Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 02/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 PRIO3 R$ 57,24 5,05%
2 PETR3 R$ 44,81 4,87%
3 PETR4 R$ 41,12 4,55%
4 B3SA3 R$ 18,53 3,52%
5 BRAV3 R$ 19,24 3,22%
6 RAIZ4 R$ 0,65 3,17%
7 RECV3 R$ 12,62 2,44%
8 RENT3 R$ 51,93 2,31%
9 SMTO3 R$ 18,37 2,28%
10 AXIA3 R$ 62,32 1,71%

1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 57,24 ↑ 5,05%

Descrição: A PRIO (ex-PetroRio) liderou as altas do dia com uma performance robusta de 5,05%. O papel encerrou cotado a R$ 57,24, aproximando-se de sua máxima histórica em 52 semanas, que é de R$ 58,13. Durante o pregão, a ação demonstrou força compradora ao oscilar entre a mínima de R$ 56,62 e a máxima de R$ 58,13. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 1,64 bilhão, o que reflete o alto interesse institucional no ativo. O fechamento anterior estava em R$ 54,49, evidenciando um salto nominal de R$ 2,75 por ação. Com um volume de 28,6 milhões de papéis negociados, a companhia reafirma sua posição como uma das favoritas no setor de exploração e produção de petróleo. Comparando com sua mínima anual de R$ 32,68, a valorização acumulada é notável, colocando a empresa no topo do ranking de performance desta sessão.

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, focada na gestão de reservatórios e no desenvolvimento de campos maduros. Recentemente, a empresa anunciou dados operacionais sólidos referentes à produção diária em seus principais campos, como Frade e Albacora Leste, o que tem animado analistas quanto à eficiência de extração e controle de custos da companhia.


2º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 44,81 ↑ 4,87%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) apresentaram um desempenho sólido, registrando uma variação positiva de 4,87%. O ativo fechou o dia em R$ 44,81, muito próximo de sua máxima em 52 semanas (R$ 45,00), sinalizando uma tendência de alta consistente. O volume negociado atingiu R$ 691,1 milhões, com mais de 15,4 milhões de ações trocando de mãos. Ao longo do dia, o papel encontrou suporte em R$ 43,90 e atingiu o teto de R$ 45,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 42,73, o ganho real foi de R$ 2,08 por ação. Este movimento de valorização coloca a estatal em uma posição privilegiada no mercado, especialmente considerando que sua mínima anual foi de R$ 29,34. A volatilidade intraday foi controlada, e a pressão compradora se manteve firme até o leilão de fechamento, garantindo a segunda posição no ranking de valorização do dia entre os ativos analisados.

A Petrobras é uma empresa de capital misto que atua de forma integrada na indústria de óleo, gás e energia. Uma notícia recente de grande impacto foi a confirmação do pagamento de dividendos extraordinários, além da continuidade dos investimentos previstos no Plano Estratégico para a exploração da Margem Equatorial.


3º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 41,12 ↑ 4,55%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o otimismo do setor, fechando o dia com alta de 4,55% a R$ 41,12. O volume de negócios para este ticker foi o maior da lista, totalizando R$ 3,19 bilhões, com 77,7 milhões de ações negociadas, o que demonstra a liquidez excepcional do papel. O preço de fechamento superou significativamente o valor anterior de R$ 39,33, com uma variação nominal de R$ 1,79. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 40,52 e atingiu uma nova máxima de 52 semanas em R$ 41,53. O patamar atual de preço está bem distante da mínima anual de R$ 27,30, refletindo a recuperação e a resiliência da companhia frente aos preços internacionais do barril de petróleo. A consistência entre as ações ordinárias e preferenciais sugere um movimento sistêmico de entrada de fluxo de capital no setor de energia.

A Petrobras é líder no segmento de refino e exploração em águas profundas no Brasil. No noticiário recente, a empresa destacou que atingiu recordes de processamento em suas refinarias, o que contribui para a geração de caixa e redução da dependência de importações de derivados de petróleo.


4º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 18,53 ↑ 3,52%

Descrição: A B3 S.A. registrou uma valorização de 3,52%, encerrando o pregão cotada a R$ 18,53. O desempenho do dia foi marcado por uma variação nominal de R$ 0,63 em relação ao fechamento anterior de R$ 17,90. O volume financeiro movimentado foi de R$ 553,2 milhões, com um total de 29,8 milhões de ações negociadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 17,49 e a máxima de R$ 18,63, sendo que este valor máximo coincide com a maior cotação registrada nas últimas 52 semanas. Este dado é particularmente relevante, pois indica que a empresa está operando em seu nível mais alto de preço no último ano. A mínima de 52 semanas está situada em R$ 9,73, o que mostra uma recuperação de quase 100% no período. O interesse pelo ativo reflete a expectativa de aumento no volume médio diário de negociação (ADTV) no mercado de capitais brasileiro.

