Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 13/02/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ENEV3 R$ 21,40 7,86%
2 USIM5 R$ 6,30 4,48%
3 RECV3 R$ 10,89 2,45%
4 BRKM5 R$ 9,81 2,08%
5 ASAI3 R$ 9,87 1,75%
6 LREN3 R$ 15,33 1,59%
7 TOTS3 R$ 38,01 1,44%
8 BPAC11 R$ 59,15 1,11%
9 MGLU3 R$ 10,23 0,79%
10 NATU3 R$ 9,23 0,76%

1º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,40 ↑ 7,86%

Descrição: A Eneva liderou as altas do dia com um desempenho expressivo de 7,86%, encerrando o pregão cotada a R$ 21,40. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, oscilando entre a mínima de R$ 21,00 e a máxima de R$ 21,55. O interesse institucional foi notável, refletido em um volume de 31.442.600 ações negociadas, o que gerou um volume financeiro robusto de R$ 672.871.640,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 19,84, a valorização nominal foi de R$ 1,56. Vale pontuar que o preço atual se aproxima da máxima das últimas 52 semanas (R$ 22,79), sinalizando uma tendência de alta consistente frente à mínima de R$ 11,48 registrada no mesmo período. A empresa é uma das maiores operadoras integradas de energia do Brasil, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia elétrica. Recentemente, a Eneva esteve em foco no mercado devido ao anúncio de planos para otimização de sua estrutura de capital e potenciais novos investimentos em campos de gás.

2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,30 ↑ 4,48%

Descrição: A Usiminas ocupou a segunda posição no ranking de valorização, com um avanço de 4,48%, fechando o dia a R$ 6,30. A ação teve um preço de abertura e mínima de R$ 6,05, atingindo o pico de R$ 6,36 durante as negociações. O volume de ações trocadas foi de 26.175.700, totalizando R$ 164.906.910,00 em negócios. Este movimento representa uma recuperação importante em relação ao fechamento anterior de R$ 6,03, com um incremento de R$ 0,27 por papel. Apesar da alta, o ativo ainda se encontra distante da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 7,15, mas bem sustentado acima da mínima anual de R$ 3,90. A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui um complexo industrial diversificado. No noticiário recente, a companhia destacou-se pela conclusão da reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, um passo crucial para melhorar a eficiência operacional e reduzir custos de produção a longo prazo.

3º – PetroReconcavo S.A. (RECV3) | R$ 10,89 ↑ 2,45%

Descrição: A PetroReconcavo registrou uma valorização de 2,45%, com o preço da ação fixado em R$ 10,89 ao final do pregão. A variação nominal foi de R$ 0,26 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,63. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 10,51 e a máxima de R$ 10,95. O volume de negociação foi de 3.404.800 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 37.078.272,00. Embora o desempenho diário seja positivo, o ativo opera em um patamar intermediário dentro do seu histórico de 52 semanas, onde a mínima registrada foi de R$ 9,43 e a máxima de R$ 14,63. A companhia é uma operadora independente de petróleo e gás, com foco em bacias terrestres (onshore) no Brasil. Recentemente, a PetroReconcavo anunciou dados operacionais indicando um aumento na produção média diária, o que tem sido visto com bons olhos por analistas que buscam teses de crescimento no setor de energia.

4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,81 ↑ 2,08%

Descrição: A Braskem encerrou o dia com uma alta de 2,08%, cotada a R$ 9,81. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,20 comparado ao fechamento anterior de R$ 9,61. Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 9,46 e a máxima de R$ 10,03. Foram negociadas 5.296.800 ações, gerando um volume financeiro de R$ 51.961.608,00. O desempenho coloca a ação acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,11), porém ainda significativamente abaixo do teto anual de R$ 13,65. A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e produtos químicos básicos em diversas unidades industriais. Nas últimas notícias, o mercado segue acompanhando de perto os desdobramentos jurídicos e ambientais relacionados ao evento geológico em Maceió, além de especulações recorrentes sobre possíveis mudanças em seu controle acionário, o que costuma injetar volatilidade nos papéis.

