Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 10/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 10,31 0,08%
2 MRVE3 R$ 9,49 0,04%
3 RAIL3 R$ 15,95 0,03%
4 BBSE3 R$ 38,32 0,03%
5 VIVT3 R$ 40,71 0,02%
6 ASAI3 R$ 8,94 0,02%
7 ABEV3 R$ 15,66 0,02%
8 SBSP3 R$ 150,80 0,02%
9 NATU3 R$ 9,40 0,02%
10 AURE3 R$ 11,61 0,01%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,31 ↑ 7,96%

Descrição: A Braskem liderou as valorizações do dia com um desempenho robusto, fechando a R$ 10,31. O ativo demonstrou grande volatilidade positiva, partindo de uma mínima diária de R$ 9,47 para atingir uma máxima de R$ 10,32, muito próxima do valor de fechamento. Com um volume de 5.230.200 ações negociadas e um giro financeiro de R$ 53.923.362,00, o papel recuperou-se significativamente em relação ao fechamento anterior de R$ 9,55. Apesar da alta expressiva, a ação ainda opera distante da sua máxima de 52 semanas (R$ 13,90), embora tenha se afastado consideravelmente da mínima anual de R$ 6,11. O movimento de hoje sugere uma forte pressão compradora e otimismo do mercado em relação à tese de recuperação da companhia.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais players globais do setor petroquímico. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido ao processo de venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) e desdobramentos sobre passivos geológicos em Alagoas.

2º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 9,49 ↑ 4,29%

Descrição: A MRV apresentou uma performance sólida, encerrando o pregão cotada a R$ 9,49. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,00 e a máxima de R$ 9,56, superando o fechamento anterior de R$ 9,10. O volume de negociação foi intenso, com 11.241.000 papéis trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 106.677.090,00. É importante notar que a máxima atingida hoje (R$ 9,56) também representa a máxima de 52 semanas para o ativo, indicando que a empresa está vivendo seu melhor momento no último ano. A variação de R$ 0,39 reflete uma recepção positiva às condições de mercado para o setor imobiliário e de construção civil, especialmente no segmento de baixa renda.

A MRV é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A última notícia relevante da companhia envolve o aumento da eficiência em suas operações nos EUA através da subsidiária Resia e a expectativa de melhora nas margens operacionais no Brasil com a queda dos juros.

3º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 15,95 ↑ 3,10%

Descrição: As ações da Rumo S.A. fecharam em alta de 3,10%, sendo negociadas a R$ 15,95. O ativo teve um dia de liquidez relevante, com um volume financeiro expressivo de R$ 303.241.400,00 e 19.012.000 ações negociadas. A cotação variou entre R$ 15,37 e R$ 16,10 ao longo da sessão, superando com folga o fechamento anterior de R$ 15,47. O desempenho posiciona a ação em uma zona intermediária de seu histórico anual, entre a mínima de R$ 13,31 e a máxima de R$ 19,68. O ganho nominal de R$ 0,48 por ação demonstra a confiança dos investidores na capacidade logística e no fluxo de escoamento de safras, que é o motor principal da companhia ferroviária.

A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil, controlada pelo grupo Cosan, sendo vital para a exportação de commodities agrícolas. Recentemente, a empresa anunciou investimentos pesados na expansão da malha ferroviária no Mato Grosso, visando aumentar sua capacidade de transporte de grãos para o Porto de Santos.

4º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 38,32 ↑ 2,57%

Descrição: A BB Seguridade registrou um fechamento positivo a R$ 38,32, com uma alta de 2,57%. O papel movimentou um volume financeiro massivo de R$ 1.042.648.880,00, o maior entre as ações listadas neste relatório, evidenciando o forte interesse institucional. O preço oscilou entre a mínima de R$ 37,22 e a máxima de R$ 39,18, partindo de um fechamento prévio de R$ 37,36. Com 27.209.000 ações negociadas, o ativo se aproxima de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 40,42. Esse desempenho reforça o caráter defensivo e a atratividade do papel para investidores focados em dividendos e estabilidade operacional dentro do setor financeiro e de seguros.

