As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | COGN3 | R$ 4,58 | 3,85% |
| 2 | RAIZ4 | R$ 0,84 | 3,70% |
| 3 | NATU3 | R$ 8,47 | 2,92% |
| 4 | CVCB3 | R$ 2,49 | 2,89% |
| 5 | WEGE3 | R$ 51,26 | 2,79% |
| 6 | YDUQ3 | R$ 13,93 | 2,58% |
| 7 | ASAI3 | R$ 8,25 | 2,48% |
| 8 | BPAC11 | R$ 60,47 | 2,34% |
| 9 | RENT3 | R$ 45,74 | 2,21% |
| 10 | MRVE3 | R$ 8,11 | 2,14% |
1º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 4,58 ↑ 3,85%
Descrição: A Cogna Educação liderou o ranking de valorização entre os ativos selecionados, encerrando o dia cotada a R$ 4,58. O papel demonstrou uma força compradora expressiva, operando com uma variação positiva de R$ 0,17 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,41. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 4,34 e a máxima de R$ 4,60, atingindo, inclusive, o seu topo histórico das últimas 52 semanas neste patamar máximo. O volume de negociação foi robusto, com 44.734.700 ações trocando de mãos, o que resultou em um volume financeiro de R$ 204.884.926,00. Este movimento consolida uma recuperação importante para o ativo, que chegou a valer R$ 1,10 no seu ponto mais baixo do último ano. A empresa é a maior holding do setor educacional no Brasil, atuando desde a educação básica até o ensino superior e pós-graduação, com marcas como Kroton e Saber. Recentemente, a companhia tem focado na reestruturação de sua dívida e na expansão do ensino digital (EAD) para melhorar as margens operacionais.
2º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,84 ↑ 3,70%
Descrição: A Raízen apresentou uma performance sólida, posicionando-se no segundo lugar do ranking com uma alta de 3,70%. O preço atual de R$ 0,84 reflete um acréscimo de R$ 0,03 sobre o valor anterior de R$ 0,81. O ativo operou em uma faixa estreita de volatilidade no dia, com mínima de R$ 0,81 e máxima de R$ 0,84, indicando que encerrou o pregão no pico de sua valorização intradiária. O volume de ações negociadas foi de 15.951.800, totalizando um giro financeiro de R$ 13.399.512,00. Apesar da alta percentual relevante, vale notar que o papel ainda transita em patamares próximos à sua mínima de 52 semanas (R$ 0,79) e distante da máxima anual de R$ 2,23. A Raízen é uma joint venture entre a Cosan e a Shell, sendo referência global em bioenergia e uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. Uma notícia relevante para a companhia é o seu investimento contínuo em plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), visando a descarbonização da matriz energética global.
3º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,47 ↑ 2,92%
Descrição: A Natura Cosméticos registrou uma valorização de 2,92%, com o preço da ação saltando de R$ 8,23 para R$ 8,47, um incremento nominal de R$ 0,24. O desempenho do dia mostrou uma movimentação consistente, com o ativo atingindo a mínima de R$ 8,16 e a máxima de R$ 8,53. O volume de ações movimentadas foi de 14.165.300, gerando um volume financeiro substancial de R$ 119.980.091,00. O papel encontra-se em uma zona intermediária de preço, considerando seu histórico anual que varia entre R$ 7,13 e R$ 14,34. A Natura &Co é uma multinacional brasileira do setor de higiene e cosméticos, reconhecida mundialmente por suas práticas de sustentabilidade e modelo de venda direta. Recentemente, a empresa concluiu a venda de ativos internacionais (como a Aesop e a The Body Shop) para simplificar sua estrutura corporativa e focar na integração da marca Natura e Avon na América Latina, buscando maior eficiência e redução da alavancagem financeira.
