Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/11/2025

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 MBRF3 R$ 25,30 3,69%
2 CVCB3 R$ 1,86 2,76%
3 CMIG4 R$ 11,54 2,67%
4 ASAI3 R$ 9,68 2,00%
5 BEEF3 R$ 6,66 1,99%
6 TAEE11 R$ 44,95 1,88%
7 SUZB3 R$ 48,22 1,82%
8 HAPV3 R$ 18,02 1,29%
9 MRVE3 R$ 8,51 1,07%
10 CXSE3 R$ 15,65 1,03%

1º – Marfrig Global Foods S.A. (MRFG3) | R$ 25,30 ↑3,69%

Descrição: A Marfrig Global Foods S.A. (MRFG3) liderou os ganhos do dia, registrando um aumento expressivo de 3,69%, com o preço atual de R$ 25,30. O ativo apresentou uma variação de R$ 0,90 em relação ao fechamento anterior de R$ 24,40. Durante o dia, a ação negociou entre a mínima de R$ 24,44 e a máxima de R$ 25,78, demonstrando forte volatilidade. O volume de ações negociadas foi substancial, totalizando 10.214.300 papéis, o que resultou em um volume financeiro negociado de R$ 460.821.780,00. A cotação atual está próxima da máxima de 52 semanas (R$ 25,78), e consideravelmente acima da mínima de 52 semanas (R$ 11,97), indicando uma tendência de valorização no horizonte anual. A alta negociação e o forte desempenho sinalizam um interesse renovado do mercado no papel, possivelmente motivado por expectativas positivas. A Marfrig Global Foods S.A. é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e líder global na produção de hambúrgueres. A companhia atua na produção, processamento, distribuição e comercialização de carne bovina, carne ovina e derivados, com operações na América do Sul e América do Norte. Uma notícia recente é o anúncio da fusão com a BRF, que deve ser concluída em setembro e foi precedida pela divulgação de uma receita de R$ 37,8 bilhões e lucro de R$ 85 milhões no 2º trimestre de 2024.


2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,86 ↑2,76%

Descrição: A ação da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) alcançou a segunda maior variação, com ganho de 2,76%, fechando a R$ 1,86. A variação nominal foi de R$ 0,05 sobre o fechamento anterior de R$ 1,81. O papel oscilou entre R$ 1,81 (mínima do dia) e R$ 1,88 (máxima do dia). O volume de ações negociadas foi de 12.122.200, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 22.547.292,00. O preço atual, apesar da alta, ainda se mantém em patamares baixos quando comparado à máxima de 52 semanas (R$ 2,92), e acima da mínima de 52 semanas (R$ 1,33), sugerindo que o ativo ainda tem espaço para recuperar valor. O aumento no volume e na cotação pode refletir uma percepção de melhora nas perspectivas para o setor de turismo. A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. é um dos principais players do mercado nacional e internacional de agências de turismo e viagens, atuando com turismo emissivo e receptivo em todo o Brasil. A empresa busca a integração das vendas online com a expansão de sua rede de lojas físicas. Uma notícia recente é a divulgação de um prejuízo líquido de R$ 22,2 milhões para o segundo trimestre, uma redução significativa de 86,7% sobre o resultado negativo apresentado no mesmo período do ano passado, indicando uma trajetória de melhoria operacional.


3º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 11,54 ↑2,67%

Descrição: A Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) apresentou um avanço de 2,67%, com o preço de fechamento em R$ 11,54. A variação positiva foi de R$ 0,30, partindo do fechamento anterior de R$ 11,24. As negociações diárias ocorreram entre R$ 11,26 e R$ 11,55. Com um volume de 10.026.200 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 115.792.248,00. O preço atual se aproxima do topo da faixa de 52 semanas (R$ 12,23), e está bem acima da mínima de 52 semanas (R$ 8,87), demonstrando uma performance de médio prazo robusta. O alto volume negociado e a valorização podem estar ligados à solidez do setor de energia elétrica e a notícias positivas sobre a gestão ou expansão da empresa. A Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG é uma das principais concessionárias de serviços públicos de energia elétrica do Brasil, com atuação em geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia e gás natural, principalmente no estado de Minas Gerais. A empresa foi recentemente premiada no 29º Troféu Transparência da Anefac por sua excelência na divulgação de informações ao mercado, reforçando seu compromisso com a governança corporativa.


