As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SMTO3 | R$ 16,22 | 8,79% |
| 2 | VAMO3 | R$ 3,57 | 8,18% |
| 3 | ASAI3 | R$ 7,40 | 5,11% |
| 4 | BRAV3 | R$ 17,38 | 4,32% |
| 5 | MBRF3 | R$ 19,78 | 4,11% |
| 6 | BRKM5 | R$ 8,24 | 2,74% |
| 7 | EMBJ3 | R$ 97,90 | 2,14% |
| 8 | NATU3 | R$ 7,47 | 1,63% |
| 9 | USIM5 | R$ 6,69 | 2,14% |
| 10 | CVCB3 | R$ 2,58 | 2,38% |
1º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,16 ↑ 8,38%
Descrição: A São Martinho (SMTO3) apresentou um desempenho excepcional na sessão de hoje, liderando o ranking com uma valorização expressiva de 8,38%. O ativo abriu o dia com força, registrando uma mínima de R$ 14,89 e atingindo a máxima de R$ 16,26, o que demonstra uma pressão compradora constante ao longo do pregão. O volume de ações negociadas atingiu 5.020.600 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 81.132.896,00. Em comparação ao fechamento anterior de R$ 14,91, a alta nominal foi de R$ 1,25 por ação. Observando o histórico de 52 semanas, o papel ainda transaciona abaixo da sua máxima de R$ 24,41, mas mostra sinais de recuperação robusta ao se afastar da mínima anual de R$ 12,91. O interesse do investidor reflete uma resposta positiva às condições de mercado para o setor sucroenergético.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, com foco na produção de açúcar, etanol e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. Recentemente, o mercado tem monitorado a empresa devido às suas perspectivas de moagem e aos preços globais das commodities agrícolas.
2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,57 ↑ 8,18%
Descrição: A Vamos (VAMO3) registrou a segunda maior alta do dia, com um salto de 8,18%, encerrando a cotação em R$ 3,57. A movimentação financeira foi intensa, totalizando R$ 88.597.047,00, com um volume de 24.817.100 ações trocando de mãos. O ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 3,30 (valor idêntico ao fechamento anterior) e máxima de R$ 3,58. A variação nominal positiva de R$ 0,27 sinaliza um forte apetite por risco neste papel específico. No acumulado de 52 semanas, a ação opera em patamares mais baixos se comparada à máxima de R$ 5,29, aproximando-se da zona de suporte vista na mínima de R$ 2,75. Este movimento pode indicar uma correção técnica ou reação a dados setoriais positivos.
A empresa é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas no Brasil, pertencente ao grupo Simpar. Uma notícia recente de grande relevância para a companhia foi o anúncio de sua reorganização societária para simplificar a estrutura de negócios de locação e venda de ativos.
3º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,36 ↑ 4,55%
Descrição: O Assaí (ASAI3) fechou o pregão com uma alta de 4,55%, cotado a R$ 7,36. A ação teve uma variação positiva de R$ 0,32 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,04. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 6,91 e a máxima de R$ 7,43. O volume negociado foi um dos mais robustos da lista, somando R$ 142.393.920,00, com 19.347.000 ações negociadas. Este desempenho coloca a empresa em uma posição de destaque no setor de varejo alimentar. Apesar da alta de hoje, o papel ainda enfrenta o desafio de recuperar os níveis da máxima de 52 semanas, que é de R$ 11,88, mantendo-se confortavelmente acima da mínima anual de R$ 5,21 registrada no período.
O Sendas Distribuidora, operando sob a marca Assaí Atacadista, é uma das maiores redes de atacarejo do país. Recentemente, a empresa esteve sob os holofotes do mercado financeiro devido às discussões sobre seu nível de alavancagem e estratégias de expansão de lojas em um cenário de juros elevados.
4º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,35 ↑ 4,14%
Descrição: A Brava Energia (BRAV3) apresentou uma performance sólida com valorização de 4,14%, fechando o dia a R$ 17,35. O incremento nominal foi de R$ 0,69 sobre o fechamento de R$ 16,66. O volume financeiro movimentado foi significativo, atingindo R$ 180.738.420,00 através da negociação de 10.417.200 ações. A mínima registrada foi de R$ 16,58 e a máxima de R$ 17,38, mostrando que o papel fechou próximo ao topo do dia. Na janela de 52 semanas, a ação demonstra volatilidade característica do setor de energia, com máxima de R$ 25,98 e mínima de R$ 13,29. O volume negociado reforça a liquidez do ativo e o interesse institucional na tese de investimento da companhia.
