Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 11/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PETR3 R$ 48,94 4,89%
2 PETR4 R$ 44,80 4,36%
3 LREN3 R$ 15,68 3,02%
4 BRKM5 R$ 12,04 2,38%
5 LWSA3 R$ 4,06 2,01%
6 PCAR3 R$ 2,70 1,89%
7 AZZA3 R$ 27,93 1,49%
8 TOTS3 R$ 37,57 1,19%
9 CXSE3 R$ 18,05 0,89%
10 RADL3 R$ 23,95 0,88%

1º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 48,94 ↑ 4,89%

Descrição: A Petrobras (PETR3) encerrou o dia com uma valorização expressiva de 4,89%, cotada a R$ 48,94. O ativo demonstrou uma força compradora notável, operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 49,05. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 47,01 e a máxima de R$ 49,05, evidenciando uma volatilidade intraday controlada mas ascendente. O volume de ações negociadas atingiu 16.956.000 unidades, gerando um volume financeiro robusto de R$ 829.826.640,00. Esse desempenho coloca o papel ordinário em uma posição de destaque no ranking de valorização. Ao comparar com o fechamento anterior de R$ 46,66, observa-se um ganho real de R$ 2,28 por ação. Considerando o histórico das últimas 52 semanas, o papel saiu de uma mínima de R$ 29,34 para os níveis atuais, refletindo a confiança do mercado na gestão de dividendos e exploração do pré-sal. A Petrobras é a maior empresa de capital aberto do Brasil, atuando de forma integrada na exploração, produção e refino de petróleo e gás natural. Última notícia: Recentemente, a empresa anunciou a aprovação de novos investimentos em descarbonização e transição energética.

2º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 44,80 ↑ 4,36%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento do setor, registrando alta de 4,36% e fechando em R$ 44,80. Este ativo apresentou o maior volume financeiro da nossa lista, totalizando R$ 3.256.933.120,00, o que demonstra sua altíssima liquidez no mercado brasileiro. Foram negociadas mais de 72,6 milhões de ações ao longo do dia. O preço variou entre a mínima de R$ 43,23 e a máxima de R$ 44,88. Vale ressaltar que o valor de fechamento está no limite superior do intervalo das últimas 52 semanas (R$ 44,88), sinalizando um momento de otimismo técnico para o papel. Em relação ao fechamento anterior de R$ 42,93, a valorização nominal foi de R$ 1,87. O apetite dos investidores por PETR4 costuma ser guiado pela política de proventos e pela variação do preço do barril de petróleo tipo Brent no mercado internacional. Como empresa estatal de economia mista, a Petrobras mantém foco na maximização da produtividade em águas profundas. Última notícia: A Petrobras confirmou a descoberta de novos indícios de óleo na Bacia de Santos, reforçando o potencial de suas reservas.

3º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,68 ↑ 3,02%

Descrição: A Lojas Renner (LREN3) apresentou um desempenho sólido no pregão, com alta de 3,02%, finalizando o dia a R$ 15,68. A variação nominal foi de R$ 0,46 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,22. O volume de ações negociadas foi de 15.935.400, resultando em um giro financeiro de R$ 249.867.072,00. Durante as negociações, o papel atingiu a máxima de R$ 15,81 e mínima de R$ 15,04. Apesar da alta recente, a cotação ainda se encontra distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 19,07), embora bem acima da mínima de R$ 10,84, indicando uma recuperação gradual do setor de varejo de vestuário frente ao cenário macroeconômico de juros e consumo. A Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando através das marcas Renner, Camicado, Youcom e Ashua, além de possuir seu próprio braço financeiro, a Realize. Última notícia: A companhia reportou melhorias em sua eficiência logística com a implementação de novos sistemas de automação em seus centros de distribuição.

4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 12,04 ↑ 2,38%

Descrição: A Braskem (BRKM5) encerrou o dia com valorização de 2,38%, atingindo o preço de R$ 12,04. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,28 sobre o fechamento de R$ 11,76. Com um volume de 5.131.500 ações negociadas, o volume financeiro foi de R$ 61.783.260,00. No intraday, o papel oscilou entre a mínima de R$ 11,62 e a máxima de R$ 12,37. Ao analisar o horizonte de um ano, percebe-se que a ação opera em patamares baixos, visto que a máxima de 52 semanas foi de R$ 13,78 e a mínima de R$ 6,11. O papel reflete as incertezas regulatórias e os desafios operacionais do setor petroquímico global. A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, atendendo setores industriais diversos. Última notícia: A empresa segue em negociações sobre acordos de reparação relacionados ao evento geológico em Maceió, fator que continua no radar dos analistas de risco.

