Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 18/08/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SMTO3 R$ 15,90 5,23
2 CVCB3 R$ 1,43 3,62
3 HAPV3 R$ 6,78 3,04
4 AZZA3 R$ 15,34 2,47
5 TOTS3 R$ 31,18 2,00
6 VBBR3 R$ 34,20 1,63
7 SUZB3 R$ 41,16 1,43
8 MGLU3 R$ 4,28 1,18
9 WEGE3 R$ 48,47 1,00
10 EMBJ3 R$ 101,29 0,85

1º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,90 ↑5,23%

Descrição: No encerramento da sessão mais recente, os papéis ordinários da São Martinho S.A. (SMTO3) figuraram na primeira posição do ranking de valorização do mercado. A ação encerrou o dia cotada a R$ 15,90, o que representou uma alta expressiva de 5,23%, com acréscimo nominal de R$ 0,79 em relação ao preço de fechamento da sessão anterior, fixado em R$ 15,11. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a cotação mínima intradiária de R$ 15,40 e a máxima de R$ 16,01, demonstrando forte pressão compradora que manteve o ativo próximo ao topo das negociações diárias. A liquidez do ativo foi sustentada por um volume negociado de 2.106.200 ações, resultando em um giro financeiro total de R$ 33.488.580,00. No horizonte temporal mais amplo correspondente às últimas 52 semanas, o ativo apresenta uma amplitude expressiva, tendo registrado a sua cotação mínima em R$ 12,73 e a máxima histórica do período em R$ 21,40, indicando que o patamar atual se consolida em uma faixa de recuperação intermediária.

A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se na produção de açúcar, etanol, bioenergia e derivados da cana-de-açúcar com elevado padrão de eficiência operacional. Em termos de notícias recentes, a companhia tem chamado a atenção do mercado financeiro pelos avanços na comercialização de créditos de descarbonização (CBIOs) e pelo monitoramento constante das condições climáticas que influenciam as projeções da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,43 ↑3,62%

Descrição: Os ativos da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) ocuparam a segunda posição do ranking de desempenho, encerrando o pregão com uma valorização de 3,62%. O valor de fechamento atingiu R$ 1,43 por ação, traduzindo um ganho financeiro de R$ 0,05 frente ao fechamento do dia anterior, que fora registrado em R$ 1,38. Durante a sessão, o ativo demonstrou volatilidade contida, registrando sua cotação mínima diária em R$ 1,37 e alcançando a máxima do dia no patamar de R$ 1,44. Em termos de liquidez transacional, foram movimentadas expressivas 11.221.700 ações, perfazendo um volume financeiro total negociado de R$ 16.047.031,00. Sob a perspectiva do histórico anual de negociação de 52 semanas, as ações da companhia acumulam uma mínima de R$ 1,06 e um teto de R$ 2,79, evidenciando que, apesar do avanço intradiário relevante, o papel ainda opera em níveis próximos da faixa inferior de precificação de seu canal histórico anual.

A CVC Brasil é a maior rede de agências e operadora de viagens e turismo da América Latina, atuando no varejo de passagens aéreas, pacotes turísticos e serviços de receptivo. Recentemente, a empresa tem focado na otimização de sua estrutura de capital e no aumento de rentabilidade por meio da digitalização e da expansão de suas parcerias com fornecedores hoteleiros e companhias aéreas.

3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,78 ↑3,04%

Descrição: Na terceira colocação do levantamento diário, as ações ordinárias da Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) concluíram a sessão a R$ 6,78, o que configurou uma alta percentual de 3,04% no pregão. Essa movimentação positiva representou uma elevação nominal de R$ 0,20 quando comparada ao preço de fechamento anterior de R$ 6,58. O comportamento intradiário dos papéis foi marcado por uma mínima de R$ 6,54 e uma máxima expressiva de R$ 7,08, evidenciando forte fluxo de compras em determinados momentos da sessão. A liquidez do ativo se destacou amplamente no mercado, totalizando 15.822.000 ações negociadas e movimentando um expressivo volume financeiro de R$ 107.273.160,00. Analisando o espectro das últimas 52 semanas, a companhia registra uma cotação mínima de R$ 6,14 e uma máxima de R$ 42,66, sinalizando que a cotação atual busca consolidação após um longo período de reprecificação e ajustes estruturais.