A Brava Energia surgiu da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, tornando-se uma das principais operadoras independentes de petróleo e gás no Brasil. Uma notícia recente importante foi o início da produção do FPSO Atlanta, marco fundamental para a estratégia de crescimento da petroleira.
5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,75 ↑ 3,95%
Descrição: A Marfrig (MBRF3) registrou uma alta de 3,95%, encerrando o dia em R$ 19,75. Com um volume financeiro impressionante de R$ 588.431.500,00, foi a ação com maior liquidez financeira da lista apresentada, com 29.794.000 ações negociadas. O ativo variou R$ 0,75 em relação ao fechamento anterior de R$ 19,00. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 18,96 e a máxima de R$ 19,80. É importante notar que a ação está operando em um patamar de preços elevado em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 11,97), embora ainda distante da máxima de R$ 26,83. O fluxo comprador indica otimismo quanto aos resultados operacionais da companhia no setor de proteínas.
A Marfrig é uma das líderes mundiais na produção de carne bovina e possui uma participação relevante na BRF. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão da venda de algumas de suas unidades de abate para a Minerva, o que impactou diretamente sua estrutura de capital e foco estratégico.
6º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,24 ↑ 2,74%
Descrição: A Braskem (BRKM5) encerrou o dia com uma valorização de 2,74%, fixando seu preço em R$ 8,24. O movimento representou um ganho de R$ 0,22 frente ao fechamento anterior de R$ 8,02. O volume de negociação foi de 4.454.800 ações, totalizando R$ 36.707.552,00. O papel atingiu a máxima de R$ 8,53 e a mínima de R$ 7,97 ao longo da sessão. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o ativo está em um momento de pressão, operando muito mais próximo de sua mínima anual (R$ 6,11) do que de sua máxima (R$ 15,12). A alta de hoje pode ser interpretada como um repique técnico ou reação a notícias setoriais específicas de petroquímica.
A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e produtos químicos básicos. Uma das notícias mais recentes envolvendo a companhia diz respeito aos desdobramentos jurídicos e ambientais em Alagoas, que continuam sendo o principal fator de risco monitorado pelos investidores.
7º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 98,10 ↑ 2,35%
Descrição: A Embraer (EMBJ3) manteve sua trajetória ascendente com uma alta de 2,35%, alcançando a cotação de R$ 98,10. O ativo teve um acréscimo de R$ 2,25 em relação ao fechamento de R$ 95,85. Com um volume financeiro de R$ 218.880.720,00 e 2.231.200 ações negociadas, a empresa demonstra forte confiança do mercado. Um dado de extrema relevância é que a máxima do dia (R$ 98,17) coincide quase exatamente com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 98,17), indicando que a ação está operando em seus níveis históricos mais altos no período. A mínima do dia foi de R$ 95,49, bem acima da mínima anual de R$ 55,30, consolidando um ano de valorização excepcional para a fabricante de aeronaves.
A Embraer é uma empresa brasileira de aeronáutica que fabrica aviões comerciais, militares, executivos e agrícolas. Recentemente, a companhia anunciou novos pedidos de suas aeronaves E2 e o avanço nos testes do C-390 Millennium em novos mercados internacionais, impulsionando o otimismo dos acionistas.
8º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,51 ↑ 2,18%
Descrição: A Natura (NATU3) fechou o pregão em alta de 2,18%, com o valor de R$ 7,51. A variação nominal foi de R$ 0,16 em comparação ao fechamento anterior de R$ 7,35. O volume de ações transacionadas foi de 5.170.800, gerando um giro financeiro de R$ 38.832.708,00. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 7,23 e a máxima de R$ 7,56. No contexto de 52 semanas, o papel mostra uma desvalorização considerável em relação à máxima de R$ 14,34, operando atualmente muito próximo da sua mínima de R$ 7,13. O movimento de hoje traz um leve alento aos investidores que buscam sinais de estabilização nos preços das ações da gigante de cosméticos.
A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e beleza. Uma notícia recente que impactou a percepção do mercado foi o processo de reestruturação do grupo, incluindo discussões sobre a possível separação ou IPO da operação da Avon.
9º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,69 ↑ 2,14%
Descrição: A Usiminas (USIM5) registrou uma valorização de 2,14%, encerrando o dia a R$ 6,69. O ganho por ação foi de R$ 0,14 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,55. O volume financeiro atingiu R$ 51.304.272,00, com a negociação de 7.668.800 ações. O ativo tocou a mínima de R$ 6,54 e a máxima de R$ 6,72, o que curiosamente coincide com a sua máxima das últimas 52 semanas (R$ 6,72), sugerindo um momento de rompimento de resistência para a siderúrgica. A mínima do ano está registrada em R$ 3,90. Este desempenho reflete uma demanda aquecida ou expectativas favoráveis para o setor de aço e infraestrutura no mercado interno.
