Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 25/05/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ASAI3 R$ 9,12 8,06%
2 CYRE3 R$ 22,67 6,68%
3 RAIZ4 R$ 0,41 5,13%
4 POMO4 R$ 6,22 4,89%
5 COGN3 R$ 2,56 4,49%
6 AMOB3 R$ 14,68 4,41%
7 NATU3 R$ 10,53 4,26%
8 MRVE3 R$ 6,27 3,98%
9 B3SA3 R$ 17,32 3,96%
10 VAMO3 R$ 3,37 3,69%

1º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 9,12 ↑ 8,06%

Descrição: A Sendas Distribuidora S.A. encerrou a última sessão de negociações com uma expressiva valorização de 8,06%, com suas ações cotadas a R$ 9,12. Esse avanço representou um incremento absoluto de R$ 0,68 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 8,44. Durante o pregão, o ativo demonstrou grande volatilidade e liquidez, registrando a cotação mínima de R$ 8,53 e atingindo a máxima diária de R$ 9,19. O volume de ações transacionadas foi extremamente robusto, alcançando a marca de 13.966.200 papéis negociados. No histórico das últimas 52 semanas, a companhia registrou o preço mínimo de R$ 6,91 e o teto máximo de R$ 11,88. O volume financeiro total movimentado pelos investidores somou expressivos R$ 127.371.744,00, consolidando o ativo na 1ª posição do ranking de desempenho analisado para este período.

A Sendas Distribuidora S.A., amplamente conhecida pelo seu nome comercial Assaí Atacadista, é uma das maiores empresas de atacarejo do Brasil, atuando fortemente no segmento de distribuição e comércio de alimentos e produtos em geral. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a companhia segue focada em sua estratégia de desalavancagem financeira e otimização das lojas convertidas nos últimos anos, visando maximizar as margens operacionais e o fluxo de caixa livre nas principais regiões metropolitanas do país.

2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 22,67 ↑ 6,68%

Descrição: A Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações registrou um pregão de forte viés altista, fechando cotada a R$ 22,67. O movimento consolidou uma alta percentual de 6,68%, o que equivale a um ganho nominal de R$ 1,42 frente ao fechamento anterior estabelecido em R$ 21,25. Ao longo do dia, as ações flutuaram entre a mínima de R$ 21,45 e a máxima de R$ 22,74, demonstrando forte pressão compradora perto do encerramento. O volume de ações transacionadas totalizou 6.315.100 papéis. Ao analisar o horizonte de médio prazo correspondente às últimas 52 semanas, a empresa acumulou uma cotação mínima de R$ 18,35 e uma máxima de R$ 32,17. O volume financeiro total negociado na sessão somou o montante substancial de R$ 143.163.317,00, posicionando o papel na 2ª colocação do ranking de liquidez.

A Cyrela é uma das empresas mais tradicionais e sólidas do setor de construção civil e incorporação imobiliária do Brasil, com foco especial nos segmentos de médio e alto padrão. A última notícia relacionada a essa empresa destaca que a companhia superou as projeções do mercado em suas prévias operacionais mais recentes, impulsionada por lançamentos estratégicos bem-sucedidos em São Paulo e pela manutenção de uma velocidade de vendas (VSO) resiliente.

3º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,41 ↑ 5,13%

Descrição: A Raízen S.A. apresentou um desempenho positivo na sessão de negócios, encerrando o dia cotada a R$ 0,41. O ativo registrou um avanço percentual de 5,13%, traduzindo-se em uma elevação nominal de R$ 0,02 sobre o valor do fechamento anterior, que havia sido de R$ 0,39. No decorrer do pregão diário, os papéis operaram entre a mínima de R$ 0,38 e a máxima de R$ 0,41. A quantidade total de ações movimentadas pelo mercado atingiu o expressivo patamar de 13.091.500 títulos negociados. Avaliando os extremos registrados ao longo das últimas 52 semanas, o histórico indica que o ativo transitou entre a mínima de R$ 0,38 e o teto máximo de R$ 2,23. O volume financeiro total movimentado somou R$ 5.367.515,00, o que conferiu à companhia a 3ª posição na listagem de mercado.