A B3 é a principal infraestrutura de mercado financeiro no Brasil, operando o sistema de negociação, compensação e depósito de ativos. Recentemente, a companhia anunciou o lançamento de novos produtos, como contratos futuros de criptoativos, buscando diversificar sua receita e atrair mais investidores individuais.


5º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,24 ↑ 3,22%

Descrição: A Brava Energia (BRAV3) encerrou o dia com uma alta de 3,22%, posicionando-se como o quinto melhor desempenho da amostra. O valor da ação fechou em R$ 19,24, representando um aumento de R$ 0,60 frente aos R$ 18,64 do dia anterior. O volume negociado somou R$ 241 milhões, com 12,5 milhões de papéis movimentados. Durante o dia, a ação testou a mínima de R$ 19,11 e a máxima de R$ 19,57. É importante notar que, apesar da alta recente, o ativo ainda opera abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 23,70), embora esteja significativamente acima da mínima de R$ 13,29. Esse movimento sugere um processo de recuperação técnica. A empresa conseguiu atrair capital em um dia favorável para as petroleiras juniores, mantendo um spread saudável entre as ofertas de compra e venda ao longo da tarde.

A Brava Energia é resultado da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, consolidando-se como uma das maiores operadoras independentes do país. A notícia mais recente sobre a companhia envolve o início da integração operacional de seus ativos, visando capturar sinergias que podem ultrapassar R$ 1 bilhão nos próximos anos.


6º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,65 ↑ 3,17%

Descrição: A Raízen apresentou uma valorização percentual de 3,17%, terminando o dia cotada a R$ 0,65. Apesar do valor nominal baixo (conhecida no mercado como “penny stock”), a variação representou um ganho de R$ 0,02 por ação sobre o fechamento anterior de R$ 0,63. O volume de ações negociadas foi o segundo maior da lista, com 45,7 milhões de papéis, totalizando um giro financeiro de R$ 29,7 milhões. A máxima do dia chegou a R$ 0,68, enquanto a mínima tocou R$ 0,62. O papel ainda enfrenta desafios estruturais, visto que sua máxima de 52 semanas é de R$ 2,23, indicando uma desvalorização acentuada no longo prazo, embora a cotação atual esteja ligeiramente acima da mínima anual de R$ 0,58. O setor sucroenergético influenciou positivamente o movimento, impulsionado por expectativas nos preços do etanol e exportações de açúcar.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, sendo líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar. Recentemente, a empresa inaugurou sua segunda planta de Etanol de Segunda Geração (E2G), reforçando seu compromisso com a transição energética e atraindo investidores focados em ESG.


7º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,62 ↑ 2,44%

Descrição: A PetroRecôncavo fechou a sessão com alta de 2,44%, sendo negociada a R$ 12,62. O avanço nominal foi de R$ 0,30 em comparação ao fechamento anterior de R$ 12,32. Com um volume financeiro de R$ 102,2 milhões e 8,1 milhões de ações transacionadas, o ativo demonstrou liquidez moderada. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 12,38 e a máxima de R$ 12,92. O ativo encontra-se em um patramar intermediário de preço, considerando que sua máxima de 52 semanas é de R$ 14,63 e a mínima de R$ 9,43. A alta de hoje reflete o bom momento das petroleiras de menor porte (mid-caps), que se beneficiam da estabilidade dos preços do petróleo no mercado externo e de eficiências operacionais internas. O fechamento positivo ajuda a consolidar um suporte técnico importante na região dos R$ 12,00.

A PetroRecôncavo é especializada na revitalização e operação de campos maduros de petróleo e gás natural em bacias terrestres. A última notícia relevante da empresa foi a assinatura de um novo contrato de venda de gás natural, garantindo o escoamento de sua produção na região Nordeste por prazos mais longos.