4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,49 ↑ 2,89%
Descrição: As ações da CVC Brasil avançaram 2,89% no pregão, fechando a R$ 2,49 contra o fechamento anterior de R$ 2,42. O papel teve uma variação de R$ 0,07 no dia, com oscilação entre a mínima de R$ 2,35 e a máxima de R$ 2,53. A liquidez do ativo foi alta, com 28.159.900 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 70.118.151,00. No contexto de 52 semanas, a CVCB3 ainda busca recuperar fôlego, estando abaixo da máxima de R$ 2,79, mas bem acima da mínima de R$ 1,64. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, oferecendo serviços de passagens, hospedagens e pacotes de viagens. A empresa tem passado por um processo de renegociação de dívidas e fortalecimento de governança após aumentos de capital. Uma notícia de destaque para o setor é o otimismo com a demanda por viagens domésticas, que tem impulsionado as reservas para as temporadas de férias, auxiliando na recuperação gradual das margens da companhia.
5º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 51,26 ↑ 2,79%
Descrição: A WEG, gigante do setor de bens de capital, teve uma valorização de 2,79%, encerrando o dia a R$ 51,26. O aumento de R$ 1,39 por ação reflete a confiança dos investidores no papel, que partiu de um fechamento anterior de R$ 49,87. O ativo demonstrou volatilidade controlada, com mínima de R$ 50,00 e máxima de R$ 51,75. O volume financeiro foi um dos maiores do grupo analisado, atingindo impressionantes R$ 646.793.554,00, com 12.617.900 ações negociadas. A WEG aproxima-se de sua máxima anual de R$ 53,78, evidenciando seu caráter defensivo e de crescimento resiliente. A empresa é uma das maiores fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos do mundo, produzindo motores, geradores e transformadores. Recentemente, a WEG anunciou a aquisição da unidade de motores industriais e geradores da Marathon nos EUA, o que fortalece sua presença global e amplia seu portfólio em soluções de energia renovável e eficiência industrial.
6º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 13,93 ↑ 2,58%
Descrição: A YDUQS acompanhou o otimismo do setor de educação, registrando alta de 2,58%. O preço de fechamento foi de R$ 13,93, superando os R$ 13,58 do pregão anterior (variação de R$ 0,35). Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 13,30 e a máxima de R$ 13,97. Embora o volume de ações tenha sido o menor da lista (3.669.300), o giro financeiro de R$ 51.113.349,00 mostra uma negociação qualificada. O ativo ainda possui margem para alcançar sua máxima de 52 semanas de R$ 16,99. A YDUQS é uma das maiores organizações educacionais do Brasil, detentora de marcas como Estácio e Ibmec. A companhia tem reportado bons resultados em sua vertical de Medicina (IDOMED), que se tornou um pilar estratégico para a rentabilidade do grupo. Uma notícia relevante envolve o aumento das matrículas no ensino presencial e a expansão de parcerias corporativas para oferta de cursos técnicos e de especialização.
7º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,25 ↑ 2,48%
Descrição: O Assaí Atacadista (Sendas Distribuidora) encerrou o dia com valorização de 2,48%, atingindo a cotação de R$ 8,25. O ativo subiu R$ 0,20 frente ao fechamento de R$ 8,05. A oscilação diária variou entre a mínima de R$ 7,93 e a máxima de R$ 8,28. O volume de negociação foi expressivo, com 17.837.700 ações e um volume financeiro total de R$ 147.161.025,00. O papel ainda se encontra distante da máxima anual de R$ 11,88, indicando potencial de recuperação. A empresa é líder no segmento de “cash & carry” (atacarejo) no Brasil, atendendo tanto consumidores finais quanto pequenos comerciantes. O foco recente da gestão tem sido a conversão das antigas lojas Extra Hiper em unidades Assaí, processo que já demonstra maturação e contribuição positiva para a receita líquida. No noticiário econômico, o Assaí tem sido monitorado de perto devido às discussões sobre o impacto da inflação de alimentos no consumo das famílias brasileiras.
