As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TIMS3 | R$ 24,16 | 4,59% |
| 2 | VIVT3 | R$ 34,06 | 4,00% |
| 3 | SBSP3 | R$ 128,35 | 3,51% |
| 4 | PCAR3 | R$ 3,77 | 2,72% |
| 5 | UGPA3 | R$ 22,51 | 2,50% |
| 6 | SMTO3 | R$ 16,57 | 2,47% |
| 7 | CYRE3 | R$ 25,18 | 2,27% |
| 8 | BEEF3 | R$ 5,69 | 2,15% |
| 9 | BRAV3 | R$ 17,57 | 2,03% |
| 10 | VALE3 | R$ 80,14 | 2,00% |
1º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 24,16 ↑ 4,59%
Descrição: A TIM S.A. liderou o ranking de valorização no período analisado, apresentando uma alta expressiva de 4,59%. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 24,16, aproximando-se de sua máxima histórica das últimas 52 semanas, que é de R$ 24,44. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 22,96 e a máxima de R$ 24,29, demonstrando uma forte pressão compradora desde a abertura, que superou o fechamento anterior de R$ 23,10. O volume de negociação foi robusto, com 9.910.600 ações trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro total de R$ 239.440.096,00. Esse movimento consolida a recuperação do papel, que em seu pior momento no último ano chegou a ser negociado por R$ 12,95. A variação nominal positiva foi de R$ 1,06 por ação.
A TIM é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, subsidiária da Telecom Italia, com forte atuação em telefonia móvel e expansão agressiva na rede 5G. Recentemente, a empresa ganhou destaque no noticiário especializado por reportar um crescimento sólido em seu lucro líquido trimestral, impulsionado pelo aumento da receita média por usuário (ARPU) e pela eficiência na integração dos ativos adquiridos da Oi Móvel.
2º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 34,06 ↑ 4,00%
Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, ocupou a segunda posição com um desempenho sólido de 4,00% de alta. O papel fechou o dia a R$ 34,06, com uma variação positiva de R$ 1,31 em relação ao fechamento anterior de R$ 32,75. O volume financeiro movimentado foi de R$ 167.650.132,00, fruto da negociação de 4.922.200 ações. Ao longo do dia, o ativo testou a mínima de R$ 32,48 e alcançou a máxima de R$ 34,10, mostrando que o preço de fechamento ficou muito próximo do pico do dia. No acumulado de 52 semanas, a VIVT3 mostra resiliência, mantendo-se distante da mínima de R$ 22,95 e próxima da máxima de R$ 35,45. Os dados refletem um otimismo do setor de comunicações como um todo.
A Telefônica Brasil é a líder no mercado de telecomunicações no país, oferecendo serviços convergentes que incluem telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura. Em notícias recentes, a companhia anunciou a aprovação de uma vultosa distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP), reforçando sua posição como uma das melhores pagadoras de dividendos da B3, o que costuma atrair investidores institucionais em busca de proventos.
3º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 128,35 ↑ 3,51%
Descrição: A Sabesp apresentou uma performance notável, fechando a R$ 128,35 com alta de 3,51%. A valorização nominal foi a maior do grupo analisado em termos absolutos, subindo R$ 4,35 por papel. O mercado demonstrou alto interesse no ativo, resultando em um volume negociado de R$ 467.874.255,00, um dos maiores do dia. A ação abriu caminho acima do fechamento anterior de R$ 124,00, atingindo uma máxima de R$ 128,41. Considerando o histórico de 52 semanas, o papel está em um patamar elevado, muito acima da mínima de R$ 84,85 e aproximando-se da máxima de R$ 138,58. Foram negociadas 3.645.300 ações, indicando que investidores de grande porte estão posicionados no ativo, possivelmente reagindo a expectativas de eficiência operacional.
