Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MGLU3 R$ 10,97 0,08%
2 SANB11 R$ 35,98 0,06%
3 CSAN3 R$ 6,04 0,05%
4 WEGE3 R$ 53,75 0,04%
5 CSNA3 R$ 9,85 0,04%
6 AZZA3 R$ 25,68 0,03%
7 B3SA3 R$ 17,62 0,03%
8 ITUB4 R$ 48,31 0,03%
9 SBSP3 R$ 148,23 0,03%
10 ITSA4 R$ 14,59 0,03%

1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,97 ↑ 7,55%

Descrição: O ativo MGLU3 apresentou o maior desempenho percentual da lista, encerrando o pregão cotado a R$ 10,97, o que representa uma valorização expressiva de 7,55% em relação ao fechamento anterior de R$ 10,20. Durante a sessão, a ação demonstrou volatilidade moderada, com mínima de R$ 10,05 e máxima atingindo exatamente o valor de fechamento. O volume de ações negociadas somou 23.799.100 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 261.076.127,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o papel transita entre a mínima de R$ 6,21 e a máxima de R$ 11,55, sugerindo que o preço atual se aproxima do topo de seu canal anual. A variação nominal por papel foi de R$ 0,77. Esse movimento reflete um forte apetite comprador no setor de varejo discricionário.

A Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, operando tanto em lojas físicas quanto em um robusto ecossistema de e-commerce. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de seu marketplace e na integração de serviços financeiros através do MagaluPay. Uma notícia relevante para o grupo foi a recente parceria estratégica com o AliExpress, visando a venda de produtos de ambas as plataformas de forma cruzada, o que impulsionou o otimismo dos investidores quanto ao volume de vendas futuro.


2º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 35,98 ↑ 5,98%

Descrição: As units do Banco Santander registraram uma alta consistente de 5,98%, fechando o dia a R$ 35,98. A variação nominal positiva foi de R$ 2,03 por unit. O ativo operou em uma faixa entre R$ 33,90 e R$ 35,98, demonstrando força compradora ao longo do dia, já que o fechamento ocorreu na máxima da sessão. Com um volume de 7.314.900 ações negociadas, o montante financeiro movimentado foi de R$ 263.190.102,00. Comparando com o histórico de 52 semanas (mínima de R$ 23,01 e máxima de R$ 37,83), o papel demonstra uma recuperação sólida, posicionando-se próximo aos níveis de resistência anuais. O fechamento anterior de R$ 33,95 serviu como suporte para a arrancada do dia, consolidando o banco como um dos destaques do setor financeiro neste pregão.

O Santander Brasil é a subsidiária brasileira do grupo espanhol Santander e figura entre os maiores bancos privados do país, com forte atuação no crédito consignado e imobiliário. A instituição tem investido pesado em digitalização para reduzir custos operacionais. Recentemente, o banco anunciou a distribuição de dividendos e JCP (Juros Sobre Capital Próprio) referentes ao último trimestre, o que costuma atrair investidores focados em renda passiva e sustentar a cotação do ativo.


3º – COSAN S.A. (CSAN3) | R$ 6,04 ↑ 4,68%

Descrição: A Cosan S.A. encerrou o dia com valorização de 4,68%, elevando o preço da ação para R$ 6,04. A variação nominal foi de R$ 0,27 sobre o fechamento anterior de R$ 5,77. O ativo registrou uma movimentação intensa, com volume de 42.647.300 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 257.589.692,00. A amplitude do dia variou entre R$ 5,79 e R$ 6,08. Analisando o intervalo de 52 semanas, observa-se que o papel ainda está distante de sua máxima anual de R$ 8,78, mas se afastou da mínima de R$ 4,92, sinalizando um movimento de repique técnico. O volume negociado mostra que houve liquidez suficiente para sustentar a alta, atraindo investidores interessados na tese de holding diversificada do setor de energia e logística.

