Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 09/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 AZZA3 R$ 25,86 5,38%
2 ENEV3 R$ 21,09 4,98%
3 LWSA3 R$ 3,84 4,63%
4 CPFE3 R$ 49,17 3,73%
5 RAIL3 R$ 15,94 2,97%
6 EMBJ3 R$ 82,35 2,76%
7 CSAN3 R$ 5,74 2,68%
8 PETR4 R$ 43,16 2,49%
9 PETR3 R$ 46,75 2,12%
10 MGLU3 R$ 9,52 2,04%

1º – AZZAS 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 25,86 ↑ 5,38%

Descrição: A AZZA3 liderou as valorizações do dia com um salto expressivo de 5,38%, encerrando a sessão cotada a R$ 25,86. O papel demonstrou forte ímpeto comprador, partindo de uma mínima diária de R$ 24,46 para testar a máxima de R$ 25,96, muito próxima do valor de fechamento. O volume financeiro negociado atingiu R$ 108.702.510,00, refletindo um interesse institucional renovado. Em uma perspectiva de 52 semanas, a ação ainda opera distante de sua máxima de R$ 41,49, sugerindo que o movimento atual pode ser uma tentativa de recuperação de fundamentos. O fechamento anterior de R$ 24,54 serviu como suporte psicológico importante antes da arrancada. Com 4,2 milhões de ações trocando de mãos, a volatilidade intraday foi um prato cheio para operadores de curto prazo, enquanto o investidor de longo prazo observa a consolidação da nova marca após a fusão.

A Azzas 2154 é a gigante resultante da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, consolidando-se como a maior plataforma de moda da América Latina. Recentemente, o mercado repercutiu o plano de sinergias da companhia, que estima captar centenas de milhões de reais em eficiências operacionais nos próximos anos.


2º – ENEVA S.A. (ENEV3) | R$ 21,09 ↑ 4,98%

Descrição: A Eneva apresentou um desempenho robusto, fechando o dia a R$ 21,09, uma variação positiva de quase 5%. O ativo mostrou resiliência ao operar consistentemente acima do fechamento anterior de R$ 20,09. Durante o pregão, a cotação flutuou entre R$ 19,89 e R$ 21,27, com um volume de ações expressivo de 14.291.900 unidades. O volume financeiro totalizou R$ 301.416.171,00, o que posiciona a ENEV3 como uma das ações mais líquidas do setor de energia na data. Vale destacar que o preço atual está encostando na máxima de 52 semanas (R$ 22,79), indicando um forte “momentum” de alta. A mínima do ano de R$ 11,48 parece ter ficado definitivamente para trás, com o mercado precificando novos projetos e a integração de ativos de gás natural que fortalecem o balanço da empresa.

A Eneva é uma empresa integrada de energia, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia termoelétrica. Uma notícia recente de grande impacto foi a aprovação, pelo CADE, da aquisição de ativos térmicos do BTG Pactual, o que amplia significativamente sua capacidade de geração e seu portfólio no setor elétrico brasileiro.


3º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,84 ↑ 4,63%

Descrição: O setor de tecnologia viu a LWSA3 (antiga Locaweb) fechar em alta de 4,63%, atingindo R$ 3,84. Apesar da valorização percentual relevante, o valor nominal do ativo permanece em patamares baixos se comparado à sua máxima de 52 semanas de R$ 4,80. O volume negociado foi de R$ 18.488.448,00, com 4,8 milhões de ações movimentadas. No intraday, o papel tocou a mínima de R$ 3,58, demonstrando que houve pressão vendedora inicial antes da recuperação para a máxima de R$ 3,84 no fechamento. A variação em reais foi de R$ 0,17 por ação. Para o investidor, o cenário exige cautela, dado que a mínima das últimas 52 semanas é de R$ 2,30, sinalizando que o papel ainda busca estabilidade em meio à reestruturação de margens operacionais do setor de software e e-commerce.

A LWSA é líder em serviços de hospedagem de sites e soluções de software para o varejo digital no Brasil. Recentemente, a empresa anunciou um foco estratégico na integração de suas inúmeras aquisições para otimizar a rentabilidade e o fluxo de caixa, movimento que tem sido monitorado de perto por analistas de growth.


