Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 05/09/2025

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AZUL4 R$ 1,15 23,66%
2 MGLU3 R$ 9,27 7,17%
3 UGPA3 R$ 21,04 6,59%
4 CVCB3 R$ 2,22 4,23%
5 BBAS3 R$ 21,15 3,57%
6 SANB11 R$ 29,19 3,55%
7 LWSA3 R$ 4,19 3,46%
8 AURE3 R$ 10,78 3,45%
9 ENGI11 R$ 50,03 3,41%
10 VBBR3 R$ 24,95 3,31%

1º – Azul S.A. (AZUL4) | R$ 1,15 ↑23,66%

Descrição: A ação da Azul S.A., com código AZUL4, está cotada atualmente a R$ 1,15, apresentando uma variação positiva de 23,66% no dia. O preço mínimo registrado foi de R$ 0,95 e o máximo de R$ 1,18. O volume negociado foi de 112.995.400 ações, com fechamento anterior em R$ 0,93. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 0,55 e a máxima R$ 7,00, com volume financeiro movimentado de R$ 129.944.710,00. A Azul ocupa a 1ª posição no ranking.

A Azul S.A. é uma companhia aérea brasileira fundada em 2008, com sede em Barueri, e liderada pelo CEO John Peter Rodgerson. Recentemente, as ações da Azul têm enfrentado forte volatilidade, com uma tendência de baixa no ano, chegando a cair cerca de 70% em 2025, segundo análises técnicas que indicam níveis de sobrevenda, mas ainda sem sinais claros de reversão. A empresa tem buscado melhorias operacionais, como a expansão da frota e renegociações de dívida, para melhorar seu fluxo de caixa e desalavancagem. O preço-alvo para o final de 2025 foi revisado para R$ 4,10 por ação, refletindo um cenário de recuperação gradual, embora ainda haja incertezas relacionadas a fatores macroeconômicos e possíveis fusões no setor aéreo brasileiro[1][2][3][5].

2º – Magazine Luiza S.A. (MGLU3) | R$ 9,27 ↑7,17%

Descrição: A ação da Magazine Luiza S.A., código MGLU3, está cotada a R$ 9,27, com variação positiva de 7,17%. O preço mínimo do dia foi R$ 8,74 e o máximo R$ 9,27. O volume negociado foi de 30.685.000 ações, com fechamento anterior em R$ 8,65. Em 52 semanas, a mínima foi R$ 5,54 e a máxima R$ 12,14, movimentando R$ 284.449.950,00. A empresa está na 2ª posição do ranking.

Magazine Luiza é uma das maiores varejistas brasileiras, com forte presença no comércio eletrônico e físico. A empresa tem investido em tecnologia e expansão digital para manter sua competitividade no mercado. Recentemente, a companhia tem mostrado recuperação nas vendas e fortalecimento da marca, refletindo em valorização das ações. O desempenho positivo do setor varejista e a retomada do consumo contribuem para o otimismo dos investidores em relação à MGLU3.

3º – Ultrapar Participações S.A. (UGPA3) | R$ 21,04 ↑6,59%

Descrição: A ação da Ultrapar Participações S.A., código UGPA3, está cotada a R$ 21,04, com alta de 6,59%. O preço mínimo do dia foi R$ 20,28 e o máximo R$ 21,12. O volume negociado foi de 9.570.600 ações, com fechamento anterior em R$ 19,74. A mínima em 52 semanas foi R$ 14,51 e a máxima R$ 23,19, com volume financeiro de R$ 201.365.424,00. A Ultrapar está na 3ª posição do ranking.

Ultrapar é um conglomerado brasileiro que atua em diversos setores, incluindo distribuição de combustíveis, armazenagem e transporte. A empresa tem se beneficiado da recuperação econômica e do aumento da demanda por combustíveis. Recentemente, a Ultrapar tem focado em eficiência operacional e expansão de suas operações, o que tem atraído investidores e impulsionado a valorização das ações.