A Cosan é uma holding brasileira que controla ativos de peso como a Raízen (combustíveis), Compass (gás e energia), Moove (lubrificantes) e Rumo (logística ferroviária). É um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil. No noticiário recente, a Cosan tem sido acompanhada de perto pelo mercado devido ao seu plano de desalavancagem financeira, buscando otimizar sua estrutura de capital através da venda de participações minoritárias ou IPOs de suas subsidiárias.


4º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 53,75 ↑ 3,66%

Descrição: A WEG S.A. apresentou uma alta de 3,66%, com as ações cotadas a R$ 53,75 no encerramento. A valorização nominal foi de R$ 1,90 por papel, partindo de um fechamento anterior de R$ 51,85. O volume financeiro foi expressivo, atingindo R$ 411.784.125,00, fruto da negociação de 7.661.100 ações. Durante o pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 53,89, muito próximo da sua máxima histórica de 52 semanas, que é de R$ 54,00. A mínima do dia ficou em R$ 51,71. O papel WEGE3 continua sendo um porto seguro para investidores de longo prazo, apresentando baixa volatilidade em comparação à mínima anual de R$ 33,92 e demonstrando resiliência mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores.

A WEG é uma multinacional brasileira reconhecida globalmente pela produção de motores elétricos, transformadores e geradores, sendo uma líder no setor de bens de capital. A empresa é famosa por sua eficiência operacional e constante inovação tecnológica. Recentemente, a WEG anunciou a aquisição da unidade de motores industriais e geradores da Regal Rexnord por US$ 400 milhões, reforçando sua presença nos mercados da América do Norte e Europa.


5º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 9,85 ↑ 3,58%

Descrição: As ações da CSN (CSNA3) fecharam em alta de 3,58%, atingindo o valor de R$ 9,85. O incremento nominal foi de R$ 0,34 em relação ao fechamento de R$ 9,51. O volume de negociação foi robusto, com 16.122.100 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 158.802.685,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 9,49 e a máxima de R$ 9,92. No contexto de 52 semanas, a ação opera em um patamar intermediário, entre a mínima de R$ 6,72 e a máxima de R$ 11,32. A valorização de hoje pode ser atribuída à recuperação nos preços das commodities metálicas no mercado internacional, o que impacta diretamente as margens de lucro da companhia siderúrgica.

A Companhia Siderúrgica Nacional é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, cimento e logística. A empresa possui minas próprias de minério de ferro de alta qualidade. Notícias recentes indicam que a CSN está avançando na venda de uma participação minoritária em sua unidade de mineração (CSN Mineração) para o grupo japonês Itochu, visando reduzir seu endividamento líquido.


6º – AZZAS 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 25,68 ↑ 3,46%

Descrição: O ativo AZZA3 registrou valorização de 3,46%, encerrando o pregão a R$ 25,68. O aumento nominal foi de R$ 0,86 comparado ao fechamento anterior de R$ 24,82. Com um volume de 2.949.900 ações negociadas, a empresa movimentou R$ 75.753.432,00. A ação flutuou entre a mínima de R$ 24,80 e a máxima de R$ 25,74. No histórico de 52 semanas, o papel mostra uma queda acentuada em relação à sua máxima de R$ 41,49, embora esteja sustentado acima da mínima de R$ 19,30. O desempenho de hoje sugere uma tentativa de recuperação técnica após um período de pressão vendedora, refletindo possivelmente um otimismo pontual com o consumo de moda e calçados.

A Azzas 2154 é a nova gigante do setor de moda no Brasil, resultante da fusão histórica entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma. A companhia detém marcas icônicas como Arezzo, Farm, Hering e Schutz. A última notícia de relevância foi a conclusão da integração das operações logísticas entre as marcas, o que deve gerar sinergias operacionais e redução de custos significativos nos próximos trimestres, segundo o comunicado ao mercado.


