Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 11/11/2025

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 7,70 17,74%
2 CVCB3 R$ 2,03 10,93%
3 MBRF3 R$ 20,58 9,64%
4 CSAN3 R$ 6,68 8,27%
5 MGLU3 R$ 9,11 8,19%
6 VAMO3 R$ 3,82 7,30%
7 LWSA3 R$ 4,08 6,25%
8 ASAI3 R$ 9,68 5,91%
9 MRVE3 R$ 8,11 5,87%
10 RAIZ4 R$ 0,92 5,75%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 7,70 ↑17,74%

Descrição: A BRASKEM S.A. (BRKM5) apresentou um preço atual de R$ 7,70, com uma variação positiva de R$ 1,16, equivalente a um aumento de 17,74% no dia. O preço mínimo registrado foi de R$ 6,90 e o máximo atingiu R$ 7,78. O volume de ações negociadas foi de 11.913.200 unidades, com fechamento anterior em R$ 6,54. No período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 6,11 e a máxima chegou a R$ 16,04. O volume financeiro movimentado foi de aproximadamente R$ 91.731.640,00.

A Braskem é uma das maiores produtoras de resinas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. A valorização expressiva de 17,74% no dia reflete um movimento positivo no setor petroquímico, impulsionado por uma recuperação da demanda global e ajustes na cadeia produtiva. Recentemente, a empresa tem focado em iniciativas de sustentabilidade e inovação tecnológica para ampliar sua competitividade, o que tem atraído investidores. Além disso, o cenário macroeconômico brasileiro, com a Bolsa de Valores (BOVESPA) em alta e perspectivas de crescimento moderado da economia, contribui para o otimismo em relação às ações da Braskem.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,03 ↑10,93%

Descrição: A CVC Brasil (CVCB3) fechou o dia cotada a R$ 2,03, com uma alta de R$ 0,20, representando um ganho de 10,93%. O preço mínimo do dia foi R$ 1,83 e o máximo R$ 2,05. O volume negociado foi de 29.394.500 ações, com fechamento anterior em R$ 1,83. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi R$ 1,33 e a máxima R$ 2,92. O volume financeiro movimentado atingiu R$ 59.670.835,00.

A CVC Brasil é uma das maiores operadoras de turismo da América Latina, atuando em diversos segmentos do setor de viagens. O aumento de 10,93% no preço das ações pode estar relacionado à retomada do turismo pós-pandemia, com aumento da demanda por viagens nacionais e internacionais. A empresa tem investido em digitalização e expansão de serviços, o que tem melhorado sua performance financeira. O cenário econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e expectativas de crescimento, também favorece o setor de turismo e lazer.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 20,58 ↑9,64%

Descrição: A Marfrig Global Foods (MBRF3) encerrou o pregão cotada a R$ 20,58, com alta de R$ 1,81, o que representa um crescimento de 9,64%. O preço mínimo do dia foi R$ 19,16 e o máximo R$ 20,66. O volume de ações negociadas foi de 14.664.200, com fechamento anterior em R$ 18,77. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 11,56 e a máxima R$ 24,73. O volume financeiro movimentado foi de R$ 301.789.236,00.

A Marfrig é uma das maiores empresas globais no setor de alimentos, especialmente em carnes bovinas. A valorização de 9,64% reflete a recuperação do mercado de proteínas, impulsionada pela demanda internacional e pela valorização do real frente ao dólar. A companhia tem focado em expansão internacional e melhorias operacionais, o que tem sido bem recebido pelo mercado. Além disso, o aumento do consumo global de carne e a retomada das exportações brasileiras contribuem para o desempenho positivo das ações.

4º – Cosan S.A. (CSAN3) | R$ 6,68 ↑8,27%

Descrição: A Cosan S.A. (CSAN3) registrou um preço de fechamento de R$ 6,68, com alta de R$ 0,51, equivalente a um aumento de 8,27%. O preço mínimo do dia foi R$ 6,18 e o máximo R$ 6,74. O volume negociado foi de 66.586.600 ações, com fechamento anterior em R$ 6,17. No intervalo de 52 semanas, a mínima foi R$ 5,22 e a máxima R$ 11,74. O volume financeiro movimentado atingiu R$ 444.798.488,00.

