Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 08/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRAV3 R$ 16,85 0,04%
2 AXIA6 R$ 53,73 0,04%
3 AXIA3 R$ 51,12 0,03%
4 CPFE3 R$ 54,02 0,03%
5 ITSA4 R$ 12,04 0,02%
6 TOTS3 R$ 43,53 0,02%
7 YDUQ3 R$ 12,88 0,02%
8 LWSA3 R$ 4,34 0,02%
9 ENGI11 R$ 47,67 0,02%
10 BPAC11 R$ 54,27 0,02%

1º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 16,85 ↑4,46%

Descrição: A Brava Energia liderou as valorizações do dia, encerrando a sessão cotada a R$ 16,85, o que representa uma alta de 4,46% em relação ao fechamento anterior de R$ 16,13. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade moderada, atingindo a mínima de R$ 15,90 e a máxima de R$ 16,89. O volume de ações negociadas foi expressivo, somando 14.410.000 unidades, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 242.808.500,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel encontra-se em um patamar intermediário, distante tanto de sua mínima (R$ 13,29) quanto de sua máxima (R$ 25,98). Este desempenho robusto consolidou a empresa na primeira posição do ranking diário, evidenciando um forte apetite dos investidores pela tese da companhia no setor de óleo e gás.

A Brava Energia S.A. é uma empresa brasileira focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, resultante da fusão e reestruturação de ativos estratégicos no setor de energia. Recentemente, a companhia divulgou seus dados operacionais de 2025, reportando um crescimento impressionante de 96% na produção anual em comparação ao ano anterior, reforçando sua eficiência operacional em um cenário global de preços de commodities oscilantes.


2º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA6) | R$ 53,73 ↑3,59%

Descrição: As ações preferenciais da Eletrobras, sob o código AXIA6, registraram um desempenho sólido com alta de 3,59%, fechando o dia a R$ 53,73. O movimento foi sustentado por uma oscilação entre R$ 51,95 e R$ 53,82, aproximando-se do teto anual de R$ 57,71. Com um volume de 795.300 ações e um giro financeiro de R$ 42.731.469,00, o ativo demonstrou resiliência frente ao fechamento anterior de R$ 51,87. Comparado à mínima de 52 semanas (R$ 27,83), o papel acumula uma valorização expressiva no longo prazo. O interesse institucional parece ser o motor principal desta valorização, visto que o setor elétrico tem sido visto como um porto seguro em momentos de incerteza macroeconômica.

A Eletrobras é a maior empresa do setor de energia elétrica da América Latina, atuando em geração, transmissão e comercialização. Atualmente operando sob a nova marca AXIA, a empresa anunciou recentemente a aprovação de um programa de recompra de até 10% de suas ações em circulação, sinalizando confiança da administração no valor intrínseco do negócio.


3º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 51,12 ↑3,25%

Descrição: Complementando o pódio, as ações ordinárias da Eletrobras (AXIA3) fecharam em R$ 51,12, uma variação positiva de 3,25%. O volume negociado foi significativamente superior ao das ações preferenciais, atingindo 12.744.100 papéis e um volume financeiro de R$ 651.478.392,00, o maior entre as dez ações analisadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 49,79 e a máxima de R$ 51,36, partindo de um fechamento anterior de R$ 49,51. O papel está muito próximo de sua máxima anual de R$ 54,03, o que indica uma tendência de alta consistente. A liquidez elevada deste ticker o torna um dos principais veículos de investimento para fundos nacionais e internacionais que buscam exposição ao setor de infraestrutura brasileiro.

A AXIA (Eletrobras) detém uma vasta rede de usinas hidrelétricas e linhas de transmissão fundamentais para a estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). Em notícia recente, a empresa informou que o Governo do Piauí está cobrando judicialmente cerca de R$ 3,6 bilhões da União e da companhia por divergências no processo histórico de transferência de ativos estaduais.


4º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 54,02 ↑3,13%

Descrição: A CPFL Energia apresentou uma valorização de 3,13%, encerrando o dia a R$ 54,02. O ativo teve uma performance linear, saindo de R$ 52,38 no fechamento anterior para atingir uma máxima de R$ 54,46. O volume de ações negociadas foi de 1.405.500, gerando um montante de R$ 75.925.110,00. É notável que a ação está operando em níveis próximos à sua máxima de 52 semanas (R$ 54,75), o que sugere um momento de “breakout” técnico. A mínima do ano foi de R$ 29,03, evidenciando uma recuperação robusta ao longo dos últimos doze meses. A estabilidade nos dividendos e a gestão eficiente de custos têm sido os principais pilares de sustentação do preço do papel.

