As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PCAR3 | R$ 2,59 | 10,21% |
| 2 | SBSP3 | R$ 176,04 | 4,36% |
| 3 | BRAV3 | R$ 20,40 | 4,35% |
| 4 | RAIZ4 | R$ 0,54 | 3,85% |
| 5 | VAMO3 | R$ 4,57 | 3,63% |
| 6 | PSSA3 | R$ 55,41 | 2,03% |
| 7 | TAEE11 | R$ 45,86 | 1,89% |
| 8 | PETR3 | R$ 51,74 | 1,83% |
| 9 | PETR4 | R$ 47,02 | 1,73% |
| 10 | RENT3 | R$ 51,98 | 1,64% |
1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,59 ↑10,21%
Descrição: O ativo PCAR3 liderou as altas do pregão com uma valorização expressiva de 10,21%, atingindo o preço atual de R$ 2,59. O movimento foi acompanhado por uma variação nominal de R$ 0,24 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 2,35. Durante o dia, a ação demonstrou volatilidade, registrando a mínima de R$ 2,34 e alcançando sua máxima justamente no valor de fechamento, R$ 2,59. O volume de ações negociadas somou 5.810.800 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 15.049.972,00. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, observamos que o papel ainda transita em uma faixa de preço inferior à sua máxima anual de R$ 4,95, embora esteja significativamente acima da mínima de R$ 1,89 registrada no mesmo período. Este desempenho coloca a empresa no topo do ranking de valorização percentual do dia, atraindo a atenção de investidores que buscam ativos com forte momentum de curto prazo.
A Companhia Brasileira de Distribuição, amplamente conhecida como Grupo Pão de Açúcar (GPA), é uma das maiores empresas de varejo alimentar do Brasil, operando diversas bandeiras de supermercados e hipermercados. Em notícias recentes, o grupo concluiu o processo de cisão de seus ativos internacionais e tem focado na desalavancagem financeira e na venda de ativos não estratégicos para otimizar sua estrutura de capital.
2º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 176,04 ↑4,36%
Descrição: As ações da Sabesp (SBSP3) apresentaram um sólido desempenho, valorizando 4,36% e fechando cotadas a R$ 176,04. O incremento nominal foi de R$ 7,36 sobre o fechamento anterior de R$ 168,68. Ao longo da sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 168,24 e a máxima de R$ 176,49. É relevante notar que a máxima do dia ficou muito próxima da máxima das últimas 52 semanas, que é de R$ 176,49, sugerindo que o papel está testando resistências históricas. O volume de negociação foi robusto, com 4.494.800 ações trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 791.264.592,00. Comparado à mínima de 52 semanas (R$ 98,61), o ativo demonstra uma trajetória de recuperação e valorização consistente de longo prazo, consolidando sua segunda posição no ranking de performance do dia. A liquidez do papel permanece elevada, refletindo a confiança do mercado institucional na gestão da companhia de saneamento paulista.
A Sabesp é uma das maiores empresas de saneamento do mundo em termos de população atendida, sendo responsável pelo fornecimento de água e coleta de esgotos no estado de São Paulo. A notícia mais relevante sobre a companhia refere-se à conclusão do seu processo de privatização, que transformou a empresa em uma corporação de capital pulverizado, aumentando o interesse de investidores globais pela eficiência operacional esperada.
3º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 20,40 ↑4,35%
Descrição: A Brava Energia (BRAV3) registrou uma valorização de 4,35%, encerrando o dia em R$ 20,40, uma subida de R$ 0,85 em relação ao fechamento anterior de R$ 19,55. O ativo teve uma variação intradiária entre a mínima de R$ 19,72 e a máxima de R$ 20,57. Com um volume de 12.301.100 ações negociadas, a movimentação financeira alcançou R$ 250.942.440,00. Olhando para a janela de um ano, a ação se encontra mais próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 22,28) do que de sua mínima (R$ 13,29), indicando uma tendência de alta sustentada nos últimos meses. O volume negociado demonstra um forte apetite dos investidores pelo setor de energia representado pela companhia. A estabilidade demonstrada durante o dia, sem grandes recuos em relação à abertura, reforça a percepção positiva do mercado sobre os fundamentos da empresa neste momento econômico.