A BB Seguridade é a empresa que concentra as operações de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil. A notícia mais recente do setor destaca o crescimento contínuo do braço de seguro rural da companhia, beneficiado pelos bons resultados do agronegócio brasileiro e pela manutenção de sinistralidade controlada.

5º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 40,71 ↑ 2,49%

Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, encerrou o dia cotada a R$ 40,71, representando uma valorização de 2,49%. O volume de ações negociadas foi de 4.262.400, resultando em um giro financeiro de R$ 173.522.304,00. O papel mostrou resiliência, variando entre a mínima de R$ 39,65 e a máxima de R$ 40,89. O fechamento de hoje coincidiu exatamente com a máxima de 52 semanas (R$ 40,89), o que sinaliza um momento técnico extremamente positivo para a empresa de telecomunicações. Comparado ao fechamento anterior de R$ 39,72, a valorização nominal foi de R$ 0,99, consolidando o ativo como uma escolha sólida para investidores que buscam segurança no setor de serviços essenciais.

A Telefônica Brasil é a líder em telecomunicações no país, oferecendo serviços de telefonia móvel, fixa e banda larga. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) bilionários, reafirmando sua política de remuneração generosa aos acionistas.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,94 ↑ 1,82%

Descrição: As ações do Assaí Atacadista (ASAI3) fecharam em alta de 1,82%, atingindo o valor de R$ 8,94. A movimentação diária ocorreu entre a mínima de R$ 8,61 e a máxima de R$ 9,00, com um volume financeiro de R$ 72.589.224,00 proveniente da negociação de 8.119.600 papéis. Apesar da alta diária, o ativo ainda se encontra em um patamar de preços comprimido quando comparado à sua máxima de 52 semanas de R$ 11,88. Contudo, o fechamento acima do valor anterior de R$ 8,78 indica uma tentativa de recuperação do setor de varejo alimentar, que vem enfrentando desafios relacionados ao custo de capital e ao endividamento das famílias brasileiras.

O Assaí é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, tendo passado recentemente por um processo de desinvestimento total por parte do grupo francês Casino. A última notícia relevante foca na estratégia da empresa de desalavancagem financeira e na conversão de lojas convertidas do Extra que estão atingindo a maturação operacional.

7º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 15,66 ↑ 1,75%

Descrição: A Ambev apresentou uma valorização de 1,75%, fechando o pregão a R$ 15,66. A gigante das bebidas movimentou 32.738.200 ações, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 512.680.212,00. Durante a sessão, o papel tocou a máxima de R$ 15,79, que também representa o seu topo de 52 semanas, indicando que a ação está em sua maior cotação do último ano. A mínima do dia ficou em R$ 15,30, acima do fechamento anterior de R$ 15,39. Este movimento reflete a confiança do mercado na gestão de custos da companhia e na manutenção de suas margens em um cenário de insumos mais favoráveis.

A Ambev é a maior fabricante de cervejas do mundo, com forte presença em diversos países das Américas. Recentemente, a companhia tem focado na digitalização através do app Bees e do Zé Delivery, além de notícias sobre a expansão de sua capacidade de produção de energéticos e refrigerantes.

8º – SABESP (SBSP3) | R$ 150,80 ↑ 1,73%

Descrição: A Sabesp registrou um fechamento de R$ 150,80, uma alta de 1,73% em relação ao dia anterior. O volume financeiro foi elevado, totalizando R$ 536.546.400,00 com 3.558.000 ações negociadas. O ativo operou em uma faixa ampla, de R$ 146,50 a R$ 151,39. Assim como outros papéis de destaque hoje, a Sabesp atingiu sua máxima de 52 semanas (R$ 151,39) durante o pregão, consolidando uma tendência de valorização iniciada meses atrás. O fechamento anterior de R$ 148,23 serviu de base para esse avanço nominal de R$ 2,57 por ação, demonstrando o otimismo contínuo dos investidores com os planos estratégicos da empresa.

A Sabesp é a responsável pelo saneamento básico em grande parte do estado de São Paulo. A empresa está no centro das atenções do mercado devido ao processo de privatização conduzido pelo governo estadual, que avançou recentemente com a definição dos modelos de oferta pública de ações.

