Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 21/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 COGN3 R$ 4,07 11,51%
2 YDUQ3 R$ 13,04 8,58%
3 VAMO3 R$ 3,74 7,78%
4 LREN3 R$ 14,42 5,87%
5 CSAN3 R$ 5,33 5,75%
6 B3SA3 R$ 15,51 5,73%
7 CMIN3 R$ 5,75 5,31%
8 BPAC11 R$ 57,96 5,19%
9 CSNA3 R$ 9,38 5,04%
10 HAPV3 R$ 13,89 4,99%

1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 4,07 ↑11,51%

Descrição: A Cogna Educação liderou o pregão com uma valorização expressiva de 11,51%, encerrando o dia cotada a R$ 4,07. O ativo demonstrou uma força compradora notável, operando próximo à sua máxima diária de R$ 4,08, que também representa a sua máxima nas últimas 52 semanas. Este movimento reflete um forte otimismo do mercado, especialmente considerando que a mínima do dia foi de R$ 3,78. O volume de ações negociadas atingiu 55.959.800, gerando um volume financeiro total de R$ 227.756.386,00. No acumulado de um ano, a ação mostra uma recuperação robusta, tendo saído de uma mínima de R$ 1,04. O fechamento anterior de R$ 3,65 serviu como base para a disparada atual, consolidando o papel como o principal destaque do Rank 1. Investidores acompanham de perto a capacidade da empresa de manter este novo patamar de preço.

A Cogna Educação é uma das maiores organizações educacionais privadas do mundo, atuando em diversos segmentos do ensino, desde a educação básica até a pós-graduação. Recentemente, a empresa tem focado em sua transformação digital e eficiência operacional. Uma notícia relevante indica que a Cogna (COGN3) sustenta alta em 2026, acumulando ganho de 15,51% no início do ano, após um desempenho excepcional em 2025.

2º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,04 ↑8,58%

Descrição: A YDUQS Participações apresentou um desempenho sólido, ocupando a segunda posição com uma alta de 8,58%. O preço de fechamento foi de R$ 13,04, com uma variação positiva de R$ 1,03 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,01. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 12,17 e a máxima de R$ 13,07. O volume de negociação foi de 5.422.800 ações, totalizando R$ 70.713.312,00 em volume financeiro. Embora a cotação atual esteja distante da máxima de 52 semanas (R$ 16,99), o papel demonstra resiliência ao se afastar da mínima de R$ 7,76. A variação percentual robusta sinaliza uma retomada do interesse dos investidores no setor educacional, acompanhando o movimento liderado pela Cogna, sugerindo uma leitura setorial positiva por parte dos analistas e fundos de investimento.

A YDUQS é um grupo educacional brasileiro com forte presença no ensino superior, operando marcas renomadas como a Estácio e o Ibmec. A companhia possui um portfólio diversificado que inclui cursos presenciais e ensino a distância (EAD). Na última semana, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados da primeira edição do ENAMED, exame que avalia a qualidade dos cursos de medicina, impactando o monitoramento de desempenho da YDUQS no segmento de saúde.

3º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,74 ↑7,78%

Descrição: A Vamos (VAMO3) registrou uma valorização de 7,78%, encerrando o dia a R$ 3,74. A variação nominal foi de R$ 0,27 sobre o fechamento anterior de R$ 3,47. O papel teve uma oscilação diária contida entre R$ 3,53 e R$ 3,75, indicando uma tendência de alta constante ao longo das horas de pregão. Com 22.302.100 ações trocando de mãos, o volume financeiro movimentado foi de R$ 83.409.854,00. Atualmente, a ação encontra-se em uma zona intermediária de seu histórico anual, onde a máxima foi de R$ 5,29 e a mínima de R$ 2,75. O desempenho de hoje coloca a empresa no 3º lugar do ranking de variação positiva, atraindo olhares devido ao seu modelo de negócio voltado para a locação de ativos pesados, que costuma reagir a expectativas de crescimento econômico e renovação de frotas industriais.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões, máquinas e equipamentos, sendo uma subsidiária do grupo Simpar. A empresa foca em soluções de longo prazo para setores como agronegócio e logística. Recentemente, analistas do setor revisaram o preço-alvo da companhia para R$ 5,60 até o final de 2026, mantendo recomendação de compra baseada na baixa penetração do mercado de aluguel de pesados no Brasil.

