Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 10/11/2025

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 LREN3 R$ 14,47 3,73%
2 MGLU3 R$ 8,44 3,69%
3 PETZ3 R$ 4,08 3,29%
4 RENT3 R$ 42,21 3,23%
5 RADL3 R$ 22,11 2,84%
6 MBRF3 R$ 18,70 2,47%
7 PCAR3 R$ 3,86 2,39%
8 RAIZ4 R$ 0,86 2,38%
9 YDUQ3 R$ 13,50 2,35%
10 AURE3 R$ 11,58 2,21%

1º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,47 | ↑3,73%

Descrição: Lojas Renner S.A. (LREN3) encerrou o pregão na liderança do ranking das maiores altas do Ibovespa, com valor de fechamento em R$ 14,47, registrando uma valorização de ↑3,73% em relação ao dia anterior, o que corresponde a um ganho de R$ 0,52 por ação. O preço mínimo do dia foi de R$ 13,96, enquanto o máximo atingiu R$ 14,58. O volume negociado foi de 39.279.200 ações, totalizando um montante de R$ 568.370.024,00 em negociações. O fechamento anterior foi de R$ 13,95, e a cotação atual se encontra acima da mínima dos últimos 52 semanas, que foi de R$ 10,38, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 19,39. Recentemente, Lojas Renner tem se destacado no setor de varejo brasileiro, impulsionada pela recuperação do consumo e pela expansão de suas operações, incluindo investimentos em e-commerce e novas lojas físicas. A empresa também tem apresentado resultados sólidos em seus relatórios trimestrais, com aumento nas vendas e margens operacionais, o que tem atraído atenção de analistas e investidores. No último trimestre, a Renner reportou crescimento acima do esperado, beneficiada pelo aumento do ticket médio e pela melhora na rentabilidade das lojas, consolidando sua posição como uma das principais varejistas do país.


2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,44 | ↑3,69%

Descrição: MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) registrou uma valorização expressiva de ↑3,69%, fechando o pregão em R$ 8,44, com alta de R$ 0,30 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 8,14. O preço mínimo do dia foi de R$ 8,08, enquanto o máximo atingiu R$ 8,49. O volume negociado foi de 14.792.000 ações, totalizando R$ 124.844.480,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 5,54, mas ainda distante da máxima do período, de R$ 12,13. A Magazine Luiza tem se destacado no cenário varejista brasileiro, especialmente pelo forte impulso em sua plataforma digital e pela expansão de sua rede física. Recentemente, a empresa anunciou novos investimentos em tecnologia e logística, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como eletrodomésticos e móveis. No último trimestre, a Luiza apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas vendas online e melhora na rentabilidade, impulsionada pela eficiência operacional e pela redução de custos. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da confiança do consumidor, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


3º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,08 | ↑3,29%

Descrição: Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) encerrou o pregão com valorização de ↑3,29%, atingindo o preço de R$ 4,08, com alta de R$ 0,13 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 3,95. O preço mínimo do dia foi de R$ 3,94, enquanto o máximo atingiu R$ 4,10. O volume negociado foi de 6.188.500 ações, totalizando R$ 25.249.080,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 3,56, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 5,12. A Petz tem se destacado como líder no setor de produtos para animais de estimação no Brasil, com forte presença em lojas físicas e online. Recentemente, a empresa tem investido em expansão de sua rede, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como alimentos premium e serviços veterinários. No último trimestre, a Petz reportou crescimento acima do esperado, com aumento nas vendas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por produtos pet e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da tendência de humanização dos animais de estimação, o que tem impulsionado o consumo e a valorização de suas ações.


4º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 42,21 | ↑3,23%

Descrição: LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) registrou uma valorização de ↑3,23%, fechando o pregão em R$ 42,21, com alta de R$ 1,32 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 40,89. O preço mínimo do dia foi de R$ 41,07, enquanto o máximo atingiu R$ 42,41. O volume negociado foi de 6.789.600 ações, totalizando R$ 286.589.016,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 25,71, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 44,60. A Localiza tem se destacado no setor de locação de veículos, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão internacional. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como locação de frotas e serviços de mobilidade. No último trimestre, a Localiza apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas receitas e margens operacionais, beneficiada pela recuperação do setor de turismo e negócios. A companhia também tem se beneficiado da melhora na confiança do consumidor e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


5º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 22,11 | ↑2,84%

Descrição: Raia Drogasil S/A (RADL3) registrou uma valorização de ↑2,84%, fechando o pregão em R$ 22,11, com alta de R$ 0,61 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 21,50. O preço mínimo do dia foi de R$ 21,55, enquanto o máximo atingiu R$ 22,20. O volume negociado foi de 11.064.300 ações, totalizando R$ 244.631.673,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 13,01, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 25,69. A Raia Drogasil tem se destacado no setor de farmácias, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão de sua rede física e digital. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como saúde e bem-estar. No último trimestre, a Raia Drogasil apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas vendas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por produtos de saúde e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da tendência de aumento do consumo de produtos farmacêuticos e de bem-estar, o que tem impulsionado o consumo e a valorização de suas ações.