A Brava Energia é uma empresa brasileira focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, originada da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta. Recentemente, a empresa reportou avanços significativos na integração de seus campos de produção e anunciou metas ambiciosas para o aumento da extração diária de barris equivalentes de óleo, visando aumentar sua rentabilidade.
4º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,54 ↑3,85%
Descrição: As ações preferenciais da Raízen (RAIZ4) figuram no quarto lugar do ranking, com alta de 3,85%. O preço atual de R$ 0,54 reflete um aumento de R$ 0,02 sobre o fechamento de R$ 0,52. O papel operou entre a mínima de R$ 0,52 e a máxima de R$ 0,54, demonstrando uma amplitude de negociação estreita. O volume de ações foi de 13.121.800 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 7.085.772,00. Apesar da alta percentual relevante, o valor nominal da ação situa-se próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 0,43), estando ainda muito distante da máxima anual de R$ 2,23. Isso indica que, embora o dia tenha sido positivo, o ativo enfrenta desafios estruturais para recuperar patamares de preços anteriores. A liquidez, no entanto, permanece condizente com a participação da empresa nos principais índices da bolsa brasileira, atraindo investidores de perfil especulativo devido ao baixo valor nominal.
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, atuando como referência global em bioenergia e distribuição de combustíveis sob a marca Shell. Uma notícia de destaque para a empresa é o investimento crescente em plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando liderar o mercado de combustíveis sustentáveis de baixa emissão de carbono.
5º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,57 ↑3,63%
Descrição: O ativo VAMO3 registrou uma alta de 3,63%, fechando a sessão cotado a R$ 4,57. Houve uma valorização nominal de R$ 0,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,41. A ação flutuou entre R$ 4,36 (mínima) e R$ 4,64 (máxima) durante o pregão. Com um volume de 23.459.400 ações negociadas, o giro financeiro somou R$ 107.209.458,00, demonstrando uma liquidez diária bastante saudável. Em termos anuais, o preço de R$ 4,57 situa-se em uma zona intermediária, considerando a mínima de 52 semanas de R$ 2,74 e a máxima de R$ 5,27. O desempenho positivo de hoje sugere uma recuperação pontual em um setor que é sensível às taxas de juros e ao ciclo econômico industrial. O investidor deve atentar para o fato de que a máxima do dia (R$ 4,64) não foi mantida até o fechamento, indicando uma leve pressão vendedora no final da sessão.
A Vamos é líder no setor de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, pertencendo ao grupo Simpar. A última notícia relevante sobre a empresa envolve seus planos de reorganização societária e a possível fusão de suas operações de concessionárias para focar exclusivamente no segmento de locação, buscando maior eficiência e retorno aos acionistas.
6º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 55,41 ↑2,03%
Descrição: As ações da Porto Seguro (PSSA3) subiram 2,03%, encerrando o dia a R$ 55,41. A variação em reais foi de R$ 1,10 sobre o fechamento de R$ 54,31. A mínima do dia foi de R$ 54,22 e a máxima alcançou R$ 55,72. Curiosamente, a máxima atingida hoje (R$ 55,72) coincide com a máxima de 52 semanas, indicando que a ação está em seu patamar mais valorizado do último ano. O volume de negociação foi de 2.204.700 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 122.162.427,00. Comparando com a mínima anual de R$ 37,83, o papel apresenta uma das trajetórias de crescimento mais sólidas do setor de seguros na B3. Este comportamento reflete resultados operacionais consistentes e uma percepção de segurança por parte dos detentores do capital, consolidando a empresa como uma das favoritas para portfólios de dividendos e estabilidade.
A Porto Seguro é uma das maiores seguradoras do país, com forte atuação nos ramos de automóveis, saúde e seguros patrimoniais, além de serviços financeiros. Em notícias recentes, a companhia anunciou a expansão de sua marca para “Porto”, diversificando seus negócios para áreas de tecnologia e serviços residenciais para reduzir a dependência exclusiva do setor automotivo.
