Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/04/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PETR3 R$ 53,66 4,19%
2 PETR4 R$ 48,58 3,60%
3 PCAR3 R$ 2,35 1,73%
4 PRIO3 R$ 64,25 1,68%
5 BRKM5 R$ 9,37 1,30%
6 BBDC3 R$ 18,12 0,72%
7 RECV3 R$ 13,58 0,52%
8 AURE3 R$ 14,31 0,42%
9 MBRF3 R$ 19,65 0,26%
10 BBDC4 R$ 20,85 0,24%

1º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 53,66 ↑ 4,19%

Descrição: A ação ordinária da Petrobras apresentou um desempenho sólido no pregão, liderando o ranking de valorização entre os ativos selecionados. O papel abriu o dia com força, atingindo a máxima de R$ 53,96 e mantendo-se bem acima da mínima de R$ 51,30. Com um volume de 12.706.500 ações negociadas, o ativo movimentou um montante financeiro expressivo de R$ 681.830.790,00. É importante notar que o preço atual de R$ 53,66 está operando muito próximo da máxima das últimas 52 semanas (R$ 56,14), o que indica uma forte tendência de alta e confiança dos investidores no curto prazo. A variação nominal foi de R$ 2,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 51,50. O mercado observou uma pressão compradora constante, resultando em uma das maiores altas percentuais do dia, consolidando o papel como o principal motor do índice no período analisado.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e gás natural. Recentemente, a empresa ganhou destaque no noticiário econômico devido ao anúncio de novos investimentos em sua frente de transição energética e discussões sobre a política de distribuição de dividendos extraordinários.

2º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 48,58 ↑ 3,60%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento de alta das ordinárias, embora com uma variação percentual ligeiramente menor, de 3,60%. O papel registrou um volume de negociação massivo, totalizando 54.396.100 ações, o que gerou o maior volume financeiro da lista: R$ 2.642.562.538,00. Durante o pregão, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 46,76 e a máxima de R$ 48,68, fechando próximo ao topo do dia. Comparado ao fechamento anterior de R$ 46,89, o ganho nominal foi de R$ 1,69. Analisando o histórico de 52 semanas, PETR4 também demonstra resiliência, aproximando-se de sua máxima histórica de R$ 50,69, após ter visitado a mínima de R$ 27,30 no último ano. A liquidez do ativo permanece como uma das mais robustas da B3, atraindo tanto investidores institucionais quanto pessoas físicas que buscam exposição ao setor de energia e commodities.

A Petrobras é a maior empresa do Brasil e uma das líderes mundiais em exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. Uma notícia relevante recente envolve a aprovação, por parte do Conselho de Administração, da retomada de investimentos em refinarias para reduzir a dependência de derivados importados.

3º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,35 ↑ 1,73%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (GPA) registrou uma alta moderada de 1,73% em suas ações ordinárias, fechando o dia cotado a R$ 2,35. O ativo movimentou R$ 39.984.310,00 em um volume de 17.014.600 papéis. Apesar da alta diária, o cenário de longo prazo para PCAR3 exige cautela, visto que o preço atual ainda está significativamente distante da máxima de 52 semanas, que foi de R$ 4,95. A oscilação intradiária foi estreita, com mínima de R$ 2,29 e máxima de R$ 2,46. O fechamento anterior foi de R$ 2,31, resultando em um incremento nominal de R$ 0,04. Para os investidores, o papel demonstra sinais de tentativa de recuperação após atingir níveis próximos à sua mínima histórica de R$ 1,89. O volume negociado mostra que o ativo mantém o interesse do mercado de varejo, operando como uma opção de baixo valor nominal (penny stock) com alta volatilidade implícita.