A Raízen S.A. é uma empresa de energia de referência global, nascida como uma joint venture entre a Cosan e a Shell, atuando de ponta a ponta na produção de açúcar, etanol, bioenergia e na distribuição de combustíveis sob a marca Shell. A última notícia relacionada a essa empresa reporta que a Raízen expandiu suas operações internacionais de exportação de etanol de segunda geração (E2G), consolidando contratos de longo prazo com o mercado europeu de aviação sustentável.

4º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 6,22 ↑ 4,89%

Descrição: A Marcopolo S.A. obteve um resultado robusto na última sessão de mercado, fechando suas ações cotadas a R$ 6,22. Essa marca representou uma valorização de 4,89%, com um ganho de R$ 0,29 em relação ao valor de fechamento anterior de R$ 5,93. A atividade de negociação situou a mínima diária do papel em R$ 5,98, enquanto a máxima do dia alcançou exatamente o patamar do fechamento, em R$ 6,22. O volume operacional foi bastante aquecido, somando 6.276.000 ações movimentadas. Ao analisar o comportamento técnico do ativo na janela das últimas 52 semanas, os dados apontam uma cotação mínima de R$ 5,39 e uma máxima de R$ 7,95. O volume total financeiro negociado no pregão atingiu R$ 39.036.720,00, consolidando a empresa na 4ª posição do ranking geral de liquidez do relatório.

A Marcopolo S.A. é uma multinacional brasileira líder na fabricação de carrocerias de ônibus, com forte atuação no mercado interno e exportações para mais de cem países, além de possuir plantas industriais em diversos continentes. A última notícia relacionada a essa empresa informa que a Marcopolo garantiu um novo lote expressivo de encomendas para a renovação de frotas de transporte urbano eletrificado, impulsionando a sua carteira de pedidos (backlog) para os próximos trimestres.

5º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,56 ↑ 4,49%

Descrição: A Cogna Educação S.A. registrou um pregão de recuperação e encerrou suas operações diárias cotada a R$ 2,56. O ativo obteve uma variação positiva de 4,49%, o que significou um acréscimo de R$ 0,11 sobre o preço de fechamento anterior, estabelecido em R$ 2,45. Durante o dia, a cotação mínima registrada foi de R$ 2,47, enquanto a máxima do dia tocou exatamente o preço final de R$ 2,56. O volume de ações transacionadas foi de grande relevância, totalizando 12.032.400 papéis trocando de mãos na bolsa. No monitoramento dos extremos das últimas 52 semanas, a empresa registrou a cotação mínima de R$ 2,17 e a máxima de R$ 4,73. O volume financeiro total movimentado somou R$ 30.802.944,00, posicionando o ativo no 5º lugar do ranking.

A Cogna Educação S.A. é uma das maiores organizações educacionais privadas do mundo, operando de forma diversificada no ensino superior, na educação básica e no desenvolvimento de plataformas de tecnologia educacional e sistemas de ensino. A última notícia relacionada a essa empresa menciona que o grupo obteve uma melhora significativa em seus indicadores de eficiência operacional no ensino digital, reduzindo os custos de captação de alunos e gerando um impacto positivo em suas projeções de Ebitda.

6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 14,68 ↑ 4,41%

Descrição: A Automob Participações S.A. encerrou a última sessão com valorização no mercado secundário da bolsa, atingindo o preço de fechamento de R$ 14,68. O movimento consolidou uma alta de 4,41%, representando um acréscimo nominal de R$ 0,62 perante o fechamento anterior, que havia sido de R$ 14,06. A oscilação do preço ao longo do dia fixou a mínima em R$ 13,95 e a máxima na casa dos R$ 14,78. Apesar do desempenho percentual forte, a quantidade total de ações negociadas somou um volume moderado de 30.500 papéis. No intervalo correspondente às últimas 52 semanas, o ativo demonstrou uma cotação mínima de R$ 10,00 e uma máxima de R$ 15,76. O volume financeiro total negociado na sessão atingiu R$ 447.740,00, conferindo à empresa a 6ª posição no ranking do relatório.

