Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 27/01/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0,95 14,46%
2 YDUQ3 R$ 14,89 7,90%
3 CSNA3 R$ 10,68 7,23%
4 CYRE3 R$ 29,92 6,63%
5 ASAI3 R$ 8,74 6,20%
6 RENT3 R$ 47,75 4,51%
7 VAMO3 R$ 4,12 4,30%
8 AZZA3 R$ 26,81 4,12%
9 CMIN3 R$ 6,19 4,03%
10 CVCB3 R$ 2,61 3,98%

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,95 ↑ 14,46%

Descrição: A Raízen liderou as altas do dia com um salto expressivo de 14,46%, fechando cotada a R$ 0,95. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 0,83 e a máxima de R$ 0,96, demonstrando forte pressão compradora após o fechamento anterior de R$ 0,83. O volume de ações negociadas foi o maior do grupo analisado, atingindo 36.824.700 unidades, o que resultou em um volume financeiro de R$ 34.983.465,00. Apesar da valorização acentuada hoje, o papel ainda opera próximo da sua mínima de 52 semanas (R$ 0,79) e bem distante da máxima do mesmo período (R$ 2,23). A movimentação sugere uma forte recuperação técnica ou reação a fundamentos de curto prazo, atraindo traders de volatilidade.

A Raízen é uma joint venture entre Cosan e Shell, sendo referência global em bioenergia e uma das maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil sob a marca Shell. Recentemente, a empresa tem focado na expansão de suas plantas de Etanol de Segunda Geração (E2G), consolidando sua estratégia de transição energética. Uma notícia relevante sobre a companhia envolve o anúncio de investimentos contínuos na descarbonização, reafirmando sua posição como player central no setor de renováveis.


2º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 14,89 ↑ 7,90%

Descrição: As ações da YDUQS apresentaram uma valorização robusta de 7,90%, encerrando o dia em R$ 14,89. O papel abriu a sessão em patamares superiores ao fechamento anterior de R$ 13,80, atingindo uma máxima diária de R$ 15,29. Com um volume de 8.498.300 ações transacionadas, a movimentação financeira totalizou R$ 126.539.687,00. A cotação atual encontra-se em uma zona intermediária de preço, considerando o intervalo das últimas 52 semanas, que variou entre R$ 8,11 e R$ 16,99. O desempenho de hoje destaca o setor educacional como um dos protagonistas do dia, possivelmente impulsionado por expectativas macroeconômicas favoráveis ou fluxos institucionais específicos para o setor de consumo e serviços.

A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, operando instituições renomadas como Estácio e Ibmec, com forte presença tanto no ensino presencial quanto no digital. A companhia tem buscado otimizar suas margens operacionais através da expansão do curso de Medicina. Recentemente, o mercado repercutiu o anúncio da empresa sobre a recompra de ações, sinalizando confiança da diretoria no valor intrínseco do negócio frente ao preço de tela.


3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 10,68 ↑ 7,23%

Descrição: A CSN registrou uma alta significativa de 7,23%, com o preço da ação fixado em R$ 10,68 ao fim do pregão. A volatilidade do dia foi marcada por uma mínima de R$ 9,99 e uma máxima de R$ 10,69, praticamente encostando no topo da variação diária. Foram negociadas 14.428.200 ações, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 154.093.176,00. Comparando com o histórico anual, a ação está muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 10,78), o que indica um forte momentum de alta e possível rompimento de resistência. Este movimento reflete o otimismo do setor de commodities e siderurgia, que tem sido beneficiado por ajustes nos preços internacionais do aço e minério.

A Companhia Siderúrgica Nacional é um complexo siderúrgico integrado que atua em toda a cadeia produtiva do aço, além de ter operações relevantes em mineração, cimento e logística. É uma das maiores produtoras de aço bruto da América Latina. Uma notícia de grande impacto para a empresa foi a conclusão da venda de uma fatia da sua subsidiária CSN Mineração para a Itochu, visando reduzir a alavancagem financeira do grupo.