4º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,68 ↑2,00%

Descrição: A Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3), conhecida como Assaí Atacadista, registrou alta de 2,00%, com o preço atual em R$ 9,68. A variação nominal foi de R$ 0,19, superior ao fechamento anterior de R$ 9,49. A faixa de negociação do dia variou entre R$ 9,47 (mínima) e R$ 9,82 (máxima). O volume de ações negociadas alcançou 11.652.300, totalizando um volume financeiro de R$ 122.784.264,00. O preço atual se encontra abaixo do ponto médio do seu intervalo de 52 semanas, que vai de R$ 4,96 a R$ 12,04, sugerindo que há potencial para recuperação. O desempenho positivo pode refletir a confiança dos investidores no modelo de negócios Cash & Carry e na estratégia de expansão da companhia. A Sendas Distribuidora S.A. (Assaí Atacadista) é uma das maiores varejistas de alimentos do Brasil, operando no segmento de atacado de autosserviço (Cash & Carry). Sua história remonta a 1974, mas ganhou grande impulso após a aquisição pelo GPA em 2007 e o subsequente spin-off e IPO em 2021. A empresa tem apresentado forte crescimento de faturamento, projetando R$ 62 bilhões em 2023, conforme análise fundamentalista recente em 2023.


5º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 6,66 ↑1,98%

Descrição: A Minerva S.A. (BEEF3) teve uma variação de 1,98%, fechando o pregão a R$ 6,66. O papel valorizou R$ 0,13 em relação ao fechamento de R$ 6,53. A mínima do dia foi R$ 6,54 e a máxima atingiu R$ 6,75. O volume de negociação foi de 14.055.200 ações, com um volume financeiro de R$ 98.667.552,00. A cotação atual está mais próxima da mínima de 52 semanas (R$ 3,75) do que da máxima (R$ 7,58), indicando que, apesar do ganho diário, o ativo tem enfrentado desafios no longo prazo, mas pode estar em um momento de reversão ou ajuste. O volume considerável sugere que a alta foi impulsionada por um fluxo de compras significativo. A Minerva S.A. é líder em exportação de carne bovina na América do Sul, atuando também no segmento de industrializados e comercializando seus produtos para mais de 100 países. A empresa opera com unidades industriais, centros de distribuição e escritórios internacionais. Uma notícia de destaque é a conclusão da compra de ativos da Marfrig no Brasil e em outros países da América do Sul, após aprovação do Cade, reforçando sua estratégia de crescimento e competitividade no mercado global.


6º – TRANSMISSORA ALIANÇA UMT (TAEE11) | R$ 44,95 ↑1,88%

Descrição: As ações Unit da Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAEE11) valorizaram 1,88%, com o preço de fechamento em R$ 44,95. A valorização nominal foi de R$ 0,83, comparada ao fechamento anterior de R$ 44,12. O ativo negociou entre R$ 43,94 e R$ 45,33 ao longo do dia. O volume negociado foi de 3.141.600 Units, com um volume financeiro de R$ 141.214.520,00. O preço atual está na parte superior do seu intervalo de 52 semanas (R$ 29,76 a R$ 45,85), muito próximo da máxima, o que é um indicativo da solidez do papel e do reconhecimento do mercado pela sua estabilidade, típica do setor de transmissão de energia. A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAESA) é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, dedicada exclusivamente à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão. A empresa possui diversas concessões e é controlada pela CEMIG e ISA. A TAESA tem focado em práticas ASG (Ambiental, Social e Governança), tornando-se signatária do Pacto Global e realizando emissões de debêntures verdes para financiar projetos sustentáveis.