5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,06 ↑ 2,01%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) registrou alta de 2,01%, fechando cotada a R$ 4,06. O ganho nominal por ação foi de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 3,98. O volume de ações movimentadas foi de 5.382.100, totalizando um volume financeiro de R$ 21.851.326,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 3,95 e R$ 4,15. O ativo de tecnologia enfrenta um período de consolidação, estando abaixo da metade de sua máxima de 52 semanas (R$ 4,80), mas sustentando-se acima da mínima de R$ 2,30 registrada no mesmo período. Investidores de tecnologia monitoram o papel em busca de crescimento e expansão de margens. A Locaweb é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece serviços de hospedagem de sites, serviços de internet e soluções de e-commerce e marketing digital. Última notícia: A LWSA anunciou recentemente uma reestruturação em suas unidades de negócio para otimizar a integração de suas últimas aquisições.

6º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,70 ↑ 1,89%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) obteve uma valorização de 1,89%, fechando o pregão a R$ 2,70. Trata-se de um papel de baixo valor nominal (penny stock), onde uma variação de R$ 0,05 representa um percentual relevante. O volume negociado foi alto em termos de quantidade, com 25.832.300 ações, resultando em R$ 69.747.210,00 em transações financeiras. O papel oscilou entre R$ 2,53 e R$ 2,70 ao longo do dia. No contexto de 52 semanas, a ação demonstra forte desvalorização, vindo de uma máxima de R$ 4,95. A mínima do período foi de R$ 2,35. O mercado observa atentamente os movimentos de desalavancagem da companhia. O GPA é um dos maiores grupos de varejo alimentar do país, operando bandeiras como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Última notícia: A companhia concluiu recentemente a venda de ativos imobiliários e participações para reforçar seu caixa e reduzir o endividamento.

7º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 27,93 ↑ 1,49%

Descrição: A Azzas 2154 (AZZA3) apresentou alta de 1,49%, encerrando a R$ 27,93. A valorização nominal foi de R$ 0,41 sobre o fechamento de R$ 27,52. O giro financeiro somou R$ 117.300.414,00, com 4.199.800 ações trocando de mãos. O preço de negociação variou entre R$ 26,99 e R$ 27,97. Olhando para o gráfico de longo prazo, a ação está em uma zona intermediária, longe da máxima de 52 semanas de R$ 41,49, mas bem protegida em relação à mínima de R$ 19,30. O papel reflete a fusão estratégica e as sinergias esperadas no setor de moda premium. A Azzas 2154 é a nova holding resultante da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, consolidando marcas como Arezzo, Hering, Reserva e Farm. Última notícia: A empresa divulgou um plano de integração de plataformas logísticas visando economias de escala para o próximo biênio.

8º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 37,57 ↑ 1,19%

Descrição: A gigante de software TOTVS (TOTS3) fechou em alta de 1,19%, com o preço da ação em R$ 37,57. O volume financeiro movimentado foi de R$ 119.806.973,00, com 3.188.900 ações negociadas. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 36,95 e a máxima de R$ 38,39. Comparado ao fechamento anterior de R$ 37,13, o ganho nominal foi de R$ 0,44. O papel demonstra resiliência, mantendo-se em uma faixa de preço saudável quando comparada à mínima de 52 semanas de R$ 32,02 e à máxima de R$ 48,22. É um ativo de crescimento resiliente no setor de tecnologia brasileiro. A TOTVS é líder absoluta no mercado de ERP na América Latina, oferecendo soluções de software, serviços financeiros e inteligência de dados. Última notícia: A TOTVS recentemente expandiu sua parceria com provedores de nuvem para acelerar a oferta de soluções de inteligência artificial generativa para seus clientes.

9º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 18,05 ↑ 0,89%

Descrição: A Caixa Seguridade (CXSE3) subiu 0,89%, encerrando a R$ 18,05. Com uma variação positiva de R$ 0,16 em relação ao fechamento de R$ 17,89, o papel apresentou estabilidade típica de ativos focados em dividendos. O volume de ações foi de 2.294.100, gerando R$ 41.408.505,00. O intervalo do dia foi estreito, entre R$ 17,81 e R$ 18,12. O preço atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 18,65), confirmando a tendência de alta sustentada ao longo do último ano (mínima de R$ 12,62). A previsibilidade de receitas atrai o investidor conservador. A Caixa Seguridade é o braço de seguros, previdência e capitalização da Caixa Econômica Federal, operando em um modelo de bancassurance altamente rentável. Última notícia: A companhia reportou um crescimento sólido em sua base de clientes de seguros residenciais no último trimestre.

