Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TRBL11 | R$ 51,10 | 8,72 |
| 2 | TRXF11 | R$ 75,89 | 8,24 |
| 3 | ITRI11 | R$ 79,00 | 2,89 |
| 4 | CLIN11 | R$ 86,10 | 2,77 |
| 5 | RBFM11 | R$ 9,80 | 2,40 |
| 6 | URPR11 | R$ 20,36 | 2,06 |
| 7 | PORD11 | R$ 8,43 | 1,93 |
| 8 | RZAK11 | R$ 78,36 | 1,93 |
| 9 | HGRE11 | R$ 115,62 | 1,87 |
| 10 | KNHF11 | R$ 91,25 | 1,66 |
1º – FII TELLUS RIO BRAVO RENDA LOG CEF (TRBL11) | R$ 51,10 ↑8,72%
Descrição: O fundo imobiliário encerrou o pregão cotado a R$ 51,10, liderando os ganhos da sessão com uma expressiva valorização de 8,72%, o que representa uma elevação absoluta de R$ 4,10 em relação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 47,00. A movimentação intradiária apresentou mínima de R$ 46,69 e atingiu sua máxima exatamente no preço de fechamento de R$ 51,10. Durante a sessão, foram negociadas 18.964 cotas, movimentando um volume financeiro total de R$ 969.060,40. Ao analisar o comportamento histórico em 52 semanas, o ativo transita entre a cotação mínima de R$ 43,67 e a máxima de R$ 82,51, sinalizando recuperação relevante frente ao piso do período com ampliação expressiva de liquidez compradora nesta jornada de negociação.
O FII Tellus Rio Bravo Renda Logística é um fundo imobiliário focado no segmento de galpões logísticos e industriais, visando renda e valorização de capital por meio da locação de ativos imobiliários estratégicos. Recentemente, a gestão tem focado na otimização de contratos de locação e redução da vacância de seu portfólio.
2º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 75,89 ↑8,24%
Descrição: O ativo TRXF11 registrou forte movimento de alta ao fechar a R$ 75,89, avanço de 8,24% equivalente a um ganho nominal de R$ 5,78 ante o fechamento precedente de R$ 70,11. O fundo abriu espaço para forte liquidez, transacionando 1.236.878 cotas e gerando um expressivo volume financeiro de R$ 93.866.671,42. No intraday, o papel registrou mínima de R$ 70,11 e tocou a máxima de R$ 76,44. No recorte das últimas 52 semanas de negociação, o ativo acumula mínima de R$ 68,86 e máxima de R$ 92,30, posicionando-se em nível intermediário em relação ao seu teto histórico recente com grande destaque de giro de capital no mercado secundário.
O TRX Real Estate FII tem como estratégia principal o investimento em imóveis comerciais urbanos locados para grandes empresas por meio de contratos atípicos de longo prazo. Em notícias recentes, o fundo concluiu captações relevantes para a aquisição de novos ativos locados para gigantes do setor varejista.
3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 79,00 ↑2,89%
Descrição: O fundo encerrou as negociações negociado a R$ 79,00, correspondendo a uma variação positiva de 2,89% e um incremento financeiro de R$ 2,22 sobre o fechamento anterior de R$ 76,78. O preço oscilou entre a mínima diária de R$ 76,39 e a máxima de R$ 79,00, coincidindo com o patamar de fechamento. O volume de cotas transacionadas alcançou 10.661 unidades, totalizando um montante financeiro negociado de R$ 842.219,00 na sessão. Observando a janela de 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 66,29 e o teto de R$ 87,37, mantendo trajetória ascendente e consistente no mercado à vista.
O Itaú Total Return é um fundo imobiliário gerido pelo Itaú que adota estratégia híbrida e diversificada de investimento em ativos reais e títulos de crédito imobiliário. Notícias recentes destacam a manutenção da regularidade e estabilidade na distribuição de dividendos mensais aos seus cotistas.
