Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 13/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BBSE3 R$ 35,05 0,02%
2 TIMS3 R$ 26,60 0,01%
3 WEGE3 R$ 46,21 0,01%
4 NATU3 R$ 8,66 0,01%
5 PSSA3 R$ 49,31 0,01%
6 IRBR3 R$ 55,34 0,01%
7 VBBR3 R$ 29,39 0,01%
8 SBSP3 R$ 145,14 0,01%
9 VIVT3 R$ 40,64 0,00%
10 HYPE3 R$ 21,42 0,00%

1º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 35,05 ↑ 1,98%

Descrição: A BB Seguridade liderou o ranking do dia com uma performance sólida, apresentando uma valorização de R$ 0,68 em relação ao fechamento anterior de R$ 34,37. Durante a sessão, o ativo demonstrou resiliência, atingindo a máxima de R$ 35,22 e mantendo uma mínima de R$ 34,43. O volume de negociação foi expressivo, com 6.256.900 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 219.304.345,00. Ao observarmos a janela de 52 semanas, o papel transita em uma zona intermediária, distante da mínima de R$ 28,92, mas aproximando-se da máxima de R$ 37,69. Este movimento reflete um otimismo moderado do mercado em relação ao setor de seguros, com o preço atual consolidando-se acima da barreira dos R$ 35,00. A liquidez do papel permanece como um dos seus pontos fortes para investidores institucionais e de varejo.

A BB Seguridade é a holding que centraliza os negócios de seguros, previdência aberta e capitalização do Banco do Brasil. Recentemente, a empresa reportou um forte crescimento em seu lucro líquido, impulsionado tanto pelo resultado operacional quanto pelo resultado financeiro, beneficiado pela manutenção da taxa Selic em patamares elevados.


2º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 26,60 ↑ 1,49%

Descrição: A TIM S.A. ocupou a segunda posição no ranking, com uma alta de R$ 0,39. O ativo abriu a sessão com força, superando o fechamento anterior de R$ 26,21 e alcançando uma máxima diária de R$ 26,87. O volume de ações negociadas foi o mais alto entre as empresas analisadas, atingindo 12.616.900 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 335.609.540,00. A volatilidade do dia foi contida, com a mínima fixada em R$ 26,44. No horizonte de um ano, a TIMS3 demonstra uma trajetória de recuperação notável, visto que sua mínima de 52 semanas foi de R$ 14,65 e a máxima de R$ 28,74. O fechamento atual sugere que o ativo está testando resistências importantes próximas ao seu topo anual, atraindo a atenção de analistas técnicos.

A TIM é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, focada em serviços de telefonia móvel e banda larga. Uma notícia relevante recente envolve o avanço da empresa na infraestrutura 5G, onde a TIM tem liderado o número de cidades cobertas, visando aumentar sua receita média por usuário (ARPU).


3º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 46,21 ↑ 0,85%

Descrição: A gigante industrial WEG encerrou o dia com uma valorização de R$ 0,39, cotada a R$ 46,21. O papel operou entre a mínima de R$ 45,91 e a máxima de R$ 46,89, demonstrando uma oscilação saudável para o perfil do ativo. Com um volume de 4.404.700 ações e um montante financeiro negociado de R$ 203.541.187,00, a WEGE3 reafirma sua posição como uma das favoritas do mercado nacional. Comparando com o histórico de 52 semanas, o preço atual de R$ 46,21 encontra-se em um patamar confortável, considerando a mínima de R$ 33,92 e a máxima de R$ 54,53. A variação percentual de 0,85% indica uma busca por estabilidade após períodos de maior volatilidade no setor de bens de capital, mantendo o interesse de investidores focados em crescimento a longo prazo.

A WEG é uma multinacional brasileira reconhecida mundialmente pela produção de motores elétricos, transformadores e geradores. Recentemente, a empresa anunciou a aquisição da unidade de negócios de motores industriais e geradores da Marathon, expandindo sua presença nos mercados da América do Norte e Europa.