8º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 51,93 ↑ 2,31%

Descrição: A Localiza, gigante do setor de locação, registrou alta de 2,31%, encerrando o dia a R$ 51,93. A variação nominal foi de R$ 1,17 sobre o preço anterior de R$ 50,76. O volume financeiro foi robusto, atingindo R$ 528,9 milhões, com 10,1 milhões de ações negociadas. O papel oscilou entre R$ 48,90 e R$ 52,25 ao longo da jornada. O ativo está operando muito próximo de sua máxima anual de R$ 53,00, o que demonstra uma forte tendência de recuperação após ter atingido a mínima de R$ 24,98 no último ano. Esse desempenho é um indicativo da confiança dos investidores na gestão da frota e na capacidade de repasse de preços da companhia. O volume financeiro acima de meio bilhão de reais coloca a Localiza entre as ações mais líquidas do Ibovespa nesta sessão.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, atuando também na gestão de frotas e venda de seminovos. Notícias recentes indicam que a empresa está expandindo suas operações de assinatura de veículos (Localiza Meoo), segmento que tem apresentado crescimento acelerado e margens atrativas.


9º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,37 ↑ 2,28%

Descrição: As ações da São Martinho subiram 2,28%, fechando a R$ 18,37. O ganho por ação foi de R$ 0,41 em relação aos R$ 17,96 do dia anterior. O giro financeiro foi de R$ 92,3 milhões, com 5 milhões de ações negociadas. No decorrer do dia, o papel teve sua mínima em R$ 17,65 e máxima em R$ 18,77. Comparado ao histórico de 52 semanas, o ativo está em uma posição intermediária, com máxima de R$ 22,23 e mínima de R$ 12,91. O setor de agronegócio, especificamente o sucroalcooleiro, apresentou um dia de alívio, beneficiado pela valorização de commodities correlatas. A São Martinho mantém uma estrutura de custos eficiente, o que atrai investidores em busca de proteção e dividendos no setor agrícola. O fechamento acima dos R$ 18,00 é visto como um sinal técnico positivo para o curto prazo.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana para produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Recentemente, a empresa anunciou investimentos em uma nova planta de processamento de milho para a produção de etanol, visando reduzir a sazonalidade da colheita de cana.


10º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 62,32 ↑ 1,71%

Descrição: A Eletrobras fechou o “top 10” com uma valorização de 1,71%, atingindo a cotação de R$ 62,32. O acréscimo nominal foi de R$ 1,05 em comparação ao fechamento anterior de R$ 61,27. O volume financeiro movimentado foi de R$ 448,7 milhões, com 7,2 milhões de ações negociadas. Durante a sessão, o ativo oscilou entre R$ 59,60 e R$ 62,70. Este fechamento coloca a ação muito próxima de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 63,14, consolidando um patamar de valorização consistente desde a mínima anual de R$ 27,52. A performance da empresa reflete o otimismo com a reestruturação após a privatização e o foco na venda de ativos não estratégicos para redução da dívida. O volume negociado mostra que o papel continua sendo um pilar central para os fundos de pensão e investidores de longo prazo.

A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina. No cenário atual, a companhia tem focado na simplificação de sua estrutura societária e, em notícia recente, confirmou a intenção de realizar novos PDVs (Programas de Demissão Voluntária) para otimizar suas despesas operacionais.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CVCB3 R$ 2,21 -3,91%
2 BRKM5 R$ 9,25 -3,55%
3 CSNA3 R$ 8,38 -2,78%
4 MULT3 R$ 34,22 -2,78%
5 MGLU3 R$ 9,10 -2,67%
6 CSAN3 R$ 6,13 -2,54%
7 POMO4 R$ 6,71 -2,47%
8 BEEF3 R$ 5,10 -2,30%
9 VIVT3 R$ 42,19 -2,29%
10 RADL3 R$ 24,51 -2,27%

1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,21 ↓ 3,91%

Descrição: A CVCB3 liderou as perdas do dia, encerrando a sessão cotada a R$ 2,21. O ativo demonstrou alta volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 2,19 e a máxima de R$ 2,27. Com um volume de 17.125.600 ações negociadas, a companhia movimentou aproximadamente R$ 37,8 milhões. Ao compararmos com o fechamento anterior de R$ 2,30, notamos uma pressão vendedora acentuada. No horizonte de 52 semanas, o papel permanece em uma zona intermediária, longe da máxima de R$ 2,79, mas sustentando-se acima da mínima de R$ 1,64. O fluxo de negociação reflete a sensibilidade do setor de turismo a indicadores macroeconômicos e variações cambiais, que impactam diretamente o custo operacional e a demanda por pacotes de viagens.

A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, atuando na intermediação de serviços de transporte, hospedagem e pacotes turísticos. Recentemente, a empresa tem focado em reperfilamento de dívida e fortalecimento de sua estrutura de capital através de follow-ons para otimizar sua liquidez.