A Hapvida NotreDame Intermédica é uma das maiores operadoras integradas de saúde e odontologia suplementar do país, operando uma vasta rede própria de hospitais, prontos-atendimentos e clínicas. Nos últimos relatórios e notícias ao mercado, a administração destacou a continuidade de iniciativas voltadas ao controle de sinistralidade e ao ganho de eficiência operacional após a integração completa de seus ativos.

4º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 15,34 ↑2,47%

Descrição: Registrando a quarta posição no ranking de valorizações do dia, os papéis da Azzas 2154 S.A. (AZZA3) fecharam cotados a R$ 15,34, acumulando um avanço de 2,47% em relação à véspera. Esse acréscimo correspondeu a um incremento de R$ 0,37 por ação sobre o preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 14,97. A amplitude intradiária do papel registrou como piso o valor de R$ 14,94 e atingiu no pico do dia a marca de R$ 15,60. A atividade de negociação contou com a troca de titularidade de 2.344.300 papéis, o que gerou um montante financeiro total de R$ 35.961.562,00 negociados no mercado à vista. No comparativo das últimas 52 semanas de negociação, o ativo anotou sua cotação mínima em R$ 14,40 e a máxima em R$ 32,65, posicionando o preço de fechamento atual em uma região técnica próxima aos suportes do histórico anual.

A Azzas 2154 é uma das maiores holdings de moda, calçados e vestuário premium do mercado brasileiro, fruto da união de marcas icônicas dos grupos Arezzo&Co e Grupo Soma. Dentre os fatos recentes divulgados pela companhia, sobressaem as iniciativas de captura de sinergias operacionais e comerciais decorrentes da fusão, além de planos estratégicos voltados à expansão internacional e ao fortalecimento de suas principais franquias.

5º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 31,18 ↑2,00%

Descrição: Posicionada no quinto lugar entre os destaques do pregão, a TOTVS S.A. (TOTS3) finalizou as negociações a R$ 31,18 por ação, registrando uma valorização percentual de 2,00%. Essa evolução representou um ganho de R$ 0,61 por papel frente ao patamar de fechamento da sessão anterior, que se encontrava em R$ 30,57. Durante o dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 30,18 e a máxima de R$ 31,38, mantendo-se em trajetória ascendente e fechando próximo ao topo diário. O volume negociado somou 3.231.300 ações, resultando em um expressivo giro financeiro de R$ 100.751.934,00 no pregão. No período de 52 semanas, o papel acumula uma mínima registrada de R$ 26,76 e uma cotação máxima de R$ 47,68, refletindo uma dinâmica de sustentação e solidez típica de ativos consolidados no segmento de tecnologia e software corporativo.

A TOTVS é líder absoluta no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP), plataformas de produtividade e soluções de tecnologia e inteligência para negócios no Brasil e na América Latina. Notícias recentes sobre a companhia enfatizam o contínuo crescimento de sua receita recorrente (ARR) e a expansão de produtos integrados de serviços financeiros (Techfin) e inteligência artificial para o ecossistema de clientes corporativos.