5º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,87 ↑ 1,75%

Descrição: O Assaí Atacadista (Sendas Distribuidora) apresentou uma valorização de 1,75%, fechando a R$ 9,87. A variação positiva foi de R$ 0,17 em relação ao preço de R$ 9,70 do fechamento anterior. A ação registrou uma mínima diária de R$ 9,50 e atingiu a máxima de R$ 9,92. O volume operacional foi elevado, com 22.579.300 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 222.857.691,00. O preço atual situa o ativo em uma posição intermediária se comparado à mínima de 52 semanas (R$ 6,19) e à máxima de R$ 11,88. A empresa é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até consumidores finais. Uma notícia relevante recente sobre a companhia envolveu a divulgação de seus resultados trimestrais, que mostraram resiliência nas vendas e o foco contínuo na redução da alavancagem financeira para fortalecer o balanço.

6º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,33 ↑ 1,59%

Descrição: As ações da Lojas Renner subiram 1,59% no pregão de hoje, finalizando a R$ 15,33. A valorização nominal foi de R$ 0,24 sobre o fechamento anterior de R$ 15,09. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 14,66 e a máxima de R$ 15,36 ao longo do dia. O volume de ações movimentadas foi de 9.307.600, somando um volume financeiro de R$ 142.685.508,00. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma amplitude considerável, com mínima de R$ 10,21 e máxima de R$ 19,07. A Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também as marcas Camicado e Youcom. Recentemente, a empresa tem focado na digitalização de seus serviços financeiros e na integração de sua cadeia logística. Notícias de mercado indicam que a companhia está sendo beneficiada por uma melhora gradual nos índices de confiança do consumidor e pelo controle eficiente de seus estoques.

7º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 38,01 ↑ 1,44%

Descrição: A Totvs registrou alta de 1,44%, com as ações encerrando a R$ 38,01. O ganho por ação foi de R$ 0,54 frente ao fechamento anterior de R$ 37,47. Durante a jornada, a mínima foi de R$ 36,52 e a máxima de R$ 38,24. O volume negociado alcançou 8.456.100 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 321.416.361,00. No horizonte de um ano, o papel demonstra solidez, mantendo-se bem acima da mínima de R$ 32,02 e com fôlego para buscar a máxima de R$ 48,22. A Totvs é a maior empresa de tecnologia do Brasil, especializada em softwares de gestão (ERP), plataformas de produtividade e serviços financeiros. Uma notícia de destaque recente foi a expansão de sua parceria estratégica no setor de Techfin, visando oferecer soluções de crédito integradas diretamente aos seus sistemas de gestão para pequenas e médias empresas.

8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 59,15 ↑ 1,11%

Descrição: As units do BTG Pactual avançaram 1,11%, terminando o dia em R$ 59,15. A variação foi de R$ 0,65 em comparação ao fechamento anterior de R$ 58,50. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 57,36 e a máxima de R$ 59,51. O volume de negociação foi expressivo, com 10.987.100 unidades negociadas, movimentando R$ 649.886.965,00. O ativo está operando próximo de suas máximas históricas recentes, com o teto de 52 semanas em R$ 62,99 e mínima em R$ 30,11. O BTG Pactual é o maior banco de investimento da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth Management. Recentemente, o banco anunciou lucros recordes em seu balanço trimestral, impulsionado pelo forte desempenho de suas áreas de gestão de fortunas e ativos, consolidando sua posição de liderança no setor financeiro.

9º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 10,23 ↑ 0,79%

Descrição: O Magazine Luiza apresentou uma leve valorização de 0,79%, fechando o pregão a R$ 10,23. O incremento nominal foi de R$ 0,08 em relação ao fechamento de R$ 10,15. A ação teve mínima de R$ 9,77 e máxima de R$ 10,36 durante a sessão. O giro financeiro foi de R$ 193.566.945,00, com 18.921.500 ações trocando de mãos. O patamar atual está próximo da máxima de 52 semanas (R$ 11,55), após uma forte recuperação desde a mínima de R$ 6,21. O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de varejo multicanal do Brasil, integrando lojas físicas e um ecossistema digital robusto. No noticiário atual, a empresa tem sido mencionada por seus esforços em aumentar a rentabilidade do marketplace e pela recente parceria estratégica com o AliExpress para venda cruzada de produtos em ambas as plataformas.