4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,22 ↑4,23%

Descrição: A ação da CVC Brasil, código CVCB3, está cotada a R$ 2,22, com variação positiva de 4,23%. O preço mínimo do dia foi R$ 2,15 e o máximo R$ 2,24. O volume negociado foi de 10.127.900 ações, com fechamento anterior em R$ 2,13. A mínima em 52 semanas foi R$ 1,33 e a máxima R$ 2,92, com volume financeiro de R$ 22.483.938,00. A CVC ocupa a 4ª posição no ranking.

CVC Brasil é uma das maiores operadoras de turismo da América Latina, com forte atuação em pacotes turísticos e viagens. A retomada do setor de turismo após a pandemia tem impulsionado a demanda pelos serviços da empresa. A CVC tem investido em digitalização e diversificação de produtos para ampliar sua participação no mercado, o que tem refletido positivamente no desempenho das ações.

5º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 21,15 ↑3,57%

Descrição: A ação do Banco do Brasil, código BBAS3, está cotada a R$ 21,15, com alta de 3,57%. O preço mínimo do dia foi R$ 20,77 e o máximo R$ 21,44. O volume negociado foi de 40.313.500 ações, com fechamento anterior em R$ 20,42. A mínima em 52 semanas foi R$ 18,12 e a máxima R$ 29,49, com volume financeiro de R$ 852.630.525,00. O Banco do Brasil está na 5ª posição do ranking.

Banco do Brasil é uma das maiores instituições financeiras do país, com ampla atuação em varejo, agronegócio e serviços corporativos. A instituição tem apresentado resultados sólidos, com foco em inovação digital e expansão de crédito. Recentemente, o banco tem reforçado sua estratégia de sustentabilidade e governança, atraindo investidores interessados em práticas ESG.

6º – Banco Santander Brasil S.A. (SANB11) | R$ 29,19 ↑3,55%

Descrição: A ação do Banco Santander Brasil, código SANB11, está cotada a R$ 29,19, com variação positiva de 3,55%. O preço mínimo do dia foi R$ 28,25 e o máximo R$ 29,39. O volume negociado foi de 4.593.300 ações, com fechamento anterior em R$ 28,19. A mínima em 52 semanas foi R$ 22,06 e a máxima R$ 30,14, com volume financeiro de R$ 134.078.427,00. O Santander ocupa a 6ª posição do ranking.

Santander Brasil é um dos principais bancos privados do país, com forte presença em crédito, investimentos e serviços financeiros. A instituição tem investido em tecnologia para melhorar a experiência do cliente e ampliar sua base. O banco tem apresentado crescimento consistente e fortalecimento da carteira de crédito, o que tem sustentado a valorização das ações.

7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,19 ↑3,46%

Descrição: A ação da LWSA S/A, código LWSA3, está cotada a R$ 4,19, com alta de 3,46%. O preço mínimo do dia foi R$ 4,07 e o máximo R$ 4,21. O volume negociado foi de 3.399.900 ações, com fechamento anterior em R$ 4,05. A mínima em 52 semanas foi R$ 2,44 e a máxima R$ 4,62, com volume financeiro de R$ 14.245.581,00. A LWSA está na 7ª posição do ranking.

LWSA S/A é uma empresa que atua no setor de energia, com foco em geração e distribuição. A companhia tem buscado ampliar sua capacidade instalada e investir em fontes renováveis, alinhando-se às tendências globais de sustentabilidade. O desempenho recente das ações reflete a confiança do mercado na estratégia de crescimento da empresa.

8º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 10,78 ↑3,45%

Descrição: A ação da Auren Energia S.A., código AURE3, está cotada a R$ 10,78, com variação positiva de 3,45%. O preço mínimo do dia foi R$ 10,38 e o máximo R$ 10,82. O volume negociado foi de 3.200.100 ações, com fechamento anterior em R$ 10,42. A mínima em 52 semanas foi R$ 7,29 e a máxima R$ 11,37, com volume financeiro de R$ 34.497.078,00. A Auren Energia ocupa a 8ª posição do ranking.