9º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,40 ↑ 1,51%

Descrição: A Natura Cosméticos fechou o dia a R$ 9,40, com uma alta de 1,51%. Com um giro financeiro de R$ 87.918.200,00 e 9.353.000 ações negociadas, o ativo teve uma oscilação entre R$ 9,16 e R$ 9,55. O fechamento anterior de R$ 9,26 foi superado, embora a ação ainda esteja significativamente abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 14,34. O movimento de hoje representa uma valorização de R$ 0,14 por papel, sinalizando uma estabilização após períodos de alta volatilidade devido à reestruturação global do grupo e venda de ativos internacionais para focar na operação latino-americana.

A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos e higiene pessoal. As últimas notícias sobre a companhia envolvem a conclusão da venda da The Body Shop e o foco total na integração das operações da Natura e Avon na América Latina para otimizar lucros.

10º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,61 ↑ 1,31%

Descrição: A Auren Energia encerrou a lista das dez maiores variações do relatório com uma alta de 1,31%, fechando a R$ 11,61. O volume de negociação foi de 5.774.100 ações, totalizando R$ 67.037.301,00 em volume financeiro. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 11,38 e R$ 11,68, partindo de um fechamento anterior de R$ 11,46. Atualmente, a ação se encontra mais próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 7,29) do que de sua máxima (R$ 12,99), sugerindo que ainda há espaço para recuperação se mantido o ritmo de hoje. A variação nominal de R$ 0,15 reflete um dia positivo para o setor elétrico como um todo.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil. A notícia mais recente sobre a empresa destaca sua estratégia agressiva de expansão em geração solar e eólica, além da consolidação de sua posição como uma das maiores pagadoras de dividendos extraordinários do setor.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ENEV3 R$ 19,71 -0,10%
2 RAIZ4 R$ 0,78 -0,07%
3 CSNA3 R$ 9,45 -0,04%
4 BEEF3 R$ 5,89 -0,04%
5 CMIN3 R$ 5,77 -0,04%
6 MGLU3 R$ 10,60 -0,03%
7 LWSA3 R$ 4,16 -0,03%
8 BPAC11 R$ 58,68 -0,03%
9 COGN3 R$ 3,70 -0,02%
10 WEGE3 R$ 52,51 -0,02%

1º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 19,71 ↓ 10,16%

Descrição: A Eneva lidera as baixas do dia com uma queda expressiva de 10,16%, fechando cotada a R$ 19,71. O papel demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 17,70 e máxima de R$ 19,81 ao longo da sessão. O volume financeiro movimentado foi robusto, somando R$ 1,90 bilhão, o que indica uma forte pressão de venda institucional. Comparado ao fechamento anterior de R$ 21,94, o ativo se distancia de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 22,79, mas ainda se mantém bem acima da mínima anual de R$ 11,48. O volume de ações negociadas superou a marca de 96,5 milhões de unidades. Este movimento acentuado de retração coloca a empresa em destaque no radar dos investidores que buscam entender se houve uma mudança nos fundamentos ou apenas um ajuste técnico severo após períodos de alta.

A Eneva é uma empresa integrada de energia, focada na exploração e produção de gás natural e na geração de energia térmica. Recentemente, a companhia tem focado em planos de expansão e fusões; uma das notícias mais relevantes do setor foi a continuidade das negociações e estudos para a consolidação de ativos térmicos e a otimização de sua estrutura de capital frente ao cenário de juros.


2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,78 ↓ 7,14%

Descrição: As ações da Raízen registraram uma queda de 7,14%, encerrando o pregão em R$ 0,78. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 0,76 — que coincide com sua mínima histórica de 52 semanas — e a máxima de R$ 0,85. Com um volume de 87,8 milhões de ações e giro financeiro de R$ 68,5 milhões, o papel demonstra sofrer com o sentimento pessimista do setor sucroenergético. O fechamento anterior foi de R$ 0,84, evidenciando a perda de suporte importante. A máxima de 52 semanas da empresa está fixada em R$ 2,23, o que mostra uma desvalorização acumulada muito significativa no último ano. A pressão vendedora atual mantém o ativo em uma zona de preço de “penny stock”, exigindo cautela extra dos investidores em relação à liquidez e solvência.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Uma notícia recente de impacto foi a divulgação de seus resultados trimestrais, onde o mercado reagiu aos desafios operacionais no segmento de renováveis e ao endividamento da companhia.


