficiência na revitalização de campos maduros. Recentemente, a petrolífera tem informado ao mercado atualizações operacionais contínuas referentes à sua produção diária e a investimentos na infraestrutura de escoamento e processamento de gás natural.
4º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 21,60 ↑1,27%
Descrição: Registrando a 4ª colocação na classificação dos papéis analisados, a Hypera S.A. (HYPE3) concluiu a sessão com suas ações cotadas ao preço atual de R$ 21,60. Essa pontuação representou um crescimento percentual de 1,27%, traduzindo-se em uma variação positiva de R$ 0,27 sobre a cotação do fechamento anterior estabelecida em R$ 21,33. A movimentação intradiária das ações demonstrou uma variação entre o patamar mínimo de R$ 21,25 e a cotação máxima atingida de R$ 22,33. O fluxo de negociação do dia acumulou o total de 4.557.500 ações trocadas de mãos, movimentando uma quantia financeira correspondente a R$ 98.442.000,00 no mercado de capitais. No horizonte estendido correspondente às últimas 52 semanas, os papéis da farmacêutica mantiveram-se dentro do intervalo operacional compreendido entre a menor cotação de R$ 19,64 e a maior marca registrada de R$ 26,53, refletindo a dinâmica de negociação do ativo frente ao setor farmacêutico brasileiro.
A Hypera S.A. figura como uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, atuando fortemente nos segmentos de produtos de prescrição médica, medicamentos isentos de prescrição (OTC), genéricos e cuidados pessoais com marcas amplamente conhecidas. Notícias recentes sobre a companhia destacam suas iniciativas de readequação de estoques na cadeia de distribuição e o contínuo investimento em inovação e pesquisa e desenvolvimento para o lançamento de novas moléculas.
5º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,28 ↑1,22%
Descrição: Posicionada na 5ª colocação do ranking diário, a Natura Cosméticos S.A. (NATU3) encerrou o pregão cotada ao preço atual de R$ 8,28 perfeitamente ajustado no topo diário, anotando um avanço percentual de 1,22%, o que equivale a um aumento de R$ 0,10 por papel quando comparado ao fechamento anterior fixado em R$ 8,18. O intervalo de negociação registrado ao longo do dia situou a mínima diária no patamar de R$ 8,10 e a máxima exatamente em R$ 8,28. Em termos de liquidez do mercado, foram transacionadas 2.081.200 ações da empresa, movimentando um volume negociado global em moeda nacional de R$ 17.232.336,00. Estendendo o escopo analítico para o período de 52 semanas, o histórico indica que a menor cotação observada foi de R$ 7,13, enquanto o ponto mais elevado da ação atingiu R$ 11,15, fornecendo um parâmetro completo para o acompanhamento técnico da performance do ativo na bolsa de valores.
A Natura Cosméticos S.A. é uma multinacional brasileira do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, reconhecida mundialmente pelo modelo de venda direta e pelo compromisso com a sustentabilidade e impacto socioambiental positivo. Nas notícias mais recentes, a empresa reforçou sua estratégia de simplificação corporativa, com foco no fortalecimento de sua operação na América Latina e na otimização de sua rede de consultoras e lojas físicas.
6º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 92,52 ↑0,95%
Descrição: Ocupando o 6º lugar no ranking de valorização da sessão, a EMBRAER S.A. (EMBJ3) encerrou o dia com suas ações negociadas no preço atual de R$ 92,52, marcando um desempenho positivo de 0,95%, o que traduz uma elevação de R$ 0,87 frente ao valor de fechamento anterior de R$ 91,65. O comportamento do ativo durante o pregão mostrou volatilidade contida, registrando a menor cotação diária em R$ 91,55 e atingindo o patamar máximo de R$ 93,37. A liquidez do papel mostrou-se extremamente expressiva, com a movimentação de 4.949.400 ações e um montante financeiro negociado expressivo de R$ 457.918.488,00, figurando como um dos maiores volumes em dinheiro da amostra. Em uma análise do horizonte das últimas 52 semanas, a empresa registrou uma cotação mínima de R$ 67,84 e alcançou uma máxima expressiva de R$ 105,11, demonstrando a robustez do fluxo comprador e o interesse de investidores institucionais.