8º – BCO BTG PACTUAL UNT (BPAC11) | R$ 60,47 ↑ 2,34%
Descrição: As units do BTG Pactual apresentaram uma alta de 2,34%, fechando o pregão a R$ 60,47. Houve um aumento de R$ 1,38 em relação ao fechamento de R$ 59,09. O ativo mostrou grande força ao atingir a máxima de R$ 60,63, que curiosamente é também o teto do período de 52 semanas, sinalizando que o banco opera em suas máximas históricas recentes. A mínima do dia foi de R$ 58,89. O volume negociado foi de R$ 579.629.138,00, com 9.585.400 units movimentadas. O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina, com forte atuação em Wealth Management e Corporate Lending. Recentemente, o banco anunciou resultados recordes no último trimestre, impulsionados pela diversificação de suas receitas e crescimento na captação de recursos de terceiros. A aquisição da corretora digital Órama foi uma das notícias mais comentadas, reforçando sua estratégia de expansão no varejo de alta renda.
9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 45,74 ↑ 2,21%
Descrição: A Localiza registrou valorização de 2,21%, com o preço da ação passando de R$ 44,75 para R$ 45,74, um acréscimo de R$ 0,99. Durante o dia, o papel tocou a mínima de R$ 44,24 e a máxima de R$ 45,89. O volume financeiro negociado foi substancial, somando R$ 329.648.180,00, com 7.207.000 ações circulando no mercado. O ativo ainda está abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 47,43. A Localiza é a líder de mercado na América Latina no setor de aluguel de carros e gestão de frotas, tendo consolidado sua posição após a fusão com a Unidas. A companhia tem enfrentado desafios com a depreciação acelerada de seminovos, mas mantém uma operação eficiente e escala incomparável. Uma notícia de peso para a empresa é o investimento na renovação de frota com veículos elétricos e híbridos, acompanhando a tendência global de mobilidade sustentável e redução de emissões.
10º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 8,11 ↑ 2,14%
Descrição: Fechando a lista, a MRV Engenharia apresentou alta de 2,14%, finalizando o dia cotada a R$ 8,11. O papel subiu R$ 0,17 em relação ao fechamento anterior de R$ 7,94. A mínima registrada foi de R$ 7,77 e a máxima de R$ 8,15. O volume de negociação contou com 7.769.100 ações, totalizando R$ 63.007.401,00 em volume financeiro. No histórico de um ano, a ação variou entre R$ 4,43 e R$ 9,50. A MRV é a maior construtora do Brasil focada no segmento de baixa renda, sendo a principal parceira do programa “Minha Casa, Minha Vida”. A empresa tem buscado equilibrar sua estrutura de capital e melhorar o fluxo de caixa operacional. Recentemente, a notícia de maior relevância para o ativo foi a revisão das metas do governo para o financiamento habitacional, o que pode ampliar o “funding” disponível para os empreendimentos da companhia e acelerar as vendas no curto prazo.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MBRF3 | R$ 19,86 | -2,98% |
| 2 | CMIG4 | R$ 11,43 | -2,39% |
| 3 | ENEV3 | R$ 21,96 | -2,36% |
| 4 | VALE3 | R$ 83,11 | -2,25% |
| 5 | GGBR4 | R$ 22,74 | -2,19% |
| 6 | USIM5 | R$ 6,39 | -1,99% |
| 7 | CSNA3 | R$ 9,94 | -1,97% |
| 8 | SMTO3 | R$ 15,75 | -1,87% |
| 9 | EMBJ3 | R$ 102,04 | -1,85% |
| 10 | BRAP4 | R$ 23,55 | -1,79% |
1º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,86 ↓2,98%
Descrição: A Marfrig (MBRF3) lidera as baixas do ranking nesta sessão, apresentando uma desvalorização de 2,98%, o que representa uma queda nominal de R$ 0,61 em relação ao fechamento anterior de R$ 20,47. Durante o pregão, o ativo registrou uma oscilação entre a mínima de R$ 19,81 e a máxima de R$ 20,75. O volume de ações negociadas atingiu 7.390.800 unidades, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 146.781.288,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o papel ainda transita em um patamar superior à sua mínima anual de R$ 11,97, embora esteja distante da máxima de R$ 26,83. A pressão vendedora no dia de hoje sugere um movimento de realização de lucros ou reação a indicadores setoriais específicos do mercado de proteínas. A liquidez do ativo permanece robusta, garantindo agilidade para os investidores institucionais e de varejo.