4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,66 ↑ 0,81%

Descrição: A Natura registrou uma leve alta de 0,81%, com o preço da ação subindo R$ 0,07 em relação ao fechamento de R$ 8,59. Durante o dia, o ativo flutuou entre R$ 8,62 e R$ 8,89, mostrando que, apesar da alta, houve uma pressão vendedora que impediu a manutenção da máxima. O volume de ações foi de 5.491.400, gerando um volume financeiro de R$ 47.555.524,00. O papel ainda enfrenta desafios estruturais, como mostra a variação de 52 semanas, onde a máxima atingiu R$ 13,66 e a mínima chegou a R$ 7,13. O preço atual de R$ 8,66 indica que a empresa está tentando se consolidar em patamares superiores, buscando recuperar a confiança do mercado após reestruturações internas e desinvestimentos em marcas globais.

A Natura &Co é uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, operando sob o modelo de venda direta e varejo. A notícia mais impactante para o grupo foi a venda da marca Aesop e da The Body Shop, como parte de uma estratégia para simplificar o negócio e focar na integração da Avon na América Latina.


5º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 49,31 ↑ 0,76%

Descrição: O grupo segurador Porto Seguro apresentou uma valorização de R$ 0,37, fechando o pregão a R$ 49,31. O ativo teve uma variação positiva de 0,76%, com uma performance diária que variou entre a mínima de R$ 49,06 e a máxima de R$ 50,02. O volume negociado somou 1.994.900 ações, resultando em um giro de R$ 98.368.519,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, a PSSA3 mostra-se sólida, operando bem acima da mínima de R$ 35,06 e próxima da máxima de R$ 55,97. Este comportamento sugere uma estabilidade operacional que atrai investidores conservadores, especialmente em um cenário onde a sinistralidade tem sido controlada e os resultados financeiros continuam a ser impulsionados pelo ambiente de juros.

A Porto (antiga Porto Seguro) atua nos segmentos de seguros, saúde, serviços financeiros e serviços residenciais. Uma notícia recente de destaque foi a reformulação de sua marca e a expansão do ecossistema de serviços para além do seguro automotivo, buscando diversificar as fontes de receita.


6º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 55,34 ↑ 0,75%

Descrição: O IRB-Brasil registrou uma alta de R$ 0,41, encerrando o dia a R$ 55,34. Com um volume mais tímido de 428.600 ações, o ativo movimentou R$ 23.718.724,00. A variação percentual de 0,75% reflete uma cautela contínua dos investidores. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 54,91 e a máxima de R$ 56,22. No comparativo anual, a IRBR3 demonstra uma recuperação em relação à sua mínima de R$ 42,58, embora ainda esteja distante da máxima de R$ 66,65. O mercado segue monitorando de perto a capacidade de geração de lucro da companhia após o processo de saneamento de sua carteira de resseguros, o que justifica a volatilidade observada e o volume negociado inferior aos pares.

O IRB Brasil RE é o maior ressegurador do Brasil e um dos maiores da América Latina. Recentemente, a empresa reportou que voltou a apresentar lucro líquido trimestral, o que foi recebido com otimismo cauteloso pelo mercado, sinalizando que a fase mais crítica de sua reestruturação pode ter passado.


7º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 29,39 ↑ 0,72%

Descrição: A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, fechou o dia a R$ 29,39, com uma elevação de R$ 0,21 (0,72%). O ativo teve um volume de negociação robusto, com 8.680.300 ações e um volume financeiro de R$ 255.114.017,00. A mínima do dia foi de R$ 29,04 e a máxima atingiu R$ 30,08. No histórico de 52 semanas, a VBBR3 apresenta uma valorização expressiva, partindo de uma mínima de R$ 14,06 até a máxima de R$ 32,23. O preço de fechamento atual indica que o papel está consolidado em um patamar elevado, refletindo a melhoria das margens de comercialização e a eficiência logística que a companhia tem implementado para enfrentar a concorrência no setor de distribuição de combustíveis.

A Vibra Energia é a líder no mercado brasileiro de distribuição de combustíveis e lubrificantes. A última notícia relevante sobre a empresa refere-se à renovação do contrato de licenciamento da marca Petrobras, garantindo a continuidade da identidade visual em seus postos de serviço por mais uma década.