4º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 86,10 ↑2,77%
Descrição: Encerrando a sessão a R$ 86,10, o CLIN11 acumulou alta de 2,77%, o que representa um acréscimo de R$ 2,32 em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 83,78. Na dinâmica do pregão, a menor cotação registrada foi de R$ 85,36, enquanto a máxima tocou o valor de fechamento em R$ 86,10. Foram movimentadas 7.409 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 637.914,90 no período de negociação. Os dados históricos de mínima e máxima de 52 semanas não se encontram disponíveis para o ativo na base observada, porém o desempenho intradiário demonstrou firme pressão compradora ao longo do dia.
O Clave Índices de Preços é um fundo de papel gerido pela Clave Capital, direcionado à aplicação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atrelados à inflação. Recentemente, a gestora divulgou relatório informando a alocação de recursos em papéis de crédito privado de perfil defensivo.
5º – RIO BRAVO MULTI FII RESP LIM (RBFM11) | R$ 9,80 ↑2,40%
Descrição: O fundo encerrou cotado a R$ 9,80, apresentando valorização de 2,40% e ganho nominal de R$ 0,23 frente à cotação prévia de R$ 9,57. Durante as operações do dia, oscilou entre a mínima de R$ 9,44 e a máxima de R$ 9,97. O volume totalizou 96.768 cotas negociadas, perfazendo um montante financeiro de R$ 948.326,40. Na métrica anual de 52 semanas, o ativo apresenta piso de R$ 8,17 e teto de R$ 11,12, mantendo padrão de recuperação de preços com volume financeiro representativo e sustentação acima das médias móveis de curto prazo.
O Rio Bravo Renda Corporativa é um fundo gerido pela Rio Bravo Investimentos focado no segmento de lajes corporativas e imóveis para renda. A gestora anunciou recentemente iniciativas voltadas à renegociação de contratos de locação para preservar taxas de ocupação em seus edifícios.
6º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 20,36 ↑2,06%
Descrição: O ativo URPR11 finalizou o dia no valor de R$ 20,36, computando elevação de 2,06% que equivale ao acréscimo de R$ 0,41 sobre a cotação de fechamento anterior registrada a R$ 19,95. Durante a sessão, o fundo marcou mínima de R$ 19,84 e máxima de R$ 20,75. O total de cotas transacionadas foi de 20.388 unidades, resultando em um volume financeiro consolidado de R$ 415.099,68. Ao longo das 52 semanas precedentes, a cotação variou entre a mínima de R$ 17,65 e o patamar máximo de R$ 40,57, indicando consolidação de suporte no patamar atual.
O Urca Prime Renda é um fundo imobiliário com mandato voltado a operações de crédito estruturado e certificados imobiliários com foco em taxas atrativas. Notícias recentes pontuam a reorganização e amortização periódica de ativos para manutenção do fluxo de proventos aos investidores.
7º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS (PORD11) | R$ 8,43 ↑1,93%
Descrição: Cotado a R$ 8,43 no encerramento, o fundo registrou ganho de 1,93%, com variação monetária positiva de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,27. O ativo operou entre a mínima de R$ 8,28 e atingiu a máxima de R$ 8,43 no fechamento, que coincide também com a cotação máxima atingida na janela de 52 semanas. Foram transacionadas 82.465 cotas, acumulando volume financeiro de R$ 695.179,95. No histórico de um ano, o ativo oscilou de R$ 6,78 até os atuais R$ 8,43, demonstrando forte recuperação técnica e rompimento de topo no período.
O Polo FII Recebíveis Imobiliários investe predominantemente em títulos de dívida imobiliária e CRIs de médio e alto rendimento. A administração do fundo divulgou recentemente atualização de carteira indicando aumento das taxas médias de retorno dos títulos em carteira.
8º – RIZA AKIN FII CF (RZAK11) | R$ 78,36 ↑1,93%
Descrição: O RZAK11 encerrou a sessão no patamar de R$ 78,36, anotando avanço percentual de 1,93% e incremento de R$ 1,48 sobre a cotação prévia de R$ 76,88. A mínima diária estabeleceu-se em R$ 76,90, enquanto a máxima foi fixada em R$ 78,36. O número de cotas negociadas no mercado secundário totalizou 13.094 unidades, correspondendo a um giro financeiro de R$ 1.026.045,84. Na análise de amplitude de 52 semanas, o fundo transitou entre o piso de R$ 67,91 e a máxima de R$ 81,67, aproximando-se de seus patamares de topo recente após fluxo constante de compras.