4º – Cyrela Brazil Realty S.A. (CYRE3) | R$ 29,92 ↑ 6,63%

Descrição: A Cyrela encerrou o dia com valorização de 6,63%, cotada a R$ 29,92, recuperando-se fortemente em relação ao fechamento anterior de R$ 28,06. O ativo demonstrou grande força ao atingir a máxima de R$ 30,02, valor que coincide exatamente com a sua máxima das últimas 52 semanas. Isso posiciona a empresa em um patamar histórico de preços no último ano. O volume financeiro movimentado foi de R$ 223.562.240,00, com 7.472.000 ações trocando de mãos. A mínima do dia ficou em R$ 28,34. O desempenho sugere que o setor de construção civil de alto padrão continua resiliente, atraindo investidores que buscam dividendos e crescimento estruturado.

A Cyrela é reconhecida como uma das incorporadoras e construtoras mais sólidas do Brasil, focando especialmente nos segmentos de médio e alto padrão. Com décadas de história, a empresa é sinônimo de qualidade construtiva e governança. Recentemente, a Cyrela divulgou dados operacionais positivos referentes ao último trimestre, destacando um forte volume de lançamentos e vendas líquidas, o que animou os analistas do setor imobiliário.


5º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,74 ↑ 6,20%

Descrição: As ações do Assaí (Sendas Distribuidora) avançaram 6,20% hoje, fechando a R$ 8,74. O movimento foi acompanhado por um volume financeiro robusto de R$ 183.806.570,00, resultante da negociação de 21.030.500 ativos. A oscilação diária ocorreu entre R$ 8,38 e R$ 8,81. Apesar do desempenho positivo no pregão atual, o papel ainda se encontra distante da sua máxima anual de R$ 11,88, embora tenha se afastado consideravelmente da mínima de R$ 6,03. O setor de atacarejo (cash & carry) segue sendo monitorado de perto por investidores devido à sua resiliência em cenários inflacionários, e a alta de hoje pode refletir uma correção após períodos de desvalorização.

A Sendas Distribuidora, operando sob a bandeira Assaí Atacadista, é uma das maiores redes de atacado de autosserviço do Brasil, atendendo desde pequenos empreendedores até consumidores finais. Após a cisão com o Grupo Pão de Açúcar, a empresa focou em uma agressiva estratégia de expansão orgânica. Uma notícia recente que impactou a companhia foi a conclusão da conversão de diversas lojas que pertenciam ao Extra Hiper, processo que deve impulsionar o faturamento nos próximos trimestres.


6º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 47,75 ↑ 4,51%

Descrição: A Localiza registrou uma alta de 4,51%, encerrando o dia com o preço de R$ 47,75. Este ativo foi o grande destaque em termos de liquidez financeira entre os listados, movimentando impressionantes R$ 503.958.275,00. Foram negociadas 10.554.100 ações, com o preço variando entre a mínima de R$ 46,40 e a máxima de R$ 48,06. É importante notar que a máxima do dia também representa a máxima das últimas 52 semanas, sinalizando que a empresa está em seu melhor momento de avaliação de mercado no último ano. O fechamento anterior foi de R$ 45,69, consolidando uma trajetória de valorização consistente para a líder do setor de aluguel de frotas.

A Localiza é a maior rede de aluguel de carros da América Latina, atuando também na gestão de frotas corporativas e venda de seminovos. A empresa consolidou sua liderança de mercado após a fusão com a Unidas. Uma notícia recente de destaque foi a divulgação de seus resultados trimestrais, que superaram as expectativas de lucro líquido, impulsionados pela eficiência na renovação da frota e pelo aumento das tarifas de locação.


7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,12 ↑ 4,30%

Descrição: A Vamos apresentou uma valorização de 4,30% no pregão, com suas ações fechando a R$ 4,12. O volume de negociação foi de 20.391.000 ações, totalizando um montante financeiro de R$ 84.010.920,00. Durante o dia, as cotações flutuaram entre R$ 4,04 e R$ 4,18. O papel ainda opera em um patamar consideravelmente baixo se comparado à sua máxima de 52 semanas (R$ 5,29), mas mostra sinais de recuperação em relação à mínima de R$ 2,75 registrada no período anual. O fechamento anterior havia sido de R$ 3,95, o que demonstra uma retomada de fôlego para a companhia que atua em um setor intensivo em capital.