7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 48,22 ↑1,82%

Descrição: A Suzano S.A. (SUZB3) registrou alta de 1,82%, fechando a R$ 48,22. A variação nominal positiva foi de R$ 0,86, em relação ao fechamento anterior de R$ 47,36. A ação oscilou entre a mínima de R$ 47,14 e a máxima de R$ 48,32 no dia. O volume de negociação foi de 9.347.300 ações, gerando um volume financeiro de R$ 450.736.896,00. A cotação atual está próxima do ponto médio do seu intervalo de 52 semanas, que vai de R$ 46,47 a R$ 64,71. O volume financeiro expressivo demonstra o grande interesse do mercado no ativo, que é um player global. A Suzano S.A. é a maior produtora de celulose do mundo e a maior fabricante de papéis da América Latina, com foco em soluções renováveis a partir do eucalipto. Seus produtos estão presentes no cotidiano de mais de 2 bilhões de pessoas. A empresa reportou recentemente um lucro de R$ 1,96 bilhão no 3º trimestre, uma queda anual de 39%, mas o mercado tem reagido positivamente a anúncios de aumento de preços da celulose e sinais de melhoria no setor.


8º – HAPVIDA PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS S/A (HAPV3) | R$ 18,02 ↑1,29%

Descrição: A Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) valorizou 1,29%, com o preço final em R$ 18,02. A variação positiva foi de R$ 0,23, sobre o fechamento anterior de R$ 17,79. A faixa de negociação do dia variou entre R$ 17,14 e R$ 19,07, indicando uma volatilidade considerável. O volume de negociação foi de 17.189.500 ações, e o volume financeiro negociado totalizou R$ 389.754.780,00. O preço atual se situa na parte superior do seu intervalo de 52 semanas (R$ 16,75 a R$ 47,55), mas ainda reflete uma desvalorização significativa em relação à sua máxima anual. A recente instabilidade do papel pode estar sendo atenuada pela ação dos controladores e a recompra de ações. A Hapvida Participações e Investimentos S/A é uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil, oferecendo planos de saúde e odontológicos com uma rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios. O foco da empresa é a integração vertical para garantir a qualidade e o controle de custos. Após a divulgação de um balanço que o mercado considerou “muito fraco”, os controladores da Hapvida ampliaram sua participação na companhia para 41,4% do capital, além de aprovarem um novo programa de recompra de ações, após um tombo de 40% na Bolsa.


9º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A. (MRVE3) | R$ 8,51 ↑1,07%

Descrição: A MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) obteve um ganho de 1,07%, com o preço de fechamento em R$ 8,51. O papel variou R$ 0,09 em relação ao fechamento de R$ 8,42. A mínima do dia foi R$ 8,35 e a máxima foi R$ 8,59. O volume negociado foi de 7.298.300 ações, com um volume financeiro de R$ 62.106.553,00. A cotação atual está próxima da máxima de 52 semanas (R$ 8,92), e bem acima da mínima (R$ 4,43), refletindo um ano de forte recuperação e crescimento no preço do ativo. O desempenho positivo pode estar atrelado às políticas de habitação e aos resultados operacionais da companhia. A MRV Engenharia e Participações S.A. é uma das maiores construtoras e incorporadoras do Brasil, especializada em empreendimentos econômicos e popularmente conhecida por sua atuação no programa Minha Casa Minha Vida. A empresa também atua no mercado americano através da subsidiária Resia. O programa Minha Casa Minha Vida impulsionou o lucro do grupo MRV (MRVE3) para R$ 111 milhões no 3º trimestre de 2025, segundo resultados divulgados recentemente.