7º – TRANSMISSORA ALIANÇA UNT (TAEE11) | R$ 45,86 ↑1,89%
Descrição: A Taesa (TAEE11), representada por suas units, teve uma alta de 1,89%, finalizando o dia a R$ 45,86. A valorização nominal foi de R$ 0,85 comparada ao fechamento anterior de R$ 45,01. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 44,93 e a máxima de R$ 46,09. O volume negociado foi de 1.955.200 units, totalizando R$ 89.665.472,00. No horizonte de 52 semanas, a mínima foi de R$ 31,54 e a máxima de R$ 46,11. Portanto, a cotação atual está extremamente próxima do pico anual, demonstrando a resiliência característica das empresas de transmissão de energia elétrica. O investidor que busca previsibilidade e proventos costuma encontrar na Taesa um porto seguro, o que justifica a baixa volatilidade comparada a outros ativos do ranking e a manutenção de preços em patamares elevados mesmo em cenários de incerteza macroeconômica.
A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, dedicada exclusivamente à construção, operação e manutenção de linhas de transmissão. A última notícia importante do setor envolve a participação da empresa nos leilões de transmissão da Aneel, onde a companhia busca arrematar novos lotes para garantir o crescimento de sua receita permitida (RAP) para os próximos anos.
8º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 51,74 ↑1,83%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) registraram valorização de 1,83%, fechando a R$ 51,74. O aumento foi de R$ 0,93 em relação ao fechamento de R$ 50,81. O papel oscilou entre a mínima de R$ 51,22 e a máxima de R$ 52,32. O volume de negociação foi expressivo, com 9.300.500 ações ordinárias, gerando um montante financeiro de R$ 481.207.870,00. Na análise das últimas 52 semanas, a ação apresenta uma valorização considerável, visto que a mínima foi de R$ 29,34 e a máxima de R$ 56,14. O desempenho de hoje acompanha, em geral, as variações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e as expectativas sobre a política de dividendos da estatal. Como uma das maiores empresas de capital aberto do Brasil, a PETR3 mantém um volume financeiro que garante alta liquidez para investidores de todos os portes.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua de forma integrada na indústria de petróleo, gás natural e energia. Recentemente, a notícia que mais movimentou o mercado foi o anúncio de seu Plano Estratégico para o próximo quinquênio, que foca na reposição de reservas e em investimentos voltados para a transição energética e descarbonização das operações.
9º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 47,02 ↑1,73%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) fecharam em alta de 1,73%, atingindo o valor de R$ 47,02. O acréscimo nominal foi de R$ 0,80 sobre o fechamento de R$ 46,22. Durante o dia, o ativo teve mínima de R$ 46,51 e máxima de R$ 47,48. O volume de ações negociadas foi o maior de todo o grupo analisado, com impressionantes 41.779.500 papéis, totalizando um volume financeiro de R$ 1.964.472.090,00. Este volume massivo reafirma a PETR4 como o papel mais líquido da bolsa brasileira. Em 52 semanas, a variação entre a mínima de R$ 27,30 e a máxima de R$ 50,69 mostra um crescimento robusto de longo prazo. A proximidade com a máxima anual indica que o mercado continua precificando positivamente a geração de caixa da empresa, apesar das discussões políticas que frequentemente cercam a gestão da estatal petrolífera.
Sendo as ações preferenciais as que possuem prioridade no recebimento de dividendos, a PETR4 é o principal veículo de investimento para quem busca renda passiva via Petrobras. A última notícia de relevância diz respeito à aprovação do pagamento de dividendos extraordinários, o que gerou um influxo positivo de capital estrangeiro para as ações da companhia nas últimas semanas.
10º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 51,98 ↑1,64%
Descrição: Fechando o top 10, a Localiza (RENT3) apresentou valorização de 1,64%, encerrando a R$ 51,98. A alta foi de R$ 0,84 em comparação ao fechamento anterior de R$ 51,14. O ativo registrou mínima de R$ 50,86 e máxima de R$ 52,35. O volume de negociação somou 5.106.400 ações, resultando em R$ 265.430.672,00 negociados. No período de 52 semanas, a ação viu sua mínima em R$ 30,36 e sua máxima em R$ 53,35. Portanto, o papel encerrou o dia muito próximo de sua máxima anual, refletindo a consolidação da empresa após a fusão com a Unidas e a eficiência em sua gestão de frota. O desempenho positivo de hoje mostra que a empresa continua sendo bem avaliada pelo mercado, mesmo em um cenário de custos de financiamento de frota ainda elevados, sustentando sua posição de liderança no setor de locação de veículos.