A Vamos, pertencente ao Grupo Simpar, é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, oferecendo uma alternativa eficiente à compra direta de ativos para empresas de logística e agronegócio. A companhia tem focado na diversificação de seu portfólio. Recentemente, a Vamos anunciou a assinatura de novos contratos de longo prazo, o que garante previsibilidade de receita e reforça seu plano de crescimento sustentável para os próximos anos.


8º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 26,81 ↑ 4,12%

Descrição: As ações da Azzas 2154 subiram 4,12%, fechando o dia cotadas a R$ 26,81. A movimentação diária foi contida entre a mínima de R$ 26,26 e a máxima de R$ 27,05, com um volume de 2.693.100 ações negociadas, resultando em um giro financeiro de R$ 72.202.011,00. O valor de fechamento está bem acima da mínima anual de R$ 19,30, porém ainda distante da máxima de 52 semanas de R$ 41,49. O mercado parece estar reavaliando o papel após o ajuste sofrido nos meses anteriores, buscando um ponto de equilíbrio no setor de consumo discricionário e moda, que é sensível às variações de juros e poder de compra.

A Azzas 2154 é a nova denominação da companhia resultante da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, criando uma gigante do varejo de moda na América Latina. O grupo detém marcas icônicas como Arezzo, Schutz, Hering e Farm. A última grande notícia sobre a empresa envolve justamente a finalização das etapas de integração operacional entre as marcas, visando capturar sinergias logísticas e administrativas que podem chegar a centenas de milhões de reais.


9º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 6,19 ↑ 4,03%

Descrição: A CSN Mineração acompanhou o bom desempenho da sua controladora e subiu 4,03%, encerrando o dia em R$ 6,19. O ativo atingiu sua máxima de 52 semanas durante o pregão, ao bater R$ 6,20, o que reforça o excelente momento para os exportadores de minério de ferro. O volume negociado foi de 7.836.200 ações, totalizando R$ 48.506.078,00. A mínima do dia foi registrada em R$ 6,03, partindo de um fechamento anterior de R$ 5,95. A consistência da alta coloca o papel em uma tendência de valorização clara, sustentada pela demanda global e pela eficiência operacional da companhia em seus ativos de extração.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil e possui uma das menores estruturas de custo do mundo. A empresa é peça-chave na estratégia do grupo CSN para geração de caixa. Recentemente, a companhia anunciou o pagamento de dividendos intercalares vultosos, o que atraiu investidores focados em renda passiva e valorizou ainda mais as ações no curto prazo.


10º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 2,61 ↑ 3,98%

Descrição: Fechando a lista das 10 maiores movimentações, a CVCB3 registrou alta de 3,98%, com o preço da ação fixado em R$ 2,61. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,10 em relação ao fechamento anterior de R$ 2,51. O volume de ações foi bastante alto, com 24.471.500 unidades negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 63.870.615,00. A cotação flutuou entre R$ 2,50 e R$ 2,70. Embora a ação esteja operando acima da sua mínima anual de R$ 1,64, ela ainda enfrenta o desafio de se aproximar da máxima de R$ 2,79. O setor de turismo continua tentando se estabilizar em meio a custos operacionais elevados, mas o volume de hoje indica renovado interesse especulativo.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, oferecendo pacotes de viagens, passagens aéreas e reservas de hotéis através de uma vasta rede de franquias e canais digitais. A empresa passou por um intenso processo de reestruturação de dívida nos últimos anos. Uma notícia relevante para a CVC foi a recente atualização de seu plano estratégico, que foca na digitalização da jornada do cliente e na redução de despesas fixas para retomar a lucratividade.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ENEV3 R$ 21,39 -3,04%
2 AURE3 R$ 11,56 -1,95%
3 VIVA3 R$ 27,73 -1,74%
4 TOTS3 R$ 46,64 -1,23%
5 MBRF3 R$ 19,54 -1,01%
6 BEEF3 R$ 6,13 -0,97%
7 SUZB3 R$ 51,18 -0,95%
8 ABEV3 R$ 14,96 -0,60%
9 RDOR3 R$ 43,89 -0,45%
10 SMTO3 R$ 15,66 -0,45%