10º – Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) | R$ 15,65 ↑1,03%

Descrição: A Caixa Seguridade Participações S.A (CXSE3) fechou a lista com uma valorização de 1,03%, com o preço final em R$ 15,65. O ganho nominal foi de R$ 0,16, superior ao fechamento anterior de R$ 15,49. As negociações do dia oscilaram entre R$ 15,47 (mínima) e R$ 15,69 (máxima). O volume de ações negociadas foi de 3.246.700, com um volume financeiro de R$ 50.810.655,00. O preço atual está no topo do seu intervalo de 52 semanas (R$ 12,89 a R$ 15,79), demonstrando uma estabilidade e crescimento contínuo, característicos do setor de seguros e de sua ligação com a Caixa Econômica Federal. A Caixa Seguridade Participações S.A é a holding de seguros, previdência, capitalização e consórcios da Caixa Econômica Federal, atuando na distribuição e comercialização desses produtos, aproveitando a ampla rede de agências da Caixa. A Caixa Seguridade registrou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no 3º trimestre de 2025, o que, apesar de ter ficado um pouco abaixo das previsões, foi um resultado robusto.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIL3 R$ 15,08 -8,72%
2 VAMO3 R$ 3,52 -6,13%
3 MGLU3 R$ 9,14 -4,69%
4 CSNA3 R$ 8,33 -3,70%
5 CSAN3 R$ 6,00 -3,07%
6 SBSP3 R$ 138,86 -2,96%
7 CYRE3 R$ 34,28 -2,75%
8 CMIN3 R$ 5,70 -2,56%
9 UGPA3 R$ 21,82 -2,55%
10 TOTS3 R$ 46,97 -2,43%


1º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 15,08 ↓8,72%

Descrição: A ação da RUMO S.A. (RAIL3) registrou um preço atual de R$ 15,08, após apresentar uma variação negativa de R$ 1,44, o que corresponde a uma queda de 8,72% no dia. O desempenho de hoje colocou o papel na primeira posição entre as maiores quedas da lista. O valor máximo negociado no dia foi de R$ 16,06 e o mínimo foi de R$ 15,06. O volume de ações negociadas atingiu 31.633.000, o que demonstra um elevado interesse do mercado, provavelmente em função da forte baixa. O preço de fechamento anterior era de R$ 16,52. O papel se encontra próximo de sua mínima em 52 semanas, que é de R$ 14,02, e distante de sua máxima em 52 semanas, de R$ 19,98. O volume negociado em Reais totalizou R$ 477.025.640,00, indicando uma liquidez muito robusta para a negociação do ativo. É fundamental que os investidores monitorem o nível de suporte da mínima de 52 semanas, pois um rompimento pode indicar uma tendência de baixa mais prolongada, enquanto uma reversão próxima a este ponto pode sinalizar uma oportunidade.

RUMO S.A. é a maior operadora logística ferroviária independente do Brasil, conectando as principais regiões produtoras do país aos quatro principais portos. A empresa é fundamental para o escoamento da produção agrícola e de commodities. A empresa concluiu recentemente obras estratégicas para a implantação da Ferrovia Estadual de MT e iniciou operações com trens de 135 vagões nas principais rotas do agronegócio brasileiro, conforme notícia de julho de 2025.


2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,52 ↓6,10%

Descrição: A ação da Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) encerrou o dia cotada a R$ 3,52, após uma desvalorização de R$ 0,23, o que representa uma variação negativa de 6,10% em seu preço. O papel é o segundo com a maior queda percentual na análise. O preço máximo atingido na sessão foi de R$ 3,74 e o preço mínimo foi de R$ 3,52. O volume de ações negociadas foi de 13.176.000, indicando um interesse significativo de negociação. O valor de fechamento anterior estava em R$ 3,75. O preço atual está consideravelmente acima de sua mínima em 52 semanas, que é de R$ 2,87, e bem abaixo da máxima de R$ 5,60 no mesmo período. O volume negociado em Reais alcançou R$ 46.382.388,00, refletindo uma boa liquidez. A volatilidade observada sugere uma cautela no mercado em relação ao ativo, e a queda de mais de 6% merece atenção especial. A proximidade do preço atual com a mínima do dia pode indicar uma pressão vendedora persistente.

Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. é uma subsidiária da Simpar S.A., especializada em locação de caminhões, máquinas e equipamentos, sendo um player relevante no setor de locação de veículos pesados no Brasil. A empresa atua com contratos de longo prazo, buscando diversificação de clientes e crescimento acelerado, muitas vezes via aquisições. Em março de 2024, a Vamos (VAMO3) aprovou um programa de recompra de até 30 milhões de ações, segundo notícias da época.


3º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,14 ↓4,69%

Descrição: A ação da MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) fechou a sessão em R$ 9,14, após uma queda de R$ 0,45, resultando em uma variação negativa de 4,69%. A e-commerce e varejista de eletrônicos e móveis foi a terceira ação com o pior desempenho percentual. Durante o dia, o preço máximo atingido foi de R$ 9,73 e o mínimo foi de R$ 9,10. O volume de ações negociadas totalizou 16.220.000, o que demonstra um forte fluxo de negociação. O fechamento anterior havia sido em R$ 9,59. O preço atual de R$ 9,14 está acima de sua mínima em 52 semanas, que é de R$ 5,54, mas ainda muito distante da máxima de R$ 12,13, indicando que o papel perdeu boa parte do valor ao longo do último ano, mantendo-se volátil. O volume financeiro negociado foi de R$ 140.278.220,00, confirmando a alta liquidez da ação. A queda expressiva no dia pode estar ligada a fatores macroeconômicos, como a taxa de juros, ou a notícias específicas do setor de varejo, que é altamente sensível ao cenário econômico.

Magazine Luiza S.A. é uma das maiores varejistas multicanal do Brasil, operando através de lojas convencionais, lojas virtuais e, principalmente, de sua plataforma de e-commerce e marketplace. A companhia foca em proporcionar uma experiência de compra integrada ao cliente. Recentemente, em novembro de 2025, a Magazine Luiza reverteu prejuízo com um lucro modesto no 3º trimestre, segundo publicações.


4º – Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSNA3) | R$ 8,33 ↓3,70%

Descrição: A ação da Companhia Siderúrgica Nacional S.A. (CSNA3) fechou o dia em R$ 8,33, apresentando uma queda de R$ 0,32, o que corresponde a uma variação negativa de 3,70%. O papel figurou como a quarta maior queda em termos percentuais. A máxima no dia foi de R$ 8,72 e a mínima alcançada foi de R$ 8,29. O volume de ações negociadas somou 6.267.000. O preço de fechamento anterior era de R$ 8,65. Em relação à performance anual, a cotação atual está acima da mínima em 52 semanas de R$ 6,72, mas significativamente abaixo da máxima de R$ 11,93. O volume financeiro negociado foi de R$ 54.709.774,00, indicando uma boa presença de investidores no ativo. O setor de siderurgia, no qual a empresa atua, é global e depende fortemente do preço do minério de ferro e do aço, além da demanda da construção civil e indústria. Uma queda nesse nível pode refletir a volatilidade dos preços internacionais de commodities ou expectativas de mercado doméstico.

Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é uma das maiores indústrias siderúrgicas da América Latina e do mundo, com atuação diversificada em mineração, logística, cimento e energia. Sua principal usina é a Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ). A CSN divulgou, em novembro de 2025, um lucro líquido de R$ 76 milhões no 3º trimestre, e espera criar a CSN Infraestrutura em 2026 para levantar capital, segundo notícias.


5º – Cosan S.A. (CSAN3) | R$ 6,00 ↓3,07%

Descrição: A ação da Cosan S.A. (CSAN3) registrou um preço atual de R$ 6,00, após uma desvalorização de R$ 0,19, o que equivale a uma variação negativa de 3,07% na sessão. A empresa ocupa a quinta posição na lista das maiores quedas. O papel negociou entre a máxima de R$ 6,19 e a mínima de R$ 5,97. O volume de ações negociadas foi de 30.063.000, um volume expressivo que sugere um grande movimento de compra e venda. O preço de fechamento anterior era de R$ 6,19. A cotação de R$ 6,00 encontra-se perto de sua mínima em 52 semanas, que é R$ 5,22, e bem distante de sua máxima em 52 semanas, de R$ 11,59. O volume negociado em Reais atingiu R$ 180.378.000,00, confirmando a alta liquidez do ativo. A queda acentuada pode estar relacionada a notícias específicas de suas subsidiárias ou a um movimento de aversão ao risco em setores que dependem do preço de commodities e da infraestrutura, dado o vasto portfólio da holding. A proximidade da mínima anual acende um alerta para os investidores.