6º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 34,20 ↑1,63%

Descrição: Ocupando a sexta colocação do levantamento, as ações da Vibra Energia S.A. (VBBR3) concluíram a sessão cotadas a R$ 34,20, o que correspondeu a uma alta de 1,63% no dia. Essa variação positiva gerou um aumento nominal de R$ 0,55 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 33,65. O comportamento dos preços durante o pregão foi delimitado pela cotação mínima de R$ 33,64 e pela máxima intradiária de R$ 34,99. Com grande interesse do mercado institucional, o volume de ações transacionadas atingiu 12.301.200 unidades, movimentando uma expressiva cifra financeira de R$ 420.701.040,00. Sob a ótica do intervalo de 52 semanas, a ação transitou entre a mínima de R$ 17,99 e a máxima de R$ 36,63, evidenciando que o valor atual negocia muito próximo das máximas históricas do período de um ano.

A Vibra Energia é a principal distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, operando a tradicional rede de postos sob a bandeira Petrobras e oferecendo soluções completas de transição energética. Em suas últimas atualizações de mercado, a empresa reportou sólidos ganhos de margem de distribuição e avanços estratégicos na geração de energia renovável e comercialização no mercado livre.

7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 41,16 ↑1,43%

Descrição: Na sétima posição do ranking diário, os papéis da SUZANO S.A. (SUZB3) registraram fechamento a R$ 41,16, alcançando uma elevação percentual de 1,43%. O incremento financeiro no valor do ativo foi de R$ 0,58 em comparação direta ao fechamento anterior, estabelecido em R$ 40,58. Durante a sessão, o papel teve sua mínima estabelecida em R$ 40,54 e a máxima atingiu R$ 41,76. A liquidez do papel demonstrou grande força compradora, com 9.566.300 ações transacionadas, o que movimentou um volume financeiro equivalente a R$ 393.748.908,00. No retrospecto das últimas 52 semanas, a ação da exportadora apresentou uma cotação mínima de R$ 39,17 e uma máxima de R$ 59,64, refletindo a sensibilidade do ativo aos ciclos globais de preços de commodities e às flutuações da taxa de câmbio.

A Suzano é a maior produtora global de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, com forte presença nos mercados internacionais. Notícias recentes do setor apontam para a entrada em operação plena do Projeto Cerrado, além do monitoramento rigoroso dos estoques e da demanda por celulose nos portos chineses e europeus.

8º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,28 ↑1,18%

Descrição: Figurante no oitavo lugar do ranking, a varejista MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) encerrou o dia cotada a R$ 4,28 por ação, o que representou uma variação positiva de 1,18%. O avanço monetário foi de R$ 0,05 em relação à cotação base de fechamento anterior, que se encontrava em R$ 4,23. Ao longo das negociações intradiárias, o ativo oscilou entre o valor mínimo de R$ 4,05 e alcançou a cotação máxima de R$ 4,30. O ativo liderou com folga o número total de transações em termos de quantidade de papéis, registrando 30.301.000 ações negociadas e acumulando um volume financeiro movimentado de R$ 129.688.280,00. No referencial anual de 52 semanas, os papéis da companhia apresentam uma mínima de R$ 3,76 e uma cotação máxima de R$ 11,44, mantendo sua trajetória atrelada às expectativas macroeconômicas de consumo e taxas de juros.

O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de comércio eletrônico e varejo multicanal do Brasil, integrando lojas físicas, e-commerce e um ecossistema de marketplace, serviços financeiros e logística. Notícias recentes envolvendo a companhia abordam a consolidação de parcerias estratégicas com plataformas internacionais e o foco contínuo na monetização dos serviços de fulfillment e publicidade digital (Magalu Ads).

9º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 48,47 ↑1,00%

Descrição: Na nona colocação das cotações em destaque, as ações ordinárias da WEG S.A. (WEGE3) encerraram a sessão cotadas a R$ 48,47, registrando uma valorização diária de 1,00%. A alta representou uma valorização de R$ 0,48 por papel ante o fechamento da sessão imediatamente anterior, marcado em R$ 47,99. Durante a jornada de negociação, o ativo atingiu uma cotação mínima de R$ 47,60 e uma máxima intradiária de R$ 48,52. O montante de ações movimentadas totalizou 5.884.500 unidades, gerando um volume financeiro representativo de R$ 285.221.715,00. Observando a janela de 52 semanas, o papel da multinacional brasileira acumula uma cotação mínima de R$ 33,77 e uma máxima de R$ 54,29, confirmando a consistência e a resiliência histórica do ativo em patamares elevados de valuation no mercado de capitais.