O Riza Akin é um fundo focado em crédito imobiliário de alta remuneração e operações de securitização estruturada gerido pela Riza Asset. Recentemente, a gestora comunicou ao mercado o recebimento integral de proventos e juros de sua carteira de debêntures e títulos imobiliários.
9º – PATRIA ESCRITORIOS FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 115,62 ↑1,87%
Descrição: O fundo encerrou cotado a R$ 115,62, registrando alta de 1,87% e valorização de R$ 2,12 em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 113,50. O papel oscilou entre a mínima intraday de R$ 113,52 e máxima de R$ 116,23. Foram negociadas 19.424 cotas, movimentando montante financeiro expressivo de R$ 2.245.802,88. No espectro temporal de 52 semanas, o fundo acumula cotação mínima de R$ 99,97 e máxima de R$ 128,69, mantendo-se como um dos ativos de maior relevância e robustez transacional no segmento de escritórios comerciais.
O Pátria Escritórios (antigo CSHG Real Estate) possui foco no segmento de lajes corporativas premium nos principais eixos econômicos de São Paulo e Rio de Janeiro. Notícias recentes abordam o andamento de desinvestimentos pontuais de ativos não essenciais para destravar valor aos cotistas.
10º – KINEA HEDGE FUND FDO INV IMOB CEF (KNHF11) | R$ 91,25 ↑1,66%
Descrição: O fundo KNHF11 concluiu as negociações a R$ 91,25, registrando variação positiva de 1,66%, o que representa avanço de R$ 1,49 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 89,76. A oscilação diária do papel estabeleceu mínima de R$ 89,52 e máxima de R$ 91,31. Com 70.198 cotas negociadas ao longo do dia, o volume financeiro atingiu R$ 6.405.567,50. Em relação ao intervalo de 52 semanas, o fundo registrou piso de R$ 78,97 e topo de R$ 96,94, demonstrando solidez e liquidez contínua no mercado imobiliário.
O Kinea Hedge Fund é gerido pela Kinea Investimentos e adota uma gestão ativa multiestratégia, combinando CRIs, cotas de outros fundos e ações imobiliárias. Recentemente, a gestora reportou aumento na alocação em ativos com proteção contra a inflação para mitigar a volatilidade dos juros.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MFII11 | R$ 37,20 | -5,08 |
| 2 | PSEC11 | R$ 49,95 | -2,63 |
| 3 | BCRI11 | R$ 55,87 | -1,81 |
| 4 | VCJR11 | R$ 67,12 | -1,68 |
| 5 | BLMG11 | R$ 30,40 | -1,62 |
| 6 | PATL11 | R$ 64,15 | -1,26 |
| 7 | PCIP11 | R$ 72,12 | -1,21 |
| 8 | RBRR11 | R$ 73,79 | -0,87 |
| 9 | AIEC11 | R$ 65,10 | -0,76 |
| 10 | OUJP11 | R$ 67,50 | -0,74 |
1º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I (MFII11) | R$ 37,20 ↓5,08%
Descrição: O fundo imobiliário Mérito Desenvolvimento Imobiliário I (MFII11) encerrou o último pregão cotado a R$ 37,20, registrando uma expressiva desvalorização de 5,08%, o que representa um recuo nominal de R$ 1,99 frente ao fechamento anterior de R$ 39,19. Ao longo da sessão de negociação, o ativo demonstrou volatilidade moderada, oscilando entre a mínima diária de R$ 36,20 e a máxima de R$ 39,55. O volume transacionado totalizou 12.390 cotas, gerando uma movimentação financeira de R$ 460.908,00, situando o fundo na 1ª posição do ranking de maiores quedas do período analisado. Ao avaliar a performance histórica em uma janela temporal de 52 semanas, observa-se que o papel transitou entre a mínima de R$ 27,40 e a máxima de R$ 73,79. A cotação atual reflete uma expressiva distância em relação aos picos anuais, evidenciando o ambiente desafiador enfrentado pelo setor de desenvolvimento e a sensibilidade dos investidores em relação aos ativos imobiliários residenciais e loteamentos de ciclo longo.