4º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 49,17 ↑ 3,73%

Descrição: A CPFL Energia confirmou sua vocação defensiva com um toque de crescimento ao subir 3,73%. O fechamento a R$ 49,17 reflete um ganho nominal de R$ 1,77 por ação em relação ao dia anterior. O volume financeiro de R$ 132,4 milhões é condizente com o perfil da empresa, atraindo investidores que buscam dividendos e estabilidade. A ação navegou entre a mínima de R$ 46,95 e a máxima de R$ 49,35 durante o pregão. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, a CPFE3 mostra-se sólida, operando mais próxima da sua máxima (R$ 56,35) do que da sua mínima (R$ 34,22). A eficiência operacional na distribuição e geração de energia continua sendo o principal driver de valor para o papel, que manteve um volume de 2,6 milhões de ações negociadas.

A CPFL Energia é uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, com atuação nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização. Notícias recentes destacam o plano de investimentos multibilionário da companhia para a modernização da rede elétrica e expansão de fontes renováveis até 2028.


5º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 15,94 ↑ 2,97%

Descrição: A Rumo encerrou o dia com uma valorização de 2,97%, cotada a R$ 15,94. O desempenho foi impulsionado por um volume financeiro robusto de R$ 247.076.376,00, evidenciando a relevância da logística ferroviária no cenário macroeconômico atual. A ação teve uma variação positiva de R$ 0,46, saindo de um fechamento anterior de R$ 15,48. Durante a sessão, a mínima foi de R$ 15,42 e a máxima atingiu R$ 16,16. É importante notar que o papel está operando em um patamar intermediário no ciclo anual, com máxima de R$ 19,68 e mínima de R$ 13,31. A movimentação de 15,5 milhões de ações demonstra que o mercado está atento aos dados de escoamento da safra agrícola, que impactam diretamente a receita da companhia através do volume transportado em seus trilhos.

A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, conectando as principais regiões produtoras de grãos aos portos de exportação. Recentemente, a empresa avançou nas obras da primeira ferrovia estadual do Mato Grosso, um projeto estratégico que deve aumentar significativamente sua capacidade de carga nos próximos anos.


6º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 82,35 ↑ 2,76%

Descrição: A Embraer continua sua trajetória ascendente, fechando a R$ 82,35 com alta de 2,76%. O papel movimentou R$ 515.280.420,00, um dos maiores volumes financeiros do dia entre as mid-caps/large-caps industriais. A ação mostrou volatilidade, com mínima de R$ 77,74 e máxima de R$ 82,96. Embora o preço atual seja elevado, ele ainda está abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 105,50, indicando espaço para recuperação caso os pedidos de aeronaves continuem em expansão. O fechamento anterior foi de R$ 80,14. O volume de 6,2 milhões de ações negociadas reflete o otimismo com as exportações brasileiras e a valorização tecnológica da fabricante, que se beneficia tanto do setor comercial quanto da divisão de defesa e segurança.

A Embraer é uma das maiores fabricantes de aeronaves comerciais, executivas e militares do mundo, sendo orgulho da indústria nacional. Uma notícia recente de peso foi o anúncio de novos pedidos firmes da American Airlines para jatos da família E-Jets E2, reforçando o backlog de entregas da companhia.


7º – COSAN S.A (CSAN3) | R$ 5,74 ↑ 2,68%

Descrição: A Cosan registrou alta de 2,68%, fechando a R$ 5,74. O volume de ações foi bastante elevado, com 33,1 milhões de papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 190.356.768,00. A ação teve um intervalo de negociação estreito entre R$ 5,50 e R$ 5,85. O preço atual é preocupante quando olhamos para a máxima de 52 semanas de R$ 8,78, mostrando que a empresa sofreu uma desvalorização considerável no último ano. Contudo, o fechamento acima dos R$ 5,59 anteriores sugere uma tentativa de estancar a sangria. A dinâmica da Cosan está muito ligada à performance de suas investidas, como Raízen e Compass, e qualquer variação no preço das commodities ou taxas de juros impacta severamente seu balanço alavancado.

A Cosan é uma holding brasileira com um portfólio diversificado nos setores de energia, logística e infraestrutura. Recentemente, a empresa informou ao mercado que continua focada na desalavancagem financeira, estudando a possibilidade de IPOs de suas subsidiárias para otimizar sua estrutura de capital.


8º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR4) | R$ 43,16 ↑ 2,49%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) foram as protagonistas em termos de liquidez absoluta, movimentando impressionantes R$ 4,6 bilhões. O papel subiu 2,49%, encerrando a R$ 43,16, muito perto de sua máxima histórica e de 52 semanas (R$ 44,27). A mínima do dia foi de R$ 42,67, com um volume de 106,5 milhões de ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 1,05. O desempenho da PETR4 é sustentado pelo preço do barril de petróleo tipo Brent e pela política de dividendos da companhia, que continua atraindo investidores focados em renda. O fechamento anterior foi de R$ 42,11. A proximidade com o teto anual sugere uma tendência de alta clara, embora o risco político e as discussões sobre investimentos em refinarias permaneçam no radar dos analistas.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás. A notícia mais recente envolve a confirmação de que a estatal atingiu novos recordes de produção no pré-sal, o que garante a sustentabilidade de sua geração de caixa para os próximos trimestres.