7º – B3 S.A. – BRASIL, BOLSA, BALCÃO (B3SA3) | R$ 17,62 ↑ 3,40%

Descrição: A B3SA3 encerrou o dia cotada a R$ 17,62, uma alta de 3,40%. A variação em reais foi de R$ 0,58 sobre o fechamento anterior de R$ 17,04. O volume negociado foi um dos mais altos da lista, com 24.451.100 ações, totalizando R$ 430.828.382,00. Durante a sessão, o papel tocou a máxima de R$ 17,70, que coincide exatamente com sua máxima de 52 semanas, indicando um momento de rompimento de resistência histórica importante. A mínima do dia foi de R$ 16,92. Esse desempenho reflete o aumento do volume de negociações na bolsa de valores brasileira, beneficiando diretamente a operadora da infraestrutura do mercado financeiro.

A B3 é a única bolsa de valores em operação no Brasil, oferecendo serviços de negociação, custódia e registro para diversos ativos financeiros. Como monopólio de fato, sua receita é altamente vinculada ao volume diário negociado (ADTV). Recentemente, a B3 anunciou a expansão de seus produtos voltados para o mercado de varejo, incluindo novos tipos de ETFs e contratos futuros de Bitcoin, visando diversificar suas fontes de receita diante de possíveis novos concorrentes.


8º – ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. (ITUB4) | R$ 48,31 ↑ 3,34%

Descrição: O Itaú Unibanco (ITUB4) apresentou valorização de 3,34%, fechando o pregão a R$ 48,31. A variação nominal foi de R$ 1,56 por ação. O ativo registrou um volume financeiro impressionante de R$ 2.012.444.839,00, o maior entre as ações listadas, com 41.656.900 papéis negociados. A mínima do dia foi de R$ 46,74 e a máxima atingiu R$ 48,40, valor que também representa a máxima de 52 semanas do ativo. Partindo de um fechamento anterior de R$ 46,75, o papel demonstra forte tendência de alta e confiança do investidor institucional. A saúde financeira do banco e seu histórico de rentabilidade (ROE) robusto mantêm o ativo como um pilar central de muitas carteiras.

O Itaú Unibanco é o maior banco privado da América Latina, com operações em diversos países. A instituição é referência em gestão de ativos e crédito. A notícia mais recente que impactou o mercado foi o anúncio de lucro líquido recorde no último balanço trimestral, superando as expectativas dos analistas e confirmando a eficácia da sua estratégia de digitalização e controle de inadimplência, o que sustenta o preço das ações no topo histórico.


9º – COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (SBSP3) | R$ 148,23 ↑ 3,04%

Descrição: A Sabesp (SBSP3) encerrou o dia com alta de 3,04%, cotada a R$ 148,23. O aumento nominal foi de R$ 4,38 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 143,85. O volume de negociação foi de 1.942.500 ações, somando um valor financeiro de R$ 287.936.775,00. Durante a sessão, o ativo atingiu a máxima de R$ 148,75, que é o pico das últimas 52 semanas, consolidando um ciclo de valorização contínua. A mínima do dia foi de R$ 143,46. O ativo tem sido impulsionado pelas expectativas em torno de sua eficiência operacional após a privatização, atraindo capital de investidores que buscam ativos de infraestrutura com potencial de crescimento.

A Sabesp é uma das maiores empresas de saneamento do mundo, responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto na maior parte do estado de São Paulo. A empresa passou recentemente por um processo de privatização, transformando-se em uma corporação de capital aberto sem controlador definido. Notícias recentes destacam que a companhia está revisando seu plano de investimentos para acelerar a universalização dos serviços de saneamento até 2029.


10º – ITAÚSA S.A. (ITSA4) | R$ 14,59 ↑ 2,89%

Descrição: A holding Itaúsa (ITSA4) fechou o dia a R$ 14,59, registrando uma valorização de 2,89%. O acréscimo nominal foi de R$ 0,41 sobre o fechamento anterior de R$ 14,18. O ativo teve 36.030.600 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 525.686.454,00. A movimentação diária ficou entre R$ 14,15 e R$ 14,59. Assim como outros ativos da lista, a Itaúsa atingiu sua máxima de 52 semanas no pregão de hoje, destacando-se pela força do setor financeiro e de holdings. Com uma mínima anual de R$ 7,78, o papel quase dobrou de valor em um ano, refletindo não apenas o desempenho do Itaú Unibanco, mas também de suas outras investidas.