2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,25 ↓ 3,55%

Descrição: As ações preferenciais da Braskem recuaram para R$ 9,25, após terem fechado o dia anterior em R$ 9,59. O volume financeiro negociado atingiu R$ 32.036.450,00, com 3.463.400 papéis trocando de mãos. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 9,13 e a máxima de R$ 9,48. O desempenho atual coloca o ativo consideravelmente abaixo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 12,59, aproximando-se da mínima anual de R$ 6,11. Esta desvalorização de 3,55% reflete o cenário desafiador para o setor petroquímico global, com spreads mais apertados e incertezas quanto à demanda industrial, além de questões corporativas internas que costumam elevar o prêmio de risco da companhia no mercado acionário brasileiro.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais players globais do setor petroquímico. A última notícia relevante sobre a companhia envolve o monitoramento contínuo das autoridades em relação às compensações geológicas em Maceió, além de especulações constantes sobre mudanças em seu quadro acionário de controle.


3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 8,38 ↓ 2,78%

Descrição: A CSN apresentou uma retração de 2,78%, fechando a R$ 8,38 contra os R$ 8,62 do pregão anterior. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 10.109.700 unidades, o que gerou um giro financeiro de R$ 84,7 milhões. O papel oscilou entre a mínima de R$ 8,30 e a máxima de R$ 8,51. Ao analisar o histórico de um ano, observa-se que o ativo está operando próximo à sua faixa inferior (mínima de R$ 6,72 e máxima de R$ 11,32). Esse movimento é influenciado diretamente pela volatilidade nos preços das commodities, especificamente o minério de ferro e o aço, além da alavancagem financeira do grupo, que é um ponto de atenção constante para os analistas de risco e investidores institucionais.

A CSN é um dos maiores grupos siderúrgicos integrados do país, com forte presença nos setores de mineração, cimento e logística. Recentemente, o mercado repercutiu a estratégia da companhia de buscar a desalavancagem através de possíveis vendas de ativos ou IPOs de suas subsidiárias, como a CSN Cimentos.


4º – Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (MULT3) | R$ 34,22 ↓ 2,78%

Descrição: Os papéis da Multiplan encerraram o dia a R$ 34,22, uma queda de 2,78% em relação ao fechamento de R$ 35,20. Apesar da desvalorização, o ativo registrou um volume negociado robusto de R$ 228.514.316,00, evidenciando alta liquidez. Durante a sessão, o preço variou entre R$ 33,95 e R$ 34,99. Vale ressaltar que a ação opera muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 35,96), o que sugere que o movimento atual pode ser uma realização de lucros após períodos de valorização. O setor de shopping centers tem se mostrado resiliente, mas o custo de capital elevado e a dinâmica de consumo das famílias continuam sendo variáveis críticas para a precificação justa desses ativos no curto e médio prazo.

A Multiplan é uma das líderes no setor de shopping centers no Brasil, focada em empreendimentos para o público de alta renda. Uma notícia recente de destaque foi o anúncio de planos para a recompra de ações da própria companhia, demonstrando a confiança da gestão no valor intrínseco do negócio.


5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,10 ↓ 2,67%

Descrição: O Magazine Luiza recuou 2,67%, sendo cotado a R$ 9,10 no fechamento. O volume de ações foi um dos maiores do dia, com 16.792.500 papéis negociados e um volume financeiro de R$ 152.811.750,00. O ativo testou a mínima de R$ 8,89 e atingiu a máxima de R$ 9,35, mesmo valor do fechamento anterior. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma volatilidade severa, com mínima de R$ 6,21 e máxima de R$ 11,55. O varejo eletrônico brasileiro enfrenta ventos contrários devido à taxa de juros elevada, que encarece o crédito e reduz o poder de compra. Além disso, a competição com plataformas internacionais mantém as margens sob pressão, exigindo eficiência operacional constante da companhia.

O Magalu é uma das maiores varejistas do país, operando de forma multicanal com forte presença digital. A notícia mais recente sobre a empresa refere-se à parceria estratégica com a chinesa AliExpress, visando expandir o sortimento de produtos em seu marketplace e otimizar a logística transfronteiriça.


6º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 6,13 ↓ 2,54%

Descrição: A Cosan fechou a sessão em R$ 6,13, registrando uma variação negativa de 2,54%. Com um volume negociado de 25.437.300 ações, o montante financeiro alcançou R$ 155.930.649,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 6,00 e R$ 6,24. Historicamente, no último ano, o papel já atingiu a máxima de R$ 8,78, mas atualmente flutua próximo de sua mínima de R$ 4,92. A holding, que possui participações diversificadas em energia e logística, sofre o impacto direto das oscilações nos preços de energia e combustíveis. A queda de hoje reflete um ajuste de portfólio dos investidores, possivelmente reagindo a projeções de fluxos de dividendos e investimentos nas suas principais controladas, como Raízen e Rumo.