A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina e uma das maiores do mundo em frota e valor de mercado. A notícia mais recente sobre a companhia envolve o anúncio de um novo programa de recompra de ações, sinalizando que a diretoria considera o valor atual do papel atrativo e demonstra confiança na geração de valor futuro para o acionista.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | LREN3 | R$ 15,15 | -1,81% |
| 2 | TOTS3 | R$ 34,87 | -1,61% |
| 3 | RDOR3 | R$ 39,44 | -1,47% |
| 4 | BBDC3 | R$ 18,06 | -1,31% |
| 5 | BRAP4 | R$ 25,18 | -1,22% |
| 6 | AMOB3 | R$ 13,69 | -1,16% |
| 7 | VALE3 | R$ 88,73 | -1,14% |
| 8 | AZZA3 | R$ 21,87 | -1,13% |
| 9 | BBDC4 | R$ 21,03 | -1,08% |
| 10 | IGTI11 | R$ 30,06 | -1,05% |
1º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 15,15 ↓1,81%
Descrição: A Lojas Renner (LREN3) encerrou a sessão cotada a R$ 15,15, registrando uma queda de 1,81% em relação ao fechamento anterior de R$ 15,43. Ao longo do dia, o ativo apresentou uma oscilação moderada, atingindo a mínima de R$ 15,06 e a máxima de R$ 15,40. O volume de ações movimentadas foi expressivo, somando 10.042.100 unidades, o que resultou em um volume financeiro total de R$ 152.137.815,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação encontra-se em um patamar intermediário, distante da sua mínima de R$ 11,88, mas ainda abaixo do teto de R$ 18,80 registrado no período. A variação nominal negativa foi de R$ 0,28 por papel. Este movimento reflete a sensibilidade do setor varejista às oscilações macroeconômicas e ao fluxo de consumo interno.
A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando através de marcas como Renner, Camicado, Youcom e Ashua. Recentemente, a empresa tem focado na digitalização de sua base de clientes e na otimização de sua logística. Uma notícia relevante para a companhia é a recente divulgação de seus planos de expansão para lojas de rua, visando diversificar além dos shoppings centers.
2º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 34,87 ↓1,61%
Descrição: As ações da gigante de tecnologia TOTVS (TOTS3) fecharam o dia em R$ 34,87, representando um recuo de 1,61%. O papel abriu o dia próximo ao fechamento anterior de R$ 35,44, mas perdeu fôlego, oscilando entre a mínima de R$ 34,41 e a máxima de R$ 35,84. Com 5.129.400 ações negociadas, o montante financeiro movimentado atingiu R$ 178.862.178,00. No acumulado de um ano (52 semanas), a TOTS3 mostra resiliência, operando bem acima da mínima de R$ 32,85, embora o topo de R$ 47,98 ainda pareça distante no cenário atual. A variação negativa absoluta foi de R$ 0,57. O setor de tecnologia frequentemente sofre ajustes quando há incertezas sobre as taxas de juros futuras, o que impacta o valor presente dos fluxos de caixa da companhia.
A TOTVS é líder absoluta no mercado brasileiro de software de gestão (ERP), oferecendo também soluções de serviços financeiros e business performance. Recentemente, a empresa anunciou a criação de uma joint venture com o Itaú Unibanco, a Totvs Techfin, focada em ampliar a oferta de crédito e serviços financeiros para sua base de clientes B2B.
3º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 39,44 ↓1,47%
Descrição: O ativo RDOR3, da Rede D’Or São Luiz, finalizou o pregão em R$ 39,44, sofrendo uma desvalorização de 1,47%, ou R$ 0,59 em termos nominais. O preço de fechamento anterior era de R$ 40,03. Durante a jornada, a ação tocou o patamar mínimo de R$ 39,00 e o máximo de R$ 39,92. O volume operacional foi robusto, com 5.836.000 papéis trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 230.171.840,00. Observando a janela de 52 semanas, a RDOR3 demonstra uma recuperação considerável frente à mínima de R$ 26,48, aproximando-se da sua máxima histórica recente de R$ 45,19. A queda de hoje pode ser interpretada como uma realização de lucros pontual após recentes altas no setor de saúde suplementar e hospitais.