A Automob Participações S.A. é uma companhia que atua de forma consolidada no setor automobilístico brasileiro, com foco na gestão, participação e consolidação de redes de concessionárias de veículos de diversas marcas, além de serviços associados. A última notícia relacionada a essa empresa revela que o grupo concluiu a integração de novas lojas recém-adquiridas em sua rede de distribuição regional, gerando ganhos imediatos de sinergia logística e ampliando sua fatia de mercado no segmento de seminovos.

7º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 10,53 ↑ 4,26%

Descrição: A Natura Cosméticos S.A. apresentou uma sessão de valorização expressiva em seu preço de fechamento, finalizando o pregão cotada a R$ 10,53. O ativo registrou um avanço percentual de 4,26%, traduzindo-se em uma elevação de R$ 0,43 sobre o valor do fechamento anterior de R$ 10,10. No decorrer do dia de negócios, o papel flutuou entre a mínima de R$ 10,13 e a máxima de R$ 10,53, encerrando o pregão em seu teto diário. O volume total de ações negociadas atingiu o montante de 5.035.400 papéis. Avaliando a performance histórica da companhia no período das últimas 52 semanas, os dados apontam uma cotação mínima de R$ 7,13 e um teto máximo de R$ 11,30. O volume financeiro total movimentado pelo mercado somou R$ 53.022.762,00, alocando a empresa no 7º lugar do ranking geral.

A Natura Cosméticos S.A. é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos, higiene e beleza, amplamente reconhecida pelo seu modelo de venda direta por relações, forte apelo ecológico e foco no desenvolvimento sustentável de produtos. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que o grupo registrou forte crescimento nas vendas digitais integradas e na expansão de suas lojas físicas franqueadas na América Latina, compensando os impactos de reestruturações societárias anteriores.

8º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 6,27 ↑ 3,98%

Descrição: A MRV Engenharia e Participações S.A. encerrou as negociações do mercado cotada a R$ 6,27. O resultado final apontou para uma valorização de 3,98%, traduzida em um ganho nominal de R$ 0,24 perante o fechamento anterior, estabelecido em R$ 6,03. Ao longo do pregão diário, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,09 e a máxima de R$ 6,30. O volume total de ações negociadas somou a marca de 4.681.700 papéis. Na análise técnica das últimas 52 semanas, os registros de mercado apontam que a cotação mínima da construtora foi de R$ 5,04, ao passo que a máxima atingiu R$ 10,53. O volume financeiro negociado no pregão alcançou expressivos R$ 29.354.259,00, garantindo a 8ª colocação na classificação geral de desempenho financeiro do período.

A MRV é a maior construtora e incorporadora da América Latina no segmento de imóveis residenciais voltados para a baixa renda, sendo amplamente impulsionada por programas habitacionais federais, como o Minha Casa Minha Vida. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a MRV registrou uma aceleração no ritmo de repasse de unidades financiadas junto aos bancos, reduzindo a necessidade de queima de caixa e melhorando a liquidez corporativa para os novos projetos programados.

9º – B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 17,32 ↑ 3,96%

Descrição: A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão fechou a sessão do pregão cotada a R$ 17,32, apresentando um ganho percentual de 3,96%, o que representou uma variação nominal de R$ 0,66 acima do valor do fechamento anterior registrado em R$ 16,66. Os negócios do dia estabeleceram a cotação mínima do ativo em R$ 16,78 e a máxima em R$ 17,43. O volume total de ações movimentadas na bolsa atingiu o expressivo montante de 16.994.700 papéis. O acompanhamento do comportamento histórico ao longo das últimas 52 semanas evidenciou que a companhia teve sua cotação mínima em R$ 11,67 e seu preço teto máximo estabelecido em R$ 20,33. O volume total financeiro movimentado na sessão somou impressionantes R$ 294.348,204,00, alocando o ativo na 9ª posição do ranking de liquidez global.