9º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR3) | R$ 46,75 ↑ 2,12%

Descrição: A PETR3, ação ordinária da Petrobras, seguiu o movimento de sua contraparte preferencial, mas com uma valorização ligeiramente menor de 2,12%, fechando a R$ 46,75. O volume negociado foi de R$ 1.145.907.950,00, com 24,5 milhões de ações. O papel atingiu sua máxima de 52 semanas durante o pregão (R$ 48,24), embora tenha recuado um pouco para o fechamento. A mínima do dia foi de R$ 46,70, indicando que o preço de fechamento ficou no limite inferior da banda de negociação diária após a euforia inicial. A PETR3 geralmente carrega um prêmio de preço em relação à PETR4 devido ao direito de voto, mas ambas refletem o otimismo com a eficiência operacional da companhia. A variação em reais foi de R$ 0,97.

Assim como a PETR4, a PETR3 representa a propriedade na estatal petrolífera brasileira. Além dos dados operacionais, uma notícia relevante recente foi a declaração da diretoria sobre a manutenção da atual política comercial de preços, buscando equilíbrio entre a paridade internacional e a competitividade interna.


10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,52 ↑ 2,04%

Descrição: O Magazine Luiza encerrou o top 10 com alta de 2,04%, fechando a R$ 9,52. Após o grupamento de ações realizado anteriormente, o papel busca novos patamares de suporte. O volume financeiro foi de R$ 152.260.024,00, com 15,9 milhões de papéis negociados. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 9,15 e R$ 9,52, terminando exatamente na máxima do dia. Comparado à máxima de 52 semanas de R$ 11,55, o ativo mostra sinais de recuperação, distanciando-se da mínima de R$ 6,21. O varejo brasileiro tem reagido positivamente a sinais de controle inflacionário, o que favorece o poder de compra e o consumo de bens duráveis, núcleo do negócio da Magalu. O fechamento anterior foi de R$ 9,33, resultando em um ganho de R$ 0,19 por ação.

O Magazine Luiza é uma das maiores varejistas brasileiras, com forte presença no e-commerce e lojas físicas. Recentemente, a empresa anunciou uma parceria estratégica com a gigante chinesa AliExpress, permitindo a venda de produtos de ambas as plataformas em seus respectivos marketplaces, visando aumentar o sortimento e atrair mais clientes.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MRVE3 R$ 8,57 -7,85%
2 PCAR3 R$ 2,73 -5,21%
3 VIVA3 R$ 29,00 -3,30%
4 VAMO3 R$ 3,86 -2,77%
5 SMTO3 R$ 18,45 -2,28%
6 MBRF3 R$ 17,66 -2,27%
7 AMOB3 R$ 12,55 -2,26%
8 BEEF3 R$ 4,41 -2,00%
9 CVCB3 R$ 2,00 -1,96%
10 HAPV3 R$ 9,42 -1,67%

1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,57 ↓7,85%

Descrição: A MRV (MRVE3) liderou as baixas do dia com uma queda expressiva de 7,85%. O ativo abriu a sessão em patamares superiores, mas renovou mínimas ao longo do dia, atingindo R$ 8,44, aproximando-se do suporte psicológico da região. O preço de fechamento de R$ 8,57 representa um recuo de R$ 0,73 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,30. O volume financeiro foi robusto, totalizando R$ 159.658.243,00, com mais de 18,6 milhões de ações trocando de mãos. Ao observar o histórico de 52 semanas, a ação ainda se mantém distante da mínima de R$ 4,54, mas mostra fraqueza ao se afastar da máxima de R$ 10,53. A volatilidade intradiária foi marcada por uma máxima de R$ 8,99, evidenciando que a pressão vendedora dominou completamente o pregão, sem força de recuperação para os compradores.

A MRV é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no segmento de habitação popular (Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a empresa tem focado na redução de sua alavancagem financeira e na queima de caixa, buscando melhorar suas margens operacionais diante de um cenário de juros ainda elevados que impactam o setor de construção civil.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,73 ↓5,21%

Descrição: As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) apresentaram uma desvalorização de 5,21%, encerrando o dia cotadas a R$ 2,73. Este valor coincide exatamente com a mínima registrada no dia, o que sugere que o papel fechou com forte pressão de venda “na mínima”. A variação nominal foi de R$ 0,15 negativos sobre o fechamento anterior de R$ 2,88. O volume de negociação atingiu R$ 19.475.274,00, movimentando 7.133.800 ações. O ativo está operando perigosamente perto de sua mínima de 52 semanas, que é de R$ 2,35, e muito longe da máxima de R$ 4,95. Durante o pregão, a máxima alcançada foi de R$ 2,94, mas o ânimo dos investidores arrefeceu rapidamente, resultando em uma das piores performances do ranking atual.

