As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | HAPV3 | R$ 16,50 | 0,09% |
| 2 | ASAI3 | R$ 7,90 | 0,06% |
| 3 | BRKM5 | R$ 8,03 | 0,06% |
| 4 | B3SA3 | R$ 14,55 | 0,04% |
| 5 | FLRY3 | R$ 15,61 | 0,04% |
| 6 | YDUQ3 | R$ 13,00 | 0,04% |
| 7 | BRAP4 | R$ 21,15 | 0,04% |
| 8 | RDOR3 | R$ 42,50 | 0,04% |
| 9 | COGN3 | R$ 3,35 | 0,04% |
| 10 | VALE3 | R$ 75,83 | 0,04% |
1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 16,50 ↑ 8,77%
Descrição: A Hapvida liderou as altas do dia com uma valorização expressiva de 8,77%, fechando a R$ 16,50. Durante a sessão, o ativo apresentou uma oscilação entre a mínima de R$ 15,17 e a máxima de R$ 16,68, demonstrando forte pressão compradora, já que o fechamento ocorreu próximo ao topo do dia. O volume de ações negociadas atingiu 9.161.200 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 151.159.800,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel ainda se encontra distante de sua máxima (R$ 44,85), mas mostra recuperação em relação à mínima de R$ 12,77. Esse movimento de alta representa um acréscimo nominal de R$ 1,33 por ação em relação ao fechamento anterior de R$ 15,17. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste, e vem focando na integração de suas aquisições recentes para otimizar custos. Recentemente, a empresa anunciou a venda de ativos não core para focar em sua operação principal de planos de saúde e hospitais.
2º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,90 ↑ 5,76%
Descrição: As ações do Assaí Atacadista registraram uma alta de 5,76%, encerrando o dia cotadas a R$ 7,90. O ativo iniciou o dia próximo à mínima de R$ 7,52 e buscou a máxima de R$ 7,94, com um volume robusto de 21.162.900 ações transacionadas. O volume negociado em espécie somou R$ 167.186.910,00. No acumulado de um ano, o papel flutuou entre R$ 5,28 e R$ 12,04, indicando que o preço atual ainda oferece margem de recuperação perante os picos anuais. A variação nominal positiva foi de R$ 0,43. O Assaí é uma das maiores redes de atacarejo do país, operando sob o modelo de “cash and carry”. A companhia tem passado por um processo de desalavancagem financeira após a separação do Grupo Casino. Uma notícia relevante recente envolve a continuidade do seu plano de expansão orgânica, com a inauguração de novas lojas para consolidar sua participação de mercado em capitais estratégicas.
3º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,03 ↑ 5,66%
Descrição: A Braskem fechou a sessão com alta de 5,66%, atingindo o valor de R$ 8,03 por ação da classe PNA. O papel teve uma variação nominal de R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,60. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 7,62 e a máxima de R$ 8,18. O volume de negociação foi de 4.269.300 ações, totalizando R$ 34.282.479,00 em volume financeiro. No intervalo de 52 semanas, a ação apresenta uma volatilidade acentuada, com mínima de R$ 6,11 e máxima de R$ 15,12. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e produtos químicos básicos. A empresa está constantemente no radar dos investidores devido às discussões sobre sua estrutura de controle acionário e os passivos geológicos em Maceió. Recentemente, a companhia divulgou avanços em seus projetos de economia circular e produção de polímeros verdes, buscando melhorar sua classificação em critérios ESG no mercado global.
4º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 14,55 ↑ 4,30%
Descrição: A operadora da bolsa brasileira, B3, teve uma valorização de 4,30%, fechando a R$ 14,55. O ativo demonstrou grande liquidez, com 26.662.700 ações trocando de mãos e um volume financeiro expressivo de R$ 387.942.285,00. A amplitude do dia foi entre R$ 14,02 e R$ 14,57, indicando que o papel fechou praticamente em sua máxima diária. No último ano, a B3SA3 variou entre R$ 9,29 e R$ 14,80, o que coloca o preço atual muito próximo da resistência de 52 semanas. A variação nominal positiva foi de R$ 0,60 sobre o preço anterior de R$ 13,95. A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, oferecendo serviços de infraestrutura para o mercado financeiro, desde a listagem até a liquidação de ativos. Notícias recentes indicam que a B3 está investindo em novas tecnologias de processamento de dados e expandindo sua atuação no setor de dados e analytics para diversificar suas receitas além das taxas de negociação.