O MFII11 é um fundo imobiliário focado no segmento de desenvolvimento imobiliário residencial e comercial, com ênfase em projetos de loteamento e construção civil em diversas regiões do Brasil. Em suas divulgações recentes, a gestão tem detalhado o andamento físico e as vendas de suas obras em carteira, buscando manter a regularidade na distribuição de rendimentos aos cotistas.
2º – PATRIA SECURITIES FII CF (PSEC11) | R$ 49,95 ↓2,63%
Descrição: O fundo Patria Securities FII CF (PSEC11) finalizou a sessão negociado a R$ 49,95, apresentando uma baixa de 2,63%, correspondente a uma variação negativa de R$ 1,35 em relação ao fechamento anterior registrado em R$ 51,30. Durante o dia, as cotações oscilaram entre o piso de R$ 49,73 e a máxima de R$ 51,30. A liquidez do ativo se destacou no mercado secundário, registrando a negociação de 62.077 cotas e alcançando um expressivo volume financeiro de R$ 3.100.746,15, ocupando a 2ª posição no ranking diário. No horizonte de 52 semanas, a cotação do fundo variou entre a mínima de R$ 48,05 e a máxima de R$ 61,17. A proximidade do valor atual em relação à mínima anual reforça a pressão vendedora recente sobre a carteira de títulos e valores mobiliários, demandando cautela e acompanhamento contínuo por parte dos alocadores institucionais e pessoas físicas.
O PSEC11 é um fundo de investimento imobiliário gerido pelo Pátria Investimentos, com mandato voltado principalmente à aplicação em cotas de outros fundos imobiliários e títulos de dívida imobiliária com foco em ganho de capital e geração de renda. Entre os acontecimentos recentes, o fundo concluiu ajustes estratégicos em sua carteira para otimizar o carrego de juros e mitigar os efeitos de volatilidade no mercado de capitais.
3º – BANESTES RECEBIVEIS IMOB FII (BCRI11) | R$ 55,87 ↓1,81%
Descrição: O Banestes Recebíveis Imobiliários FII (BCRI11) encerrou o pregão cotado a R$ 55,87, sofrendo uma retração de 1,81%, o que equivale a uma redução de R$ 1,03 sobre a cotação de fechamento anterior de R$ 56,90. Durante a jornada, o ativo atingiu a cotação mínima de R$ 55,71 e a máxima de R$ 57,10. Foram movimentadas 6.668 cotas ao longo da sessão, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 372.541,16, o que posicionou o fundo na 3ª colocação do ranking de desvalorização. Analisando o intervalo das últimas 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 54,03 e o teto de R$ 66,20. O desempenho atual reflete a constante reprecificação do risco de crédito privado no setor de recebíveis, com os investidores monitorando rigorosamente as garantias e o índice de adimplência dos Certificados de Recebíveis Imobiliários que compõem o patrimônio líquido do fundo.
O BCRI11 é gerido pelo Banestes DTVM e atua predominantemente no segmento de títulos e valores mobiliários, alocando seus recursos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) com garantias reais. Recentemente, a gestão reportou a manutenção do fluxo de pagamento dos cupons de juros da carteira e informou ao mercado sobre a amortização ordinária de determinadas operações de crédito imobiliário.