O GPA é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil. A empresa passou por uma profunda reestruturação recente, que incluiu a cisão (spin-off) do Éxito e a venda de ativos não estratégicos para reduzir dívidas. A última notícia relevante envolve o avanço do seu plano de otimização de estoque e foco no formato de proximidade e supermercados premium.

3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 29,00 ↓3,30%

Descrição: A Vivara (VIVA3) registrou um recuo de 3,30%, com o preço da ação fechando em R$ 29,00. A queda nominal foi de R$ 0,99 em comparação ao fechamento anterior de R$ 29,99. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 28,33 e a máxima de R$ 29,86. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 101.734.900,00, o que demonstra liquidez para o ativo mesmo em dia de baixa. No acumulado de 52 semanas, a empresa mantém uma posição resiliente, com a cotação atual situada bem acima da mínima de R$ 16,16 e abaixo da máxima de R$ 35,89. A movimentação de 3,5 milhões de ações reflete um ajuste de carteira por parte dos investidores institucionais que acompanham o setor de consumo discricionário de alta renda.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo as marcas Vivara, Life by Vivara e marcas próprias de relógios. A empresa é conhecida por sua forte geração de caixa e expansão agressiva de lojas. Recentemente, a companhia anunciou a sucessão em cargos de diretoria e a manutenção do seu plano de expansão física para consolidar sua liderança no mercado de luxo acessível.

4º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,86 ↓2,77%

Descrição: O Grupo Vamos (VAMO3) encerrou o pregão em queda de 2,77%, com as ações cotadas a R$ 3,86. O valor representa uma redução de R$ 0,11 frente aos R$ 3,97 do dia anterior. O volume de negociação foi um dos maiores da lista, com R$ 105.133.276,00 transacionados através de 27.236.600 ações. A oscilação diária colocou o papel entre a mínima de R$ 3,70 e a máxima de R$ 3,94. A ação está operando em um patamar intermediário no seu histórico anual, tendo como mínima R$ 2,75 e máxima R$ 5,29. A queda de hoje reflete uma cautela do mercado em relação a empresas de bens de capital e locação, que são sensíveis às expectativas de renovação de frotas e investimentos industriais.

A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, atuando também na comercialização de novos e seminovos. A empresa faz parte do Grupo Simpar. Notícias recentes destacam que a Vamos tem buscado diversificar suas fontes de financiamento para sustentar o crescimento de sua frota e atender à demanda do agronegócio e logística.

5º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,45 ↓2,28%

Descrição: A São Martinho (SMTO3) fechou o dia com desvalorização de 2,28%, sendo negociada a R$ 18,45. O recuo nominal foi de R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 18,88. O volume financeiro totalizou R$ 72.536.175,00, com 3.931.500 ações negociadas. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 18,40 e a máxima de R$ 19,22. No histórico de 52 semanas, a ação mostra uma volatilidade moderada, com mínima de R$ 12,91 e máxima de R$ 22,23. O desempenho negativo de hoje acompanha a flutuação dos preços das commodities agrícolas, especialmente o açúcar e o etanol, que impactam diretamente a percepção de rentabilidade futura da companhia pelos analistas de mercado.

A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com grande foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa. A última notícia relevante da empresa refere-se às projeções para a próxima safra e ao impacto de fatores climáticos na produtividade de seus canaviais localizados principalmente no estado de São Paulo.

6º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 17,66 ↓2,27%

Descrição: As ações da Marfrig (MBRF3) registraram queda de 2,27%, encerrando o pregão a R$ 17,66. A variação negativa foi de R$ 0,41 sobre o preço de fechamento anterior, que era de R$ 18,07. O volume financeiro foi elevado, alcançando R$ 148.239.806,00, refletindo a alta liquidez que o papel costuma apresentar. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 17,41 e a máxima de R$ 18,12 durante o dia. Em uma perspectiva anual, a ação demonstra uma recuperação sólida em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 12,84), embora ainda esteja abaixo da máxima de R$ 26,83. O setor de proteínas animais enfrentou um dia de ajustes técnicos, o que justifica a retração no preço das cotas da companhia.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e detém uma participação majoritária na BRF. A companhia foca em produtos de valor agregado e marcas fortes. Recentemente, a Marfrig concluiu a venda de diversas plantas de abate para a Minerva, uma transação estratégica que visa a redução de seu endividamento líquido.