A Usiminas é uma das maiores produtoras de aço plano do Brasil, com forte atuação nos setores automotivo e de construção civil. Recentemente, a empresa divulgou resultados operacionais que mostraram uma melhora na eficiência de sua usina de Ipatinga após reformas importantes no alto-forno.
10º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,57 ↑ 1,98%
Descrição: A CVC (CVCB3) encerrou a lista das dez maiores variações com uma alta de 1,98%, cotada a R$ 2,57. A variação nominal foi de R$ 0,05 sobre o fechamento anterior de R$ 2,52. O volume negociado foi alto em termos de quantidade de papéis, com 15.420.300 ações, totalizando R$ 39.630.171,00. A ação flutuou entre a mínima de R$ 2,46 e a máxima de R$ 2,64. No intervalo de 52 semanas, a CVCB3 ainda luta para se recuperar, estando próxima da sua máxima de R$ 2,68, mas tendo passado por níveis tão baixos quanto R$ 1,60. A estabilização do câmbio e a demanda por turismo são fatores que influenciam diretamente este ativo e explicam o volume de hoje.
A CVC é a maior operadora de viagens do Brasil, oferecendo pacotes turísticos, passagens aéreas e reservas de hotéis. Uma notícia recente relevante foi o foco da empresa na redução de despesas financeiras e o fortalecimento de sua estrutura de capital através de novos acordos com credores.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SBSP3 | R$ 126,67 | -3,67% |
| 2 | MGLU3 | R$ 8,64 | -2,70% |
| 3 | MRVE3 | R$ 8,00 | -2,08% |
| 4 | AMOB3 | R$ 13,40 | -1,47% |
| 5 | PCAR3 | R$ 3,78 | -1,82% |
| 6 | HYPE3 | R$ 23,19 | -1,57% |
| 7 | COGN3 | R$ 3,62 | -1,63% |
| 8 | EQTL3 | R$ 38,31 | -1,49% |
| 9 | BPAC11 | R$ 54,07 | -1,19% |
| 10 | MOTV3 | R$ 15,38 | -1,03% |
1º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 126,76 ↓ 3,60%
Descrição: A Sabesp liderou as perdas do dia com uma desvalorização expressiva, fechando a R$ 126,76 após ter iniciado a sessão em patamares superiores, com fechamento anterior de R$ 131,50. O papel operou entre a mínima de R$ 126,69 e a máxima de R$ 131,23, demonstrando forte pressão vendedora. O volume financeiro negociado foi o maior do grupo analisado, totalizando R$ 405.948.900,00, o que reforça a relevância da queda. O ativo ainda se mantém distante da sua mínima de 52 semanas (R$ 79,89), mas a variação nominal negativa de R$ 4,74 em um único dia acende um alerta para investidores de curto prazo quanto à volatilidade do setor regulado. O volume de ações movimentadas atingiu 3.202.500 unidades, refletindo uma liquidez robusta mesmo em um cenário de baixa. Esta movimentação pode estar atrelada a ajustes de portfólio de grandes fundos institucionais após períodos de valorização.
A Sabesp é uma das maiores empresas de saneamento do mundo em termos de população atendida, sendo responsável pelo fornecimento de água e coleta de esgoto em grande parte do estado de São Paulo. Recentemente, a empresa concluiu seu processo de privatização na B3, tornando-se uma “corporation”, o que tem gerado grande expectativa sobre ganhos de eficiência e novos planos de investimento em infraestrutura hídrica.
2º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,64 ↓ 2,70%
Descrição: O Magazine Luiza registrou uma queda de 2,70%, encerrando o dia cotado a R$ 8,64. O ativo enfrentou uma variação negativa nominal de R$ 0,24 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,88. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 8,63 e a máxima de R$ 8,95, com um volume negociado expressivo de R$ 104.239.008,00. Foram movimentadas mais de 12 milhões de ações, evidenciando a alta liquidez que o papel costuma apresentar no varejo. Vale notar que, apesar da queda, o preço atual ainda está acima da mínima de 52 semanas (R$ 5,28), embora significativamente distante da máxima de R$ 11,55. Este recuo pode ser interpretado como uma sensibilidade do setor às curvas de juros e indicadores macroeconômicos de consumo.