A Rede D’Or é a maior rede hospitalar privada do Brasil, com presença em diversos estados e uma estratégia agressiva de aquisições. Em notícias recentes, o mercado repercutiu a integração operacional com a seguradora SulAmérica, adquirida pela rede, visando criar sinergias de custos e otimizar o atendimento aos beneficiários.
4º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 18,06 ↓1,31%
Descrição: As ações ordinárias do Banco Bradesco (BBDC3) registraram queda de 1,31% hoje, encerrando cotadas a R$ 18,06. O fechamento anterior foi de R$ 18,30. O ativo operou em um intervalo estreito de preços, com mínima de R$ 18,03 e máxima de R$ 18,31. O volume de negociação foi de 4.041.500 ações, totalizando R$ 72.989.490,00 movimentados no mercado secundário. Em termos de variação anual, o papel está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 18,64) e significativamente valorizado em relação à mínima de R$ 10,33. O recuo de R$ 0,24 por ação reflete um movimento de cautela no setor bancário, que aguarda definições sobre a política monetária e os índices de inadimplência no país.
O Bradesco é uma das maiores instituições financeiras da América Latina, atuando em segmentos de banco de varejo, atacado e seguros. Recentemente, a diretoria do banco anunciou uma reestruturação profunda em seu modelo de negócios para competir mais agressivamente com os bancos digitais, focando em eficiência operacional.
5º – Bradespar S.A. (BRAP4) | R$ 25,18 ↓1,22%
Descrição: A Bradespar (BRAP4), holding que detém participação relevante na Vale, encerrou o dia em R$ 25,18, com uma variação negativa de 1,22%. O preço caiu R$ 0,31 comparado ao fechamento de ontem (R$ 25,49). A mínima registrada foi de R$ 24,94 e a máxima coincidiu com o fechamento anterior de R$ 25,49. Foram negociadas 1.748.100 ações, somando R$ 44.017.158,00 em volume financeiro. No período de um ano, a ação mostra que está no topo de sua valorização, muito próxima da máxima de 52 semanas de R$ 25,63, após ter passado pela mínima de R$ 13,29. Como a Bradespar é intimamente ligada à Vale, sua cotação costuma acompanhar o desempenho das commodities ferrosas no mercado internacional.
A Bradespar é uma companhia de investimentos controlada pelo Grupo Bradesco, tendo sua principal fonte de receita os dividendos e a valorização das ações da Vale S.A. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação do pagamento de dividendos intercalares e juros sobre o capital próprio aos seus acionistas, mantendo sua política de distribuição de proventos.
6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,69 ↓1,16%
Descrição: As ações da Automob Participações (AMOB3) fecharam a R$ 13,69, o que representa uma queda percentual de 1,16%. O valor nominal da variação foi de -R$ 0,16 frente ao fechamento de R$ 13,85. O papel teve baixa liquidez comparado aos demais da lista, com apenas 20.400 ações negociadas e um volume de R$ 279.276,00. A flutuação diária ocorreu entre R$ 13,50 e R$ 14,07. Na análise das últimas 52 semanas, a AMOB3 transita entre R$ 10,00 e R$ 15,39, situando-se atualmente em um nível confortável acima da mínima. Por ser um papel com menor volume de negócios (low float), as variações podem ser mais bruscas mesmo com poucos aportes ou retiradas.
A Automob é uma plataforma de varejo automotivo que consolida diversas concessionárias de marcas variadas no Brasil. Recentemente, a empresa chamou a atenção do mercado após concluir novas aquisições de grupos de concessionárias no interior de São Paulo, reforçando sua estratégia de consolidação regional.