Cosan S.A. é uma holding brasileira com um modelo de gestão focado em investir em negócios e pessoas, buscando construir relações sustentáveis. O grupo possui um portfólio diversificado de empresas nos setores de energia, combustíveis, logística e agronegócio, incluindo participações em Raízen, Comgás, Rumo e Moove. A Cosan (CSAN3) reverteu lucro com prejuízo de R$ 1,1 bilhão no 3º trimestre, justificando o resultado em recente notícia.


6º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 138,86 ↓2,96%

Descrição: A ação da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3), conhecida como Sabesp, fechou em R$ 138,86, registrando uma queda de R$ 4,24 e uma variação negativa de 2,96%. Foi o sexto papel com a maior desvalorização percentual na análise, mas a maior queda em valor absoluto da lista. O intervalo de negociação no dia foi entre R$ 142,29 (máxima) e R$ 138,06 (mínima). O volume de ações negociadas foi de 3.122.500. O fechamento anterior foi de R$ 143,10. O preço atual é o mais alto da lista, estando significativamente acima de sua mínima em 52 semanas, de R$ 83,13, e muito próximo da máxima em 52 semanas, de R$ 143,62. O volume financeiro negociado foi de R$ 433.690.850,00, um montante muito elevado. A queda, apesar de percentualmente menor que as anteriores, é relevante, especialmente considerando a proximidade da máxima histórica do papel. Este ativo é altamente sensível a discussões sobre privatização e regulamentação, que geram volatilidade.

Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) é uma empresa de economia mista, com concessão para serviços públicos de saneamento básico em 375 municípios do estado de São Paulo, sendo responsável pelo fornecimento de água e tratamento de esgoto para milhões de pessoas. Recentemente, em novembro de 2025, foi noticiado que após a desestatização, a Sabesp tem a tarifa mais baixa do país e ampliou o desconto para famílias carentes.


7º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 34,28 ↓2,76%

Descrição: A ação da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) teve um preço de fechamento de R$ 34,28, com uma queda de R$ 0,97, resultando em uma variação negativa de 2,76%. O papel ocupa a sétima posição entre as maiores baixas. A máxima do dia foi de R$ 35,32, enquanto a mínima foi de R$ 34,15. O volume de ações negociadas foi de 3.222.000. O preço de fechamento anterior era de R$ 35,25. O valor atual está muito próximo da máxima em 52 semanas, de R$ 35,32, o que sugere que o papel vinha de um forte rali, tornando-o suscetível a realizações de lucro. A mínima em 52 semanas é de R$ 16,44. O volume negociado em Reais foi de R$ 110.460.444,00, indicando uma liquidez robusta. A queda pode ser uma correção natural após um período de alta ou reflexo de expectativas macroeconômicas para o setor imobiliário, como a política de juros e o crédito para financiamentos.

Cyrela Brazil Realty S/A Empreendimentos e Participações é uma das maiores incorporadoras e construtoras de imóveis residenciais do Brasil, com atuação em diversos estados e cidades, e foco em empreendimentos de médio e alto padrão. A empresa, juntamente com suas marcas como Living, Vivaz e Cury, tem forte presença no mercado. A Cyrela (CYRE3) reportou um lucro de R$ 609 milhões no 3º trimestre de 2025 e manteve um ritmo forte de lançamentos, de acordo com notícias de novembro de 2025.


