As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AMOB3 | R$ 14,00 | 0,07% |
| 2 | USIM5 | R$ 7,68 | 0,06% |
| 3 | AURE3 | R$ 13,90 | 0,05% |
| 4 | PCAR3 | R$ 2,09 | 0,05% |
| 5 | HAPV3 | R$ 11,72 | 0,05% |
| 6 | GOAU4 | R$ 9,54 | 0,05% |
| 7 | VAMO3 | R$ 4,00 | 0,05% |
| 8 | CSAN3 | R$ 5,48 | 0,05% |
| 9 | GGBR4 | R$ 21,33 | 0,04% |
| 10 | FLRY3 | R$ 16,78 | 0,04% |
1º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 14,00 ↑ 7,03%
Descrição: A Automob Participações liderou as altas do dia com uma performance expressiva de 7,03%, fechando cotada a R$ 14,00. Durante a sessão, o papel demonstrou força ao atingir a máxima de R$ 14,10, partindo de uma mínima de R$ 13,11. O volume de ações negociadas foi de 95.900 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 1.342.600,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o ativo está operando próximo ao seu teto anual (R$ 15,39), distanciando-se consideravelmente da mínima de R$ 10,00 registrada no período. O fechamento anterior foi de R$ 13,08, o que representa uma valorização nominal de R$ 0,92 por ação. Este movimento sugere um otimismo pontual dos investidores em relação ao papel, embora o volume financeiro seja o menor entre os dez primeiros do ranking, indicando uma liquidez mais restrita em comparação aos gigantes do setor metalúrgico ou de saúde. A Automob é uma das maiores empresas de varejo automotivo do Brasil, pertencente ao ecossistema da Simpar. Recentemente, a empresa tem focado na consolidação de sua rede de concessionárias e na expansão de portfólio de marcas representadas.
2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,68 ↑ 6,08%
Descrição: A Usiminas apresentou um desempenho robusto, ocupando o segundo lugar com uma alta de 6,08%. O papel encerrou o dia em R$ 7,68, muito próximo da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 7,78 — valor este que também foi a máxima atingida durante o pregão de hoje. O volume de negociação foi intenso, com 26.327.300 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 202.193.664,00. A variação nominal positiva foi de R$ 0,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,24. A mínima do dia foi registrada em R$ 7,27, mostrando que a ação sustentou a tendência de alta durante quase todo o período operacional. Esse volume financeiro elevado coloca a USIM5 como um dos papéis mais líquidos do dia, atraindo tanto investidores institucionais quanto pessoas físicas. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e uma das maiores do setor siderúrgico na América Latina. Uma notícia recente de impacto foi o anúncio de investimentos na modernização do seu Alto-Forno 3 em Ipatinga, visando maior eficiência operacional.
3º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 13,90 ↑ 5,06%
Descrição: A Auren Energia registrou uma valorização de 5,06%, finalizando o pregão em R$ 13,90. O interessante deste movimento é que o preço de fechamento coincidiu exatamente com a máxima do dia e também com a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando um forte rompimento de resistência técnica. O volume financeiro movimentado foi de R$ 95.238.630,00, fruto da negociação de 6.851.700 ações. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 13,16 e o fechamento atual, subindo R$ 0,67 frente ao valor de R$ 13,23 do dia anterior. O suporte de 52 semanas está em R$ 7,35, o que mostra que a empresa quase dobrou de valor em um ano. A consistência na alta reflete a confiança do mercado na geração de caixa e na política de dividendos da companhia elétrica. A Auren Energia é uma plataforma de energia renovável e comercialização, resultante da consolidação dos ativos de energia da Votorantim e da CPP Investments. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição da AES Brasil, consolidando-se como a terceira maior geradora do país.
4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,09 ↑ 5,03%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA), negociado sob o ticker PCAR3, teve uma valorização de 5,03%, fechando a R$ 2,09. Apesar da variação percentual expressiva, o ativo continua operando em patamares baixos (“penny stock”), com uma mínima de 52 semanas de R$ 1,89 e máxima de R$ 4,95. No dia, a ação variou entre R$ 2,00 e R$ 2,09, com um volume de ações de 2.799.100 e giro financeiro de R$ 5.850.119,00. A variação nominal foi de R$ 0,10 comparado ao fechamento anterior de R$ 1,99. O baixo valor nominal do papel contribui para variações percentuais voláteis diante de qualquer fluxo comprador. O mercado observa atentamente os movimentos de desalavancagem da companhia para tentar precificar uma recuperação sustentável a longo prazo. O GPA é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. A notícia mais relevante do último período foi a conclusão da venda de sua participação na rede colombiana Éxito, como parte de sua estratégia de redução de dívidas.