4º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,42 ↑5,87%

Descrição: As ações da Lojas Renner fecharam o dia com alta de 5,87%, atingindo o valor de R$ 14,42. O incremento de R$ 0,80 em relação ao fechamento anterior de R$ 13,62 foi impulsionado por um volume de 18.055.500 ações negociadas. O volume financeiro totalizou R$ 260.360.310,00, um dos maiores entre as dez ações listadas, evidenciando a alta liquidez do papel. Durante a sessão, o ativo tocou a máxima de R$ 14,48 e a mínima de R$ 13,79. A cotação atual ainda possui espaço para recuperação frente à máxima de 52 semanas, que é de R$ 19,07, enquanto a mínima do período foi de R$ 10,21. A Renner ocupa a 4ª posição no ranking, mostrando-se como a principal escolha no setor de varejo de moda no pregão de hoje, possivelmente reagindo a dados de consumo ou revisões de cenário macroeconômico.

A Lojas Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando através de marcas como Renner, Camicado e Youcom, além de oferecer serviços financeiros via Realize. A empresa é reconhecida por sua gestão de estoque e governança. Recentemente, em janeiro de 2026, o Citi elevou a recomendação das ações LREN3 para compra, o que contribuiu para o otimismo recente em torno do papel no mercado de capitais.

5º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 5,33 ↑5,75%

Descrição: A Cosan encerrou o dia com valorização de 5,75%, cotada a R$ 5,33. A variação positiva de R$ 0,29 sobre o valor de fechamento anterior (R$ 5,04) veio acompanhada de um volume financeiro robusto de R$ 251.637.295,00. Foram negociadas 47.211.500 ações da holding. Durante o pregão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,12 e a máxima de R$ 5,34. É importante notar que a ação está operando muito próxima de sua mínima de 52 semanas (R$ 4,92) e distante da máxima de R$ 8,78, o que pode indicar um movimento de recuperação técnica ou reação a notícias de reestruturação interna. A 5ª posição no ranking de hoje sugere que o mercado está reavaliando o valor das subsidiárias da Cosan frente ao preço atual da holding, buscando oportunidades em um ativo que sofreu desvalorização considerável nos últimos meses.

A Cosan é uma das maiores holdings do Brasil, com investimentos em energia (Raízen), logística (Rumo), distribuição de gás (Compass) e mineração. O grupo atua em setores estratégicos para a infraestrutura nacional. No início de 2026, o Bradesco BBI reiterou a recomendação de compra para CSAN3, destacando um plano de redução de endividamento e simplificação do portfólio como gatilhos para a valorização futura.

6º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 15,51 ↑5,73%

Descrição: A B3 registrou uma alta de 5,73%, fechando a R$ 15,51. O papel apresentou o maior volume financeiro da lista analisada, totalizando expressivos R$ 1.197.291.348,00, com 77.194.800 ações negociadas. Este volume indica uma participação massiva de investidores institucionais. A variação em reais foi de R$ 0,84 comparado ao fechamento de R$ 14,67. A máxima do dia chegou a R$ 15,66, que curiosamente coincide com a máxima de 52 semanas, sinalizando que a B3 está operando em seu nível mais alto do último ano. A mínima diária foi de R$ 14,86. Estar no 6º lugar com o maior giro financeiro do grupo reforça o papel da B3SA3 como um termômetro do mercado, sendo beneficiada diretamente pelo aumento da volatilidade e do volume de negociações na própria bolsa.