A Companhia Brasileira de Distribuição opera diversas bandeiras de varejo alimentar no Brasil, sendo um dos players mais tradicionais do setor. Recentemente, a empresa concluiu o processo de segregação de seus ativos na Colômbia (Éxito), focando agora em sua desalavancagem financeira e na eficiência operacional das lojas de proximidade e supermercados.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 64,25 ↑ 1,68%

Descrição: A PRIO3 apresentou uma valorização de 1,68% no último pregão, encerrando o dia a R$ 64,25. Com uma variação positiva de R$ 1,06 em relação ao fechamento de R$ 63,19, a empresa manteve uma trajetória ascendente consistente. O volume de ações negociadas foi de 8.471.200, resultando em um giro financeiro de R$ 544.274.600,00. O ativo mostrou estabilidade durante o dia, com a mínima em R$ 62,97 e a máxima em R$ 64,79. No horizonte de um ano, o papel se posiciona em uma zona intermediária, longe da mínima de R$ 32,81 e com fôlego para buscar novamente a máxima de R$ 72,98. A PRIO continua sendo uma das preferidas dos analistas que buscam crescimento (growth) no setor de óleo e gás, dada sua eficiência na revitalização de campos maduros e controle de custos operacionais (lifting cost).

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo no Brasil, focada na gestão de reservatórios e no desenvolvimento de campos já em produção. Nas últimas semanas, o mercado repercutiu positivamente os dados de produção mensal da companhia, que mostraram estabilidade operacional em seus principais clusters.

5º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 9,37 ↑ 1,30%

Descrição: As ações da Braskem fecharam o dia em alta de 1,30%, cotadas a R$ 9,37. O movimento representou um acréscimo de R$ 0,12 sobre o valor de fechamento anterior (R$ 9,25). Durante a sessão, o papel tocou a mínima de R$ 9,13 e a máxima de R$ 9,49. O volume financeiro movimentado foi de R$ 44.188.920,00, com 4.716.000 ações trocando de mãos. O ativo atravessa um período desafiador, operando consideravelmente abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 13,78, mas ainda acima da mínima de R$ 6,11 registrada no período. A recuperação de hoje sugere um movimento técnico de repique, embora os investidores monitorem de perto as questões jurídicas e ambientais que cercam a companhia, além de possíveis mudanças em sua estrutura de controle acionário.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, produzindo resinas termoplásticas e outros produtos químicos básicos. Notícias recentes indicam que a companhia continua em negociações e sob escrutínio em relação aos eventos geológicos em Maceió, ao mesmo tempo em que o mercado especula sobre o interesse de grupos estrangeiros na aquisição da participação da Novonor.

6º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 18,12 ↑ 0,72%

Descrição: As ações ordinárias do Bradesco registraram uma leve alta de 0,72%, encerrando a R$ 18,12. Com um fechamento anterior de R$ 17,99, o papel teve um incremento nominal de R$ 0,13. O volume negociado foi de 4.111.500 ações, totalizando R$ 74.500.380,00. O comportamento do ativo foi de baixa volatilidade, variando entre a mínima de R$ 17,99 e a máxima de R$ 18,28. No acumulado das últimas 52 semanas, BBDC3 apresenta uma recuperação notável, saindo de uma mínima de R$ 10,33 para se consolidar próxima à máxima de R$ 18,64. Este desempenho reflete o otimismo do mercado com a reestruturação operacional do banco e a melhora nos índices de inadimplência, fatores cruciais para a tese de investimento no setor bancário brasileiro no atual cenário de juros.

O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras do Brasil, com forte presença no varejo bancário e em seguros. Recentemente, o banco anunciou uma nova estratégia de transformação digital e organizacional para aumentar sua competitividade frente aos bancos digitais e fintechs.

7º – PetroReconcavo S.A. (RECV3) | R$ 13,58 ↑ 0,52%

Descrição: A PetroReconcavo encerrou o dia com uma valorização marginal de 0,52%, cotada a R$ 13,58. O papel movimentou R$ 20.598.144,00 em um volume de 1.516.800 ações. A variação em relação ao fechamento anterior (R$ 13,51) foi de apenas R$ 0,07, demonstrando uma sessão de relativa estabilidade para o ativo. A mínima do dia foi de R$ 13,46 e a máxima de R$ 13,76. Comparado ao histórico de 52 semanas, RECV3 opera perto de sua máxima de R$ 14,64, indicando que o mercado sustenta uma visão positiva sobre a capacidade da empresa em expandir sua produção em campos terrestres (onshore). O baixo volume em comparação com os gigantes do setor sugere uma atuação mais focada de investidores especializados.