A CPFL Energia é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, com forte atuação nos segmentos de distribuição e geração renovável. Em comunicado recente ao mercado, a companhia destacou que está acelerando seu plano de investimentos, com previsão de aportar R$ 6,5 bilhões ao longo de 2026 para expansão e modernização de suas redes.


5º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 12,04 ↑2,29%

Descrição: A holding Itaúsa registrou alta de 2,29%, fechando o pregão a R$ 12,04. O ativo movimentou o maior volume de ações do ranking, com 34.940.500 unidades trocando de mãos, totalizando R$ 420.683.620,00 em negócios. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 11,77 e a máxima de R$ 12,06, partindo de um preço base de R$ 11,77. No acumulado de um ano, a ação mostra-se sólida, tendo superado amplamente sua mínima de R$ 7,15 e flertando com a máxima de R$ 12,09. A Itaúsa é frequentemente buscada por investidores de varejo devido à sua política de dividendos e por ser uma forma descontada de acessar o capital do Itaú Unibanco.

A Itaúsa S.A. é um conglomerado brasileiro que detém participações em empresas líderes como Itaú Unibanco, Alpargatas e Dexco. Recentemente, o Conselho de Administração aprovou uma elevação de capital social para R$ 83,6 bilhões através de bonificação de ações, o que gerou otimismo entre os acionistas pela capitalização de reservas da companhia.


6º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 43,53 ↑2,26%

Descrição: No setor de tecnologia, a TOTVS fechou com valorização de 2,26%, cotada a R$ 43,53. O papel teve um pregão estável, com mínima de R$ 42,06 e máxima de R$ 43,56, superando o fechamento anterior de R$ 42,57. Foram negociadas 2.203.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 95.935.767,00. O ativo encontra-se em uma posição confortável em relação à sua mínima de 52 semanas de R$ 25,58, embora ainda abaixo da máxima histórica recente de R$ 48,22. A capacidade da empresa de manter crescimento de receita recorrente mesmo em cenários de juros altos continua sendo um diferencial competitivo percebido pelo mercado financeiro.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão (ERP), serviços financeiros e soluções de “business performance”. Nesta semana, a companhia concluiu a aquisição de uma nova unidade de software por R$ 80 milhões, reforçando sua estratégia de crescimento via fusões e aquisições (M&A).


7º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 12,88 ↑2,22%

Descrição: A YDUQS, do setor educacional, encerrou a sessão a R$ 12,88, com alta de 2,22%. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,28 em relação ao fechamento de R$ 12,60. O volume negociado foi de 2.177.100 ações, somando R$ 28.041.048,00. No contexto anual, o papel ainda tenta recuperar patamares mais elevados, visto que sua máxima de 52 semanas é de R$ 16,99 e a mínima chegou a R$ 7,67. A volatilidade do setor educacional é alta, dependendo diretamente de políticas públicas e da confiança do consumidor, o que explica a movimentação intensa do papel durante as janelas de resultados trimestrais e anúncios macroeconômicos.

A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do país, operando marcas como Estácio e Ibmec. Recentemente, as ações da companhia enfrentaram pressão vendedora após o banco JPMorgan rebaixar a recomendação do papel para “neutro”, citando preocupações com a dinâmica de lucros a curto prazo para o setor de ensino superior.


8º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,34 ↑2,12%

Descrição: As ações da LWSA (ex-Locaweb) subiram 2,12%, fechando a R$ 4,34. Com um volume de 1.140.000 ações e R$ 4.947.600,00 negociados, o papel teve uma sessão de recuperação após o fechamento anterior de R$ 4,25. A variação diária ficou entre R$ 4,21 e R$ 4,35. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo opera próximo à sua mínima de R$ 2,44 e ainda longe da máxima de R$ 4,82. O ticker LWSA3 tem sido acompanhado de perto por analistas que buscam identificar o “ponto de virada” da empresa após um longo período de reestruturação operacional e foco em rentabilidade em detrimento do crescimento acelerado.

A LWSA S/A é uma empresa pioneira em soluções B2B de tecnologia no Brasil, oferecendo desde hospedagem de sites até plataformas completas de e-commerce. No fim de 2025, a empresa anunciou uma redução de capital de R$ 423,7 milhões destinada à restituição aos acionistas, movimento interpretado como uma forma de otimizar a estrutura de capital.