A WEG S.A. é uma multinacional de bens de capital de reconhecimento global, com liderança na fabricação de motores elétricos, transformadores, geradores e componentes para automação industrial e sistemas de energia renovável. Entre as notícias mais recentes da companhia, destacam-se a expansão de suas fábricas no exterior, a integração de aquisições no segmento de mobilidade elétrica e a entrega contínua de margens operacionais robustas.

10º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 101,29 ↑0,85%

Descrição: Encerrando o rol das dez ações em evidência no décimo lugar do ranking, a EMBRAER S.A. (EMBJ3) fechou a sessão no patamar de R$ 101,29, anotando uma valorização de 0,85%. Essa variação traduziu-se em um ganho de R$ 0,85 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 100,44. No decorrer do pregão, a oscilação de preços registrou uma cotação mínima de R$ 99,65 e uma máxima diária de R$ 101,37. O volume de papéis negociados somou 4.603.000 ações, totalizando o maior giro financeiro do grupo analisado, com expressivos R$ 466.237.870,00 movimentados. Em sua trajetória de 52 semanas, a fabricante aeronáutica registra cotação mínima de R$ 67,84 e máxima de R$ 105,11, posicionando o ativo muito próximo de sua máxima histórica de um ano e consolidando um ciclo de forte valorização.

A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, com liderança nos segmentos de aviação comercial regional, aviação executiva, defesa e segurança. Notícias recentes de mercado destacam o expressivo aumento em sua carteira de pedidos firmes (backlog), novas entregas de jatos comerciais da família E2 e os avanços na certificação e comercialização dos veículos elétricos de decolagem e pouso vertical (eVTOL) por meio de sua subsidiária Eve.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,22 -4,35
2 PCAR3 R$ 2,64 -3,65
3 LREN3 R$ 10,64 -3,45
4 BRKM5 R$ 5,04 -3,08
5 ASAI3 R$ 7,90 -2,95
6 RENT3 R$ 32,47 -2,87
7 CSAN3 R$ 3,13 -2,80
8 RAIL3 R$ 13,26 -2,71
9 RECV3 R$ 10,17 -2,68
10 VAMO3 R$ 2,73 -2,50

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,22 ↓4,35%

Descrição: No pregão em análise, as ações preferenciais da Raízen S.A. lideraram as perdas do levantamento, ocupando a 1ª posição do ranking. Os papéis encerraram a sessão cotados a R$ 0,22, registrando uma expressiva desvalorização diária de 4,35%, o que equivale a um decréscimo absoluto de R$ 0,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 0,23. Ao longo do dia, o ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 0,22 e a máxima de R$ 0,24, demonstrando forte pressão vendedora ao fechar exatamente na mínima da sessão. Sob a perspectiva de liquidez, a companhia movimentou um volume expressivo de 25.582.900 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 5.628.238,00. Na análise técnica de médio e longo prazo, a cotação atual coincide rigorosamente com a mínima de 52 semanas (R$ 0,22), afastando-se substancialmente da máxima de 52 semanas registrada em R$ 1,42, sinalizando um cenário desafiador para a precificação de mercado do ativo.