A PetroReconcavo é uma empresa brasileira especializada na revitalização e operação de campos maduros de petróleo e gás em bacias terrestres. A última notícia de relevância para a empresa refere-se à assinatura de novos contratos de venda de gás natural, fortalecendo seu fluxo de caixa e diversificação de clientes.

8º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 14,31 ↑ 0,42%

Descrição: A Auren Energia apresentou uma alta discreta de 0,42%, finalizando o pregão em R$ 14,31. O volume financeiro foi de R$ 86.914.647,00, com 6.073.700 ações negociadas. Um ponto de destaque é que a máxima do dia, R$ 14,42, coincidiu exatamente com a máxima das últimas 52 semanas da empresa, sinalizando que o ativo está testando níveis de resistência importantes. A mínima registrada foi de R$ 14,05, partindo de um fechamento anterior de R$ 14,25. Com uma variação de R$ 0,06, o papel reflete a estabilidade característica do setor elétrico, sendo muito procurado por investidores focados em dividendos e menor exposição ao risco de mercado.

A Auren Energia é uma das maiores plataformas de energia renovável e comercialização de energia do Brasil, com ativos em geração hidrelétrica e eólica. Recentemente, a companhia anunciou a aquisição das operações da AES Brasil, um movimento estratégico que a posiciona como uma das líderes consolidadas do setor de energia limpa no país.

9º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,65 ↑ 0,26%

Descrição: A Marfrig registrou uma leve variação positiva de 0,26%, fechando a R$ 19,65. O papel movimentou R$ 158.528.340,00 no dia, através de 8.067.600 ações negociadas. A oscilação diária foi de R$ 0,75 entre a mínima (R$ 19,25) e a máxima (R$ 20,00), evidenciando uma volatilidade maior que a de outros ativos da lista. O fechamento anterior foi de R$ 19,60. Ao olhar para o intervalo de 52 semanas, MBRF3 está em um patamar saudável, superando a mínima de R$ 14,59, mas ainda com margem para buscar a máxima de R$ 26,83. O desempenho do setor frigorífico tem sido influenciado pelos ciclos do gado e pela demanda externa, especialmente da China.

A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e a maior produtora de hambúrgueres global. Uma notícia marcante para a companhia foi o aumento de sua participação acionária na BRF, visando capturar sinergias operacionais entre as duas gigantes do setor de alimentos.

10º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 20,85 ↑ 0,24%

Descrição: As ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) fecharam o ranking das 10 ações analisadas com uma alta de 0,24%, cotadas a R$ 20,85. O ativo teve um volume expressivo de 35.395.000 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 737.985.750,00, o segundo maior do grupo. A mínima do dia foi de R$ 20,83 e a máxima de R$ 21,19, partindo de um fechamento anterior de R$ 20,80. Assim como a classe ordinária, BBDC4 opera próxima à sua máxima de 52 semanas (R$ 21,74), recuperando-se fortemente da mínima de R$ 11,58. O investidor de BBDC4 geralmente prioriza a liquidez e o pagamento de juros sobre capital próprio, e a estabilidade de hoje reafirma o papel como um porto seguro no setor financeiro.