A B3 S.A. é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, atuando de forma monopolista na operação de sistemas de negociação, compensação, liquidação, depósito e registro para todas as principais classes de ativos financeiros no Brasil. A última notícia relacionada a essa empresa relata que a B3 registrou um aumento expressivo no volume médio diário de negociação (ADTV) no segmento de ações e derivativos, impulsionada pelo forte fluxo de capital estrangeiro no mercado local durante o trimestre.

10º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. (VAMO3) | R$ 3,37 ↑ 3,69%

Descrição: A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. encerrou a sessão cotada a R$ 3,37, registrando um avanço percentual de 3,69%. Em valores absolutos, esse crescimento significou uma alta de R$ 0,12 em comparação com o fechamento anterior de R$ 3,25. Durante o dia de negociação, o ativo anotou a mínima de R$ 3,29 e atingiu a máxima de R$ 3,39. O volume de ações transacionadas contabilizou a expressiva quantidade de 12.968.200 papéis. Olhando para a janela das últimas 52 semanas, a empresa do setor de logística registrou sua cotação mínima em R$ 2,74 e a máxima histórica no período em R$ 4,92. O volume financeiro total negociado na bolsa alcançou a robusta marca de R$ 43.702.834,00, fechando o relatório na 10ª posição geral.

A Vamos é uma empresa líder nacional no segmento de locação de caminhões, máquinas e equipamentos pesados, pertencente ao grupo Simpar, com forte exposição aos setores do agronegócio, infraestrutura e logística. A última notícia relacionada a essa empresa revela que a Vamos concluiu uma nova captação via emissão de debêntures com taxas competitivas, recursos que serão destinados à renovação de sua frota contratada e à expansão de suas redes de concessionárias exclusivas no país.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PRIO3 R$ 64,31 -5,98%
2 USIM5 R$ 9,97 -3,67%
3 PETR3 R$ 48,69 -2,91%
4 PETR4 R$ 43,40 -2,43%
5 MBRF3 R$ 16,24 -2,17%
6 SMTO3 R$ 17,31 -1,65%
7 VBBR3 R$ 32,28 -1,44%
8 UGPA3 R$ 28,44 -0,91%
9 GOAU4 R$ 10,34 -0,77%
10 SUZB3 R$ 41,41 -0,70%

1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 64,31 ↓ -5,98%

Descrição: A PRIO S.A. liderou as movimentações do pregão registrando uma forte retração de 5,98% em suas ações ordinárias, que encerraram precificadas a R$ 64,31. Essa queda representou um recuo nominal de R$ 4,09 em relação ao fechamento anterior, estabelecido em R$ 68,40. No decorrer do dia, os papéis da petrolífera oscilaram entre a mínima de R$ 64,00 e a máxima de R$ 67,25. O volume de ações transacionadas foi muito expressivo, totalizando 8.133.300 papéis negociados na bolsa. Ao analisar o comportamento histórico do ativo no intervalo das últimas 52 semanas, os dados apontam uma cotação mínima de R$ 34,18 e um teto máximo de R$ 72,98. O volume financeiro total movimentado na sessão somou impressionantes R$ 523.052.523,00, alocando a empresa na 1ª posição do ranking geral de liquidez da amostragem.

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de produção de petróleo e gás do Brasil, sendo pioneira na recuperação e aumento da eficiência operacional de campos maduros já em produção, principalmente localizados na Bacia de Campos. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a companhia segue focada na campanha de perfuração e conexão de novos poços no Campo de Frade e no desenvolvimento do Campo de Wahoo, buscando expandir de forma consistente sua capacidade diária de extração de barris de óleo equivalente.