10º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,23 ↑ 0,76%

Descrição: A Natura fechou o ranking das 10 ações analisadas com uma alta discreta de 0,76%, cotada a R$ 9,23. A variação positiva foi de R$ 0,07 comparado ao fechamento anterior de R$ 9,16. O papel registrou mínima de R$ 8,74 e máxima de R$ 9,24. Foram negociadas 9.109.800 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 84.083.454,00. O preço atual reflete um período de consolidação, situando-se entre a mínima de R$ 7,13 e a máxima de R$ 14,34 das últimas 52 semanas. A Natura &Co é uma multinacional brasileira de cosméticos, conhecida por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. Recentemente, a companhia tem focado em uma reestruturação organizacional profunda, incluindo a simplificação de sua estrutura de holding e a integração operacional na América Latina, buscando maior agilidade e foco no crescimento da marca Natura e Avon na região.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 LWSA3 R$ 3,65 -5,19%
2 CVCB3 R$ 2,44 -4,69%
3 TIMS3 R$ 27,06 -4,35%
4 GOAU4 R$ 9,67 -3,78%
5 BRAP4 R$ 23,77 -3,57%
6 BBSE3 R$ 34,06 -3,18%
7 RAIZ4 R$ 0,65 -2,99%
8 GGBR4 R$ 21,54 -2,93%
9 IGTI11 R$ 28,28 -2,88%
10 VALE3 R$ 86,73 -2,80%

1º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,65 ↓5,19%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) liderou as baixas do ranking analisado, encerrando o pregão cotada a R$ 3,65. O ativo apresentou uma desvalorização nominal de R$ 0,20 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,85. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 3,60 e a máxima de R$ 3,84, demonstrando uma volatilidade significativa. O volume de ações negociadas atingiu 12.138.800 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 44.306.620,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, percebe-se que o papel está operando mais próximo de sua mínima anual (R$ 2,30) do que de sua máxima (R$ 4,80), o que pode indicar um momento de cautela para o investidor de crescimento. A pressão vendedora de 5,19% coloca a empresa em uma posição de destaque negativo no fluxo de capital do dia, refletindo possivelmente ajustes de portfólio no setor de tecnologia.

A LWSA S/A é uma empresa brasileira líder em serviços de hospedagem de sites, computação em nuvem e soluções de software para o ecossistema digital (e-commerce). Recentemente, a companhia tem focado na integração de suas aquisições e na expansão de sua plataforma de comércio eletrônico para manter a competitividade contra players globais.


2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,44 ↓4,69%

Descrição: As ações da CVC Brasil (CVCB3) registraram uma queda acentuada de 4,69%, fechando o dia em R$ 2,44. O recuo financeiro foi de R$ 0,12 frente ao fechamento anterior de R$ 2,56. O ativo teve uma movimentação intensa, com a mínima tocando os R$ 2,43 e a máxima chegando a R$ 2,75. O volume de negociação foi expressivo, com 48.720.000 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 118.876.800,00. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação transitou entre R$ 1,64 e R$ 2,79, evidenciando que o valor atual está próximo do topo do canal lateral de um ano, apesar da queda diária. O alto volume financeiro negociado sugere uma forte liquidez, mas também uma convicção vendedora no curto prazo, possivelmente ligada a fatores macroeconômicos que afetam o setor de turismo e consumo discricionário.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, atuando na intermediação de serviços de transporte, hospedagem e pacotes de viagens. Uma das últimas notícias relevantes sobre a empresa envolve seu esforço contínuo de reperfilamento de dívida e o aumento nas reservas confirmadas, buscando recuperação após os anos de impacto da pandemia.


3º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 27,06 ↓4,35%

Descrição: A TIM S.A. (TIMS3) encerrou a sessão com uma desvalorização de 4,35%, sendo negociada a R$ 27,06. A variação negativa foi de R$ 1,23 comparado ao fechamento anterior de R$ 28,29. Durante o pregão, o papel registrou mínima de R$ 26,90 e máxima de R$ 27,96. O volume de ações foi de 9.794.300, movimentando um montante financeiro de R$ 265.033.758,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, nota-se que o ativo está muito próximo de sua máxima histórica no período (R$ 28,74) e consideravelmente distante da mínima (R$ 14,26). Este recuo diário pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros, dado que o papel vinha performando bem no longo prazo. O volume financeiro robusto indica que grandes investidores institucionais estão ativos na movimentação do papel, acompanhando de perto os fundamentos do setor de telecomunicações.

A TIM S.A. é uma das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, controlada pela Telecom Italia, com forte atuação em telefonia móvel e banda larga. Recentemente, a empresa reportou um crescimento sólido no lucro líquido e no EBITDA, impulsionado pela migração de clientes para planos de maior valor agregado (Pós-pago) e pela expansão da tecnologia 5G.