9º – ENERGISA UNT (ENGI11) | R$ 47,67 ↑2,03%

Descrição: A Energisa (Units) registrou alta de 2,03%, encerrando a R$ 47,67. O ativo oscilou entre R$ 46,77 e R$ 47,74 ao longo do dia, vindo de um fechamento prévio de R$ 46,72. O volume de negociação foi de 1.548.900 papéis, com giro financeiro de R$ 73.836.063,00. O papel demonstra uma trajetória de estabilidade no longo prazo, com mínima de R$ 29,95 e máxima de R$ 51,67 em 52 semanas. A Energisa é reconhecida por sua eficiência na gestão de distribuidoras em regiões com alto potencial de crescimento, o que garante previsibilidade de caixa e atrai investidores focados em valor e renda.

O Grupo Energisa é um dos maiores do setor elétrico nacional, com forte presença na distribuição de energia em diversos estados brasileiros. A companhia anunciou recentemente um aumento de capital de R$ 2,7 bilhões, realizado através de bonificação de ações, com o objetivo de fortalecer sua posição financeira para novos leilões de transmissão.


10º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 54,27 ↑1,92%

Descrição: O Banco BTG Pactual encerra o ranking na décima posição com alta de 1,92%, cotado a R$ 54,27. O ativo teve uma movimentação financeira robusta de R$ 316.117.323,00, com 5.824.900 units negociadas. A variação no dia ocorreu entre R$ 53,00 e R$ 54,49, partindo de R$ 53,25. O banco mantém-se próximo de sua máxima anual de R$ 56,61, muito acima da mínima de R$ 26,83, refletindo um ano de forte expansão de lucros e consolidação de mercado. Como maior banco de investimentos da América Latina, o BTG Pactual beneficia-se diretamente do aumento da atividade de mercado de capitais e da migração de recursos para gestão profissional.

O BTG Pactual é uma instituição financeira brasileira que atua nos segmentos de Investment Banking, Wealth Management e Corporate Lending. Em notícia recente, o banco confirmou a conclusão da aquisição do M.Y. Safra Bank nos Estados Unidos, marcando um passo significativo em sua estratégia de expansão internacional e foco no segmento de alta renda global.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AZUL54 R$ 65,00 -0,75%
2 PSSA3 R$ 47,17 -0,05%
3 HAPV3 R$ 15,41 -0,05%
4 WEGE3 R$ 45,88 -0,04%
5 BBSE3 R$ 34,56 -0,02%
6 BBDC4 R$ 18,48 -0,02%
7 TAEE11 R$ 40,56 -0,02%
8 HYPE3 R$ 23,25 -0,02%
9 BBDC3 R$ 15,78 -0,02%
10 RAIZ4 R$ 0,82 -0,01%

1º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 65,00 ↓74,51%

Descrição: A Azul S.A. apresenta um cenário de extrema volatilidade e forte pressão vendedora, registrando uma queda expressiva de 74,51% no pregão, com o preço de fechamento em R$ 65,00. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 65,00 e a máxima de R$ 108,12, movimentando um volume expressivo de R$ 171.299.700,00. O fechamento anterior estava em R$ 255,00, o que evidencia o choque de valor sofrido pelo papel. No acumulado de 52 semanas, a disparidade é nítida, com mínima de R$ 0,55 e máxima de R$ 6.500,00. O volume de ações negociadas atingiu a marca de 2.635.380 unidades. Este movimento reflete uma reestruturação profunda na base acionária e financeira da companhia aérea.

A Azul é uma das maiores companhias aéreas do Brasil, operando uma malha abrangente que conecta diversas cidades do interior aos grandes centros. A última notícia relevante sobre a empresa refere-se à conclusão de sua oferta bilionária de ações em janeiro de 2026, como parte de um plano de reestruturação de dívidas para evitar a continuidade do processo de Chapter 11 nos EUA. Este processo resultou em uma forte diluição dos antigos acionistas, explicando a desvalorização acentuada dos papéis.


2º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 47,17 ↓5,00%

Descrição: As ações da Porto Seguro S.A. fecharam o dia cotadas a R$ 47,17, representando uma retração de 5,00%, ou uma variação nominal negativa de R$ 2,48. O ativo demonstrou certa estabilidade dentro da queda, com mínima de R$ 47,12 e máxima de R$ 50,00 ao longo do pregão. O volume negociado financeiro somou R$ 123.302.380,00, com 2.614.000 ações trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 49,65, o papel segue em uma zona intermediária de seu histórico anual, onde a mínima de 52 semanas foi de R$ 33,81 e a máxima de R$ 55,97. A posição no rank 2 reflete sua relevância em volume e liquidez no setor financeiro.