8º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,70 ↓2,56%

Descrição: A ação da CSN Mineração S.A. (CMIN3) encerrou o pregão cotada a R$ 5,70, após uma queda de R$ 0,15, o que representa uma variação negativa de 2,56%. A empresa de mineração ocupa a oitava posição na lista de desvalorização. O preço máximo negociado no dia foi de R$ 5,88 e o mínimo foi de R$ 5,66. O volume de ações negociadas atingiu 7.360.000. O fechamento anterior era de R$ 5,85. A cotação atual está acima da mínima em 52 semanas, de R$ 4,29, e abaixo da máxima de R$ 6,07. O volume negociado em Reais foi de R$ 41.999.910,00, o que indica uma boa liquidez. A CSN Mineração é uma empresa do setor de commodities, e sua performance está intrinsecamente ligada ao preço do minério de ferro no mercado internacional, sendo o principal fator de sua volatilidade. A queda no dia pode ser uma resposta à variação no preço da commodity ou a um sentimento negativo do mercado chinês, o maior consumidor global.

CSN Mineração S.A. é uma das maiores exportadoras de minério de ferro do Brasil e uma das maiores do mundo, sendo controlada pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). A empresa opera a mina Casa de Pedra e outros ativos no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais. Notícias recentes de novembro de 2025 indicam que a CSN Mineração reportou recordes na mineração no 3º trimestre, contribuindo para o aumento do EBITDA consolidado da CSN.


9º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 21,32 ↓2,56%

Descrição: A ação da ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) fechou a R$ 21,32, com uma desvalorização de R$ 0,57, resultando em uma variação negativa de 2,56%. A queda coloca a holding na nona posição em termos percentuais. O preço máximo do dia foi de R$ 22,41 e o mínimo foi de R$ 21,77. O volume de ações negociadas totalizou 7.252.200. O fechamento anterior havia sido de R$ 22,39. A cotação atual está bem acima da mínima em 52 semanas, de R$ 14,51, mas ainda distante da máxima de R$ 23,82, o que sugere um bom patamar de preço. O volume negociado em Reais atingiu R$ 156.243.004,00, confirmando a alta liquidez do papel. A Ultrapar atua em setores essenciais como distribuição de combustíveis e GLP, e sua queda pode estar relacionada a fatores macroeconômicos gerais ou a expectativas regulatórias do governo para os seus segmentos de atuação.

Ultrapar Participações S.A. é um dos maiores grupos empresariais do Brasil, atuando em diversos segmentos por meio de suas empresas, como a Ipiranga (distribuição de combustíveis), Ultragaz (GLP) e Ultracargo (soluções logísticas integradas). A empresa busca atuar com excelência operacional e diversificação de negócios. Em notícia recente de novembro de 2025, a Ultra (UGPA3) comprou 37,5% de uma empresa especializada em gás natural, a Virtu.


10º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 46,97 ↓2,49%

Descrição: A ação da TOTVS S.A. (TOTS3) encerrou o dia em R$ 46,97, registrando uma queda de R$ 1,17 e uma variação negativa de 2,49%. O papel de tecnologia fecha a lista das 10 maiores quedas. A máxima negociada no dia foi de R$ 48,40 e a mínima foi de R$ 46,90. O volume de ações negociadas foi de 1.319.500. O fechamento anterior foi de R$ 48,14. A cotação atual está em um nível elevado, muito acima de sua mínima em 52 semanas, de R$ 26,60, e próxima de sua máxima em 52 semanas, de R$ 48,40. O volume financeiro negociado foi de R$ 61.676.995,00, indicando uma liquidez saudável. O setor de tecnologia é sensível à taxa de juros e às perspectivas de crescimento econômico. Uma realização de lucro é plausível, considerando a proximidade da máxima anual do ativo, o que geralmente convida os investidores a venderem para materializar os ganhos.

TOTVS S.A. é uma empresa brasileira líder no mercado de tecnologia para gestão empresarial, oferecendo soluções de software em diversas áreas, indo além do ERP. A companhia possui forte presença no Brasil e atuação internacional. O lucro da Totvs (TOTS3) cresceu 10,2% e chegou a R$ 248,7 milhões no 3º trimestre de 2025, segundo notícias de novembro de 2025.

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