A Sabesp é responsável pelo fornecimento de água e coleta de esgoto em grande parte do estado de São Paulo, sendo uma das maiores empresas de saneamento do mundo por população atendida. A última grande notícia que movimentou o papel foi a conclusão de seu processo de privatização na bolsa, que transformou a governança da companhia e atraiu novos investimentos estratégicos para a expansão de sua infraestrutura.
4º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,77 ↑ 2,72%
Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma alta de 2,72%, encerrando o dia a R$ 3,77. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,10. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 3,64 e a máxima de R$ 3,82, com um volume expressivo de 12.430.200 ações negociadas. O volume financeiro totalizou R$ 46.861.854,00. Apesar da alta percentual relevante, o valor nominal da ação permanece baixo, refletindo um período de reestruturação da companhia. No intervalo de um ano, o papel variou entre R$ 2,35 e R$ 4,95. O fechamento a R$ 3,77, acima dos R$ 3,67 anteriores, sugere uma tentativa de recuperação técnica após pressões vendedoras nos meses anteriores, em meio ao cenário desafiador do varejo alimentar.
A Companhia Brasileira de Distribuição (GPA) atua no setor de varejo alimentar com bandeiras renomadas como Pão de Açúcar e Mercado Extra. Recentemente, a empresa esteve nos holofotes devido à venda de ativos não essenciais e à cisão de suas operações na Colômbia (Éxito), uma estratégia focada em reduzir o endividamento e concentrar esforços na operação de supermercados premium no Brasil.
5º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 22,51 ↑ 2,50%
Descrição: As ações da Ultrapar subiram 2,50%, fechando a R$ 22,51. Com uma variação positiva de R$ 0,55, o papel superou o fechamento anterior de R$ 21,96. O volume financeiro movimentado foi de R$ 98.697.346,00, com 4.384.600 ações negociadas. O comportamento intradiário mostrou estabilidade, com mínima de R$ 21,79 e máxima de R$ 22,64. É importante notar que a cotação de fechamento está extremamente próxima da máxima de 52 semanas (R$ 22,73), o que sinaliza uma tendência de alta consistente no longo prazo, visto que a mínima no período foi de R$ 14,21. Este desempenho sugere confiança do mercado na gestão do portfólio de negócios da holding e na rentabilidade de suas principais operações.
A Ultrapar é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, controlando empresas como a Ipiranga (distribuição de combustíveis) e a Ultragaz. Uma das notícias recentes mais relevantes da holding foi a divulgação de resultados operacionais acima do esperado para a Ipiranga, que apresentou melhora nas margens de lucro devido a uma estratégia mais eficiente de precificação e logística.
6º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,57 ↑ 2,47%
Descrição: A São Martinho encerrou o dia com valorização de 2,47%, cotada a R$ 16,57. O ativo registrou uma variação de R$ 0,40 em relação ao fechamento de R$ 16,17. Durante o pregão, o papel oscilou entre R$ 16,07 e R$ 16,81, demonstrando volatilidade moderada. O volume de ações negociadas foi de 2.110.300, gerando um giro financeiro de R$ 34.967.671,00. No panorama de 52 semanas, o papel encontra-se em um ponto intermediário, tendo alcançado a máxima de R$ 23,06 e a mínima de R$ 12,91. A alta de hoje pode ser interpretada como uma recuperação pontual em resposta à dinâmica de preços de commodities agrícolas no mercado internacional, que impactam diretamente a receita da companhia.
A São Martinho é uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil, com alta eficiência agroindustrial. Recentemente, a empresa reportou um aumento na sua capacidade de produção de biometano a partir dos resíduos da cana-de-açúcar, posicionando-se como um player relevante na agenda de transição energética e sustentabilidade (ESG), o que atraiu a atenção de analistas do setor.