A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo, com forte presença global e controle majoritário da BRF. Recentemente, a empresa tem focado na redução de sua alavancagem financeira e na venda de ativos estratégicos para a Minerva, buscando otimizar sua estrutura de capital e focar em produtos de maior valor agregado.
2º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 11,43 ↓2,39%
Descrição: A CEMIG (CMIG4) ocupa a segunda posição em volume de queda, com recuo de 2,39%, fechando o dia cotada a R$ 11,43. O papel abriu o dia sob pressão, atingindo uma mínima de R$ 11,36 e não conseguindo superar a máxima de R$ 11,75, ficando abaixo do fechamento anterior de R$ 11,71. O volume de negociação foi intenso, com 15.679.100 ações trocando de mãos, totalizando um giro financeiro de R$ 179.212.113,00. No acumulado de 52 semanas, o ativo mostra resiliência, operando próximo à sua máxima do período (R$ 11,81) e bem acima da mínima de R$ 8,57. Essa retração pontual de R$ 0,28 por ação reflete a volatilidade do setor elétrico diante das incertezas macroeconômicas e ajustes técnicos no índice. A manutenção do volume elevado indica que o papel segue no radar de grandes fundos.
A CEMIG é uma holding brasileira que atua nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, além da distribuição de gás natural. Uma notícia recente de grande impacto para a estatal mineira envolve as discussões sobre a sua possível federalização ou privatização, projeto que continua em debate entre o governo do estado de Minas Gerais e o governo federal.
3º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,96 ↓2,36%
Descrição: As ações da Eneva (ENEV3) registraram uma queda de 2,36% no pregão, encerrando a jornada em R$ 21,96. A variação negativa foi de R$ 0,53 por ativo, partindo de um fechamento anterior de R$ 22,49. O papel demonstrou volatilidade moderada, com mínima de R$ 21,84 e máxima de R$ 22,54. O engajamento do mercado foi notável, movimentando 11.494.400 ações e gerando um volume financeiro de R$ 252.417.024,00. É importante destacar que o valor de fechamento atual situa-se muito próximo da máxima das últimas 52 semanas, que é de R$ 22,79, evidenciando que o papel vem de uma trajetória de forte valorização recente, contrastando com a mínima anual de R$ 10,77. Este movimento de hoje pode ser interpretado como um ajuste técnico após o ativo testar resistências históricas importantes no gráfico de longo prazo.
A Eneva é uma empresa integrada de energia, pioneira no modelo “Reservoir-to-Wire” (R2W), que consiste na geração térmica a partir do gás natural produzido em seus próprios campos. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão de uma oferta pública de ações (follow-on) que levantou bilhões para financiar a aquisição de novos ativos e expansão de sua capacidade térmica.
4º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 83,11 ↓2,25%
Descrição: A gigante da mineração Vale (VALE3) apresentou um recuo de 2,25%, fechando a R$ 83,11. Com uma queda de R$ 1,91 em relação ao fechamento anterior de R$ 85,02, o papel movimentou o maior volume financeiro da lista: impressionantes R$ 2.641.111.135,00. Foram negociadas 31.778.500 ações, com o preço oscilando entre a mínima de R$ 82,18 e a máxima de R$ 86,14. Vale notar que a máxima do dia coincidiu com a máxima das últimas 52 semanas (R$ 86,14), indicando que houve uma forte rejeição de preço após atingir o topo anual, resultando na queda subsequente. O suporte de 52 semanas está fixado em R$ 44,77, mostrando que, apesar da queda diária, a empresa mantém uma valorização expressiva no horizonte de um ano, sustentada pelos preços das commodities e demanda externa.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder global na produção de minério de ferro e níquel. Recentemente, o foco do mercado sobre a companhia tem sido a sucessão do seu CEO e as negociações finais para o acordo de reparação relacionado ao rompimento da barragem de Mariana, além das oscilações do preço do minério na China.
