As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | HAPV3 | R$ 13,30 | 5,14% |
| 2 | AZZA3 | R$ 21,93 | 2,33% |
| 3 | WEGE3 | R$ 48,28 | 1,86% |
| 4 | TIMS3 | R$ 26,05 | 1,56% |
| 5 | PETR4 | R$ 47,77 | 1,36% |
| 6 | VIVT3 | R$ 39,94 | 1,24% |
| 7 | PETR3 | R$ 52,75 | 1,13% |
| 8 | CPFE3 | R$ 54,14 | 0,99% |
| 9 | AMOB3 | R$ 13,70 | 0,74% |
| 10 | EGIE3 | R$ 36,94 | 0,57% |
1º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,30 ↑ 5,14%
Descrição: A Hapvida lidera o pregão com uma performance robusta, apresentando a maior valorização percentual entre as empresas listadas neste relatório. O ativo encerrou o dia cotado a R$ 13,30, registrando uma variação nominal positiva de R$ 0,65 em relação ao fechamento anterior de R$ 12,65. Durante a sessão, a ação demonstrou volatilidade moderada, atingindo a mínima de R$ 12,51 e a máxima de R$ 13,31. O volume de negociação foi expressivo, com 12.884.200 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 171.359.860,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel está em um patamar intermediário, distante de sua mínima de R$ 7,00, mas ainda abaixo da máxima histórica do período de R$ 44,85. Este movimento sugere um forte interesse comprador no curto prazo, consolidando sua primeira posição no ranking de valorização do dia.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste, expandindo-se agressivamente para o Sul e Sudeste. Recentemente, a empresa tem focado na integração de suas aquisições e na otimização de custos operacionais. Em notícias recentes, a companhia anunciou investimentos na modernização de sua rede própria de hospitais para aumentar a eficiência no atendimento.
2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 21,93 ↑ 2,33%
Descrição: A Azzas 2154 ocupa a segunda posição, com suas ações fechando o dia a R$ 21,93. O papel registrou uma alta de R$ 0,50 sobre o fechamento anterior de R$ 21,43. A movimentação diária mostrou uma oscilação entre a mínima de R$ 20,52 e a máxima de R$ 21,93, indicando que a ação encerrou o pregão em seu pico diário. O volume de ações negociadas alcançou 6.868.200 unidades, gerando um montante financeiro de R$ 150.619.626,00. No acumulado de 52 semanas, a AZZA3 apresenta uma estabilidade relativa, operando significativamente acima da sua mínima de R$ 20,38 e próxima de sua média anual, embora ainda distante da máxima de R$ 41,49. A valorização de 2,33% reflete uma reação positiva do mercado, possivelmente ligada a expectativas de consumo ou dados setoriais favoráveis.
A Azzas 2154 é o novo nome do grupo resultante da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, consolidando-se como uma gigante do varejo de moda no Brasil. A última notícia relevante da empresa destaca a conclusão dos processos de integração logística entre as marcas do portfólio, visando capturar sinergias operacionais bilionárias.
3º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 48,28 ↑ 1,86%
Descrição: A WEG S.A. manteve sua trajetória de solidez, fechando cotada a R$ 48,28, o que representa um aumento de R$ 0,88 em relação aos R$ 47,40 do dia anterior. O ativo circulou entre R$ 47,30 e R$ 49,05 ao longo do pregão. O volume de negociação foi substancial, com 10.512.000 ações negociadas, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 507.519.360,00, um dos maiores do grupo analisado. Comparando com o intervalo de 52 semanas, a WEGE3 demonstra resiliência, operando perto da sua máxima de R$ 54,41 e bem acima da mínima de R$ 33,85. O desempenho de hoje reforça a confiança dos investidores na eficiência operacional da companhia, que é frequentemente vista como um porto seguro no mercado de capitais brasileiro devido à sua diversificação geográfica e produtiva.