7º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 25,18 ↑ 2,27%
Descrição: O setor imobiliário marcou presença com a Cyrela, que registrou alta de 2,27%, fechando a R$ 25,18. A variação nominal foi de R$ 0,56. Com um volume de 4.571.400 ações e um giro financeiro de R$ 115.107.852,00, a companhia mostrou liquidez relevante. O ativo teve mínima de R$ 24,38 e máxima de R$ 25,39 durante o dia, superando o fechamento anterior de R$ 24,62. Comparando com o intervalo de um ano, o papel está abaixo de sua máxima de R$ 30,02, mas bem acima da mínima de R$ 13,01. Esse movimento sugere um otimismo cauteloso com o setor de alta renda, onde a empresa é líder, apesar do cenário de taxas de juros que costuma pressionar o setor de construção civil.
A Cyrela é uma das maiores e mais tradicionais incorporadoras do Brasil, focada principalmente nos segmentos de médio e alto padrão. A última notícia de destaque para a empresa foi o anúncio de fortes dados operacionais em suas prévias de lançamentos e vendas, demonstrando que, mesmo com juros altos, a demanda por imóveis de luxo em São Paulo permanece resiliente.
8º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 5,69 ↑ 2,15%
Descrição: No setor de frigoríficos, a Minerva (BEEF3) apresentou uma valorização de 2,15%, finalizando o pregão a R$ 5,69. A alta nominal foi de R$ 0,12. O papel teve um volume de negociação considerável, com 14.137.500 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 80.442.375,00. A oscilação diária ficou entre R$ 5,53 e R$ 5,74. No histórico de 52 semanas, a ação demonstra estar em um patamar depreciado, com máxima de R$ 7,37 e mínima de R$ 3,65. O fechamento atual ligeiramente acima do anterior (R$ 5,57) reflete uma tentativa de estabilização do preço em um cenário de custos de insumos variáveis e foco na exportação de carne bovina para mercados asiáticos.
A Minerva Foods é líder na exportação de carne bovina na América do Sul. Recentemente, a empresa concluiu etapas importantes para a aquisição de ativos da Marfrig, uma movimentação estratégica que visa expandir sua capacidade produtiva, embora o mercado ainda monitore de perto os níveis de alavancagem financeira resultantes dessa transação.
9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,57 ↑ 2,03%
Descrição: A Brava Energia registrou alta de 2,03%, encerrando a sessão cotada a R$ 17,57. O ativo teve uma variação positiva de R$ 0,35 sobre o fechamento de R$ 17,22. O volume de negócios foi expressivo, com 9.566.700 ações movimentadas, totalizando R$ 168.086.919,00. Durante o dia, o papel atingiu a mínima de R$ 16,90 e a máxima de R$ 17,82. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação viu uma amplitude considerável, com máxima de R$ 25,47 e mínima de R$ 13,29. O desempenho positivo hoje alinha-se à recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, que beneficia diretamente as operadoras independentes de exploração e produção (E&P) como a Brava.
A Brava Energia nasceu da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, tornando-se uma das maiores empresas independentes do setor de óleo e gás no Brasil. A última notícia relevante sobre a companhia refere-se ao progresso na integração operacional de seus ativos e à expectativa de aumento na produção diária de barris nos campos de Atlanta e Papa-Terra.
