Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 05/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 12,41 0,14%
2 SMTO3 R$ 18,34 0,03%
3 PRIO3 R$ 56,97 0,03%
4 RECV3 R$ 12,78 0,02%
5 PCAR3 R$ 2,99 0,01%
6 BRAV3 R$ 18,89 0,00%
7 PETR4 R$ 40,65 0,00%
8 UGPA3 R$ 25,92 0,00%
9 PETR3 R$ 44,08 0,00%
10 PETZ3 R$ 4,39 0,00%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 12,41 ↑ 14,27%

Descrição: A Braskem liderou o ranking com uma valorização expressiva de 14,27%, fechando o dia cotada a R$ 12,41. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, atingindo a máxima de R$ 12,70, que coincide com o topo de seu intervalo nas últimas 52 semanas, partindo de uma mínima diária de R$ 10,87. O volume de negociações foi robusto, com 21.989.400 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 272.888.454,00. Este movimento representa uma recuperação contundente em relação ao fechamento anterior de R$ 10,86, aproximando o papel de seus níveis históricos de resistência. O investidor deve notar que a mínima de 52 semanas está posicionada em R$ 6,11, evidenciando que o papel dobrou de valor em relação ao seu pior momento no último ano. A pressão compradora foi o grande motor deste pregão, refletindo um otimismo acentuado do mercado em relação aos fundamentos ou eventos corporativos recentes da companhia.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais players globais no setor petroquímico, operando unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha. Notícia recente: A empresa tem estado sob os holofotes devido às negociações envolvendo a venda da participação da Novonor e o processo de reparação ambiental em Maceió.


2º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,34 ↑ 3,09%

Descrição: A São Martinho apresentou um desempenho sólido, registrando uma alta de 3,09% e encerrando o dia em R$ 18,34. A ação oscilou entre a mínima de R$ 17,61 e a máxima de R$ 18,38, mostrando uma tendência de alta consistente ao longo do pregão. O volume de ações negociadas foi de 3.369.100 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 61.789.294,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 17,79, o ganho nominal de R$ 0,55 demonstra uma recepção positiva do mercado. Observando o histórico de 52 semanas, o papel ainda se encontra distante de sua máxima de R$ 22,23, mas bem acima da mínima de R$ 12,91 registrada no período. A estabilidade operacional e o cenário para o setor sucroenergético parecem ter sustentado o interesse dos investidores neste pregão específico, mantendo o papel em uma zona de preço intermediária e com liquidez saudável para o perfil da empresa.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente investimentos em sua nova planta de processamento de milho para produção de etanol, visando diversificar sua matriz de matéria-prima.


3º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 56,97 ↑ 2,61%

Descrição: A PRIO S.A. confirmou seu papel como uma das favoritas do setor de energia ao subir 2,61%, fechando em R$ 56,97. O ativo movimentou um volume financeiro impressionante de R$ 1.069.081.929,00, um dos maiores da lista, com 18.765.700 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 1,45 em relação ao fechamento de R$ 55,52. Durante o dia, o preço flutuou entre R$ 55,75 e R$ 57,84, aproximando-se perigosamente de sua máxima de 52 semanas de R$ 58,90. Este desempenho reforça a percepção de valor na tese de crescimento da petroleira júnior, que opera com foco em eficiência e revitalização de campos maduros. O distanciamento da mínima de 52 semanas (R$ 32,68) mostra a trajetória ascendente e a confiança do mercado na gestão da companhia e na manutenção dos preços do petróleo no mercado internacional, que costumam ditar o ritmo deste papel.

A PRIO (ex-PetroRio) é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás do Brasil, especializada na gestão de reservatórios e no desenvolvimento de campos em produção. Notícia recente: A empresa concluiu recentemente a interligação de novos poços no Campo de Frade, o que tem contribuído para o aumento orgânico de sua produção diária.


4º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,78 ↑ 2,24%

Descrição: A PetroRecôncavo encerrou a sessão com uma valorização de 2,24%, cotada a R$ 12,78. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,28 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 12,50. Ao longo do dia, o papel registrou uma mínima de R$ 12,54 e uma máxima de R$ 12,86, indicando um suporte firme logo no início do pregão. O volume negociado somou R$ 68.085.450,00, com um total de 5.327.500 ações trocando de mãos. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o valor atual está posicionado em um patamar intermediário, entre a mínima de R$ 9,43 e a máxima de R$ 14,63. O interesse comprador reflete a estabilidade da empresa em sua estratégia de exploração em bacias terrestres (onshore), mantendo um fluxo de caixa previsível que atrai investidores focados em ativos de valor no setor de óleo e gás.