A Cosan é um conglomerado brasileiro com atuação em energia, logística e agronegócio, sendo uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do país. A valorização de 8,27% no dia pode estar associada à alta nos preços das commodities agrícolas e à expectativa de crescimento do setor energético renovável. A empresa tem investido em projetos de sustentabilidade e eficiência energética, o que tem atraído investidores interessados em ESG (Environmental, Social, and Governance). O ambiente econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e perspectivas de crescimento, também favorece o setor.

5º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,11 ↑8,19%

Descrição: A Magazine Luiza (MGLU3) fechou o dia cotada a R$ 9,11, com alta de R$ 0,69, representando um aumento de 8,19%. O preço mínimo do dia foi R$ 8,51 e o máximo R$ 9,22. O volume negociado foi de 26.910.500 ações, com fechamento anterior em R$ 8,42. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 5,54 e a máxima R$ 12,13. O volume financeiro movimentado foi de R$ 245.154.655,00.

Magazine Luiza é uma das maiores varejistas do Brasil, com forte presença no comércio eletrônico e lojas físicas. A valorização de 8,19% reflete a recuperação do consumo interno e a expansão das vendas digitais. A empresa tem investido em tecnologia e logística para melhorar a experiência do cliente e ampliar sua participação de mercado. O cenário econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e expectativa de crescimento moderado, contribui para o otimismo dos investidores no setor varejista.

6º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,82 ↑7,30%

Descrição: A Vamos (VAMO3) encerrou o pregão com preço de R$ 3,82, alta de R$ 0,26, o que representa um aumento de 7,30%. O preço mínimo do dia foi R$ 3,51 e o máximo R$ 3,82. O volume negociado foi de 73.833.900 ações, com fechamento anterior em R$ 3,56. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 2,87 e a máxima R$ 5,80. O volume financeiro movimentado foi de R$ 282.045.498,00.

Vamos é uma empresa especializada em locação de caminhões, máquinas e equipamentos para diversos setores industriais e agrícolas. O aumento de 7,30% no preço das ações indica uma recuperação da demanda por equipamentos pesados, impulsionada pela retomada da atividade econômica e investimentos em infraestrutura. A empresa tem ampliado sua frota e diversificado seus serviços, o que tem sido bem recebido pelo mercado. O ambiente econômico brasileiro, com perspectivas de crescimento e inflação em queda, favorece o setor de locação.

7º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,08 ↑6,25%

Descrição: A LWSA S/A (LWSA3) fechou o dia cotada a R$ 4,08, com alta de R$ 0,24, representando um aumento de 6,25%. O preço mínimo do dia foi R$ 3,85 e o máximo R$ 4,10. O volume negociado foi de 6.893.700 ações, com fechamento anterior em R$ 3,84. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 2,44 e a máxima R$ 4,62. O volume financeiro movimentado foi de R$ 28.126.296,00.

A LWSA é uma empresa menos conhecida no mercado, atuando em setores específicos que podem incluir serviços ou indústria. A valorização de 6,25% sugere um movimento positivo recente, possivelmente relacionado a resultados financeiros ou notícias específicas da companhia. Embora haja menos informações públicas detalhadas, o desempenho das ações indica interesse crescente dos investidores. O contexto econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e recuperação gradual, pode estar beneficiando empresas de médio porte como a LWSA.

8º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,68 ↑5,91%

Descrição: A Sendas Distribuidora (ASAI3) encerrou o pregão com preço de R$ 9,68, alta de R$ 0,54, o que representa um aumento de 5,91%. O preço mínimo do dia foi R$ 9,25 e o máximo R$ 9,72. O volume negociado foi de 17.700.400 ações, com fechamento anterior em R$ 9,14. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 4,96 e a máxima R$ 12,04. O volume financeiro movimentado foi de R$ 171.339.872,00.

Sendas Distribuidora é uma das maiores redes de supermercados do Brasil, atuando principalmente no estado do Rio de Janeiro. A valorização de 5,91% reflete a recuperação do consumo e a expansão da rede. A empresa tem investido em modernização de lojas e ampliação do portfólio de produtos, o que tem atraído consumidores e investidores. O cenário econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e melhora no poder de compra, favorece o setor varejista alimentar.