A Itaúsa é uma holding pura que detém participações relevantes no Itaú Unibanco, Alpargatas, Dexco, CCR e Copa Energia. Sua tese de investimento é baseada na distribuição de dividendos e na gestão eficiente de portfólio. Uma notícia importante para os acionistas foi a confirmação do pagamento antecipado de juros sobre capital próprio, reafirmando sua política de remuneração aos investidores, mesmo em períodos de reinvestimento em suas coligadas.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 0,05%
2 CLIN11 R$ 94,44 0,05%
3 RBRX11 R$ 8,70 0,04%
4 GZIT11 R$ 48,35 0,03%
5 WHGR11 R$ 9,48 0,02%
6 KNIP11 R$ 91,14 0,01%
7 TEPP11 R$ 9,06 0,01%
8 LIFE11 R$ 8,68 0,01%
9 RBFM11 R$ 10,69 0,01%
10 KORE11 R$ 73,40 0,01%

1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 11,45 ↓2,72%

Descrição: No pregão analisado, a Hapvida apresentou a maior desvalorização percentual entre os ativos da lista, encerrando o dia cotada a R$ 11,45. O papel demonstrou volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 11,36 e a máxima de R$ 12,03. Com um volume de 10.680.500 ações negociadas, a companhia movimentou um montante financeiro de R$ 122.291.725,00. É importante notar que o valor de fechamento atual coincide exatamente com a mínima registrada nas últimas 52 semanas (R$ 11,36), o que sinaliza uma pressão técnica relevante, estando muito distante da máxima anual de R$ 44,85. O fechamento anterior havia sido de R$ 11,77, confirmando o recuo de R$ 0,32 por ação.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com forte atuação nas regiões Norte e Nordeste, operando um modelo de rede verticalizada que inclui hospitais e clínicas próprios. Recentemente, a empresa tem focado na integração de grandes aquisições e no controle de sinistralidade para recuperar margens operacionais. Uma notícia relevante recente envolve o esforço da companhia em otimizar sua estrutura de capital através de ajustes em sua rede de atendimento e foco em eficiência hospitalar.


2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 30,79 ↓1,09%

Descrição: A Cyrela encerrou o dia com o preço de R$ 30,79, representando uma queda de 1,09% em relação ao fechamento anterior de R$ 31,13. Durante a sessão, o ativo registrou uma mínima de R$ 30,55 e uma máxima de R$ 31,56. O volume de ações transacionadas foi de 4.558.500, resultando em um volume financeiro de R$ 140.356.215,00. Apesar da queda diária de R$ 0,34, o papel ainda se encontra operando em patamares próximos à sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 32,17, e significativamente acima da mínima anual de R$ 14,91. Esse posicionamento sugere que, apesar da correção pontual, o ativo mantém uma trajetória de recuperação sólida no médio prazo.

A Cyrela é uma das empresas mais tradicionais do setor de construção civil e incorporação imobiliária de alto padrão no Brasil. A companhia é reconhecida por sua solidez financeira e histórico de dividendos. Recentemente, a Cyrela divulgou dados operacionais que mostram resiliência nas vendas e lançamentos, mesmo diante de um cenário de taxas de juros elevadas, mantendo sua estratégia de focar em projetos de alta renda e eficiência na entrega de empreendimentos.


3º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 50,58 ↓0,82%

Descrição: A Localiza apresentou um fechamento de R$ 50,58, o que equivale a uma variação negativa de 0,82% (queda de R$ 0,42 por ação). O ativo abriu e oscilou entre a mínima de R$ 50,35 e a máxima de R$ 51,90. O volume negociado foi expressivo, com 7.108.100 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 359.527.698,00. Ao comparar com o histórico de 52 semanas, observa-se que o valor atual está na extremidade superior, aproximando-se da máxima de R$ 51,90 e bem distante da mínima de R$ 24,46. O fechamento anterior foi de R$ 51,00, evidenciando uma leve realização de lucros pelos investidores no dia de hoje.