A WEG é uma multinacional brasileira líder na fabricação de equipamentos eletroeletrônicos, atuando principalmente nos setores de bens de capital e energia. Recentemente, a WEG anunciou a aquisição de uma nova unidade de produção de motores elétricos na Europa, visando expandir sua capacidade produtiva global e atender à crescente demanda por soluções de energia renovável.
4º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 26,05 ↑ 1,56%
Descrição: As ações da operadora de telecomunicações TIM S.A. encerraram o dia com valorização de 1,56%, fixando o preço em R$ 26,05. O incremento nominal foi de R$ 0,40 comparado ao fechamento anterior de R$ 25,65. Durante as negociações, o papel registrou mínima de R$ 25,58 e máxima de R$ 26,17. O volume de ações movimentadas foi de 6.668.400, com um volume financeiro totalizando R$ 173.711.820,00. Um dado relevante é que a cotação atual de R$ 26,05 está muito próxima da máxima de 52 semanas (R$ 28,57), indicando um viés de alta consistente ao longo do último ano, especialmente considerando que a mínima do período foi de R$ 16,61. Este patamar sugere que o mercado precifica positivamente a estratégia de expansão da infraestrutura 5G e a rentabilidade da base de clientes da companhia.
A TIM S.A. é uma das principais operadoras de telefonia móvel e fixa do país, controlada pelo grupo Telecom Italia. A última notícia de destaque envolve a expansão de sua cobertura de fibra óptica e a liderança no número de cidades atendidas com a tecnologia 5G no Brasil.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR4) | R$ 47,77 ↑ 1,36%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) figuram na quinta posição com uma alta de 1,36%, terminando o dia a R$ 47,77. A variação em reais foi de R$ 0,64 sobre o fechamento de R$ 47,13. O ativo apresentou a maior liquidez do relatório, com impressionantes 38.595.500 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 1.843.707.035,00. A amplitude do dia ficou entre R$ 46,90 e R$ 48,08. No horizonte de 52 semanas, o papel mostra uma valorização notável, aproximando-se da máxima de R$ 50,69 e distanciando-se largamente da mínima de R$ 27,30. O interesse massivo de investidores institucionais e estrangeiros na PETR4 reflete a sensibilidade do ativo às variações do preço do petróleo no mercado internacional e à política de dividendos da estatal, mantendo-se como o principal motor do índice acionário.
A Petrobras é uma empresa de economia mista que atua na exploração, produção e refino de petróleo e gás natural. Em notícia recente, a Petrobras informou que bateu novos recordes de produção no pré-sal, reafirmando sua posição estratégica no fornecimento de energia global.
6º – TELEFÔNICA BRASIL S.A (VIVT3) | R$ 39,94 ↑ 1,24%
Descrição: A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, registrou alta de 1,24% nesta sessão, com o preço por ação fechando em R$ 39,94. O avanço nominal foi de R$ 0,49 em relação ao fechamento de R$ 39,45. O papel oscilou entre a mínima de R$ 39,39 e a máxima de R$ 40,05. Foram negociadas 3.211.100 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 128.251.334,00. Ao analisar o intervalo anual, a VIVT3 opera em um nível de preço consolidado, acima da mínima de R$ 25,13 e abaixo da máxima de R$ 43,40. A consistência no pagamento de proventos e a estabilidade do setor de telecomunicações continuam atraindo investidores com perfil conservador, que buscam proteção e renda recorrente em momentos de incerteza econômica.
A Telefônica Brasil é a maior empresa de telecomunicações do país, oferecendo serviços de telefonia fixa, móvel, internet e TV por assinatura. A última notícia da companhia refere-se ao seu programa de recompra de ações, sinalizando que a gestão acredita que o valor de mercado atual está atrativo.