A B3 é a principal infraestrutura de mercado financeiro no Brasil, oferecendo serviços de negociação, custódia e compensação de diversos ativos financeiros. Além de ações, atua com derivativos, renda fixa e câmbio. Uma notícia recente aponta que o investidor não residente movimentou R$ 2,8 trilhões em ações na B3 em 2025, o que impulsionou os resultados operacionais da companhia e sustenta o otimismo para o exercício de 2026.

7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,75 ↑5,31%

Descrição: A CSN Mineração obteve uma valorização de 5,31%, com o preço de fechamento fixado em R$ 5,75. O ativo variou R$ 0,29 acima do fechamento anterior de R$ 5,46. Durante o dia, o papel tocou a máxima de R$ 5,75, igualando o valor de fechamento, o que demonstra uma pressão compradora mantida até o fim do pregão. A mínima registrada foi de R$ 5,49. Foram negociadas 6.482.900 ações, resultando em um volume de R$ 37.276.675,00. Em termos de histórico anual, o papel está próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 5,98), tendo se recuperado bem da mínima de R$ 4,55. A empresa ocupa o 7º lugar no ranking, sendo favorecida por oscilações no preço do minério de ferro e pela expectativa de dividendos, característica comum deste ativo.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando minas de alta qualidade em Minas Gerais. A empresa possui logística própria integrada com a controladora CSN. Em relatório recente, a XP Investimentos destacou que a CMIN3 apresentou resultados sólidos no terceiro trimestre de 2025, com um EBITDA ajustado acima do esperado e anúncio de distribuição de juros sobre capital próprio aos acionistas.

8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 57,96 ↑5,19%

Descrição: As units do BTG Pactual fecharam o pregão a R$ 57,96, uma alta de 5,19%. A variação nominal foi de R$ 2,86, a maior em termos absolutos nesta lista, partindo de um fechamento anterior de R$ 55,10. O volume negociado foi de 9.969.600 units, gerando um montante financeiro de R$ 577.838.016,00. A ação atingiu a máxima de R$ 57,99, estabelecendo também o novo teto para as últimas 52 semanas, superando significativamente a mínima de R$ 28,83 registrada no período. A 8ª posição no ranking de hoje reflete o bom momento do setor bancário e a confiança dos investidores na gestão de ativos e banco de investimento da instituição, que continua expandindo sua base de receitas e participação de mercado.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, atuando em Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management. O banco tem se destacado pela diversificação de receitas. Notícia recente de janeiro de 2026 informou que o BTG Pactual reduziu sua participação na MBRF, focando em ajustes táticos de portfólio para reforçar sua estratégia financeira e retorno aos sócios.

9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,38 ↑5,04%

Descrição: A CSN (holding) registrou uma elevação de 5,04%, encerrando o dia cotada a R$ 9,38. O ganho foi de R$ 0,45 em relação ao fechamento de R$ 8,93. O papel oscilou entre a mínima de R$ 8,96 e a máxima de R$ 9,38. O volume de ações foi de 17.494.300, com um volume negociado de R$ 164.096.534,00. Diferente de sua subsidiária de mineração, a CSNA3 está mais distante de sua máxima de 52 semanas (R$ 10,78), embora bem acima da mínima de R$ 6,72. Ocupando o 9º lugar, o ativo reflete não apenas o desempenho da mineração, mas também os desafios e oportunidades do setor siderúrgico e de infraestrutura, sendo um papel de alta volatilidade e grande interesse por parte de investidores que buscam exposição ao ciclo de commodities metálicas.

A CSN é um dos grupos siderúrgicos mais integrados do mundo, com atuação em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. A empresa possui a Usina Presidente Vargas em Volta Redonda. No início de 2026, a CSN realizou um “call” com investidores para detalhar seu plano estratégico de desalavancagem e fortalecimento da estrutura de capital, visando reduzir as preocupações do mercado sobre o nível de endividamento da holding.