Auren Energia é uma empresa do setor elétrico que atua na geração e comercialização de energia. A companhia tem investido em projetos de energia renovável e eficiência energética, buscando consolidar sua posição no mercado. O crescimento sustentável e a diversificação da matriz energética são pontos fortes que têm atraído investidores.

9º – Energisa S.A. (ENGI11) | R$ 50,03 ↑3,41%

Descrição: A ação da Energisa S.A., código ENGI11, está cotada a R$ 50,03, com alta de 3,41%. O preço mínimo do dia foi R$ 48,55 e o máximo R$ 50,40. O volume negociado foi de 4.432.200 ações, com fechamento anterior em R$ 48,38. A mínima em 52 semanas foi R$ 33,01 e a máxima R$ 50,40, com volume financeiro de R$ 221.742.966,00. A Energisa está na 9ª posição do ranking.

Energisa é uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do Brasil, com atuação em vários estados. A empresa tem investido em modernização da rede e digitalização para melhorar a eficiência operacional e a qualidade do serviço. O desempenho das ações reflete a estabilidade e o potencial de crescimento do setor elétrico brasileiro.

10º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 24,95 ↑3,31%

Descrição: A ação da Vibra Energia S.A., código VBBR3, está cotada a R$ 24,95, com variação positiva de 3,31%. O preço mínimo do dia foi R$ 24,39 e o máximo R$ 25,00. O volume negociado foi de 8.075.900 ações, com fechamento anterior em R$ 24,15. A mínima em 52 semanas foi R$ 15,33 e a máxima R$ 25,31, com volume financeiro de R$ 201.493.705,00. A Vibra Energia ocupa a 10ª posição do ranking.

Vibra Energia, anteriormente conhecida como BR Distribuidora, é uma das maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil. A empresa tem focado em expansão de sua rede de postos e diversificação de produtos, além de investimentos em energia renovável. O mercado tem reagido positivamente às estratégias de crescimento e à recuperação do setor de combustíveis.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRAV3 R$ 18,33 -3,42%
2 PETR3 R$ 32,90 -2,26%
3 PRIO3 R$ 36,55 -2,06%
4 MRFG3 R$ 23,55 -1,63%
5 PETR4 R$ 30,59 -1,51%
6 AZZA3 R$ 32,87 -1,08%
7 PSSA3 R$ 50,95 -0,95%
8 RAIZ4 R$ 1,28 -0,78%
9 RECV3 R$ 12,85 -0,70%
10 RAIL3 R$ 14,70 -0,68%

1º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,33 ↓3,42%

Descrição: A Brava Energia S.A. (BRAV3) encerrou o pregão com o preço de R$ 18,33, apresentando uma variação negativa de -3,42% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 18,98. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 18,23 e a máxima de R$ 19,10, com um volume negociado de 10.217.000 ações, totalizando um valor financeiro de aproximadamente R$ 187.277.610,00. No período de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 15,26 e a máxima de R$ 25,98. A Brava Energia é uma empresa do setor de energia que tem ganhado destaque no mercado brasileiro, especialmente por sua atuação em exploração e produção de petróleo e gás. Recentemente, a Brava Energia tem sido mencionada em negociações para aquisição de participação no campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, em conjunto com a PRIO, o que pode representar uma expansão estratégica importante para a companhia. O cenário atual do mercado de petróleo, marcado por volatilidade nos preços internacionais, tem impactado as ações do setor, refletindo-se na performance da Brava Energia no pregão recente.