7º – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras (PETR3) | R$ 52,75 ↑ 1,13%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) também apresentaram desempenho positivo, com alta de 1,13%, fechando a R$ 52,75. O ganho por ação foi de R$ 0,59 sobre o valor anterior de R$ 52,16. O volume negociado foi de 10.406.700 ações, somando R$ 548.953.425,00 em transações financeiras. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 51,95 e a máxima de R$ 53,12. Interessante notar que a PETR3 mantém um valor nominal superior à PETR4 e está muito próxima da sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 56,14. O distanciamento da mínima anual de R$ 29,34 evidencia a forte recuperação e valorização da estatal no último ano, impulsionada por resultados operacionais sólidos e um cenário favorável para commodities energéticas.
Diferente das preferenciais, as ações PETR3 dão direito a voto nas assembleias da Petrobras. Assim como a PETR4, a empresa se beneficia da alta produtividade do pré-sal. Notícias recentes indicam que a empresa está revisando seu plano estratégico para incluir maiores investimentos em projetos de descarbonização e energias limpas.
8º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 54,14 ↑ 0,99%
Descrição: A CPFL Energia fechou o pregão cotada a R$ 54,14, uma alta de 0,99% ou R$ 0,53 em termos nominais. A ação teve um comportamento estável, com mínima de R$ 53,25 e máxima de R$ 54,66. O volume de negociação foi de 1.742.500 ações, totalizando um giro de R$ 94.338.950,00. Comparada ao histórico das últimas 52 semanas, a CPFE3 demonstra uma trajetória de valorização robusta, operando perto da sua máxima de R$ 57,21 e bem distante da mínima de R$ 34,67 registrada no período. Empresas do setor elétrico como a CPFL são tradicionalmente buscadas por investidores devido à previsibilidade de fluxo de caixa e contratos de longo prazo, o que justifica a sustentação dos preços próximos ao topo histórico mesmo com oscilações diárias menores.
A CPFL Energia é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização. A última notícia relevante da empresa destaca a aprovação de um novo plano de dividendos, reafirmando seu compromisso com a remuneração aos acionistas após um trimestre de lucros crescentes.
9º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 13,70 ↑ 0,74%
Descrição: A Automob Participações registrou uma leve alta de 0,74%, com o ativo encerrando o dia a R$ 13,70. O aumento nominal foi de apenas R$ 0,10 comparado ao fechamento anterior de R$ 13,60. Este papel apresentou o menor volume de liquidez entre os dez analisados, com apenas 17.800 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 243.860,00. A volatilidade intradiária foi baixa, variando entre a mínima de R$ 13,25 e a máxima de R$ 13,87. No contexto de 52 semanas, a ação está sendo negociada próxima à sua máxima de R$ 15,39, tendo passado pela mínima de R$ 10,00. A baixa liquidez pode representar um risco maior para entrada e saída de grandes posições, mas a valorização marginal indica que o papel mantém estabilidade dentro de sua faixa de preço atual.
A Automob é uma plataforma de varejo automotivo que consolida diversas redes de concessionárias, focando na venda de veículos leves e pesados. Recentemente, a empresa reportou um aumento na sua participação de mercado através da aquisição de novas concessionárias no interior do estado de São Paulo.
10º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 36,94 ↑ 0,57%
Descrição: Fechando a lista, a Engie Brasil apresentou uma valorização de 0,57%, com a ação cotada a R$ 36,94 ao final do dia. O incremento foi de R$ 0,21 em relação aos R$ 36,73 do fechamento anterior. O volume de negociação foi moderado, com 2.367.400 ações e um montante financeiro de R$ 87.451.756,00. O papel oscilou entre a mínima de R$ 36,55 e a máxima de R$ 37,54 durante a sessão. Ao analisar o período de 52 semanas, a EGIE3 mostra-se em um patamar estável; embora esteja abaixo da máxima de R$ 39,36, mantém-se confortavelmente acima da mínima de R$ 26,58. Sendo uma das principais referências em energia renovável no país, a Engie atrai investidores focados em ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa) e dividendos.