5º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 11,72 ↑ 4,74%
Descrição: A Hapvida apresentou uma valorização de 4,74%, encerrando o dia em R$ 11,72. O papel teve uma variação nominal de R$ 0,53 em relação ao fechamento anterior de R$ 11,19. O volume negociado foi substancial, totalizando R$ 120.612.864,00, com 10.291.200 ações comercializadas. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 10,84 e a máxima de R$ 11,94. É importante notar que a ação está em um patamar intermediário no seu histórico anual, onde a mínima de 52 semanas foi de R$ 7,00 e a máxima atingiu R$ 44,85, indicando que, apesar da alta recente, o papel ainda busca recuperar patamares históricos mais elevados. A liquidez do ativo permanece alta, sendo uma das preferidas do setor de saúde para grandes fundos de investimento. A Hapvida é a maior operadora de planos de saúde do Brasil em número de beneficiários, com um modelo de negócio verticalizado. Notícias recentes indicam um foco maior da gestão na rentabilidade dos planos e controle de sinistralidade após a fusão com a NotreDame Intermédica.
6º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,54 ↑ 4,72%
Descrição: A Metalúrgica Gerdau (holding) fechou com alta de 4,72%, cotada a R$ 9,54. A ação teve uma variação de R$ 0,43 frente ao fechamento anterior de R$ 9,11. O volume financeiro foi de R$ 84.796.290,00, com 8.888.500 ações negociadas. A movimentação intradia ficou entre R$ 9,10 e R$ 9,54, o que mostra que a ação fechou em seu ponto máximo do dia. No acumulado de 52 semanas, o papel transita entre a mínima de R$ 5,52 e a máxima de R$ 10,62, aproximando-se agora de seu topo anual. Como holding da Gerdau S.A., o desempenho da GOAU4 costuma estar intimamente ligado aos dividendos e à performance operacional da sua controlada, beneficiando-se da exposição ao mercado de aço nacional e internacional. A Metalúrgica Gerdau é a holding que controla a Gerdau S.A., principal produtora de aços longos nas Américas. Uma notícia recente importante foi a aprovação de novos programas de recompra de ações, sinalizando confiança da diretoria no valor da empresa.
7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 4,00 ↑ 4,71%
Descrição: As ações da Vamos subiram 4,71%, atingindo o patamar redondo de R$ 4,00. No dia, o papel oscilou entre R$ 3,82 e R$ 4,01, com um volume financeiro de R$ 95.186.400,00 e 23.796.600 ações negociadas. O fechamento anterior foi de R$ 3,82, gerando uma valorização nominal de R$ 0,18. Olhando para o gráfico de 52 semanas, a VAMO3 ainda se encontra longe de sua máxima de R$ 5,27, embora tenha se afastado da mínima de R$ 2,74. O alto volume de ações negociadas demonstra que há um interesse renovado pelo setor de locação de bens de capital, que é sensível às projeções de crescimento do PIB e taxas de juros, fatores que influenciam diretamente o custo de financiamento das frotas. A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões e máquinas no Brasil. A empresa reportou recentemente um crescimento em sua frota contratada, reforçando sua posição dominante no agronegócio e logística.
8º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,48 ↑ 4,58%
Descrição: A Cosan registrou alta de 4,58%, fechando a R$ 5,48. O papel movimentou um montante expressivo de R$ 182.391.388,00, com 33.283.100 ações negociadas — o maior volume em quantidade de ações deste ranking. A oscilação diária ocorreu entre R$ 5,25 e R$ 5,51. Comparado ao fechamento anterior de R$ 5,24, houve um ganho nominal de R$ 0,24 por ativo. No horizonte de um ano, a Cosan variou entre a mínima de R$ 4,92 e a máxima de R$ 8,78. Sendo uma holding com ativos em energia, logística e lubrificantes, o mercado tende a reagir à performance das suas subsidiárias (como Raízen e Rumo), e o volume financeiro elevado de hoje reflete um rebalanceamento de carteiras importante. A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, com atuação nos setores de energia (Raízen, Compass), logística (Rumo), lubrificantes (Moove) e gestão de terras (Radar). Notícias sugerem que a empresa está focada em otimizar sua estrutura de capital e possivelmente listar sua subsidiária Moove no exterior.