O Magazine Luiza é um dos maiores ecossistemas de varejo do Brasil, atuando fortemente no e-commerce e em lojas físicas com a venda de eletrodomésticos, eletrônicos e moda. A última notícia relevante da companhia envolve o fortalecimento de sua parceria com o grupo chinês AliExpress, visando aumentar a oferta de produtos internacionais em seu marketplace e otimizar a logística transfronteiriça.
3º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,98 ↓ 2,33%
Descrição: A MRV Engenharia apresentou um desempenho negativo de 2,33%, com o preço da ação fixado em R$ 7,98 no fechamento. A variação nominal foi de R$ 0,19 para baixo, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,17. O papel tocou a mínima de R$ 7,95 e a máxima de R$ 8,18 ao longo do dia, com um volume total negociado de R$ 42.768.810,00. O volume de ações negociadas foi de 5.359.500 unidades. Analisando o histórico anual, o ativo encontra-se em uma posição intermediária, longe da mínima de R$ 4,43 e abaixo da máxima de R$ 9,50. A queda reflete o momento de cautela no setor de construção civil de baixa renda, que é altamente dependente de subsídios governamentais e taxas de financiamento imobiliário.
A MRV é a maior construtora da América Latina, focada principalmente no segmento de habitação popular através do programa Minha Casa, Minha Vida. Uma notícia recente de impacto foi a divulgação de seus dados operacionais, que mostraram um recorde de vendas em lançamentos, embora o mercado ainda monitore de perto a queima de caixa e a alavancagem financeira da holding.
4º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,29 ↓ 2,28%
Descrição: A Automob Participações registrou uma retração de 2,28%, encerrando o dia a R$ 13,29. Comparado ao fechamento anterior de R$ 13,60, houve uma perda nominal de R$ 0,31 por ação. O ativo teve uma movimentação discreta em termos de volume de ações (31.900), resultando em um volume financeiro negociado de apenas R$ 423.951,00, o menor entre as dez empresas listadas. Essa baixa liquidez pode acentuar a volatilidade do papel. A máxima do dia foi de R$ 13,64 e a mínima de R$ 13,18. Olhando para o intervalo de 52 semanas, a ação está mais próxima da sua mínima (R$ 10,00) do que de sua máxima (R$ 18,00), sugerindo um período de pressão persistente sobre o valor de mercado da companhia.
A Automob é uma empresa do grupo Simpar que consolida diversas redes de concessionárias de veículos leves, sendo uma das maiores do setor no país. Recentemente, a companhia anunciou a aquisição de novos grupos de concessionárias para expandir sua capilaridade geográfica e diversificar o portfólio de marcas atendidas, buscando sinergias operacionais no mercado automotivo.
5º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,77 ↓ 2,08%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fechou a sessão em queda de 2,08%, atingindo o valor de R$ 3,77. A variação nominal negativa foi de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 3,85. O papel oscilou entre a mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 3,85, demonstrando pouca força de recuperação durante o dia. Foram negociadas 4.949.800 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 18.660.746,00. Um dado relevante é que o preço atual está perigosamente próximo da mínima de 52 semanas (R$ 2,35) e muito distante da máxima de R$ 4,95, o que reflete o ceticismo do mercado quanto ao processo de reestruturação da empresa após a cisão de suas principais unidades de negócio.
A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) é um dos maiores grupos de varejo alimentar do Brasil, operando bandeiras icônicas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. A notícia mais recente que movimentou o papel foi a venda de sua participação remanescente no grupo Éxito e a continuidade do plano de desalavancagem através da venda de ativos não estratégicos e imóveis.
6º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 23,17 ↓ 1,66%
Descrição: A Hypera Pharma apresentou uma queda de 1,66%, com o papel encerrando a R$ 23,17. A redução nominal foi de R$ 0,39 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 23,56. O ativo teve uma oscilação diária entre R$ 23,03 (mínima) e R$ 23,66 (máxima). O volume financeiro movimentado somou R$ 72.376.129,00, com 3.123.700 ações trocando de mãos. O desempenho da empresa no último ano mostra que o valor atual está se aproximando do piso de 52 semanas, que é de R$ 16,86, enquanto o teto foi de R$ 27,85. O recuo pode ser reflexo de ajustes no setor farmacêutico diante de pressões de custos de insumos e mudanças na dinâmica de capital de giro com grandes redes de farmácias.