8º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 145,14 ↑ 0,62%

Descrição: A Sabesp registrou uma valorização de R$ 0,90, encerrando a R$ 145,14. O volume financeiro foi o maior da lista, totalizando R$ 551.285.262,00, com 3.798.300 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 143,87 e a máxima de R$ 147,48. No contexto anual, o crescimento é notável: a ação subiu de uma mínima de R$ 86,74 para a máxima de R$ 158,75. Este movimento de 0,62% no dia, embora pareça modesto, ocorre em um patamar de preço muito elevado, indicando que o mercado precifica positivamente as expectativas de governança e eficiência operacional da companhia, que é um dos ativos mais líquidos e visados do setor de utilidade pública no Brasil.

A Sabesp é a empresa responsável pelo fornecimento de água e coleta de esgoto na maior parte do estado de São Paulo. A notícia mais aguardada e discutida ultimamente é a conclusão do seu processo de privatização, que visa transformar o modelo de gestão da companhia para atrair novos investimentos.


9º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 40,64 ↑ 0,40%

Descrição: A Telefônica Brasil (Vivo) encerrou o dia com uma alta discreta de 0,40%, cotada a R$ 40,64. O ativo teve uma variação de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 40,48. Com 4.866.800 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 197.786.752,00. Durante a sessão, o papel manteve-se estável, com mínima de R$ 40,63 e máxima de R$ 41,38. Ao observar as 52 semanas, a VIVT3 mostra solidez, operando bem acima da mínima de R$ 23,34 e muito próxima da máxima de R$ 43,47. Esse comportamento é típico de ações defensivas que oferecem bons dividendos, atraindo investidores que buscam proteção contra a volatilidade do mercado doméstico.

A Telefônica Brasil, operando sob a marca Vivo, é a maior empresa de telecomunicações do país. Recentemente, a Vivo anunciou uma parceria estratégica com empresas de energia solar para reduzir seus custos operacionais e reforçar sua agenda de sustentabilidade (ESG).


10º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 21,42 ↑ 0,37%

Descrição: Fechando o ranking, a Hypera Pharma registrou uma alta de R$ 0,08, com valor de fechamento em R$ 21,42. O volume negociado foi de 5.201.900 ações, somando R$ 111.424.698,00. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 21,23 e a máxima de R$ 22,30. A variação de 0,37% é sutil, refletindo um momento de consolidação para o papel, que nas últimas 52 semanas variou entre a mínima de R$ 17,58 e a máxima de R$ 27,56. O preço atual de R$ 21,42 coloca a empresa em uma posição de monitoramento por parte dos analistas, que avaliam o impacto da concorrência no mercado de medicamentos isentos de prescrição e a capacidade de inovação do seu portfólio.

A Hypera Pharma é a maior empresa farmacêutica do Brasil em termos de receita líquida, detendo marcas famosas como Benegrip e Engov. Uma notícia relevante sobre a companhia é o seu investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, com o lançamento frequente de novos produtos voltados para o bem-estar e saúde preventiva.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 11,35 -0,07%
2 CSNA3 R$ 5,72 -0,06%
3 HAPV3 R$ 8,67 -0,06%
4 PCAR3 R$ 2,33 -0,06%
5 MRVE3 R$ 7,68 -0,05%
6 VIVA3 R$ 25,00 -0,05%
7 VAMO3 R$ 3,53 -0,05%
8 TOTS3 R$ 34,59 -0,04%
9 CSAN3 R$ 5,42 -0,04%
10 LWSA3 R$ 3,71 -0,04%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 11,35 ↓6,97%

Descrição: A Braskem lidera o ranking de desvalorização do período analisado. O ativo encerrou a sessão cotado a R$ 11,35, o que representa uma queda nominal de R$ 0,85 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,20. Ao longo do dia, o papel demonstrou forte volatilidade, atingindo a mínima de R$ 11,35 e a máxima de R$ 12,28. O volume de negociação foi robusto, com 4.161.600 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 47.234.160,00. Observando o horizonte de 52 semanas, o preço atual aproxima-se mais do piso do que do teto, considerando que o intervalo anual varia entre R$ 6,11 e R$ 13,78. O desempenho reflete um sentimento de aversão ao risco por parte dos investidores no curto prazo.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, atuando na produção de resinas termoplásticas e insumos químicos básicos. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido a negociações envolvendo sua estrutura societária e os desdobramentos geológicos em Maceió, que continuam impactando suas provisões financeiras.