10º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 23,95 ↑ 0,88%

Descrição: Fechando o nosso ranking, a Raia Drogasil (RADL3) teve alta de 0,88%, cotada a R$ 23,95. A variação foi de R$ 0,21 sobre os R$ 23,74 do fechamento anterior. Foram negociadas 6.870.000 ações, totalizando R$ 164.536.500,00 em volume financeiro. No intraday, a cotação flutuou entre R$ 23,28 e R$ 23,96. O ativo mantém um desempenho equilibrado, operando no meio do caminho entre sua mínima de R$ 12,67 e a máxima de R$ 27,42 das últimas 52 semanas. O setor de farmácias é visto como defensivo em momentos de incerteza econômica. A Raia Drogasil é a maior rede de farmácias do Brasil em faturamento e número de lojas, com presença nacional consolidada através de suas duas marcas principais. Última notícia: A rede anunciou a aceleração da abertura de novas lojas focadas em serviços de saúde básica e atendimento farmacêutico personalizado.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,49 -5,77%
2 MBRF3 R$ 16,47 -4,24%
3 CSAN3 R$ 5,97 -2,29%
4 AURE3 R$ 11,91 -2,06%
5 CSNA3 R$ 7,13 -1,93%
6 VIVT3 R$ 41,30 -1,88%
7 IRBR3 R$ 56,10 -1,77%
8 AMOB3 R$ 12,32 -1,52%
9 VAMO3 R$ 3,90 -1,52%
10 TIMS3 R$ 26,90 -1,39%

1º – RAIZEN S.A. (RAIZ4) | R$ 0,49 ↓ 5,77%

Descrição: A Raízen lidera as baixas do ranking com uma desvalorização acentuada de 5,77%, fechando a sessão cotada a R$ 0,49. Durante o pregão, o ativo demonstrou alta volatilidade, atingindo a mínima de R$ 0,43, valor que coincide com a sua mínima histórica das últimas 52 semanas, evidenciando uma forte pressão vendedora. A máxima do dia não ultrapassou os R$ 0,56. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 116.922.700 papéis, o que resultou em um volume financeiro de R$ 57.292.123,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 0,52, a perda nominal foi de R$ 0,03. O ativo encontra-se em um momento crítico, operando muito abaixo de sua máxima anual de R$ 2,23, o que acende um alerta para investidores de valor sobre a sustentabilidade operacional e o sentimento do mercado em relação ao setor sucroenergético no curto prazo.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando como referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), buscando liderar a transição energética global.

2º – MARFRIG GLOBAL FOODS S.A. (MBRF3) | R$ 16,47 ↓ 4,24%

Descrição: A Marfrig registrou uma queda relevante de 4,24%, encerrando o dia a R$ 16,47. O recuo nominal foi de R$ 0,73 em relação ao fechamento anterior de R$ 17,20. O ativo navegou entre a mínima de R$ 16,39 e a máxima de R$ 17,15, mantendo um volume de negociação robusto de R$ 161.312.121,00, com 9.794.300 ações trocando de mãos. Apesar da queda diária, a ação ainda se posiciona confortavelmente acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 12,84), embora distante do pico anual de R$ 26,83. A movimentação reflete a sensibilidade do setor de proteínas a fatores macroeconômicos e custos de insumos. O volume financeiro coloca a empresa como uma das mais líquidas do grupo analisado, indicando que, mesmo na desvalorização, houve forte interesse institucional e de varejo na manutenção da liquidez do papel.

A Marfrig é uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo e detém o controle da norte-americana National Beef e da brasileira BRF. Uma notícia recente de destaque é o foco da companhia na redução da alavancagem financeira através da venda de ativos para a Minerva Foods.