4º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,67 ↓3,78%

Descrição: A Metalúrgica Gerdau (GOAU4), holding que controla a operação siderúrgica, apresentou queda de 3,78%, fechando em R$ 9,67. O decréscimo nominal foi de R$ 0,38 em relação aos R$ 10,05 do fechamento anterior. A oscilação do dia manteve o papel entre a mínima de R$ 9,56 e a máxima de R$ 9,98. Foram negociadas 21.513.000 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 208.030.710,00. No panorama anual, a ação teve mínima de R$ 5,55 e máxima de R$ 10,68. Atualmente, o preço se encontra no terço superior de sua faixa de negociação anual. A queda de hoje reflete, em parte, a volatilidade do mercado de commodities e o sentimento de aversão ao risco no setor industrial. A liquidez do papel permanece alta, o que garante facilidade de entrada e saída para investidores, embora o momento seja de retração técnica após testar resistências próximas aos R$ 10,00.

A Metalúrgica Gerdau S.A. é a empresa holding que detém o controle acionário da Gerdau S.A., sendo o veículo de investimento para o grupo siderúrgico. Notícias recentes indicam que o grupo está focado em investimentos voltados para a sustentabilidade (Aço Verde) e na otimização de suas operações na América do Norte para mitigar os efeitos da desaceleração industrial global.


5º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 23,77 ↓3,57%

Descrição: A Bradespar (BRAP4), companhia de investimentos que detém participação relevante na Vale, fechou o dia em R$ 23,77, registrando uma baixa de 3,57%. A redução de valor foi de R$ 0,88 frente ao fechamento anterior de R$ 24,65. O ativo circulou entre a mínima de R$ 23,59 e a máxima de R$ 24,19 durante a sessão. O volume de ações foi menor comparado a outros ativos da lista, com 2.413.900 unidades negociadas, somando R$ 57.378.403,00 em volume financeiro. No histórico de 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 13,28 e R$ 25,46. O preço atual mostra que a Bradespar está operando perto de seus níveis mais altos do ano, sugerindo que a queda de hoje é um ajuste pontual. Como a empresa é quase um espelho da performance da Vale, sua queda está intrinsecamente ligada à desvalorização do minério de ferro e do desempenho da mineradora no mercado internacional.

A Bradespar S/A é uma empresa de investimentos brasileira, controlada pelo Grupo Bradesco, cuja principal finalidade é a gestão de participações societárias, com foco quase exclusivo na Vale S.A. Uma notícia importante para os acionistas foi o anúncio recente de pagamento substancial de dividendos e juros sobre capital próprio, mantendo sua característica de boa pagadora de proventos.


6º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 34,06 ↓3,18%

Descrição: A BB Seguridade (BBSE3) apresentou uma retração de 3,18%, encerrando o dia com o preço por ação de R$ 34,06. A variação negativa em reais foi de R$ 1,12 em comparação ao fechamento anterior de R$ 35,18. O papel teve sua mínima estabelecida em R$ 33,02 e sua máxima em R$ 34,47. O mercado movimentou 15.006.800 ações da companhia, gerando um volume financeiro robusto de R$ 511.131.608,00. No acumulado de um ano, a ação variou entre R$ 31,02 e R$ 40,42. O fechamento atual posiciona o ativo em uma zona intermediária de preços. A queda de hoje pode ser atribuída a ajustes técnicos no setor financeiro e de seguros, que costuma ser sensível a mudanças nas projeções de taxas de juros e resultados de sinistralidade. Mesmo com a baixa, o volume financeiro demonstra que a BBSE3 continua sendo um dos papéis preferidos para liquidez no setor de seguros.

A BB Seguridade é a empresa de participações que concentra as atividades de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil. Ultimamente, a empresa divulgou resultados trimestrais fortes, com destaque para o crescimento das vendas no segmento rural e de vida, consolidando sua posição como uma das empresas mais resilientes e rentáveis da bolsa brasileira.


