Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 23/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 9,55 10,66%
2 CSNA3 R$ 10,14 6,29%
3 PRIO3 R$ 48,52 4,91%
4 MGLU3 R$ 9,37 4,58%
5 LWSA3 R$ 4,86 4,52%
6 PETR4 R$ 35,04 4,35%
7 CYRE3 R$ 28,02 4,16%
8 RAIL3 R$ 14,81 4,15%
9 PETR3 R$ 37,72 3,97%
10 AMOB3 R$ 13,75 3,77%

1º – BRASKEM S.A. (BRKMS) | R$ 9,55 ↑ 10,66%

Descrição: A Braskem liderou as valorizações do dia com um desempenho expressivo de 10,66%, encerrando cotada a R$ 9,55. Durante a sessão, o ativo demonstrou forte volatilidade positiva, partindo de uma mínima de R$ 8,67 para atingir a máxima de R$ 9,61, muito próxima do valor de fechamento. O volume de ações negociadas atingiu 6.103.700 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 58.290.335,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,63, a oscilação nominal foi de R$ 0,92. Observando o histórico de 52 semanas, o papel ainda transita em uma zona intermediária, longe da máxima de R$ 15,12, mas com fôlego de recuperação em relação à mínima de R$ 6,11. Este movimento sugere uma forte pressão compradora pontual que elevou o ranking da companhia para a primeira posição nesta análise.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e uma das principais players globais do setor petroquímico. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido ao processo de venda da participação da Novonor e aos desdobramentos geológicos em Maceió, que continuam sendo monitorados de perto pelos investidores.

2º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 10,14 ↑ 6,29%

Descrição: A CSN apresentou um sólido avanço de 6,29%, fechando o dia a R$ 10,14. O ativo operou em um intervalo entre R$ 9,51 e R$ 10,20, demonstrando que o mercado testou resistências importantes próximas à sua máxima de 52 semanas (R$ 10,78). Com uma variação nominal de R$ 0,60 sobre o fechamento anterior de R$ 9,54, a liquidez foi robusta, registrando um volume de 14.099.800 ações e um montante financeiro negociado de R$ 142.971.972,00. A performance coloca a empresa em uma posição de destaque no setor de materiais básicos. O volume negociado reflete o interesse institucional no papel, que se mantém consideravelmente acima da sua mínima anual de R$ 6,72, sinalizando uma tendência de recuperação sustentada ao longo dos últimos meses.

A CSN é uma das maiores siderúrgicas integradas do Brasil, atuando também nos setores de mineração, logística e energia. Uma notícia recente de impacto foi o anúncio da venda de uma fatia minoritária de sua subsidiária CSN Mineração para a japonesa Itochu, visando desalavancar o balanço da holding.

3º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 48,52 ↑ 4,91%

Descrição: A petroleira independente PRIO registrou uma alta de 4,91%, com o preço da ação fechando a R$ 48,52. O dia foi marcado por uma forte movimentação financeira, totalizando R$ 801.278.688,00, um dos maiores giros do grupo analisado. O papel flutuou entre a mínima de R$ 47,05 e a máxima de R$ 48,99. É importante notar que a máxima do dia coincidiu com a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o ativo está em seu topo histórico recente. Foram negociadas 16.514.400 ações, consolidando uma variação positiva de R$ 2,27 em relação aos R$ 46,25 do dia anterior. A consistência da PRIO reflete a eficiência operacional e o aproveitamento da curva de preços do petróleo, mantendo-se muito distante da mínima anual de R$ 32,68.

A PRIO (antiga PetroRio) foca na produção de petróleo e gás através da revitalização de campos maduros. Recentemente, a empresa confirmou que está em negociações exclusivas com a Sinochem para a aquisição de participação no campo de Peregrino, o que pode aumentar significativamente sua capacidade de produção.

4º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 9,37 ↑ 4,58%

Descrição: O Magazine Luiza fechou a sessão em alta de 4,58%, cotado a R$ 9,37. O volume de negociação foi expressivo, com 23.343.800 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 218.731.406,00. O ativo iniciou o dia com uma mínima de R$ 8,80 e buscou fôlego até atingir R$ 9,42. Em relação ao fechamento anterior de R$ 8,96, houve um ganho nominal de R$ 0,41 por ação. No contexto de longo prazo (52 semanas), o papel ainda busca se recuperar, estando abaixo da máxima de R$ 11,55, mas bem posicionado em relação à mínima de R$ 5,65. Este desempenho reflete o otimismo cauteloso do setor varejista frente às expectativas macroeconômicas de consumo e taxas de juros.