10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,89 ↑4,99%

Descrição: A Hapvida completa a lista das 10 maiores variações positivas com uma alta de 4,99%, fechando a R$ 13,89. O papel variou R$ 0,66 sobre o fechamento de R$ 13,23. Foram negociadas 5.983.200 ações, movimentando R$ 83.106.648,00. Durante a sessão, o ativo variou entre R$ 13,36 e R$ 13,97. Um dado relevante é que a cotação atual está consideravelmente distante da máxima de 52 semanas, que atingiu R$ 44,85, sugerindo que o ativo ainda enfrenta um longo caminho de recuperação após quedas severas no último ano. A mínima do período foi de R$ 12,77. A 10ª colocação hoje sinaliza uma tentativa de estabilização do preço, possivelmente ancorada em expectativas de melhoria nas margens operacionais e controle de sinistralidade no setor de saúde suplementar.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, com um modelo de negócio verticalizado que inclui rede própria de hospitais e clínicas. Após a fusão com a NotreDame Intermédica, a companhia se tornou um gigante do setor. Notícia recente de meados de janeiro de 2026 mencionou mudanças na alta gestão, com a saída de executivos-chave, o que trouxe volatilidade aos papéis, mas também abriu espaço para novos planos de eficiência sob o comando do novo CEO.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TIMS3 R$ 24,10 -0,62%
2 CVCB3 R$ 2,38 -0,42%
3 SMTO3 R$ 16,45 -0,30%
4 AZUL54 R$ 72,50 0,00%
5 STBP3 R$ 14,42 0,00%
6 BRFS3 R$ 17,95 0,00%
7 CRFB3 R$ 8,48 0,00%
8 JBSS3 R$ 39,03 0,00%
9 CPLE6 R$ 14,26 0,00%
10 PETZ3 R$ 4,39 0,00%

1º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 24,10 ↓ 0,62%

Descrição: A TIM S.A. encerrou a sessão cotada a R$ 24,10, apresentando uma desvalorização de 0,62% (R$ 0,15) em relação ao fechamento anterior de R$ 24,25. Durante o dia, o ativo demonstrou relativa estabilidade, oscilando entre a mínima de R$ 23,68 e a máxima de R$ 24,60. É importante notar que o papel atingiu hoje sua máxima em 52 semanas (R$ 24,60), sinalizando um forte momentum de alta no longo prazo, apesar da leve correção intradiária. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 306,59 milhões, com um total de 12,7 milhões de ações negociadas. A distância entre a mínima anual (R$ 12,95) e o preço atual evidencia uma valorização robusta no último ano. A TIM é uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, controlada pela Telecom Italia, com forte atuação em telefonia móvel e expansão em fibra óptica. Recentemente, a empresa tem focado na monetização da rede 5G e na eficiência operacional após a integração dos ativos da Oi Móvel.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,38 ↓ 0,42%

Descrição: O ativo CVCB3 registrou uma leve queda de 0,42%, fechando o dia a R$ 2,38. O volume de negociações foi alto em termos de quantidade de papéis, com 34,56 milhões de ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 82,26 milhões. A ação operou em um intervalo estreito, com mínima de R$ 2,17 e máxima de R$ 2,45, aproximando-se do preço de fechamento anterior (R$ 2,39). O papel permanece em uma zona de preço desafiadora, considerando que sua máxima em 52 semanas foi de R$ 2,79 e a mínima de R$ 1,64. A liquidez do ativo reflete o interesse especulativo e a sensibilidade do setor de turismo a indicadores macroeconômicos. A CVC Brasil é a maior operadora de viagens do país, atuando na intermediação de serviços turísticos, passagens aéreas e hotelaria. Em notícias recentes, a companhia tem passado por processos de reestruturação de dívida e fortalecimento de governança para recuperar margens após o período de pandemia.