2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 9,97 ↓ -3,67%

Descrição: As ações da Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS fecharam em queda no último pregão, sendo cotadas a R$ 9,97 por papel. O ativo registrou uma variação negativa de 3,67%, o que significou uma redução absoluta de R$ 0,38 frente ao fechamento anterior, que estava fixado em R$ 10,35. Ao longo do dia de negócios, as ações preferenciais flutuaram entre a cotação mínima de R$ 9,91 e a máxima de R$ 10,44. O volume operacional registrou a movimentação de 9.533.100 papéis trocando de mãos no mercado secundário da bolsa. No histórico correspondente às últimas 52 semanas, a siderúrgica acumulou uma cotação mínima de R$ 3,90 e o teto máximo de R$ 10,48. O volume financeiro total negociado na sessão somou R$ 95.045.007,00, posicionando a empresa na 2ª colocação do ranking.

A Usiminas é uma das maiores e mais tradicionais empresas siderúrgicas do Brasil, com liderança destacada no mercado nacional de aços planos, fornecendo insumos essenciais para as indústrias automotiva, de bens de capital, eletrodomésticos e construção civil. A última notícia relacionada a essa empresa reporta que a companhia concluiu com sucesso a ampla reforma e reativação do Alto-Forno 3 de sua usina em Ipatinga (MG), otimizando sua eficiência térmica e estabilizando a produção de ferro-gusa.

3º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR3) | R$ 48,69 ↓ -2,91%

Descrição: As ações ordinárias da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) apresentaram desvalorização e encerraram a sessão de negócios cotadas a R$ 48,69. O papel registrou um recuo percentual de 2,91%, traduzindo-se em uma redução nominal de R$ 1,46 sobre o valor do fechamento anterior, que havia sido de R$ 50,15. No decorrer do pregão diário, os ativos operaram entre a cotação mínima de R$ 48,39 e a máxima de R$ 49,25. O volume de ações transacionadas na bolsa atingiu o expressivo patamar de 5.155.400 títulos negociados. Avaliando os extremos registrados ao longo das últimas 52 semanas, o histórico da estatal aponta que a mínima foi de R$ 28,98, enquanto o teto máximo alcançou R$ 55,46. O volume financeiro total movimentado somou R$ 251.016.426,00, conferindo à empresa a 3ª posição na listagem geral.

A Petrobras é uma empresa de energia integrada e de controle estatal, sendo líder nacional na exploração, refino e distribuição de petróleo e gás natural, amplamente reconhecida mundialmente por sua tecnologia de ponta na extração de petróleo em águas ultraprofundas (Pré-Sal). A última notícia relacionada a essa empresa destaca que o conselho de administração aprovou o avanço de novos projetos de investimento voltados à modernização e expansão da capacidade de refino de suas plantas, focando na produção de combustíveis de menor pegada de carbono.

4º – Petróleo Brasileiro S.A. (PETR4) | R$ 43,40 ↓ -2,43%

Descrição: As ações preferenciais da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) também fecharam a sessão em terreno negativo, sendo precificadas a R$ 43,40. Essa cotação representou uma variação negativa de 2,43%, equivalendo a uma queda absoluta de R$ 1,08 perante o preço de fechamento anterior, estabelecido em R$ 44,48. No ambiente intradia, os papéis flutuaram entre a mínima de R$ 42,97 e a máxima de R$ 43,82. A liquidez do ativo mostrou-se extremamente elevada, registrando um expressivo volume de ações de 26.420.000 papéis movimentados. Na série histórica ampla das últimas 52 semanas, o ativo demonstrou uma cotação mínima de R$ 27,00 e uma máxima de R$ 50,01. O volume financeiro total negociado no pregão somou a impressionante cifra de R$ 1.146.628.000,00, alocando o papel na 4ª posição de liquidez.

A Petrobras opera como uma das maiores companhias de capital aberto do país, possuindo forte peso na composição dos principais índices de ações e gerando expressivos fluxos de caixa por meio de suas atividades de escoamento e refino. A última notícia relacionada a essa empresa indica que a estatal manteve sua política de distribuição periódica de proventos, anunciando o pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) referentes aos resultados operacionais apurados em seu balanço financeiro mais recente.