A EMBRAER S.A. é uma das maiores indústrias aeroespaciais do mundo, líder global na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos, além de atuar forte nos segmentos de aviação executiva, defesa e segurança. Notícias recentes ressaltam a expansão contínua da sua carteira de pedidos firmes (backlog), impulsionada pela forte demanda mundial por aeronaves da família E-Jets e entregas do avião cargueiro militar C-390 Millennium.
7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,22 ↑0,91%
Descrição: Na 7ª posição do ranking diário, a COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) fechou a sessão cotada no valor atual de R$ 2,22, o que representou uma variação positiva de 0,91%, correspondente a um acréscimo de R$ 0,02 por ação em comparação ao valor de fechamento anterior de R$ 2,20. Ao longo da jornada operacional, as cotações flutuaram entre a mínima registrada de R$ 2,19 e a máxima de R$ 2,30. O grande destaque do papel concentrou-se no elevado volume de ações negociadas, que alcançou a marca de 27.448.700 unidades, gerando um volume financeiro total negociado de R$ 60.936.114,00. Analisando a amplitude histórica das cotações nas últimas 52 semanas de pregão, os títulos da companhia de educação transitaram entre o patamar mínimo de R$ 2,06 e a marca máxima de R$ 4,73, indicando a faixa de negociação necessária para os investidores avaliarem o ponto de entrada na tese.
A Cogna Educação S.A. é uma das maiores organizações educacionais privadas do país e do mundo, operando no ensino superior, na educação básica e no desenvolvimento de edtechs por meio de marcas como Kroton, Vasta Educação e Saber. Em fatos e notícias recentes divulgados ao mercado, a companhia tem enfatizado o crescimento da captação de alunos no ensino presencial e EAD, aliado à desalavancagem financeira e ao aumento da geração de caixa operacional.
8º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,92 ↑0,69%
Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) garantiu o 8º lugar na listagem de ativos negociados, finalizando o pregão cotada ao preço atual de R$ 2,92. Esse patamar representou um avanço percentual discreto de 0,69%, o que significa um ganho nominal de R$ 0,02 frente ao fechamento anterior fixado em R$ 2,90. O comportamento intradia dos papéis mostrou uma amplitude que partiu do valor mínimo de R$ 2,78 até atingir o topo diário de R$ 2,93. A atividade negociadora envolveu a movimentação de 3.360.900 ações da rede varejista, contabilizando um volume financeiro total de R$ 9.813.828,00 transacionado entre os participantes. Sob a ótica do desempenho nas últimas 52 semanas, os registros apontam que a ação oscilou desde uma cotação mínima de R$ 1,40 até o teto máximo de R$ 4,60, apresentando parâmetros essenciais para o acompanhamento de volatilidade no setor de varejo alimentar.
A Companhia Brasileira de Distribuição S.A., amplamente conhecida por operar o Grupo Pão de Açúcar (GPA), atua no comércio varejista de alimentos por meio de supermercados, hipermercados e plataformas de e-commerce. Notícias recentes sobre a empresa destacam a continuidade do seu plano de reestruturação focado no formato de vizinhança e premium, aliado a esforços para redução do endividamento líquido e otimização do capital de giro.
9º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,52 ↑0,66%
Descrição: Ocupando a 9ª posição no ranking estabelecido no pregão, a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) concluiu as negociações negociada ao preço atual de R$ 1,52. A movimentação refletiu um crescimento positivo de 0,66%, traduzido em uma valorização de R$ 0,01 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 1,51. Durante a sessão, as ofertas flutuaram entre o patamar mínimo de R$ 1,40 e a cotação máxima de R$ 1,55. O mercado demonstrou forte rotatividade dos papéis, registrando um volume negociado de 14.096.800 ações, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 21.427.136,00. Ao analisar o comportamento acumulado ao longo das 52 semanas anteriores, observa-se uma variação do ativo entre a mínima anual de R$ 1,06 e a máxima de R$ 2,79, oferecendo aos analistas e investidores dados essenciais para mapear o movimento de recuperação do turismo.