6º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,70 | ↑2,47%

Descrição: Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) registrou uma valorização de ↑2,47%, fechando o pregão em R$ 18,70, com alta de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 18,25. O preço mínimo do dia foi de R$ 18,38, enquanto o máximo atingiu R$ 19,12. O volume negociado foi de 8.784.400 ações, totalizando R$ 164.268.280,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 11,56, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 24,73. A Marfrig tem se destacado no setor de alimentos, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão internacional. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como carnes e produtos processados. No último trimestre, a Marfrig apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas receitas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por produtos alimentícios e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


7º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,86 | ↑2,39%

Descrição: Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) registrou uma valorização de ↑2,39%, fechando o pregão em R$ 3,86, com alta de R$ 0,09 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 3,77. O preço mínimo do dia foi de R$ 3,78, enquanto o máximo atingiu R$ 3,99. O volume negociado foi de 7.416.100 ações, totalizando R$ 28.626.146,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 2,18, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 4,95. A Companhia Brasileira de Distribuição tem se destacado no setor de varejo, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão de sua rede física e digital. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como alimentos e produtos de consumo. No último trimestre, a companhia apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas vendas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por produtos de consumo e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


8º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,86 | ↑2,38%

Descrição: Raízen S.A. (RAIZ4) registrou uma valorização de ↑2,38%, fechando o pregão em R$ 0,86, com alta de R$ 0,02 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 0,84. O preço mínimo do dia foi de R$ 0,84, enquanto o máximo atingiu R$ 0,88. O volume negociado foi de 12.124.600 ações, totalizando R$ 10.427.156,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 0,82, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 2,72. A Raízen tem se destacado no setor de energia e combustíveis, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão de sua rede física e digital. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como etanol e energia renovável. No último trimestre, a Raízen apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas receitas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por combustíveis e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


9º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,50 | ↑2,35%

Descrição: YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) registrou uma valorização de ↑2,35%, fechando o pregão em R$ 13,50, com alta de R$ 0,31 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 13,19. O preço mínimo do dia foi de R$ 13,21, enquanto o máximo atingiu R$ 13,55. O volume negociado foi de 2.113.900 ações, totalizando R$ 28.537.650,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 7,54, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 17,80. A YDUQS tem se destacado no setor de educação, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão de sua rede física e digital. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como ensino superior e educação corporativa. No último trimestre, a YDUQS apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas receitas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por educação e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


10º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,58 | ↑2,21%

Descrição: Auren Energia S.A. (AURE3) registrou uma valorização de ↑2,21%, fechando o pregão em R$ 11,58, com alta de R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 11,33. O preço mínimo do dia foi de R$ 11,26, enquanto o máximo atingiu R$ 11,58. O volume negociado foi de 2.541.300 ações, totalizando R$ 29.428.254,00 em negociações. A cotação atual está acima da mínima dos últimos 52 semanas, de R$ 7,29, mas ainda abaixo da máxima do período, de R$ 11,83. A Auren Energia tem se destacado no setor de energia, com forte presença em todo o Brasil e estratégias de expansão de sua rede física e digital. Recentemente, a empresa tem investido em tecnologia e inovação, além de estratégias para aumentar sua participação em segmentos como energia renovável e geração de energia. No último trimestre, a Auren Energia apresentou crescimento acima do mercado, com aumento nas receitas e margens operacionais, beneficiada pela alta demanda por energia e pela melhora na eficiência operacional. A companhia também tem se beneficiado da recuperação do consumo e da retomada da atividade econômica, o que tem refletido positivamente em seus resultados e na valorização de suas ações.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SUZB3 R$ 46,60 -2,14%
2 NATU3 R$ 9,19 -1,71%
3 USIM5 R$ 5,40 -1,64%
4 AZZA3 R$ 28,28 -1,63%
5 RDOR3 R$ 46,68 -1,33%
6 CSNA3 R$ 8,25 -1,20%
7 CMIN3 R$ 5,59 -1,06%
8 AZUL4 R$ 1,14 -0,87%
9 VIVT3 R$ 33,40 -0,68%
10 CVCB3 R$ 1,83 -0,54%

1º – Suzano S.A. (SUZB3) | R$ 46,60 ↓2,14%

Descrição: A Suzano S.A., com código SUZB3, fechou o pregão com o preço de R$ 46,60, apresentando uma variação negativa de -2,14% no dia, o que representa uma queda de R$ 1,02 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,62. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 46,48 e a máxima de R$ 47,95, com um volume negociado de aproximadamente 9.830.700 ações, totalizando um valor financeiro de R$ 458.110.620,00. No período de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 46,48 e a máxima de R$ 64,71. A Suzano é líder no ranking da bolsa brasileira, refletindo sua importância no setor de papel e celulose, segmento no qual é uma das maiores produtoras globais. Recentemente, a empresa tem focado em estratégias de sustentabilidade e inovação para ampliar sua competitividade internacional, alinhando-se às demandas por produtos ecologicamente responsáveis. O desempenho da Suzano é impactado por fatores como a demanda global por papel e celulose, variações cambiais e políticas ambientais, além do cenário econômico brasileiro que, apesar de desaceleração prevista para 2025, mantém perspectivas positivas para setores exportadores.