3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,45 ↓ 4,06%

Descrição: A CSN apresentou um recuo de 4,06% no dia, finalizando as negociações em R$ 9,45. O ativo teve um volume de negociação de 13,5 milhões de ações, resultando em um montante financeiro de R$ 128,2 milhões. O preço flutuou entre R$ 9,42 e R$ 9,87, vindo de um fechamento anterior de R$ 9,85. Ao observar o horizonte de um ano, a ação está mais próxima de sua mínima (R$ 6,72) do que de sua máxima (R$ 11,32), refletindo os desafios do setor de siderurgia diante da economia global e preços do aço. A queda de hoje acompanha o movimento de desvalorização de commodities metálicas, impactando diretamente o valuation da holding. O mercado monitora de perto os níveis de suporte próximos aos nove reais para definir a tendência de curto prazo.

A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística e energia. Recentemente, a empresa ganhou as manchetes devido ao anúncio da venda de sua participação na CSN Cimentos para a InterCement, um movimento estratégico visando a desalavancagem financeira do grupo.


4º – Minerva S.A (BEE3) | R$ 5,89 ↓ 3,76%

Descrição: A Minerva encerrou o dia cotada a R$ 5,89, representando uma variação negativa de 3,76%. O papel abriu o dia sob pressão e oscilou entre a mínima de R$ 5,81 e a máxima de R$ 6,16. O volume de ações trocadas foi de 15,6 milhões, com um volume financeiro totalizando R$ 92,3 milhões. O fechamento anterior estava na casa dos R$ 6,12. Com uma máxima de 52 semanas em R$ 7,37 e mínima em R$ 3,65, a ação encontra-se em um patamar intermediário de preço. A queda de hoje reflete possivelmente ajustes no setor de frigoríficos, impactado por custos de insumos e dinâmicas de exportação de carne bovina para mercados internacionais, especialmente a China.

A Minerva Foods é líder na exportação de carne bovina na América do Sul e atua também no segmento de processados. A última grande notícia da companhia envolveu a aprovação pelo CADE da aquisição de plantas industriais da Marfrig, uma expansão que promete aumentar significativamente sua capacidade produtiva e presença de mercado.


5º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,77 ↓ 3,67%

Descrição: A subsidiária de mineração da CSN acompanhou a queda da holding, recuando 3,67% e fechando em R$ 5,77. O ativo operou em uma faixa estreita entre R$ 5,77 e R$ 6,02, vindo de um fechamento anterior de R$ 5,99. O volume de ações foi de 5,8 milhões de unidades, com um giro financeiro de R$ 33,6 milhões. Comparando com o histórico anual, a ação está distante de sua máxima de R$ 6,56, mas ainda sustenta uma margem confortável acima da mínima de R$ 4,55 registrada nas últimas 52 semanas. A performance do ativo está intrinsecamente ligada à cotação do minério de ferro no mercado internacional e à demanda das siderúrgicas chinesas, que têm demonstrado sinais mistos recentemente.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando principalmente a mina de Casa de Pedra. Recentemente, a empresa foi destaque ao anunciar o pagamento de dividendos intercalares vultosos, o que costuma atrair investidores focados em renda passiva, apesar da volatilidade do setor.


6º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,60 ↓ 3,37%

Descrição: O Magazine Luiza fechou em queda de 3,37%, com o preço da ação fixado em R$ 10,60. O volume de negociação foi expressivo, com 14,5 milhões de papéis trocando de mãos e um volume financeiro de R$ 153,8 milhões. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 10,56 e a máxima de R$ 11,03, partindo de um fechamento anterior de R$ 10,97. A ação está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 11,55), sugerindo que a queda de hoje pode ser uma realização de lucros após uma tendência de recuperação, visto que a mínima do ano foi de R$ 6,21. O varejo brasileiro continua sensível às projeções de inflação e taxas de juros domésticas.

O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, com forte atuação no e-commerce. Uma notícia relevante para a empresa foi a recente parceria estratégica com o AliExpress, permitindo que as empresas vendam produtos mutuamente em suas plataformas, visando ampliar o sortimento e a competitividade.