1º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 21,39 ↓3,04%

Descrição: A Eneva liderou as baixas entre os ativos analisados, encerrando o dia cotada a R$ 21,39. O papel apresentou uma variação nominal negativa de R$ 0,67 em relação ao fechamento anterior de R$ 22,06. Durante a sessão, a volatilidade foi expressiva, com a mínima atingindo R$ 21,20 e a máxima chegando a R$ 22,40. O volume de ações movimentadas foi o maior do grupo, totalizando 26.651.400 papéis, o que resultou em um volume financeiro robusto de R$ 570.073.446,00. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo demonstra uma trajetória de recuperação, considerando que sua mínima no período foi de R$ 10,77, aproximando-se agora de sua máxima anual de R$ 22,79. A empresa é uma das maiores operadoras integradas de energia do Brasil, atuando desde a exploração e produção de gás natural até a geração de energia elétrica. Recentemente, a Eneva esteve em foco no mercado após anunciar avanços na integração de ativos adquiridos e novas estratégias para otimização de sua bacia de gás no Parnaíba.

2º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,56 ↓1,95%

Descrição: As ações da Auren Energia fecharam o dia em R$ 11,56, registrando uma queda de 1,95%, o que equivale a uma redução de R$ 0,23 frente ao fechamento anterior de R$ 11,79. O ativo operou em um intervalo estreito, com mínima de R$ 11,52 e máxima de R$ 12,08. O volume de negociação registrou 5.929.900 ações, gerando um giro financeiro de R$ 68.549.644,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a AURE3 mantém-se em um patamar intermediário, com mínima de R$ 7,29 e máxima de R$ 12,99. A Auren é uma plataforma de energia renovável e comercialização, fruto da consolidação de ativos de energia da Votorantim S.A. e do CPP Investments. Uma notícia de grande impacto recente para a companhia foi a conclusão da aquisição da AES Brasil, movimento que a posicionou como uma das gigantes do setor de geração renovável no país.

3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 27,73 ↓1,74%

Descrição: A Vivara encerrou a sessão negociada a R$ 27,73, uma retração de R$ 0,49 ou 1,74% comparado ao fechamento anterior de R$ 28,22. O papel teve uma mínima diária de R$ 27,65 e máxima de R$ 28,89, demonstrando certa pressão vendedora ao longo do dia. O volume de ações foi de 4.657.200, movimentando financeiramente R$ 129.144.156,00. No horizonte de um ano, o papel flutuou entre R$ 15,44 e R$ 35,89. A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo as marcas Vivara e Life, com forte presença em shoppings e no e-commerce. No cenário corporativo, a empresa recentemente passou por mudanças em sua governança e diretoria executiva, buscando tranquilizar investidores após oscilações causadas por transições no comando da companhia.

4º – TOTVS S.A. (TOTS3) | R$ 46,64 ↓1,23%

Descrição: A gigante de tecnologia TOTVS registrou queda de 1,23%, fechando a R$ 46,64. O recuo nominal foi de R$ 0,58 em relação ao fechamento de R$ 47,22. A ação tocou a mínima de R$ 46,02 e a máxima de R$ 48,00 durante o pregão. Com um volume de 3.436.800 ações, a movimentação financeira totalizou R$ 160.292.352,00. Atualmente, o preço está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 48,22), bem distante da mínima de R$ 29,06. A TOTVS é líder absoluta no mercado de softwares de gestão (ERP) no Brasil, expandindo-se agressivamente para serviços financeiros (Techfin). Recentemente, a empresa reportou resultados sólidos, impulsionados pelo crescimento de sua receita recorrente e pela expansão de parcerias estratégicas no setor de inteligência artificial aplicada aos negócios.

5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 19,54 ↓1,01%

Descrição: As ações da Marfrig fecharam o dia cotadas a R$ 19,54, o que representa um declínio de 1,01% (R$ 0,20 abaixo do fechamento anterior de R$ 19,74). A mínima do dia foi de R$ 18,96 e a máxima de R$ 20,00. O volume de ações negociadas foi de 10.639.700, gerando R$ 207.899.738,00 em negócios. No último ano, o papel variou entre a mínima de R$ 11,97 e a máxima de R$ 26,83. A Marfrig é uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo e detém o controle da norte-americana National Beef e da BRF. Uma notícia relevante para os acionistas foi a venda estratégica de unidades de abate para a Minerva, visando a redução da alavancagem financeira da companhia e o foco em produtos de maior valor agregado.