O Banco Bradesco possui uma vasta rede de agências e uma forte divisão de seguros que contribui significativamente para o seu lucro líquido. No noticiário recente, o banco destacou-se pela implementação de novas ferramentas de inteligência artificial para otimizar o atendimento ao cliente e reduzir custos administrativos.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ASAI3 R$ 9,26 -8,86%
2 RAIZ4 R$ 0,53 -7,02%
3 AMOB3 R$ 13,38 -4,29%
4 LREN3 R$ 15,05 -3,53%
5 RADL3 R$ 23,25 -3,37%
6 VAMO3 R$ 4,15 -3,26%
7 EMBJ3 R$ 83,03 -3,21%
8 WEGE3 R$ 48,40 -3,12%
9 TIMS3 R$ 26,54 -2,89%
10 TAEE11 R$ 44,30 -2,79%

1º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,26 ↓8,86%

Descrição: A Sendas Distribuidora, operando sob a marca Assaí Atacadista, liderou as baixas do dia com uma desvalorização acentuada de 8,86%, encerrando o pregão cotada a R$ 9,26. O ativo apresentou uma variação nominal negativa de R$ 0,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 10,16. Durante a sessão, a ação tocou a mínima de R$ 9,20 e a máxima de R$ 10,20, demonstrando alta volatilidade. O volume de negociação foi expressivo, com 29.349.900 papéis trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 271.780.074,00. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação transita entre o piso de R$ 6,91 e o teto de R$ 11,88. Este movimento de queda acentuada posiciona o papel próximo à sua média de suporte anual, exigindo atenção dos investidores quanto aos fundamentos de curto prazo e pressão de venda no setor de varejo alimentar.

A Sendas Distribuidora é uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, focada no modelo de “cash and carry” que atende tanto o consumidor final quanto pequenos e médios comerciantes. Recentemente, a empresa concluiu um ciclo de conversões de lojas e foca agora na desalavancagem financeira. Notícia recente: O Assaí reportou em seus últimos balanços um foco estratégico no controle de despesas operacionais para compensar o cenário de juros elevados que impacta o serviço de sua dívida.


2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,53 ↓7,02%

Descrição: As ações da Raízen (RAIZ4) registraram uma queda significativa de 7,02%, sendo negociadas a R$ 0,53 ao fim do dia. O recuo nominal foi de R$ 0,04 frente ao fechamento anterior de R$ 0,57. O ativo operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 0,53 — seu valor de fechamento — e máxima de R$ 0,58. O volume de ações movimentadas atingiu 23.033.500 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 12.207.755,00. É importante notar que a cotação atual está muito próxima da mínima das últimas 52 semanas, que foi de R$ 0,43, e distante da máxima de R$ 2,23 registrada no mesmo período. Esse patamar de preço coloca o ativo em uma zona de monitoramento crítico para investidores de valor, dado o desconto nominal severo em relação às máximas históricas recentes.

A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando de forma integrada na produção de açúcar, etanol e na distribuição de combustíveis. É líder global na produção de etanol de cana-de-açúcar. Notícia recente: A empresa tem investido fortemente em usinas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando consolidar sua posição na transição energética global e atender a demanda por combustíveis sustentáveis de aviação.


3º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,38 ↓4,29%

Descrição: A Automob Participações encerrou o dia com uma desvalorização de 4,29%, com o preço da ação fixado em R$ 13,38. A redução nominal foi de R$ 0,60 comparado aos R$ 13,98 do dia anterior. O papel demonstrou baixa liquidez relativa no pregão, com um volume de apenas 31.500 ações negociadas, resultando em um montante financeiro de R$ 421.470,00. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 13,38 e a máxima de R$ 14,22. No histórico de 52 semanas, a empresa mantém uma estabilidade relativa, com mínima de R$ 10,00 e máxima de R$ 15,39. O fechamento na mínima do dia sugere uma pressão vendedora contínua até os últimos minutos do pregão, possivelmente influenciada pelo baixo volume, o que tende a acentuar movimentos de queda por falta de contraparte compradora.

A Automob é um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do Brasil, operando multimarcas e oferecendo serviços que vão da venda de novos e seminovos até manutenção técnica. Notícia recente: O grupo tem buscado expansão via aquisições de redes regionais para consolidar sua presença geográfica em mercados estratégicos do Sul e Sudeste brasileiro.