A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do país, com foco em matrizes limpas como eólica, solar e hidrelétrica. A última notícia da empresa refere-se ao avanço das obras em seu novo complexo eólico no Nordeste, que deve entrar em operação comercial nos próximos meses, ampliando sua capacidade instalada.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PCAR3 | R$ 2,42 | -6,92% |
| 2 | VAMO3 | R$ 4,32 | -5,68% |
| 3 | RAIZ4 | R$ 0,50 | -5,66% |
| 4 | BRKM5 | R$ 8,15 | -5,01% |
| 5 | PSSA3 | R$ 51,40 | -4,85% |
| 6 | CVCB3 | R$ 2,03 | -4,25% |
| 7 | COGN3 | R$ 2,95 | -3,91% |
| 8 | LWSA3 | R$ 4,01 | -3,84% |
| 9 | CSNA3 | R$ 6,39 | -3,77% |
| 10 | YDUQ3 | R$ 10,75 | -3,59% |
1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,42 ↓6,92%
Descrição: A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar) liderou as baixas do pregão com uma desvalorização acentuada de 6,92%, encerrando o dia cotada a R$ 2,42. O ativo apresentou uma oscilação relevante, com mínima de R$ 2,40 e máxima de R$ 2,65, partindo de um fechamento anterior de R$ 2,60. O volume financeiro movimentado foi de R$ 19.142.200,00, com 7.910.000 papéis negociados. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação opera próxima de sua mínima (R$ 1,89) e muito distante da máxima de R$ 4,95, refletindo um cenário de forte pressão vendedora. A variação nominal negativa foi de R$ 0,18 por cota. O investidor deve observar que a liquidez se manteve estável, mas a tendência de curto prazo permanece de forte correção, distanciando-se das médias móveis superiores e testando suportes psicológicos importantes no patamar dos dois reais.
O GPA é um dos maiores grupos varejistas do Brasil, focado em alimentos e produtos de consumo. Recentemente, a empresa concluiu a cisão do Éxito e tem focado na desalavancagem financeira. A última notícia relevante envolve a venda de sua sede administrativa em São Paulo para reduzir o endividamento líquido.
2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,32 ↓5,68%
Descrição: As ações da Vamos registraram queda de 5,68%, fechando a R$ 4,32. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 4,26 e a máxima de R$ 4,59. O volume negociado foi expressivo, somando R$ 67.534.560,00, com a troca de mãos de 15.633.000 ações. A variação negativa em reais foi de R$ 0,26. No acumulado de um ano, o ativo atingiu o teto de R$ 5,27, mas agora opera mais próximo da mínima de R$ 2,74. Este recuo de hoje representa uma perda de valor de mercado considerável em apenas uma sessão, revertendo ganhos recentes. O fechamento anterior estava fixado em R$ 4,58, indicando que a abertura já demonstrava pessimismo por parte dos grandes investidores e fundos institucionais que compõem a base acionária da companhia, possivelmente reagindo a ajustes no setor de bens de capital e logística.
A Vamos, controlada pelo grupo Simpar, é líder no mercado brasileiro de locação de caminhões e máquinas pesadas. A última notícia de destaque para a companhia foi o anúncio de um novo programa de recompra de ações, sinalizando que a gestão vê os preços atuais como descontados.
3º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,50 ↓5,66%
Descrição: A Raízen encerrou o dia com uma desvalorização de 5,66%, atingindo o valor nominal de R$ 0,50. O ativo movimentou R$ 9.188.750,00 em volume financeiro, com um total de 18.377.500 ações negociadas. A variação absoluta foi de R$ 0,03. Durante a sessão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 0,50 — o que indica um fechamento na mínima do dia — e a máxima de R$ 0,54. Em comparação com as últimas 52 semanas, o papel está perigosamente perto de sua mínima histórica de R$ 0,43, muito aquém do pico de R$ 2,23 registrado no período. O fechamento anterior foi de R$ 0,53. A situação técnica do papel exige cautela, dado que cotações abaixo de um real podem atrair discussões sobre o enquadramento de “penny stocks”, o que impacta diretamente a percepção de risco e volatilidade para o investidor de longo prazo.