A Porto Seguro é líder no segmento de seguros automotivos e residenciais no Brasil, tendo diversificado sua atuação para serviços financeiros e saúde. Recentemente, análises de mercado indicaram que a empresa entregou um retorno de aproximadamente 50% em períodos anteriores devido à sua subvalorização, mantendo-se como um porto seguro para investidores que buscam empresas com balanços sólidos e recorrência de lucros, apesar da correção pontual observada neste fechamento.


3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 15,41 ↓4,52%

Descrição: A Hapvida encerrou o pregão com o preço por ação de R$ 15,41, uma queda de 4,52% (R$ 0,73 em termos nominais). O papel teve uma mínima diária de R$ 15,29 e máxima de R$ 16,28, apresentando um volume de ações negociadas de 9.224.400, resultando em um giro financeiro de R$ 142.148.004,00. O fechamento anterior foi de R$ 16,14. O histórico de 52 semanas mostra que a empresa ainda opera acima de sua mínima anual (R$ 12,77), mas distante da máxima de R$ 44,85. O mercado de saúde suplementar continua enfrentando desafios de sinistralidade, o que impacta diretamente a percepção de valor e os múltiplos de negociação da companhia.

A Hapvida é o maior sistema de saúde suplementar do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado que integra hospitais e operadoras. Em notícia recente de janeiro de 2026, a companhia anunciou uma mudança estratégica em sua liderança: Luccas Augusto Adib assumirá o cargo de CEO ao longo do ano, enquanto Jorge Pinheiro passará a atuar como chairman executivo, sinalizando um foco renovado em eficiência operacional e tecnologia para recuperar as margens.


4º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 45,88 ↓3,82%

Descrição: A WEG S.A., referência em bens de capital, fechou cotada a R$ 45,88, com recuo de 3,82% em relação ao fechamento anterior de R$ 47,70. O ativo movimentou um dos maiores volumes financeiros da lista, totalizando R$ 379.143.144,00, com 8.263.800 ações negociadas. A variação no dia ocorreu entre R$ 45,66 e R$ 47,81. Olhando para o horizonte de um ano, a ação se mantém resiliente, operando bem acima da mínima de R$ 33,92 e aproximando-se da máxima de R$ 54,89. A queda nominal de R$ 1,82 não altera o perfil de crescimento constante que a empresa costuma apresentar em seus relatórios de rentabilidade e retorno sobre capital.

A WEG é uma multinacional brasileira produtora de equipamentos elétricos, motores e soluções para energia e automação. No início de 2026, a empresa confirmou a manutenção de um ROIC (Retorno sobre Capital Investido) na casa dos 32%, reforçando sua solidez operacional. A última notícia de destaque envolve o anúncio da nova composição da diretoria executiva para o biênio 2026, focada em expandir a presença da companhia em mercados internacionais como a Índia.


5º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 34,56 ↓2,37%

Descrição: As ações da BB Seguridade fecharam em R$ 34,56, registrando queda de 2,37%. O volume financeiro movimentado foi de R$ 199.756.800,00, com 5.780.000 ações negociadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 34,52 e a máxima de R$ 35,37 durante o dia, após fechar a R$ 35,40 na sessão anterior. No acumulado de 52 semanas, a BBSE3 apresenta estabilidade, com mínima de R$ 31,02 e máxima de R$ 40,42. A empresa é tradicionalmente buscada por investidores focados em dividendos, dado seu alto payout e a natureza de seu negócio, que gera caixa de forma robusta e previsível no setor de seguros e previdência.

A BB Seguridade é a empresa que concentra as participações do Banco do Brasil em seguros, previdência e capitalização. Recentemente, analistas do Banco Safra reduziram o preço-alvo da ação para 2026, alertando para uma possível pressão nas receitas financeiras devido ao cenário de queda de juros (Selic) e desafios na concessão de crédito rural, o que gerou um sentimento mais cauteloso entre os investidores institucionais.


6º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 18,48 ↓1,91%

Descrição: O Bradesco (ações preferenciais) encerrou o dia a R$ 18,48, com variação negativa de 1,91%. O ativo teve o maior volume de ações negociadas da amostra, com 27.149.700 unidades, gerando um giro financeiro de R$ 501.726.456,00. A oscilação diária foi estreita, entre R$ 18,46 e R$ 18,89. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 18,84, a queda foi de R$ 0,36 por ação. No período de 52 semanas, o papel mostra recuperação frente à mínima de R$ 10,12, aproximando-se da máxima de R$ 19,43, o que indica que, apesar da queda pontual, o banco atravessa um momento de retomada de confiança pelo mercado.