5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 16,24 ↓ -2,17%

Descrição: A Marfrig Global Foods S.A. registrou perdas no encerramento da última rodada de negociações, com suas ações cotadas a R$ 16,24. O movimento consolidou uma queda de 2,17%, o que significou um decréscimo de R$ 0,36 sobre o preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 16,60. Durante o dia, a cotação mínima registrada foi de R$ 16,22, enquanto a máxima diária atingiu o valor de R$ 16,85. O volume de ações transacionadas somou 3.862.800 papéis trocando de mãos na bolsa de valores. No monitoramento dos extremos de médio prazo das últimas 52 semanas, a companhia registrou o preço mínimo de R$ 14,59 e a máxima estabelecida em R$ 26,83. O volume financeiro total movimentado somou R$ 62.731.872,00, posicionando o ativo no 5º lugar do ranking geral.

A Marfrig Global Foods S.A. é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, operando de forma destacada como líder global na produção de hambúrgueres e carne bovina, possuindo uma plataforma operacional diversificada com unidades produtivas nas Américas e forte exposição ao mercado externo. A última notícia relacionada a essa empresa menciona que a companhia avançou em sua estratégia de captura de sinergias operacionais com a BRF, empresa na qual detém participação relevante, otimizando canais de distribuição e suprimentos.

6º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 17,31 ↓ -1,65%

Descrição: As ações da São Martinho S.A. fecharam o pregão em queda, fixando o seu valor de encerramento em R$ 17,31. O ativo registrou uma variação negativa de 1,65% na sessão, o que representou uma perda nominal de R$ 0,29 por cota perante o fechamento anterior, que havia sido de R$ 17,60. Durante a jornada de negócios, a volatilidade estabeleceu a cotação mínima em R$ 17,30, enquanto a máxima diária atingiu o patamar de R$ 18,03. O volume total de ações negociadas alcançou a marca de 1.263.400 papéis movimentados. Ao estender o período de observação para a janela histórica das últimas 52 semanas, nota-se que a cotação mínima do fundo foi de R$ 12,91, ao passo que a máxima registrou R$ 21,70. O volume financeiro total negociado somou R$ 21.869.454,00, alocando a companhia no 6º lugar do ranking.

A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, atuando na moagem de cana-de-açúcar para a produção em larga escala de açúcar, etanol (combustível e industrial), além de cogeração de energia elétrica e derivados de levedura. A última notícia relacionada a essa empresa revela que o grupo registrou um aumento de produtividade agrícola em suas usinas paulistas, impulsionado por investimentos contínuos em tecnologia de manejo e expansão de sua capacidade de processamento de milho para etanol.

7º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 32,28 ↓ -1,44%

Descrição: A Vibra Energia S.A. encerrou o último pregão registrando um viés de baixa, finalizando o dia com suas ações cotadas a R$ 32,28. O ativo computou um recuo percentual de 1,44%, traduzindo-se em uma redução nominal de R$ 0,47 sobre o valor do fechamento anterior de R$ 32,75. No decorrer do dia de negócios, o papel flutuou entre a mínima de R$ 32,08 e a máxima de R$ 33,15. O volume total de ações negociadas atingiu o montante de 4.182.400 papéis movimentados no pregão. Avaliando a performance da companhia no período correspondente às últimas 52 semanas, os dados apontam uma cotação mínima de R$ 17,27 e um teto máximo de R$ 34,20. O volume financeiro total movimentado pelo mercado somou R$ 135.007.872,00, alocando a empresa no 7º lugar do ranking de liquidez.

A Vibra Energia S.A., antiga Petrobras Distribuidora, é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil em volume de vendas, operando uma vasta rede de postos de serviços sob a marca Petrobras e atuando como uma grande plataforma de soluções focadas em transição energética. A última notícia relacionada a essa empresa aponta que a Vibra firmou uma nova parceria corporativa de longo prazo para fornecimento de energia renovável no mercado livre, ampliando sua carteira de clientes corporativos (B2B).