A PetroRecôncavo é uma empresa brasileira especializada na revitalização e produção de campos maduros de óleo e gás em bacias terrestres, com forte atuação no Nordeste. Notícia recente: A petroleira tem focado na expansão de sua infraestrutura de escoamento de gás natural, buscando otimizar a monetização de suas reservas.


5º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,99 ↑ 0,67%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma leve alta de 0,67%, finalizando o dia em R$ 2,99. Apesar da variação percentual contida, o ativo movimentou 12.796.600 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 38.261.834,00. A variação nominal foi de apenas R$ 0,02 frente ao fechamento anterior de R$ 2,97. A ação operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 2,85 e máxima de R$ 3,02. O cenário para a varejista permanece desafiador, considerando que o preço atual está muito mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 2,35) do que da máxima registrada no mesmo período (R$ 4,95). O mercado monitora de perto os esforços de desalavancagem da companhia e a reestruturação de seu portfólio de lojas, o que explica a cautela e a baixa volatilidade nominal observada nesta sessão específica.

A Companhia Brasileira de Distribuição, conhecida como Grupo Pão de Açúcar (GPA), é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Notícia recente: O grupo concluiu recentemente a venda de sua participação na rede Éxito, na Colômbia, como parte de sua estratégia para reduzir o endividamento.


6º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,89 ↑ 0,43%

Descrição: A Brava Energia apresentou uma variação tímida de 0,43%, encerrando o pregão em R$ 18,89. O papel oscilou entre a mínima de R$ 18,85 e a máxima de R$ 19,22, demonstrando pouca força para romper resistências imediatas. O volume de negócios totalizou R$ 113.321.110,00, com 5.999.000 ações negociadas. Em relação ao fechamento anterior de R$ 18,81, a alta foi de apenas R$ 0,08. No contexto de 52 semanas, o ativo mostra uma desvalorização relevante frente à sua máxima de R$ 23,70, embora ainda se mantenha bem acima da mínima de R$ 13,29. O comportamento da ação sugere um momento de consolidação lateral, onde os investidores aguardam novos gatilhos operacionais ou financeiros para definir uma tendência mais clara de alta ou correção para a companhia no curto prazo.

A Brava Energia (fruto da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma das principais operadoras independentes de petróleo no Brasil, com um portfólio diversificado de ativos onshore e offshore. Notícia recente: A empresa tem trabalhado na integração operacional após a fusão, visando capturar sinergias logísticas e administrativas nos próximos trimestres.


7º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 40,65 ↑ 0,37%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) fecharam o dia com uma alta marginal de 0,37%, cotadas a R$ 40,65. Como de costume, a gigante estatal registrou um volume financeiro massivo, totalizando R$ 1.982.476.110,00, o maior entre as ações analisadas, com 48.769.400 papéis negociados. O ativo variou entre R$ 39,98 e R$ 40,77 durante a sessão. Comparado ao fechamento anterior de R$ 40,50, o incremento foi de R$ 0,15. A ação segue operando em patamares elevados, muito próxima de sua máxima de 52 semanas de R$ 42,00, e significativamente acima da mínima de R$ 27,30. Esta estabilidade em níveis altos reflete a sólida geração de caixa e a política de dividendos da empresa, que continuam atraindo investidores institucionais e estrangeiros, apesar das constantes discussões sobre interferência política e mudanças na estratégia de investimentos da estatal.

A Petrobras é uma empresa de capital aberto cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Notícia recente: A Petrobras anunciou recentemente a descoberta de hidrocarbonetos em poço pioneiro na Bacia de Santos, reforçando o potencial do pré-sal.