3º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 16,45 ↓ 0,30%

Descrição: A São Martinho apresentou um recuo de 0,30%, encerrando cotada a R$ 16,45, apenas R$ 0,05 abaixo do fechamento anterior. O volume de ações negociadas foi de 2 milhões, totalizando R$ 32,93 milhões em volume financeiro. Durante o pregão, o ativo testou a mínima de R$ 16,30 e a máxima de R$ 16,70. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o papel está operando mais próximo de sua mínima anual (R$ 12,91) do que de sua máxima (R$ 23,06), indicando uma fase de consolidação ou pressão vendedora nos últimos meses. A baixa volatilidade do dia sugere uma postura de espera por parte dos investidores institucionais em relação ao setor sucroenergético. A São Martinho é uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do mundo, com alta eficiência agroindustrial. Recentemente, o mercado tem monitorado as projeções de safra e os preços internacionais das commodities agrícolas, que impactam diretamente os resultados da companhia.

4º – Azul S.A. (AZUL54) | R$ 72,50 — 0,00%

Descrição: As ações da Azul (AZUL54) mantiveram estabilidade absoluta no fechamento, permanecendo no patamar de R$ 72,50, apesar de uma volatilidade intradiária considerável, com mínima de R$ 55,00 e máxima de R$ 78,50. O volume negociado foi de R$ 221,21 milhões, com 3,05 milhões de ações movimentadas. Um ponto de atenção é a discrepância nos dados de 52 semanas, onde o volume negociado total acumulado distorce a percepção imediata do preço, mas o fechamento reflete a manutenção do valor de abertura. A estabilidade em um dia de volume relevante sugere um equilíbrio entre forças compradoras e vendedoras. A Azul é uma das principais companhias aéreas do Brasil, destacando-se pela conectividade regional e malha aérea diversificada. Em notícias de mercado, a Azul tem avançado em negociações com arrendadores de aeronaves e credores para otimizar sua estrutura de capital e reduzir o endividamento de curto prazo.

5º – SANTOS BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. (STBP3) | R$ 14,42 — 0,00%

Descrição: A Santos Brasil encerrou o dia sem variação percentual, mantendo o preço de R$ 14,42, exatamente o valor do fechamento anterior. O papel demonstrou uma oscilação muito baixa durante o dia, entre R$ 14,41 e R$ 14,46, indicando um pregão de baixa volatilidade e estabilidade técnica. O volume financeiro atingiu R$ 99,77 milhões, com 6,91 milhões de ações negociadas. No horizonte de 52 semanas, a ação se posiciona próxima de sua máxima histórica (R$ 15,60), refletindo o bom momento do setor logístico e portuário nacional. A manutenção do preço em níveis elevados demonstra confiança do investidor na resiliência operacional da companhia. A Santos Brasil é referência na operação de terminais portuários e logística de contêineres, operando o Porto de Santos. Recentemente, a empresa atraiu olhares do mercado devido ao anúncio de sua aquisição pela gigante global CMA CGM, o que deve mudar seu controle acionário em breve.

6º – BRF S.A. (BRFS3) | R$ 17,95 — 0,00%

Descrição: A BRF S.A. fechou a sessão estável em R$ 17,95, embora tenha operado com variação negativa em relação ao fechamento anterior registrado nos dados como R$ 18,97, o que indica um ajuste ou “gap” de abertura. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 17,95 e a máxima de R$ 18,77. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 372,23 milhões, com 20,7 milhões de papéis negociados, figurando como um dos ativos de maior liquidez da lista. A cotação atual encontra-se em uma zona intermediária dentro do intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 15,63 e máxima de R$ 26,06). A BRF é uma gigante global no setor de proteínas animais, detentora de marcas consagradas como Sadia e Perdigão. Em notícias recentes, a companhia apresentou melhora expressiva em suas margens operacionais e redução de alavancagem financeira, impulsionada pelo aporte de capital realizado pela Marfrig e pelo fundo saudita Salic.