4º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,05 ↓3,53%

Descrição: A Lojas Renner apresentou uma retração de 3,53% no pregão, com suas ações cotadas a R$ 15,05. A queda nominal representou R$ 0,55 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 15,60. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 15,05 e a máxima de R$ 15,76. O interesse do mercado foi relevante, com um volume de 19.755.300 ações e um giro financeiro robusto de R$ 297.317.265,00. Analisando a janela de 52 semanas, a LREN3 atingiu a mínima de R$ 11,79 e a máxima de R$ 18,80. O fechamento atual coloca a empresa em um ponto intermediário de seu canal anual, mas o volume negociado hoje indica que o mercado está recalibrando as expectativas para o setor de varejo discricionário frente aos indicadores macroeconômicos de consumo.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, reconhecida por sua gestão eficiente e ecossistema que inclui a marca Youcom, Camicado e a instituição financeira Realize. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente investimentos em automação de seu centro de distribuição para otimizar a logística do e-commerce, buscando melhorar as margens operacionais.


5º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 23,25 ↓3,37%

Descrição: As ações da Raia Drogasil fecharam em queda de 3,37%, estabelecendo o preço de R$ 23,25 por ativo. A variação negativa foi de R$ 0,81 em relação ao fechamento anterior de R$ 24,06. O ativo teve uma máxima diária de R$ 24,55 e uma mínima de R$ 23,22. O volume de negociação foi de 6.770.000 ações, totalizando R$ 157.402.500,00 em transações financeiras. No panorama de um ano (52 semanas), a RADL3 mostra uma resiliência notável, com mínima de R$ 12,62 e máxima de R$ 27,31. Embora tenha recuado no dia, a ação permanece em um patamar de preços elevado se comparado às mínimas anuais, refletindo a confiança do investidor no setor farmacêutico, que historicamente apresenta características defensivas em momentos de incerteza econômica.

A Raia Drogasil é a líder nacional no mercado de varejo farmacêutico, resultado da fusão entre as duas redes que lhe dão nome. A empresa foca em um modelo de digitalização e expansão de lojas físicas em áreas nobres. Notícia recente: A RD anunciou a expansão de sua plataforma de saúde “RD Saúde”, visando transformar suas farmácias em centros de cuidado preventivo e serviços diagnósticos.


6º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,15 ↓3,26%

Descrição: A Vamos (VAMO3) registrou um recuo de 3,26%, encerrando o dia negociada a R$ 4,15. A queda nominal foi de R$ 0,14 comparada ao fechamento anterior de R$ 4,29. Durante o pregão, a ação flutuou entre a mínima de R$ 4,11 e a máxima de R$ 4,36. O volume operacional contou com 17.052.100 ações negociadas, movimentando R$ 70.766.215,00. Ao observar as 52 semanas anteriores, o papel apresenta uma máxima de R$ 5,27 e uma mínima de R$ 2,74. O preço atual de R$ 4,15 indica que o ativo está em uma fase de consolidação após a recuperação das mínimas, porém ainda sofre com a sensibilidade do setor de bens de capital às taxas de juros e aos ciclos do agronegócio e logística industrial brasileira.

A Vamos é líder no setor de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas no Brasil, pertencente ao grupo Simpar. A empresa se destaca pelo modelo de contrato de longo prazo com grandes corporações. Notícia recente: A companhia tem focado na renovação de sua frota e na expansão da rede de concessionárias de máquinas pesadas, aproveitando a mecanização do campo.


7º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 83,03 ↓3,21%

Descrição: As ações da Embraer fecharam o dia com queda de 3,21%, cotadas a R$ 83,03. A variação nominal negativa foi de R$ 2,75 sobre o fechamento anterior de R$ 85,78. O ativo apresentou grande volatilidade intra-dia, com máxima de R$ 86,45 e mínima de R$ 81,15. O volume financeiro foi um dos maiores da lista, somando R$ 403.301.619,00 com 4.857.300 ações transacionadas. Apesar da queda diária, a Embraer vive um momento de forte valorização anual, visto que sua mínima em 52 semanas é de R$ 59,61 e a máxima atingiu R$ 105,50. O recuo de hoje pode ser interpretado como um movimento de realização de lucros por parte dos grandes fundos de investimento, após as recentes altas impulsionadas por novos pedidos e entregas da fabricante.