2º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) ON (PETR3) | R$ 32,90 ↓2,26%

Descrição: A Petrobras ON (PETR3) fechou o dia cotada a R$ 32,90, com uma queda de -2,26% em relação ao fechamento anterior de R$ 33,66. O preço oscilou entre a mínima de R$ 32,52 e a máxima de R$ 33,63, com um volume de ações negociadas de 14.903.300, movimentando cerca de R$ 490.318.570,00. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 30,21 e R$ 39,76. A Petrobras, maior empresa de petróleo do Brasil, tem enfrentado um ambiente desafiador devido à volatilidade dos preços do petróleo no mercado internacional, influenciada por fatores como o aumento dos estoques de petróleo nos EUA e possíveis decisões da OPEP+ sobre produção. Recentemente, a Petrobras tem sido foco de análises técnicas que indicam uma pressão vendedora, mas também oportunidades de recuperação dependendo do cenário global do petróleo. A empresa continua sendo um ativo relevante para investidores que acompanham o setor de energia e commodities.

3º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 36,55 ↓2,06%

Descrição: A PRIO S.A. (PRIO3) encerrou o pregão com o preço de R$ 36,55, apresentando uma queda de -2,06% em relação ao fechamento anterior de R$ 37,32. Durante o dia, a ação variou entre a mínima de R$ 36,33 e a máxima de R$ 37,43, com um volume negociado de 9.201.200 ações, totalizando R$ 336.303.860,00 em movimentação financeira. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 32,68 e a máxima de R$ 46,86. A PRIO é uma petroleira brasileira focada na produção e desenvolvimento de campos maduros, sendo atualmente a maior petroleira independente do país. A empresa tem mostrado recuperação significativa após um início de ano difícil, com perspectivas positivas baseadas em crescimento da produção e aquisições estratégicas, como a recente compra da Dommo Energia. Além disso, a PRIO está entre as interessadas na aquisição de uma fatia no campo de Tartaruga Verde, o que pode ampliar sua capacidade produtiva. Apesar da queda recente, a análise técnica sugere que a PRIO pode retomar uma trajetória de alta caso supere resistências importantes no gráfico.

4º – Marfrig Global Foods S.A. (MRFG3) | R$ 23,55 ↓1,63%

Descrição: A ação da Marfrig Global Foods S.A. (MRFG3) fechou cotada a R$ 23,55, com uma variação negativa de -1,63% em relação ao fechamento anterior de R$ 23,94. O preço oscilou entre a mínima de R$ 23,37 e a máxima de R$ 24,21, com um volume negociado de 4.558.600 ações, movimentando aproximadamente R$ 107.355.030,00. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi de R$ 10,80 e a máxima de R$ 26,03. A Marfrig é uma das maiores empresas globais no setor de alimentos, especialmente na produção de carne bovina, com presença significativa no mercado internacional. A companhia tem investido em expansão e inovação para manter sua competitividade, enfrentando desafios como a volatilidade dos preços das commodities e questões regulatórias. O desempenho recente das ações reflete um ajuste no mercado, mas a empresa mantém fundamentos sólidos para investidores interessados no setor de alimentos e agronegócio.

5º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) PN (PETR4) | R$ 30,59 ↓1,51%

Descrição: A Petrobras PN (PETR4) fechou o pregão com o preço de R$ 30,59, apresentando uma queda de -1,51% em relação ao fechamento anterior de R$ 31,06. Durante o dia, a ação variou entre a mínima de R$ 30,19 e a máxima de R$ 31,09, com um volume negociado de 46.075.600 ações, movimentando cerca de R$ 1.409.452.604,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 28,15 e a máxima de R$ 35,86. A Petrobras PN é uma das principais ações do setor de petróleo no Brasil, refletindo as oscilações do mercado global de energia. A recente queda está associada à volatilidade dos preços do petróleo e às expectativas de aumento da produção pela OPEP+, além do impacto dos estoques americanos. A Petrobras continua sendo um ativo de grande liquidez e interesse para investidores que acompanham o setor energético e as políticas de mercado de commodities.