2º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,72 ↓6,23%

Descrição: A CSN registrou uma queda acentuada de 6,23%, fechando o dia a R$ 5,72. O recuo nominal foi de R$ 0,38 comparado ao fechamento anterior de R$ 6,10. O papel operou muito próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 5,66), evidenciando um momento técnico delicado. Durante o pregão, a máxima não ultrapassou R$ 6,18. O volume de ações negociadas foi expressivo, atingindo 36.362.100 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 207.991.212,00. Com uma variação anual que chegou a R$ 11,32, a cotação atual demonstra uma perda de valor significativa para o acionista no médio prazo, refletindo possivelmente desafios no setor de commodities e siderurgia nacional.

A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados do mundo, com atuação em siderurgia, mineração, logística e energia. Uma notícia relevante recente envolve os planos da companhia para a oferta pública inicial (IPO) de sua unidade de cimentos, projeto que tem sido ajustado conforme as condições de mercado.


3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 8,67 ↓6,17%

Descrição: O setor de saúde, representado pela Hapvida, sofreu uma retração de 6,17%, com a ação encerrando a R$ 8,67. Este valor coincide exatamente com a mínima das últimas 52 semanas, indicando uma pressão vendedora contundente. A variação negativa foi de R$ 0,57 em relação aos R$ 9,24 anteriores. O volume transacionado foi de 15.953.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 138.320.313,00. O papel, que já chegou a ser negociado a R$ 44,85 no último ano, demonstra uma erosão de valor considerável. Durante a sessão, o ativo não conseguiu sustentar sua máxima de R$ 9,43, fechando no patamar inferior do dia.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste. Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a integração das operações após fusões e a sinistralidade do setor, que pressiona as margens de lucro das operadoras.


4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,33 ↓6,05%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) registrou uma queda de 6,05%, com o preço da ação fixado em R$ 2,33 no fechamento. O ativo perdeu R$ 0,15 em comparação ao valor de R$ 2,48 da sessão anterior. A movimentação do dia ficou entre a mínima de R$ 2,32 e a máxima de R$ 2,53. O volume de negociação foi de 6.480.300 ações, totalizando R$ 15.099.099,00. Assim como outros ativos do ranking, o PCAR3 opera em patamares próximos à sua mínima anual de R$ 2,32, muito distante da máxima de R$ 4,95. O cenário sugere uma cautela extrema dos investidores com o setor de varejo alimentar de alta renda.

A Companhia Brasileira de Distribuição atua no varejo alimentar sob diversas bandeiras, focando na reestruturação de seu modelo de negócio. Uma notícia importante recente foi a conclusão da venda de ativos não estratégicos para reduzir o endividamento e focar em suas lojas de proximidade e supermercados premium.


5º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,68 ↓5,42%

Descrição: A MRV encerrou o dia com uma desvalorização de 5,42%, atingindo o preço de R$ 7,68. O decréscimo foi de R$ 0,44 frente ao fechamento anterior de R$ 8,12. Durante o pregão, as ações variaram entre R$ 7,61 e R$ 8,25. O interesse do mercado foi alto, com um volume de 21.101.400 ações negociadas e um giro de R$ 162.058.752,00. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma amplitude considerável, tendo oscilado entre R$ 4,55 e R$ 10,53. O resultado atual posiciona o ativo em uma zona intermediária de preços, embora a tendência de curto prazo sinalize uma correção forte após períodos de otimismo com o setor imobiliário.

A MRV é a maior construtora da América Latina, focada no segmento de habitação popular (Minha Casa, Minha Vida). Recentemente, a empresa anunciou atualizações em suas projeções de lançamentos (guidance), o que gerou revisões por parte de analistas financeiros quanto ao fluxo de caixa futuro.


6º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 25,00 ↓5,20%

Descrição: A Vivara apresentou uma queda de 5,20%, fechando a R$ 25,00. A redução no preço por ação foi de R$ 1,37, partindo de um fechamento anterior de R$ 26,37. O volume financeiro foi o maior da lista, somando R$ 407.677.500,00, com 16.307.100 ações movimentadas. No intradia, o papel buscou uma recuperação mínima ao sair de R$ 23,90 (mínima do dia) para fechar nos R$ 25,00. No contexto anual, a ação mantém-se distante de sua mínima de R$ 16,16, mas também longe da máxima de R$ 35,89. A alta liquidez demonstra que o papel é um dos preferidos para operações de giro e proteção no setor de consumo discricionário.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma marca consolidada e forte presença em shopping centers. Recentemente, a empresa surpreendeu o mercado com mudanças em sua diretoria executiva, o que causou volatilidade nas ações até que os investidores digerissem a nova estratégia de gestão.