7º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,55 ↓2,26%

Descrição: A Automob (AMOB3) apresentou uma queda de 2,26%, com as ações fechando a R$ 12,55. A redução foi de R$ 0,29 comparado ao fechamento anterior de R$ 12,84. O volume negociado foi o menor entre os ativos analisados, somando apenas R$ 576.045,00 com um volume de 45.900 ações, o que indica uma liquidez reduzida e maior facilidade de oscilação nos preços. A mínima do dia foi de R$ 12,28 e a máxima de R$ 12,79. No período de 52 semanas, a ação tem transitado entre R$ 10,00 e R$ 15,50. A baixa liquidez requer cuidado adicional do investidor, pois pequenos movimentos de venda podem gerar variações percentuais acentuadas no valor do ativo.

A Automob é o braço de varejo automotivo do Grupo Simpar, operando uma vasta rede de concessionárias de diversas marcas. A empresa foca na consolidação do mercado de revenda de veículos no Brasil. A última notícia do setor envolve o crescimento nas vendas de veículos híbridos e elétricos, segmento no qual a Automob vem buscando ampliar sua oferta.

8º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,41 ↓2,00%

Descrição: A Minerva Foods (BEEF3) encerrou o dia com recuo de 2,00%, cotada a R$ 4,41. O valor representa uma perda de R$ 0,09 em relação ao fechamento de R$ 4,50. O volume financeiro foi de R$ 79.856.721,00, com 18.108.100 ações negociadas. A ação operou entre a mínima de R$ 4,39 e a máxima de R$ 4,53. O papel encontra-se em uma zona de preço próxima à sua mínima de 52 semanas (R$ 3,99), indicando um momento desafiador para a empresa no mercado de capitais, especialmente se comparado à sua máxima anual de R$ 7,37. O mercado parece estar precificando os desafios de integração de novos ativos e a dinâmica dos ciclos pecuários no Brasil e na América do Sul.

A Minerva é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua no segmento de industrializados. A última grande notícia da companhia foi a aprovação regulatória e a efetivação da compra de plantas da Marfrig em diversos países, movimento que consolida sua liderança nas exportações para o mercado asiático e do Oriente Médio.

9º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,00 ↓1,96%

Descrição: As ações da CVC Brasil (CVCB3) fecharam o pregão a R$ 2,00 cravados, o que representa uma queda de 1,96%. A variação foi de R$ 0,04 negativos frente ao fechamento anterior de R$ 2,04. O volume financeiro atingiu R$ 19.774.800,00, com 9.887.400 ações trocando de mãos. O ativo teve uma oscilação estreita no dia, entre a mínima de R$ 1,95 e a máxima de R$ 2,03. Historicamente, a CVC vem sofrendo com a volatilidade do setor de turismo, refletida na sua mínima de 52 semanas de R$ 1,64 e máxima de R$ 2,79. O fechamento no patamar de R$ 2,00 é um sinal de alerta psicológico para os investidores, que monitoram a capacidade de recuperação de margens da empresa em um cenário de dólar volátil.

A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, oferecendo pacotes de viagens, passagens aéreas e reservas de hotéis. Recentemente, a empresa concluiu um aumento de capital para reforçar seu balanço financeiro e anunciou novas parcerias tecnológicas para melhorar a experiência de compra digital de seus clientes e reduzir custos operacionais.

10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 9,42 ↓1,67%

Descrição: A Hapvida (HAPV3) encerrou o ranking com a menor queda do grupo, um recuo de 1,67%, fechando em R$ 9,42. O valor representa uma queda de R$ 0,16 sobre o fechamento de R$ 9,58. O volume negociado foi de R$ 70.870.428,00, envolvendo 7.523.400 ações. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 9,30 e a máxima de R$ 9,57. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o papel está negociando exatamente em sua mínima anual (R$ 9,30), o que pode indicar um nível de suporte crítico ou uma tendência de queda contínua, visto que está extremamente distante da máxima de R$ 44,85. O setor de saúde tem enfrentado pressão devido ao aumento da sinistralidade e custos médicos elevados.

A Hapvida é a maior operadora de planos de saúde do Brasil, após sua fusão com a NotreDame Intermédica. A companhia possui um modelo verticalizado único. A notícia mais recente do grupo refere-se ao seu esforço de integração operacional para capturar sinergias da fusão e aos ajustes de preços nas mensalidades para combater a inflação médica.

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