6º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 6,13 ↓0,97%

Descrição: A Minerva fechou a R$ 6,13, apresentando uma desvalorização de 0,97%, com uma queda nominal de R$ 0,06 frente ao valor anterior de R$ 6,19. O ativo teve mínima de R$ 5,99 e máxima de R$ 6,26 durante as negociações. Foram movimentadas 17.823.500 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 109.258.055,00. O desempenho de 52 semanas mostra um ativo sob pressão, com máxima de R$ 7,37 e mínima de R$ 3,65. A Minerva é líder na exportação de carne bovina in natura na América do Sul. Recentemente, a empresa concluiu etapas importantes da aquisição de ativos da Marfrig, uma operação que amplia significativamente sua capacidade produtiva, embora o mercado siga monitorando os custos de integração e o endividamento decorrente da transação.

7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 51,18 ↓0,95%

Descrição: A Suzano encerrou o pregão em R$ 51,18, com queda de 0,95% ou R$ 0,49 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 51,67. O papel registrou mínima de R$ 50,91 e máxima de R$ 52,45. O volume negociado foi de 5.409.700 ações, totalizando R$ 276.868.446,00. No intervalo anual, o preço variou entre R$ 45,48 e R$ 62,16. A Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel da América Latina. Em notícia recente, a companhia reafirmou seu foco na expansão da competitividade estrutural com o avanço do Projeto Cerrado, uma de suas maiores plantas de celulose, que deve impactar positivamente as margens operacionais nos próximos trimestres.

8º – Ambev S.A. (ABEV3) | R$ 14,96 ↓0,60%

Descrição: A Ambev apresentou uma leve retração de 0,60%, fechando a R$ 14,96. A variação nominal foi de R$ 0,09 abaixo do fechamento de R$ 15,05. Durante o dia, a cotação variou entre a mínima de R$ 14,87 e a máxima de R$ 15,25. Com um alto volume de negociação (19.542.300 ações), a empresa movimentou R$ 292.352.808,00. Nas últimas 52 semanas, o papel oscilou entre R$ 9,87 e R$ 15,25. A Ambev é a maior cervejaria do Brasil e uma subsidiária da Anheuser-Busch InBev. Recentemente, a empresa divulgou seus planos de investimento para modernização de fábricas e expansão de seu ecossistema digital (aplicativo Zé Delivery), além de enfrentar discussões sobre mudanças na tributação de bebidas alcoólicas no âmbito da reforma tributária.

9º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 43,89 ↓0,45%

Descrição: A Rede D’Or encerrou o dia em R$ 43,89, com baixa de 0,45% ou R$ 0,20 em comparação ao fechamento de R$ 44,09. A mínima registrada foi de R$ 43,40 e a máxima de R$ 45,10. O volume de ações trocadas foi de 5.181.300, gerando um volume financeiro de R$ 227.407.257,00. O ativo está próximo de sua máxima anual de R$ 45,10, tendo visitado a mínima de R$ 23,62 no último ano. A empresa é a maior rede integrada de cuidados em saúde privada do Brasil, operando dezenas de hospitais e clínicas. Uma notícia de destaque foi a consolidação de sua seguradora, a SulAmérica, que tem contribuído para a verticalização dos serviços e melhoria no controle de custos da operação hospitalar.

10º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,66 ↓0,45%

Descrição: Fechando a lista, a São Martinho registrou queda de 0,45%, cotada a R$ 15,66. A redução nominal foi de R$ 0,07 frente ao fechamento anterior de R$ 15,73. A mínima diária foi de R$ 15,56 e a máxima de R$ 16,10. Foram negociadas 2.740.700 ações, totalizando R$ 42.919.362,00. No acumulado de 52 semanas, o papel variou entre R$ 12,91 e R$ 22,97. A São Martinho é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, produzindo açúcar, etanol e energia elétrica a partir da cana-de-açúcar. Recentemente, o mercado tem acompanhado os dados de moagem da safra e o anúncio de investimentos da companhia em sua nova fábrica de etanol de milho, visando diversificar a produção e aumentar a resiliência financeira fora do período de safra da cana.

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