6º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 32,87 ↓1,08%

Descrição: A Azzas 2154 S.A. (AZZA3) encerrou o dia cotada a R$ 32,87, com uma variação negativa de -1,08% em relação ao fechamento anterior de R$ 33,23. O preço oscilou entre a mínima de R$ 32,48 e a máxima de R$ 34,43, com um volume negociado de 3.998.100 ações, movimentando aproximadamente R$ 131.417.547,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 21,24 e a máxima de R$ 48,48. A Azzas 2154 é uma empresa que atua em setores específicos do mercado financeiro e industrial, com foco em investimentos estratégicos. Embora menos conhecida que as grandes petroleiras, a companhia tem apresentado estabilidade em seu desempenho, com potencial para crescimento conforme expande suas operações e diversifica seu portfólio. O mercado acompanha com atenção seus movimentos, especialmente em contextos de volatilidade econômica.

7º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 50,95 ↓0,95%

Descrição: A Porto Seguro S.A. (PSSA3) fechou o pregão com o preço de R$ 50,95, apresentando uma leve queda de -0,95% em relação ao fechamento anterior de R$ 51,44. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 50,85 e a máxima de R$ 52,00, com um volume negociado de 1.961.200 ações, movimentando cerca de R$ 99.923.140,00. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi de R$ 31,82 e a máxima de R$ 57,21. A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do Brasil, com atuação diversificada em seguros, serviços financeiros e consórcios. A empresa tem mantido uma trajetória de crescimento consistente, apoiada em sua sólida base de clientes e inovação em produtos. O desempenho das ações reflete a confiança do mercado no setor de seguros, mesmo diante de desafios econômicos e regulatórios.

8º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 1,28 ↓0,78%

Descrição: A Raízen S.A. (RAIZ4) encerrou o pregão cotada a R$ 1,28, com uma variação negativa de -0,78% em relação ao fechamento anterior de R$ 1,29. O preço oscilou entre a mínima de R$ 1,26 e a máxima de R$ 1,33, com um volume negociado de 41.309.100 ações, movimentando aproximadamente R$ 52.875.648,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 1,01 e a máxima de R$ 3,24. A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando no setor de energia, especialmente na produção de etanol, açúcar e distribuição de combustíveis. A empresa tem investido em sustentabilidade e inovação, buscando ampliar sua participação no mercado de energias renováveis. O desempenho recente das ações reflete ajustes do mercado, mas a Raízen mantém perspectivas positivas devido à sua posição estratégica no setor energético brasileiro.

9º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,85 ↓0,70%

Descrição: A PetroRecôncavo S.A. (RECV3) fechou o dia cotada a R$ 12,85, com uma queda de -0,70% em relação ao fechamento anterior de R$ 12,94. Durante o pregão, a ação variou entre a mínima de R$ 12,78 e a máxima de R$ 13,10, com um volume negociado de 2.309.500 ações, movimentando cerca de R$ 29.677.075,00. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi de R$ 11,88 e a máxima de R$ 17,77. A PetroRecôncavo é uma empresa brasileira focada na exploração e produção de petróleo e gás, com atuação em campos maduros. A companhia tem buscado eficiência operacional e expansão de sua produção, o que tem atraído o interesse de investidores no setor de energia. O desempenho das ações reflete o cenário desafiador do mercado de petróleo, mas com potencial de valorização conforme a empresa avança em seus projetos.

10º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 14,70 ↓0,68%

Descrição: A RUMO S.A. (RAIL3) encerrou o pregão com o preço de R$ 14,70, apresentando uma leve queda de -0,68% em relação ao fechamento anterior de R$ 14,80. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 14,60 e a máxima de R$ 15,35, com um volume negociado de 17.454.100 ações, movimentando aproximadamente R$ 256.575.270,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 14,02 e a máxima de R$ 21,03. A Rumo é a maior empresa de logística ferroviária do Brasil, responsável pelo transporte de commodities e produtos industriais. A companhia tem investido em expansão e modernização de sua malha ferroviária para aumentar a eficiência e capacidade. O desempenho das ações reflete o interesse do mercado no setor de infraestrutura e logística, com perspectivas de crescimento alinhadas ao desenvolvimento econômico do país.

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