4º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 67,12 ↓1,68%
Descrição: O fundo Vectis Juros Real FII CF (VCJR11) encerrou o dia cotado a R$ 67,12, registrando um declínio de 1,68%, que representou uma perda monetária de R$ 1,15 em comparação ao valor de fechamento anterior de R$ 68,27. Durante as negociações intradiárias, o fundo testou a mínima de R$ 66,81 e alcançou a máxima de R$ 69,08. A sessão foi marcada por robusta liquidez, com 88.007 cotas trocando de titularidade, totalizando um volume financeiro de R$ 5.907.029,84, garantindo a 4ª posição no ranking. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo transitou entre a cotação mínima de R$ 64,12 e a máxima de R$ 76,93. A oscilação negativa observada no pregão reflete os ajustes nas curvas de juros futuros e nas expectativas de inflação, fatores determinantes para a rentabilidade da carteira indexada majoritariamente ao IPCA.
O VCJR11 é um fundo imobiliário de papel sob gestão da Vectis Gestão, com foco primordial na aquisição de títulos de dívida imobiliária de alta qualidade de crédito e com taxas atreladas à inflação real. Dentre as notícias recentes, a administração comunicou a conclusão de novas alocações primárias em CRIs corporativos para diversificação setorial da carteira.
5º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 30,40 ↓1,62%
Descrição: O BlueMacaw Logística FII CF (BLMG11) finalizou as negociações do dia com o valor de R$ 30,40, apontando uma desvalorização de 1,62%, com queda de R$ 0,50 frente ao fechamento anterior de R$ 30,90. Na sessão, o fundo registrou a mínima diária de R$ 30,28 e a máxima de R$ 30,97. A liquidez diária somou 4.737 cotas negociadas, correspondendo a um giro financeiro de R$ 144.004,80, consolidando o fundo na 5ª posição do levantamento. Em relação ao histórico de 52 semanas, o ativo marcou mínima de R$ 26,96 e máxima de R$ 34,75. O nível de preços praticado atualmente reflete as pressões setoriais sobre galpões logísticos e os custos de manutenção da dívida do portfólio, exigindo do investidor análise aprofundada quanto à ocupação e ao cronograma de amortização das obrigações do fundo.
O BLMG11 tem como foco a aquisição e exploração comercial de ativos imobiliários destinados à armazenagem logística e centros de distribuição de padrão classe A. Em seus comunicados ao mercado, a gestora BlueMacaw informou sobre o andamento das negociações revisionais de aluguel e as tratativas para refinanciamento de alavancagens de seus ativos.
6º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%
Descrição: O Patria Logística Fundo de Investimento Imobiliário CF (PATL11) fechou o pregão cotado a R$ 64,15, acusando uma retração de 1,26%, o que representa um decréscimo de R$ 0,82 em relação ao fechamento antecedente de R$ 64,97. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93. O volume transacionado totalizou 51.942 cotas, correspondendo a um montante negociado de R$ 3.332.079,30, colocando o fundo na 6ª posição do ranking diário. No retrospecto de 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 47,48 e o teto de R$ 64,93. A proximidade da cotação com a máxima anual indica uma trajetória de recuperação sustentada no médio prazo, ainda que o pregão tenha registrado realizações pontuais de lucros por parte dos investidores institucionais.
O PATL11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no segmento logístico e industrial, cujos imóveis estão estrategicamente localizados próximos a grandes eixos rodoviários e centros de consumo. Recentemente, a gestão do Pátria anunciou a renovação antecipada de contratos de locação de galpões e a manutenção de uma baixa taxa de vacância física.
7º – PATRIA CI INDICE DE PRECOS FII CF (PCIP11) | R$ 72,12 ↓1,21%
Descrição: O Patria CI Índice de Preços FII CF (PCIP11) concluiu a sessão cotado em R$ 72,12, registrando uma baixa de 1,21%, correspondendo a um recuo absoluto de R$ 0,88 diante do fechamento anterior fixado em R$ 73,00. As negociações diárias fluctuaram entre o valor mínimo de R$ 71,92 e a máxima de R$ 73,79. Houve a negociação de 43.006 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 3.101.592,72, o que garantiu a 7ª colocação no ranking de oscilações do mercado. No panorama das últimas 52 semanas, o fundo acumulou mínima de R$ 69,26 e máxima de R$ 84,29. Os números do pregão refletem o comportamento cauteloso do mercado de renda fixa imobiliária, condicionado à dinâmica dos índices de preços e às projeções macroeconômicas para as taxas de juros de longo prazo.