5º – GERDAU S.A. (GGBR4) | R$ 22,74 ↓2,19%
Descrição: A Gerdau (GGBR4) acompanhou o movimento de baixa do setor metalúrgico, recuando 2,19% e encerrando o dia a R$ 22,74. A redução nominal foi de R$ 0,51 frente ao fechamento de R$ 23,25 no dia anterior. Durante as negociações, o ativo tocou a mínima de R$ 22,59 e a máxima de R$ 23,29. O volume operacional foi de 12.072.400 ações, totalizando R$ 274.526.376,00 em negócios. O papel opera atualmente em um patamar próximo à sua máxima de 52 semanas (R$ 23,70), demonstrando que a tendência de médio prazo ainda é positiva, considerando a mínima anual de R$ 13,33. O recuo de hoje reflete possivelmente uma cautela dos investidores quanto ao consumo de aço e cenário de infraestrutura, além da correlação com o índice IBOVESPA, que pesou sobre os ativos cíclicos.
A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Uma notícia relevante para a empresa foi a sua decisão estratégica de otimizar operações na América Latina, incluindo a venda de participações em unidades em países vizinhos para focar em mercados de maior rentabilidade, como os EUA e Brasil.
6º – USIMINAS (USIM5) | R$ 6,39 ↓1,99%
Descrição: A Usiminas (USIM5) apresentou uma queda de 1,99% nesta sessão, com suas ações encerrando cotadas a R$ 6,39. O decréscimo foi de R$ 0,13 em relação ao valor de fechamento anterior, que era de R$ 6,52. O ativo teve uma variação intradiária entre R$ 6,33 e R$ 6,58, com um volume de 14.353.500 ações negociadas. O volume financeiro totalizou R$ 91.718.865,00. No contexto de um ano, o papel flutua entre a mínima de R$ 3,90 e a máxima de R$ 6,83. O fechamento atual indica que a ação está testando níveis de resistência próximos ao seu topo anual, o que justifica a pressão vendedora observada hoje. A liquidez do papel permanece saudável, sendo um dos ativos de siderurgia mais buscados por investidores que buscam exposição ao mercado interno brasileiro de automóveis e construção civil.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e possui um complexo industrial que abrange mineração e transformação de aço. Recentemente, a empresa concluiu a reforma do Alto-Forno 3 em sua usina de Ipatinga, um investimento bilionário que visa aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais no longo prazo.
7º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 9,94 ↓1,97%
Descrição: As ações ordinárias da CSN (CSNA3) registraram recuo de 1,97%, fechando o pregão abaixo da barreira psicológica dos dez reais, a R$ 9,94. A variação negativa foi de R$ 0,20 comparado ao fechamento anterior de R$ 10,14. O ativo registrou mínima de R$ 9,91 e máxima de R$ 10,48 ao longo do dia. Foram transacionadas 12.544.100 ações, gerando um giro financeiro de R$ 124.688.354,00. Analisando o intervalo de 52 semanas, a CSNA3 apresenta uma máxima de R$ 10,78 e mínima de R$ 6,72. O comportamento do preço hoje sugere uma correlação direta com as quedas do minério de ferro e do setor de siderurgia como um todo. O volume de negócios reforça que, apesar da queda, o interesse pelo ativo continua elevado, especialmente em patamares de preço próximos aos R$ 10,00.