9º – MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) | R$ 8,11 ↑5,87%

Descrição: A MRV Engenharia (MRVE3) fechou o dia cotada a R$ 8,11, com alta de R$ 0,45, representando um aumento de 5,87%. O preço mínimo do dia foi R$ 7,82 e o máximo R$ 8,15. O volume negociado foi de 10.367.100 ações, com fechamento anterior em R$ 7,66. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 4,43 e a máxima R$ 8,30. O volume financeiro movimentado foi de R$ 84.077.181,00.

A MRV é uma das maiores construtoras do Brasil, focada no segmento de habitação popular. A valorização de 5,87% indica otimismo com o setor imobiliário, impulsionado por juros ainda elevados, mas com sinais de estabilização. A empresa tem investido em projetos sustentáveis e na digitalização dos processos de venda e construção. O cenário econômico brasileiro, com crescimento moderado e inflação em queda, pode favorecer a retomada do mercado imobiliário.

10º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,92 ↑5,75%

Descrição: A Raízen S.A. (RAIZ4) encerrou o pregão com preço de R$ 0,92, alta de R$ 0,05, o que representa um aumento de 5,75%. O preço mínimo do dia foi R$ 0,87 e o máximo R$ 0,94. O volume negociado foi de 31.815.300 ações, com fechamento anterior em R$ 0,87. No período de 52 semanas, a mínima foi R$ 0,82 e a máxima R$ 2,72. O volume financeiro movimentado foi de R$ 29.270.076,00.

Raízen é uma joint venture entre Shell e Cosan, atuando nos setores de energia, combustíveis e biocombustíveis. A valorização de 5,75% reflete a recuperação do setor energético e a crescente demanda por fontes renováveis. A empresa tem investido em projetos de bioenergia e sustentabilidade, alinhando-se às tendências globais de transição energética. O ambiente econômico brasileiro, com inflação em desaceleração e perspectivas de crescimento, favorece o setor energético e de combustíveis.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 NATU3 R$ 7,76 -15,65%
2 PSSA3 R$ 46,31 -7,18%
3 BBSE3 R$ 33,66 -1,98%
4 USIM5 R$ 5,29 -1,86%
5 RDOR3 R$ 45,88 -1,71%
6 VIVA3 R$ 31,99 -1,11%
7 AZUL4 R$ 1,12 -0,89%
8 ENEV3 R$ 19,24 -0,57%
9 POMO4 R$ 7,13 -0,56%
10 PCAR3 R$ 3,83 -0,52%

1º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,76 ↓ -15,65%

Descrição: A Natura Cosméticos S.A., negociada sob o código NATU3, fechou o pregão com o preço de R$ 7,76, apresentando uma variação negativa de -15,65%, o que representa uma queda de R$ 1,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,20. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 7,48 e a máxima de R$ 8,04, com um volume negociado de 48.464.200 ações, totalizando um valor financeiro de aproximadamente R$ 376 milhões. No período de 52 semanas, a ação atingiu a mínima de R$ 7,48 e a máxima de R$ 15,25.

A Natura é uma das maiores empresas brasileiras no setor de cosméticos e produtos de beleza, reconhecida por seu compromisso com a sustentabilidade e inovação. Recentemente, a empresa tem enfrentado desafios no mercado devido a pressões competitivas e volatilidade econômica, refletidos na expressiva queda de preço observada. A queda de 15,65% no dia pode estar associada a resultados financeiros abaixo do esperado ou a movimentos de mercado mais amplos que afetam o setor de consumo. A Natura também tem investido em expansão internacional e digitalização, buscando fortalecer sua presença global e adaptar-se às novas tendências de consumo sustentável.


2º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 46,31 ↓ -7,18%

Descrição: A Porto Seguro S.A., com o código PSSA3, encerrou o dia cotada a R$ 46,31, apresentando uma queda de -7,18%, equivalente a uma redução de R$ 3,58 em relação ao fechamento anterior de R$ 49,89. O preço variou entre a mínima de R$ 46,30 e a máxima de R$ 50,49 no pregão, com um volume de 6.994.600 ações negociadas. No intervalo de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 33,23 e R$ 56,60, com um volume financeiro movimentado de cerca de R$ 324 milhões.

Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do Brasil, atuando em diversos segmentos como seguros de automóveis, residenciais, saúde e vida. A recente queda no preço das ações pode refletir ajustes no mercado de seguros, mudanças regulatórias ou impactos macroeconômicos que afetam o setor financeiro. A empresa tem investido em tecnologia para melhorar a experiência do cliente e ampliar sua carteira de produtos, além de manter uma sólida posição financeira. A volatilidade recente pode também estar relacionada a fatores externos, como o cenário econômico brasileiro e global.


3º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 33,66 ↓ -1,98%

Descrição: A BB Seguridade Participações S.A., identificada pelo código BBSE3, fechou o pregão com o preço de R$ 33,66, apresentando uma variação negativa de -1,98%, o que corresponde a uma queda de R$ 0,68 em relação ao fechamento anterior de R$ 34,34. O preço do dia variou entre a mínima de R$ 33,35 e a máxima de R$ 34,14, com um volume negociado de 10.131.000 ações. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 29,64 e R$ 40,42, movimentando aproximadamente R$ 341 milhões em volume financeiro.

BB Seguridade é uma holding que controla participações em empresas do setor de seguros, previdência e capitalização, sendo uma das maiores do segmento no Brasil. A leve queda observada pode estar relacionada a ajustes no mercado financeiro ou a notícias específicas do setor de seguros. A empresa mantém uma estratégia focada em crescimento sustentável e diversificação de produtos, além de parcerias estratégicas com o Banco do Brasil. Recentemente, o setor de seguros tem mostrado resiliência, apesar das pressões econômicas, o que pode indicar oportunidades futuras para a BB Seguridade.


4º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 5,29 ↓ -1,86%

Descrição: A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A, conhecida como Usiminas e negociada sob o código USIM5, encerrou o dia cotada a R$ 5,29, com uma queda de -1,86%, equivalente a uma redução de R$ 0,10 em relação ao fechamento anterior de R$ 5,39. O preço oscilou entre a mínima de R$ 5,27 e a máxima de R$ 5,49, com um volume de 14.498.400 ações negociadas. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 3,90 e R$ 6,44, com um volume financeiro de aproximadamente R$ 77 milhões.

Usiminas é uma das maiores produtoras de aço do Brasil, com forte presença no mercado nacional e exportações. A leve queda no preço das ações pode refletir a volatilidade do setor siderúrgico, influenciado por fatores como preços internacionais do aço, demanda industrial e políticas comerciais. Recentemente, a empresa tem focado em modernização de suas plantas e eficiência operacional para enfrentar a concorrência global. O setor de siderurgia no Brasil tem mostrado sinais de recuperação, mas permanece sensível a variações econômicas e políticas.


5º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 45,88 ↓ -1,71%

Descrição: A Rede D’Or São Luiz S.A., com o código RDOR3, fechou o pregão a R$ 45,88, apresentando uma queda de -1,71%, o que representa uma redução de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 46,68. O preço do dia variou entre a mínima de R$ 45,58 e a máxima de R$ 46,90, com um volume negociado de 32.192.200 ações. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 24,34 e R$ 48,41, movimentando cerca de R$ 1,48 bilhão em volume financeiro.

Rede D’Or é a maior rede privada de hospitais do Brasil, com atuação em diversas regiões e especialidades médicas. A leve queda nas ações pode estar relacionada a ajustes do mercado ou a notícias específicas do setor de saúde. A empresa tem investido fortemente em expansão e modernização de suas unidades, além de incorporar tecnologias avançadas para atendimento. O setor de saúde privado no Brasil continua em crescimento, impulsionado por demanda crescente e avanços tecnológicos, o que posiciona a Rede D’Or como um player estratégico no mercado.


6º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 31,99 ↓ -1,11%

Descrição: A Vivara Participações S.A., negociada sob o código VIVA3, encerrou o dia com o preço de R$ 31,99, apresentando uma variação negativa de -1,11%, equivalente a uma queda de R$ 0,36 em relação ao fechamento anterior de R$ 32,35. O preço oscilou entre a mínima de R$ 31,85 e a máxima de R$ 33,09, com um volume de 3.662.400 ações negociadas. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 15,76 e R$ 33,09, com um volume financeiro de aproximadamente R$ 117 milhões.

Vivara é uma das maiores redes de joalherias do Brasil, reconhecida pela qualidade e inovação em seus produtos. A leve queda no preço das ações pode refletir oscilações no consumo e no mercado varejista, especialmente em segmentos de luxo. A empresa tem investido em expansão de lojas físicas e no comércio eletrônico, buscando ampliar sua base de clientes. O setor de varejo de luxo no Brasil tem mostrado resiliência, mas permanece sujeito a variações econômicas e mudanças no comportamento do consumidor.