10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 80,14 ↑ 2,00%
Descrição: Fechando o top 10, a gigante Vale S.A. registrou alta de 2,00%, fechando exatamente em sua máxima do dia de R$ 80,14. O ativo teve o maior volume financeiro da lista por margem ampla, movimentando R$ 2.300.402.672,00 com a troca de 28.704.800 ações. A variação nominal foi de R$ 1,57 em relação ao fechamento de R$ 78,57. Um dado relevante é que o fechamento de R$ 80,14 coincide com a máxima de 52 semanas do papel, indicando um momento de forte euforia e confiança dos investidores na mineradora. A mínima no mesmo período foi de R$ 44,77, o que demonstra uma recuperação formidável. Esse movimento é impulsionado pela resiliência dos preços do minério de ferro e pela demanda global.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, com foco principal na produção de minério de ferro e níquel. Recentemente, a companhia anunciou o pagamento recorde de dividendos e juros sobre capital próprio, além de ter sido noticiado que a empresa está avançando em negociações para parcerias estratégicas em sua divisão de Metais para Transição Energética, visando o mercado de baterias elétricas.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CSNA3 | R$ 8,92 | -3,15% |
| 2 | USIM5 | R$ 6,17 | -2,99% |
| 3 | B3SA3 | R$ 14,68 | -2,78% |
| 4 | LWSA3 | R$ 4,25 | -1,85% |
| 5 | VAMO3 | R$ 3,46 | -1,70% |
| 6 | HAPV3 | R$ 13,27 | -1,63% |
| 7 | CMIN3 | R$ 5,47 | -1,26% |
| 8 | RDOR3 | R$ 39,97 | -1,19% |
| 9 | RAIL3 | R$ 13,38 | -1,18% |
| 10 | SUZB3 | R$ 51,30 | -1,06% |
1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 8,92 ↓3,15%
Descrição: A CSNA3 apresentou a maior retração percentual do grupo analisado, fechando o pregão cotada a R$ 8,92. O ativo demonstrou volatilidade intradiária, com mínima de R$ 8,89 e máxima de R$ 9,16, aproximando-se perigosamente de sua mínima das últimas 52 semanas, que é de R$ 6,72. Com um volume de 9.509.900 ações negociadas, o giro financeiro totalizou R$ 84.828.308,00. A queda de R$ 0,29 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,21 reflete um momento de pressão vendedora. Comparando com a máxima anual de R$ 10,78, o papel encontra-se em um patamar de desvalorização considerável. O fluxo de negociação sugere uma postura cautelosa dos investidores frente ao setor de siderurgia, possivelmente reagindo a preços de commodities ou custos operacionais. A manutenção do suporte próximo aos R$ 8,90 será crucial para evitar novas mínimas no curto prazo.
A CSN é uma das maiores siderúrgicas integradas da América Latina, atuando em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a empresa tem estado nos holofotes devido às negociações para a venda de uma fatia minoritária em sua unidade de mineração (CSN Mineração) e discussões sobre a aquisição da InterCement.
2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,17 ↓2,99%
Descrição: A Usiminas acompanhou a tendência negativa do setor siderúrgico, registrando uma queda de 2,99%. O papel encerrou o dia a R$ 6,17, após oscilar entre a mínima de R$ 6,13 e a máxima de R$ 6,34. O volume de ações transacionadas foi robusto, atingindo 14.621.200 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 90.212.804,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,19 sobre o fechamento anterior de R$ 6,36. É importante notar que, apesar da queda, o preço atual ainda guarda uma distância segura da mínima de 52 semanas (R$ 3,90), embora esteja distante da máxima de R$ 6,83 registrada no último ano. A liquidez do ativo permanece alta, figurando na segunda posição em termos de relevância nesta lista. Analistas observam o desempenho da Usiminas vinculando-o diretamente à demanda do setor automotivo e de construção civil no Brasil.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui um complexo industrial estratégico em Minas Gerais e São Paulo. Uma notícia recente relevante foi o anúncio dos resultados do último trimestre, onde a companhia destacou o impacto da reforma do Alto-Forno 3 em sua produtividade e custos operacionais.
3º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 14,68 ↓2,78%
Descrição: A B3SA3 registrou uma desvalorização de 2,78%, fechando a R$ 14,68. O ativo foi o destaque em liquidez financeira do relatório, movimentando expressivos R$ 1.763.819.616,00, com um volume de 120.151.200 ações trocando de mãos. Durante o dia, o papel tocou a mínima de R$ 14,44 e a máxima de R$ 15,22. Este movimento de retração de R$ 0,42 em relação ao fechamento de R$ 15,10 coloca o preço atual muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 15,31), sugerindo uma realização de lucros após um período de valorização. Considerando que a mínima anual é de R$ 9,73, o ativo ainda mantém um desempenho acumulado sólido. A B3, como infraestrutura de mercado, costuma ter sua cotação influenciada pelo volume médio diário de negociação (ADTV) e pelas expectativas de taxas de juros no cenário macroeconômico brasileiro.