O Magazine Luiza é um dos gigantes do varejo brasileiro, com forte presença no e-commerce e lojas físicas. A última grande notícia da companhia envolveu a parceria estratégica com o AliExpress, permitindo a venda de produtos de ambas as plataformas de forma cruzada, visando expandir o sortimento e a base de clientes.

5º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,86 ↑ 4,52%

Descrição: A LWSA (Locaweb) encerrou o dia com valorização de 4,52%, atingindo o preço de R$ 4,86. O comportamento do ativo foi de ascensão constante a partir da mínima de R$ 4,59, chegando a tocar R$ 4,91, valor que representa tanto a máxima do dia quanto a máxima das últimas 52 semanas. Com um volume de 5.281.300 ações e um giro de R$ 25.667.118,00, a empresa demonstrou força técnica. O avanço nominal foi de R$ 0,21 frente ao fechamento anterior de R$ 4,65. O fato de a ação estar operando em seu nível mais alto do ano sugere uma reavaliação positiva do mercado sobre o setor de tecnologia e serviços digitais, especialmente considerando que a mínima do período foi de R$ 2,44.

A LWSA é líder em soluções B2B para transformação digital no Brasil, oferecendo desde hospedagem de sites até plataformas de e-commerce e gestão. Recentemente, o mercado reagiu positivamente aos esforços de integração das diversas aquisições feitas pela companhia, focando agora em rentabilidade e sinergia operacional.

6º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR4) | R$ 35,04 ↑ 4,35%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) tiveram uma jornada de alta de 4,35%, fechando a R$ 35,04. Este ativo liderou o volume financeiro do relatório, com impressionantes R$ 2.403.102.768,00 movimentados através de 68.581.700 ações negociadas. A oscilação diária variou entre R$ 33,88 e R$ 35,48. O fechamento atual superou o anterior de R$ 33,58 em R$ 1,46. Curiosamente, a máxima atingida no dia (R$ 35,48) estabeleceu o novo teto para as últimas 52 semanas, consolidando a tendência de alta da estatal. Com uma mínima anual de R$ 27,30, o papel demonstra resiliência e atratividade para investidores que buscam dividendos e exposição ao setor de energia em um cenário de preços de commodities estáveis.

A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção e refino de petróleo e gás. A notícia mais recente que impactou o mercado foi a decisão da companhia de manter sua política de investimentos no Pré-Sal, além das discussões sobre a possível retomada de investimentos em refino e fertilizantes.

7º – CYRELA BRAZIL REALTY S.A. (CYRE3) | R$ 28,02 ↑ 4,16%

Descrição: A Cyrela avançou 4,16% no pregão, encerrando a R$ 28,02. O ativo teve um volume negociado de 7.382.300 ações, resultando em R$ 206.852.046,00 financeiros. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 26,61 e a máxima de R$ 28,17. Comparado ao fechamento anterior de R$ 26,90, a valorização nominal foi de R$ 1,12. No intervalo de 52 semanas, a ação mostra robustez, aproximando-se da máxima de R$ 30,02 e mantendo-se significativamente acima da mínima de R$ 13,33. Esse desempenho destaca a Cyrela como uma das favoritas no setor de construção civil de alto padrão, reagindo bem a dados operacionais de lançamentos e vendas que superaram as expectativas do mercado imobiliário.

A Cyrela é uma das maiores incorporadoras e construtoras do país, focada nos segmentos de médio e alto padrão. Recentemente, a empresa divulgou sua prévia operacional, mostrando um crescimento sólido nas vendas líquidas contratadas, o que reforçou a confiança dos analistas no papel para o curto e médio prazo.