2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,19 ↓1,71%

Descrição: A Natura Cosméticos S.A., identificada pelo código NATU3, encerrou o dia cotada a R$ 9,19, com uma queda de 1,71%, equivalente a uma redução de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,35. O preço da ação variou entre R$ 9,08 e R$ 9,36 durante o pregão, com um volume de 4.758.100 ações negociadas, movimentando R$ 43.726.939,00. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi de R$ 8,06 e a máxima de R$ 15,25. A Natura é uma das maiores empresas brasileiras no setor de cosméticos e beleza, reconhecida por seu compromisso com a sustentabilidade e inovação em produtos naturais. Em 2025, a empresa tem investido em expansão internacional e digitalização, buscando ampliar sua presença em mercados estratégicos. O setor de cosméticos no Brasil tem mostrado resiliência, mesmo diante de um cenário econômico com crescimento moderado, e a Natura continua a ser uma referência em práticas ambientais e sociais no mercado corporativo.

3º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – Usiminas (USIM5) | R$ 5,40 ↓1,64%

Descrição: A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A, conhecida como Usiminas e com código USIM5, fechou cotada a R$ 5,40, com queda de 1,64% no dia, o que corresponde a uma desvalorização de R$ 0,09 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,49. O preço oscilou entre a mínima de R$ 5,33 e a máxima de R$ 5,56, com um volume de 7.201.000 ações negociadas, totalizando R$ 38.885.400,00 em movimentação financeira. No período de 52 semanas, a ação variou entre R$ 3,90 e R$ 6,44. A Usiminas é uma das principais siderúrgicas do Brasil, atuando fortemente na produção de aço para diversos setores industriais, incluindo construção civil e automotivo. Em 2025, a empresa tem enfrentado desafios ligados à volatilidade dos preços do aço e às condições econômicas globais, mas continua investindo em modernização e eficiência produtiva. O desempenho da Usiminas é sensível a fatores macroeconômicos, como a desaceleração do crescimento brasileiro prevista para 2025, mas o setor siderúrgico tende a se beneficiar de estímulos à infraestrutura e recuperação industrial.

4º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 28,28 ↓1,63%

Descrição: A Azzas 2154 S.A., com código AZZA3, teve seu preço final em R$ 28,28, apresentando uma queda de 1,63%, equivalente a uma redução de R$ 0,47 em relação ao fechamento anterior de R$ 28,75. Durante o dia, a ação variou entre R$ 28,11 e R$ 29,16, com um volume negociado de 1.480.600 ações, movimentando R$ 41.871.368,00. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi de R$ 21,24 e a máxima de R$ 45,66. A Azzas é uma empresa menos conhecida no mercado, o que exige um olhar mais atento para seu setor de atuação e estratégias. A companhia tem buscado consolidar sua posição no mercado por meio de investimentos em inovação e expansão, apesar da volatilidade econômica atual. A queda recente pode refletir ajustes do mercado diante do cenário macroeconômico brasileiro, que apresenta desaceleração do crescimento, mas com perspectivas de estabilização da inflação e possível início de ciclo de afrouxamento monetário em 2026.

5º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 46,68 ↓1,33%

Descrição: A Rede D’Or São Luiz S.A., código RDOR3, encerrou o pregão com o preço de R$ 46,68, recuando 1,33%, o que representa uma queda de R$ 0,63 em relação ao fechamento anterior de R$ 47,31. A ação oscilou entre a mínima de R$ 46,52 e a máxima de R$ 48,41, com um volume de 7.060.400 ações negociadas, movimentando R$ 329.579.472,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 24,34 e a máxima de R$ 48,41. A Rede D’Or é a maior rede de hospitais privados do Brasil, com forte presença em serviços de saúde de alta complexidade. Em 2025, a empresa tem se beneficiado do aumento da demanda por serviços de saúde privados, impulsionada por avanços tecnológicos e envelhecimento populacional. Apesar da queda recente, a Rede D’Or mantém perspectivas positivas, apoiadas em sua expansão e investimentos em infraestrutura hospitalar, mesmo diante de um cenário econômico brasileiro que apresenta crescimento moderado e inflação em desaceleração.