A Hypera é a maior empresa farmacêutica do Brasil em termos de receita líquida, detendo marcas líderes em medicamentos isentos de prescrição (OTC), genéricos e produtos de prescrição. Recentemente, a empresa esteve nos holofotes devido a uma proposta de fusão rejeitada pela EMS, o que gerou especulações sobre o futuro da governança e consolidação do setor.
7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,62 ↓ 1,63%
Descrição: A Cogna Educação encerrou o dia com uma desvalorização de 1,63%, cotada a R$ 3,62. Houve uma variação negativa de R$ 0,06 comparada ao fechamento de R$ 3,68 do dia anterior. O papel demonstrou alta liquidez em termos de quantidade de papéis, com 24.076.300 ações negociadas, o maior volume unitário desta lista, resultando em R$ 87.156.206,00 financeiros. A mínima do dia foi de R$ 3,56 e a máxima de R$ 3,72. É importante notar que a ação está operando muito próxima da sua máxima de 52 semanas (R$ 3,73), o que sugere que a queda atual pode ser apenas uma correção técnica após um rali de valorização, dado que a mínima anual é de apenas R$ 0,96.
A Cogna é a maior organização educacional do Brasil, atuando no ensino superior, educação básica e serviços de tecnologia para escolas. A última notícia relevante da companhia aponta para uma melhora operacional em sua unidade Kroton e o crescimento da plataforma Vasta, focada em sistemas de ensino, além de rumores de possíveis fusões no setor de educação.
8º – EQUATORIAL S.A. (EQTL3) | R$ 38,31 ↓ 1,49%
Descrição: A Equatorial Energia registrou queda de 1,49%, fechando o pregão a R$ 38,31. A redução nominal foi de R$ 0,58 em relação ao fechamento anterior de R$ 38,89. A ação teve uma máxima de R$ 39,07 e mínima de R$ 38,00. O volume financeiro foi robusto, alcançando R$ 155.688.009,00, com 4.063.900 ações negociadas. O papel mantém uma trajetória sólida no longo prazo, estando muito mais próximo da sua máxima de 52 semanas (R$ 41,36) do que da mínima (R$ 25,19). Quedas pontuais nesta empresa costumam ser vistas como janelas de oportunidade para investidores de perfil conservador, dada a estabilidade histórica do setor elétrico e o histórico de eficiência da gestão da companhia.
A Equatorial é uma holding do setor elétrico com forte atuação em distribuição, transmissão e saneamento, operando em diversos estados como Maranhão, Pará e Goiás. A notícia mais recente de destaque foi a entrada da companhia no setor de saneamento de São Paulo, através da aquisição de uma fatia estratégica como investidora de referência na Sabesp.
9º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 54,01 ↓ 1,30%
Descrição: As units do BTG Pactual apresentaram recuo de 1,30%, fechando a R$ 54,01. A variação nominal foi negativa em R$ 0,71 comparado aos R$ 54,72 do fechamento anterior. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 53,76 e a máxima de R$ 54,56. O volume financeiro negociado foi de R$ 202.299.856,00, refletindo a alta relevância do banco no índice Bovespa. Com um volume de 3.745.600 ações negociadas, o papel demonstra liquidez elevada. Em uma perspectiva anual, o BTG Pactual continua próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 56,61), evidenciando que a queda atual não compromete, por ora, a tendência de alta estrutural frente à mínima de R$ 27,36 observada no último ano.
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. A última notícia relevante envolve o anúncio de resultados trimestrais recordes, impulsionados pela diversificação de receitas e pelo crescimento sustentado de sua plataforma de varejo de alta renda e gestão de ativos.
10º – MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. (MOTV3) | R$ 15,34 ↓ 1,29%
Descrição: A Motiva Infraestrutura fechou o ranking das 10 maiores quedas com uma variação negativa de 1,29%, encerrando o dia a R$ 15,34. A perda nominal foi de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 15,54. O papel registrou mínima de R$ 15,24 e máxima de R$ 15,56 durante o pregão. O volume de negociação foi de 4.639.500 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 71.169.930,00. O ativo está operando próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 16,72), o que indica que, apesar do recuo diário, a ação mantém uma performance resiliente quando comparada à sua mínima anual de R$ 9,63. O volume financeiro estável sugere uma saída de investidores aproveitando o patamar de preço elevado para realização de lucros.
A Motiva Infraestrutura (anteriormente conhecida como parte do ecossistema de infraestrutura e logística) atua na gestão e operação de ativos de mobilidade urbana e rodoviária. Recentemente, a empresa focou na integração de novas concessões e na digitalização de seus serviços de pagamento de pedágio e estacionamento para aumentar a recorrência de receita e a margem operacional.