8º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 28,44 ↓ -0,91%

Descrição: A Ultrapar Participações S.A. encerrou as negociações do mercado secundário em leve queda, cotada a R$ 28,44. O resultado final apontou para uma variação negativa de 0,91%, traduzida em uma perda de R$ 0,26 por papel perante o fechamento anterior, estabelecido em R$ 28,70. Ao longo do pregão diário, o ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 28,17 e a máxima de R$ 28,99. O volume total de ações negociadas somou a marca de 2.948.600 papéis. Na análise das últimas 52 semanas, os registros de mercado apontam que a cotação mínima das ações da holding foi de R$ 14,62, ao passo que a máxima atingiu o valor de R$ 30,81. O volume financeiro negociado no pregão alcançou R$ 83.858.184,00, garantindo a 8ª colocação na classificação geral de desempenho do relatório.

A Ultrapar é uma das maiores holdings corporativas do Brasil, atuando de forma diversificada nos setores de distribuição de combustíveis por meio da rede Ipiranga, armazenamento de granéis líquidos com a Ultracargo e distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP) através da Ultragaz. A última notícia relacionada a essa empresa indica que o grupo reportou uma sólida expansão em suas margens de distribuição no último balanço, beneficiada por melhorias na eficiência operacional e por uma gestão rigorosa de seus custos logísticos.

9º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 10,34 ↓ -0,77%

Descrição: A Metalúrgica Gerdau S.A. fechou a sessão do pregão registrando um ajuste negativo estável de 0,77%, apresentando o preço de encerramento de R$ 10,34 por cota. O movimento determinou uma variação nominal de R$ 0,08 abaixo do valor do fechamento anterior, registrado em R$ 10,42. Os negócios do dia estabeleceram a cotação mínima do ativo em R$ 10,28 e a máxima fixada em R$ 10,55. O volume total de ações movimentadas na bolsa de valores atingiu o montante de 4.803.700 papéis transacionados. O acompanhamento do comportamento histórico ao longo das últimas 52 semanas evidenciou que a companhia holding teve sua cotação mínima em R$ 5,98 e seu preço teto máximo estabelecido em R$ 10,55. O volume total financeiro movimentado na sessão somou R$ 49.670.258,00, alocando o ativo na 9ª posição do ranking.

A Metalúrgica Gerdau S.A. é a companhia holding que detém o controle acionário da Gerdau S.A., uma das principais fornecedoras mundiais de aços longos e aços especiais, possuindo operações industriais espalhadas pelas Américas e forte atuação na reciclagem de sucata metálica. A última notícia relacionada a essa empresa relata que o grupo manteve seu foco no atendimento da demanda resiliente da infraestrutura norte-americana, compensando os impactos do avanço das importações de aço importado no mercado doméstico brasileiro.

10º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 41,41 ↓ -0,70%

Descrição: A Suzano S.A. encerrou a última sessão de negócios cotada a R$ 41,41 por papel, registrando uma variação negativa marginal de 0,70%. Em valores absolutos, esse ajuste significou um recuo de R$ 0,29 em comparação com o fechamento anterior de R$ 41,70. Durante o dia de negociação na bolsa, o ativo anotou a cotação mínima de R$ 41,38 e atingiu a máxima diária de R$ 42,10. O volume de ações transacionadas contabilizou a quantidade de 2.682.900 papéis. Olhando para a janela ampla das últimas 52 semanas, a gigante de celulose registrou sua cotação mínima em R$ 40,97 e a máxima histórica no período em R$ 59,64. O volume financeiro total negociado alcançou a expressiva marca de R$ 111.098.889,00, fechando o relatório na 10ª posição geral de desempenho financeiro.

A Suzano S.A. é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, atuando de forma integrada na gestão de florestas plantadas e exportando seus produtos para mais de cem países globais. A última notícia relacionada a essa empresa revela que a companhia concluiu e iniciou as operações operacionais da nova fábrica do Projeto Cerrado, localizada no Mato Grosso do Sul, ampliando significativamente sua capacidade de produção estrutural de celulose a um custo de caixa altamente competitivo.

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