8º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 25,92 ↑ 0,23%

Descrição: A Ultrapar encerrou o dia com uma valorização leve de 0,23%, com a ação cotada a R$ 25,92. O volume negociado foi de 7.391.900 ações, totalizando um montante de R$ 191.598.048,00. A flutuação diária foi pequena, com o papel atingindo a mínima de R$ 25,78 e a máxima de R$ 26,60. Frente ao fechamento anterior de R$ 25,86, o ganho nominal foi de apenas R$ 0,06. No histórico de 52 semanas, a Ultrapar mostra resiliência, mantendo-se próxima da máxima de R$ 28,00 e bem distante da mínima de R$ 14,32 registrada no ano. O mercado parece precificar a eficiência de suas principais subsidiárias, como a Ipiranga e a Ultragaz, mantendo o papel em uma trajetória de estabilidade com viés positivo, reagindo pontualmente às variações nas margens de comercialização de combustíveis e gás de cozinha.

A Ultrapar é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, com atuação nos setores de distribuição de combustíveis (Ipiranga), distribuição de GLP (Ultragaz) e soluções logísticas para granéis líquidos (Ultracargo). Notícia recente: A Ultrapar tem focado em investimentos em energias renováveis, incluindo a expansão de sua rede de postos com carregadores elétricos e biocombustíveis.


9º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 44,08 ↑ 0,05%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) apresentaram uma variação quase nula de 0,05%, fechando o dia a R$ 44,08. Com um volume de 11.661.600 ações e giro financeiro de R$ 514.043.328,00, o papel mostrou menos ímpeto que as ações preferenciais (PETR4) nesta sessão. A oscilação diária ocorreu entre R$ 43,45 e R$ 44,26. O valor nominal subiu apenas R$ 0,02 em relação ao fechamento anterior de R$ 44,06. Assim como sua contraparte preferencial, PETR3 está em uma região de preços elevada, próxima à máxima de 52 semanas de R$ 45,78 e muito acima da mínima de R$ 29,34. A manutenção destes níveis de preço indica que, apesar da volatilidade intrínseca ao setor e às questões políticas, o valor intrínseco percebido pelos detentores de direito a voto permanece estável, amparado pelos resultados financeiros robustos apresentados pela petroleira nos últimos trimestres.

As ações ordinárias (PETR3) conferem ao investidor o direito de voto nas assembleias da Petrobras, sendo geralmente o alvo de grandes fundos e investidores com visão de longo prazo na governança da estatal. Notícia recente: A companhia reiterou seu compromisso com o plano estratégico 2024-2028, que prevê investimentos significativos em transição energética.


10º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 — 0,00%

Descrição: A Petz encerrou o pregão sem alteração em seu valor de mercado, mantendo-se estável em R$ 4,39 (variação de 0,00%). Durante o dia, o ativo apresentou uma mínima de R$ 4,35 e uma máxima de R$ 4,54, demonstrando que houve tentativas de valorização que não se sustentaram até o fechamento. Foram negociadas 5.310.700 ações, gerando um volume financeiro de R$ 23.313.973,00. O preço atual está ligeiramente acima do fechamento anterior de R$ 4,34 (uma diferença irrisória de arredondamento nos dados), mas reflete a pressão que o setor de varejo pet vem sofrendo. A ação está muito próxima da sua mínima de 52 semanas de R$ 3,56 e distante da máxima de R$ 5,12. A falta de movimentação indica um momento de espera por parte dos investidores, possivelmente aguardando dados de consumo ou notícias sobre movimentos de consolidação no setor.

A Petz é a maior rede de pet shops do Brasil em número de lojas, oferecendo serviços de veterinária, banho e tosa, além de uma vasta gama de produtos para animais de estimação. Notícia recente: A empresa anunciou recentemente um acordo de fusão com a Cobasi, o que deve criar a maior gigante do setor pet na América Latina.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RENT3 R$ 46,76 -0,07%
2 BEEF3 R$ 4,50 -0,07%
3 EMBJ3 R$ 87,55 -0,05%
4 CYRE3 R$ 28,15 -0,05%
5 CSNA3 R$ 7,58 -0,05%
6 CSAN3 R$ 5,73 -0,05%
7 MBRF3 R$ 18,49 -0,05%
8 BPAC11 R$ 57,06 -0,05%
9 NATU3 R$ 8,65 -0,04%
10 AURE3 R$ 11,58 -0,04%