7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,16 ↓ 2,80%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) registrou uma queda de 2,80%, fechando a R$ 4,16. O ativo teve uma oscilação diária entre R$ 4,16 e R$ 4,30, mostrando que encerrou o dia em sua mínima intradiária. O volume de ações negociadas foi de 3,8 milhões, gerando um volume financeiro de R$ 16 milhões. Este é um dos volumes financeiros mais baixos desta lista de 10 ações, indicando menor liquidez relativa. O fechamento anterior foi de R$ 4,28. Em um período de 52 semanas, o papel variou entre R$ 2,44 e R$ 5,09. O setor de tecnologia sofre com a aversão ao risco, e a LWSA3 tenta manter sua recuperação após as fortes quedas sofridas nos últimos anos.

A LWSA (antiga Locaweb) é uma empresa brasileira de tecnologia focada em serviços de hospedagem, cloud computing e soluções para e-commerce. Notícias recentes indicam que a empresa está focada na integração de suas diversas aquisições e na otimização da margem EBITDA, buscando maior rentabilidade operacional.


8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 58,68 ↓ 2,52%

Descrição: As units do BTG Pactual apresentaram retração de 2,52%, fechando o dia em R$ 58,68. O volume financeiro foi expressivo, alcançando R$ 595,1 milhões, o segundo maior desta lista, com 10,1 milhões de units negociadas. A variação do dia ficou entre a mínima de R$ 58,13 e a máxima de R$ 61,12, após um fechamento anterior de R$ 60,20. O papel está cotado próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 62,99), o que indica que a queda atual pode ser um ajuste técnico dentro de uma estrutura de alta maior, já que a mínima do ano foi de R$ 30,11. O desempenho do banco reflete o apetite por risco no mercado de capitais brasileiro.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. A última notícia de destaque foi a divulgação de lucros recordes em seu balanço trimestral, impulsionados pelo crescimento nas áreas de gestão de fortunas e crédito corporativo.


9º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,70 ↓ 2,37%

Descrição: A Cogna Educação registrou recuo de 2,37%, com as ações encerrando o dia em R$ 3,70. O volume de negociação foi alto, com 36,3 milhões de ações movimentadas, totalizando R$ 134,4 milhões em volume financeiro. Durante o pregão, o preço variou entre R$ 3,60 e R$ 3,77, partindo de um fechamento anterior de R$ 3,79. A ação mostra uma recuperação sólida frente à sua mínima de 52 semanas (R$ 1,27), embora ainda esteja abaixo da máxima anual de R$ 4,75. O setor educacional tem sido impactado por expectativas em relação a políticas governamentais de financiamento estudantil e reestruturação de dívidas, o que gera volatilidade no papel conforme o fluxo de notícias.

A Cogna é uma das principais organizações educacionais do mundo, detentora de marcas como Kroton e Vasta. Recentemente, a empresa anunciou a continuidade de seu plano de eficiência operacional e foco na educação digital, além de ter sido mencionada em relatórios sobre o potencial aumento de vagas no programa FIES.


10º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 52,51 ↓ 2,31%

Descrição: A WEG, considerada uma das empresas mais resilientes da bolsa, fechou o dia com queda de 2,31%, cotada a R$ 52,51. O volume de ações foi de 8 milhões, com um volume financeiro de R$ 424,7 milhões. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 52,02 e a máxima de R$ 53,98, vindo de um fechamento anterior de R$ 53,75. Interessante notar que a ação está operando muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 54,00), o que caracteriza o movimento de hoje como uma correção pontual em um papel que acumula forte valorização (mínima anual de R$ 33,92). Investidores costumam utilizar quedas na WEG como janelas de oportunidade devido ao histórico de crescimento e governança da companhia.

A WEG é uma multinacional brasileira produtora de equipamentos eletroeletrônicos, motores elétricos e soluções de energia. Uma notícia recente que impactou o mercado foi o anúncio de investimentos bilionários em novas fábricas de baterias e expansão da capacidade produtiva no Brasil e no exterior, visando o mercado de mobilidade elétrica.

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