O Bradesco é um dos maiores conglomerados financeiros da América Latina. Após um 2025 de forte valorização impulsionada por uma reestruturação estratégica, notícias de janeiro de 2026 destacam um relatório do JP Morgan sugerindo que o banco poderia ter dobrado seu patrimônio caso tivesse retido mais lucros em vez de distribuí-los agressivamente como dividendos nos últimos anos, fomentando um debate sobre a futura estrutura de capital da instituição.


7º – TRANSMISSORA ALIANCA UNT (TAEE11) | R$ 40,56 ↓1,91%

Descrição: A Taesa fechou o dia em R$ 40,56, uma queda de 1,91%, idêntica em percentual à do Bradesco. O volume negociado foi de R$ 134.107.584,00, com 3.306.400 units comercializadas. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 40,32 e a máxima de R$ 41,87. O fechamento anterior foi de R$ 41,35. A Taesa é conhecida pela sua baixa volatilidade e previsibilidade, operando atualmente próxima da máxima de 52 semanas (R$ 45,45) e bem acima da mínima (R$ 29,14). O setor de transmissão de energia elétrica continua sendo um refúgio para capital defensivo, mesmo em dias de correção geral no índice Bovespa.

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.) é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil. Em notícias recentes, a companhia confirmou a participação em novos leilões de transmissão e a manutenção de sua política de dividendos, embora alguns analistas de mercado tenham revisado recomendações para “neutro” devido ao prêmio já incorporado no preço atual das ações frente aos novos investimentos previstos.


8º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 23,25 ↓1,73%

Descrição: A Hypera encerrou o pregão cotada a R$ 23,25, o que representa uma queda de 1,73% ou R$ 0,41 por ação. O volume financeiro atingiu R$ 79.859.100,00, com a negociação de 3.434.800 papéis. Durante o dia, o preço variou entre a mínima de R$ 22,69 e a máxima de R$ 23,69. O fechamento anterior havia sido R$ 23,66. No último ano, a ação teve uma mínima de R$ 16,83 e máxima de R$ 27,85. A empresa farmacêutica mantém uma posição sólida, mas enfrenta um mercado competitivo e pressões de custos logísticos e de matérias-primas que influenciam seu desempenho trimestral.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica brasileira, detentora de marcas consagradas como Benegrip e Engov. Recentemente, a empresa anunciou o pagamento de R$ 185 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) para serem distribuídos ao longo de 2026, reafirmando seu compromisso com a remuneração aos acionistas após um 2025 de crescimento superior ao Ibovespa em termos de retorno total (preço mais dividendos).


9º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 15,78 ↓1,56%

Descrição: As ações ordinárias do Bradesco (BBDC3) seguiram a tendência das preferenciais, fechando com queda de 1,56%, a R$ 15,78. O volume de ações foi de 3.336.800 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 52.654.704,00. A flutuação no dia foi de R$ 15,74 na mínima e R$ 16,09 na máxima. O fechamento anterior registrou R$ 16,03. O histórico de 52 semanas mostra uma mínima de R$ 9,29 e máxima de R$ 16,54. A proximidade com o topo anual sugere que as ações ordinárias também se beneficiaram do plano de eficiência operacional implementado pela gestão do banco para recuperar a rentabilidade frente aos pares.

Como braço de direito a voto do Bradesco, as ações BBDC3 refletem as decisões corporativas da instituição. A última notícia do setor aponta para o otimismo moderado de grandes bancos internacionais com o Bradesco para o ano de 2026, destacando que a redução da inadimplência e a digitalização de serviços começam a apresentar resultados práticos no balanço patrimonial, consolidando a virada de ciclo iniciada no ano anterior.


10º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,82 ↓1,20%

Descrição: A Raízen fechou o pregão cotada a R$ 0,82, uma queda de 1,20% (R$ 0,01 nominal). Apesar do valor unitário baixo, a ação registrou um alto volume de negociações, com 14.202.400 papéis movimentados, totalizando R$ 11.645.968,00. O ativo operou quase estável, entre a mínima de R$ 0,82 e a máxima de R$ 0,84, partindo de um fechamento anterior de R$ 0,83. A situação da empresa no mercado acionário é delicada, visto que opera próxima da sua mínima de 52 semanas (R$ 0,79) e muito distante da máxima (R$ 2,23). O setor de biocombustíveis e distribuição tem sofrido com a volatilidade das commodities e alta alavancagem financeira.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, atuando na produção de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis. Uma notícia crucial de janeiro de 2026 revela que a empresa aprovou uma reorganização societária para simplificar sua estrutura e reduzir custos, buscando reverter o prejuízo acumulado e evitar sanções da B3 caso sua cotação permaneça abaixo de R$ 1,00 por tempo prolongado, o que poderia levar ao agrupamento de ações (inplit).

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