9º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,33 ↑ 4,35%
Descrição: A Gerdau S.A. (ação preferencial) fechou em alta de 4,35%, cotada a R$ 21,33. Este foi o papel com maior giro financeiro do grupo analisado, totalizando R$ 349.980.507,00, o que reforça sua relevância no índice Ibovespa. Foram negociadas 16.407.900 ações ao longo do dia, com preços variando de R$ 20,36 até a máxima de R$ 21,36. O fechamento anterior foi de R$ 20,44, gerando um acréscimo nominal de R$ 0,89. A ação está operando em uma zona intermediária de seu canal de 52 semanas (mínima de R$ 13,26 e máxima de R$ 23,95). O setor de siderurgia mostrou força coletiva nesta sessão, impulsionado possivelmente por expectativas macroeconômicas favoráveis ou preços internacionais das commodities metálicas em recuperação. A Gerdau é a maior produtora brasileira de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado seus planos de investimento para reduzir emissões de carbono em suas plantas industriais.
10º – Fleury S.A. (FLRY3) | R$ 16,78 ↑ 4,03%
Descrição: Encerrando o Top 10, o Grupo Fleury teve valorização de 4,03%, com o preço final de R$ 16,78. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 16,15 e a máxima de R$ 16,83. O volume financeiro atingiu R$ 46.990.712,00, com 2.800.400 ações negociadas. Em relação ao fechamento de ontem (R$ 16,13), a variação nominal positiva foi de R$ 0,65. No intervalo de 52 semanas, o Fleury apresenta uma estabilidade maior que outros setores, com mínima de R$ 10,51 e máxima de R$ 18,10. A alta de hoje coloca a ação próxima de suas máximas anuais, refletindo a resiliência do setor de medicina diagnóstica e a percepção de valor após as sinergias capturadas com a integração de aquisições recentes no setor de saúde. O Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, operando marcas premium em diagnósticos. A última grande notícia do grupo foi a expansão de sua atuação em novos elos da cadeia de saúde, como infusões e clínicas ortopédicas.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | LWSA3 | R$ 3,79 | -0,05% |
| 2 | TOTS3 | R$ 34,44 | -0,03% |
| 3 | MBRF3 | R$ 19,25 | -0,03% |
| 4 | NATU3 | R$ 10,20 | -0,01% |
| 5 | VALE3 | R$ 84,69 | -0,01% |
| 6 | CVCB3 | R$ 1,89 | -0,01% |
| 7 | SMTO3 | R$ 18,31 | -0,01% |
| 8 | BEEF3 | R$ 4,20 | -0,01% |
| 9 | WEGE3 | R$ 52,50 | -0,01% |
| 10 | YDUQ3 | R$ 11,85 | -0,00% |
1º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,79 ↓5,01%
Descrição: No pregão analisado, a LWSA3 apresentou a queda mais acentuada da lista, recuando 5,01% e fechando a R$ 3,79. O papel demonstrou volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 3,74 e a máxima de R$ 4,06, evidenciando uma pressão vendedora constante após abrir abaixo do fechamento anterior de R$ 3,99. Com um volume de 6.498.700 ações negociadas, a movimentação financeira totalizou R$ 24.630.073,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se em uma região intermediária, distante de sua máxima de R$ 4,80, mas ainda acima da mínima de R$ 2,43. A contração atual pode refletir ajustes de expectativa do mercado quanto ao setor de tecnologia e serviços digitais. O volume de negociação indica uma liquidez relevante para o tamanho da empresa, mas o sentimento de curto prazo permanece pessimista conforme indicado pela variação nominal negativa de R$ 0,20 por cota.
A Locaweb (LWSA3) é uma empresa brasileira líder em serviços de hospedagem de sites, computação em nuvem e soluções de e-commerce, focada em auxiliar a transformação digital de pequenas e médias empresas. Recentemente, a companhia tem focado na integração de suas diversas aquisições para otimizar o ecossistema de vendas online e melhorar suas margens operacionais.
2º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 34,44 ↓3,20%
Descrição: A gigante do setor de software, TOTVS, registrou um recuo de 3,20%, com suas ações encerrando o dia cotadas a R$ 34,44. Durante a sessão, o ativo atingiu exatamente sua mínima do dia no fechamento, após ter testado uma máxima de R$ 36,13. A variação negativa foi de R$ 1,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 35,58. O volume de negociação foi expressivo, somando 4.750.100 ações e um giro financeiro robusto de R$ 163.593.444,00. Comparando com o intervalo anual, a ação está operando abaixo da média das 52 semanas (máxima de R$ 47,98), aproximando-se do suporte de R$ 32,77. Esse movimento sugere uma realização de lucros ou uma postura mais defensiva dos investidores institucionais perante o setor de ERP e serviços financeiros. A queda nominal é uma das maiores em termos de valor monetário absoluto entre os pares analisados hoje.