7º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,65 ↓2,99%

Descrição: A Raízen (RAIZ4) encerrou a sessão com uma queda de 2,99%, cotada a apenas R$ 0,65. A variação nominal foi pequena, de R$ 0,02, dado o baixo valor nominal da ação, mas percentualmente relevante frente ao fechamento anterior de R$ 0,67. O ativo mostrou volatilidade com mínima de R$ 0,60 e máxima de R$ 0,73. O volume de ações negociadas foi o maior da lista, com 155.306.800 unidades, refletindo o caráter especulativo e a alta liquidez de papéis de baixo valor (“penny stocks”). O volume negociado em reais somou R$ 100.949.420,00. Nas últimas 52 semanas, a ação viu uma depreciação brutal, saindo de uma máxima de R$ 2,23 para a mínima atual de R$ 0,60. O fechamento a R$ 0,65 mantém o papel em uma zona de risco técnico, operando muito próximo de suas mínimas históricas, o que preocupa investidores de longo prazo.

A Raízen S.A. é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, sendo a maior produtora de açúcar e etanol do Brasil e uma gigante na distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa tem investido pesado em etanol de segunda geração (E2G), visando a liderança na transição energética global, apesar dos desafios financeiros de curto prazo.


8º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 21,54 ↓2,93%

Descrição: A Gerdau S.A. (GGBR4) registrou uma queda de 2,93%, fechando o pregão a R$ 21,54. A perda nominal foi de R$ 0,65 comparada ao fechamento anterior de R$ 22,19. O papel oscilou entre a mínima de R$ 21,05 e a máxima de R$ 21,65. Com um volume de 25.872.800 ações negociadas, a companhia movimentou R$ 557.300.112,00. Ao observar o comportamento de 52 semanas, a Gerdau transitou entre R$ 13,33 e R$ 24,08. O preço atual de R$ 21,54 sugere que, apesar da queda, o papel mantém uma tendência de médio prazo saudável, ainda que sofrendo com a volatilidade do setor siderúrgico internacional e custos de insumos. O volume financeiro elevado confirma que a Gerdau é um dos pilares de liquidez do Ibovespa, sendo amplamente negociada por fundos nacionais e internacionais que buscam exposição ao ciclo industrial.

A Gerdau S.A. é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Uma notícia de destaque recente é a aprovação de novos programas de recompra de ações, sinalizando que a administração vê o preço atual como atrativo frente ao valor intrínseco da companhia.


9º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 28,28 ↓2,88%

Descrição: A Jereissati Participações, negociada através da unit IGTI11 (Iguatemi), fechou com recuo de 2,88%, a R$ 28,28. A variação negativa foi de R$ 0,84 sobre o fechamento de R$ 29,12. Durante o dia, os preços variaram de R$ 27,96 a R$ 28,96. O volume de negociação foi de 2.536.800 ações, totalizando R$ 71.740.704,00 em movimentação financeira. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo marcou mínima de R$ 16,78 e máxima de R$ 29,47. Percebe-se que a ação está sendo negociada muito próxima de sua máxima anual, indicando que o recuo de 2,88% pode ser apenas uma correção técnica após um período de forte valorização. O setor de shopping centers, onde a empresa atua, tem demonstrado resiliência, e a movimentação de hoje reflete um ajuste de expectativas do mercado quanto ao consumo de alta renda.

A Jereissati Participações (Iguatemi S.A.) é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, focada no segmento de luxo e alto padrão. Entre as notícias recentes, a companhia destacou o aumento no volume de vendas nas mesmas lojas (SSS) e o crescimento das receitas de aluguel, consolidando a recuperação do fluxo de consumidores em seus empreendimentos.


10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 86,73 ↓2,80%

Descrição: A gigante da mineração Vale S.A. (VALE3) fechou a lista das dez maiores quedas analisadas, com uma retração de 2,80%, cotada a R$ 86,73. A variação nominal foi a maior em valor absoluto, caindo R$ 2,50 frente ao fechamento anterior de R$ 89,23. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 86,02 e a máxima de R$ 88,14. O volume financeiro foi colossal, atingindo R$ 2.323.340.586,00, com 26.788.200 ações negociadas, o que reafirma sua posição como a ação mais líquida da bolsa brasileira. No período de 52 semanas, a Vale operou entre R$ 44,77 e R$ 91,62. O preço atual está bem próximo da máxima anual, indicando que, apesar do dia negativo, o papel vem de uma trajetória de forte recuperação. A queda do dia é reflexo direto da flutuação dos preços do minério de ferro na China e de incertezas macroeconômicas globais.

A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras do mundo e a maior produtora global de minério de ferro e níquel. Recentemente, a empresa anunciou a continuidade de seus planos de investimentos em soluções de mineração de baixo carbono e a distribuição periódica de dividendos robustos, que seguem sendo o principal atrativo para os seus acionistas.

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