7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,53 ↓5,11%

Descrição: O ativo VAMO3 registrou queda de 5,11%, finalizando a sessão em R$ 3,53. A variação nominal foi negativa em R$ 0,19 sobre o fechamento de R$ 3,72. Durante o dia, a ação tocou a mínima de R$ 3,53 e a máxima de R$ 3,78. Foram negociadas 19.993.400 ações, gerando um volume financeiro de R$ 70.576.702,00. O preço de fechamento é preocupante para o investidor de longo prazo, pois se aproxima do piso anual de R$ 2,74, estando consideravelmente abaixo da máxima de 52 semanas, que foi de R$ 5,27. O movimento reflete incertezas sobre a demanda por locação de bens de capital e taxas de juros.

A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, servindo setores como agronegócio e logística. Uma notícia de destaque recente foi o anúncio de novos contratos de locação de frota, embora o custo de capital continue sendo um desafio para a expansão de suas margens.


8º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 34,59 ↓4,21%

Descrição: A Totvs, gigante do setor de tecnologia, teve uma retração de 4,21%, fechando em R$ 34,59. A queda nominal foi de R$ 1,52 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 36,11. No dia, a ação flutuou entre R$ 34,44 e R$ 36,53. O volume de ações foi de 4.329.400, com um giro financeiro de R$ 149.753.946,00. Diferente de outras empresas da lista, a Totvs apresenta uma resiliência maior em seu histórico de 52 semanas, com mínima de R$ 32,02 e máxima de R$ 48,22, o que sugere que o recuo atual pode ser uma correção técnica pontual dentro de um setor geralmente mais estável.

A TOTVS é a maior empresa de tecnologia do Brasil, especializada em softwares de gestão (ERP), serviços financeiros e soluções de business performance. Recentemente, a companhia celebrou a expansão de sua joint venture na área de tecnologia para serviços financeiros, visando diversificar suas receitas além das licenças de software.


9º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,42 ↓3,90%

Descrição: A holding Cosan registrou queda de 3,90%, terminando o dia a R$ 5,42. O recuo nominal foi de R$ 0,22 sobre os R$ 5,64 do pregão anterior. O papel operou entre a mínima de R$ 5,37 e a máxima de R$ 5,77. O volume de negociação foi massivo, com 36.751.300 ações e um volume financeiro de R$ 199.192.046,00. No horizonte de um ano, a ação mostra-se desgastada, operando perto da mínima de R$ 4,92 e distante da máxima de R$ 8,78. Como uma holding exposta a diversos setores, o desempenho reflete uma visão macroeconômica mais pessimista por parte dos investidores institucionais que compõem a base da empresa.

A Cosan é um grupo diversificado com ativos em energia, logística e infraestrutura, controlando empresas como Raízen, Rumo e Compass. Uma notícia relevante recente envolve a estratégia de desalavancagem financeira da holding, que busca otimizar sua estrutura de capital diante da volatilidade do mercado.


10º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,71 ↓3,89%

Descrição: A Locaweb (LWSA3) fecha o ranking das dez maiores quedas com um recuo de 3,89%, cotada a R$ 3,71. A perda nominal foi de R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,86. A ação teve uma variação diária entre R$ 3,68 e R$ 3,91. O volume de negociação somou 4.362.400 ações, com volume financeiro de R$ 16.184.504,00. No período de 52 semanas, o ativo demonstra grande volatilidade, tendo oscilado entre R$ 2,30 e R$ 4,80. O fechamento atual indica uma estabilização em níveis baixos, acompanhando a tendência de outras empresas de tecnologia que enfrentam um cenário de juros elevados que impactam o valuation.

A LWSA (antiga Locaweb) é uma plataforma de soluções tecnológicas para empresas, com foco em e-commerce e presença digital. Recentemente, a empresa anunciou a integração de novas ferramentas de inteligência artificial em sua plataforma de vendas para auxiliar pequenos empreendedores, buscando aumentar o ticket médio de sua base de clientes.

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