A Localiza é a líder absoluta no setor de aluguel de carros e gestão de frotas na América Latina. Após a fusão com a Unidas, a empresa consolidou ainda mais sua dominância de mercado. Notícias recentes destacam a expansão da sua plataforma de seminovos e a renovação tecnológica de sua frota, visando melhorar a experiência do usuário e otimizar a manutenção dos veículos para manter a rentabilidade em alta frente aos custos de depreciação.


4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,69 ↓0,81%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) fechou o dia cotado a R$ 3,69, registrando uma queda de 0,81%. O valor nominal da variação foi de apenas R$ 0,03. A ação teve um comportamento estável dentro de uma faixa estreita, com mínima de R$ 3,69 (o próprio fechamento) e máxima de R$ 3,76. O volume de ações foi de 4.101.400, com um giro financeiro total de R$ 15.134.166,00. O ativo encontra-se em uma zona intermediária de preço considerando as últimas 52 semanas, onde a mínima foi de R$ 2,35 e a máxima de R$ 4,95. O fechamento anterior de R$ 3,72 corrobora o viés de baixa observado na sessão.

A Companhia Brasileira de Distribuição opera diversas bandeiras de varejo alimentar no Brasil. A empresa passou por uma profunda reestruturação nos últimos anos, incluindo o spin-off do Éxito e a venda de ativos não estratégicos para reduzir o endividamento. Uma notícia de destaque recente envolve a conclusão de novos aumentos de capital e a estratégia de focar novamente no formato de supermercados de vizinhança e no fortalecimento da marca Pão de Açúcar.


5º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 28,94 ↓0,72%

Descrição: A Vivara encerrou as negociações a R$ 28,94, uma desvalorização de 0,72% em comparação ao fechamento anterior de R$ 29,15. A ação registrou uma mínima de R$ 28,32 e máxima de R$ 29,22 durante a sessão. O volume de negociação atingiu 2.980.000 ações, totalizando R$ 86.241.200,00 em volume financeiro. No panorama anual (52 semanas), a empresa apresenta um suporte em R$ 15,44 e uma resistência em R$ 35,89. A variação negativa de R$ 0,21 no dia mostra uma correção moderada para o setor de varejo de luxo, que costuma apresentar maior resiliência em momentos de inflação controlada.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo uma fatia significativa do mercado nacional com as marcas Vivara e Life. A empresa é conhecida por sua forte verticalização, produzindo grande parte do que vende. Notícias recentes no mercado financeiro apontam para a continuidade da sua estratégia de expansão física, com a abertura de novas lojas em shoppings estratégicos e o crescimento acelerado da linha Life, que atrai um público mais jovem.


6º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,79 ↓0,52%

Descrição: A Cogna encerrou a sessão cotada a R$ 3,79, apresentando um recuo de 0,52% (R$ 0,02 nominal). Apesar da baixa percentual pequena, a ação foi o destaque em liquidez de quantidade, com 29.309.600 ações negociadas, movimentando R$ 111.083.384,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 3,74 e a máxima de R$ 3,86. Comparando com o fechamento anterior de R$ 3,81, nota-se uma estabilidade relativa. No acumulado de 52 semanas, a ação mostra uma recuperação vigorosa partindo da mínima de R$ 1,27, embora ainda esteja abaixo da máxima de R$ 4,75 registrada no período.

A Cogna Educação é um dos maiores grupos educacionais do mundo, atuando no ensino básico e superior através de marcas como Kroton e Vasta. A empresa tem buscado a transformação digital e a otimização de custos operacionais. Uma notícia importante recente é o foco da companhia na redução da alavancagem financeira e o crescimento do segmento de ensino à distância (EAD), que tem sido um pilar fundamental para a manutenção das receitas em cenários econômicos desafiadores.