5º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 15,61 ↑ 4,07%
Descrição: O Grupo Fleury registrou alta de 4,07%, encerrando o dia a R$ 15,61. O desempenho diário variou entre a mínima de R$ 15,01 e a máxima de R$ 15,74. Vale notar que a máxima alcançada no dia (R$ 15,74) coincide exatamente com a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando um momento de topo histórico recente para o papel. O volume de ações foi de 3.976.000, gerando R$ 62.065.360,00 em negócios. A variação nominal foi de R$ 0,61. No acumulado anual, a mínima foi de R$ 9,89. O Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina diagnóstica do país, focada no segmento premium e em expansão para o ecossistema de saúde. A última notícia relevante sobre a empresa refere-se à conclusão de parcerias estratégicas com hospitais de referência para a gestão de laboratórios internos, o que deve impulsionar o volume de exames processados nos próximos trimestres.
6º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,00 ↑ 4,00%
Descrição: A YDUQS apresentou valorização de 4,00%, com a cotação final em R$ 13,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 12,61 e a máxima de R$ 13,19 ao longo do dia. Foram negociadas 2.112.300 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 27.459.900,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 12,50, houve um ganho nominal de R$ 0,50. No histórico de 52 semanas, a ação teve seu piso em R$ 7,53 e seu teto em R$ 16,99. A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, detentora de marcas como Estácio e Ibmec, com forte atuação no ensino presencial e à distância. O setor educacional tem sido impactado por discussões governamentais sobre o FIES e programas de incentivo ao ensino superior. Recentemente, a YDUQS reportou um crescimento sólido em sua base de alunos no segmento premium (Medicina), que continua sendo o principal driver de rentabilidade da companhia frente aos desafios do ensino digital.
7º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 21,15 ↑ 3,83%
Descrição: A Bradespar, holding que detém participação na Vale, subiu 3,83%, fechando a R$ 21,15. A ação teve uma variação nominal de R$ 0,78 sobre os R$ 20,37 anteriores. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 20,28 e R$ 21,15. É importante ressaltar que o fechamento foi na máxima absoluta do dia e também na máxima das últimas 52 semanas (R$ 21,15), evidenciando um forte otimismo do mercado. O volume transacionado foi de 3.215.300 ações, com volume financeiro de R$ 68.003.595,00. A Bradespar é uma companhia de investimentos cujo principal ativo é a participação acionária na mineradora Vale S.A. Por ser uma holding, seu valor de mercado está intimamente ligado ao desempenho das ações da mineradora e à sua política de dividendos. Uma notícia recente que impacta a empresa é a definição do novo plano estratégico da Vale e as expectativas de distribuições de dividendos extraordinários, que beneficiam diretamente o fluxo de caixa da Bradespar.
8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 42,50 ↑ 3,79%
Descrição: A Rede D’Or encerrou o dia com alta de 3,79%, cotada a R$ 42,50. O papel variou entre a mínima de R$ 41,38 e a máxima de R$ 43,01. Com um volume de 4.747.200 ações, a companhia movimentou R$ 201.756.000,00 no pregão. O fechamento anterior foi de R$ 40,95, representando um aumento nominal de R$ 1,55. Nas últimas 52 semanas, o ativo saiu de uma mínima de R$ 22,86 para uma máxima de R$ 44,50, estando agora próximo de seu patamar mais alto no ano. A Rede D’Or é a maior rede hospitalar privada do Brasil, operando dezenas de hospitais próprios e mantendo a seguradora SulAmérica sob seu controle. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede com a inauguração de novas torres em hospitais existentes e foco no aumento da eficiência operacional após a integração vertical com a SulAmérica, visando reduzir a sinistralidade.