A Raízen S.A. é uma das maiores empresas de energia do Brasil, joint venture entre a Cosan e a Shell, com forte atuação integrada na produção de açúcar, etanol, bioenergia e distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na desalavancagem financeira e na expansão de sua capacidade de produção de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando atender à crescente demanda global por biocombustíveis e descarbonização industrial.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,64 ↓3,65%

Descrição: Na segunda posição do ranking de desvalorizações diárias figuram as ações ordinárias da Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (GPA), que fecharam o pregão cotadas a R$ 2,64. O ativo apresentou um recuo de 3,65%, representando uma redução nominal de R$ 0,10 por papel quando comparado ao fechamento do dia anterior, estabelecido em R$ 2,74. A dinâmica intradiária evidenciou uma mínima de R$ 2,63 e uma máxima de R$ 2,76, refletindo a volatilidade característica do setor varejista alimentar. Em termos operacionais e de liquidez no mercado acionário, foram negociadas 2.606.200 ações ao longo do dia, gerando um volume financeiro consolidado de R$ 6.880.368,00. No horizonte anual de 52 semanas, o papel transaciona em patamar intermediário, posicionando-se acima de sua mínima anual de R$ 1,40, porém ainda significativamente distante da máxima anual de R$ 4,60, evidenciando o processo de reprecificação e reestruturação enfrentado pela varejista.

A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) é um dos grupos pioneiros e mais relevantes no setor de varejo alimentar no Brasil, operando redes consolidadas como Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Extra Mercado. Em suas movimentações mais recentes, o grupo vem executando um plano estratégico focado em corte de custos, venda de ativos não essenciais e melhoria das margens operacionais no formato de proximidade e supermercados premium.

3º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 10,64 ↓3,45%

Descrição: Ocupando o 3º lugar entre as principais baixas observadas no período, os papéis ordinários da Lojas Renner S.A. encerraram as negociações ao preço de R$ 10,64. Esse valor representa uma retração de 3,45% no dia, correspondendo a uma perda nominal de R$ 0,38 frente ao preço de fechamento anterior, que fora de R$ 11,02. Durante o pregão, a ação tocou a máxima de R$ 11,07 antes de ceder até a mínima diária de R$ 10,64, encerrando a jornada em seu patamar mais baixo. A liquidez do ativo foi bastante elevada, registrando a negociação de 18.467.200 ações e um volume financeiro total expressivo de R$ 196.491.008,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o valor de R$ 10,64 estabelece uma nova mínima para o período, ficando consideravelmente aquém da máxima anual de R$ 16,51, refletindo o cenário de cautela do mercado em relação ao varejo de vestuário e consumo discricionário.

A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda omnicanal do Brasil, controlando marcas consagradas como Renner, Camicado, Youcom e a instituição financeira Realize CFI. Entre os destaques recentes, a companhia intensificou investimentos em logística automatizada e transformação digital, buscando otimizar estoques e proteger sua rentabilidade diante da concorrência de plataformas internacionais de comércio eletrônico.

4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 5,04 ↓3,08%

Descrição: Na 4ª colocação do ranking, as ações preferenciais classe A da petroquímica Braskem S.A. finalizaram a sessão cotadas em R$ 5,04, acumulando uma variação negativa de 3,08%. Em termos monetários, a queda representou uma redução de R$ 0,16 por ação em comparação ao fechamento anterior fixado em R$ 5,20. O ativo registrou uma faixa de negociação intradiária entre a mínima de R$ 4,95 e a máxima de R$ 5,27. A atividade no pregão resultou em 6.331.900 ações negociadas, o que movimentou um montante financeiro total de R$ 31.912.776,00. Analisando o comportamento histórico de 52 semanas, a cotação de R$ 5,04 encontra-se próxima à mínima anual de R$ 4,70 e distante da cotação máxima de R$ 13,78 registrada no ciclo, evidenciando os impactos do ciclo petroquímico global desfavorável e das incertezas societárias que cercam a companhia.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, com unidades industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Alemanha. No noticiário recente, o mercado acompanha com atenção as negociações envolvendo a reestruturação acionária da empresa e o andamento das indenizações e acordos socioambientais vinculados ao evento geológico em Maceió.