7º – ATACADÃO S.A. (CRFB3) | R$ 8,48 — 0,00%

Descrição: O Atacadão (Grupo Carrefour Brasil) encerrou o dia com preço de R$ 8,48, sem variação percentual declarada no fechamento. O ativo teve uma variação intradiária mínima, transitando entre R$ 8,44 e R$ 8,54. O volume financeiro totalizou R$ 122,26 milhões, com 14,4 milhões de ações em circulação no pregão. Ao olhar para o histórico anual, o papel está em recuperação frente à mínima de R$ 5,11, mas ainda distante da máxima de R$ 10,92. O volume de negócios demonstra que há liquidez suficiente para investidores institucionais. O Atacadão é a maior rede de atacarejo do Brasil, operada pelo Grupo Carrefour Brasil. Recentemente, a empresa anunciou a continuidade do seu plano de conversão de lojas e foco na integração das unidades do Grupo BIG, visando capturar sinergias logísticas e fiscais para melhorar o resultado líquido nos próximos trimestres.

8º – JBS S.A. (JBSS3) | R$ 39,03 — 0,00%

Descrição: A JBS S.A. fechou o dia em R$ 39,03, mantendo a estabilidade apesar de o fechamento anterior ter sido R$ 38,29, o que sugere um dia de valorização real não captada na coluna de variação percentual mas visível no preço. O ativo teve um volume financeiro extraordinário de R$ 3,68 bilhões, o maior da lista, com 94,39 milhões de ações negociadas. A oscilação diária ocorreu entre R$ 38,40 e R$ 40,06. O papel está muito próximo de sua máxima anual de R$ 45,18, mostrando um viés de alta consistente nos últimos 12 meses. A JBS é a maior empresa de proteína animal do mundo, com operações diversificadas em bovinos, suínos e aves em diversos continentes. Em notícias recentes, a companhia tem focado na sua listagem de ações nos Estados Unidos (Dual Listing), uma estratégia que visa destravar valor e atrair uma base de investidores globais ainda maior.

9º – Companhia Paranaense de Energia – Copel (CPLE6) | R$ 14,26 — 0,00%

Descrição: As ações preferenciais da Copel (CPLE6) encerraram a R$ 14,26, mantendo a estabilidade em relação ao fechamento anterior de R$ 14,22. O ativo apresentou baixa volatilidade, com mínima de R$ 14,09 e máxima de R$ 14,31. O volume financeiro foi de R$ 121,48 milhões, com 8,5 milhões de ações negociadas. O preço atual está extremamente próximo da máxima de 52 semanas (R$ 14,52), o que reflete a percepção positiva do mercado após o processo de privatização da companhia. A Copel atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica no estado do Paraná e em outras regiões do Brasil. Recentemente, a empresa concluiu com sucesso sua transformação em uma “corporation” (empresa de capital disperso), o que permitiu maior agilidade na gestão e otimização da estrutura de custos, sendo bem recebida pelos analistas de mercado.

10º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 — 0,00%

Descrição: A Petz (PETZ3) finalizou o pregão a R$ 4,39, permanecendo estável em comparação ao fechamento anterior de R$ 4,34. A ação oscilou entre a mínima de R$ 4,35 e a máxima de R$ 4,54. O volume negociado foi de R$ 23,31 milhões, o menor entre os 10 ativos analisados, com 5,3 milhões de ações movimentadas. O papel atravessa um momento desafiador, estando consideravelmente abaixo de sua máxima de 52 semanas (R$ 5,12), mas acima da mínima de R$ 3,56. A baixa liquidez financeira relativa sinaliza uma postura cautelosa do mercado quanto ao varejo discricionário. A Petz é a maior rede de pet shops do Brasil, oferecendo produtos e serviços para animais de estimação. Em notícias recentes, a companhia confirmou negociações avançadas para uma fusão com a Cobasi, o que criaria um gigante imbatível no setor pet, visando ganho de escala e redução de concorrência direta no e-commerce.

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