A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERP), plataformas de produtividade, colaboração e serviços financeiros (Techfin). A notícia mais recente sobre a empresa envolve a contínua expansão de sua joint venture com o Itaú Unibanco, a Totvs Techfin, que busca ampliar a oferta de crédito para sua base de clientes B2B.
3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,25 ↓2,83%
Descrição: A Marfrig registrou uma desvalorização de 2,83%, com o preço da ação fechando a R$ 19,25. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 19,25 e a máxima de R$ 20,23, fechando na mínima do dia, o que sinaliza uma força vendedora predominante até o encerramento do pregão. O volume de ações trocadas foi de 13.800.400, resultando em um volume financeiro de R$ 265.657.700,00. O fechamento anterior estava em R$ 19,81, representando uma perda nominal de R$ 0,56 por papel. No acumulado de 52 semanas, a Marfrig demonstra uma recuperação sólida frente à mínima de R$ 14,59, embora ainda esteja abaixo do pico de R$ 26,83 registrado no período. O setor de frigoríficos enfrenta desafios relacionados aos custos de insumos e ciclos de gado, o que pode justificar a volatilidade observada no dia.
A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo, com forte presença nos Estados Unidos e na América do Sul, além de ser a principal acionista da BRF. Recentemente, a empresa reportou um foco estratégico na redução de sua alavancagem financeira através da venda de ativos operacionais para a concorrente Minerva em diversos países da América Latina.
4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 10,20 ↓1,45%
Descrição: As ações da Natura fecharam o dia em R$ 10,20, apresentando uma queda de 1,45% ou R$ 0,15 em termos nominais. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 10,06 e a máxima de R$ 10,44, após um fechamento anterior de R$ 10,35. O volume de ações foi de 10.576.500, gerando um volume financeiro total de R$ 107.880.300,00. Em termos anuais, o ativo está operando próximo de suas máximas de 52 semanas (R$ 11,30), o que pode indicar que a queda de hoje é apenas um ajuste técnico dentro de uma tendência de recuperação mais ampla, dado que a mínima do ano foi de R$ 7,13. O mercado monitora de perto os esforços de reestruturação da companhia após a venda de unidades internacionais, buscando eficiência operacional e foco no mercado latino-americano.
A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e perfumaria, conhecida por seu modelo de venda direta e compromisso com a sustentabilidade. A última notícia relevante da empresa destaca a conclusão da venda da rede britânica The Body Shop para o grupo Aurelius, como parte de sua estratégia de simplificação corporativa.
5º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 84,69 ↓1,05%
Descrição: A Vale, uma das empresas de maior peso no índice Bovespa, registrou recuo de 1,05%, encerrando o dia a R$ 84,69. A ação teve uma variação nominal de R$ 0,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,59. Durante o dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 84,26 e a máxima de R$ 85,54. O volume financeiro foi o mais alto do grupo analisado, atingindo a marca de R$ 1.519.880.616,00, com 17.946.400 ações negociadas. Este alto volume reflete a liquidez extrema do papel e sua importância sistêmica. No intervalo de 52 semanas, a Vale demonstra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 44,77 e operando perto da máxima de R$ 91,62. A performance do dia geralmente está atrelada às oscilações do preço do minério de ferro no mercado chinês e às expectativas de demanda global por commodities.
A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro, pelotas e níquel. Recentemente, a companhia anunciou o pagamento de dividendos bilionários aos seus acionistas e continua em processo de sucessão de seu comando executivo, o que tem sido acompanhado de perto pelo mercado financeiro.
6º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,89 ↓1,05%
Descrição: A operadora de turismo CVCB3 apresentou uma queda de 1,05% no pregão, fechando a R$ 1,89. O papel movimentou 14.768.100 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 27.911.709,00. A cotação variou entre a mínima de R$ 1,88 e a máxima de R$ 1,94, partindo de um fechamento anterior de R$ 1,91. A variação nominal foi de apenas R$ 0,02, mas em termos percentuais, o recuo é notável para um ativo de baixo valor nominal (penny stock). O histórico de 52 semanas mostra um cenário desafiador, com a ação operando próxima da sua mínima de R$ 1,64 e muito distante da máxima de R$ 2,79. A volatilidade do setor de turismo, sensível aos juros e ao câmbio, continua pesando sobre o desempenho das ações, que buscam estabilização após sucessivos aumentos de capital e renegociações de dívida.