8º – RUMO S.A. (RAIL3) | R$ 14,81 ↑ 4,15%

Descrição: As ações da Rumo encerraram com alta de 4,15%, cotadas a R$ 14,81. O volume de negociação foi de 14.162.000 ações, totalizando R$ 209.739.220,00. O ativo iniciou o dia em R$ 14,13 e atingiu o pico de R$ 14,98. Em relação ao fechamento de R$ 14,22, o aumento foi de R$ 0,59 por papel. Apesar da alta do dia, a Rumo ainda negocia abaixo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 19,68, embora esteja acima da mínima de R$ 13,31. A movimentação indica uma tentativa de recuperação do setor de logística ferroviária, que é sensível aos custos de combustível e ao volume de escoamento da safra agrícola, fatores que ditam o ritmo financeiro da companhia.

A Rumo é a maior operadora ferroviária do Brasil, oferecendo serviços logísticos de transporte de mercadorias em ferrovias, elevação portuária e armazenagem. A última notícia relevante foi o progresso nas obras da Ferrovia de Integração Estadual em Mato Grosso, projeto estratégico para aumentar a capacidade de transporte de grãos.

9º – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. (PETR3) | R$ 37,72 ↑ 3,97%

Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) registraram valorização de 3,97%, fechando o dia a R$ 37,72. O volume financeiro foi de R$ 677.040.052,00, com 17.949.100 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 36,81 e a máxima de R$ 38,10. O fechamento anterior foi de R$ 36,28, resultando em uma variação de R$ 1,44. Assim como o par preferencial (PETR4), o PETR3 demonstra força, embora sua máxima de 52 semanas (R$ 38,62) ainda não tenha sido superada neste pregão, diferentemente da mínima de R$ 29,34 que ficou para trás. A diferença de preço entre as ON e PN reflete a dinâmica de direitos de voto e a preferência de liquidez de diferentes perfis de investidores no mercado.

A Petrobras, enquanto gigante do setor de energia, possui ações ordinárias (PETR3) que conferem direito a voto em assembleias. Recentemente, além dos dados de produção, o mercado acompanhou discussões sobre a governança da empresa e as indicações para o conselho de administração, fatores que impactam diretamente a percepção de risco político.

10º – AUTOMOB PARTICIPAÇÕES S.A. (AMOB3) | R$ 13,75 ↑ 3,77%

Descrição: Fechando o ranking, a Automob valorizou 3,77%, com encerramento a R$ 13,75. O ativo teve uma movimentação discreta em termos de liquidez em comparação aos demais, com apenas 31.200 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 429.000,00. A cotação variou entre R$ 13,20 e R$ 13,75 (que foi a máxima do dia). Comparado ao fechamento anterior de R$ 13,25, o ganho nominal foi de R$ 0,50. No histórico de 52 semanas, o papel está em um patamar equilibrado, com mínima de R$ 10,00 e máxima de R$ 16,50. O baixo volume financeiro sugere que a oscilação percentual pode ter sido influenciada por poucos negócios, o que exige cautela adicional do investidor quanto à liquidez de saída do ativo.

A Automob é um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do Brasil, pertencente ao ecossistema da Simpar. Recentemente, a empresa tem focado em uma estratégia de crescimento inorgânico através da aquisição de novas redes de concessionárias, visando consolidar sua presença no fragmentado mercado automotivo nacional.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 VIVA3 R$ 28,35 -5,06%
2 PCAR3 R$ 3,80 -2,31%
3 CXSE3 R$ 17,04 -1,90%
4 AXIA6 R$ 57,37 -1,12%
5 IRBR3 R$ 55,22 -0,90%
6 BBSE3 R$ 36,99 -0,80%
7 LREN3 R$ 14,85 -0,67%
8 AXIA3 R$ 54,37 -0,59%
9 PSSA3 R$ 48,32 -0,58%
10 HAPV3 R$ 13,74 -0,36%

1º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 28,35 ↓5,06%

Descrição: A Vivara (VIVA3) lidera as quedas do grupo neste pregão, apresentando uma desvalorização acentuada de 5,06%. O papel encerrou o dia cotado a R$ 28,35, após atingir uma máxima diária de R$ 30,25 e uma mínima de R$ 28,35, fechando exatamente no piso do dia, o que demonstra forte pressão vendedora. O volume financeiro movimentado foi expressivo, somando R$ 163.979.235,00, com 5.784.100 ações trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 29,86, a perda nominal foi de R$ 1,51. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, a ação ainda se encontra distante da sua mínima (R$ 15,44), mas recuou consideravelmente em relação à máxima de R$ 35,89. Este movimento brusco sugere uma realização de lucros ou reação a dados setoriais específicos. A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, com uma trajetória de mais de 60 anos, focada no varejo de luxo acessível e acessórios. Notícia recente: Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas lojas físicas e no fortalecimento da marca Life, buscando capturar maior fatia do mercado de presentes.