7º – Azul S.A. (AZUL4) | R$ 1,12 ↓ -0,89%

Descrição: A Azul S.A., com o código AZUL4, fechou o pregão cotada a R$ 1,12, apresentando uma queda de -0,89%, o que corresponde a uma redução de R$ 0,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 1,13. O preço variou entre a mínima de R$ 1,12 e a máxima de R$ 1,15, com um volume negociado de 8.612.000 ações. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 0,55 e R$ 5,63, movimentando cerca de R$ 9,6 milhões em volume financeiro.

Azul é uma das principais companhias aéreas brasileiras, destacando-se pela ampla malha aérea e foco em atendimento ao cliente. A leve queda nas ações pode estar relacionada a fatores sazonais ou à volatilidade do setor aéreo, que é sensível a variações econômicas, preços de combustíveis e regulação. A empresa tem buscado ampliar sua eficiência operacional e expandir rotas, além de investir em sustentabilidade. O setor aéreo brasileiro tem mostrado recuperação gradual após impactos da pandemia, mas ainda enfrenta desafios globais.


8º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 19,24 ↓ -0,57%

Descrição: A Eneva S.A., negociada sob o código ENEV3, encerrou o dia com o preço de R$ 19,24, apresentando uma variação negativa de -0,57%, equivalente a uma queda de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 19,35. O preço oscilou entre a mínima de R$ 19,16 e a máxima de R$ 19,72, com um volume de 9.919.400 ações negociadas. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 9,35 e R$ 19,72, movimentando aproximadamente R$ 191 milhões em volume financeiro.

Eneva é uma empresa do setor de energia, atuando na geração térmica e exploração de gás natural. A leve queda nas ações pode refletir ajustes no mercado de energia ou fatores regulatórios. A empresa tem investido em projetos de energia renovável e eficiência energética, alinhando-se às tendências globais de sustentabilidade. O setor energético brasileiro está em transformação, com crescente foco em fontes limpas e diversificação da matriz energética, o que pode favorecer empresas inovadoras como a Eneva.


9º – Marcopolo S.A. (POMO4) | R$ 7,13 ↓ -0,56%

Descrição: A Marcopolo S.A., com o código POMO4, fechou o pregão cotada a R$ 7,13, apresentando uma queda de -0,56%, o que representa uma redução de R$ 0,04 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,17. O preço variou entre a mínima de R$ 7,13 e a máxima de R$ 7,38, com um volume negociado de 15.160.800 ações. No período de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 5,62 e R$ 9,92, movimentando cerca de R$ 108 milhões em volume financeiro.

Marcopolo é uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, com forte presença no mercado nacional e internacional. A leve queda no preço das ações pode estar relacionada a variações na demanda do setor de transporte coletivo e investimentos em inovação. A empresa tem focado em tecnologias sustentáveis e veículos elétricos, buscando atender às novas exigências ambientais e de eficiência. O setor de transporte público enfrenta desafios, mas também oportunidades de crescimento com a modernização da frota.


10º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,83 ↓ -0,52%

Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição S.A., conhecida como Grupo Pão de Açúcar e negociada sob o código PCAR3, encerrou o dia com o preço de R$ 3,83, apresentando uma variação negativa de -0,52%, equivalente a uma queda de R$ 0,02 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,85. O preço oscilou entre a mínima de R$ 3,75 e a máxima de R$ 3,95, com um volume de 10.501.400 ações negociadas. No intervalo de 52 semanas, a ação variou entre R$ 2,18 e R$ 4,95, movimentando aproximadamente R$ 40 milhões em volume financeiro.

O Grupo Pão de Açúcar é um dos maiores conglomerados de varejo do Brasil, atuando em supermercados, atacarejo e comércio eletrônico. A leve queda nas ações pode refletir ajustes no setor varejista, influenciado por mudanças no consumo e competição acirrada. A empresa tem investido em inovação digital e expansão de formatos de loja para se adaptar às novas demandas do mercado. O setor de varejo brasileiro é dinâmico e competitivo, com foco crescente em experiência do cliente e sustentabilidade.

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