A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. é a maior operadora de turismo da América Latina, atuando na intermediação de serviços de viagens, passagens aéreas, hospedagens e pacotes turísticos. Em notícias recentes, a companhia tem focado na digitalização de seus canais de vendas, na expansão de sua rede de franquias físicas e na recuperação das margens operacionais com o aumento da procura por viagens nacionais e internacionais.
10º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,89 ↑0,58%
Descrição: Finalizando o ranking na 10ª posição, a Automob Participações S.A. (AMOB3) teve suas ações encerradas com o preço atual fixado em R$ 13,89, registrando o mesmo valor da máxima do dia. A evolução diária registrou uma alta de 0,58%, correspondendo a uma variação positiva de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior negociado em R$ 13,81. O intervalo intradiário de preços mostrou oscilação entre a cotação mínima de R$ 13,48 e a máxima alcançada de R$ 13,89. Quanto à liquidez das negociações, o papel apresentou o menor giro da lista, com um volume de ações de apenas 21.000 unidades transacionadas, gerando um volume negociado total em moeda local de R$ 291.690,00. No comparativo histórico do horizonte de 52 semanas, os valores negociados variaram da cotação mínima de R$ 10,71 até o teto máximo de R$ 15,76, sinalizando o perfil de negociabilidade e volatilidade desse ativo automotivo.
A Automob Participações S.A. é um grupo atuante no setor automobilístico, englobando concessionárias de veículos leves e pesados, além de prestação de serviços financeiros e pós-venda relacionados. Em notícias recentes relacionadas ao grupo, destaca-se o processo de expansão regional por meio da aquisição de novas concessionárias e a busca por eficiências operacionais na comercialização de veículos novos e seminovos em todo o território nacional.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | LREN3 | R$ 12,39 | -8,09 |
| 2 | CMIN3 | R$ 5,45 | -5,22 |
| 3 | ENGI11 | R$ 46,88 | -5,22 |
| 4 | UGPA3 | R$ 31,28 | -4,49 |
| 5 | PSSA3 | R$ 50,42 | -4,24 |
| 6 | BPAC11 | R$ 53,91 | -4,07 |
| 7 | MGLU3 | R$ 4,40 | -3,72 |
| 8 | CSNA3 | R$ 4,57 | -3,59 |
| 9 | PETR3 | R$ 45,69 | -3,42 |
| 10 | YDUQ3 | R$ 7,96 | -3,40 |
1º – LOJAS RENNER S.A. (LREN3) | R$ 12,39 ↓8,09%
Descrição: A ação da Lojas Renner S.A. (LREN3) encerrou o pregão cotada ao preço atual de R$ 12,39, registrando uma depreciação significativa de 8,09% no dia. Em termos absolutos, a variação diária representou um decréscimo de R$ 1,09 em relação ao preço do fechamento anterior, que se encontrava fixado em R$ 13,48. Ao longo da sessão de negociação, o ativo registrou sua mínima do dia na casa dos R$ 11,43, enquanto a sua máxima do dia alcançou o patamar de R$ 12,68. O volume de ações movimentado pelos agentes do mercado foi de 106.757.800 papéis, impulsionando um expressivo volume negociado total em moeda nacional de R$ 1.322.729.142,00. Quando estendemos o horizonte analítico para o histórico anual do papel, observa-se que a mínima em 52 semanas foi estabelecida justamente em R$ 11,43, enquanto a máxima em 52 semanas atingiu R$ 17,32. A aproximação do valor atual do patamar mínimo do ano evidencia forte pressão vendedora.
A Lojas Renner S.A. é uma das maiores redes de varejo de moda do Brasil, operando lojas físicas em todo o país e um ecossistema digital integrado de e-commerce. Recentemente, a empresa vem direcionando esforços na otimização da rentabilidade de sua financeira (Realize) e no controle rigoroso de custos para enfrentar o cenário de juros elevados.