2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 3,80 ↓2,31%

Descrição: O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) registrou uma queda de 2,31%, com o preço da ação finalizando o dia em R$ 3,80. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 3,73 e a máxima de R$ 3,91. O volume de ações negociadas foi de 15.315.000 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 58.197.000,00. A variação nominal negativa foi de R$ 0,09 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,89. O papel continua operando em patamares baixos quando observamos a máxima de 52 semanas (R$ 4,95), embora esteja acima da mínima do período (R$ 2,35). A volatilidade é uma marca constante para este player do varejo alimentar. A Companhia Brasileira de Distribuição é um dos maiores grupos de varejo do país, operando as bandeiras Pão de Açúcar e Mercado Extra, após a cisão do Assaí. Notícia recente: O grupo concluiu recentemente um aumento de capital bilionário com o objetivo de reduzir sua alavancagem financeira e fortalecer o fluxo de caixa.

3º – Caixa Seguridade Participações S.A. (CXSE3) | R$ 17,04 ↓1,90%

Descrição: A Caixa Seguridade (CXSE3) apresentou um recuo de 1,90%, encerrando a R$ 17,04. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,33 para baixo em comparação ao fechamento de R$ 17,37. Durante o dia, o papel chegou a tocar R$ 17,37 na máxima, mas recuou para a mínima de R$ 16,90. O volume negociado foi de R$ 117.352.776,00, com 6.886.900 ações transacionadas. Interessante observar que a máxima de 52 semanas da empresa é de R$ 17,38, indicando que, apesar da queda diária, a ação vinha testando seus níveis históricos mais altos recentemente. A empresa atua como a holding de seguros, previdência e capitalização da Caixa Econômica Federal, utilizando a capilaridade da rede bancária pública para suas vendas. Notícia recente: A companhia reportou sólidos números operacionais em seus últimos balanços, impulsionados pela venda de seguros de vida e residencial.

4º – Centrais Elétricas Brasileiras SA Eletrobras (AXIA6) | R$ 57,37 ↓1,12%

Descrição: As ações preferenciais da Eletrobras (AXIA6) fecharam o dia com queda de 1,12%, cotadas a R$ 57,37. O volume financeiro movimentado foi de R$ 102.881.621,00, com 1.793.300 papéis negociados. A ação variou entre a mínima de R$ 57,01 e a máxima de R$ 58,78. Comparado ao fechamento anterior de R$ 58,02, houve uma perda de R$ 0,65 por ação. O ativo permanece próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 59,14), mostrando resiliência no longo prazo. A Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia da América Latina, tendo passado recentemente por um processo de privatização que transformou sua estrutura de governança. Notícia recente: A empresa segue com seu plano de alienação de ativos não estratégicos e foco na eficiência operacional e redução de custos.

5º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 55,22 ↓0,90%

Descrição: O IRB-Brasil (IRBR3) registrou uma desvalorização de 0,90%, fechando a sessão em R$ 55,22. O volume negociado alcançou R$ 84.315.418,00, com 1.526.900 ações movimentadas. O papel oscilou entre a mínima de R$ 54,05 e a máxima de R$ 55,62. Em termos nominais, a queda foi de R$ 0,50 frente ao fechamento anterior de R$ 55,72. A empresa tem mostrado recuperação, visto que a mínima de 52 semanas é de R$ 42,58, aproximando-se agora da máxima do período (R$ 57,99). O IRB é o líder no mercado de resseguros no Brasil, atuando na aceitação de riscos de outras seguradoras para garantir a solvência do sistema. Notícia recente: A companhia tem focado na melhoria do seu índice de sinistralidade e na subscrição seletiva de riscos para retomar a lucratividade sustentável.