A Cosan é uma holding brasileira com um portfólio diversificado nos setores de energia, logística e agronegócio. Recentemente, a empresa esteve nos noticiários devido ao seu movimento de otimização de portfólio e discussões sobre o potencial aumento de sua participação em empresas do setor de mineração e energia.


7º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 6,71 ↓ 2,47%

Descrição: As ações da Marcopolo apresentaram queda de 2,47%, encerrando o dia a R$ 6,71. O volume de negociação foi de 15.067.200 ações, totalizando R$ 101.100.912,00. O preço oscilou entre R$ 6,64 (mínima) e R$ 6,84 (máxima), partindo de um fechamento anterior de R$ 6,88. O desempenho de 52 semanas mostra uma valorização consistente, com o papel saindo de R$ 4,56 para atingir até R$ 8,05. O recuo de hoje pode ser interpretado como um ajuste técnico dentro de uma tendência de alta de longo prazo. O setor de bens de capital e transporte rodoviário depende fortemente da renovação de frotas e de incentivos governamentais, além de contratos de exportação que beneficiam a receita da companhia.

A Marcopolo é líder nacional na fabricação de carrocerias de ônibus e possui forte presença global. A última notícia de destaque envolve o aumento na produção voltado para o programa “Caminho da Escola”, além da expansão de suas operações no mercado norte-americano e africano.


8º – Minerva S.A (BEE3) | R$ 5,10 ↓ 2,30%

Descrição: A Minerva encerrou cotada a R$ 5,10, uma desvalorização de 2,30% frente aos R$ 5,22 anteriores. O volume transacionado foi de 13.353.900 ações, resultando em um giro de R$ 68,1 milhões. O ativo atingiu a mínima de R$ 5,00 e a máxima de R$ 5,16. Em um ano, a ação variou entre R$ 3,79 e R$ 7,37. O setor de proteínas animais é altamente cíclico e dependente das exportações para mercados como a China. A queda atual pode estar relacionada a ajustes nas projeções de custos de insumos (como milho e soja) ou variações na demanda global. A Minerva, sendo focada em exportação de carne bovina, é particularmente sensível ao câmbio e a barreiras sanitárias internacionais.

A Minerva Foods é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados. Recentemente, a empresa concluiu a aquisição de plantas da Marfrig, consolidando ainda mais sua posição no mercado de exportação de proteína bovina.


9º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 42,19 ↓ 2,29%

Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, fechou o dia a R$ 42,19, recuando 2,29%. Apesar da queda, o volume financeiro foi expressivo, somando R$ 327.128.603,00 para 7.753.700 ações negociadas. A oscilação diária ocorreu entre R$ 41,92 e R$ 43,12. O papel está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 43,47), o que reforça o perfil defensivo do ativo no longo prazo. Ativos de telecomunicações são frequentemente buscados por sua previsibilidade de caixa e pagamento de dividendos. O movimento de queda hoje pode ser visto como uma flutuação pontual em um papel que acumula ganhos robustos no ano, refletindo a consolidação do mercado de telefonia móvel no Brasil.

A Telefônica Brasil é a principal empresa de telecomunicações do país, operando serviços de telefonia fixa, móvel e banda larga. Recentemente, a empresa anunciou a aprovação de uma nova distribuição massiva de Juros sobre Capital Próprio (JCP), reforçando seu compromisso com a remuneração aos acionistas.


10º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 24,51 ↓ 2,27%

Descrição: Fechando o ranking das 10 maiores quedas, a Raia Drogasil recuou 2,27%, terminando a R$ 24,51. O volume financeiro atingiu R$ 168.141.051,00, com 6.860.100 ações movimentadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 24,19 e a máxima de R$ 24,94, partindo de um fechamento anterior de R$ 25,08. No histórico de 52 semanas, o papel mostra resiliência, variando entre R$ 12,67 e R$ 27,42. O setor de drogarias e saúde é considerado essencial e defensivo, porém, o aumento de despesas operacionais e a expansão física agressiva da rede podem impactar as margens no curto prazo, levando a ajustes na cotação quando as expectativas de lucro são revisadas pelo mercado.

A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil em faturamento e número de lojas. Uma notícia relevante recente foi o investimento da companhia na digitalização de seus serviços e na expansão do seu ecossistema de saúde, integrando marketplace e serviços de telemedicina em suas plataformas.

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