2º – CSN MINERAÇÃO S.A. (CMIN3) | R$ 5,45 ↓5,22%
Descrição: Os papéis da CSN Mineração S.A. (CMIN3) fecharam cotados a R$ 5,45 no término das operações, acumulando uma variação percentual negativa de 5,22% durante a jornada diária do mercado. Essa oscilação representou um recuo absoluto de R$ 0,30 por ação frente ao valor estipulado no fechamento anterior, que registrava R$ 5,75. Durante o período intraday, as cotações oscilaram entre a mínima do dia de R$ 5,43 e a máxima do dia atingindo R$ 5,76. A liquidez do ativo esteve respaldada por um volume de ações transacionado de 7.059.800 unidades, culminando em um volume negociado total equivalente a R$ 38.475.910,00 na sessão. Sob o ponto de vista do intervalo das últimas 52 semanas, a ação teve como patamar de piso a mínima em 52 semanas registrada em R$ 4,08, enquanto o pico de valorização refletido no período foi a máxima em 52 semanas de R$ 6,37. Tais dados refletem a contínua volatilidade no setor de commodities minerárias.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, controlada pelo grupo CSN e atuante no quadrilátero ferrífero mineiro. Entre as notícias recentes, destaca-se o andamento de seus projetos de ampliação da capacidade de processamento de itabirito e a manutenção de sua política regular de pagamento de proventos aos acionistas.
3º – ENERGISA UNT (ENGI11) | R$ 46,88 ↓5,22%
Descrição: As units da ENERGISA UNT (ENGI11) negociadas na bolsa de valores encerraram a sessão cotadas a R$ 46,88, o que consolida uma variação percentual diária desfavorável de 5,22%. A redução nominal no valor dos papéis atingiu R$ 2,58 ao se comparar com a cotação observada no fechamento anterior, a qual figurava em R$ 49,46. No decorrer do pregão diário, o ativo oscilou entre a mínima do dia registrada em R$ 46,44 e a máxima do dia que alcançou R$ 48,32. A movimentação acionária computou um volume de ações de 7.500.700 unidades trocadas de mãos, resultando em um volume negociado total da ordem de R$ 351.632.816,00. Ao verificar o histórico das cotações nas últimas 52 semanas, observa-se que o menor valor registrado pela unit foi a mínima em 52 semanas de R$ 39,79, ao passo que o topo do período atingiu a máxima em 52 semanas de R$ 59,25. Esses números traçam o cenário de depreciação pontual dentro do segmento elétrico.
O Grupo Energisa é um dos principais holdings privados do setor elétrico brasileiro, com atuação destacada em distribuição, transmissão, geração renovável e comercialização de energia. Notícias recentes destacam o plano continuado de investimentos na modernização das redes de distribuição e na consolidação de seus ativos em geração distribuída.
4º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 31,28 ↓4,49%
Descrição: O papel representativo da ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) finalizou as negociações do dia cotado a R$ 31,28, assinalando um recuo de 4,49% no comparativo intraday. Esse deságio representou uma perda no preço por ação de R$ 1,47 em relação ao patamar de fechamento anterior, que estava alocado na marca de R$ 32,75. A amplitude das cotações no pregão esteve delimitada pela mínima do dia de R$ 31,20 e pela máxima do dia fixada em R$ 33,14. O fluxo financeiro e operacional foi relevante, registrando um volume de ações negociadas de 13.668.700 papéis e gerando um volume negociado total de R$ 427.556.936,00. Ao avaliar a performance do ativo ao longo das últimas 52 semanas, nota-se que a mínima em 52 semanas foi computada em R$ 15,23, enquanto a máxima em 52 semanas alcançou R$ 33,39, indicando que, apesar do forte ajuste negativo no dia, a ação segue operando relativamente próxima de seus picos anuais.