9º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,35 ↑ 3,72%
Descrição: As ações da Cogna registraram alta de 3,72%, fechando a R$ 3,35. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,12 sobre o preço anterior de R$ 3,23. A movimentação diária ficou entre a mínima de R$ 3,24 e a máxima de R$ 3,37. Houve um expressivo volume de negociação com 25.032.600 ações, totalizando R$ 83.859.210,00. No acumulado de 52 semanas, a ação mostra uma recuperação notável, tendo saído de R$ 0,93 para uma máxima de R$ 3,56. A Cogna é uma das maiores empresas de educação do mundo, com atuação diversificada através da Kroton (ensino superior), Vasta (serviços B2B para escolas) e Saber. A companhia tem focado na digitalização e na reestruturação de sua dívida. Recentemente, a Cogna divulgou resultados que mostram a melhoria nas margens operacionais da Vasta, sua unidade de soluções para educação básica, que vem ganhando relevância na composição do lucro do grupo.
10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 75,83 ↑ 3,71%
Descrição: A mineradora Vale fechou o ranking das maiores altas com valorização de 3,71%, atingindo R$ 75,83. O papel foi o grande destaque de liquidez do dia, com 36.515.400 ações negociadas e um volume financeiro massivo de R$ 2.768.962.782,00. A oscilação diária ocorreu entre R$ 72,88 e R$ 75,99. Assim como outros ativos da lista, a Vale fechou muito perto de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 75,99. O ganho nominal por ação foi de R$ 2,71 em relação ao fechamento anterior de R$ 73,12. A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. Seu desempenho é fortemente influenciado pelo preço das commodities no mercado chinês. Uma notícia importante envolve a recente sucessão em seu comando executivo e o foco na produção de “ferro premium” para a descarbonização da indústria siderúrgica global, além de novos acordos para exploração de metais críticos para baterias.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AZUL54 | R$ 558,00 | -0,18% |
| 2 | VIVA3 | R$ 30,28 | -0,03% |
| 3 | PETR3 | R$ 31,19 | -0,02% |
| 4 | PETR4 | R$ 29,71 | -0,02% |
| 5 | RAIZ4 | R$ 0,81 | -0,01% |
| 6 | POMO4 | R$ 5,97 | -0,01% |
| 7 | BEEF3 | R$ 5,19 | -0,01% |
| 8 | SBSP3 | R$ 130,11 | -0,01% |
| 9 | ISAE4 | R$ 26,96 | -0,01% |
| 10 | CMIG4 | R$ 11,08 | -0,01% |
1º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 560,00 ↓17,65%
Descrição: O ativo AZUL54 apresentou a queda mais acentuada do pregão analisado, recuando expressivos 17,65%. O preço atual de R$ 560,00 reflete uma desvalorização nominal de R$ 120,00 em relação ao fechamento anterior de R$ 680,00. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 549,99 e a máxima de R$ 761,25, demonstrando uma volatilidade extremamente elevada. O volume de ações negociadas foi de 94.980, movimentando um montante financeiro de R$ 53.188.800,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está em um patamar de preço intermediário-baixo, considerando que sua máxima no ano atingiu R$ 6.500,00 e a mínima foi de apenas R$ 0,55. Este movimento sugere um ajuste severo de expectativas por parte dos investidores ou uma reação a dados operacionais específicos.
A Azul S.A. é uma das principais companhias aéreas do Brasil, operando uma frota diversificada que atende a uma vasta malha nacional e internacional. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado financeiro devido às negociações para a reestruturação de sua dívida e discussões sobre uma possível fusão com a Gol Linhas Aéreas, visando consolidar sua posição no setor.
2º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 30,23 ↓3,42%
Descrição: A Vivara encerrou o dia cotada a R$ 30,23, registrando uma desvalorização de 3,42%. A variação nominal negativa foi de R$ 1,07 comparado ao fechamento anterior de R$ 31,30. O papel atingiu a máxima de R$ 31,82 e a mínima de R$ 30,05, mostrando que o preço de fechamento ficou muito próximo do piso do dia. O volume negociado foi expressivo, com 11.360.800 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 343.436.984,00. No acumulado de 52 semanas, a ação mantém-se resiliente, operando acima da mínima de R$ 15,44 e próxima da máxima de R$ 35,89. O fluxo de liquidez indica que, apesar da queda, o ativo permanece no radar de grandes fundos e investidores institucionais.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma marca consolidada e forte presença em shopping centers através de suas lojas físicas e plataforma de e-commerce. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua marca Life, focada em um público mais jovem, e reportou resultados operacionais sólidos, embora o mercado esteja atento às mudanças na governança após a transição na presidência da companhia.