5º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,90 ↓2,95%

Descrição: Registrando a 5ª posição entre as variações negativas, as ações ordinárias da Sendas Distribuidora S.A. (Assaí Atacadista) fecharam o dia negociadas a R$ 7,90, o que configura um recuo percentual de 2,95%. A retração absoluta foi de R$ 0,24 em comparação à cotação de fechamento anterior de R$ 8,14. O intervalo de oscilação do ativo no pregão compreendeu a mínima de R$ 7,88 e a máxima de R$ 8,18. O volume de ações transacionadas alcançou a marca de 10.974.500 unidades, gerando um giro financeiro robusto de R$ 86.698.550,00. No comparativo do intervalo de 52 semanas, o papel transaciona acima da sua cotação mínima de R$ 6,91, contudo permanece abaixo do teto anual de R$ 10,62, refletindo o cenário de desalavancagem e ajuste operacional pós-conversão das antigas unidades de hipermercado adquiridas.

A Sendas Distribuidora S.A. (Assaí Atacadista) é uma das maiores empresas de atacarejo (cash and carry) do território nacional, atendendo consumidores finais e micro e pequenos empresários em diversos estados brasileiros. Recentemente, a companhia tem concentrado seus esforços na maturação das lojas convertidas, na geração de caixa livre para redução do endividamento e no controle rígido de despesas operacionais.

6º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 32,47 ↓2,87%

Descrição: Posicionada em 6º lugar no levantamento diário, a Localiza Rent a Car S.A. teve seus papéis ordinários cotados a R$ 32,47 no encerramento do pregão, registrando uma baixa de 2,87%. A depreciação financeira representou uma perda de R$ 0,96 por papel em relação ao preço de fechamento do dia anterior, que fora de R$ 33,43. As negociações diárias fluctuaram entre a mínima de R$ 32,47 — patamar no qual o ativo encerrou o dia — e a máxima de R$ 33,68. O papel demonstrou altíssima liquidez de mercado, registrando a circulação de 10.129.500 ações e movimentando a expressiva cifra de R$ 328.904.865,00, a maior do grupo analisado. Na janela anual de 52 semanas, a ação opera próxima da mínima do período (R$ 29,98) e substancialmente aquém da máxima anual de R$ 52,69, espelhando os impactos de taxas de juros e depreciação da frota de veículos seminovos.

A Localiza Rent a Car S.A. é a empresa líder no setor de locação de veículos e gestão de frotas na América Latina, contando com uma ampla rede de agências e lojas de Seminovos. Notícias recentes apontam que a gestão da companhia vem implementando estratégias rigorosas de precificação de diárias e renovação de frota para mitigar a volatilidade nos preços de revenda de veículos usados.

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,13 ↓2,80%

Descrição: Na 7ª colocação entre as desvalorizações da sessão, as ações ordinárias da Cosan S.A. fecharam cotadas a R$ 3,13, sofrendo uma queda percentual de 2,80%. Isso representou um recuo de R$ 0,09 em relação ao preço de fechamento antecedente de R$ 3,22. Ao longo das negociações, o papel bateu a mínima intradiária de R$ 3,09 e atingiu a máxima de R$ 3,35. A ação registrou a maior liquidez em número de papéis entre os ativos listados, somando 37.529.600 ações negociadas e movimentando R$ 117.467.648,00 no mercado financeiro. No histórico de 52 semanas, o patamar de R$ 3,13 aproxima-se sensivelmente da mínima do ano (R$ 3,09), afastando-se bastante da máxima anual de R$ 8,03, ilustrando o impacto do endividamento da holding e da reavaliação de suas participações corporativas.

A Cosan S.A. é um dos principais conglomerados empresariais do Brasil, com investimentos estruturantes nos setores de energia, infraestrutura logística, distribuição de gás e lubrificantes através de subsidiárias como Raízen, Rumo, Compass e Moove. Nos últimos trimestres, a holding tem direcionado seus esforços para a redução da alavancagem corporativa e a otimização de seu portfólio de participações societárias.