A B3 é a bolsa de valores oficial do Brasil, responsável pela negociação, compensação e liquidação de ativos financeiros. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de seus serviços de dados e tecnologia, além de novos produtos voltados para o mercado de capitais e crédito imobiliário.
4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,25 ↓1,85%
Descrição: As ações da LWSA S/A fecharam o pregão em queda de 1,85%, sendo negociadas a R$ 4,25. O ativo apresentou uma variação nominal negativa de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 4,33. O volume de negócios foi de 2.265.300 ações, totalizando R$ 9.627.525,00 em volume financeiro negociado. A mínima do dia foi registrada em R$ 4,22, aproximando-se da cotação final, enquanto a máxima chegou a R$ 4,31. Em uma perspectiva anual, o papel demonstra fragilidade, operando muito mais próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 2,44) do que de sua máxima (R$ 4,82). Para investidores de tecnologia, a LWSA3 representa um ativo de crescimento que tem enfrentado desafios em ambientes de juros elevados, o que impacta o valuation de empresas do setor de software e serviços digitais.
A LWSA (antiga Locaweb) é um ecossistema de soluções tecnológicas para empresas, atuando em hospedagem, e-commerce e pagamentos. Recentemente, a empresa comunicou ao mercado ajustes em sua estrutura organizacional para otimizar a integração de suas diversas aquisições feitas nos últimos anos.
5º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,46 ↓1,70%
Descrição: A VAMO3 registrou queda de 1,70%, encerrando o dia cotada a R$ 3,46. Com uma variação de R$ 0,06 para baixo em comparação aos R$ 3,52 anteriores, a ação oscilou entre a mínima de R$ 3,45 e a máxima de R$ 3,57. O volume de ações negociadas somou 13.188.900, resultando em um giro de R$ 45.633.594,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel está em um momento crítico, próximo da mínima de R$ 2,75 e consideravelmente distante da máxima de R$ 5,29. Esse desempenho reflete o cenário desafiador para empresas de bens de capital e locação, que dependem de crédito acessível para expansão de frota. A liquidez moderada indica que o mercado está recalibrando as expectativas para o setor de transporte e logística no curto prazo.
A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões e máquinas pesadas no Brasil, pertencente ao grupo Simpar. Uma notícia recente de impacto foi a aprovação de uma reorganização societária envolvendo a fusão de operações de concessionárias para focar no core business de locação.
6º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,27 ↓1,63%
Descrição: O ativo HAPV3 encerrou o dia com desvalorização de 1,63%, a um preço de R$ 13,27. Houve uma redução de R$ 0,22 no valor da ação em relação ao fechamento anterior de R$ 13,49. Durante a sessão, o papel registrou mínima de R$ 13,20 e máxima de R$ 13,73. O volume financeiro movimentado foi de R$ 60.548.356,00, com 4.562.800 ações negociadas. Um dado alarmante para o investidor é o distanciamento da máxima de 52 semanas, que foi de R$ 44,85, indicando uma perda de valor de mercado muito acentuada ao longo do último ano. Atualmente, o preço gravita próximo à mínima anual de R$ 12,77. O setor de saúde tem sofrido com a sinistralidade elevada, o que pressiona as margens de operadoras como a Hapvida, refletindo-se diretamente na cotação das ações.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado. Notícias recentes apontam para o esforço da companhia em reduzir custos e reajustar contratos para recuperar a rentabilidade após a fusão com a NotreDame Intermédica.