A Embraer é a terceira maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo e líder no segmento de jatos executivos e defesa. É uma das principais exportadoras de tecnologia de alto valor agregado do Brasil. Notícia recente: A empresa celebrou recentemente novos contratos de manutenção e venda de jatos E2 para companhias aéreas internacionais, além de avançar nos testes do seu “carro voador” (eVTOL) através da subsidiária Eve.


8º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 48,40 ↓3,12%

Descrição: A WEG registrou uma desvalorização de 3,12%, fechando o pregão a R$ 48,40. O decréscimo nominal foi de R$ 1,56 em relação ao fechamento de R$ 49,96. A ação oscilou entre a mínima de R$ 48,16 e a máxima de R$ 50,25. Com um volume de 10.966.100 ações, a WEG movimentou expressivos R$ 530.759.240,00, o maior volume financeiro entre as dez ações analisadas neste relatório. No histórico de 52 semanas, o papel mostra solidez, variando entre R$ 33,85 e R$ 54,41. O fechamento atual de R$ 48,40 demonstra que a ação continua sendo uma das favoritas do mercado institucional, embora o ajuste de hoje reflita uma cautela generalizada no setor industrial frente ao câmbio e custos de insumos globais.

A WEG é uma multinacional brasileira produtora de equipamentos eletroeletrônicos, motores e geradores de energia. É amplamente considerada uma das empresas mais eficientes e bem geridas da B3. Notícia recente: A companhia anunciou investimentos bilionários em fábricas de baterias e sistemas de recarga elétrica, visando se tornar protagonista no mercado global de mobilidade elétrica.


9º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 26,54 ↓2,89%

Descrição: A operadora TIM fechou o dia com uma retração de 2,89%, atingindo o valor de R$ 26,54 por ação. A redução nominal foi de R$ 0,79 frente ao fechamento anterior de R$ 27,33. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima exata de seu fechamento (R$ 26,54) e uma máxima de R$ 27,35. O volume de negociação foi de 4.107.600 ações, totalizando R$ 109.015.704,00. Ao analisar o comportamento de longo prazo, a TIMS3 variou entre R$ 16,11 e R$ 28,57 nas últimas 52 semanas. O preço atual está próximo da máxima anual, indicando que, apesar do recuo diário, a empresa mantém uma trajetória ascendente consistente, apoiada em sua forte geração de caixa e política de distribuição de proventos aos acionistas.

A TIM Brasil é uma das maiores operadoras de telecomunicações do país, líder na cobertura 4G e 5G. A empresa foca na expansão de sua rede de fibra ótica e em serviços de valor agregado para o setor corporativo. Notícia recente: A TIM reportou um crescimento sólido na receita média por usuário (ARPU) em seus últimos resultados, beneficiada pela migração de clientes para planos de maior valor.


10º – TRANSMISSORA ALIANCA UNT (TAEE11) | R$ 44,30 ↓2,79%

Descrição: As units da Taesa (TAEE11) encerraram o dia com baixa de 2,79%, cotadas a R$ 44,30. A variação negativa foi de R$ 1,27 em relação ao fechamento de R$ 45,57. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 44,25 e a máxima de R$ 45,65. O volume de negociação registrou 1.786.700 ações, resultando em um montante de R$ 79.150.810,00. No intervalo de 52 semanas, a Taesa operou entre R$ 31,31 e R$ 46,11. O fechamento a R$ 44,30 coloca a ação muito próxima de sua máxima histórica anual, o que demonstra a força do ativo mesmo em dias de correção. Por ser uma empresa de utilidade pública com receitas previsíveis e indexadas, a Taesa costuma ser buscada como “porto seguro” para dividendos.

A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, dedicada exclusivamente à construção, operação e manutenção de linhas de transmissão. Notícia recente: A companhia tem participado ativamente dos últimos leilões de transmissão promovidos pela ANEEL, garantindo novos lotes para expansão de sua receita anual permitida (RAP) nos próximos anos.

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