3º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 31,16 ↓1,89%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) fecharam em queda de 1,89%, cotadas a R$ 31,16. O recuo financeiro foi de R$ 0,60 por ação em relação ao fechamento anterior de R$ 31,76. A mínima do dia foi registrada em R$ 31,10 e a máxima em R$ 32,03. O volume de ações negociadas alcançou 10.235.200 unidades, gerando um giro financeiro de R$ 318.928.832,00. Analisando a janela de 52 semanas, o papel opera em uma faixa estável, com mínima de R$ 29,34 e máxima de R$ 38,62. A queda acompanha, em parte, a volatilidade do mercado internacional de commodities e a cautela dos investidores em relação às políticas internas de preços da estatal. O ativo segue sendo um dos pilares de liquidez da bolsa brasileira.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Uma notícia relevante recente envolve a aprovação de novos investimentos em projetos de energia renovável e a manutenção da política de dividendos, que continua sendo um dos principais atrativos para os acionistas da companhia.
4º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 29,68 ↓1,72%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento das ordinárias, fechando com recuo de 1,72% a R$ 29,68. A variação negativa foi de R$ 0,52 sobre o valor anterior de R$ 30,20. O ativo demonstrou alta liquidez, com um volume negociado impressionante de 32.175.900 ações, o que resultou em um volume financeiro de R$ 954.980.712,00 — o maior desta lista. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 29,62 e a máxima de R$ 30,43. No período de 52 semanas, PETR4 oscilou entre R$ 27,30 e R$ 34,77. A preferência dos investidores pelas ações PETR4 é evidente pelo volume transacionado, sendo o papel principal para estratégias de day trade e proteção de carteira no setor de energia.
Como principal player de petróleo do Brasil, a Petrobras foca sua estratégia atual no Pré-Sal. Recentemente, a empresa confirmou a descoberta de novas acumulações de hidrocarbonetos na Bacia de Santos, reforçando seu potencial produtivo para as próximas décadas e gerando otimismo moderado quanto às reservas futuras.
5º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,81 ↓1,22%
Descrição: A Raízen apresentou uma desvalorização de 1,22% no pregão, com suas ações cotadas ao valor unitário de R$ 0,81. A queda nominal foi de apenas R$ 0,01 em relação ao fechamento de R$ 0,82. Durante o dia, a ação tocou a mínima de R$ 0,81 e a máxima de R$ 0,83. O volume de negociações atingiu 9.614.000 ações, com um volume financeiro total de R$ 7.787.340,00. Ao observar as 52 semanas anteriores, nota-se que o papel está operando muito próximo de sua mínima histórica (R$ 0,79) e muito distante da máxima de R$ 2,23, o que pode indicar um momento de forte desvalorização do setor sucroenergético ou desafios estruturais na companhia percebidos pelo mercado.
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, sendo líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar, além de atuar fortemente na distribuição de combustíveis. A última notícia relevante da empresa destaca a inauguração de uma nova planta de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando atender à demanda global por combustíveis de baixo carbono.
6º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,96 ↓1,00%
Descrição: As ações da Marcopolo (POMO4) registraram queda de 1,00%, fechando a R$ 5,96. O recuo nominal foi de R$ 0,06 frente ao fechamento de R$ 6,02. A cotação flutuou entre a mínima de R$ 5,93 e a máxima de R$ 6,11 ao longo da sessão. O volume de ações transacionadas foi de 9.666.100 unidades, gerando um montante de R$ 57.609.956,00. No histórico de 52 semanas, a Marcopolo apresenta um desempenho sólido, mantendo-se em um patamar médio entre a mínima de R$ 4,56 e a máxima de R$ 8,05. O mercado monitora o desempenho da empresa atrelado à renovação de frotas de transporte público e rodoviário no Brasil e no mercado externo.
A Marcopolo é uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, com forte atuação em diversos continentes. Recentemente, a empresa anunciou um aumento na carteira de pedidos para veículos elétricos, sinalizando uma transição tecnológica bem-sucedida para modelos de transporte sustentável, o que tem atraído investidores focados em ESG.