1º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 46,76 ↓7,15%

Descrição: A Localiza (RENT3) liderou as baixas do dia com uma queda expressiva de 7,15%, encerrando a sessão cotada a R$ 46,76. O papel abriu o pregão próximo à sua máxima de R$ 49,40, mas sofreu forte pressão vendedora, atingindo a mínima de R$ 46,68. Com um volume financeiro robusto de R$ 502,9 milhões, a movimentação indica uma saída de fluxo institucional. Comparado ao fechamento anterior de R$ 50,36, a desvalorização nominal foi de R$ 3,60. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, a ação ainda se encontra distante da sua mínima anual de R$ 24,98, mas perdeu fôlego em relação à máxima de R$ 53,00. A liquidez se manteve alta com mais de 10,7 milhões de ações negociadas.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, operando também com gestão de frotas e venda de seminovos. Recentemente, a empresa reportou um crescimento sólido em sua frota após a fusão com a Unidas, consolidando sua liderança no setor.


2º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,50 ↓6,83%

Descrição: As ações da Minerva (BEEF3) apresentaram um recuo severo de 6,83%, sendo negociadas a R$ 4,50. O ativo operou em uma faixa estreita, com máxima de R$ 4,84 e mínima de R$ 4,50, indicando que fechou no piso do dia. O volume de ações foi extremamente alto, atingindo 61,1 milhões de papéis, resultando em um giro financeiro de R$ 275,3 milhões. A variação negativa de R$ 0,33 em relação ao fechamento anterior (R$ 4,83) coloca o papel em uma zona de atenção, aproximando-se da mínima de 52 semanas, que é de R$ 3,79. A volatilidade do setor de frigoríficos impactou diretamente o desempenho do ativo nesta sessão.

A Minerva é uma das líderes na América do Sul na produção e venda de carne in natura e seus derivados, sendo a maior exportadora de carne bovina da região. Recentemente, o mercado repercutiu a conclusão da aquisição de ativos da Marfrig, o que amplia significativamente sua capacidade de abate.


3º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 87,55 ↓5,29%

Descrição: A Embraer (EMBJ3) registrou uma queda de 5,29%, fechando a R$ 87,55. Apesar do recuo, a ação mantém um patamar elevado se comparado à sua mínima de 52 semanas (R$ 57,59). Durante o dia, o papel oscilou entre a máxima de R$ 92,30 e a mínima de R$ 86,82, com uma variação nominal negativa de R$ 4,89 frente aos R$ 92,44 do fechamento anterior. O volume negociado somou R$ 457,5 milhões, com 5,2 milhões de ações trocando de mãos. O movimento parece refletir uma realização de lucros após as recentes altas históricas do setor aeroespacial.

A Embraer é uma empresa brasileira multinacional, fabricante de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares. Uma notícia relevante recente foi a confirmação de novos pedidos firmes para a família E-Jets, reforçando o backlog de entregas para os próximos anos.


4º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 28,15 ↓5,25%

Descrição: O setor imobiliário também sofreu, com a Cyrela (CYRE3) recuando 5,25% e encerrando o dia a R$ 28,15. O volume financeiro foi de R$ 141,3 milhões, movimentando cerca de 5 milhões de ações. O papel oscilou entre R$ 28,10 e R$ 29,63, terminando muito próximo da mínima do dia. A variação nominal foi de R$ 1,56 negativos em relação ao fechamento anterior de R$ 29,71. No acumulado de um ano, o preço atual ainda é superior à mínima de R$ 14,91, aproximando-se da resistência de R$ 32,17 observada nos últimos 12 meses.

A Cyrela é uma das maiores incorporadoras e construtoras do mercado imobiliário brasileiro, focada nos segmentos de médio e alto padrão. A empresa divulgou recentemente seus dados operacionais, mostrando resiliência nas vendas líquidas apesar do cenário de juros elevados.


5º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 7,58 ↓5,25%

Descrição: A CSN (CSNA3) acompanhou a tendência de baixa das commodities, caindo 5,25% para fechar em R$ 7,58. O volume de ações foi expressivo, com 14,6 milhões de papéis negociados, totalizando R$ 111,3 milhões em volume financeiro. O ativo iniciou o dia com máxima de R$ 8,00 e caiu gradualmente até a mínima de R$ 7,55. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,00, a queda nominal foi de R$ 0,42. O preço atual está perigosamente perto da mínima de 52 semanas (R$ 6,72), refletindo os desafios globais na demanda por aço e minério.

A CSN atua nos setores de siderurgia, mineração, logística, cimento e energia, sendo uma das empresas mais integradas do setor. Ultimamente, a companhia tem sido notícia devido às negociações para a venda de uma fatia da sua unidade de mineração para reduzir o endividamento.