A CSN é um grupo siderúrgico integrado com atuação em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. A notícia mais recente sobre o grupo envolve os planos de IPO (oferta pública inicial) de sua unidade de cimentos e os esforços contínuos para reduzir o endividamento consolidado da holding, fator que tem sido monitorado de perto pelas agências de classificação de risco.
8º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,75 ↓1,87%
Descrição: A São Martinho (SMTO3), relevante player do setor sucroenergético, apresentou desvalorização de 1,87%, com o preço da ação fechando a R$ 15,75. Isso representa uma queda de R$ 0,30 em relação ao fechamento de R$ 16,05. O papel oscilou entre a mínima de R$ 15,66 e a máxima de R$ 16,25 durante o dia. O volume negociado foi de 2.916.000 ações, totalizando R$ 45.927.000,00. Comparativamente às últimas 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar de preço intermediário, distante tanto da mínima de R$ 12,91 quanto da máxima de R$ 22,97. A retração de hoje pode estar vinculada a ajustes nas expectativas sobre os preços do açúcar e do etanol no mercado internacional, bem como a projeções de moagem para a safra atual que influenciam o sentimento dos investidores.
A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, processando cana-de-açúcar para a produção de açúcar, etanol e energia elétrica. Recentemente, a empresa reportou resultados sólidos impulsionados pela eficiência operacional e anunciou novos investimentos em sua planta de etanol de milho, visando diversificar as fontes de matéria-prima e reduzir a sazonalidade da produção.
9º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 102,04 ↓1,85%
Descrição: A Embraer (EMBJ3) encerrou o pregão cotada a R$ 102,04, uma variação negativa de 1,85% ou R$ 1,92 por ação. O ativo abriu com viés de baixa e testou a mínima de R$ 101,50, enquanto a máxima do dia atingiu R$ 105,04. O fechamento anterior foi de R$ 103,96. Foram negociadas 3.367.000 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 343.568.680,00. É fundamental observar que a máxima do dia (R$ 105,04) representa exatamente o topo das últimas 52 semanas, sugerindo uma forte barreira técnica e uma resistência de preços neste patamar. Considerando que a mínima anual é de R$ 56,65, o ativo acumula ganhos expressivos no longo prazo, e a queda de hoje reflete uma natural realização após o papel atingir máximas históricas recentes, motivada por fatores técnicos e macroeconômicos globais.
A Embraer é uma empresa aeroespacial global, líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e com forte atuação em defesa e aviação executiva. Uma notícia recente que impulsionou o otimismo sobre a empresa foi o aumento na carteira de pedidos firmes (backlog) e as negociações avançadas para a venda de aeronaves cargueiras C-390 Millennium para diversos países da OTAN.
10º – Bradespar S.A. (BRAP4) | R$ 23,55 ↓1,79%
Descrição: A Bradespar (BRAP4) fecha a lista das dez maiores variações negativas, com queda de 1,79%, terminando o dia a R$ 23,55. O recuo foi de R$ 0,43 frente ao fechamento anterior de R$ 23,98. Durante o pregão, o ativo alcançou a mínima de R$ 23,37 e a máxima de R$ 24,28. O volume de ações foi de 6.157.500, gerando um montante financeiro de R$ 145.009.125,00. Assim como no caso da Vale e da Embraer, a máxima do dia (R$ 24,28) igualou a máxima das últimas 52 semanas, indicando que o mercado encontrou um teto de preço e iniciou um movimento de venda. Com mínima anual em R$ 13,28, o papel ainda mantém um desempenho sólido no acumulado de 12 meses. Como a Bradespar é uma holding de investimentos, sua performance está intrinsecamente ligada ao desempenho da Vale S.A.
A Bradespar é uma companhia de investimentos que detém uma participação relevante na Vale. Por ser uma holding com foco quase exclusivo na mineradora, sua principal notícia recente é a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio aos seus acionistas, além de acompanhar de perto as decisões estratégicas e de governança da Vale, que impactam diretamente seu valor patrimonial.