7º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,42 ↓0,52%

Descrição: As ações da Lojas Renner fecharam o dia a R$ 15,42, com uma queda de 0,52%, ou R$ 0,08 em termos nominais. A movimentação diária registrou uma mínima de R$ 15,22 e uma máxima de R$ 15,67. O volume de ações negociadas foi elevado, alcançando 16.152.000 papéis, o que gerou um volume financeiro de R$ 249.063.840,00. O fechamento anterior foi de R$ 15,50. Ao observar o histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 15,42 situa-se no meio da faixa entre a mínima de R$ 10,21 e a máxima de R$ 19,07, indicando um período de consolidação de preços para a varejista de moda.

A Lojas Renner é líder no varejo de moda “omnichannel” no Brasil, operando também as marcas Camicado, Youcom e Ashua. A empresa investe pesado em logística e digitalização. Recentemente, a Renner foi notícia devido ao seu foco em sustentabilidade e moda circular, além de reportar melhorias na eficiência de sua nova central de distribuição, visando combater a concorrência acirrada de plataformas internacionais de e-commerce.


8º – Minerva S.A (BEE3) | R$ 6,12 ↓0,33%

Descrição: A Minerva registrou um fechamento de R$ 6,12, com uma leve baixa de 0,33% (R$ 0,02). A ação teve uma variação intradiária entre R$ 6,12 e R$ 6,30. O volume de ações foi de 12.631.200, totalizando um volume financeiro de R$ 77.302.944,00. É importante destacar que o fechamento de R$ 6,12 coincide com a mínima do dia, sugerindo que a pressão vendedora se manteve até o fim do pregão. Em relação ao histórico anual, o papel está mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 3,65) do que da máxima (R$ 7,37), vindo de um fechamento anterior de R$ 6,14.

A Minerva Foods é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne bovina in natura e seus derivados, sendo a maior exportadora do setor na região. A empresa possui uma forte presença nos mercados globais. Recentemente, a Minerva esteve em foco devido à aquisição de ativos da Marfrig, uma movimentação estratégica para expandir sua capacidade de abate e consolidar sua liderança no mercado de exportação para a China e outros países.


9º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 15,39 ↓0,19%

Descrição: A Ambev apresentou uma variação negativa de apenas 0,19%, fechando o pregão a R$ 15,39. A oscilação nominal foi de R$ 0,03 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,42. Durante o dia, a mínima atingida foi de R$ 15,15 e a máxima de R$ 15,50. O volume de negociação foi muito robusto, com 22.980.900 ações e um volume financeiro de R$ 353.676.051,00. No intervalo de 52 semanas, a ação está sendo negociada muito próxima de sua máxima anual de R$ 15,57, o que demonstra a confiança do mercado na solidez da companhia, especialmente considerando a mínima de R$ 9,93 no período.

A Ambev é a maior cervejaria da América Latina, com um portfólio que inclui marcas icônicas como Skol, Brahma e Antarctica. A empresa faz parte do grupo AB InBev. Notícias recentes destacam o avanço da Ambev em sua plataforma tecnológica B2B, o “Bees”, e a expansão do serviço de entrega “Zé Delivery”, que têm transformado a maneira como a empresa se relaciona com PDVs e consumidores finais, aumentando a eficiência logística.


10º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 60,20 ↓0,12%

Descrição: O BTG Pactual encerrou a lista com a menor desvalorização percentual do grupo, caindo apenas 0,12% para fechar em R$ 60,20. O valor nominal da queda foi de R$ 0,07. O ativo teve uma variação entre a mínima de R$ 58,54 e a máxima de R$ 60,27. O volume financeiro foi o maior de toda a lista analisada, totalizando R$ 1.175.585.600,00, com 19.528.000 units negociadas. A unit BPAC11 está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 62,99) e dobrou de valor em relação à mínima anual de R$ 30,11, refletindo um forte desempenho operacional do banco de investimentos.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, com atuação em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management. O banco tem apresentado resultados recordes consecutivamente. Uma notícia relevante recente é a expansão da sua plataforma de varejo bancário e o crescimento significativo na captação de recursos de terceiros, consolidando sua posição como um “one-stop shop” financeiro para investidores institucionais e pessoas físicas.

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