O PCIP11 tem seu mandato focado no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários atrelados à inflação (IPCA), priorizando ativos com sólidas estruturas de crédito e garantias reais robustas. Em seu relatório gerencial mais recente, o fundo destacou o recebimento integral de amortizações programadas e a estabilidade na geração de proventos aos cotistas.
8º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 73,79 ↓0,87%
Descrição: O FII RBR Rendimento High Grade CF (RBRR11) encerrou o dia negociado a R$ 73,79, registrando uma desvalorização de 0,87%, o que equivale a uma variação negativa de R$ 0,65 frente ao valor de fechamento prévio de R$ 74,44. Na jornada, o ativo apresentou mínima de R$ 73,26 e máxima de R$ 74,54. O volume negociado foi bastante expressivo, somando 75.673 cotas e movimentando um total de R$ 5.583.910,67, colocando o ativo no 8º lugar do ranking de desempenho do pregão. No período de 52 semanas, as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 72,39 e a máxima de R$ 84,70. Por se tratar de um veículo classificado como high grade, a oscilação contida reflete a resiliência estrutural da carteira de crédito diante das flutuações macroeconômicas.
O RBRR11 é gerido pela RBR Asset Management e concentra suas alocações em títulos de dívida imobiliária (CRI) emitidos por devedores de primeira linha e com risco de crédito mitigado por robustas garantias. Notícias recentes veiculadas pela gestora confirmam a contínua reciclagem da carteira com spreads atrativos e preservação do patrimônio líquido.
9º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 65,10 ↓0,76%
Descrição: O Autonomy Edifícios Corporativos FII CF (AIEC11) concluiu a sessão cotado a R$ 65,10, apresentando uma retração marginal de 0,76%, correspondente a uma baixa de R$ 0,50 frente ao fechamento anterior de R$ 65,60. Durante as negociações, o papel atingiu a mínima de R$ 64,47 e atingiu a máxima de R$ 65,60. O volume negociado foi de 5.170 cotas, gerando um movimento financeiro de R$ 336.567,00, figurando na 9ª posição do ranking. Em um intervalo de 52 semanas, o fundo transitou entre a mínima de R$ 42,90 e a máxima de R$ 65,60. A permanência do ativo nas proximidades de sua máxima de 52 semanas evidencia a consistência da tese de recuperação de lajes corporativas premium, mesmo diante de pequenos ajustes intradia no mercado secundário.
O AIEC11 é especializado na aquisição e gestão de edifícios corporativos de alto padrão construtivo (Triple A), focando em contratos de locação atípicos e inquilinos multinacionais. Recentemente, a administração do fundo divulgou atualizações positivas a respeito da ocupação de seus edifícios e o recebimento pontual de receitas locatícias.
10º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 67,50 ↓0,74%
Descrição: O Ourinvest JPP Fundo de Investimento Imobiliário CF (OUJP11) encerrou o último pregão negociado a R$ 67,50, marcando uma leve queda de 0,74%, correspondente a uma desvalorização de R$ 0,50 sobre o fechamento anterior de R$ 68,00. O ativo registrou mínima intradiária de R$ 67,05 e máxima de R$ 68,57. Ao longo do dia, foram transacionadas 6.101 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 411.817,50, o que posicionou o fundo na 10ª colocação do ranking diário de variações. Ao analisar a janela histórica de 52 semanas, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 63,64 e a máxima de R$ 84,94. O comportamento moderado dos preços reforça o perfil defensivo do ativo, acompanhado de perto por investidores em busca de renda recorrente e previsibilidade de fluxo de caixa no longo prazo.
O OUJP11 é gerido pela JPP Capital e atua predominantemente no segmento de recebíveis imobiliários, aplicando seu capital em uma carteira diversificada de CRIs e outros títulos de lastro imobiliário. Em seus relatórios periódicos recentes, a gestão ressaltou a boa performance de adimplência dos emissores e a manutenção das taxas médias da carteira.