6º – Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSNA3) | R$ 8,25 ↓1,20%

Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional S.A., com código CSNA3, fechou o dia cotada a R$ 8,25, com queda de 1,20%, o que equivale a uma redução de R$ 0,10 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,35. O preço variou entre a mínima de R$ 8,23 e a máxima de R$ 8,42, com um volume de 6.747.500 ações negociadas, movimentando R$ 55.666.875,00. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 6,72 e R$ 11,93. A CSN é uma das maiores siderúrgicas do Brasil, com atuação diversificada que inclui mineração e logística. Em 2025, a empresa tem focado em eficiência operacional e redução de custos para enfrentar a volatilidade do mercado de aço. O setor siderúrgico brasileiro é impactado por fatores como a demanda industrial, políticas comerciais internacionais e condições econômicas domésticas, que atualmente indicam desaceleração do crescimento, mas com sinais de estabilização da inflação e possível afrouxamento monetário no horizonte.

7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,59 ↓1,06%

Descrição: A CSN Mineração S.A., código CMIN3, encerrou o pregão com o preço de R$ 5,59, apresentando uma queda de 1,06%, equivalente a uma redução de R$ 0,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,65. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 5,55 e a máxima de R$ 5,75, com um volume de 5.651.700 ações negociadas, movimentando R$ 31.593.003,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 4,41 e a máxima de R$ 6,25. A CSN Mineração é uma subsidiária da CSN focada na extração de minério de ferro, insumo fundamental para a indústria siderúrgica. Em 2025, a empresa tem enfrentado desafios relacionados à demanda global por minério e à volatilidade dos preços das commodities, mas mantém estratégias para otimizar a produção e logística. O desempenho da CSN Mineração está diretamente ligado ao mercado internacional de minério de ferro e à dinâmica econômica brasileira, que apresenta desaceleração, mas com perspectivas de melhora a médio prazo.

8º – Azul S.A. (AZUL4) | R$ 1,14 ↓0,87%

Descrição: A Azul S.A., com código AZUL4, fechou o pregão cotada a R$ 1,14, com uma leve queda de 0,87%, o que representa uma redução de R$ 0,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 1,15. Durante o dia, a ação variou entre a mínima de R$ 1,13 e a máxima de R$ 1,16, com um volume de 7.021.000 ações negociadas, movimentando R$ 8.003.940,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 0,55 e a máxima de R$ 5,63. A Azul é uma das principais companhias aéreas brasileiras, destacando-se pela ampla malha aérea e foco em atendimento regional. Em 2025, a empresa tem buscado recuperação e expansão após os impactos da pandemia, investindo em frota e tecnologia para melhorar a eficiência operacional. O setor aéreo brasileiro tem mostrado sinais de recuperação, embora ainda sujeito a desafios como custos de combustível e regulação, mas a Azul mantém perspectivas de crescimento com a retomada do turismo e negócios.

9º – Telefônica Brasil S.A. (VIVT3) | R$ 33,40 ↓0,68%

Descrição: A Telefônica Brasil S.A., código VIVT3, encerrou o dia com o preço de R$ 33,40, apresentando uma queda de 0,68%, equivalente a uma redução de R$ 0,23 em relação ao fechamento anterior de R$ 33,63. A ação oscilou entre a mínima de R$ 33,33 e a máxima de R$ 33,92, com um volume de 3.288.900 ações negociadas, movimentando R$ 109.849.260,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 21,97 e a máxima de R$ 34,96. A Telefônica Brasil, operando sob a marca Vivo, é uma das maiores empresas de telecomunicações do país, oferecendo serviços de telefonia fixa, móvel e internet banda larga. Em 2025, a empresa tem investido em expansão da rede 5G e melhoria da infraestrutura digital, acompanhando a crescente demanda por conectividade. O setor de telecomunicações no Brasil é competitivo e regulado, mas a Telefônica mantém posição sólida, beneficiando-se do aumento do consumo digital e da transformação tecnológica.

10º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,83 ↓0,54%

Descrição: A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A., com código CVCB3, fechou o pregão cotada a R$ 1,83, com uma leve queda de 0,54%, o que representa uma redução de R$ 0,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 1,84. Durante o dia, a ação variou entre a mínima de R$ 1,82 e a máxima de R$ 1,86, com um volume de 6.064.100 ações negociadas, movimentando R$ 11.097.303,00. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 1,33 e a máxima de R$ 2,92. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, atuando em pacotes de viagens, turismo receptivo e serviços correlatos. Em 2025, a empresa tem se beneficiado da retomada do turismo nacional e internacional, investindo em digitalização e expansão de canais de venda. O setor de turismo no Brasil apresenta recuperação gradual, impulsionada pela flexibilização das restrições e aumento da demanda por viagens, o que favorece a perspectiva de crescimento da CVC.

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