7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,47 ↓1,26%
Descrição: A CMIN3 apresentou recuo de 1,26%, fechando a R$ 5,47. A variação negativa foi de R$ 0,07 em relação ao preço anterior de R$ 5,54. O ativo teve uma máxima de R$ 5,52 e mínima de R$ 5,43 durante o pregão. Com um volume de 3.422.500 ações, a movimentação financeira alcançou R$ 18.721.075,00. Em comparação ao seu intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 4,55 e máxima de R$ 5,98), a ação demonstra relativa resiliência, mantendo-se na metade superior da faixa de negociação. Por ser uma exportadora de minério de ferro, seu desempenho está intrinsecamente ligado à demanda chinesa e ao preço da tonelada da commodity no mercado internacional. A queda moderada hoje pode ser vista como uma correção pontual dentro de um canal de estabilidade.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil. Recentemente, a empresa anunciou o pagamento de dividendos intercalares vultosos, o que costuma atrair investidores focados em renda, apesar da volatilidade do setor.
8º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 39,97 ↓1,19%
Descrição: A RDOR3 fechou em queda de 1,19%, cotada a R$ 39,97. O recuo nominal foi de R$ 0,48 comparado ao fechamento de R$ 40,45. O papel oscilou entre a mínima de R$ 39,77 e a máxima de R$ 40,70, com um volume de 2.014.700 ações e giro financeiro de R$ 80.527.559,00. No acumulado de 52 semanas, a ação mostra uma recuperação interessante, operando perto da máxima de R$ 44,50 e bem acima da mínima de R$ 23,62. Isso sugere que a Rede D’Or tem conseguido navegar melhor pelas turbulências do setor de saúde do que seus pares. O volume financeiro negociado indica que o papel possui boa liquidez e é um dos favoritos de investidores institucionais que buscam exposição ao setor hospitalar premium no Brasil.
A Rede D’Or é a maior rede integrada de cuidados em saúde no Brasil, possuindo hospitais de alta complexidade e clínicas. Uma notícia recente importante foi a consolidação de sua parceria com a seguradora SulAmérica, visando otimizar a oferta de planos de saúde e ocupação hospitalar.
9º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 13,38 ↓1,18%
Descrição: As ações da Rumo (RAIL3) tiveram baixa de 1,18%, encerrando o dia a R$ 13,38. A variação foi de R$ 0,16 negativos em relação aos R$ 13,54 do dia anterior. Durante as negociações, o papel atingiu sua mínima de 52 semanas em R$ 13,31, fechando muito próximo desse nível crítico. A máxima do dia foi de R$ 13,56. Foram negociadas 5.748.000 ações, gerando um volume financeiro de R$ 76.908.240,00. A distância para a máxima anual de R$ 19,68 evidencia o momento de pressão que a empresa de logística ferroviária enfrenta. Custos de combustível e investimentos intensivos em infraestrutura ferroviária podem estar pesando na percepção de valor dos investidores, especialmente em um cenário de escoamento de safra agrícola variável.
A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil, focada no transporte de commodities agrícolas e produtos industriais. Recentemente, a empresa obteve avanços regulatórios importantes para a expansão da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso.
10º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 51,30 ↓1,06%
Descrição: A SUZB3 registrou a menor queda percentual do ranking, com recuo de 1,06%, fechando a R$ 51,30. O papel variou R$ 0,55 para baixo em relação ao fechamento de R$ 51,85. O volume de ações negociadas foi de 1.927.600, resultando em um giro financeiro de R$ 98.885.880,00. A cotação máxima do dia chegou a R$ 52,26 e a mínima a R$ 50,75. Comparando com o histórico de 52 semanas, o ativo apresenta estabilidade, situando-se entre a mínima de R$ 45,48 e a máxima de R$ 62,16. Por ser uma grande exportadora de celulose, a Suzano é frequentemente utilizada como “hedge” cambial por investidores, beneficiando-se da valorização do dólar, embora os preços globais da celulose também exerçam influência direta no apetite pelo ativo.
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e referência global em papel. Uma notícia recente de destaque foi a conclusão da construção da Unidade Ribas do Rio Pardo (Projeto Cerrado), que deve elevar significativamente sua capacidade produtiva.