8º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,26 ↓2,71%

Descrição: Ocupando o 8º lugar do ranking, a Rumo S.A. encerrou o dia com suas ações ordinárias cotadas a R$ 13,26, o que representou uma variação diária negativa de 2,71%. A perda financeira nominal atingiu R$ 0,37 por cotação frente ao fechamento do pregão anterior, estabelecido em R$ 13,63. Durante a sessão, o ativo atingiu a cotação mínima de R$ 13,18 e alcançou a máxima de R$ 13,68. O volume de ações movimentadas no dia somou 8.634.900 papéis, culminando em um volume financeiro transacionado de R$ 114.498.774,00. Sob o ângulo dos extremos de 52 semanas, a cotação de R$ 13,26 situa-se acima da mínima anual de R$ 12,16, mas abaixo do pico anual de R$ 17,33, sinalizando um momento de acomodação após investimentos expressivos em expansão de malha e capacidade de transporte ferroviário.

A Rumo S.A. é a maior operadora ferroviária independente de logística do Brasil, exercendo papel estratégico no escoamento da produção agrícola nacional até os principais portos do país. Recentemente, a companhia tem divulgado avanços na construção da Ferrovia Estadual de Mato Grosso e investimentos na modernização de seus terminais e material rodante para ampliar o volume transportado de grãos.

9º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,17 ↓2,68%

Descrição: Posicionada na 9ª colocação, a produtora independente de óleo e gás PetroRecôncavo S.A. encerrou o pregão cotada em R$ 10,17, registrando uma baixa de 2,68%. Essa variação traduz-se em uma retração de R$ 0,28 por papel frente ao valor de fechamento prévio de R$ 10,45. No decorrer do pregão, as ações da petroleira oscilaram entre a mínima de R$ 10,15 e a máxima de R$ 10,47. Com relação à liquidez, foram negociadas 1.609.200 ações ao longo do dia, perfazendo um volume financeiro total de R$ 16.365.564,00. No retrospecto de 52 semanas, o valor atual situa-se próximo ao piso do intervalo anual (mínima de R$ 9,18) e distante da máxima de R$ 14,24, refletindo a volatilidade dos preços internacionais das commodities energéticas e o ritmo de entrega de produção dos campos terrestres da operadora.

A PetroRecôncavo S.A. é uma das companhias líderes na exploração e produção de petróleo e gás natural em bacias maduras terrestres (onshore) no Brasil, operando principalmente nas bacias Potiguar e do Recôncavo. Dentre os fatos recentes relevantes, a empresa tem focado na melhoria da eficiência operacional de seus poços, na monetização de sua produção de gás natural e na extensão de vida útil de seus ativos.

10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 2,73 ↓2,50%

Descrição: Encerrando a lista na 10ª posição das maiores quedas da sessão, as ações ordinárias da Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. fecharam o dia avaliadas a R$ 2,73, acusando uma desvalorização de 2,50%. O decréscimo em moeda corrente foi de R$ 0,07 em comparação ao preço de fechamento do dia anterior, fixado em R$ 2,80. O ativo transitou no pregão entre o piso mínimo de R$ 2,73 — fechando exatamente na mínima diária — e o teto máximo de R$ 2,83. O volume transacionado totalizou 11.663.700 ações, resultando em um giro de recursos de R$ 31.841.901,00. Na janela de 52 semanas, o valor de R$ 2,73 aproxima-se criticamente de sua mínima anual de R$ 2,68, permanecendo distante da máxima de R$ 4,92, ilustrando a cautela do mercado perante a renovação de frota corporativa e a taxa de retorno do capital investido.

A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., controlada pelo Grupo Simpar, é a empresa líder no mercado brasileiro de locação e comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos pesados. Em seus movimentos estratégicos recentes, a empresa tem priorizado a disciplina de capital, a reorganização de concessionárias e a ampliação de contratos de locação de longo prazo com clientes corporativos do agronegócio e infraestrutura.

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