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan, sendo a maior produtora de açúcar e etanol do país, além de atuar na distribuição de combustíveis. Recentemente, a empresa inaugurou sua segunda planta de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando liderança na transição energética global.
4º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 8,15 ↓5,01%
Descrição: A Braskem apresentou queda de 5,01%, com o preço da ação fechando em R$ 8,15. O volume de negociação foi robusto, totalizando R$ 51.362.115,00, com 6.302.100 ações transacionadas. A mínima registrada foi de R$ 8,09 e a máxima de R$ 8,60. O recuo nominal foi de R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,58. Observando a janela de 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar de preços deprimido, tendo atingido R$ 13,78 como máxima no último ano e R$ 6,11 como mínima. A queda de hoje reflete possivelmente ajustes macroeconômicos e preocupações com o setor petroquímico global. A amplitude de variação intraday demonstra que houve tentativas de recuperação ao longo da manhã, porém, a pressão vendedora prevaleceu até o encerramento do pregão, mantendo a ação em trajetória descendente consistente.
A Braskem é a maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. A última notícia impactante envolve a atualização das provisões financeiras relacionadas ao evento geológico em Maceió, fator que continua influenciando o preço dos ativos.
5º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 51,40 ↓4,85%
Descrição: A Porto Seguro encerrou a sessão cotada a R$ 51,40, representando um recuo de 4,85%. Apesar da queda percentual ser a quinta maior da lista, em termos nominais foi o maior recuo, com perda de R$ 2,62 por ação. O volume financeiro foi o maior entre os ativos analisados, alcançando R$ 141.714.940,00, com 2.757.100 títulos negociados. A mínima do dia foi de R$ 51,22 e a máxima de R$ 54,43. Comparando com o histórico recente, o papel ainda demonstra resiliência em relação à sua mínima de 52 semanas (R$ 37,83), operando próximo da máxima de R$ 55,72. O fechamento anterior foi de R$ 54,02. A liquidez elevada mostra que a queda foi acompanhada por um volume real de saída, sugerindo uma realização de lucros após o ativo flertar com seus topos históricos recentes.
A Porto Seguro é líder no setor de seguros de automóveis e residenciais no Brasil, diversificando sua atuação em saúde e serviços financeiros. A última notícia relevante foi o anúncio de fortes resultados trimestrais com aumento no lucro líquido devido à melhora na sinistralidade.
6º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,03 ↓4,25%
Descrição: As ações da CVC Brasil registraram queda de 4,25%, terminando o dia em R$ 2,03. O volume financeiro atingiu R$ 28.577.731,00, com um montante de 14.077.700 ações negociadas. A variação negativa foi de R$ 0,09. A mínima do pregão foi de R$ 2,00, testando um suporte psicológico vital, enquanto a máxima foi de R$ 2,12, que era exatamente o valor do fechamento anterior. O papel continua sob pressão no acumulado anual, considerando que sua máxima de 52 semanas é de R$ 2,79 e a mínima de R$ 1,64. A queda de hoje interrompe possíveis movimentos de recuperação no setor de turismo, que sofre com a volatilidade cambial e o custo das passagens aéreas. A proximidade com o valor de dois reais acende um alerta para os analistas técnicos sobre a continuidade da tendência de baixa.
A CVC é a maior operadora de turismo da América Latina, com foco em pacotes de viagens e lazer. Recentemente, a empresa anunciou um plano de otimização de sua rede de lojas e foco na digitalização para melhorar as margens operacionais.
7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,95 ↓3,91%
Descrição: A Cogna Educação fechou o dia em R$ 2,95, uma desvalorização de 3,91%. O volume negociado foi muito alto em termos quantitativos, com 32.054.600 ações, gerando um volume financeiro de R$ 94.561.070,00. A variação nominal foi de R$ 0,12. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 2,92 e a máxima de R$ 3,07, que era o valor de fechamento anterior. No intervalo de 52 semanas, o papel teve sua máxima em R$ 4,75 e mínima em R$ 2,01. A queda de hoje sinaliza uma retração técnica após períodos de estabilidade. O volume financeiro elevado indica que houve forte participação institucional nas vendas. Para o investidor, o patamar abaixo de três reais sugere uma resistência psicológica que foi rompida durante o pregão, podendo indicar novos testes de suporte nos próximos dias.