6º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,73 ↓5,13%

Descrição: A Cosan (CSAN3) encerrou o pregão em queda de 5,13%, cotada a R$ 5,73. O movimento de baixa foi acompanhado por um volume financeiro de R$ 187,8 milhões, com 32,7 milhões de ações negociadas. A ação variou entre a máxima de R$ 6,06 e a mínima de R$ 5,71, indicando pressão vendedora constante. Em relação ao fechamento anterior (R$ 6,04), houve uma perda nominal de R$ 0,31. No histórico de 52 semanas, o papel opera próximo da banda inferior (mínima de R$ 4,92), longe do pico de R$ 8,78 registrado no período.

A Cosan é uma holding brasileira que investe em empresas de energia e logística, como Raízen, Compass e Rumo. A última notícia relevante envolveu a reestruturação societária de suas subsidiárias para otimizar a estrutura de capital e fluxo de dividendos.


7º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,49 ↓5,08%

Descrição: A Marfrig (MBRF3) registrou desvalorização de 5,08%, fechando a R$ 18,49. O volume negociado foi de R$ 152,1 milhões, correspondendo a 8,2 milhões de ações. O papel apresentou volatilidade, com máxima em R$ 19,54 e mínima em R$ 18,45. Comparando ao valor de fechamento anterior (R$ 19,48), a queda nominal foi de R$ 0,99. Apesar da queda no dia, a ação ainda apresenta um desempenho sólido no ano, considerando que a mínima de 52 semanas foi de R$ 12,22, embora esteja abaixo da máxima de R$ 26,83.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e a maior produtora de hambúrgueres global. Recentemente, a empresa reportou um aumento na participação acionária na BRF, buscando maiores sinergias entre as operações de aves e bovinos.


8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 57,06 ↓4,73%

Descrição: As units do BTG Pactual (BPAC11) recuaram 4,73%, fechando a sessão a R$ 57,06. O volume financeiro foi o maior do ranking, atingindo R$ 648,9 milhões, com 11,3 milhões de units negociadas. A máxima do dia foi de R$ 59,96, enquanto a mínima tocou os R$ 57,00. Frente ao fechamento anterior de R$ 59,89, a variação nominal foi de R$ 2,83 negativos. O papel permanece em uma faixa de preço elevada em relação à mínima de 52 semanas (R$ 30,11), demonstrando a força do banco no setor financeiro.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. A última notícia do banco foi a aquisição de novas gestoras de patrimônio para expandir sua base de clientes de alta renda.


9º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,65 ↓4,00%

Descrição: A Natura (NATU3) teve uma queda de 4,00%, encerrando o dia a R$ 8,65. O volume negociado foi de R$ 38,9 milhões, o menor deste ranking, com 4,4 milhões de ações movimentadas. O papel oscilou entre a máxima de R$ 8,94 e a mínima de R$ 8,60. Comparado ao fechamento anterior (R$ 9,01), a desvalorização nominal foi de R$ 0,36. No histórico anual, o preço atual está próximo da mínima de R$ 7,13, refletindo os desafios operacionais e a reestruturação interna que a companhia vem atravessando nos últimos trimestres.

A Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene pessoal, conhecida por seu modelo de venda direta e sustentabilidade. Recentemente, o mercado acompanhou o processo de venda da marca The Body Shop, como parte da estratégia de focar na operação principal da Natura na América Latina.


10º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,58 ↓3,82%

Descrição: Fechando a lista, a Auren Energia (AURE3) caiu 3,82%, com fechamento a R$ 11,58. O giro financeiro totalizou R$ 74,1 milhões, com 6,4 milhões de ações negociadas. A variação de preço ficou entre a máxima de R$ 12,16 e a mínima de R$ 11,55. Em relação ao fechamento de R$ 12,04, a queda nominal foi de R$ 0,46. O ativo se mantém estável no longo prazo, oscilando entre a mínima de R$ 7,29 e a máxima de R$ 12,99 nas últimas 52 semanas, sendo uma opção defensiva no setor elétrico.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização de energia do Brasil. Notícias recentes destacam que a companhia concluiu a aquisição da AES Brasil, tornando-se uma gigante do setor com um portfólio diversificado em fontes hídricas e eólicas.

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