7º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 88,73 ↓1,14%
Descrição: A Vale (VALE3), uma das ações de maior peso no índice Bovespa, registrou queda de 1,14%, fechando o dia em R$ 88,73. A desvalorização nominal foi de R$ 1,02 sobre o fechamento de R$ 89,75. O ativo teve intensa atividade, com 16.045.100 ações transacionadas, o que gerou o maior volume financeiro da lista: R$ 1.423.681.723,00. Durante o dia, a mínima foi de R$ 88,03 e a máxima de R$ 89,44. No horizonte de um ano, a ação se mantém em patamares elevados, próxima à máxima de R$ 91,62 e bem acima da mínima de R$ 45,64. A performance da Vale hoje foi impactada pela volatilidade nos preços do minério de ferro na China e preocupações com a demanda global por aço.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia de grande impacto para a mineradora foi o acordo definitivo relacionado à reparação dos danos do rompimento da barragem de Mariana, trazendo maior previsibilidade jurídica para os investidores da companhia.
8º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 21,87 ↓1,13%
Descrição: As ações da Azzas 2154 (AZZA3) recuaram 1,13% no pregão de hoje, finalizando a R$ 21,87. O preço recuou R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior de R$ 22,12. O volume de negociação foi robusto para o ativo, com 4.013.600 ações movimentadas, totalizando R$ 87.777.432,00. A mínima do dia tocou R$ 21,74 e a máxima igualou-se ao fechamento anterior de R$ 22,12. No histórico de 52 semanas, o papel mostra que sofreu forte desvalorização, vindo de uma máxima de R$ 41,49 para a cotação atual, que está perigosamente perto da mínima do período (R$ 20,38). O mercado de moda e vestuário de luxo enfrenta desafios com o aumento de impostos e a concorrência de plataformas internacionais.
A Azzas 2154 surgiu da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do varejo de moda que abriga marcas como Arezzo, Hering e Farm. A notícia mais recente envolve a integração das cadeias de suprimentos das marcas para reduzir custos operacionais e aumentar as margens de lucro líquidas do novo grupo.
9º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 21,03 ↓1,08%
Descrição: As ações preferenciais do Banco Bradesco (BBDC4), que possuem maior liquidez, encerraram o dia a R$ 21,03, com baixa de 1,08%. O valor recuou R$ 0,23 frente aos R$ 21,26 do dia anterior. O volume negociado foi massivo, com 20.437.300 ações, totalizando um giro de R$ 429.796.419,00. O preço oscilou entre R$ 20,96 e R$ 21,27 durante a sessão. Analisando o intervalo anual, a BBDC4 está performando muito perto do seu ápice (R$ 21,74) e longe da mínima de R$ 11,58 registrada nas últimas 52 semanas. O movimento de hoje demonstra um ajuste técnico dentro de uma tendência de alta de curto prazo, acompanhando o fluxo de investidores estrangeiros que buscam bancos tradicionais brasileiros.
O Banco Bradesco (BBDC4) é a classe de ações preferenciais, que dão prioridade no recebimento de dividendos. Recentemente, a instituição foi citada em relatórios de analistas como uma das principais pagadoras de dividendos para o próximo exercício, beneficiando-se da melhora em seus índices de Basileia e rentabilidade (ROE).
10º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 30,06 ↓1,05%
Descrição: As units da Jereissati Participações/Iguatemi (IGTI11) fecharam o dia cotadas a R$ 30,06, registrando uma leve desvalorização de 1,05%. O fechamento anterior foi de R$ 30,38 e a variação nominal foi de -R$ 0,32. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 30,01 e a máxima de R$ 30,45. O volume de negociação foi de 965.800 unidades, com volume financeiro de R$ 29.031.948,00. No acumulado de 52 semanas, a IGTI11 apresenta um desempenho sólido, estando cotada quase na sua máxima do período (R$ 30,62) e muito valorizada em comparação à mínima de R$ 19,10. O setor de shopping centers de alto padrão tem demonstrado resiliência nas vendas e alta taxa de ocupação.
A Iguatemi (IGTI11) é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, focada no público de alta renda. Em notícia recente, a companhia informou a conclusão da expansão de um de seus principais ativos e o crescimento nas vendas mesmas lojas (SSS), reforçando a confiança dos investidores no modelo de negócios premium.