A CVC Brasil é a maior operadora de viagens e agência de turismo da América Latina, oferecendo pacotes de lazer e corporativos. A notícia mais recente sobre a empresa foca na sua estratégia de digitalização e no fortalecimento de sua estrutura de capital para enfrentar a competição crescente das plataformas de reserva online.
7º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 18,31 ↓1,03%
Descrição: As ações da São Martinho fecharam cotadas a R$ 18,31, uma redução de 1,03% em comparação ao dia anterior. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,19 sobre o fechamento de R$ 18,50. A movimentação diária ficou entre a mínima de R$ 18,00 e a máxima de R$ 18,80, com um volume total de 4.189.200 ações e giro financeiro de R$ 76.704.252,00. No panorama das últimas 52 semanas, a ação está posicionada entre a mínima de R$ 12,91 e a máxima de R$ 21,70. O desempenho da companhia, focada no setor sucroenergético, é fortemente influenciado pelos preços internacionais do açúcar e pelas políticas de preços de combustíveis (etanol) no mercado interno. A queda moderada de hoje sugere uma acomodação de preços após períodos de valorização.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Recentemente, a empresa anunciou investimentos em sua planta de etanol de milho para aumentar a capacidade de produção e diversificar sua base de matéria-prima durante o período de entressafra da cana.
8º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 4,20 ↓0,94%
Descrição: A Minerva Foods registrou queda de 0,94%, com o preço da ação encerrando a R$ 4,20. O papel variou nominalmente R$ 0,04 em relação ao fechamento de R$ 4,24. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 4,16 e a máxima de R$ 4,26. O volume de negociação foi substancial, com 11.238.000 ações trocadas, totalizando R$ 47.199.600,00 em volume financeiro. No acumulado de 52 semanas, a Minerva opera em patamares baixos, mais próxima da mínima de R$ 3,63 do que da máxima de R$ 7,37. A pressão sobre o setor frigorífico, somada a preocupações com o nível de endividamento para aquisição de novos ativos, mantém o investidor em um estado de cautela, refletido na leve desvalorização do dia e na liquidez elevada.
A Minerva S.A. é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua também no segmento de processados. Recentemente, a empresa recebeu aprovações regulatórias importantes para concluir a aquisição de diversas plantas de abate da Marfrig, consolidando ainda mais sua liderança no mercado de exportação de carne in natura.
9º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 52,50 ↓0,51%
Descrição: A WEG, reconhecida por sua estabilidade e resiliência, apresentou um recuo discreto de 0,51%, fechando a R$ 52,50. A variação nominal foi de R$ 0,27 sobre o fechamento anterior de R$ 52,77. O papel oscilou entre a mínima de R$ 51,90 e a máxima de R$ 52,87 ao longo do pregão. O volume financeiro movimentado foi de R$ 322.638.750,00, com 6.145.500 ações negociadas. A WEGE3 é um dos destaques positivos no longo prazo, operando atualmente muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 54,41) e bem acima da mínima de R$ 33,85. Essa leve queda diária é vista por analistas como uma flutuação comum de mercado para uma empresa que entrega resultados consistentes e possui uma base de acionistas focada no longo prazo e em dividendos.
A WEG S.A. é uma multinacional brasileira que produz motores elétricos, transformadores, geradores e componentes de automação industrial. A última notícia relevante da companhia foi a expansão de suas fábricas no exterior e o anúncio de um novo ciclo de investimentos voltado para a produção de sistemas de baterias e mobilidade elétrica.
10º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 11,85 ↓0,34%
Descrição: Encerrando a lista, a YDUQS registrou a menor variação percentual negativa do grupo, recuando 0,34% para fechar em R$ 11,85. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,04 em comparação ao fechamento anterior de R$ 11,89. Durante o dia, as ações foram negociadas entre a mínima de R$ 11,74 e a máxima de R$ 12,04. O volume totalizou 3.733.000 ações, resultando em um giro de R$ 44.236.050,00. No quadro das 52 semanas, a YDUQ3 está operando em um patamar mediano, com mínima de R$ 9,47 e máxima de R$ 16,99. O setor de educação superior tem enfrentado desafios regulatórios e macroeconômicos, mas a leve queda de hoje indica uma relativa estabilização do papel frente aos seus pares de outros setores que sofreram quedas mais expressivas.
A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, proprietária de instituições como a Estácio e o Ibmec. Recentemente, a empresa divulgou resultados focados no crescimento do ensino digital e na expansão de seus cursos de medicina, que possuem margens mais elevadas e maior previsibilidade de receita.