A Ultrapar é um dos maiores grupos empresariais do Brasil, com posição liderante na distribuição de combustíveis (Ipiranga), distribuição de GLP (Ultragaz) e armazenagem líquida (Ultracargo). Notícias recentes enfatizam o ganho de margens operacionais na Ipiranga e a otimização contínua do portfólio de ativos da companhia.
5º – PORTO SEGURO S.A. (PSSA3) | R$ 50,42 ↓4,24%
Descrição: A ação ordinária da Porto Seguro S.A. (PSSA3) encerrou as transações de mercado fixada no preço atual de R$ 50,42, registrando um declínio diário de 4,24% em sua cotação. Essa variação nominal traduziu-se em um recuo de R$ 2,23 perante o montante apurado no fechamento anterior, o qual se encontrava estabelecido em R$ 52,65. As movimentações da jornada demonstraram oscilações com a mínima do dia tocando os R$ 49,77 e a máxima do dia atingindo R$ 52,39. O volume de ações trocadas entre investidores somou 3.878.400 unidades, convertendo-se em um expressivo volume negociado total de R$ 195.548.928,00. Na perspectiva histórica das últimas 52 semanas, o ativo demonstrou uma trajetória compreendida entre a mínima em 52 semanas de R$ 42,90 e a máxima em 52 semanas de R$ 55,55. O resultado do pregão atual expõe a volatilidade recente vivenciada pelas empresas atuantes no setor de seguros e serviços financeiros.
A Porto Seguro é uma líder consolidada no segmento de seguros automotivos e residenciais no Brasil, tendo diversificado suas operações nos setores de saúde, serviços financeiros e soluções de assistência. Em comunicados recentes, a empresa reforçou o avanço nas operações do Porto Bank e a estabilização das taxas de sinistralidade.
6º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 53,91 ↓4,07%
Descrição: As units do BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) finalizaram a sessão no mercado de capitais cotadas ao valor de R$ 53,91, consolidando uma retração percentual de 4,07% no dia. Essa desvalorização representou um recuo de R$ 2,29 em seu preço comparativamente ao patamar de fechamento anterior, que registrava a quantia de R$ 56,20. Ao longo do dia, as ofertas de compra e venda levaram o ativo à mínima do dia de R$ 53,85 e à máxima do dia de R$ 56,69. A liquidez do papel demonstrou-se elevada, somando um volume de ações de 15.205.800 unidades transacionadas, o que movimentou um volume negociado total expressivo de R$ 819.744.678,00 no sistema B3. Analisando a faixa de negociação referente às últimas 52 semanas, a unit registrou como valor de piso a mínima em 52 semanas de R$ 38,18 e como valor de topo a máxima em 52 semanas de R$ 65,50, evidenciando o momento de ajuste do setor bancário.
O Banco BTG Pactual é a maior instituição financeira especializada em investimentos e gestão de recursos da América Latina. O banco reportou recentemente números expressivos em Captação Líquida de Recursos (NNM) e expansão consistente de sua franquia de Wealth Management e Corporate Banking.
7º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,40 ↓3,72%
Descrição: A cotação da ação do MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) fechou a sessão no valor de R$ 4,40, registrando uma depreciação percentual de 3,72% durante a rotina operacional do pregão. Em termos absolutos, a variação em moeda corrente foi negativa em R$ 0,17 em relação ao preço registrado no fechamento anterior, fixado em R$ 4,57. O papel percorreu uma trajetória intraday que teve a mínima do dia fixada em R$ 4,16 e a máxima do dia registrada em R$ 4,51. A atividade do mercado com o papel movimentou um volume de ações equivalente a 32.495.300 títulos, gerando um expressivo volume negociado total de R$ 142.979.320,00. Expandindo a análise para o período histórico de 52 semanas, a ação anotou sua mínima em 52 semanas no patamar de R$ 4,03 e sua máxima em 52 semanas no nível de R$ 11,44. Esses indicadores refletem o cenário desafiador enfrentado pelo varejo discricionário do país.