3º – COSAN S.A. (CSAN3) | R$ 5,97 ↓ 2,29%

Descrição: A Cosan apresentou uma retração de 2,29% no pregão, com o preço por ação fixado em R$ 5,97. A variação negativa foi de R$ 0,14 comparada ao fechamento de R$ 6,11. O papel oscilou entre a mínima de R$ 5,92 e a máxima de R$ 6,27. O volume financeiro movimentado foi o segundo maior da lista, atingindo R$ 238.782.687,00, com um giro de 39.997.100 ações. Analisando o histórico de um ano, o ativo está próximo da sua mínima de R$ 4,92 e distante da máxima de R$ 8,78. Este desempenho sugere uma cautela dos investidores quanto ao portfólio diversificado da holding, que inclui ativos em energia e logística. A amplitude entre a mínima e a máxima do dia mostra que houve tentativa de recuperação, porém sem força compradora suficiente para sustentar o preço acima dos R$ 6,00.

A Cosan é um dos maiores conglomerados econômicos do Brasil, com investimentos em empresas como Raízen, Compass, Moove e Rumo. Recentemente, a empresa concluiu o IPO da Moove na Bolsa de Nova York (NYSE), buscando destravar valor de seus ativos de lubrificantes.

4º – AUREN ENERGIA S.A. (AURE3) | R$ 11,91 ↓ 2,06%

Descrição: As ações da Auren Energia recuaram 2,06%, fechando a R$ 11,91. O valor representa uma queda de R$ 0,25 em relação aos R$ 12,16 do dia anterior. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 11,83 e a máxima de R$ 12,21. Com um volume de ações de 3.225.000, o volume financeiro totalizou R$ 38.409.750,00. Curiosamente, o preço de fechamento atual está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 12,99), indicando que, apesar da queda pontual, o ativo tem mantido uma trajetória resiliente no longo prazo comparado à sua mínima anual de R$ 7,29. O mercado parece ajustar posições após valorizações recentes, mantendo o papel em um patamar técnico considerado alto para os padrões do último ano, o que pode sinalizar uma consolidação de preços no setor elétrico.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização do Brasil, fruto da integração dos ativos de energia da Votorantim S.A e do fundo CPPIB. Notícias recentes apontam para a conclusão da aquisição da AES Brasil pela Auren, consolidando sua posição no mercado.

5º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 7,13 ↓ 1,93%

Descrição: A CSN registrou queda de 1,93%, encerrando cotada a R$ 7,13. A variação nominal foi de R$ 0,14 negativa. O ativo teve como piso no dia o valor de R$ 7,08 e como teto R$ 7,33. O volume financeiro foi de R$ 85.148.599,00, com a negociação de 11.942.300 ações. Observando o intervalo de 52 semanas, a CSNA3 opera mais próxima de sua mínima (R$ 6,72) do que de sua máxima (R$ 11,32). Esse comportamento reflete o momento desafiador para o setor de siderurgia e mineração, impactado pela volatilidade das commodities e demanda global. O fechamento anterior estava em R$ 7,27, e a incapacidade de manter esse nível demonstra que o suporte próximo aos R$ 7,00 está sendo testado pelo mercado, sendo um ponto de atenção para os analistas gráficos e fundamentalistas.

A CSN é um grupo siderúrgico integrado com atuação em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Uma notícia relevante recente envolve as negociações da companhia para a venda de uma fatia minoritária em sua unidade de mineração, a CSN Mineração, para a japonesa Itochu.

6º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 41,30 ↓ 1,88%

Descrição: A Telefônica Brasil (Vivo) apresentou recuo de 1,88%, finalizando o dia a R$ 41,30. A perda nominal foi de R$ 0,79 frente ao fechamento anterior de R$ 42,09. O papel variou entre R$ 39,23 (mínima) e R$ 41,78 (máxima). O volume financeiro foi o mais expressivo desta lista, totalizando R$ 317.089.010,00, o que demonstra a alta liquidez e relevância do ativo no índice. Com 7.677.700 ações negociadas, a Vivo mantém-se em um patamar elevado em relação à sua mínima anual de R$ 23,34, estando muito próxima de sua máxima de 52 semanas de R$ 43,47. Esse recuo pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros por parte dos investidores, dado que o setor de telecomunicações é frequentemente buscado como refúgio defensivo e pagador de dividendos.

A Telefônica Brasil, operando sob a marca Vivo, é a maior empresa de telecomunicações do país. A empresa tem se destacado recentemente pelo crescimento na base de clientes de fibra ótica e pelos fortes resultados financeiros que permitem a distribuição generosa de proventos aos acionistas.