6º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 36,99 ↓0,80%

Descrição: A BB Seguridade (BBSE3) encerrou o dia em R$ 36,99, representando uma queda de 0,80%. O volume financeiro foi um dos mais robustos da lista, totalizando R$ 281.323.746,00, com 7.605.400 ações negociadas. A oscilação diária ficou entre R$ 36,42 e R$ 37,34. Comparado ao preço de fechamento anterior (R$ 37,29), o recuo foi de R$ 0,30. A ação está operando em um nível intermediário em relação ao seu intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 31,02 e máxima de R$ 40,42). A BB Seguridade é uma empresa controlada pelo Banco do Brasil que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta e capitalização. Notícia recente: O mercado mantém expectativas positivas quanto aos seus dividendos, historicamente generosos devido ao modelo de negócio leve em ativos (“asset light”).

7º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 14,85 ↓0,67%

Descrição: As ações da Lojas Renner (LREN3) caíram 0,67%, fechando a R$ 14,85. O volume financeiro foi alto, atingindo R$ 249.312.195,00, com um volume de ações de 16.788.700. Durante o dia, a cotação variou de R$ 14,68 a R$ 15,15. A queda nominal foi de R$ 0,10 em relação ao fechamento de R$ 14,95. O papel está mais próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 10,21) do que de sua máxima (R$ 19,07), refletindo o cenário desafiador para o varejo de moda. A Renner é a maior varejista de moda do Brasil, operando também as marcas Camicado e Youcom, além de seu braço financeiro Realize. Notícia recente: A empresa tem investido pesado em seu novo centro de distribuição e na digitalização para combater a concorrência de plataformas internacionais de e-commerce.

8º – Centrais Elétricas Brasileiras SA Eletrobras (AXIA3) | R$ 54,37 ↓0,59%

Descrição: As ações ordinárias da Eletrobras (AXIA3) tiveram recuo de 0,59%, finalizando o dia a R$ 54,37. Este ativo registrou o maior volume financeiro da nossa lista: R$ 708.011.577,00, com 13.022.100 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 0,32 negativos em relação ao fechamento anterior de R$ 54,69. A cotação flutuou entre R$ 53,55 e R$ 54,97 durante o pregão. Assim como as preferenciais, este papel está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 55,41). A Eletrobras desempenha um papel fundamental na segurança energética do Brasil, sendo responsável por cerca de um terço da capacidade de geração instalada do país. Notícia recente: Recentemente, o governo federal e a empresa iniciaram diálogos sobre a participação da União nos conselhos de administração da companhia pós-privatização.

9º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 48,32 ↓0,58%

Descrição: A Porto Seguro (PSSA3) fechou em R$ 48,32, registrando uma leve queda de 0,58%. O volume negociado somou R$ 90.082.976,00, com 1.864.300 ações em circulação no dia. A máxima atingida foi de R$ 48,82 e a mínima de R$ 47,88. A variação nominal negativa foi de R$ 0,28 comparado ao dia anterior (R$ 48,60). O papel está operando perto de sua máxima anual (R$ 55,97), bem acima da mínima de R$ 34,75. A Porto Seguro é um ecossistema de serviços de proteção, saúde e finanças, sendo líder no mercado brasileiro de seguros de automóveis e residenciais. Notícia recente: A companhia anunciou recentemente a criação de novas verticais de negócio, como a Porto Bank, visando diversificar suas receitas além dos seguros tradicionais.

10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,74 ↓0,36%

Descrição: A Hapvida (HAPV3) encerrou o dia com a menor queda do grupo, recuando 0,36% e fechando a R$ 13,74. O giro financeiro foi de R$ 150.786.882,00, com 10.974.300 ações negociadas. O ativo oscilou entre R$ 13,40 e R$ 13,98. A redução nominal foi de R$ 0,05 frente ao fechamento de R$ 13,79. A ação mostra uma recuperação expressiva no longo prazo, distanciando-se da mínima de 52 semanas de R$ 12,77, embora ainda longe da máxima de R$ 44,85 de períodos anteriores. A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil, com um modelo de negócios verticalizado focado em hospitais e clínicas próprias. Notícia recente: A empresa está em fase final de integração com a NotreDame Intermédica, buscando sinergias operacionais para reduzir custos de sinistralidade.

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