O Magazine Luiza é um dos gigantes do varejo brasileiro, operando uma vasta rede de lojas físicas aliada a uma das maiores plataformas de e-commerce do país. Entre os fatos relevantes recentes, destacam-se a busca pela recomposição de margens operacionais via monetização de serviços digitais e a disciplina de capital em seu marketplace.
8º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 4,57 ↓3,59%
Descrição: Os papéis da Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) encerraram a jornada diária de cotações situados em R$ 4,57, assinalando uma retração diária de 3,59%. Esse movimento refletiu uma diminuição direta de R$ 0,17 por ação na comparação com a marca do fechamento anterior, a qual havia se encerrado em R$ 4,74. No ambiente intraday, os preços oscilaram entre o piso da mínima do dia de R$ 4,47 e o topo da máxima do dia estabelecido em R$ 4,76. A quantidade total negociada somou um volume de ações de 11.192.200 ativos, movimentando ao todo um volume negociado no mercado financeiro de R$ 51.148.354,00. Sob a perspectiva de um ano inteiro, abrangendo o intervalo das últimas 52 semanas, a ação registrou como piso a mínima em 52 semanas de R$ 4,36 e como máxima em 52 semanas o patamar de R$ 11,32, mostrando a influência cíclica do setor siderúrgico.
A CSN é um conglomerado multisetorial de grande porte envolvido na produção de aço, mineração, logística ferroviária e portuária e cimento. Notícias recentes ressaltam os esforços do plano de desalavancagem financeira da holding por meio da potencial alienação de participações minoritárias em seus ativos e da negociação de passivos.
9º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETROBRAS) (PETR3) | R$ 45,69 ↓3,42%
Descrição: As ações ordinárias da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) fecharam as negociações cotadas a R$ 45,69, apresentando uma queda percentual no pregão de 3,42%. Em termos de variação absoluta em moeda nacional, a perda foi de R$ 1,62 com relação à cotação praticada no fechamento anterior, que registrava R$ 47,31. Curiosamente, a cotação de encerramento do dia coincidiu exatamente com a mínima do dia fixada em R$ 45,69, enquanto a máxima do dia atingiu a marca de R$ 48,33. A liquidez do papel mostrou-se bastante elevada, acumulando um volume de ações negociadas de 19.555.500 títulos e gerando um volume negociado total expressivo de R$ 893.490.795,00. No tocante à amplitude histórica das últimas 52 semanas, a ação teve como valor mínimo em 52 semanas o patamar de R$ 29,27 e como pico do ano a máxima em 52 semanas registrada em R$ 54,64.
A Petrobras é a maior empresa de energia do Brasil, atuando prioritariamente na exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas e ultraprofundas. Dentre as principais notícias recentes, ganham destaque as revisões de seu plano estratégico de investimentos e a manutenção da distribuição de dividendos extraordinários.
10º – YDUQS PARTICIPAÇÕES S.A. (YDUQ3) | R$ 7,96 ↓3,40%
Descrição: A ação ordinária da YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) encerrou a sessão no mercado de capitais no patamar de R$ 7,96, consolidando um declínio de 3,40% no período. Essa retração equivaleu a um deságio diário de R$ 0,28 por papel frente ao valor verificado no fechamento anterior, o qual constava registrado em R$ 8,24. Durante a jornada do pregão, a variação do ativo esteve contida entre a mínima do dia de R$ 7,93 e a máxima do dia de R$ 8,27. A liquidez das negociações envolveu um volume de ações de 3.803.900 títulos transacionados, somando um volume negociado total de R$ 30.279.044,00 no dia. Ao examinar a amplitude de variação nas últimas 52 semanas, o papel teve como nível mínimo a cotação em 52 semanas de R$ 7,41 e como nível máximo em 52 semanas a marca de R$ 15,29, demonstrando a oscilação acentuada do setor de educação.
A Yduqs é uma das maiores holdings do setor de educação superior no Brasil, proprietária de marcas de renome como Estácio, IBMEC e IDOMED. As notícias mais recentes a respeito da empresa enfatizam a forte expansão na captação do segmento de cursos presenciais de Medicina e a estratégia de ganho de eficiência no modelo digital.