7º – IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A. (IRBR3) | R$ 56,10 ↓ 1,77%

Descrição: O IRB-Brasil registrou queda de 1,77%, com as ações encerrando a R$ 56,10. A variação foi de R$ 1,01 para baixo em relação ao fechamento de R$ 57,11. No dia, o papel oscilou entre R$ 56,01 e R$ 57,68. O volume negociado foi o menor em termos de quantidade de ações (433.400), mas resultou em um volume financeiro de R$ 24.313.740,00 devido ao alto valor nominal por ação após o grupamento. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra uma recuperação interessante frente à mínima de R$ 42,58, embora ainda abaixo da máxima de R$ 66,65. O mercado de resseguros continua sob escrutínio, e a movimentação de hoje sugere uma estabilização após períodos de alta volatilidade, com o investidor aguardando sinais mais claros de rentabilidade operacional sustentável da companhia.

O IRB(Re) é o maior ressegurador do Brasil, atuando na aceitação de riscos de outras seguradoras. Recentemente, a companhia reportou lucro líquido em seus resultados trimestrais, sinalizando que a estratégia de “turnaround” e foco em negócios mais rentáveis está começando a dar frutos.

8º – AUTOMOB PARTICIPAÇÕES S.A. (AMOB3) | R$ 12,32 ↓ 1,52%

Descrição: A Automob Participações teve uma desvalorização de 1,52%, fechando a R$ 12,32. A queda nominal foi de R$ 0,19 sobre o valor anterior de R$ 12,51. O papel teve uma oscilação contida, com mínima de R$ 12,21 e máxima de R$ 12,74. O volume de negociações foi o mais baixo do ranking, com apenas 28.200 ações e um volume financeiro de R$ 347.424,00, caracterizando um ativo de baixa liquidez no pregão de hoje. No histórico de 52 semanas, a ação se encontra em um ponto intermediário, tendo R$ 10,00 como mínima e R$ 15,50 como máxima. A baixa liquidez pode acentuar movimentos bruscos de preço com poucos negócios, exigindo atenção redobrada do investidor quanto à facilidade de entrada e saída da posição neste ticker específico.

A Automob é uma empresa do Grupo Simpar, focada no setor de concessionárias de veículos leves e pesados. Uma notícia importante recente foi a continuidade de sua estratégia de crescimento via aquisições de grupos de concessionárias regionais para consolidar o mercado brasileiro.

9º – VAMOS LOCAÇÃO DE CAMINHÕES, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (VAMO3) | R$ 3,90 ↓ 1,52%

Descrição: As ações da Vamos recuaram 1,52%, terminando o dia a R$ 3,90. Houve uma redução de R$ 0,06 comparado ao fechamento de R$ 3,96. Durante a jornada, o ativo oscilou entre R$ 3,89 e R$ 3,98. O volume de ações foi de 11.199.600, gerando um volume financeiro de R$ 43.678.440,00. O preço atual está perigosamente próximo da mínima de 52 semanas (R$ 2,75) e muito distante da máxima de R$ 5,29. O setor de locação de bens de capital tem sofrido com as taxas de juros elevadas, que encarecem o financiamento da frota. O fechamento abaixo da barreira psicológica dos R$ 4,00 pode desencadear novas análises sobre o custo de capital da empresa e suas projeções de crescimento para o próximo ano fiscal.

A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil e também pertence ao ecossistema da Simpar. Recentemente, a empresa anunciou planos de reorganização societária para separar suas operações de locação e varejo de máquinas.

10º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 26,90 ↓ 1,39%

Descrição: A TIM encerrou a lista com uma queda de 1,39%, cotada a R$ 26,90. A variação negativa foi de R$ 0,38 em relação aos R$ 27,28 anteriores. O papel teve mínima de R$ 26,49 e máxima de R$ 27,33 durante o dia. Com 5.323.200 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 143.194.080,00. Assim como sua concorrente Vivo, a TIM opera em patamares próximos de suas máximas anuais (R$ 28,74), muito acima da mínima de 52 semanas de R$ 14,57. Este desempenho reforça a visão de que o setor de telecomunicações passou por um forte rali no último ano e agora enfrenta uma fase de consolidação. O volume financeiro expressivo confirma que a TIM continua sendo um dos ativos preferidos para quem busca exposição ao setor de serviços com fluxos de caixa previsíveis.

A TIM Brasil é uma das principais operadoras de telefonia móvel do país, controlada pela Telecom Italia. Recentemente, a empresa celebrou a marca de maior cobertura 5G do Brasil, investindo pesadamente em infraestrutura para capturar clientes de alto valor agregado.

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