A Cogna é uma das maiores organizações educacionais do mundo, detentora de marcas como Kroton e Vasta. A última notícia de relevância foi o anúncio de investimentos na expansão do curso de Medicina, visando capturar melhores margens de lucro no ensino superior.
8º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 4,01 ↓3,84%
Descrição: A LWSA (anteriormente Locaweb) apresentou queda de 3,84%, com o valor de fechamento em R$ 4,01. O volume financeiro negociado foi de R$ 12.091.754,00, com 3.015.400 ações trocando de titularidade. A variação em reais foi de R$ 0,16. Durante o dia, a ação tocou a mínima de R$ 3,95 e atingiu a máxima de R$ 4,18, partindo de um fechamento anterior de R$ 4,17. O ativo está operando próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 3,10), estando longe da máxima de R$ 4,80. Este movimento reflete a contínua reprecificação do setor de tecnologia no Brasil frente às taxas de juros elevadas. A sustentação do preço logo acima dos quatro reais será crucial para evitar que o ativo busque novamente os patamares mínimos registrados no último ano, mantendo a cautela entre os investidores de crescimento.
A LWSA é uma empresa brasileira de tecnologia que oferece serviços de hospedagem de sites e soluções para e-commerce. A última notícia relevante foi o processo de integração de suas diversas aquisições recentes para simplificar a estrutura operacional e reduzir custos.
9º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 6,39 ↓3,77%
Descrição: A CSN fechou em queda de 3,77%, cotada a R$ 6,39. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 64.368.387,00, com 10.073.300 ações movimentadas. A variação negativa foi de R$ 0,25. O papel teve mínima de R$ 6,39, fechando exatamente em seu ponto mais baixo do dia, e máxima de R$ 6,68. O fechamento anterior foi de R$ 6,64. Em 52 semanas, a CSNA3 viu sua cotação máxima atingir R$ 11,32, enquanto a mínima ficou em R$ 5,66. O setor siderúrgico enfrenta desafios com os preços das commodities e a demanda global por aço. O fato de o fechamento ter ocorrido na mínima do dia sugere que a força vendedora não encontrou resistência significativa no final do pregão, o que pode indicar uma abertura negativa na próxima sessão caso o cenário externo não melhore.
A CSN é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados da América Latina, atuando também em mineração, cimento e logística. A última notícia de impacto foi a aprovação da distribuição de dividendos intercalares, o que costuma atrair investidores focados em renda passiva.
10º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 10,75 ↓3,59%
Descrição: Encerrando o ranking, a YDUQS registrou queda de 3,59%, fechando a R$ 10,75. O volume financeiro foi de R$ 58.818.625,00, com um total de 5.471.500 ações negociadas. A variação nominal foi de R$ 0,40. O papel oscilou entre a mínima de R$ 10,69 e a máxima de R$ 11,19. O fechamento anterior estava em R$ 11,15. Na janela de 52 semanas, o ativo apresenta uma variação considerável, com máxima de R$ 16,99 e mínima de R$ 9,47. Assim como sua concorrente Cogna, o setor educacional como um todo sentiu o peso do mercado nesta data. A manutenção da cotação acima dos dez reais é um fator de suporte importante para a tese de investimento no papel, que busca recuperação em um cenário de custos operacionais elevados e busca por eficiência no ensino digital.
A YDUQS é um dos maiores grupos de ensino superior do Brasil, controlando instituições como a Estácio e o Ibmec. A última notícia de destaque envolveu a emissão de debêntures para reforço de caixa e alongamento do perfil da dívida da companhia.