7º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,18 ↓0,96%
Descrição: A Minerva encerrou o dia com recuo de 0,96%, sendo negociada a R$ 5,18. A variação negativa foi de R$ 0,05 em relação aos R$ 5,23 do fechamento anterior. A máxima do dia foi de R$ 5,32, enquanto a mínima tocou R$ 5,17. Foram negociadas 9.713.600 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 50.316.448,00. O papel encontra-se em uma região de preço baixa no gráfico de 52 semanas, cuja máxima foi de R$ 7,37 e a mínima de R$ 3,65. O setor de proteínas animais tem enfrentado desafios relacionados aos custos de insumos e ciclo pecuário, o que justifica a volatilidade recente do ativo BEEF3 nas janelas de curto prazo.
A Minerva Foods é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua também no segmento de processados. A notícia mais recente do setor envolve a aprovação pelo CADE da aquisição de ativos da Marfrig, uma movimentação estratégica que deve ampliar significativamente a capacidade produtiva e a participação de mercado da Minerva na região.
8º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 130,24 ↓0,78%
Descrição: As ações da Sabesp (SBSP3) fecharam em queda de 0,78%, cotadas a R$ 130,24. A desvalorização nominal foi de R$ 1,02 comparado ao fechamento de R$ 131,26. A oscilação diária ocorreu entre R$ 130,18 e R$ 133,88. O volume de ações foi de 2.014.800, movimentando R$ 262.407.552,00 financeiros. Interessante observar que, apesar da queda no dia, a ação opera muito perto de sua máxima de 52 semanas (R$ 138,60), demonstrando a confiança do investidor após o processo de desestatização. A mínima do ano foi de R$ 79,90, evidenciando uma forte trajetória de valorização ao longo dos últimos meses devido às mudanças estruturais na gestão.
A Sabesp é responsável pelo fornecimento de água e coleta de esgoto em grande parte do estado de São Paulo. A empresa concluiu recentemente seu processo de privatização, tornando-se uma corporação de capital pulverizado, o que gerou expectativas positivas quanto à eficiência operacional e ampliação de investimentos em saneamento básico.
9º – ISA ENERGIA BRASIL S.A. (ISAE4) | R$ 26,94 ↓0,77%
Descrição: A ISA Energia Brasil fechou a sessão com queda de 0,77%, ao preço de R$ 26,94. A redução nominal foi de R$ 0,21 ante os R$ 27,15 do fechamento prévio. O ativo variou entre R$ 26,88 e R$ 27,56 no dia de hoje. Com um volume de 1.716.800 ações negociadas, o giro financeiro foi de R$ 46.250.592,00. No panorama de 52 semanas, a ação demonstra estabilidade, operando próxima de sua máxima de R$ 28,47 e bem acima da mínima de R$ 19,90. Sendo um ativo do setor elétrico, especificamente transmissão, ISAE4 é comumente procurada por investidores que buscam previsibilidade de receita e distribuição de dividendos consistentes em períodos de incerteza econômica.
A ISA Energia Brasil, anteriormente conhecida como ISA CTEEP, é a maior transmissora privada de energia elétrica do país. Recentemente, a empresa obteve vitórias em leilões de transmissão da ANEEL, garantindo novos projetos que asseguram o crescimento da Receita Anual Permitida (RAP) para os próximos ciclos regulatórios.
10º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 11,11 ↓0,71%
Descrição: Fechando a lista dos 10 ativos analisados, a Cemig (CMIG4) apresentou desvalorização de 0,71%, encerrando o dia a R$ 11,11. O recuo nominal foi de R$ 0,08 em relação ao fechamento de R$ 11,19. A mínima do dia foi R$ 11,10 e a máxima R$ 11,33. O volume negociado foi alto, com 10.800.100 ações e um volume financeiro de R$ 119.989.111,00. O papel mantém-se próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 11,81), vindo de uma mínima de R$ 8,57. O desempenho reflete a robustez operacional da empresa mineira e as constantes discussões políticas sobre o modelo de gestão e possíveis processos de federalização ou privatização que tramitam no cenário estadual.
A Cemig é uma das principais concessionárias de energia elétrica do Brasil, com sede em Belo Horizonte, atuando nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização. A última notícia de destaque refere-se ao plano de investimentos bilionário anunciado pela companhia para a modernização da rede de distribuição em Minas Gerais até o ano de 2028.